miércoles, 19 de mayo de 2021

BRASIL: Liberdade imediata para os 4 camponeses presos no acampamento Manoel Ribeiro

Na manhã do dia 14 de maio, policiais militares que ilegalmente cercam o acampamento Manoel Ribeiro atacaram covardemente 10 camponeses, atropelando e prendendo 4 acampados. Desde agosto de 2020, camponeses lutam por aquelas terras que são a última parte da antiga fazenda Santa Elina retomadas pelos camponeses. Foi nessas terras que pistoleiros e esta mesma polícia militar, a mando de latifundiários, aterrorizaram e torturaram centenas de camponeses, assassinaram 11 camponeses, inclusive a pequena Vanessa, de apenas 7 anos, em 1995, crimes que o atual secretário de segurança, coronel Hélio Cysneiros Pachá, o carniceiro de Santa Elina, teve papel destacado ao comandar (como capitão na época) tropa de assassinos que cometeram tais barbaridades. Há alguns meses o governo de Rondônia através dos seus aparatos policiais seguem atacando de forma sistemática as famílias do acampamento Manoel Ribeiro, cumprindo papel de guaxebas (pistoleiros) do latifúndio, e preparando novo massacre nas mesmas terras já tão encharcadas de sangue indígena e camponês.

A polícia guaxeba de latifundiários, está substituindo os pistoleiros a soldo da fazenda, presos a partir de denúncia movida pela Defensoria Pública, e atualmente tem feito a segurança da sede da fazenda Nossa Senhora Aparecida, protegendo os interesses particulares do latifundiário criminoso Toninho Miséria, usando para isso recursos públicos. A polícia está reforçado seus efetivos e já conta com dezenas de viaturas na sede da fazenda, tratores para remover defesas dos camponeses, bem como um avião. Recentemente, deputados estaduais aprovaram o crédito adicional de 500 mil reais (dinheiro público recolhido de impostos) para as tropas criminosas, encobertas pelo cínico nome “Operação Paz no Campo”.

Nesse contexto foi que ocorreu a prisão dos 4 acampados. A imprensa lixo, porta-voz do latifúndio e da polícia, divulgou que os 4 lutadores foram autuados por tentativa de homicídio, dano e depredação, esbulho possessório, associação criminosa e posse irregular de arma de fogo. Esses jornalecos, como o Folha do Sul Online, que ultimamente estão andando a vontade nas viaturas policiais, acompanhado as operações contra os camponeses, publicaram a mentirosa versão oficial da polícia dizendo que “Ao se depararem com a emboscada, os militares desceram das viaturas e formaram posição de defesa com os escudos, porém os invasores continuaram indo em direção a tropa, arremessando pedras e bombas com estilingues, até que a jovem presa atirou contra os policiais”. Outro jornaleco (Extra de Rondônia) afirmou que “policiais militares apreenderam um verdadeiro arsenal de guerrilha”.

Em entrevista coletiva no mesmo dia, em Vilhena, o governador coronel Marcos Rocha, marionete dos latifundiários, mais uma vez atacou a LCP – Liga dos Camponeses Pobres, fazendo coro com o fascista Bolsonaro, engrossando o berreiro já em curso, visando ampliar a campanha de satanização e criminalização das famílias da área Manoel Ribeiro e a LCP. Acusa os camponeses de serem terroristas, assassinos, de portarem fuzis, granadas e outras sandices mais.

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Mentirosos! A verdade é que descumprindo determinação judicial, a polícia segue fustigando o acampamento e invadindo as terras cuja posse é disputada na justiça. A determinação judicial é clara ao dizer que a polícia deve se abster de atacar as famílias acampadas, mas o governo e sua polícia estão se lixando pra lei, seguem cometendo ilegalidades o tempo todo. Estão fazendo incursões diárias no entorno e dentro da área. A prisão dos 4 acampados da área Manoel Ribeiro se deu em mais uma dessas operações ilegais da pm. Ao avistarem um grupo de camponeses, os policiais lançaram a viatura na direção destes perseguindo-os até atropelarem 4 pessoas, isso sim clara tentativa de homicídio. As “armas” apreendidas com os “perigosos” acampados, eram estilingues, fogos de artifício, bombinhas e materiais de trabalho camponês como botina, facão e canivete. Para justificar todo o berreiro e incriminar os acampados, plantaram um revólver e cartuchos de espingarda no meio dos objetos apreendidos.

Os policiais mentiram ainda que moradores denunciaram terem sido cercados na estrada e ameaçados pelos acampados com facas e foices. Cortina de fumaça para encobrir e justificar sua ação de guaxebas fardados do latifúndio. Os camponeses das áreas vizinhas querem a saída das polícias militar e civil, que desde final de março estão promovendo o terror na região ameaçando de morte, invadindo casa e sítio de apoiadores do acampamento, humilhando e agredindo trabalhadores com suas blitzes arbitrárias.

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Polícia abusa de moradores do entorno da área Manoel Ribeiro

Na esteira da campanha de criminalização movida contra os camponeses, dois acampados presos em março durantes ilegais operações da pm contra o acampamento Manoel Ribeiro, em tempo recorde, e sem o devido processo legal, foram condenados injustamente a dois anos de prisão por posse ilegal de armas, tendo a pena convertida em outras medidas alternativas.

Dois pesos e duas medidas

Ironicamente, no mesmo dia 14 de maio, Júnior Gonçalves – secretário chefe da Casa Civil do governo de Marcos Rocha – foi preso, acusado pelo Ministério Público de roubar mais de R$ 120 milhões dos cofres estaduais nos últimos dois anos, através de contratos fraudulentos em serviços de publicidade.

Na mesma entrevista em Vilhena, Marcos Rocha disse: “Governador não condena nem absolve ninguém, quem faz isso é a justiça, eu respeito a justiça e vamos aguardar a definição, o julgamento, as provas. … O que a gente não pode fazer é condenar alguém sem o devido processo legal. … Aquele que é acusado tem o direito de se defender. De poder falar o contrário, mostrar a controvérsia da situação.” Claro, Júnior Gonçalves não é camponês. Muito diferente é a postura de Marcos Rocha, marionete dos latifundiários, contra os camponeses. Contra os camponeses pode se cometer toda sorte de ilegalidade, e são já culpados e condenados de antemão. Aos amigos do governo, todas as regalias, aos que lutam contra o latifúndio todos os rigores da lei!

Conclamamos todos camponeses, operários, estudantes, professores, trabalhadores em geral, entidades e pessoas verdadeiramente democráticas a iniciarmos uma grande campanha pela liberdade imediata dos 4 camponeses presos e pelo fim imediato do processo injusto contra eles e os 2 camponeses presos em março e injustamente condenados a 2 anos de prisão!

Abaixo a criminalização da luta pela terra! Fim das perseguições, prisões e processos!

Fora das nossas áreas, polícia guaxeba do latifúndio ladrão de terra da União!

Conquistar a terra, destruir o latifúndio!

Terra para quem nela trabalha!

Viva a Revolução Agrária, morte ao latifúndio!

Abaixo o governo militar genocida de Bolsonaro!

Só a Revolução Agrária entrega terra aos pobres do campo!

LCP – Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental

Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres

lunes, 17 de mayo de 2021

PERÚ: MPP: ¡VIVA EL 41º ANIVERSARIO DE LA GUERRA POPULAR EN EL PERÚ!


                                                                                              ¡Proletarios de todos los países, uníos!

¡VIVA EL 41º ANIVERSARIO DE LA GUERRA POPULAR EN EL PERÚ!

