martes, 17 de abril de 2012

Declaración del FRDDP (Brasil) repudia represión reaccionaria en Ecuador.


Abaixo as provocações e a repressão
contrarrevolucionária de Correia



A Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo – FRDDP (Brasil) rechaça e repudia às recentes perseguições contra o Partido Comunista do Equador-Sol Rojo, ativistas e massas populares pelo governo de turno serviçal do imperialismo de Rafael Correia.

Diante da impossibilidade de resolver qualquer dos problemas fundamentais das massas e o crescimento do protesto popular, o regime de Correia deixou cair sua máscara demagógica e populista mostrando sua verdadeira face de fiel servidor da grande burguesia, do latifúndio e do imperialismo.

Em consonância com a política de “guerra ao terror” irradiada desde o USA, o regime oportunista-fascista de Correia desencadeou nos últimos meses uma verdadeira onda de terror branco sob a denominação de “Operação Sol Rojo”, se utilizando de velhos slogans fascistas como o de combate a “subversão”, ao “terrorismo” e da necessidade de defender a “segurança do Estado”.

Correia maneja com a imprensa burguesa e o aparato repressivo para atingir dois objetivos: golpear e neutralizar a oposição eleitoral representada por um amplo leque de partidos revisionistas e reformistas nas pugnas pelo gerenciamento do velho Estado; e apontar contra o movimento revolucionário em desenvolvimento, marcadamente o PCE-SR e outras organizações maoístas do país. Para cumprir este sujo papel conta com o apoio de partidos revisionistas e todo tipo de oportunismo que dão suporte a seu governo reacionário.

Desde o Brasil, denunciamos e repudiamos a reacionária campanha midiática em concatenação do o regime burocrático que tem como objetivo criar um ambiente de terror para preparar e justificar novas ações policiais contra o PCE-SR e demais organizações maoístas equatorianas, cujos militantes vêem sofrendo intimidações, seguimentos, provocações, bem como incursões policiais contra áreas camponesas.

Tais medidas são expressão do fracasso do governo da “Alianza Paiz” e sua “Revolução Cidadã” em seus planos de aplastar as massas e salvar o capitalismo burocrático da ruína. Este processo é parte do processo de falência dos governos oportunistas de Chávez, Morales, Dilma/Lula, Lugo, Mujica, Kirschner, que já não podem conter o ascenso das massas populares e desempenham como fiéis cães de guarda do imperialismo prendendo e perseguindo revolucionários, exilados políticos e lutadores populares, principalmente os que defendem e desenvolvem luta armada como único caminho para a completa libertação social e nacional.

Desde o Brasil, manifestamos nossa total solidariedade com os companheiros do PCE-SR, e as demais organizações maoístas e de luta popular em sua justa luta contra o velho Estado equatoriano de grande burgueses e latifundiários a serviço do imperialismo e seu governo de turno.

Conclamamos a todos os revolucionários e verdadeiros democratas a denunciar e repudiar as manobras provocativas, persecutórias e repressivas contra os revolucionários e ativistas populares.



Abaixo as provocações e perseguições, a intimidação e repressão contra os revolucionários maoístas!

Abaixo o velho Estado burguês-latifundiário serviçal do imperialismo e seu governo de turno!

Abaixo a Alianza Paíz e o lacaio do imperialismo Rafael Correa!

Viva a luta popular revolucionária, viva a revolução de nova democracia!



Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo - FRDDP



Brasil, 14 de abril de 2012

domingo, 15 de abril de 2012

BRASIL: 1972-2012: 40 anos da heroica Guerrilha do Araguaia. Un artigo de A Nova Democracia.

 1972 – 2012: 40 anos da heroica Guerrilha do Araguaia

     
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Em 12 de abril de 1972 ocorreu o primeiro enfrentamento armado da heroica Guerrilha do Araguaia. Maurício Grabois, dirigente do Partido Comunista do Brasil, membro de seu Comitê Central, da sua Comissão Militar e Comandante da Guerrilha, registrou assim o feito em seu Diário*:
"30/4 – Começou a Guerra Popular a 12/4. O inimigo, possivelmente informado por alguma denúncia, atacou de surpresa o Peazão (na Faveira, na beira do Araguaia) entre as 15 e as 16 horas daquele dia. Avisado com poucas horas de antecedência, pela massa, o Destacamento "A" retirou-se organizadamente para a mata. O Grupamento daquele Destacamento, que estava sediado no Peazão, dada a superioridade do adversário, não ofereceu combate, mas salvou seus efetivos, seu armamento e diversos materiais."
Assim foi deflagrada a luta armada dirigida pelo Partido Comunista do Brasil entre os anos de 1972 e 1974, que mobilizou centenas de massas camponesas na região sul do Pará, conhecida como ‘Bico do Papagaio’, e animou milhares de brasileiros na luta contra o regime militar fascista pró-imperialista. A resistência despertou um ódio visceral dos generais gorilas, que deslocaram para aquela região dezenas de milhares de efetivos militares e potente arsenal de guerra, com que realizaram três campanhas para reprimir e aniquilar os guerrilheiros e seus apoiadores.
Centenas de camponeses foram barbaramente massacrados e 69 guerrilheiros, militantes do Partido Comunista do Brasil, foram igualmente torturados e assassinados. Vários destes tombaram em combate e sua imensa maioria deu inapagáveis exemplos de firmeza, bravura e heroísmo.
A epopeia revolucionária do Araguaia não é somente um marcante acontecimento histórico. Ela representa um marco político e ideológico da luta de classes em nosso país, representa o estágio mais avançado alcançado pelo proletariado brasileiro e sua vanguarda em sua luta pela revolução brasileira até os dias atuais.
Pedro Pomar, dirigente do Partido Comunista do Brasil, foi quem de forma mais profunda e acertada avaliou a experiência do Araguaia. Em seu balanço, apresentado na reunião do Comitê Central do partido em meados de 1976 e retomada em dezembro do mesmo ano (quando o próprio Pomar, Ângelo Arroyo e João Batista Franco Drummond foram brutalmente assassinados no chamado ‘Massacre da Lapa’), Pomar destacou:
"Ressalto, antes de tudo, a firme decisão do CC em realizar a tarefa que aprovou, de implantar, em algumas áreas do mais remoto interior brasileiro, dezenas de camaradas que demonstraram disposição de suportar todos os sacrifícios, a fim de prepararem e desencadearem a luta armada. (...) A experiência do Araguaia representou, inegavelmente, uma tentativa heroica para criar uma base política e dar continuidade ao processo revolucionário, sob a direção de nosso Partido. Tinha em vista formar uma sólida base de apoio no campo e desenvolver o núcleo de um futuro exército popular, poderoso, capaz de vencer as forças armadas a serviço das classes dominantes e do imperialismo ianque."
Logo criticou, por mais duro que isso fosse, os sérios erros de concepção que resultaram no aniquilamento das forças revolucionárias no Araguaia e na derrota da Guerrilha:
"Tudo leva a crer que a guerrilha se iniciou como um corpo a corpo dos comunistas contra as tropas da ditadura militar. E assim continuou quase todo o tempo. Aí reside, a meu ver, o maior erro, o mais negativo da experiência do Araguaia. Pois a conquista política das massas não pode ser efetuada só depois da formação do grupo guerrilheiro. Tampouco este deve ser constituído única e exclusivamente, mesmo que seja apenas no princípio, de comunistas. E não se diga que a orientação contida nos documentos e resoluções do Partido não seja cristalina a respeito. Tanto pela letra, como pelo espírito, os documentos partidários essencialmente dirigidos contra as teses pequeno-burguesas e foquistas, indicam, sem margem de dúvida, que: 1) a guerra popular é uma guerra de massas; 2) a guerrilha é uma forma de luta de massas; 3) para iniciá-la, ‘mesmo que a situação esteja madura, impõe-se que os combatentes tenham forjado sólidos vínculos com as massas’; 4) a preparação ‘pressupõe o trabalho político de massas’; 5) os três aspectos — trabalho político de massas, construção do Partido e luta armada — são inseparáveis na guerra popular; 6) o Partido, isto é, o político, é o predominante desses aspectos; 7) numa palavra, o trabalho militar é tarefa de todos os comunistas e não apenas de especialistas."
Transbordando otimismo revolucionário e confiança no partido em superar as dificuldades e erros e no triunfo da revolução, assim Pedro Pomar conclui sua avaliação:
"Nosso Partido, sem embargo de ter sido duramente golpeado e sofrido sérias perdas, já não é o mesmo de 1972. Também ganhou experiência. Portanto, para transformar as presentes condições desfavoráveis, cumpre-nos persistir em nossa política de frente única, concentrar mais esforços para ganhar as grandes massas operárias e camponesas, revolucionarizar mais nossas fileiras, defender com firmeza nossa organização e acelerar a preparação militar. Tudo indica que os horizontes vão clareando para o povo brasileiro. A bandeira da luta armada, que empunharam tão heroicamente e pela qual se sacrificaram os camaradas do Araguaia, deve ser erguida ainda mais alto. Se conseguirmos de fato nos ligar às grandes massas do campo e das cidades e ganhá-las para a orientação do Partido, não importa qual seja a ferocidade do inimigo, com toda certeza a vitória será nossa."

