jueves, 10 de octubre de 2013
miércoles, 9 de octubre de 2013
Que está a passar em Síria?. Un artigo do Ateneu Proletário Galego.
Para entender o que está a suceder em Síria temos que recorrer ao análise científico. Por isto ante as diferentes tendências direitistas que vem a Bashar Al-Assad como um revolucionário, como outras esquerdistas que falam da revoluçom Síria, som um obstáculo que cria confusom e que temos que superar.
1) Em diversos povos árabes e do norte de África produzirom-se revoltas populares ante o empioramento do nível de vida. Estas revoltas espontâneas nom tinham possibilidade de triunfar, mas si de iniciar movimentos revolucionários. O proletariado revolucionário do mundo apoia estas revoltas populares, incluida a que se deu em Síria.
2) Na Síria atual -que e umha sociedade capitalista, com um estado burguês-, e herdeira dumhas relaçoms diplomáticas, comercias, sociais, políticas, etc do século XX, no que o estado sírio era aliado do bloco do leste, dos interesses dumhas classes sociais acomodadas (burguesia pequena-burguesia gestora) das sociedades que formavam a URSS, depois aliada da burguesia russa. O estado sírio sofreu a divisom nas fileiras da oligarquia e do seu estado. Um importante setor social deixou de apoiar a Al-Assad, tanto burgueses da sociedade civil, coma altos cargos do estado, coma militares. Estas pessoas queriam mudar o governo sem mudar muito a situaçom social com o apoio de EUA. Estos setores ponhem-se a conspirar agardando o momento oportuno, atuando coma quinta colunistas. Quando o descontento social aumenta aproveitarom para armar a setores sírios organizados que som especialmente reaccionários. Aproveitamos para dizer que o mesmo fenómeno viu-se em Líbia e Egito. Antes de ser descobertos por o aparato do estado pro Al-assad fugem de Síria, sendo vendidos polos meios de comunicaçom como desertores do regime. Quando estas forças reaccionárias sofrem grandes perdas empeçam a entrar no pais via Turquia, mas sobre todo via Jordánia dúzias de miles de mercenários fascistas integristas, que ocupam aldeias, Vilas e bairros, sometendo a povoaçom a o terror e a massacres em massa. Porque temos que ter claro que ao margem do que saia nos meios de propaganda imperialista, em Síria nom se enfrenta o exército EUA e o exército russo, nem o estado sírio e o estado jordano. Nom existe nengumha guerra civil entre partidários de um determinado monarca, dirigente, ou religiom.
Por tanto em Síria assistimos primeiro a umha revolta popular, em segundo lugar a umha extremadamente curta guerra civil entre diferentes setores da oligarquia Síria (uns pro-russos e outros pro-estadunidenses), em terceiro lugar a umha invasom de mercenários fascistas integristas do imperialismo dos EUA, que levam a cavo umha guerra de mais de dous anos contra o estado e o povo trabalhador sírio e, que estam perdendo. O que empurra a o exército ianque a entrar em combate para proteger aos seus interesses.
As forças imperialistas externas (que som os mercenários), mudou a sociedade síria ate tal ponto que impossibilita o funcionamento autónomo, devido as caraterísticas fascistas destes invasores e o alcance da destruiçom da economia, infraestruturas, aparato do estado, etc, nesta guerra. Desta maneira paralizou-se o normal funcinamento das contradiçoms sociais, pondo temporalmente a contradiçom entre o proletariado sírio e o imperialismo estado-unidense coma principal contradiçom (ainda que nom fai desaparecer as outras).
Ante esta situaçom o proletariado sírio tivo que atuar em consequência, colocando a luita contra a imvasom do imperialismo EUA mediante fascistas integristas como a principal prioridade, realizando umha trégua taticamente flexível com o estado burguês sírio. Podendo coincidir numha determinada trincheira, mas mantendo a independência política coa burguesia e o seu estado.
3) O integrismo fascista esta ao serviço das principias oligarquias dos paises árabes e do imperialismo dos EUA. Sobre este ponto nom pode haver ambigüedades.
4) Tamem e de destacar que no Curdistám sírio (noroeste) os curdos (que participam na guerra contra o fascismo integrista), mantiverom a sua independência política, aproveitando com habilidade o baleiro de poder para criar um contrapoder. Um estado dentro do estado, com milícias, exército, juizes, etc. Dando-nos umha liçom de qual e o caminho.
5) Se colocar a Chavez a mesma altura que as revolucionárias e revolucionários que participarom em verdadeiras revoluçoms (Rússia, China, Cuba, Vietnam, ou Filipinas e a Índia de hoje em dia), etc, nom clarifica, senom que cria confusom, sendo um gravisimo erro que nos coloca ao lado do revisionismo. Se comparar o carácter humanista, filantrópico e democrático burguês de Chavez e revisionismo, colocar num pedestal a um gendarme do imperialismo como Al-Assad e reaccionário.
6) O que esta passando com relaçom a Síria com certas organizaçons esquerdistas europeias, que falam da “revoluçom Síria”, da “revoluçom Líbia”, apoiando oas mercenários do imperialismo, e imperdoável.