El Movimiento Popular Perú, el organismo generado para el trabajo partidario en el extranjero, expresa su sujeción plena, cabal y consiente al Presidente Gonzalo, jefe del partido y la revolución, continuador de Marx, Lenin y el presidente Mao Tse Tung, centro de unificación partidaria y garantía de triunfo que nos lleva hasta el comunismo, Jefe de la revolución proletaria mundial; a nuestra todopoderosa ideología, todopoderosa porque es verdadera, el marxismo-leninismo-maoísmo, pensamiento gonzalo; a nuestro heroico combatiente, el Partido Comunista del Perú y todo su sistema de dirección, que viene dirigiendo la tarea de la Reorganización General del Partido; a todos los eventos y documentos partidarios, al I Congreso, que nos ha dado la Base de Unidad Partidaria (BUP) con sus tres elementos: el marxismo-leninismo-maoísmo, pensamiento gonzalo, el Programa y la Linea Política General con su centro la Línea Militar, al III Pleno del Comité Central, histórico y trascendental que aprobó los planes de victoria y al Discurso de nuestra Jefatura, el Presidente Gonzalo, del 24 de septiembre de 1992, que nos llama a continuar con nuestras tareas por lo que somos, comunistas en formación.

Saludamos al proletariado internacional, a los pueblos y a las naciones oprimidas del mundo y de igual modo saludamos fervorosamente al proletariado y pueblo peruano, heroico pueblo que de su inagotable fuerza creadora impulsa en el terreno de la lucha de clases su fiero combate contra los siniestros planes que viene desenvolviendo este caduco Estado terrateniente burocrático que se cae en pedazos, hoy con su “segunda vuelta” de su farsa electoral para recambio de autoridades reaccionarias y su “nueva constitución” para nueva reestructuración del Estado, necesidad del imperialismo y la reacción. Todo dentro del plan reaccionario del “Bicentenario”. Saludamos a los partidos comunistas y organizaciones revolucionarias que, contra viento y marea vienen cumpliendo la histórica tarea de reunificación del movimiento comunista internacional (MCI) bregando por la realización de la Conferencia Internacional Maoísta Unificada (CIMU) y para dar vida a la Nueva Organización Internacional del Proletariado.

El 17 de mayo de 1980, el PCP bajo la Jefatura del Presidente Gonzalo inicio la lucha armada (ILA 80), desarrollando desde entonces la guerra popular, que no se ha detenido jamás, pese a la situación difícil y compleja que atraviesa por la detención de la Jefatura, el Presidente Gonzalo, y la traición de los revisionistas tanto de las ratas de la línea oportunista de derecha revisionista y capitulacionista (LOD), de las llamadas “cartas y conversaciones de paz estructurada en las prisiones con la ayuda de la CIA yanqui-reacción peruana, como de las ratas del VRAEM encabezadas por José. La guerra popular no se ha detenido ni puede ser cesada jamá porque la vida del partido que la dirige no puede ser cesada ni se detendrá jamás hasta que entremos al comunismo.

La guerra popular es una guerra revolucionaria, una guerra justa, como solo y únicamente la puede dirigir un Partido Comunista; dirigirla porque la hacen las masas, el Partido es la luz que rasga a las sombras, la masa es la fuerza, la savia que todo transforma y cambia generando los albores para siempre. La masa sin Partido deambula a tientas, incesante en combates, eso sí, vertiendo su sangre porque nunca jamás ha dejado de hacerlo, como lo muestra la larga y heroica lucha del pueblo de la Palestina ocupada por el colonialismo sionista, que pese ha carecer de la dirección del partido comunista persiste derramando su preciosa sangre a raudales, porque así es la masa; pero sin un Partido toda esa lucha de la masa, del pueblo y del glorioso proletariado internacional, sin ese eje, que dirige, que guía, nada será hecho, pues si la masa tiene la fuerza el partido tiene el rumbo, es el eje. El Partido es quien arma al pueblo, arma su mente y genera su inagotable brazo combatiente. El partido con guerra popular lleva adelante la revolución de nueva democracia como parte de la revolución proletaria en el globo.

Es ese camino de la guerra popular, que el PCP dirigido por el Presidente Gonzalo, solemnemente se comprometió a desarrollar hasta que entremos al comunismo, sin dejar las armas jamás: “Nosotros quisimos, queremos y querremos la guerra popular; de ahí nadie nos sacará, con el comenzó la toma del Poder. Así ha de ser, tiempo más, tiempo menos, y el tiempo ya comenzó a correr para esta conquista, parece que no fuera así, pero si profundizamos las cosas, así es; pero la guerra popular nos seguirá acompañando, porque con ella defenderemos el nuevo Estado y con ella encenderemos las partes del mundo que aún sean aherrojadas y no pararemos hasta ver, partidariamente hablando, que las legiones de hierro converjan en un mar rojo, armado, que ondee en la Tierra, la estremezca y la revuelva y la ponga patas arriba. Así ha de ser”. Es promesa del Presidente y de los comunistas ante el I Congreso y se cumple, porque no hay nada imposible para el Partido.

El MPP, expresa su saludo a los dirigentes del partido, cuadros, militantes, combatientes y masas heroicas cercanas al partido, que desarrollando la lucha de clases y la lucha de dos líneas bregan por la REORGANIZACIÓN GENERAL DEL PARTIDO EN Y PARA LA GUERRA POPULAR EN EL PERU combatiendo irreconciliable e inseparablemente al imperialismo, la reacción y el revisionismo.

Nos reafirmamos en lo establecido por la Declaración de los 18 Partidos y Organizaciones Maoístas por el 1º de Mayo 2021, sobre la situación internacional:

“El orden social imperante, el sistema mundial imperialista, en él, el imperialismo yanqui, enemigo común de los pueblos de todo el mundo, es caduco y está podrido hasta el tuétano, se sustenta en las bayonetas sangrientas de ejércitos mercenarios que serán impotentes ante nosotros, los oprimidos y explotados, cuando organicemos nuestro poder común bajo la dirección de las vanguardias proletarias, los Partidos Comunistas, y nos alcemos en todo el mundo con las armas en la mano destruyendo lo viejo y construyendo lo nuevo. Cualquier que de un vistazo al mundo de hoy verá que estamos ante una situación donde la revolución proletaria mundial es la única salida, el único camino para la humanidad y que el desarrollo de las condiciones objetivas y subjetivas en el mundo son favorables para la revolución; en esta situación, nos corresponde abrir trocha con nuevas guerras populares al nuevo período de revoluciones que ha entrado el mundo (…) El incremento del la explotación y la opresión, del hambre y la miseria, la represión y el genocidio lleva a la necesidad de combatir porque la opresión genera resistencia, las masas no pueden seguir viviendo en las condiciones actuales, por lo tanto se alzan a luchar en todas partes. El imperialismo ha aumentado la explotación del mundo durante las últimas tres década, tratando de escapar a la crisis general y última que lo acosa, impulsando la mayor acumulación del capital, por lo que se viene provocando una gran explosividad de las masas que va a reventar por todos lados. Las explosiones que hemos visto en los últimos dos años son solo un anuncio: que con el avance en la reconstitución de los Partidos Comunistas nos anuncian que el mundo esta entrando a un nuevo período de revoluciones.

Las masas han incrementado su actividad como nunca antes, pese a todas las medidas de aislamiento social para sofrenarlas. Corresponde a los comunistas dirigirlas por la salida revolucionaria, porque las masas son arena de contienda entre revolución y contrarrevolución (…) Las masas en todo el mundo claman por la revolución. A los comunistas corresponde organizarlas y dirigirlas para que expresen todo su capacidad transformadora y así no habrá fuerza en el mundo capaz de contenerlas”.