Ganhar batalhas além da morte

Nessa edição, por ocasião dos 40 anos do início da heroica Guerrilha do Araguaia, publicamos nota produzida pelo Comando das Forças Guerrilheiras do Araguaia, retirada do referido Diário e um fragmento do livro A Lei da Selva, do jornalista e historiador Hugo Studart.

Helenira Rezende

Uma heroína do povo

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Em luta contra forças militares da ditadura, a 29 de setembro de 1972 morreu a valorosa combatente das Forças Guerrilheiras do Araguaia Helenira Rezende Nazareth, conhecida entre seus companheiros pelo nome de Fátima e nas cidades onde desenvolveu atividade revolucionária pelo apelido de Preta.
No dia 28 de setembro, em plena selva, Helenira deslocou-se com o Destacamento a que pertencia para participar de operação contra o inimigo. Ao cruzar o caminho que leva à pequena corrutela de S. José, o chefe de seu grupo colocou-a de guarda no alto de um barranco a fim de vigiar a passagem de toda unidade guerrilheira. Depois de passar o primeiro grupo e enquanto esperava a passagem do segundo, viu surgir 16 soldados do Exército. O que vinha à frente, possivelmente o comandante, parou a tropa e com mais 2 praças, resolveu pesquisar o terreno. Dirigiu-se para o lado da jovem combatente. Esta decidiu enfrentar os adversários com o objetivo de avisar seus companheiros. Com uma arma de caça abateu mortalmente o sargento armado de FAL e granadas. Ao se retirar foi ferida nas pernas. Então entrincheirou-se como pôde e, usando um revólver 38, matou um soldado fortemente armado que se aproximava. Até que terminou sua munição, lutou com o grosso da tropa do governo.
Aprisionada, Helenira portou-se com dignidade própria dos melhores revolucionários. Os militares a maltrataram de modo brutal para que dissesse onde se encontravam os outros combatentes. Respondeu que podiam matá-la, pois nada diria. No dia seguinte, depois de sofrer as mais bárbaras torturas, foi friamente assassinada por seus algozes.
Helenira, antes de vir para as matas do Araguaia, era destacada líder estudantil. Como universitária de Filosofia em São Paulo teve ativa participação nas grandes manifestações de massas de 1968. Mais recentemente, pertenceu à diretoria da União Nacional de Estudantes, atuando em diferentes estados. Por fim, ingressou no movimento guerrilheiro para combater, de armas nas mãos, o governo despótico dos generais. Desfrutava de muita popularidade entre os estudantes de São Paulo, Bahia e Ceará.
A vida de Helenira é um exemplo de valentia, desprendimento e dedicação à causa do povo. É motivo de inspiração para toda juventude, para todos os democratas e patriotas. A História do Brasil assinala poucas atitudes tão heróicas por parte de uma mulher como a desta corajosa guerrilheira. Três gestos marcam sua trajetória de lutadora da liberdade e da emancipação nacional. O primeiro foi sua incorporação voluntária às FF GG do Araguaia, fato que, por si só, revelou imenso destemor. O segundo consistiu na denodada decisão de enfrentar sozinha uma força numerosa para garantir a segurança de seus irmãos de ideal, liquidando, apesar da enorme inferioridade de armas, dois inimigos. O terceiro se expressou na posição serena de preferir a tortura e a morte a trair seus companheiros.
Não foi em vão o sacrifício de Helenira. Sua atitude despertará um número sempre maior de jovens na luta contra a ditadura, pela democracia e pela libertação do Brasil do jugo imperialista. Impulsionará o ânimo combativo dos que já se opõem à tirania e ao domínio da Nação pelos monopólios estrangeiros. Ajudará a revolução a avançar. O lugar deixado por Helenira nas fileiras da guerrilha, no correr do tempo, será ocupado por milhares e milhares de novos lutadores. Uma causa que faz surgir pessoas com as elevadas qualidades morais desta destemida revolucionária só pode, mais dia menos dia, ser vitoriosa.
As FF GG do Araguaia orgulham-se de terem tido como um dos seus membros uma combatente como Helenira. Por isso, o Destacamento a que estava incorporada terá, de agora em diante, seu honrado e glorioso nome.
Em algum lugar das selvas da Amazônia, 20 de outubro de 1972
O Comando das Forças Guerrilheiras do Araguaia

Telma Regina Cordeiro Corrêa

Imperecível heroísmo de uma combatente

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No livro A lei da Selva, de autoria do historiador e jornalista Hugo Studart, há um trecho que conta sobre a guerrilheira Telma Regina Cordeiro Corrêa, a Lia, integrante do destacamento B da Guerrilha.
Ela sobreviveu ao que os militares chamam de o "chafurdo de natal": operação militar montada para aniquilar os guerrilheiros e a Comissão Militar que haviam se reunido em um só grupo em dezembro de 1973. Lia, segundo relato dos militares que teriam se apossado do diário com seus últimos registros, rompeu o cerco da repressão e percorreu quilômetros nas selvas do Araguaia a procura dos combatentes sobreviventes para lhes transmitir uma importante mensagem.
Lia registrou em seu diário que enfrentou fome e sede durante dias. Enfraquecida, ela não se abateu. Ela afirma em suas últimas palavras que não podia morrer, que tinha ainda tarefas a cumprir e que diante da fome, sede e exaustão, recobrava forças cantando a canção dos guerrilheiros: "Guerrilheiro nada teme, jamais se abate, afronta a bala a servir. Ama a vida, despreza a morte e vai ao encontro do porvir".
Lia combateu até o fim. É mais um dentre tantos exemplos de heroísmo e abnegação dos melhores filhos de nosso povo que generosamente verteram seu sangue pela causa de nossa libertação.
_________________
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Documento apresentado em matéria da revista Carta Capital nº 643, de 21 de abril de 2011. A revista informa que tal documento seria uma cópia datilografada por pessoal do Exército do manuscrito subtraído dos pertences de Maurício Grabois após o assassinato do mesmo.

Pronunciamiento Conjunto de tres organizaciones comunistas de America.

Pronunciamiento Conjunto contra la Cumbre de las Américas


¡ABAJO EL IMPERIALISMO Y TODOS LOS REACCIONARIOS!

¡VIVA LA LUCHA DE LOS PUEBLOS CONTRA LA OPRESIÓN YLA EXPLOTACIÓN!


A partir del 14 de Abril sesionará en Colombia la cacareada VI Cumbre de las Américas en la cual, jefes políticos del imperialismo estadounidense encabezados por su presidente Barack Obama y acompañados por empresarios de grandes grupos monopolistas, se reunirán con los jefes de gobierno, cancilleres y representantes de las clases explotadoras de sus semicolonias en esta parte del mundo, con la coartada de tratar problemas del pueblo trabajador, que denominan “aspectos claves para el desarrollo integral del nuevo mundo: integración física del Continente,cooperación solidaria, lucha contra la pobreza y la inequidad, la seguridad y acciones necesarias para su recuperación y mantenimiento, tratamiento efectivo para los desastres naturales y las estrategias para cerrar la brecha en el acceso a las tecnologías de la información y las telecomunicaciones….”

¡ESO ES UNA GRAN MENTIRA! Allí no se reúnen los representantes de los pueblos de América, sino los representantes de sus centenarios opresores y explotadores.

En Cartagena los imperialistas pasarán revista a sus planes, órdenes y acuerdos con las clases dominantes lacayas en los países oprimidos de América. Y no son planes contra el hambre, la pobreza y el atraso; sino todo lo contrario: los planes para extender la posesión y explotación de los recursos naturales, el saqueo minero y petrolero, la monopolización de la tierra y del agua, la destrucción acelerada de la naturaleza; para garantizar los superbeneficios de la exportación del capital financiero y su dominación de la vida económica de toda la sociedad en estos países, apuntalando para tal fin, más profundas políticas imperialistas de superexplotación y subyugación de los pueblos oprimidos en América.

