miércoles, 4 de diciembre de 2013

INDIA: Continua la ofensiva de EGPL en el estado de Bihar.


correovermello-noticias
New Delhi, 04.12.13
Una nueva acción del Ejercito Guerrillero Popular de Liberación en el estado de Bihar ha causado la muerte de siete miembros de la policía este pasado martes.
Un vehículo policial con siete agentes de la BMP y un inspector cayó en una emboscada a menos de un km de la estación de policía de Tandwa. Un potente explosivo destrozo el vehículo causando la muerte de todos los ocupantes. Miembros de la guerrilla capturaron el armamento de los policías, informa la agencia TNN.
La prensa de la India relaciona estas acciones con una ofensiva que celebra la semana del Ejercito Popular del 2 al 8 de diciembre. Así mismo se afirma que hay tensiones entre la policía del estado y la CRPF por las denuncias de la primera, sobre un comandante de la CRPF al que acusan de pasar información a la guerrilla naxalita.

martes, 3 de diciembre de 2013

El Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en India convoca una jornada de solidaridad y acción con los presos políticos en la India el 25 enero de 2014.

 

Kolkata - CONVENTION ON UNCONDITIONAL RELEASE OF ALL POLITICAL PRISONERS 5 december -

international committee launches international day solidarity and action for political prisoners in India for 25 january 2013

CONVENTION ON UNCONDITIONAL RELEASE OF ALL POLITICAL PRISONERS
SPEEDY AND FAIR TRIAL, BAIL AND PAROLE
TORTURE AND CUSTODIAL KILLING
RIGHTS OF PRISONERS AND THEIR FAMILIES
► December 5, 2013
► Time: 1 PM to 7 PM
► Venue: Muslim Institute [Rafi Ahmed Kidwai Road, Kolkata 700 013; near Moulana Azad College]
The issue of political prisoners is increasingly becoming a matter of concern across the country. The governments at the centre, states and UTs instead of addressing the basic demands of various political organizations, people’s movements and individuals, has taken the short route of suppressing the dissenting voices and activities by imprisoning those who raise them. Draconian laws like UAPA, AFSPA, similar state laws and provisions of the IPC, especially sections 120B (Criminal Conspiracy), 124A (Sedition), etc., are being invoked indiscriminately to keep people behind the bars indefinitely and allowing the arms of the state to act with impunity. Political organisations / people’s movements have been declared ‘unlawful’ or ‘terrorist’ in line with America’s ‘Infinite War’ against what they call ‘terrorism’. Custodial torture, extracting of ‘confessions’ by brutal and unlawful methods and illegal unrecorded detention at undisclosed places and using the so-called confessions to prosecute and convict the victims has become the order of the day. All laws/provisions for safeguarding the rights of the arrested persons during and after arrests are flouted as a routine matter. Barring a few cases, the judiciary does not take cognizance of such acts, most of which are offences according to the laws of the land.
Movements for the release of political prisoners and for recognition of their status are as historic as the realities of political movements here and everywhere. Political prisoners deserve special status because they are alleged to have committed offences while pursuing their political ideology (with which one may or may not agree). Societies and regimes had always recognised such offences as distinct from offences committed out of personal agenda, greed and vendetta. This recognition received legal sanction in section 24 of the West Bengal Correctional Services Act 1992 as a result of sustained movements. The present West Bengal state government through an amendment passed by brute majority deprived a large number of political prisoners their due recognition to enable the state to continue to detain dissenters indefinitely and in effect without trial. This is a supplement to the new state government’s initial histrionics in the name of setting up a Review Committee for Political Prisoners.
The plight of the non-political under-trial prisoners and those convicted of petty crimes is no better, even worse in some aspects. Overcrowded wards, absence of barest minimum facilities for humane existence coupled with corruption and the criminal nexus between a section of hardened criminal convicts and jail staff which runs the daily affairs have turned the ‘correctional homes’ into veritable hell-holes. Court orders, Human Rights Commissions’ recommendations – nothing can ameliorate the situation.
Rights organisations, Democratic organisations and political parties, as well as concerned individuals have been agitating on the issue.
We earnestly feel that only a strong movement can make an insensitive government relent. To take a stock of the situation and to chalk out future programmes, the victims’ families, their lawyers and other legal activists, rights activists and concerned individuals need to share their experiences.
With this view, we request you / your organisation to participate in a convention called by ‘APDR & other Mass Organizations’ on 5 December 2013.
Dhiraj Sengupta (APDR)

BRASIL: I ENCONTRO DA FIP.