Los levantamientos de las masas en Colombia confirma lo expresado en la Declaración del 1ª de Mayo sobre el clamor de las masas por la revolución y por la dirección del partido comunista. Expresamos nuestro saludo y solidaridad al proletariado y las masas del pueblo de Colombia que combaten por la defensa de sus derechos, libertades, conquistas y beneficios alcanzados en dura lucha contra los explotadores y su aparato de represión el viejo Estado, violencia organizada de grandes burgueses y terratenientes al servicio del imperialismo, principalmente yanqui, que están clamando por la dirección del Partido Comunista de Colombia (PCC) para levantarse en poderosa revolución de nueva democracia para barrer con guerra popular la vieja sociedad y el viejo Estado que la sostiene siguiendo el camino de cercar las ciudades desde el campo para culminar la revolución democrática con la toma del Poder y pasar inmediata e ininterrumpidamente al socialismo para proseguir con revoluciones culturales proletarias hasta llegar al dorado comunismo. Saludamos a los comunistas de la fracción roja que en medio de la lucha de clases de las masas y la lucha de dos líneas bregan por avanzar a pasos agigantados en la tarea de la reconstitución del PCC aprovechando las inmejorables condiciones que les brinda la heroica lucha de las masas.

Nuestra solidaridad internacionalista con el movimiento campesino revolucionario del Brasil, especialmente con el de la Amazonía Occidental y muy particularmente de Rondônia que enfrenta la campaña contrarrevolucionaria armada del viejo Estado brasileño terrateniente-burocrático al servicio del imperialismo, principalmente yanqui, del gobierno militar de hecho, gobierno ultrarreacionario encabezado por Bolsonaro; campaña que lleva conjuntamente con la fuerza de los terratenientes con sus pistoleros y mesnadas y del gobernador del estado y su ministro del interior. Nosotros somos parte activa de la campaña internacional de solidaridad con el movimiento revolucionario de los campesino y apoyamos todas las acciones que se vienen realizando, porque como dice la Declaración del 1ª de Mayo:

“La lucha contra la semifeudalidad también se desarrolla poderosamente en los países latinoamericanos, la conquista y defensa de la tierra contra el gran despojo está al orden del día y en países como Ecuador y Brasil los brazos campesinos armados con mente proletaria operan sistemáticamente hacía un gran salto para concretizar la revolución democrática. La inmensa lucha de los campesinos en la India ha removido el país y desenmascarado ante los ojos de todo el mundo los planes del viejo Estado terrateniente-burocrático de impulsar el capitalismo burocrático a través de la ruina de millones de campesinos para nueva concentración de la tierra en manos de los más grandes terratenientes y así aumentar la explotación semifeudal. La importancia de la lucha de los campesinos, que es la clase más numerosa en el mundo, esta aumentando más por el despojo de la tierras campesinas, de las comunidades ancestrales, de estos territorios para los grandes proyectos extractivistas, energéticos, turísticos, etc. del imperialismo, los grandes burgueses y terratenientes; despojo de la tierra campesina y del territorio de las minorías”.

El contexto internacional está signado por la mayor crisis mundial, como expresión de la crisis general y última del imperialismo. Por la redoblada colusión y pugna interimperialista y guerras de agresión imperialista contra las naciones oprimidas, por un lado, y de desarrollo de la situación revolucionaria y desarrollo de las condiciones subjetivas para la revolución, con guerras de liberación nacional y guerras populares como en el Perú, la India, Filipinas y Turquía, y gran explosividad de las masas, muestra que estamos en un nuevo período de revoluciones, por el otro. Es en ese contexto, que se enmarca el desarrollo de la situación en nuestro país.

Situación en el Perú es de mayor crisis, en todos los aspectos, de la caduca sociedad semicolonial, semifeudal donde se desenvuelve un capitalismo burocrático al servicio del imperialismo, principalmente yanqui. Es crisis general y última del capitalismo burocrático y del Estado que la representa y defiende y, por tanto, de barrimiento por la guerra popular. Es esa crisis agravada y de mayor hundimiento de la vieja sociedad, la que determina el desarrollo de la actual coyuntura política. Coyuntura marcada por las elecciones generales para recambio de autoridades del viejo y podrido Estado peruano, que por eso adquieren una vez más el carácter de cruciales para la reacción; especialmente después del fracaso que ha significado la primera vuelta de abril 2021 para elegir Presidente y de elección de los representantes al parlamento reaccionario. El 11 de abril los “partidos” y candidatos han cosechado el rechazo de la gran mayoría del pueblo peruano, ni el llamado ganador de la primera vuelta, el rondero Castillo, ni la Keiko Fujimori, la ubicada como segunda, han logrado algo más del 10% del censo electoral. Las listas y candidatos congresales ni siquiera de lejos se acercan a esos ridículo resultados, será un parlamento en el cual cada lista y parlamentario ganador han sido rechazados por la gran mayoría d ellos convocados a elegirlos. Es decir, la reacción ha fracasado en su objetivo de “legitimar” mediante los votos de la “mayoría ciudadana” a los nuevos representantes en el ejecutivo o en el parlamento reaccionario. Por los mismos procedimientos fraudulentos y normas de su farsa electoral tanto los candidatos a Presidente como a parlamentarios han cosechado el rechazo mayoritario de los votos. La segunda vuelta no podrá convalidar o “legitimar” por el voto a quien tenga que ser designado como el nuevo presidente y cabeza del Ejecutivo. Pues como lo ha dicho un mismo analista de la reacción en el diario La República (Mirko Lauer), en la segunda vuelta “de lo que se trata es de torcerle la mano a la ciudadania”, es decir, contra el rechazo expresado en la primera vuelta a los representantes, partidos e instituciones del viejo Estado, obligar a la “ciudadanía” a “dar su voto” por “el menos malo”.

Esta elecciones de 2021 como tenía que ser, se han presentado y desenvuelven como defensa del caduco orden existente y evolución de la sociedad peruana; y ellas expresan una mayor colusión y pugna reaccionaria entre las dos facciones de la gran burguesía y entre los grupos que coonforman cada una de ellas. En todas las anteriores, desde el comienzo del presente siglo,se ha destacado más la contienda y pugna entre estos grupos de la facción compradora por la conducción del régimen en marcha que, inciado en 1992 con el llamado “autogolpe” de Fujimori, ha entrado en una crisis de supervivencia en la segunda mitad de la década pasada y que dura hasta el presente. Régimen fascista, genocida y vendepatria de este viejo Estado terrateniente burocrático. Estas agudas contradicciones tienen también que enmarcarse en el plan reaccionario del “Bicentenario” y la continuación de la aplicación de las tres tareas contrarrevolucionarias que necesitan desenvolver y que en esencia no ha variado (reimpulsar el capitalismo burocrático, reestructurar su aparato estatal y aniquilar definitivamente la guerra popular) una vez más decimos; sigan soñando, porque su realización es un imposible histórico y poilítico.

En esta segunda vuelta, se expresa claramente la colusión y pugna, por un lado, entre la facción compradora de la gran burguesía, encabezada por la hija del fascista, genocida y vendepatria Fujimori, la Keiko y su partiducho Fuerza Popular (FP) y , por el otro, la facción de la burguesía burocrática de la gran burguesía encabezada por el partiducho de propiedad de la familia Cerrón, Perú Libre, “vientre de alquiler”, que lleva como “mascarón de proa” un archioportunista, el “rondero” Castillo, vendehuelgas del magisterio, un sirviente de la patronal (ministerio de Educación).

El rondero Castillo (Perú Libre), defiende el programa de la gran burguesía burocrática, tras él se alínea ahora el Frente Amplio del cura Arana y ese “Nuevo Perú” que está por el viejo orden, de la secretaria de la Nadine conyuge del genocida Humala, que ha participado en la primera vuelta con “Juntos por el Perú” (“el vientre de alquiler” del genocida Simons Munarro, ex-primer ministro del genocida Alán García), pero, también tras Castillo se arrastra la LOD revisionista y capitulacionista con su Movadef. Todos ellos, impulsando la reestructuración del viejo Estado terrateniente burocrático para “superar la crisis generalizada” salvadores del hundimiento estatal a través de su cacareada “asamblea constituyente” y “nueva constitución” ¿En que beneficiaría al pueblo y a la nación? Obviamente en nada, o, alguna vez, con la aplicación de estas “famosas propuestas democráticas” el proletariado, el campesinado principalmente pobre y el pueblo en general han obtenido beneficios? Nunca!