Sus lacayos gobernantes, incluidos los falsos socialistas o “socialistas del Siglo XXI” de palabra “antiimperialistas” (presentes y ausentes), en los hechos, todos le harán la venia al mandato imperialista, y rubricarán una alianza reaccionaria contra las masas trabajadoras.

Por su parte y como es costumbre, los partidos reformistas y oportunistas promueven una reunión paralela, llamada Quinta Cumbre de los Pueblos, con la cual ilusionan y comprometen a los trabajadores, principalmente del movimiento sindical, con el cuento de tratar, allí sí, los temas que interesan al pueblo centrados en “los tratados de libre comercio, política antinarcóticos, militarización de países y crisis económica mundial.”

¡ESTA REUNIÓN TAMBIÉN ES UN GRAN ENGAÑO PARA LOS TRABAJADORES! Sus promotores son seudo antiimperialistas, blanqueadores de las lacras mundiales del capitalismo, pacifistas y conciliadores, que todo lo confían a sus súplicas a los opresores, a sus peticiones respetuosas a los explotadores, ocultando las verdaderas causas de los problemas del pueblo y obstruyendo el camino de su lucha revolucionaria para resolverlos.

¡LOS PUEBLOS NECESITAN LA REVOLUCIÓN! el camino de la lucha de clases, de la acción directa de las masas, de la resistencia a la explotación capitalista, de la rebelión de los oprimidos, de la guerra justa de los obreros y campesinos. Este es el verdadero camino a seguir por los pueblos de América, que junto a los pueblos del mundo se levantan contra la opresión imperialista, contra el viejo Estado reaccionario de los explotadores burgueses y terratenientes, desde las masivas movilizaciones callejerasde las víctimas de la crisis mundial capitalista que ha puesto en movimiento a gigantescos ejércitos de desempleados, inmigrantes ultrajados, campesinos expoliados, obreros despedidos y propietarios arruinados; las guerras de resistencia en diversos países contra la sanguinaria máquina de guerra de agresión imperialista; hasta las justas Guerras Populares sostenidas heroicamente por las masas trabajadoras en la India, Perú, Turquía y Filipinas. ¡APOYAMOS ESTAS JUSTAS LUCHAS, porque la rebelión se justifica contra todos los reaccionarios enemigos de los pueblos y del proletariado mundial!

El dominio de los imperialistas y las clases reaccionarias, causa a los pueblos del mundo un sufrimiento insoportable. Por eso será derrocado por las Guerras Populares de los obreros y campesinos, siempre y cuando sean dirigidas por auténticos Partidos Comunistas, marxistas leninistas maoístas, hasta el triunfo de las Revoluciones de Nueva Democracia y Socialistas donde el poder del nuevo Estado esté asegurado en las manos armadas de las masas trabajadoras, donde la Dictadura del Proletariado venza para siempre la resistencia de todos los reaccionarios derrocados y expropiados.

Alcanzar tales victorias implica lucha intransigente contra el oportunismo de los falsos partidos comunistas, revisionistas y oportunistas de todo pelambre, que desvían a las masas hacia el parlamentarismo, las engañan con la falsa democracia de los explotadores, con la ilusión de tomar posesión del Estado reaccionario sin destruirlo, con el apoyo al falso socialismo bajo gobiernos como el de Chávez en Venezuela, Correa en el Ecuador y Morales en Bolivia, ocultando su papel servil al viejo Estado reaccionario, y la feroz utilización de su poder armado contra el pueblo y los verdaderos revolucionarios, para mantener la dominación semicolonial imperialista, garantizar la dictadura de clase de los explotadores, y salvaguardar su privilegio de vivir de la explotación del trabajo de las masas.

¡Obama y los imperialistas: Fuera de Colombia y de todos los países!

¡Viva la Revolución Proletaria Mundial contra el Imperialismo y los Reaccionarios!


Abril 13 de 2012


Partido Comunista del Ecuador – Sol Rojo

Partido Comunista (Marxista Leninista) Panamá

Unión Obrera Comunista (MLM) Colombia

PERÚ: Se confirma la liberación de los trabajadores retenidos por la guerrilla asi como importantes combates en la zona del VRAE.



correovermello-noticias
Lima, 15.04.12
Aunque no se informa de las circunstancias de la liberación de los trabajadores de la empresa sueca de la planta  de Camisea, toda la prensa recoge noticias de fuertes combates que se habrian producido en el VRAE entre efectivos militares y policiales con unidades de la guerrilla dirigida por el camarada Gabriel. Estas fuentes afirman que de uno a cinco militares o policias habrian sido muertos por los guerrilleros, en permanentes golpes de hostigamiento a las fuerzas gubernamentales entre ellos un miembro de la DEA llamado José Millones.
Se da cuenta que aproximadamente una decena de militares heridos se encontrarian cercados en la localidad cusqueña de Kiteni. Esta noticia proviene de familiares del capitan que esta al mando de los efectivos que han podido conectar con el mismo por celular, confirmando la muerte de al menos uno de ellos por falta de atención medica.
Liberados y no rescatados.
Esto afirman los trabajadores retenidos por la guerrilla comunista. Uno de ellos declaró al canal N; "Nosotros fuimos liberados voluntariamente. Cuidado con la prensa y con las FF.AA al decir que hemos sido rescatados", aseguró

sábado, 14 de abril de 2012

PERÚ: La guerrilla comunista habría liberado a los retenidos.


correovermello-noticias
Lima, 14.04.12
Diversas fuentes periodisticas que citan a la propia Presidencia de la República, afirman que la guerrilla liberó a los trabajadores de la empresa constructora sueca TGP que retenían y se habría replegado de la zona. Se desconoce en estos momentos si la empresa cumplió con las condiciones impuestas para su liberación o si la presión militar les llevo a tomar la decisión de replegarse.
Esto ultimo no parece encajar con el contra-golpe demoledor dado al contingente combinado, que pretendía su cerco, con el derribo de un helicóptero policial. A propósito de esta acción, algunos medios de prensa apuntan a que el objetivo era un helicóptero que transportaba a altos mandos del ejercito gubernamental que era esperado en esos momentos. Así mismo se especula sobre la muerte de nuevos efectivos policiales en combate con los guerrilleros e incluso se afirma que otra aeronave que acudió en auxilio del helicóptero Bell H1-D derribado, también fue abatida. De confirmarse esta ultima noticia nos encontrariamos con uno de los mayores exitos militares de la guerrilla desde la decada de los años 90.
Se informa, según fuentes familiares, que la capitán co-piloto muerta al ser alcanzada por los disparos de la guerrilla, trabajaba de forma habitual para la DEA norteamericana.
Es muy llamativo el silencio internacional de estas noticias y en particular en el Estado español.

Estado español: Documento sobre las influencias del nacionalismo en el Partido proletario. GMHC.


¡Proletarios y pueblos oprimidos del mundo, uníos!

FORJEMOS LA UNIDAD DE LA LUCHA DEL PROLETARIADO CON UN PARTIDO REVOLUCIONARIO DE NUEVO TIPO
 MARXISTA-LENINISTA-MAOISTA REPELIENDO LAS INFLUENCIAS BURGUESAS  DEL NACIONALISMO

                        Somos enemigos de acomodar el socialismo al nacionalismo.
                   V. I. Lenin.  “Los problemas espinosos de nuestro Partido” (1912)
 