 
I ENCONTRO DA FIP
ORGANIZAR A FIP NO RIO DE JANEIRO
PREPARAR AS LUTAS DE 2014


O ano de 2013 está sendo o ano da generalização do protesto popular no Rio de Janeiro e em todo o Brasil. Para colocar tantas reivindicações nas ruas, o povo resistiu bravamente aos ataques da polícia, dos monopólios dos meios de comunicação e dos oportunistas de plantão.
Em meio à aguerrida resistência, lutadores se encontraram nas ruas, atuando juntos ombro a ombro e percebendo que podiam contar uns com os outros. Nasceu daí a Frente Independente Popular, agrupando ativistas combativos – independentes e de organizações de luta.

Tomando como princípios o classismo, a combatividade e o rechaço ao oportunismo eleitoreiro, os ativistas da FIP estiveram mobilizando diversos lutadores para os protestos na cidade. Formamos um bloco de luta ativo nas ruas.

APROXIMA-SE O TEMPO DE APROFUNDAR AS LUTAS

Lutas pela redução das passagens e por transporte digno, 1 milhão de pessoas nas ruas contra todas as formas de opressão do Estado sobre o povo, luta contra o Estado de Sítio imposto pela FIFA, resistência da Aldeia Maracanã e contra a destruição e privatização do complexo desportivo do Maracanã, resistência às balas da polícia do Papa, Cabral e Dilma, luta contra o fascismo de Sérgio Cabral, Eduardo Paes e da Câmara de milicianos da cidade do Rio, denúncia dos crimes do regime militar durante o 7 de setembro, greve e protestos combativos de professores, manifestações contra o Leilão do Pré-Sal, além da contínua luta contra a criminalização dos movimentos sociais e manifestantes empreendido pelos governos municipal, estadual e federal.
Esse é um breve histórico das lutas de 2013. Contribuímos para todas essas batalhas, formando a Frente Independente Popular. E além de todas essas lutas é importante lembrar que a FIP promoveu também freqüentes panfletagens apoiando as lutas do povo em Manguinhos contra a UPP, na Central do Brasil contra a precarização dos trens pela Supervia, em Bangu (presídio) contra as arbitrariedades, maus-tratos da população e pela libertação dos presos políticos.

Para dar conta das lutas de 2014, precisamos dar um passo à frente na organização daqueles que lutam. Só vamos poder encarar os desafios de 2014 em diante se a FIP se consolidar nos quatro cantos da cidade. As lutas gerais na cidade terão maior sucesso, com a formação de pólos combativos que organizem luta nas diversas regiões do Rio. A FIP precisa estar presente nas escolas, universidades, indústrias e demais locais de trabalho, ocupações, favelas e bairros.
A Copa do mundo da FIFA e outros megaeventos (Olimpíadas) estão chegando e os governos vão seguir com a política de remoções, de sitiamento da cidade, de precarização da saúde, educação, condições de trabalho, e na criminalização dos movimentos sociais, tentando garantir lucros tremendos aos grandes grupos empresariais com seus megaempreendimentos. A resposta do povo será impedir seus planos, expor o estado de calamidade em que vive o povo pobre, colocar milhões de pessoas nas ruas pra mostrar que não se constrói um país com estádios de futebol.
As eleições farsantes de outubro virão na sequência com sua demagogia, enganação do povo com falsas promessas e vendendo ilusões de um desenvolvimento que na realidade nunca se realizará nem trará igualdade ao nosso país, que se encontra dominado pelo imperialismo. A população cansada e decepcionada com essa falsa democracia representativa não se contentará em apenas engordar os índices de boicote a votação. Vamos tomar as ruas mostrando que só com revolução nosso país mudará e a vida do povo realmente se transformará.

PARTICIPE DO ENCONTRO DA FIP - 14 E 15 DE DEZEMBRO DE 2013

NA ALDEIA MARACANÃ

TENHA MAIS INFORMAÇÕES E SE INSCREVA COM AS COMISSÕES DE MOBILIZAÇÃO DO ENCONTRO E NAS PLENÁRIAS
FRENTE INDEPENDENTE POPULAR


FRENTE INDEPENDENTE POPULAR
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frenteindependentepopular@hushmail.com
facebook.com/FIPRJ


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CONTRA EL LIBERALISMO. Mao Tse-tung. Tomo II, págs. 25-27.

 

 

Mao Tse-tung

CONTRA EL LIBERALISMO


Del
Obras Escogidas de Mao Tse-tung
EDICIONES EN LENGUAS EXTRANJERAS
PEKIN 1976

Primera edición 1968
(3a impresión 1976)

Tomo II, págs. 25-27.