Diversos representantes de la burocrática, de diversos partiduchos, más los oportunistas y revisionistas de toda ralea están sembrando podridas ilusiones constitucionales, allí también están los capituladores de la LOD revisionista y capitulacionista con su engendro Movadef y Fudepp y las ratas del Vrae del mercenario de “José” y compañía, estos últimos están buscan su alistamiento a través de negociaciones con voceros llamados “reservistas” agentes del ejército y la Dircote (sacha) en aras de una supuesta “reconciliación nacional”.

Las “propuestas democráticas” de “nueva constitución” y “asamblea constituyente” busca colocar a las masas a la cola de la facción burocrática por su afán de ganar posiciones en el manejo y control de este viejo Estado reaccionario, pero, estas “propuestas” le sirve también a las infames pretensiones de la facción compradora a fin de remozar la constitución del 1993, como es el caso de Chile donde se va a maquillar la constitución de Pinochet.

Se confirmo lo que la reacción tanto temia y con ello el fracaso de “legitimar” a las nuevas autoridades reaccionarias, que se anunció así:

“En último término, lo que los sondeos anticipan (y el escrutinio muy probablemente confirmará) es que existe un desdén de la ciudadanía hacia la clase política del país. Es decir, una absoluta ausencia de esperanza en lo que los líderes de los partidos que la albergan puedan ofrecer a los peruanos en estos comicios, con prescindencia de su procedencia ideológica o las convicciones que afirmen encarnar. No es un secreto que, hoy por hoy, la mayoría de gente percibe a quienes solicitan su voto como individuos en busca de privilegios y dispuestos a sacarse los ojos entre si por una parcela de poder, y no como las personas con vocación de servicio y una particular visión de las cosas que ellas quisieran ser percibidas. El panorama es pues, en ese sentido, desolador”(Editorial: Contraste de Ideas, diario El Comercio de Lima, 09 de marzo de 2021).

De lo que se trata en esta sagunda vuelta es de torcerle la mano a la ciudadanía que ya se expresó en a primera vueta (Mrirko Lauer, en La República)

Teniendo en cuenta los datos de los Resultados de las Elecciones Generales del 11de abril de 2021 de la propia Oficina Nacional de Procesos Electorales (ONPE), difundidos hasta la fecha, se tienen estos resultados:

Electores hábiles 24,131,686 100%

No votantes 7,184 ,335 29.771

Votantes 16,947,351 70.229 %

PORCENTAJE DE VOTOS VÁLIDOS 82.248%

PARTIDO POLÍTICO NACIONAL PERÚ LIBRE 2,665,125 19.120% 15.726%

FUERZA POPULAR 1,862,562 13.362% 10.990%

Blancos 2,122,842 12.526%

Nulos 885,646 5.226%

Oportunistas y revisionistas y otros reaccionarios representantes de la burocrática en la elecciones 2021:

PARTIDO POLÍTICO NACIONAL PERÚ LIBRE 2,665,125 19.120% 15.726%

EL FRENTE AMPLIO ( “cura” Arana) 63,293 0.454% 0.373%

JUNTOS POR EL PERÚ (“sec. de Nadine” Mendoza) 1,096,153 7.864% 6.468%

DEMOCRACIA DIRECTA (Alcántara) 49,108 0.352% 0.290%

Resalta la bajísima votación de los dos primeros candidatos, ninguno, ni el rondero Pedro Castillo (Partido Político Nacional Perú Libre) ni la candidata del partido del fascista, genocida y vendepatria Fujimori (Fuerza Popular), la Keiko Fujimori, alcanzan siquiera el 16% de los votos emitidos; muy lejos, pues, del 50% más un voto que su constitución demanda para asumir la presidencia.

Queda también muy claro que el ausentismo, la no concurrencia a votar se ha acrecentado notablemente, llegando al 29.781% de los electores hábiles ; esto es, el que alcanzó, mayor votación obtuvo aproximadamente un 14%% menos de votos que el ausentismo (no participación) y quedó por debajo de los votos blancos y nulos que sumaron 17.752 %. He ahí el tan celebrado triunfo del rondero oportunista vendehuelga Pedro Castillo, detrás del cual se arrastra la línea oportunista de derecha revisionista y capitulacionista (LOD) con su Modavef y Fundep.

Si juntamos a todos los oportunistas y revisionistas y reaccionario que levantan el programa de la facción burocrática de la gran burguesía, estos juntos no llegan ni siquiera al 23%. Es decir, todos éstos juntos que , en colusión y pugna, está por programa de la facción burocrática en las Elecciones Generales 2021, juntos han sido aplastados por las propias ánforas que tanto adoran, ahora juntándolos ni siquiera alcanzan el porcentaje de no votantes, que gran triunfo pueden cacarear. Por su lado los representantes de la facción compradora han cosechado uno de sus peores fracasos electorales, la Keiko esta 7 puntos más abajo de los resultados que alcanzó el 2016 y sus otros dos contendientes y compinches que le siguen en ubicación.

El “rondero” Castillo, que defiende el programa de la facción burocrática de la gran burguesía, aparece ahora como cabeza de esta facción por una tramoya o jugarreta fraudulenta de sus ahora oponentes, como todo en las elecciones reaccionarias; como lo ha señalado a su manera el candidato perdedor de Acción Popular Lezcano Ancieta (diario La República, 14 de abril 2021), que la Keiko con López y De soto (el trío que hace causa común en estas elecciones) han empujado hacia arriba a Castillo porque a él es más fácil ganarle; según éste mismo Lezcano, ellos han movido mucho personal y recursos para empujar a Castillo a través de la redes sociales, por eso apareció en las encuestas a poco antes del 11 de abril. Para eso sirve el cretinismo parlamentario, el revisionismo, el oportunismo y para la traición a la clase y al pueblo. Claro con el mismo Lezcano ( que se presentaba ubicado entre ambas facciones) y la Mendoza, consideraron a este miserable oportunista sin principios Castillo más débil porque como se ve ni pensaba estar en segunda vuelta. Pero no sería raro que al final resulte el “gallo de tapada” de la reacción.

La dispersión de votos y la indefinición marcan las Elecciones Generales de abril; la segunda vuelta se presenta como la más siniestra farsa para manipular a las masas tanto por la facción compradora como por la facción burocrática de la gran burguesía para servir al mismo objetivo de tratar de arrastrar a las masas para designar un nuevo Presidente, “torciendo la mano a la ciudadanía” para presentarlo como “ungido por una mayoría de votos”(“legitimado”) para eso recurrirán ante el rechazo de las masas a infundir el miedo para llamar a votar por el “menos malo”. Necesitan autoridades “legitimadas” ante su mayor hundimiento para seguir aplicando su “guerra de baja intensidad” para buscar aniquilar al PCP y a la guerra popular, para conjurar la reorganización general del Partido en y para la guerra popular.

Quien salga designado en la segunda vuelta, no tendrá una mayoría en el parlamento con la dispersión de curules se desenvolverá una más agravada colusión y pugna de grupos y facciones de explotadores. Más aún estas bancadas han sido elegidas por porcentajes de votos muy por debajo del 10% de los votos emitidos lo que les priva de reclamar la “legitimidad del voto ciudadano” . Y no será bancadas de partidos sino de individuos, cada uno de los cuales se representa a sí mismo en la inmensa mayoría de los casos. La contienda entre el nuevo presidente del Estado terrateniente-burocrático al servicio del imperialismo, principalmente yanqui, y el parlamento está pues programada de antemano y se resolverá por impachament o por cierre del parlamento. Además, como siempre el fantasma del golpe ronda y las fuerzas armadas genocidas son el arbítro y garante de estos comicios y sus resultados.