   Dado que España es un país capitalista desarrollado e imperialista de segunda categoría y que la contradicción principal que enfrenta a la sociedad española  es la que existe entre la oligarquía financiera y la gran burguesía de un lado, y la clase obrera y el resto del pueblo de otro, sólo con un partido proletario revolucionario de nuevo tipo marxista-leninista-maoísta podrá realizarse la revolución proletaria a través de la guerra popular e instaurarse un Estado de dictadura del proletariado que exprese y defienda los intereses de todos los trabajadores, construyéndose el socialismo y, a través de sucesivas revoluciones culturales proletarias, asegurarse la victoria definitiva de la vía socialista sobre la vía capitalista, hasta alcanzar la sociedad sin clases, el comunismo.
   El proletariado defiende el internacionalismo pues constituye una clase única a nivel mundial con unos intereses idénticos por encima de las diferencias nacionales. Su objetivo final es la superación de las naciones para crear una sociedad comunista mundial. 
   En la actualidad, España constituye una unidad nacional-estatal bien definida. Stalin define claramente la nación de la forma siguiente:
   “Nación es una comunidad humana estable, históricamente formada y surgida sobre la base de la comunidad de idioma, de territorio, de vida económica y de psicología, manifestada ésta en la comunidad de cultura”. (J. Stalin. El Marxismo y la cuestión nacional. Obras, t. II. Ediciones Vanguardia Obrera. Madrid 1984, pág.  316).
   De acuerdo con este criterio justo y científico, España constituye en la actualidad una nación y no una pluralidad de naciones unidas tan sólo por la existencia de un aparato estatal único y centralizado, como erróneamente consideran algunos. Esto, por supuesto, no excluye la existencia de una serie de pueblos con determinadas particularidades nacionales más o menos acentuadas que no constituyen naciones propiamente dichas, denominadas nacionalidades. Dentro de España las tres regiones con particularidades nacionales más significativas –o nacionalidades- son Cataluña, Euzkadi y Galicia.
    Pero es significativo que hoy día la influencia del nacionalismo burgués está muy presente entre quienes se reclaman marxistas-leninistas-maoístas y esta influencia se refleje de muy diversas formas.
   Así, por ejemplo, el emblema nacionalista conocido como “lábaro cántabro” se superpone sobre la bandera roja con la hoz y el martillo, casi tapándola,  en el blog de Odio de Clase que se define como “cumunista revolucionariu cántabru”.
   Por otra parte, existe la posición política errónea altamente extendida entre los destacamentos marxistas-leninistas-maoístas de España en cuanto, por ejemplo, a referirse a ésta con el término “Estado español”. Esto es un claro reflejo de inmadurez política y falta de dominio del marxismo-leninismo-maoísmo; es un reflejo también del peso de la ideología nacionalista en las filas del proletariado y, en consecuencia, una actitud que supone ir a remolque del nacionalismo burgués. No es correcto que los comunistas nos refiramos a España como “Estado español” pues con ello lo único que hacemos es negar que España es una nación y, por tanto, expresar la  ideología y  política de la pequeña y mediana burguesía. Gran Marcha Hacia el Comunismo mantuvo dicha posición errónea desde su origen hasta 2011, habiendo ya rectificado como consecuencia del  análisis y estudio  de esta cuestión en base a los principios del marxismo-leninismo-maoísmo.
    El término “Estado español” hace referencia al Estado –al aparato de dominación hoy de la burguesía, a esa máquina actualmente en manos de los capitalistas para el sojuzgamiento de la clase obrera y el pueblo- pero no aborda el problema esencial que es la comunidad existente entre los diferentes pueblos que conviven bajo el mismo yugo de ese Estado y a la relación que existe entre los diferentes pueblos que conforman España y que sufren la misma opresión y explotación por parte de los mismos enemigos capitalistas, que hablan todos el mismo idioma castellano (al igual que otras lenguas), participan de la misma vida económica, son partícipes de la misma cultura (sin dejar de lado  manifestaciones culturales propias), etc. Las características que hacen que España sea una nación hace que resulte fuera de lugar pretender que lo que únicamente une a los diversos pueblos de España es la existencia de un aparato estatal único y centralizado.
   Tras la restauración monárquica después de la muerte del asesino Franco, la Constitución burguesa de 1978 elaborada por los distintos clanes políticos de la burguesía e impuesta en una farsa de referéndum a la clase obrera y al pueblo, establece “la indisoluble unidad de la Nación española, patria común e indivisible de todos los españoles”, negando así el derecho de autodeterminación a las distintas nacionalidades.
   Los comunistas, los marxistas-leninistas-maoístas al abordar el problema de las nacionalidades, defendemos el derecho a la libre autodeterminación de las nacionalidades existentes en España, que permita a la población de las mismas decidir la futura forma de vincularse con las otras nacionalidades y pueblos de España ya sea en un mismo Estado o bien su separación como Estado independiente.
  Sin embargo, dado que es la misma oligarquía la que oprime y explota a la clase obrera y a las masas populares de toda España, incluidas las de las nacionalidades y regiones que la conforman, los comunistas consideramos que la clase obrera y las masas populares de las distintas nacionalidades de España tienen una causa común y un mismo enemigo común. Llamar a una lucha por separado del proletariado y el pueblo de una nacionalidad es una actitud liquidacionista, principalmente para el pueblo de esa nacionalidad, y favorece a los intereses de la burguesía y la oligarquía dominante al dividir las fuerzas que pueden y desean aplastarlos. El deber de los comunistas, tal y como nos han enseñado los maestros del proletariado, es preservar la unidad política y organizativa de la clase obrera y las masas populares en la lucha contra la oligarquía que detenta el poder hasta su derrocamiento y la instauración del socialismo.
     Frente a quienes propugnan  el separatismo y la “independencia” estatal  para  determinadas regiones y nacionalidades dentro de España, los marxistas-leninistas-maoístas debemos demostrar a la clase obrera y a las masas populares el carácter reaccionario que implica la alternativa separatista, y tal como señalaba Lenin: “Las masas de la población saben perfectamente, por la experiencia cotidiana, lo que significan los lazos geográficos y económicos, las ventajas de un gran mercado y de un gran Estado y sólo se decidirán a la separación cuando la opresión nacional y los roces nacionales hagan la vida en común absolutamente insoportable.” (V. I. Lenin. El derecho de las naciones a la autodeterminación. Obras Escogidas, t. V, Editorial Progreso, Moscú 1976, p.127).
    La historia de la construcción del Partido Comunista (Bolchevique) de la U.R.S.S. con Lenin y Stalin a su cabeza, es un vivo ejemplo que los marxistas-leninistas-maoístas no debemos pasar por alto y estudiar con ahínco a la hora de construir el partido  proletario revolucionario de nuevo tipo marxista-leninista-maoísta en España.
   En la Rusia zarista, un Estado que abarcaba a diversas naciones totalmente diversas unas de otras:
   “(…) a pesar de haberse celebrado en 1898 el primer Congreso del Partido Obrero Socialdemócrata de Rusia, en el que se había proclamado la creación del Partido, la realidad era que éste no estaba formado aún. No tenía programa ni estatutos. El Comité Central del Partido elegido en el primer Congreso, fue detenido y no volvió ya a reconstituirse, pues no hubo quien lo reconstituyera. Más aún; después del primer Congreso, la dispersión ideológica y la desarticulación orgánica del partido, lejos de disminuir, fueron en aumento.
   (…) La marcha ascendente, cada vez más acentuada, del movimiento obrero y la clara inminencia de la revolución, reclamaban la creación de un partido único y centralizado de la clase obrera, capaz de ponerse al frente del movimiento revolucionario. Pero el estado en que se encontraban los órganos locales del Partido, los comités locales, los grupos y los círculos era tan poco halagüeño, su desarticulación orgánica y su falta de unidad ideológica tan grandes, que la creación de semejante partido ofrecía dificultades increíbles.