Se em Síria em um principio houvo umha revolta popular, que se sumou a falta de apoios deste governo por um setor da oligarquia e em geral da burguesia nacional, este setor organizou um levantamento armado que nom podia ser um grande problema para o estado, o que levou a aliança destes sectores burgueses com o imperialismo estado-unidense, que se concretizou no enviou de mercenários e armas. Podemos topar muitos matices mas o que fica claro e que nom se parece em nada a umha revoluçom social.
Numa revoluçom social nom so muda o governo, nom so e destruido o estado que e sustituido por outro, senom que muda a classe social que tem o poder. Esta mudança implica a mudança do carácter do novo estado, das relaçoms de propriedade e, isto nom sucedeu nem em Venezuela, ja nom falemos de oriente meio e o norte de África. Se confundir o carácter progressista dos governos de Chávez em Venezuela com umha revoluçom nom clarifica, senom que cria confusom, no caso de Síria e antes no de Líbia a ambigüedade ao tratar a agressom dos mercenários e um sector dumha burguesia nacional Síria, fascistas e criminais, descalifica totalmente a organizaçoms como Izquierda Anti-capitalista, ou Corriente Roja, que estam actuando como agentes do imparialismo, fazendo um trabalho autenticamente criminal. Igualmente as afirmaçoms de certos intelectuais progres (como Alba Rico), de certas organizaçoms, destinadas a espanhar a confusom sobre a agressom do imperialismo EUA a Síria. Mentres que no caso da guerra contra Iraq a inteligéncia imperialista nom conseguiu que nengum inteletual ou organizaçom de esquerda sai-se publicamente a palestra para sementar a confusom. No caso da guerra contra Líbia e contra Síria o aparato de inteligéncia imperialista conseguiu dividir a oposiçom a guerra, graças a ajuda de certos inteletuais e organizaçoms, destacando neste trabalho porco o levado a cavo pola Liga “comunista” IV Internacional.
7) Defendemos o direito a livre autodeterminaçom dos povos. Que cada povo tem direito a escolher o seu destino, sempre e quando nom danifique ao resto da humanidade.
Na sociedade Síria existe o povo e os inimigos do povo que actuam como quinta-colunistas apoiando ao imperialismo EUA.
Mas tamem sabemos que em realidade a autodeterminaçom dos povos só é possível num estado proletário em que o poder está em mãos da maioria (obreiras e camponesas), nom dum estado que está nas mãos dumha minoria (burguesia, aristocracia, clero), que nom só é que som umha minoria, senom que tenhem interesses antagónicos com os da maioria.
8) A ONU é -basicamente- um instrumento para que as grandes potências imperialistas resolvam as suas diferenças. Desde a ONU podem sair resoluçoms caritativas contra cousas coma o bloqueio de Cuba ou o muro que está dividindo Palestina em quatro sectores (Israel, Gaza, Cisjordánia norte e Cisjordánia sul), que em realidade nom som mais que papel molhado para entreter a chamada “opiniom publica”, para dar argumentos ao reformismo. Mentres as intervençoms do secretariado e do conselho de seguridade legitimam a constante agressom aos povos do mundo.
Hoje temos que dizer bem claro que ao margem do positivo trabalho da FAO, da UNESCO, ou do Comité Internacional da Cruz Vermelha, a ONU nom é mais que um instrumento do imperialismo.
9) De persistir no tempo a depressom económica mundial levará ao aumento dos conflitos militares em paises pobres. Uns conflitos criados por mercenários ao serviço das grandes potencias. Uns conflitos provocados para apropriar-se dos recursos naturais, para controlar as rutas comerciais mundiais, ou criar enclaves militares para atacar, ou para aprovisionar as tropas que asseguram estes recursos e rutas.
Hoje em dia tanto em Ásia como em Africa cada bloco imperialista apoia os seus exércitos de mercenários. Um bloco está formado por EUA-UE-Japom-Índia-Isrrael, o outro por China e Rússia. Mas de continuar a depressom económica a tendência militarista do imperialismo levará a umha guerra mundial inter-imperialista.
martes, 8 de octubre de 2013
India – Noticias de la Guerra Popular
Nota – Las siguientes noticias fueron publicadas en las webs de Deccan Herald http://www.deccanherald.com/, TheTimes of India http://timesofindia.com/, Truth Drive http://truthdive.com/ y han sido extraídas de la web Signalfire http://www.signalfire.org/ La traducción al español es responsabilidad de Gran Marcha Hacia el Comunismo. Madrid, octubre 2013.