Transcrito © para el Internet por Rafael Masada, Masada97@aol.com
Las indicaciones del HTML por David Romagnolo, djr@cruzio.com (Mayo de 1998)


pág. 25




CONTRA EL LIBERALISMO 7 de septiembre de 1937



    Estamos por la lucha ideológica activa, pues ella es el arma con que se logra la unidad interna del Partido y demás colectividades revolucionarias en beneficio del combate. Todos los comunistas y revolucionarios deben empuñar esta arma.
    Pero el liberalismo rechaza la lucha ideológica y propugna una paz sin principios, dando origen a un estilo decadente y vulgar, que conduce a la degeneración política a algunas organizaciones y miembros del Partido y demás colectividades revolucionarias.
    El liberalismo se manifiesta en diferentes formas:
    A sabiendas de que una persona está en un error, no sostener una discusión de principio con ella y dejar pasar las cosas para preservar la paz y la amistad, porque se trata de un conocido, paisano, condiscípulo, amigo íntimo, ser querido, viejo colega o viejo subordinado. O bien buscando mantenerse en buenos términos con esa persona, rozar apenas! el asunto en lugar de ir hasta el fondo. Así, tanto la colectividad como el individuo resultan perjudicados. Este es el primer tipo de liberalismo.
    Hacer críticas irresponsables en privado en vez de plantear activamente sugerencias a la organización. No decir nada a los demás en su presencia, sino andar con chismes a sus espaldas; o callarse en las reuniones, pero murmurar después. No considerar para nada los principios de la vida colectiva, sino dejarse llevar por las inclinaciones personales. Este es el segundo tipo.
    Dejar pasar cuanto no le afecte a uno personalmente; decir lo menos posible aunque se tenga perfecta conciencia de que algo es incorrecto; ser hábil en mantenerse a cubierto y preocuparse únicamente de evitar reproches. Este es el tercer tipo.
    Desobedecer las órdenes y colocar las opiniones personales en primer lugar; exigir consideraciones especiales de la organización, pero rechazar su disciplina. Este es el cuarto tipo.
pág. 26

    Entregarse a ataques personales, armar líos, desahogar rencores personales o buscar venganza, en vez de debatir los puntos de vista erróneos y luchar contra ellos en bien de la unidad, el progreso y el buen cumplimiento del trabajo. Este es el quinto tipo. Escuchar opiniones incorrectas y no refutarlas, e incluso escuchar expresiones contrarrevolucionarias y no informar sobre ellas, tomándolas tranquilamente como si nada hubiera pasado. Este es el sexto tipo.
    Al hallarse entre las masas, no hacer propaganda ni agitación, no hablar en sus reuniones, no investigar ni hacerles preguntas, sino permanecer indiferente a ellas, sin mostrar la menor preocupación por su bienestar, olvidando que se es comunista y comportándose como una persona cualquiera. Este es el séptimo tipo.
    No indignarse al ver que alguien perjudica los intereses de las masas, ni disuadirlo, ni impedir su acción, ni razonar con él, sino dejarle hacer. Este es el octavo tipo.
    Trabajar descuidadamente, sin plan ni orientación definidos; cumplir sólo con las formalidades y pasar los días vegetando: "mientras sea monje, tocaré la campana". Este es el noveno tipo.
    Considerar que se ha rendido grandes servicios a la revolución y darse aires de veterano; desdeñar las tareas pequeñas pero no estar a la altura de las grandes; ser negligente en el trabajo y flojo en el estudio. Este es el décimo tipo.
    Tener conciencia de los propios errores pero no intentar corregirlos, tomando una actitud liberal para consigo mismo. Este es el undécimo tipo.
    Podrían citarse otros tipos más, pero los once descritos son los principales.
    Todas éstas son manifestaciones de liberalismo.
    En una colectividad revolucionaria, el liberalismo es extremadamente perjudicial. Es una especie de corrosivo, que deshace la unidad, debilita la cohesión, causa apatía y crea disensiones. Priva a las filas revolucionarias de su organización compacta y de su estricta disciplina, impide la aplicación cabal de su política y aleja a las organizaciones del Partido de las masas que éste dirige. Se trata de una tendencia sumamente perniciosa.
    El liberalismo proviene del egoísmo de la pequeña burguesía; éste coloca los intereses personales en primer plano y relega los intereses de la revolución al segundo, engendrando así el liberalismo en los terrenos ideológico, político y organizativo.
pág. 27