   Estas dificultades no estribaban solamente en el hecho de tener que organizarse bajo el fuego de las crueles persecuciones del zarismo, que con frecuencia arrebataba de las filas de las organizaciones a los mejores militantes, para mandarlos a la deportación, a la cárcel o al presidio. Había además otra dificultad, y era que una parte considerable de los comités locales no quería saber nada que no fuese su pequeña labor práctica local, no comprendía el daño que hacía la falta de una unidad orgánica e ideológica del Partido, estaba acostumbrada al fraccionamiento de éste y al caos ideológico  dentro de él, y se imaginaba que era posible prescindir de un partido único y centralizado.
  Para crear un partido centralizado, había que acabar con este atraso, con este rutinarismo y este mezquino empirismo de los órganos locales.
(…) Lenin tomó en su mano esta tarea y la organización del Partido de la clase obrera.
   Existían diversos criterios acerca del problema de por dónde debía comenzarse a organizar el Partido único de la clase obrera.
(…) El triunfo de los principios de Lenin (…) fueron, pues, preparado todas las condiciones fundamentales necesarias para crear el Partido, o como se decía por aquel entonces, un partido efectivo. La tendencia de la “Iskra” triunfó entre las organizaciones socialdemócratas de Rusia. Ahora ya se podía convocar el II Congreso del Partido.
   Este Congreso inició sus tareas el 17 (30) de julio de 1903. Tuvo que reunirse clandestinamente en el extranjero. Las primeras sesiones se celebraron en Bruselas. Pero la policía obligó a los delegados a salir de Bélgica, y el Congreso se trasladó a Londres.
  Asistieron a él 43 delegados, representando a 26 organizaciones. Cada Comité tenía derecho a enviar al Congreso 2 delgados, pero algunos sólo enviaron uno. Así se explica que los 43 delegados representasen 51 votos.
   La tarea fundamental de este Congreso consistía “en crear un partido efectivo sobre aquellas bases orgánicas y de principio que habían sido propugnadas y elaboradas por la “Iskra” (Lenin, t.VI, pág. 164, ed. rusa)
   La composición del Congreso era heterogénea.
   (…) Por tanto, en este Congreso no tomaron parte solamente los adeptos de la “Iskra” sino también sus adversarios. (…) En relación con los estatutos, el Congreso hubo de tratar del “Bund”. Este pretendía ocupar una situación especial dentro del Partido. Exigía que se le reconociese como la única representación de los obreros judíos de Rusia. Acceder a esta petición equivalía a escindir a los obreros, dentro de las organizaciones del Partido, con arreglo a su nacionalidad, renunciando a la existencia de organizaciones únicas de clase del proletariado según el principio territorial. El Congreso rechazó el nacionalismo del “Bund” en materia de organización. En vista de esto, los “bundistas” se retiraron. (…)” . (Historia del Partido Comunista (Bolchevique) de la U.R.S.S.  Ediciones Nuestro Pueblo. Paris 1948, pp.36, 37,38 46, 47, 50).
      En cuanto a la organización de la vanguardia revolucionaria, los camaradas del Comité de Loita Popular “Manolo Bello”  defienden la escisión de la clase obrera española en varias organizaciones o partidos regionales, están a favor de la formación de partidos comunistas en las diversas nacionalidades sin centralización a escala nacional, y así afirman “que la organización del proletariado en el  Estado español deberá tener en cuenta el carácter multinacional del estado, conformando destacamentos en las diversas nacionalidades históricas”, y que , por tanto,  trabajan “por la reconstitución del Partido Comunista en Galicia”.
   Gran Marcha Hacia el Comunismo considera un grave error las posiciones de estos camaradas y que entran en grave contradicción con las enseñanzas de los maestros del proletariado en cuanto al problema de la construcción del partido proletario revolucionario de nuevo tipo marxista-leninista-maoísta. El Comité de Loita Popular “Manolo Bello” difícilmente  puede proceder, como afirma, a un “deslinde coa burguesía e suas ideas, mesmo radicais, asumindo la ideoloxia revolucionaria do proletariado, o Marxismo-Leninismo-Maoísmo” si su objetivo es el de  “a  construcción do partido proletario na Galiza”.
   A estos camaradas, Gran Marcha Hacia el Comunismo les pregunta, ¿qué queréis, educar al proletariado y a las masas populares de Galicia y  de las distintas regiones y nacionalidades que conforman España en la unidad de intereses contra el enemigo común, o bien abogar por la separación orgánica de los comunistas y no construir un partido único centralizado, siendo este el primer paso hacia la disgregación ideológica y política?
   Gran Marcha Hacia el Comunismo no puede dejar de preguntar a estos camaradas: ¿qué queréis, que los marxistas-leninistas-maoístas adecuemos el socialismo al nacionalismo o que defendamos los intereses del proletariado y las masas populares de las nacionalidades oprimidas como parte integrante de la revolución socialista y la implantación de la dictadura del proletariado en España?
    Camaradas, los maestros del proletariado han sido inequívocos al respecto.
    En su magistral obra “El marxismo y la cuestión nacional”, Stalin demostró la necesidad de un Partido único y centralizado de la clase obrera dentro de un mismo Estado, y escribió:   “Sabemos a qué conduce el deslindamiento de los obreros por nacionalidades. Desintegración del Partido obrero único, división de los sindicatos por nacionalidades, exacerbación de las fricciones nacionales, rompehuelgas nacionales, completa desmoralización dentro de las filas de la socialdemocracia: he ahí los frutos del federalismo en materia de la organización. La historia de la socialdemocracia en Austria y la actuación del Bund en Rusia lo atestiguan elocuentemente.
   El único medio contra todo esto es la organización basada en los principios del internacionalismo.
    La unión de los obreros de todas las nacionalidades de Rusia en colectividades únicas e ÍNTEGRAS en cada localidad y la unión de estas colectividades en un Partido único: he ahí la tarea.
    De suyo se comprende que esta estructura del Partido no excluye, sino que presupone una amplia autonomía de las regiones dentro del Partido como un todo único.
    (…) Organizados sobre la base de la nacionalidad, los obreros se encierran en sus cascarones nacionales, separándose unos de otros con barreras en el terreno de la organización (…) No es de extrañar que el federalismo nacional en la organización inculque a los obreros el espíritu de aislamiento nacional.l” (J. Stalin. El marxismo y la cuestión nacional. Obras, t. II, Ediciones Vanguardia Obrera, Madrid 1984, pp.887, 888, 889)
   De la importancia que Lenin concedió a los trabajos de Stalin sobre la cuestión nacional, leemos que: “En el artículo “Sobre el programa nacional del P.O.S.D.R.”, Lenin, señalando las causas de que la cuestión nacional fuese destacada en aquel periodo, escribía: “En la literatura teórica marxista, dicha situación y las bases del programa nacional de la socialdemocracia han sido ya analizadas últimamente (aquí destaca, en primer término, el artículo de Stalin”). En febrero (nuevo cómputo) de 1913, Vladimir Ilich escribía a A.M. Gorki: “Entre nosotros se halla ahora un maravilloso georgiano que está escribiendo un extenso artículo para “Prosveschenie”. A este fin ha reunido todos  los materiales austríacos y otros”. Al saber que se pensaba estimar el artículo de J. V. Stalin como artículo de discusión, Lenin se opuso de manera resuelta: “Como es natural, nosotros estamos absolutamente en contra. El artículo es muy bueno. La cuestión es batallona y no cederemos ni una pulgada de nuestras posiciones de principio frente a la canalla bundista. (Archivo del Instituto Marx-Engels-Lenin). Al poco de la detención de J. V. Stalin, en marzo de 1913, V. I. Lenin escribía a la redacción de “Sotsial-Demokrat”: “…Hemos sufrido detenciones dolorosas. Han detenido a Koba (nombre de Stalin en la clandestinidad)… Antes de su detención ha podido escribir un extenso artículo (para tres números del “Prosveschenie”) sobre la cuestión nacional. ¡Muy bien! Hay que combatir por la verdad contra los separatistas y oportunistas del Bund y de los liquidadores” (Archivo del Instituto Marx-Engels-.Lenin)”. (Nota  explicativa del Instituto-Marx-Engels-Lenin, anejo al C.C. del P.C.(b) de la U.R.S.S. respecto  a “El marxismo y la cuestión nacional”, en J. Stalin, Obras, t. II, Ediciones Vanguardia Obrera, Madrid 1984, p. 429)
   V. I. Lenin, ahondando en las tesis de Stalin, escribió poco después al respecto:   “El proletariado no puede luchar por el socialismo y defender sus intereses económicos cotidianos sin la unidad más estrecha y completa de los obreros de todas las naciones en todas las organizaciones obreras sin excepción.