EL BANDH MAOÍSTA SACUDE LA VIDA DEL DISTRITO DE ORISHA
Bhubaneswar, 5 Octubre, 2013, DHNS: La vida cotidiana se vio sacudida el sábado en el distrito Malkangiri de Odisha infestado por los maoístas debido al bandh [huelga general] por parte de los extremistas que operan en la zona. La convocatoria del bandh fue realizada en protesta contra la matanza de 13 de sus cuadros en un reciente enfrentamiento policial en dicho distrito atrasado de dominio tribal. Las personas, particularmente aquellas que iban a viajar a distintas zonas desde la capital del distrito de Malkangiri tuvieron dificultades dado que los autobuses no circulaban. La huelga, no obstante, en general, se produjo sin violencia. La víspera del bandh, Poonan Chand, una destacada dirigente del comité divisional del PC de la India (Maoísta), difundió una cinta de audio a los medios locales de comunicación llamando al pueblo a cooperar con ellos durante el bandh. En la cinta, también advirtió que la organización maoísta se vengaría de la policía por el enfrentamiento. La policía local y fuerzas de seguridad desplegadas en el distrito contra la campaña de los maoístas, intensificaron las acciones combinadas a la vista del llamamiento del bandh.
DESIGUAL RESPUESTA AL LLAMAMIENTO AL PARO EN BIHAR
5 Octubre – Patna – Agencia IANS: La policía informó que salvo incidentes dispersos, el llamamiento a la huelga en Bihar y Jharkhand para protestar por la matanza de maoístas en Odisha en las pasadas semanas se desarrolló pacíficamente. Una huelga convocada por los maoístas tuvo una respuesta desigual el sábado en Bihar donde la vida cotidiana se vio sacudida en algunas zonas rurales pero las zonas urbanas no se vieron en su mayor parte afectadas, declaró la policía. Un oficial de la policía declaró: “El temor a los maoístas forzó al cierre de mercados en las zonas rurales de Gaya, Aurangabad, Arwal, Jehanabad y otros distritos. Los vehículos no circularon y la gente corriente lo padeció”. Oficiales de la policía reconocieron que la actividad en algunas zonas rurales, conocidas como bastiones maoístas, quedó paralizada, dado que ni las tiendas ni los bancos abrieron. Pese al despliegue policial y la promesa de la administración de cubrir la seguridad, los comerciantes echaron el cierre. Esto creó dificultades en el primer día para personas de las aldeas de Navratra, delante de Durga Puja. Las estaciones ferroviarias del Estado estuvieron en alerta y la policía ferroviaria llamó a incrementar el patrullaje y desplegó fuerzas adicionales.
LOS MAOÍSTAS EJECUTAN UN ALDEANO EN EL DISTRITO PALAMAU DE JHARKHAND
Distrito Palamau (Jarrkhand) – 7 Octubre (ANI): Los maoístas mataron a un aldeano en el Distrito Palamau de Jharkhand. Según funcionarios de la policía del distrito, Kameshwar Bhuiya fue atacado y muerto por al menos 10 a 15 maoístas a las 9 de la noche del domingo. El Superintendente Adjunto de la Policía P Murugan declaró que el incidente había sido registrado, pero que los maoístas huyeron de la zona. “Bhuiya fue muerto por los maoístas en Bhuiya Tola de la aldea de Hazaribagh que pertenece a la jurisdicción de la comisaría de policía de Hariharganj”, declaró Murugan.
UN INFORME DELA POLICÍA SEÑALA QUE LOS MAOÍSTAS NO HAN PERDIDO FUERZA
Ranchi – 7 Octubre – Alok K N Mishra – TNN: Los extremistas de izquierda en Jharkhand han llevado a cabo menos ataques en el Estado hasta el 15 de septiembre de este año. Sin embargo, todos ellos fueron graves y tuvieron gran impacto, señala la inteligencia del Estado que piensa que no hay razones para pensar que los rebeldes estén perdiendo fuerza. La ferocidad de los rebeldes ha sorprendido a las agencias centrales, que han solicitado a la policía estatal estar más alerta a fin de abortar los nefastos planes de los extremistas. El buró de inteligencia ha informado que se han producido un total de 270 ataques rebeldes en Jharkhand desde enero hasta el 15 de septiembre. Según un funcionario del cuartel general de la policía: “Si consideramos el incidente de Latehar en enero y el ataque al convoy de la policía de Pakur en julio, los rebeldes han logrado con éxito dañar la moral”. El buró de inteligencia ha advertido a la policía de Jharkhand que los rebeldes están explorando nuevas áreas geográficas. Los maoístas se han traslado a nuevas zonas y los rojos han extendido sus tentáculos a prácticamente todos los 24 distritos, y en 18 de ellos tienen una fuerte presencia.
BRASIL: Masiva protesta en defensa de la enseñanza publica.
correovermello-noticias
Rio de Janeiro, 08.10.13
La masiva manifestación en apoyo de los profesores y de la enseñanza publica reunió a cerca de medio millón de personas según diversas fuentes, el diario reaccionario O Globo habla de mas de cien mil, que ocuparon el centro de Rio de Janeiro desde la Candelaria a Cinelandia. Cientos de colectivos profesionales, estudiantiles y organizaciones populares estuvieron presentes en esta histórica movilización.
El fuerte dispositivo policial que custodiaba entidades bancaria, multinacionales y gubernamentales fue incapaz de evitar que la furia popular destrozara una decena de locales de bancos, entre ellas la del Santander en la Avda. Rio Branco así mismo se produjeron duros enfrentamientos en la sede de la municipalidad. Una densa niebla provocada por los gases lacrimógenos cubrió toda la zona del centro donde grupos de manifestantes con escudos de protección enfrentaron a los cuerpos represivos.