En conclusión, todo muestra que el Estado Peruano se ha debilitado más en sus bases y tendrá que sustentarse más cada vez en sus fuerzas armadas y represivas; y quedará más claro para el pueblo que las fuerzas armadas son la columna vertebral del Estado y que este Estado no es más que la violencia organizada para el mantenimiento de la esclavitud del pueblo peruano y que solo sirve para ser barrido.

Contra las elecciones generales aplicar el boicot; seguir impulsando la tarea de la Reorganización General del Partido Comunista del Perú, firmemente sujetos a la Jefatura del Presidente Gonzalo y su todopoderoso pensamiento gonzalo, en y para la guerra popular combatiendo a muerte a la LOD revisionista y capitulacionista cualquiera que sea la cara con la que se presente.

¡El Partido guiándose por el marxismo-leninismo-maoísmo, pensamiento gonzalo garantiza el

rumbo de la revolución!

¡Viva el 41º Aniversario de la guerra popular en el Perú!

¡Honor y gloria al proletariado y pueblo peruano!

La política de boicot aplicada según las condiciones actuales en que nos desenvolvemos es justa y correcta en la forja y crecimiento de un masivo torrente antielectoral ligado al desarrollo de la guerra popular. La voz de orden es simple y concreta: ¡No votar! Y la consigna clara y resuelta: ¡Elecciones, no! ¡Guerra popular, si! ¡Por la Reorganizaión General del Partido!

Movimiento Popular Perú

17 de mayo de 2021

COLOMBIA: ¡Por una única Conferencia Internacional marxista leninista maoísta! (Revolución Obrera)

                                     ¡Por una única Conferencia Internacional marxista leninista maoísta! 1

Para la Unión Obrera Comunista (mlm) la unidad internacional de los comunistas, exigida por el carácter internacional del movimiento obrero, de su lucha y objetivos, es una cuestión de principios expresa en su Programa y Estatutos.

Desde el año 2007, en medio del gran deslinde con el revisionismo seudo maoísta surgido en el Movimiento Revolucionario Internacionalista, la Unión Obrera Comunista (mlm) declaró en su VII Asamblea extraordinaria: “Los fenómenos de la situación mundial que cada día brotan a la superficie de la sociedad, confirman que el fin del imperialismo está cerca porque así lo indican sus contradicciones internas, porque en el mundo han madurado todas las condiciones materiales para la revolución y la sociedad mundial ha quedado lista para la expropiación de los expropiadores. Sin embargo, a pesar de que todas las fuerzas y tendencias objetivas favorecen la revolución, existe desfase entre un mundo maduro para la revolución y un elemento comunista consciente, débil y disperso. No basta con el acrecentamiento de las condiciones de vida insoportables para la sociedad, son también indispensables las condiciones subjetivas internacionales —ideológicas, políticas y de organización— de las fuerzas sociales hacedores y protagonistas de la revolución”.

Y ante la necesidad de “dotar al movimiento obrero de un programa mundial o de una Línea General para el MCI. Reafirma su determinación de continuar haciendo los mayores esfuerzos por contribuir con sus fuerzas, recursos e instrumentos a luchar por la unidad de los marxistas leninistas maoístas de todos los países en una Internacional Comunista”.
Resolvió “Llamar a toda la organización de la Unión a comprometerse firmemente con las tareas que de este compromiso se derivan:
En el terreno teórico: contribuir a la elaboración de la Línea General para el Movimiento Comunista Internacional. (…)
En el terreno político: clarificar y contribuir a delimitar los campos entre los auténticos marxistas leninistas maoístas y los oportunistas. (…)
En el terreno de organización: trabajar por la convocatoria de una nueva Conferencia Internacional de los Marxistas Leninistas Maoístas. (…)

Consecuente con ese compromiso, la Unión Obrera Comunista (mlm) ha hecho una modesta contribución a la derrota teórica del revisionismo seudo maoísta encabezado inicialmente por el traidor Prachanda y luego profundizado por el renegado Avakian. Así mismo, en agosto del 2016 presentó a la consideración de los marxistas leninistas maoístas del mundo, una Propuesta de Formulación de una Línea General para la Unidad del Movimiento Comunista Internacional, en el propósito de, como su nombre lo indica, realizar un deslinde con el oportunismo en toda la línea general.

Y aún más, la Unión Obrera Comunista (mlm) respaldó y participó en la Reunión Preparatoria organizada en enero del 2020 por los camaradas del Partido Comunista Maoísta de Italia, en cuya Resolución se lee: “Hubo un debate intenso, combativo y unitario sobre el camino para realizar una gran conferencia internacional unificada de todos los partidos y organizaciones MLM del mundo en el tiempo necesario y urgente para responder a la gran ola de luchas de los proletarios y pueblos oprimidos que se desenvuelven hoy en el mundo contra el imperialismo como sistema podrido y decadente y por revoluciones de Nueva Democracia y Socialistas.
Los participantes han decidido hacer todos los esfuerzos para tratar posiciones y contradicciones con el método de unidad-lucha-unidad al servicio de la convocación unitaria de esta histórica conferencia, asumiendo como base de unidad la posición de los camaradas de la India sobre la formación de una organización internacional del proletariado”.

Se refiere al documento del Comité Central del PCI(m) “Nuestra posición sobre la formación de una organización internacional del proletariado” publicado en febrero del 2017, en el cual se lee en algunos pasajes: “La actual crisis mundial ha agravado esta situación. Esto está sacando a las masas de todo el mundo a las calles. Toda una nueva generación está luchando contra las fuerzas de la explotación y la reacción, pero sin la guía de la ideología proletaria necesaria para tener un enfoque científico y coherente de las tareas que asumen. Esta situación objetiva encierra un inmenso potencial. Se debe desencadenar si el MCI quiere avanzar como se exige hoy. Sin embargo, esta tarea supera las capacidades subjetivas de los partidos individuales. Pero, con la perspectiva internacionalista proletaria, a través de su esfuerzo conjunto, se puede contribuir mucho a consolidar cada partido revolucionario y ganar a un amplio sector para la causa del comunismo. (…) 
Desde el principio, nuestro partido ha mantenido la posición de que una organización centralizada como el MRI, que funciona como un centro político embrionario, no es adecuada para las condiciones subjetivas existentes del movimiento maoísta internacional. Seguimos manteniendo la misma posición. (…)
Aparte de esto, también deben explorarse las posibilidades de que se convierta en un foro de debate y lucha centrado en llegar a posiciones sintetizadas sobre cuestiones ideológicas y políticas clave a las que se enfrenta el MCI. Debemos tener siempre claro que la organización internacional no debe sustituir ni debilitar la iniciativa independiente de sus partidos constituyentes, sus relaciones bilaterales y las relaciones que mantienen con otros partidos y organizaciones revolucionarias”.

La Unión Obrera Comunista (mlm) coincide en la necesidad de una organización internacional y en la contribución que significan los esfuerzos conjuntos de los comunistas para la construcción y consolidación de los partidos en cada país. Pero diverge de la posición de los camaradas de la India, que se opone a una nueva organización comunista internacional centralizada.