   El proletariado únicamente podrá alcanzar la libertad mediante la lucha revolucionaria por derrocar la monarquía zarista y por sustituirla con una República democrática. La monarquía zarista excluye la libertad y la igualdad de derechos de las nacionalidades y es, además, el baluarte principal de la barbarie, del salvajismo y de la reacción tanto en Europa como en Asia. Y a esa monarquía sólo podrá derrocarla el proletariado unido de todas las naciones de Rusia, que arrastra tras de sí a los elementos de las masas trabajadoras de todas las naciones consecuentemente democráticos y capaces de librar la lucha revolucionaria.
   Por eso el obrero, que coloca la unidad política con la burguesía de “su” nación por encima de la unidad completa con los proletarios de todas las naciones, procede en contra de sus intereses, en contra de los intereses del socialismo y de los intereses de la democracia”. (V.I. Lenin. Tesis sobre la cuestión nacional. Sobre el internacionalismo proletario. Akal Editor. Madrid 1975, p. 57).
  Y reiterando su posición a este mismo respecto escribió Lenin: “A los enconos nacionales de los distintos partidos burgueses en torno a las cuestiones del idioma, etc., la democracia obrera opone la reivindicación de unidad incondicional y fusión completa de los obreros de todas las nacionalidades en todas las organizaciones obreras: profesionales, cooperativistas, de consumo, culturales y demás, como contrapeso a todo nacionalismo burgués”. Y añadía  además: “Los obreros gran rusos y ucranianos deben defender juntos, estrechamente unidos y fundidos (mientras vivan en el mismo Estado) en una sola organización, la cultura general o internacional del movimiento proletario, mostrando absoluta tolerancia en cuanto a la cuestión del idioma en que ha de realizarse la propaganda y en cuanto a la necesidad de tener presentes en esta propaganda las particularidades puramente locales o puramente nacionales. Tal es la exigencia incondicional del marxismo. Cualquier prédica a favor de la separación de los obreros... cualquier ataque contra la “asimilación” marxista… es nacionalismo burgués contra el que se debe llevar va cabo una lucha implacable. (V.I. Lenin. Notas crítica sobre la cuestión nacional. Problemas de política nacional e internacionalismo proletario. Akal Editor. Madrid 1975, pp. 13, 14, 24, 25).
   Derrocado el régimen zarista y en vísperas de la Gran Revolución Socialista de Octubre, Stalin presentó el 29 de abril de 1917 un “Informe sobre el Problema Nacional” en la Conferencia de Abril del Partido Obrero Socialdemócrata de Rusia (bolchevique) donde nuevamente reiteraba  las tesis desarrolladas pocos años atrás a este respecto: “Debemos, además, resolver la cuestión de cómo organizar al proletariado de las distintas naciones en un solo partido común. Un plan propone que los obreros se organicen por nacionalidades: tantas naciones, tantos partidos. Este plan ha sido rechazado por la socialdemocracia. La práctica ha mostrado que la organización del proletariado de un Estado por nacionalidades únicamente conduce a destruir la idea de la solidaridad de clase. Todos los proletarios de todas las naciones de un Estado deben organizarse en una colectividad proletaria indivisible.
   Así, pues, nuestro punto de vista en la cuestión nacional se reduce a las siguientes tesis:
a)   Reconocimiento del derecho de los pueblos a la separación;
b) Para los pueblos que permanezcan dentro de un mismo Estado: la autonomía regional;
c) Para las minorías nacionales: una legislación especial que les garantice el libre desarrollo;
d) Para los proletarios de todas las nacionalidades de un mismo Estado: una colectividad proletaria única e indivisible, un partido único.”
(J. Stalin. Informe sobre el Problema Nacional. La VII Conferencia (Conferencia de Abril) del P.S.O.D.R. (bolchevique). 24-29 de abril de 1917. Obras, t. III. Ediciones Vanguardia Obrera, Madrid 1984, p. 58).
    Años después, en 1957, también Mao Tsetung llamaba  a superar las manifestaciones de nacionalismo local en la joven  República Popular China: “El número de personas que, en nuestro país, pertenecen a las minorías nacionales excede los treinta millones. Aunque sólo representan el 6% de la población de China, habitan una superficie del 50 al 60% del área total del país. Por eso es de necesidad imperiosa fomentar las buenas relaciones entre la nacionalidad jan y las minorías nacionales. El quid de  este problema está en liquidar la patriotería del gran-janismo. Al mismo tiempo, hay que superar también el nacionalismo local en aquellas minorías nacionales en donde existe. Tanto el gran-janismo como el nacionalismo local desfavorecen la unidad entre las nacionalidades (…).” (Mao Tsetung. Sobre el tratamiento correcto de las contradicciones en el seno del pueblo. Ediciones en Lenguas Extranjeras. Pekín 1961, pp. 41,42).
  Y como pusieron de relieve  los comunistas chinos dirigidos por Mao Tsetung en su polémica con los revisionistas jruchovistas: “La concepción del mundo del partido proletario en relación con el problema nacional es el internacionalismo, y no el nacionalismo. (…) Debe siempre deslindar los campos con el nacionalismo burgués, y jamás debe dejarse cautivar por éste”. (Proposición acerca de la línea general del Movimiento Comunista Internacional. Respuesta del Comité Central del Partido Comunista de China a la Carta del Comité Central del Partido Comunista de la Unión Soviética del 30 de Marzo de 1963.  Ediciones en Lenguas Extranjeras. Pekín 1973, p.18)
   Hay que comprender que la burguesía hace cuanto puede por dividir a los trabajadores de mil y una formas, por impedir que se junten firmemente en un único puño, que constituyan una misma fuerza de combate por encima de cualquier barrera nacional y levanten la misma bandera, su bandera, la bandera roja de la revolución y de la unidad de todo el proletariado, en Cataluña, Euzkadi, Galicia, Castilla, Andalucía, etc., en definitiva, en toda España.
   Como escribía Lenin: “Hagamos el balance. (…) La tarea consiste en salvaguardar la unidad de la lucha del proletariado por el socialismo, repeler todas las influencias burguesas y ultrarreaccionarias del nacionalismo”. (V.I. Lenin. Sobre el derecho de las naciones a la autodeterminación.  Problemas de política nacional e internacionalismo proletario.  Akal Editor. Madrid 1975, p. 104)
    La unidad de la clase obrera por encima de las diferencias nacionales se concreta en el caso de España, principalmente, en la construcción de un Partido Comunista único multinacional, como miembro de una nueva Internacional Comunista.
    En resumen, la posición de Gran Marcha Hacia el Comunismo es que  la clase obrera y los pueblos de España tienen un enemigo común: la oligarquía financiera y la gran burguesía.  Como es una misma oligarquía y clase burguesa la formada por las burguesías de todas las nacionalidades, la que oprime y explota al proletariado de toda España, los intereses del proletariado radican en marchar unidos en los frentes político, ideológico y organizativo para derrocar a la burguesía y establecer la dictadura del proletariado, que permita la más amplia democracia para la clase obrera y las masas trabajadoras y la autodeterminación de las nacionalidades, y para ello es necesario un partido único, que dirija a la clase obrera y a los pueblos de España en su lucha.
    Gran Marcha Hacia el Comunismo considera erróneo, a la luz de las enseñanzas del marxismo-leninismo-maoísmo, crear distintos partidos comunistas en las distintas nacionalidades, y defiende la creación del Partido único del proletariado, con un órgano de dirección central y una sola línea política; que funcione en base a los principios organizativos del centralismo democrático y que cuente con secciones en las distintas nacionalidades y regiones, a fin de aplicar la línea política del Partido a las condiciones concretas de cada nacionalidad.
   Por ello hoy más que nunca, en el camino de la construcción del partido proletario de nuevo tipo marxista-leninista-maoísta, los comunistas debemos estudiar y aprender las enseñanzas de los maestros del proletariado, de Marx, Engels, Lenin, Stalin y Mao Tsetung; debemos  dominar y poner en práctica el marxismo-leninismo-maoísmo y barrer y extirpar todas las influencias políticas e ideológicas del nacionalismo burgués de entre las filas de los marxistas-leninistas-maoístas.
     Sólo así, con un Partido Comunista firmemente cimentado en la ideología marxista-leninista-maoísta, libre de residuos ideológicos nacionalistas burgueses y ligado al proletariado y a las masas de los pueblos de España, la victoria sobre la burguesía estará garantizada y el luminoso horizonte del socialismo y comunismo más próximo.
                          Madrid, Abril de 2012