Las paredes estaban llenas de consignas a favor del poder popular, la enseñanza publica y contra la represión. Fuentes de los manifestantes denunciaron la presencia de provocadores policiales y el uso de gas pimienta que produce una gran irritación en los ojos y vias respiratorias.
lunes, 7 de octubre de 2013
Ha muerto el general Giap. Un articulo del compañero M. Alonso
Ha muerto el general Giap.
M. Alonso.
Con el ha muerto uno de los grandes protagonistas la historia en Indochina. Desde joven participo activamente, junto al gran lider Ho Chi Minh, en el movimiento patriótico contra los franceses, siendo su familia exterminada por los imperialitas franceses. Brillante estratega, aplicando la guerra popular desarrollada por el Pdte Mao, se le considera el autor de la victoria sobre los imperialistas franceses y años despues de los norteamericanos.
Con motivo de su fallecimiento, a los 102 años, se han prodigados sus necrologicas, desde la derecha burguesa y desde la izquierda, como ejemplo de esta ultima; la del camarada Sison que lo califica de "inmortal general".
Todas las que conozco, evitan hablar de su papel principal en la invasora agresión de Kampuchea Democrática en 1978, en el marco del delirio expansionistas de los revisionistas del Viet nan repaldados por los revisionistas sovieticos. Todos evitan poner en evidencia su derrota en Kampuchea Democrática, pues no solo tardo en ocupar el territorio Khmer mas de 20 días, con 120.000 efectivos del primer ejercito de Asia sino que el gobierno de KD paso a la clandestinidad guerrillera sin que ninguno de los principales lideres fuera capturado por las fuerzas invasoras, que ironías de la historia entonces se enfrentaron a la guerra popular prolongada dirigida por el camarada Pol Pot y el PCK cerrando el circulo víctima a verdugo. Una gran cortina de patrañas ocultara los éxitos de la revolución en Kampuchea y hablara del genocidio camboyano. Pero los invasores vietnamitas y sus títeres del gobierno, del felón Heng Samrin, apenas controlaban las ciudades mas importantes, sufriendo un goteo de bajas en una guerra de resistencia nacional que se prolongara hasta la salida de la mayoría de las fuerzas invasoras en 1990 y que le costara también el puesto al propio general Giap, cuando la ayuda militar soviética fue cancelada previamente a la caída de la URSS, teniendo que hacerse cargo de los gastos de una guerra prolongada la maltrecha economía vietnamita.
En los últimos años de su dilatada vida el general Giap, apartado del partido y del gobierno, denuncio amargamente la degeneración del PC de Vietnan y sus proyectos de destrucción minera.
domingo, 6 de octubre de 2013
FRANCIA: Comunicado conjunto del PCmF y de la OC-FR.
COMMUNIQUE COMMUN DU PARTI COMMUNISTE MAOISTE DE FRANCE ET DE L’ORGANISATION COMMUNISTE – FUTUR ROUGE
POUR L’UNIFICATION DU MOUVEMENT COMMUNISTE
Le Parti Communiste maoïste de France
(PCmF) et l’Organisation Communiste – Futur Rouge (OC-FR) sont désormais
engagés dans un processus d’unification.
Le
travail commun entre nos deux organisation s’est développé à travers
différentes initiatives importantes : une conférence de soutien à la
Guerre Populaire en Inde s’est tenue à Clermont-Ferrand en février, nous
avons signé et diffusé en commun le Déclaration Internationale du 1er
mai des Partis et Organisations Maoïstes, nous avons, enfin, organisé
ensemble, cet été, nos Journées de Formation. Nous avons lutté ensemble,
aux côtés des ouvrières et ouvriers de PSA. Le 28 et 29 septembre, le 1er
Congrès de l’OC-FR a permis de concrétiser ce rapprochement, de lui
donner une perspective, celle de l’unité dans une seule organisation
maoïste. A travers ces moments décisifs, nous avons chaque jour un peu
plus fait converger notre travail pratique, notre conception
idéologique, notre fonctionnement organisationnel.
Nous agissons aujourd’hui dans un
contexte lourd de menaces. La crise générale et grandissante du système
capitaliste mondial, l’aggravation des contradictions
inter-impérialistes, l’offensive redoublée des forces réactionnaires,
impactent fortement l’Etat français. La situation des masses populaire
va ainsi en se dégradant. Ce contexte nous oblige à assumer nos
responsabilités historiques.
La révolution prolétarienne constitue la
seule réponse possible face au capitalisme assassin. Elle triomphera si
le prolétariat s’approprie la théorie la plus avancée du mouvement
révolutionnaire, le marxisme-léninisme-maoïsme. C’est dans cette
perspective que nous nous inscrivons, nous voulons construire dès
aujourd’hui les outils de la victoire, et former les militant-e-s qui la
mèneront à bien. Nous devons forger le parti, et réaliser autour de lui
le front uni de la classe ouvrière et du peuple. A travers son parti,
celui que nous voulons édifier, le prolétariat acquierrera son autonomie
et développera sa propre stratégie : la guerre populaire.