Tal fue la posición expresa en la propuesta de Declaración ¡Unamos fuerzas para preparar una única Conferencia Internacional de los marxistas leninistas maoístas! (donde además se incluyó una Propuesta de Plataforma de Unidad) presentada pero no discutida en la Reunión Preparatoria de enero 2020, donde dice:

“Luchar por una única Conferencia Internacional de los marxistas leninistas maoístas del mundo es también una obligación ineludible de los comunistas por su responsabilidad de ser la conciencia y la dirección de la lucha de clase del proletariado a nivel mundial y de la lucha de los países, naciones y pueblos oprimidos y superexplotados por el imperialismo en asocio con las clases dominantes lacayas y reaccionarias.
Luchar por una única Conferencia Internacional de los marxistas leninistas maoístas del mundo es así mismo un paso firme en la solución del problema de la impotencia política de los comunistas, cuya dispersión ha contribuido a que el oportunismo y el reformismo cumplan su objetivo de desviar el movimiento de masas de su camino y perspectiva revolucionaria. (…)
Consideramos que el rompimiento hecho por separado con el revisionismo avakianista, peligro principal para la unidad de los marxistas leninistas maoístas, constituye tácitamente una base inicial de unidad ideológica común, sustentada en la defensa intransigente de los principios del Marxismo Leninismo Maoísmo —los mismos que el revisionismo avakianista ha declarado insubsistentes—, en una delimitación general de campos con teorías oportunistas que falsean y mellan el filo revolucionario del Marxismo Leninismo Maoísmo, en conclusiones generales comunes del análisis de la situación mundial a la luz de los principios, y en tareas políticas generales comunes para transformar la situación en la perspectiva del triunfo de la Revolución Proletaria Mundial.
Es el momento de expresar esa base inicial de unidad ideológica explícitamente en la Plataforma de Unidad de una Conferencia Internacional de los Marxistas Leninistas Maoístas del mundo, que permita tratar las divergencias subsistentes para alcanzar un grado superior de unidad en la perspectiva de la unidad en la Línea General; Plataforma de Unidad que sea la base ideológica de un Programa de lucha política inmediata y común de los marxistas leninistas maoístas de todos los países y de la organización de un único Centro Internacional de Dirección ideológica y política cuya orientación sea acatada y ejecutada disciplinadamente por los marxistas leninistas maoístas de todos los países”.

Precisamente en este año, la conmemoración internacionalista del Primero de Mayo, fue la ocasión para que los marxistas leninistas maoístas, en sendas declaraciones, reafirmaran expresamente la necesidad urgente de la unidad internacional de los comunistas, como condición para potenciar su papel de vanguardia en las actuales luchas, rebeliones, guerras populares que los proletarios y pueblos del mundo adelantan contra el sistema imperialista mundial.

La Unión Obrera Comunista (mlm), en su Declaración particular Primero de Mayo Internacionalista y Revolucionario ¡Contra el imperialismo! ¡Contra la superexplotación asalariada! ¡Contra la dictadura del capital! manifestó: “La crucial responsabilidad de los comunistas hoy, ya no con los intereses de su grupo y ni siquiera con los intereses exclusivos de la clase obrera, sino con el interés general de la sociedad mundial subyugada por el imperialismo. Su obligación es llevar la luz de la conciencia socialista y dirigir la lucha de clases dotándola de formas independientes de organización, para lo cual es indispensable construir y fortalecer auténticos partidos marxistas leninistas maoístas en cada país y trabajar denodadamente por unirse en una Conferencia Internacional que cumpla el papel de centro de dirección política y de engranaje para avanzar a la construcción de una nueva Internacional Comunista basada en el Marxismo Leninismo Maoísmo. El Primero de Mayo es el día preciso para remarcar esa trascendental necesidad de la unidad internacional de los comunistas”.

Así mismo, la Unión Obrera Comunista (mlm), suscribió con organizaciones y partidos de otros países un Comunicado Conjunto Internacional, donde declaró: “El internacionalismo proletario nos llama hoy a realizar una Conferencia Internacional Unificada de todos los partidos y organizaciones, basada en el marxismo-leninismo-maoísmo”.

Por su parte, en coherencia con la posición presentada en el 2017, los camaradas del Partido Comunista de la India (maoísta) en comunicado de prensa del portavoz de su Comité Central con ocasión del Primero de Mayo, expresó: “Sin embargo, las organizaciones proletarias de vanguardia aún no son lo suficientemente fuertes como para estar a la altura de las exigencias del pueblo trabajador y proporcionar una dirección unida para sus movimientos en dirección a la liberación. Nuestro Partido anunció su posición respecto a la necesidad y formación de un Foro Internacional para desarrollar la unidad y la solidaridad entre las vanguardias proletarias del mundo. El CC de nuestro Partido hace un llamamiento a las organizaciones hermanas para que respondan a nuestra postura y adelanten esfuerzos en esta dirección”.

A pesar de la divergencia respecto al carácter de una organización internacional de los marxistas leninistas maoístas, saludamos el reconocimiento de la necesaria unidad internacional de los comunistas. Consideramos que su propuesta de formar un Foro Internacional de discusión es saludable para resolver los problemas que hoy tienen atomizados a los marxistas leninistas maoístas en el mundo, pero no es el instrumento fundamental ahora, para darle cuerpo orgánico a la base de unidad general existente, como sí lo es una Conferencia Internacional Unificada que sea el preámbulo de una nueva Internacional Comunista basada en el Marxismo Leninismo Maoísmo.

Las obligaciones planteadas a los comunistas por la situación agónica del imperialismo en medio de la agudización de la lucha de clases a nivel mundial, imponen forjar la unidad ahora no sobre la base de una profunda y extensa Línea General como la propuesta que hicimos en el 2016, sino alrededor de una Plataforma más sencilla y condensada, que sin renunciar a los principios del marxismo leninismo maoísmo, sea una base de unidad que permita avanzar en la lucha contra las antagónicas teorías de la burguesía y el oportunismo, y en la lucha de líneas sobre las divergencias de matiz existentes en los marxistas leninistas maoístas, tratándolas como contradicciones en el seno del pueblo.

Una Plataforma de Unidad que permita adoptar un Programa político internacional para la lucha inmediata y que posibilite la organización de un Centro Internacional de dirección ideológica y política, o una Nueva Organización Internacional del Proletariado, en palabras de los camaradas maoístas en su Declaración Internacional Común de 1° Mayo: La Catastrófica Situación Mundial Demanda la Revolución Proletaria! ¡Unirse Bajo la Bandera Roja del Maoísmo!

Tal es el instrumento y el método que consideramos idóneos ahora, para avanzar hacia la construcción de una nueva Internacional Comunista.

Comité de Dirección – Unión Obrera Comunista (mlm)
Colombia, mayo 16 de 2021

GALIZA: 16 de maio: Aniversário da Grande Revoluçom Cultural Proletária. (Galiza Vermelha)

 


A Revoluçom Cultural foi umha grande mobilizaçom das grandes massas chinesas contra o revisionismo. Tanto o revisionismo existente dentro do MCI como dentro do Movimento e Partido Comunista Chinês.

Mao Tse Tung impulsou esta grande mobilizaçom revolucionária e tamém a integrou na teoria revolucionária. A GRCP tivo umha grande influência em todo mundo, o seu exemplo impulsou o combate ao revisionismo entre o proletariado consciente.

https://twitter.com/GalizaVermelha/status/1394023020423958529

GALIZA: Comité de Construcción del Partido Comunista Maoísta de Galiza: Aclaraciones de los Manifiestos del 1º de mayo

 


El Comité de Construcción del Partido Comunista Maoísta de Galiza quiere manifestar lo siguiente:

 

Al proletariado de Galiza y del mundo, a las organizaciones y partidos maoístas del mundo.

 

Este año, los partidos y organizaciones maoístas, no fuimos capaces de poder mostrar a las masas trabajadoras un  manifiesto del 1º de Mayo único. A pesar de los esfuerzos de algunos partidos por desarrollar un manifiesto unitario, no fue posible por falta de tiempo y por poco interés de algunos en intentar trabajar y hacer aportaciones en un manifiesto unitario y esto es un hecho que debemos criticar.