Gran Marcha Hacia el Comunismo.

A nuestros lectores y lectoras.




Compañeros y compañeras:
Por causas que aun desconocemos la lista de Webs rojas ha desaparecido. Estamos trabajando para resolver este problema.
Saludos rojos:

Dazibao Rojo-redacción

Estado español: Comunicado de GMHC con motivo del 14 de abril






Con ocasión del 14 de Abril de 2011, cuando se cumplieron 80 años de la proclamación de la IIª República española, Gran Marcha Hacia el Comunismo hizo pública una declaración que a fecha de hoy sigue estando plenamente vigente.




¡Proletarios y pueblos oprimidos del mundo: uníos!

¿TIENEN EL PROLETARIADO Y LAS MASAS POPULARES
RAZONES PARA CONMEMORAR EL ADVENIMIENTO
DE LA REPUBLICA BURGUESA-LATIFUNDISTA DEL 14 DE ABRIL?
   
    La caída de la monarquía de Alfonso XIII y la proclamación de la IIª República española el 14 de abril de 1931 –hace ahora 80 años- fue el resultado de un potente movimiento de masas. La clase dominante había visto como sus intereses se veían amenazados y varios partidos burgueses firmaron el “Pacto de San Sebastián”, alternativa de la gran burguesía para salir de la crisis. El objetivo era muy claro: una república burguesa y parlamentaria que reemplazara a la monarquía borbónica, presentando a las masas como contradicción principal la existente entre  monarquía y república a fin de ocultar lo que realmente era: la que enfrentaba al proletariado y al pueblo de un lado con la gran burguesía, los terratenientes y el imperialismo anglo-francés de otro. El hecho de que en el movimiento revolucionario que desembocó en la IIª República el papel dirigente no lo llevara el proletariado permitió la consolidación momentánea de la república burguesa que en diciembre de 1931 aprobaba su Constitución..
   Tan solo un mes y medio después de proclamada la IIª República, 8 obreros eran asesinados por la Guardia Civil en Pasajes. En julio una huelga general de los trabajadores de Sevilla era aplastada de forma sangrienta con el resultado de 30 muertos y 200 heridos. “La república de abril –escriben los comunistas españoles en aquellos años- aparece ante los ojos de las masas, cada vez con más claridad, como el poder antipopular contrarrevolucionario de la burguesía y los terratenientes, como la dictadura de la oligarquía burguesa-latifundista y financiera, como el instrumento del imperialismo español y del patrioterismo castellano para oprimir a los pueblos de Cataluña, Vasconia, Galicia y Marruecos. El proletariado urbano y campesino no ha obtenido de la república la más mínima mejoría de su penosa situación. Por el contrario, el paro ha aumentado, siguen las reducciones de salarios, las condiciones de trabajo son empeoradas, se acrece la opresión, la miseria, el hambre, se intensifican la represión y las persecuciones, son suprimidos los más elementales derechos y libertades democráticas de los obreros (libertad de asociación, de prensa, de huelga, de manifestación, etc.). Las masas campesinas no han obtenido la tierra ni los aperos de labranza y su situación es más dura e insoportable”. (“El Partido Comunista y la Revolución Española”).
   A lo largo de cinco años de gobierno republicano burgués, los hechos confirmarían estas tesis. La sublevación de los generales fascistas el 18 de julio de 1936 llevaría a que en la España gobernada por el Frente Popular se produjeran transformaciones económicas y sociales beneficiosas para el pueblo trabajador (incautación de fábricas por los obreros, reforma agraria, etc.). Pero los errores políticos y militares de la dirección del PCE, influidos por algunos asesores de la Internacional Comunista (Togliatti, etc), impidieron alcanzar el triunfo en la guerra y la conquista del poder al proletariado y las masas populares sobre Franco y los nazi-fascistas.
   Hoy, 80 años después de aquel 14 de abril de 1931, el capitalismo en España atraviesa una de sus más graves crisis con millones de hombres y mujeres engrosando el ejército de parados y, aquellos que tienen un trabajo, lo hacen con sueldos de miseria y bajo condiciones de creciente explotación que aumentan día tras día. Y aún hoy, partidos y organizaciones que se llaman  “comunistas” e incluso “marxistas-leninistas”  enarbolan consignas como “España mañana será republicana”, en manifestaciones y mítines ondean la bandera tricolor de la IIª República, y en sus propuestas de “unidad popular” buscan agrupar a la clase obrera y a las masas populares en torno a la lucha por una “IIIª república” como el tema principal de la actual etapa de la revolución española. Para estos “comunistas”, el republicanismo se convierte en un fundamento ideológico para su política de impulsar tareas democráticas y nacionalistas pequeño burguesas en lugar de tareas revolucionarias proletarias. Su idea de defender una etapa democrática, republicana de la revolución en España no concuerda con la realidad. Niegan las muchas décadas de desarrollo capitalista en España que lo ha llevado a convertirse en un país capitalista desarrollado e imperialista y, por tanto, que el objetivo de la lucha de clases no puede ser otro que la Revolución Socialista. Colocar la consigna de la dictadura del proletariado en el desván del futuro y sustituirla por la de la “IIIª república”, precisamente en un periodo como el actual de desarrollo de la crisis del sistema capitalista, es renunciar en el terreno práctico al marxismo. Es el gobierno de la clase obrera,  la dictadura del proletariado y el socialismo, no la utopía mítica de un orden democrático burgués refinado, lo que los comunistas, los marxistas-leninistas-maoístas deben defender como la perspectiva para el movimiento revolucionario del proletariado. Y quien se desvíe del camino de la revolución pendiente en España, la Revolución Socialista, volviendo la espalda a la corriente revolucionaria internacional que arrancando de la Comuna de París y pasando por la Revolución Socialista de Octubre alcanzó su mayor nivel y profundidad en la Gran Revolución Cultural Proletaria en China, es indudable que sólo llegara a conclusiones y alternativas pequeño burguesas y reaccionarias.
    Hoy el proletariado, sin una ideología revolucionaria que le oriente, sin un partido político revolucionario de nuevo tipo que le dirija, está indefenso ante las tormentas revolucionarias que se avecinan y en la perspectiva de poner fin de una vez y para siempre a este odioso y corrompido sistema capitalista, avanzando hacia la meta de una sociedad sin explotadores ni explotados, un  nuevo mundo sin capitalismo, sin imperialismo,  el nuevo mundo del Comunismo. Pero esa ideología existe: es el marxismo-leninismo-maoísmo. Ese partido no existe en España: hay que construirlo.  Esa meta hay que conquistarla: el COMUNISMO. 

¡Viva la lucha de la clase obrera contra la explotación capitalista!!

¡Al capitalismo en crisis ni una miga de pan ni una gota de agua para salvarlo!

¡Leer y estudiar los escritos de Marx, Engels, Lenin, Stalin y Mao Tsetung!

¡Construir el partido político revolucionario de nuevo tipo del proletariado!

¡Viva el marxismo-leninismo-maoísmo!

¡Viva el Socialismo! ¡Viva el Comunismo!
                                                                                   Madrid, Abril de 2011    
                                                 
                                                            
                                            GRAN MARCHA HACIA EL COMUNISMO

BRASIL: 40 aniversario del inicio de la guerrilla en Arauaia.

11 DE ABRIL – 40º ANIVERSARIO DEL INICIO

DE LA GUERRILLA DE ARAGUAIA (BRASIL)

(1ª Parte)



OSVALDAO, EL COMANDANTE NEGRO DE ARAGUAIA*



A mediados de los años de 1960 los primeros militantes del PCdoB — Partido Comunista del Brasil - comenzaron a ser desplazados para la región sur del Pará, conocida popularmente como "Pico do Papagaio". Decenas de militantes revolucionarios oriundos de diversas regiones del país combatieron en las selvas del sur del Pará, se unieron a los campesinos y a la población de la región y dieron inicio a la lucha armada revolucionaria haciendo retumbar en todo el país y en el exterior la deflagración de la lucha armada en 11 de abril de 1972.

 "Durante más de dos años se trabó una lucha reñida. El ejército realizó tres grandes y aparatosas campañas, en conjunto con la Aeronáutica, la Marina y la Policía Militar, contando con armamentos modernos y vastos recursos materiales. En la primera — en abril/junio de 1972 — puso en acción 5 mil hombres; en la segunda — en septiembre/noviembre de 1972 — empleó 15 mil hombres; en la tercera, de octubre de 1973 a mayo de 1974, movilizó de 5 a 6 mil soldados" [del documento Gloriosa jornada de lucha, 1976].

Casi todos los guerrilleros del Araguaia cayeron en combate. Entre ellos, se elevaba, no solamente por sus casi dos metros de altura, pero por sus calidades de combatiente, su firmeza de comunista y su indestructible vínculo con las masas campesinas y ribereñas, el comandante del destacamento B, Osvaldo Orlando da Costa, ‘Osvaldão’.

Osvaldo Orlando da Costa, hijo de José Orlando da Costa y Rita Orlando dos Santos, nació en 27 de abril de 1938, en Passa Quatro, Minas Gerais.

Entre 1952 y 1954 vivió en São Paulo, donde hizo el Curso Industrial Básico de Cerámica, lo que le confirió la condición de artífice en cerámica. Se mudó para Río de Janeiro, donde se diplomó en técnico de construcción de máquinas y motores por la Escuela Técnica Federal en el año de 1958. En ese periodo, participó activamente de las luchas estudiantiles.

Osvaldo Orlando, de lo alto de sus 1,98 metros de altura, pesando cien kilos y con sus zapatos número 48 formaba parte del equipo de boxeo del club Botafogo, y fue campeón compitiendo por el equipo.

También se hizo oficial de la reserva del ejército brasileño, después de servir en el CPOR/RJ.

Ingresó en el Partido Comunista del Brasil — PCdoB.

En Praga, Checoslovaquia, se formó en ingeniería de minas.

Osvaldão fue uno de los primeros militantes del PCdoB a llegar a la región del Araguaia, alrededor de los años de 1966-67 y tenía la tarea de crear condiciones para la llegada de nuevos militantes y mapear el área. Penetró en las florestas y recorrió los ríos presentándose cómo minero en busca de oro y mariscador. Se hizo rápidamente conocido y amigo de los campesinos, participó de cazadas y pesquerías, trabajó en plantaciones, se hizo gran conocedor de las matas. En 1969, pasó a vivir en la margen del río Gameleira.