Nous ne sommes pas porteurs d’un esprit
de clocher. Nous concevons l’unification comme un processus. Ce
mouvement ne se limite pas, pour nous, aux deux organisations qui l’ont
initié. Il s’adresse à tou-te-s les communistes, et plus largement, à
l’ensemble de la classe ouvrière et aux masses populaires, dont il
traduit les intérêts les plus fondamentaux. Nous appelons les éléments
isolés qui souhaitent s’engager dans ce combat à prendre contact avec
nous. A travers les sigles et les formes transitoires d’organisation,
notre processus d’unification exprime la continuité et le dynamisme du
mouvement maoïste, qui aujourd’hui grandit et se développe.
CONSTRUISONS L’UNITE DES COMMUNISTES ! CONSTRUISONS NOTRE PARTI !
VIVE LE MARXISME-LENINISME-MAOISME !
BRASIL: Violencia policial continua en RJ. (infobae)
Brasil: investigación contra la policía revela 22 casos de torturas
En el marco de la investigación por la desaparición de Amarildo de Souza, albañil, las personas aseguraron haber recibido, incluso, descargas eléctricas en una sede policial.
El comisario Rivaldo Barbosa, de la Policía Civil de Río de Janeiro, informó este viernes que 22 vecinos de la favela Rocinha denunciaron haber sido sufrido torturas en los últimos seis meses en interrogatorios realizados en un cuartel de policía ubicado en esta barriada.
Las personas aseguraron que los policías golpeaban a los interrogados, les daban descargas eléctricas, les colocaban bolsas de plástico en la cabeza o les obligaban a ingerir cera líquida, para que revelaran informaciones sobre traficantes de drogas, según Barbosa.
Las denuncias de torturas han surgido en el curso de la investigación sobre la desaparición del albañil Amarildo de Souza, que tuvo lugar el pasado 14 de julio, después de que fuera interrogado en la comisaría de Rocinha, y que la Fiscalía ha atribuido a diez policías.
Este viernes un tribunal ordenó mantener en prisión preventiva a los diez agentes, que han sido acusados de haber torturado y asesinado a Souza y haber ocultado su cadáver.
El secretario de Seguridad de Río sostuvo que este caso y las denuncias de torturas "no debilitan en absoluto" la imagen de los cuarteles de las favelas, que son conocidos como Unidad de la Policía Pacificadora (UPP), y que forman parte de un plan para expulsar a las bandas de narcotraficantes de esas barriadas.
NEPAL: Mitin contra la farsa electoral.
SAY NO TO POLLS: CPN-M cadre stage a protest against 19 November's CA elections, at Ratnapark on Thursday (Nepal Times)
sábado, 5 de octubre de 2013
Comunicado de reunión de Milan del Comité Internacional.
Nota
– Hemos recibido del Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en la
India el siguiente Comunicado Final sobre la reunión celebrada el pasado 21 de
septiembre 2013 en Milán. La traducción al español es responsabilidad de Gran
Marcha Hacia el Comunismo. Madrid, octubre 2013.
El Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en la India en la reunión del 21 de Septiembre de 2013 en Milán, expresa su apoyo entusiasta al Documento sobre la Conferencia Internacional de Hamburgo del 24 de Noviembre 2012 “¡Alzar alta la Bandera del Internacionalismo Proletario!” de Ganapathy .
Realiza un balance muy positivo del éxito del Día Internacional de Acción del 1 de Julio de 2013 en muchos países del mundo y decide nuevas acciones:
1- La difusión máxima y estudio del Documento de Ganapathy del PC de la India (Maoísta) en el máximo número de idiomas posible.
2- El desarrollo del plan político y organizativo de los comités nacionales y coordinación nacional en todos los países de las distintas fuerzas que apoyan la guerra popular en la India con el objetivo de desarrollo de campañas prolongadas en los próximos 6 meses –ejemplo el Mes de Solidaridad en Filipinas convocado por el PC de Filipinas.
3 – El nacimiento de una nueva y complete página web internacional para información y contrainformación en el mundo, en inglés, español e idiomas originales, lista para el 25 de noviembre de 2013.
4 – El lanzamiento de una nueva campaña internacional unificada –se inicia el 5 de octubre 2013 – contra la represión al Prof. SAIBABA, Estudiantes por la Resistencia, Artistas e Intelectuales. Esta campaña debe ser desarrollada en todo el SECTOR de Universidades, Escuelas e Intelectual en todos los países.
5 – El desarrollo de un nuevo día internacional por los 4.000 presos políticos maoístas y del pueblo y por la liberación de algunos dirigentes del PC de la India (Maoísta) – este día será acordado después del 25 de noviembre tras una consulta internacional.