 

En este contexto el Comité de Construcción del Partido Comunista Maoísta de Galiza, decidió firmar los dos manifiestos del 1º de Mayo de las organizaciones y partidos maoístas del mundo.

 

Nosotros somos parte del Comité organizador de la Conferencia Internacional Unificada M-L-M que se constituyó en Italia en enero del año 2020, y participamos del manifiesto de Maoistroad. Pero hemos decidido firmar el otro manifiesto dado que, creemos que los camaradas que promovieron este documento hicieron un gran esfuerzo por conseguir la unidad dando posibilidad de enmendar.

Para ambos manifiestos hemos hecho algunas aportaciones en relación a la India y Nepal, pero tenemos otras críticas más profundas a los dos manifiestos que consideramos tratar en profundidad. Por ejemplo, creemos que la tesis de la "guerra popular hasta el comunismo" no es correcta, pensamos que dentro de los nuevos estados de la Dictadura del Proletariado no se librará como en la guerra popular, sino con revoluciones culturales, como el Presidente Mao señaló. No creemos en la tesis de la "militarización del partido", que pensamos debe estudiarse en su contexto y no como una aplicación universal. Lo mismo puede decirse de la teoría de la jefatura y del pensamiento guía. No pretendemos ser más inteligentes que nadie, simplemente consideramos que ciertas tesis como la militarización del partido pueden tener sentido en una realidad particular, pero que no se puede decir que esté probada su validez universal a través de la práctica social, a través de la historia de la lucha de clases.

Pero tampoco compartimos la tesis de los camaradas de Maoistroad de "... los sindicatos de clase - como escuelas de guerra y comunismo - ...". Esto se debe a que consideramos que los sindicatos son la forma más primitiva de organización del proletariado y que a través de los sindicatos la clase obrera no logrará su independencia de clase. Creemos que debemos tener siempre presente que el deber de un destacamento o de un partido comunista, es hacer un trabajo de esclarecimiento en el Movimiento Comunista Internacional (MCI), no podemos intentar evitar tomar posición sobre temas controvertidos. Debemos dejar claro que no es posible hacer avanzar la revolución sin construir un partido comunista  de nuevo tipo y que la constitución del partido es posible gracias al "factor de conciencia", en palabras de Lenin. No podemos dejarnos ir por el mal camino con la idea de ganar una mayoría en la dirección de los sindicatos. Porque esta política sindicalista es abandonar la construcción del partido de nuevo tipo. Los sindicatos (al menos en Europa) no pueden ser "escuelas de guerra y comunismo" sino la forma más primitiva de organización obrera, amplia, de la manera más legal posible, para hacer afirmaciones claras que no pongan en peligro el funcionamiento de una sociedad capitalista. . Los sindicatos sirven para hacer reformas, no para construir el partido proletario. En palabras de Lenin, "La política sindical de la clase obrera es precisamente la política burguesa de la clase obrera".

A pesar de estas diferencias, consideramos que debemos seguir trabajando por crear un entorno adecuado para poder realizar un debate en profundidad y poder clarificar cuales son  las diferencias, los diferentes posicionamientos de cada organización y partido. Se trata de crear el mejor entorno posible para la lucha de dos líneas.


También debemos buscar formas de poder debatir públicamente determinados temas sin que se entiendan como una ruptura. Permitir debates públicos entre organizaciones hermanas para clarificar posturas y elevar el nivel de conocimiento del actual MCI.

 

Otro punto importante es que nuestro Comité ha decidido no firmar un documento con el partido revisionista y oportunista TKP-ML. Si reconocemos a nuestros compañeros como miembros del TKP / ML, nosotros no nos vamos a relacionar con oportunistas y desertores.

 

Con respecto a la situación en Nepal, recomendamos la prudencia. Debemos recordar que la desmovilización del Ejército Popular y la línea revisionista en Nepal ha provocado un grave descrédito del maoísmo en gran parte del mundo.

 

La situación actual en este año 2021 es que podemos encontrarnos con tres intentos simultáneos y separados de crear una estructura internacional del maoísmo como primeros pasos en la reconstrucción de la nueva internacional. Está claro que este no es el contexto óptimo para dar pasos reales en una obra de tanta trascendencia. También es fácil entender que si ocurre esta ruptura, la mayoría del MCI no sabrá cuáles son los puntos que conducen a la ruptura.

 

El trabajo de preparación de las conferencias internacionales facilitó las relaciones bilaterales y el conocimiento de importantes trabajos teóricos por parte de partidos de diferentes países, por lo que tenemos que considerarlo como muy positivo para la formación de nuestra propia militancia, pero no se puede mantener la situación actual de semi-ruptura. en el tiempo indefinidamente.  Las dos tendencias existentes, además del llamado a crear un foro realizado por el PCI (Maoísta), cambian de perspectiva de manera importante. Por nuestra parte, tenemos que aclarar que esta propuesta que hace el PCI (maoísta) nos parece muy importante en la situación actual y que debemos estudiarla para optimizar el trabajo internacional, al servicio del pueblo y de la revolución proletaria mundial.


 El proceso de formación de una nueva internacional tiene que ser un proceso de clarificación. Para nosotros es necesario que todos los destacamentos y partidos que la forman reconozcan la guerra popular como universal, como una necesidad para el triunfo del proletariado tanto en los países atrasados ​​como en los países del centro imperialista. La guerra popular como teoría y práctica militar del proletariado y no la guerra popular como táctica militar.

 

 Por eso el inicio de la construcción de una organización internacional demanda  de una preparación en todos sus aspectos con consultas lo más amplias posibles de todos los partidos y organizaciones sobre la base del m-l-m y una clara demarcación con el neorevisionismo de Prachanda-Bhattarai y  Avakian.. No permitamos divisiones sin antes dar la batalla ideológica y política. A esa ruptura nunca le tendríamos miedo. Pero para llegar a este punto lo deseable sería tener dado el trabajo de clarificación y deslinde de posiciones lo más profundo posible.

 

El 19 de abril el PCI (maoísta) hizo público un manifiesto del 1º de Mayo, donde anunciaba la necesidad de  la formación “de un Foro Internacional para desarrollar la unidad y la solidaridad entre las vanguardias proletarias del mundo. El CC de nuestro Partido hace un llamamiento a las organizaciones hermanas para que respondan a nuestra postura y adelanten esfuerzos en esta dirección.”

El Comité de Construcción del Partido Comunista Maoísta de Galiza, valora esta iniciativa como un paso adelante del PCI (maoísta) en la construcción de una organización internacional maoísta y es por eso que decidimos adherirnos a su llamado. Somos conscientes que tanto el camino del Comité organizador de la Conferencia Internacional Unificada M-L-M, del que somos parte, como de las organizaciones y partidos que participan en la CIMU, está más avanzado y se trabaja en la Conferencia Internacional, pero consideramos que si los camaradas del PCI (maoísta) plantean como primer paso la creación de un Foro Internacional, es necesario por parte de las organizaciones y partidos maoístas su participación en este Foro como paso previo a la Conferencia.

 

Hoy más que nunca es necesario poner la política al mando y luchar por la clarificación, lucha ideológica y unidad  de todas las organizaciones y partidos maoístas del mundo, para llevar a cabo nuestra tarea principal de destruir el imperialismo y construir un nuevo mundo rojo del proletariado.

¡Viva el Marxismo-Leninismo-Maoísmo!


Comité de Construcción del Partido Comunista Maoísta de Galiza

Galiza, mayo 2021

GALIZA: Comitê de Construção do Partido Comunista Maoísta da Galiza: Esclarecimentos dos Manifestos de 1º de maio



O Comitê de Construção do Partido Comunista Maoísta da Galiza gostaria de dizer o seguinte:

Ao proletariado de Galiza e ao mundo, às organizações maoístas e partidos do mundo.