Fue comandante del destacamento B y dirigió varios combates. Fue, al lado de Dina (Dinalva Conceição Oliveira), el más conocido y respetado guerrillero entre la población del Araguaia. Él formaba parte del contingente guerrillero que rompió exitosamente el cerco militar cuando atacado por un gran número de tropas del ejército en 25 de diciembre de 1973.

Según testimonios de habitantes de la región, él fue muerto en abril de 1974, cerca de la localidad de São Domingos, próximo a la Semana Santa. Fue herido con un tiro de carabina calibre 22 en la barriga disparado por Piauí, un alcahuete que hizo esto por dinero. Enseguida fue fusilado por los militares. Su cuerpo fue colgado por cuerdas en un helicóptero que lo llevó de Saranzal, local donde fue muerto, hasta el campamento militar de Bacaba y de allá para Xambioá. Cuando su cuerpo fue izado por el helicóptero, cayó y quebró el pie izquierdo. Posteriormente su cabeza fue decepada y expuesta en público. En la base militar de Xambioá, su cadáver fue mutilado a patadas, pedradas y paladas dadas por los militares y, finalmente, quemado y tirado en un hoyo, también llamado de "Vietnam" — fosa situada al final de la pista de aterrizaje de la Base Militar de Xambioá donde eran tirados los muertos y los moribundos. Con el término de las operaciones militares en esta área, fue hecho un gran terraplenado, que descaracterizó el local.

Los testimonios recogidos por los familiares en las diversas veces que estuvieron en la región y las informaciones de periódicos son coincidentes y se complementan.

El Informe del Ministerio del Ejército dice que "fue muerto en 7/feb./74". [Dossier de los muertos y desaparecidos políticos a partir de 1964, Compañía Editora de Pernambuco, 1995]

En su artículo El pugilista vermelho, Rui Moura narra dos de las historias que inmortalizaron el guerrillero Osvaldão en la memoria de la población del Araguaia:

"Un tipo fue amenazar a Osvaldão porque quería adueñarse de sus tierras. Entonces Osvaldão fue hasta la casa de este hombre y lo despertó, con el caño de un revolver 38 en el rostro y la orden, dada por ‘un negro de casi dos metros de altura y con dos brazos que parecían piernas’, según descripción de los que lo conocieron:

— En vez de usted quedarse con mi tierra, usted da la suya a una familia muy necesitada. La familia ya está aquí, esperando. Voy a llevarlo hasta la terminal y usted no aparece más aquí, sino muere. Y si le parece mal muere ahora que me queda más fácil...

El delincuente salió con la sorpresa de encontrar los nuevos propietarios y más de 30 personas de los alrededores que aplaudían la actitud de su Osvaldão, hombre justo."
Y otra:

"Estando de pasada en casa de una familia campesina, encontró la mujer desesperada porque no tenía dinero para comprar comida para sus hijos. Era una casa pobre. No tenían nada. Osvaldo le preguntó si quería vender el perro. La mujer, sin otra alternativa, dijo que sí. Tanto ella como Osvaldo sabían lo que significaba la pérdida del perro: más hambre, pues en la región, sin perro y arma es difícil conseguir caza. Osvaldão le pagó el precio del perro y, a continuación, le dijo: guárdelo para mí que yo no podré llevarlo para casa ahora."



(*) Artículo publicado en “A Nova Democracia”, nº 76, abril 2011. Traducción Enrique Chiappa.
Este artículo ha sido seleccionado y transcrito para Dazibao Rojo por R. Manzanares.

viernes, 13 de abril de 2012

PERÚ: La guerrilla derriba un helicóptero en el VRAE.



correovermello-noticias
Lima, 13.04.12
En una inesperada acción, la guerrilla comunista ha derribado un helicóptero UH-1H de la PNP en la zona de combate del VRAE.
Un comunicado el Ministerio del Interior confirmó el sorpresivo contra-ataque guerrillero:
“Los hechos ocurrieron cuando la aeronave sobrevolaba la zona de Lagunas, sector Alto Postakiato, distrito de Echarate, provincia de La Convención – Cusco."
El comunicado reporta la muerte de la capitán PNP, Nancy Flores Páucar (32), copiloto de la aeronave, considerada la mejor piloto de helicópteros del país, y heridos de gravedad  el mayor PNP Roberto Ramos Siesnegues, piloto del helicóptero, el suboficial técnico de primera, Luis Guerrero Chumacero y el civil Elver Huamán Corinti.
Expertos del ejercito gubernamental afirman que se trató de una emboscada en la que la guerrilla utilizó armamento anti-aereo en posesión de la columna guerrillera que lidera el "camarada Alipio".
Esta acción, afirma la prensa capitalina, parece la respuesta guerrillera al envio de un gran numero de efectivos conjuntos para liberar a los trabajadores retenidos por los rebeldes los pasados dias en las obras de la gasificadora de Camisea.

jueves, 12 de abril de 2012

PERÚ: Envian mas de 1500 efectivos militares al VRAE.





Lima, 12.04.12 /Agencias
"Vivos o muertos es la consigna" dada a mas de 1500 efectivos pertenecientes a las fuerzas combinadas del Comando Especial Militar y el Frente Policial del Valle del Río Apurímac – Ene (VRAE) buscan por aire y tierra a la columna guerrillera supuestamente liderada por Martín Quispe Palomino, camarada Gabriel, que desde el  pasado lunes mantiene retenidos a 40 trabajadores de las empresas Constructores Modulares SA y Skanska del Perú SA, contratistas del proyecto gasífero Camisea.
Fuentes de la policía afirmaron que “la prioridad es liberar sanos y salvos a los rehenes y eliminar a los senderistas si oponen resistencia”.

En un comunicado del Ministerio de Defensa se señala que “las Fuerzas Armadas han desplegado 1500 efectivos, quienes han acordonado la zona con el objetivo de aislar a los guerrillleros que mantienen retenidos a los mencionados trabajadores”.
El documento también señala que en las próximas horas el ministro de Defensa viajará a la zona de Echarate para supervisar la operación de rescate. “El Gobierno adoptará todas las medidas necesarias para salvaguardar el derecho constitucional a la vida, la libertad y la seguridad de los ciudadanos tomados como rehenes, al tiempo que se solidariza con la angustia de sus familiares y les pide mantener la calma”. según informa Diario 16.

Las empresas contratistas de Camisea (Constructores Modulares SA, Skanska del Perú SA y TGP del Perú SA) se pronunciaron sobre la retención de sus trabajadores. “Las empresas confiamos en una pronta y segura liberación de nuestros 36 colaboradores. A raíz de este lamentable suceso, nosotros informamos inmediatamente a los familiares de los trabajadores, brindándoles toda la asistencia necesaria e información disponible”. También aseguran que han puesto a disposición de las autoridades el máximo de los recursos para procurar las mejores condiciones posibles en la operación de rescate.
Según nuestras fuentes, los guerrrileros comunistas habrían escogido tres rutas para retirarse junto a los rehenes. Uno de ellos enrumbó hacia la zona de Alto Kepashiato, a tan solo una hora del lugar del secuestro. Allí hay una trocha que los trasladaría hacia Kimbiri, a través de la cordillera del Vilcabamba.
Otro grupo se dirigió hacia el sector de Cielo Punku, una agreste zona selvática, camino hacia Ayacucho. Un tercer grupo se dirigió hacia Espíritu Pampa o Alto Puquientimari, donde solo se accede a través de la ceja de selva.
Los rehenes habrían sido separados para facilitar su huida a la inhóspita selva del VRAE y dificultar las operaciones de rescate que  buscan por aire y tierra a la columna rebelde integrada por 50 adultos y 10 menores, todos fuertemente armados, como lo manifiestan varios testigos de las incursiones en Kepashiato y Cigaquiato.
Helicópteros Mi-17 y Mi-35 recorren estos frentes sin tener hasta el momento los resultados esperados. Se supo que son más de mil 200 militares y 300 efectivos policiales los que participan en la operación.
Hay que tener en cuenta que ayer el Gobierno emitió un decreto supremo que declara por 60 días el Estado de Emergencia en todo el distrito de Echarate, en la provincia de La Convención en el Cusco, quedando suspendidos los derechos constitucionales relativos a la libertad y seguridad personal, así como la inviolabilidad del domicilio y la libertad de reunión y tránsito.
Por otro lado, se conoció por reportes de inteligencia que semanas antes del ataque de Sendero Luminoso, las columnas guerrilleras habían sido observadas en sus desplazamientos por localidades muy cercanas de Kepashiato. Según Inforegión, el 10 de enero se alertó de una columna compuesta por aproximadamente 20 a 25 combatientes fuertemente armados en el sector de San Miguel de Vilcabamba en el Cusco.