6 – Para 2014: El Comité Internacional desarrolla un trabajo planificado para una DELEGACION INTERNACIONAL A LA INDIA CON LA PARTICIPACIÓN DE ACTIVISTAS DE SOLIDARIDAD, INTELECTUALES, PERSONALIDADES, ETC., PARA ¡DENUNCIAR Y OPONERSE A LA OPERACIÓN CACERÍA VERDE Y A TODAS LAS FORMAS DE REPRESIÓN CONTRA EL PUEBLO INDIO QUE LUCHA POR LA REVOLUCIÓN DE NUEVA DEMOCRACIA!
7 – La decisión más importante: Para el 10º aniversario de la fundación del PC dela India (Maoísta) – El Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en la India con todas las fuerzas maoístas, revolucionarias, antiimperialistas organiza una Segunda Conferencia Internacional de apoyo – posiblemente no en Europa. La convocatoria para esta nueva conferencia se llevará a cabo en la primavera de 2014.
8 – El Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en la India apoya la lucha de liberación de Filipinas y llama a las iniciativas de todos sus partidarios. El Comité Internacional apoya todas las guerras populares y todas las luchas armadas antiimperialistas en el mundo.
9 – El Comité Internacional declara que el mejor apoyo a la guerra popular en la India es llevar a cabo la revolución de nueva democracia y proletaria en todos los países.
10 – El Comité Internacional declara que el avance de la unidad internacional de los partidos y organizaciones comunistas proporciona más fuerza al apoyo a la guerra popular en la India en el mundo.
¡Lal salam!
Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en la India.
csgpindia@gmail.com
21 Septiembre 2013
COMITÉ INTERNACIONAL DE APOYO A LA GUERRA POPULAR EN LA INDIA
–
COMUNICADO FINAL –
21 SEPTIEMBRE 2013 - MILAN
El Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en la India en la reunión del 21 de Septiembre de 2013 en Milán, expresa su apoyo entusiasta al Documento sobre la Conferencia Internacional de Hamburgo del 24 de Noviembre 2012 “¡Alzar alta la Bandera del Internacionalismo Proletario!” de Ganapathy .
Realiza un balance muy positivo del éxito del Día Internacional de Acción del 1 de Julio de 2013 en muchos países del mundo y decide nuevas acciones:
1- La difusión máxima y estudio del Documento de Ganapathy del PC de la India (Maoísta) en el máximo número de idiomas posible.
2- El desarrollo del plan político y organizativo de los comités nacionales y coordinación nacional en todos los países de las distintas fuerzas que apoyan la guerra popular en la India con el objetivo de desarrollo de campañas prolongadas en los próximos 6 meses –ejemplo el Mes de Solidaridad en Filipinas convocado por el PC de Filipinas.
3 – El nacimiento de una nueva y complete página web internacional para información y contrainformación en el mundo, en inglés, español e idiomas originales, lista para el 25 de noviembre de 2013.
4 – El lanzamiento de una nueva campaña internacional unificada –se inicia el 5 de octubre 2013 – contra la represión al Prof. SAIBABA, Estudiantes por la Resistencia, Artistas e Intelectuales. Esta campaña debe ser desarrollada en todo el SECTOR de Universidades, Escuelas e Intelectual en todos los países.
5 – El desarrollo de un nuevo día internacional por los 4.000 presos políticos maoístas y del pueblo y por la liberación de algunos dirigentes del PC de la India (Maoísta) – este día será acordado después del 25 de noviembre tras una consulta internacional.
6 – Para 2014: El Comité Internacional desarrolla un trabajo planificado para una DELEGACION INTERNACIONAL A LA INDIA CON LA PARTICIPACIÓN DE ACTIVISTAS DE SOLIDARIDAD, INTELECTUALES, PERSONALIDADES, ETC., PARA ¡DENUNCIAR Y OPONERSE A LA OPERACIÓN CACERÍA VERDE Y A TODAS LAS FORMAS DE REPRESIÓN CONTRA EL PUEBLO INDIO QUE LUCHA POR LA REVOLUCIÓN DE NUEVA DEMOCRACIA!
7 – La decisión más importante: Para el 10º aniversario de la fundación del PC dela India (Maoísta) – El Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en la India con todas las fuerzas maoístas, revolucionarias, antiimperialistas organiza una Segunda Conferencia Internacional de apoyo – posiblemente no en Europa. La convocatoria para esta nueva conferencia se llevará a cabo en la primavera de 2014.
8 – El Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en la India apoya la lucha de liberación de Filipinas y llama a las iniciativas de todos sus partidarios. El Comité Internacional apoya todas las guerras populares y todas las luchas armadas antiimperialistas en el mundo.
9 – El Comité Internacional declara que el mejor apoyo a la guerra popular en la India es llevar a cabo la revolución de nueva democracia y proletaria en todos los países.
10 – El Comité Internacional declara que el avance de la unidad internacional de los partidos y organizaciones comunistas proporciona más fuerza al apoyo a la guerra popular en la India en el mundo.
¡Lal salam!
Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en la India.
csgpindia@gmail.com
21 Septiembre 2013
viernes, 4 de octubre de 2013
BRASIL: Homenaje al comunista Pedro Pomar en RJ.