Este ano, partidos e organizações maoístas, não pudemos mostrar às massas trabalhadoras um manifesto único no 1º de maio. Apesar dos esforços de algumas partes para desenvolver um manifesto unitário, não foi possível devido à falta de tempo e pouco interesse de alguns em tentar trabalhar e contribuir neste manifesto unitário e este é um fato que nós devemos criticar.

Neste contexto, o Comitê de Construção do Partido Comunista Maoísta da Galiza decidiu assinar os dois Manifestos de 1 º de Maio das organizações maoístas e dos partidos do mundo.

Fazemos parte do Comitê Organizador da Conferência Internacional Unificada M-L-M, que foi criada na Itália em janeiro de 2020, e participamos do manifesto maoistroad. Mas decidimos assinar o outro manifesto porque acreditamos que os camaradas que promoveram este documento fizeram um grande esforço para alcançar a unidade, dando a possibilidade de alteração.

Para os dois manifestos, fizemos algumas contribuições em relação à Índia e ao Nepal, mas temos outras críticas mais profundas com os dois manifestos que consideramos tratar em profundidade. Por exemplo, nós acreditamos que a afirmação de "guerra popular até o comunismo" não é correta, achamos que no âmbito dos novos estados da ditadura do proletariado não tem porque ser travada como uma guerra popular, mas com as revoluções culturais, como o presidente Mao apontou. Nós não acreditamos na tese de "militarização do partido", que acreditamos que deve ser estudada em seu contexto e não como uma tese de aplicação universal. O mesmo pode dizer-se da teoria da chefatura e o pensamento guia. Nós não pretendemos ser mais inteligentes que neguem, simplesmente consideramos que certas teses como a da militarização do partido podem ter um sentido numa realidade particular mas não se pode dizer que está provada a sua validez universal mediante a prática social, mediante a história da luta de classes. 

Mas também não compartilhamos a tese dos camaradas de Maoistroad de "...os sindicatos de classe -como escolas de guerra e de comunismo-...". Isto é devido a que consideramos que os sindicatos são a forma mais primitiva de organização do proletariado e que mediante os sindicatos a classe operária não conseguirá a sua independência de classe. Consideramos que sempre devemos ter presente que o dever dum destacamento ou dum partido comunista é fazer um trabalho de clarificação no Movimento Comunista Internacional (MCI), motivo pelo que não podemos tentar evitar posicionar-nos nos temas polêmicos. Pela nossa parte queremos deixar claro que não é possível avançar na revolução sem construir o partido comunista de novo tipo e que a constituição do partido é possível graças ao "fator consciente", em palavras de Lenin. Não podemos deixar-nos desviar do caminho com a idéia de ganhar a maioria nas direções dos sindicatos. Porque seguir esta política sindicalista é abandonar a construção do partido de novo tipo. Os sindicatos (pelo menos na Europa), não podem ser "escolas de guerra e de comunismo" senão, a forma mais primitiva de organização operária, ampla, com a forma mais legal possível, para fazer reivindicações claras e imediatas que não podem ser um perigo para o poder político burguês. Os sindicatos servem para fazer reformas necessárias para a classe operária, não servem para que um destacamento comunista poda construir o partido do proletariado. Em palavras de Lenin, "A política sindicalista da classe operária é, precisamente, a política burguesa da classe operária."

Apesar dessas diferenças, acreditamos que devemos continuar a trabalhar para criar um ambiente adequado no que poder realizar um debate fundo e poder esclarecer quais são as diferenças, as diferentes posições de cada organização e partido. Trata-se de criar o melhor ambiente possível para luta de duas linhas.

Também deveríamos buscar a maneira de poder debater publicamente certas questões sem que seja entendido como uma ruptura. Permitir os debates públicos entre organizações irmãs para clarificar posturas e elevar o nível do conhecimento do atual MCI.

Outro ponto importante é que nosso Comitê tomou a decisão de não assinar nem um documento com o partido revisionista e oportunista TKP-ML. Se reconhecemos como nossos camaradas aos membros do TKP/ML nós não nos imos relacionar com uns oportunistas e desertores.

Com respeito a situação do Nepal recomendamos prudência. Temos que lembrar que a desmobilização do Exercito Popular e a linha revisionista no Nepal provocou um grave desprestígio do maoísmo em boa parte do mundo.

A situação no ano 2021 é que podemos nos topar com três intentos simultâneos e separados de criar uma estrutura internacional do maoísmo como primeiros passos na reconstituição da nova Internacional. Está claro que este não é o contexto ótimo para dar passos reais num trabalho de tanta transcendência. Também é fácil entender que de se produzir esta ruptura, a maior parte do MCI não vai conhecer quais são os pontos que tem levado à ruptura.

O trabalho da preparação trabalho da preparaçao das conféncias internacionais facilitou as relações bilaterais e o conhecimento de importantes trabalhos teóricos de partidos dos diferentes países, pelo que o temos que considerar como mui positivo para formação da nossa própria militância mas, a situações atual de semi-ruptura não pode ser mantida no tempo indefinidamente.As duas tendências existentes ademais do chamamento para criar um foro realizado pelo PCI(maoísta), muda duma maneira importante as perspectivas. Pela nossa parte temos que aclarar que esta proposta realizada pelo PCI(maoísta) parece nos mui importante na atual situação e que a devemos estudar para otimizar o trabalho internacional, para servir ao povo e a revolução proletária mundial.

O processo para formar a nova internacional tem que ser um processo de clarificação. Consideramos que é necessário que todos os destacamentos e partidos que formem parte destes processos internacionalistas reconheçam a guerra popular como universal, como uma necessidade para o triunfo do proletariado tanto nos países atrasados como nos países do centro imperialista. A guerra popular como a  teoria e a prática militar do proletariado e não a guerra popular como uma tática militar.

É por isso que o início da construção duma organização internacional exige uma preparação em todos os seus aspectos com as mais amplas consultas possíveis de todas as partes e organizações com base no m-l-m e uma clara demarcação com o neo-revisionismo de Prachanda-Bhattarai e Avakian.. Não permitamos divisões sem antes dar a batalha ideológica e política. Nunca teríamos medo desse término. Mas, para chegar a este ponto, seria desejável ter dado o trabalho de esclarecimento e delineamento de posições o mais profundo possível.

Em 19 de abril, o PCI (maoísta) emitiu um manifesto de 1 º de maio anunciando a necessidade da formação "de um Fórum Internacional para Desenvolver a Unidade e a Solidariedade entre as Vanguardas Proletárias do Mundo. O CC do nosso Partido convoca as organizações irmãs a responder à nossa posição e avançar com os esforços nesse sentido."

O Comitê de Construção do Partido Comunista Maoísta de Galiza, valoriza essa iniciativa como um passo na frente do PCI (maoísta) na construção de uma organização maoísta internacional e é por isso que decidimos aderir ao seu chamado. Estamos cientes de que tanto o caminho do Comitê Organizador da Conferência Internacional Unificada M-L-M, da qual somos membros, quanto das organizações e partes participantes do CIMU, está mais avançado e se trabalha na Conferência Internacional, mas consideramos que, se os camaradas do PCI (maoísmo) levantarem como primeiro passo a criação de um Fórum Internacional, é necessário que organizações e partidos maoístas participem deste Fórum como uma etapa pré-Conferência.

Hoje, mais do que nunca, é necessário colocar a política ao mando e lutar pelo esclarecimento, luta ideológica e unidade de todas as organizações e partidos maoístas do mundo, a fim de realizar nossa principal tarefa de destruir o imperialismo e construir um novo mundo vermelho do proletariado.

Viva marxismo-leninismo-maoísmo!

O Comitê de Construção do Partido Comunista Maoísta da Galiza.

Galiza, maio de 2021