FRDDP y NEM-L-M organizan vibrante homenaje a Pedro Pomar en Río de Janeiro (Brasil)
Nota – Tal y como informamos en su día http://granmarchahaciaelcomunismo.wordpress.com/2013/09/23/viva-pedro-pomar-el-gran-dirigente-comunista-brasileno-nucleo-de-estudios-del-marxismo-leninismo-maoismo-brasil/, el pasado 23 de septiembre se cumplió el centenario del nacimiento del gran dirigente comunista brasileño Pedro Pomar. Con este motivo el 24 de septiembre tuvo lugar en Rio de Janeiro (Brasil) un acto de homenaje organizado por los camaradas brasileños del Frente Revolucionario de Defensa de los Derechos del Pueblo (FRDDP) y del Núcleo de Estudios del Marxismo-Leninismo-Maoísmo (NE M-L-M). Reproducimos a continuación la crónica del acto publicada en el periódico brasileño « A Nova Democracia », nº 118, 1ª quincena de octubre de 2013 http://www.anovademocracia.com.br/ La traducción al español es responsabilidad de Gran Marcha Hacia el Comunismo. Madrid, octubre 2013.
VIBRANTE HOMENAJE A PEDRO POMAR
El centenario del nacimiento del gran dirigente comunista Pedro Pomar, que tuvo lugar el pasado día 23 de septiembre, se celebró en la noche del día 24 en la Universidad del Estado de Rio de Janeiro (UERJ), en un vibrante acto convocado por el Frente Revolucionario de Defensa de los Derechos del Pueblo (FRDDP) y por el Núcleo de Estudios del Marxismo-Leninismo-Maoísmo (NE M-L-M).
En una sala repleta, adornada con los retratos de los gigantes del proletariado Marx, Engels, Lenin, Stalin y Mao Tsteung, se reunieron: activistas del FRDDP, Movimiento Estudiantil Popular Revolucionario, Movimiento Femenino Popular, Liga de los Campesinos Pobres, Liga Obrera, Movimiento Clasista de los Trabajadores de la Educación, Frente Independiente Popular (RJ), Asociación Brasileña de Abogados del Pueblo, Centro Brasileño de Solidaridad con los Pueblos, Red de Comunicaciones y Movimientos Contra la Violencia, Red Estudiantil Clasista Combativa (RJ), Sindicato de Trabajadores de la Construcción de BH y Región – Marreta, Escuela Popular Orocilio Martins Gonçalves, periódico « A Nova Democracia », entre otros activistas del movimiento democrático y popular de diferentes regiones del país. Todos portaban un pañuelo rojo con la hoz y el martillo y un sello conmemorativo del centenario de Pedro Pomar en sus camisas.
Eduardo Pomar, hijo de Pedro Pomar, invitado especialmente para esta noche, asistió a la celebración y recibió el homenaje de los presentes.
Tras la apertura solemne con el canto de « La Internacional », himno del proletariado en todo el mundo, una foto de Pedro Pomar fue descubierta al son del himno de la Unión Soviética. Fue leído un manifiesto del FRDDP y del NE M-L-M sobre el centenario del gran dirigente comunista y representantes de los diversos movimientos presentes hicieron saludos, recuperando la vida militante y lucha incansable de Pedro Pomar.
El Frente Cultural de Belo Horizonte presentó canciones revolucionarias y un grupo de estudiantes escenificaron un sketch en homenaje al gran dirigente comunista.
El cuadro de Pedro Pomar fue presentado a Eduardo Pomar de forma solemne, quien agradeció el cariño y aprecio mostrados por todos los presentes hacia su padre y habló de la gran responsabilidad que le cabe en transmitir a sus familiares todo lo que le fue presentado esa noche que tuvo la marca de Pedro Pomar: la defensa de la organización de vanguardia del proletariado, el partido comunista, como necesidad histórica para dirigir la revolución, la combatividad y el intenso sentimiento de camaradería entre los presentes.
KAMPUCHEA: Continua la denuncia de las elecciones con boicot al parlamento.
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El gobierno acusa a observadores electorales de conspirar con oposición |
ECUADOR: 4ta. Escuela Política Popular del Movimiento Vientos del Pueblo.
Compañeros les agradeceríamos que nos colaboren publicitando la 4ta Escuela Política Popular del Movimiento Vientos del Pueblo, espacio de formación y debate que propone temas claves para el entendimiento de la realidad social a nivel nacional e internacional, proponiendo elementos para pensar, actuar y transformar. Iniciamos el próximo 19 de octubre. Abordaremos los siguientes temas:
1.Ecología y capitalismo: extractivismo, desarrollismo y derechos humanos.
2.El Socialismo del siglo XXI. Análisis estructural del gobierno de la revolución ciudadana.
3.La contrereforma universitaria en el Ecuador.
4.Rasgos fundamentales de la economía ecuatoriana y principales grupos monopólicos.
5.El reformismo en América Latina y su cómplice papel con los gobiernos burgueses.
6.Método, estrategia y estilo para el desarrollo de una corriente revolucionaria en el país.
7.Análisis actual del imperialismo: fortalecimiento de USA y expansión china.
8.Ciudadanía, urbanidad, control social y estigmatización de la lucha popular.
Agradecemos su difusión. Movimiento Vientos del Pueblo Revolucionando la consciencia, evolucionando mediante la acción, Soplan Vientos del Pueblo para la Organización Popular
miércoles, 2 de octubre de 2013
GUATEMALA: Barillas; militares secuestran a dirigente popular.
Castro Valdivia, a la izquierda junto a Antonio Fontenla y
el ex alcalde de A Coruña Francisco Vazquez a la derecha.
Como en los peores años
Dirigente comunitario guatemalteco es secuestrado en acción conjunta entre el gobierno y empresa de capitales españoles
Descargar: MP3 (15.6 MB)
En la mañana del viernes 27 de setiembre, el
cielo del municipio de Santa Cruz Barillas (departamento de
Huehuetenango, Guatemala) amaneció sobrevolado por helicópteros. En esa
misma mañana, civiles y militares capturaron al militante Maynor López,
reconocido líder opositor a la instalación del proyecto hidroeléctrico
Santa Cruz, perteneciente a la empresa Hidralia SA* de capitales
españoles, a través de su subisdiaria Hidro Santa Cruz.
Los secuestradores apuntaron con armas de
fuego y agredieron Maynor, llevándolo en una camioneta (que los
pobladores reconocen como uno de los vehículos de la empresa), hasta un
lugar alejado de la comunidad, donde se encontraba uno de los
helicópteros que lo llevaría hasta la capital Ciudad de Guatemala, en
una acción que las comunidades no dudan en considerar como un secuestro.“Es un plan de agresión e invasión transnacional tutelado por los gobiernos de turno que implantan proyectos de saqueo a nombre de un falso de desarrollo”, afirmó Basilio Tzoy en entrevista con Radio Mundo Real, describiendo el acoso permanente del que vienen siendo víctimas las comunidades guatemaltecas en resistencia a los megaproyectos transnacionales. Una situación que según indica "hace recordar y vivir el conflicto armado interno en Guatemala durante 36 años de guerra".
Años de represión
La resistencia a este proyecto hidroeléctrico ocurre desde 2007, año en que las comunidades rechazan de forma contundente a través de consultas populares, la instalación de megaproyectos en sus territorios. Pero el conflicto siguió y se agravó el 1º de mayo de 2012, cuando hombres armados emboscaron y asesinaron a Andrés Francisco Miguel, hiriendo gravemente también a sus compañeros y vecinos Pablo Antonio Pablo y Esteban Bernabé.
El gobierno de Otto Pérez Molina declaró un Estado de Sitio en Santa Cruz Barillas ese mismo día, dando lugar a numerosas detenciones arbitrarias y violaciones a los derechos humanos de los y las pobladoras. Ocho de los defensores comunitarios y territoriales quedaron presos durante más de ocho meses siendo liberados a principios de este año.
Nueva ofensiva violenta
Este es el segundo secuestro del que es víctima Maynor, en mayo de este año el militante fue capturado y torturado en circunstancias muy similares a las ocurridas recientemente. Ahora, el dirigente estaría siendo acusado por “delitos de evasión, robo agravado, atentado con agravación específica e instigación a delinquir”, según informó Prensa Comunitaria.
Sin embargo en el transfondo de estas acusaciones está el hecho de que Maynor fue uno de los fuertes opositores a una mesa de negociación con participación restringida que quiso imponer el día 3 de setiembre, el presidente Otto Peréz Molino junto a la empresa Hidro Santa Cruz a la comunidad. Además del secuestro de Maynor, existen unas 22 órdenes de captura contra defensores comunitarios de Santa Cruz Barillas, para lo cual se han enviado unos 700 efectivos policiales a ese municipio, según cuenta Basilio Tzoy.
La resistencia aumenta
“Santa Cruz Barillas ha estado en Asamblea Permanente, con cerca de 5 mil a 8 mil personas presentes cada vez que se reúnen”, señala Basilio en referencia a la fortaleza que tiene la resistencia a la instalación del megaproyecto.
Agrega además que a la resistencia se han sumado ocho municipios más del departamento de Huehuetenango, además de comunidades del departamento de Quiché, que se encuentran en lucha contra otros proyectos hidroeléctricos.
Por último, Basilio señala que aunque la empresa Hidro Santa Cruz haya suspendido el trabajo en la región, “sus infiltrados siguen en las comunidades, han tenido reuniones, están comprando líderes, y han amenazado incluso sus propios trabajadores”.
En el día de hoy la Asamblea Departamental de Huehuetenango estará difundiendo un comunicado en el que rechazarán las acciones cometidas conjuntamente por el gobierno nacional y la empresa Hidro Santa Cruz en contra de las comunidades en defensa de su territorio.
*Nota de DR:
Hidralia SA es una empresa con sede en A Coruña, Galiza. Dirigida los hermanos Castro Valdivia esta empresa imperialista esta detras de atentados cometidos por sicarios contra lideres comunitarios opuestos a la presa hidroelectrica que se pretende construir en Sta. Cruz de Barillas.
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