    Los adictos al liberalismo consideran los principios del marxismo como dogmas abstractos. Aprueban el marxismo, pero no están dispuestos a practicarlo o a practicarlo cabalmente; no están dispuestos a sustituir su liberalismo por el marxismo Tienen su marxismo y también su liberalismo hablan del marxismo pero practican el liberalismo el marxismo es para los demás y el liberalismo para ellos, mismos. Llevan ambos en su bagaje y encuentran aplicación para uno y otro. Así es como funciona el cerebro de cierta gente.
    El liberalismo constituye una manifestación de oportunismo y es radicalmente opuesto al marxismo. Es negativo y, objetivamente, hace el juego al enemigo. De ahí que éste se alegre si en nuestras filas persiste el liberalismo. Por ser tal su naturaleza, no debe haber lugar para el liberalismo en las filas revolucionarias.
    Debemos emplear el espíritu marxista, que es positivo, para superar el liberalismo, que es negativo. El comunista debe ser sincero y franco leal y activo, poner los intereses de la revolución por encima de su propia vida y subordinar sus intereses personales a los de 1a revolución; en todo momento y lugar ha de adherirse a los principios justos y luchar infatigablemente contra todas las ideas y acciones incorrectas, a fin de consolidar la vida colectiva del Partido y la ligazón de éste con las masas ha de preocuparse más por el Partido y las masas que por ningún individuo, y más por los demás que por sí mismo. Sólo una persona así es digna de llamarse comunista.
    Todos los comunistas leales, francos, activos y honrados deben unirse para combatir las tendencias liberales, que cierta gente tiene, y encauzar a ésta por el camino correcto. He aquí una de nuestras tareas en el frente ideológico.

lunes, 2 de diciembre de 2013

Un articulo de los camaradas del Comité de Construcción del PCR de las tierras de Òc.

 

Servir le Peuple?

Après les éructations de Mélenchon sur les mobilisations populaire en Bretagne, le PCF/FdG continue sur sa lancée en défendant la spéculation immobilière organisée par la classe bourgeoise pour ses loisirs, aux dépens des classes populaires.
Ce communiqué, que vous pouvez lire ici, s’attaque aux actions de résistances des Basques face à la dépossession de leur terre et l’impossibilité pour les classes populaires d’y vivre décemment. Le communiqué commence sur les chapeaux de roue en condamnant ‘avec la plus grande énergie’ ces actions de résistance populaire ; nous ne pouvons qu’être passablement 'étonnés' (enfin, seulement à moitié, connaissant le passif) de retrouver dans la bouche d’un Parti se revendiquant des droits du peuple le même lexique que celui de la place Beauvau, passons. S’il n’y avait que cela, nous pourrions mettre ce type de mimétisme langagier sur le compte de l’habitude de côtoyer et de participer au pouvoir.
La suite du communiqué est bien plus grave car elle criminalise la résistance populaire. Pour le PC/FdG cette politique « criminelle est inadmissible » et de plus elle ne serait pas « les bons moyens ». Le PCF/FdG devrait savoir, en tant que (prétendus) 'marxistes', que là où il y a oppression il y a résistance et que si des gens décident de risquer des années de prison, c’est que la situation nécessite autre chose qu’une réponse « démocratique », c’est-à-dire suspendue à une hypothétique victoire (qui n’arrivera pas) des idéaux égalitaires par les urnes. Sachant que le PCF, d’après son nom, se revendique du communisme, nous lui proposons dans la foulée de relire quelques classiques de la littérature marxiste : Le rôle de la violence dans l’histoire ou l’Anti-Dühring de de F. Engels, le Manifeste du Parti communiste du même auteur et de K.Marx ou encore L’État et la révolution de V.I. Lénine. Tout y expliqué, notamment sur le rôle incontournable de la violence dans l’histoire et la nécessité de détruire l'ancien pour construire le nouveau. En bref, communisme et non-violence est un oxymore, là encore nous mettons cela sur le compte du trop long contact incestueux avec la démocratie bourgeoise, qui n’autorise la violence que quand elle est de son 'légitime' ressort.
Le PCF/FdG continue dans la même veine en dénonçant la question ‘identitaire’. Là aussi, nous leur répondons qu’il n’est pas question ‘d’identité’ mais bien de droit des peuples à l’autodétermination, autre concept très important pour tout marxiste conséquent. Les Basques savent très bien qui ils sont et ils demandent avec justesse quelques droits démocratiques légitimes, notamment la séparation d’avec l’État qui les nie. Nous espérons simplement que l’utilisation de ce vocabulaire n’est pas confondre le juste droit des Basques à leur liberté avec un mouvement éponyme à tendance fasciste, n’est-ce pas ?
En continuant, nous tombons dans l’absurde et nous voyons ce même Parti défendre le 'droit' des gens à venir s’installer où ‘il fait bon vivre’. Pourquoi pas, en soi nous n'y sommes pas opposés. Sauf qu’il oublie de préciser que cette ‘volonté de bien vivre’ s'inscrit purement dans un cadre de loisir et que c’est l’apanage de la bourgeoisie des grandes métropoles. Que les vacances et le bien-être de quelques uns durant un ou deux mois empêchent aux personnes les plus fragiles de se loger. Ces mêmes classes qui n’ont pas les moyens d’aller ailleurs pour ‘bien vivre’, et qui de toute manière ne le veulent pas, puisqu'apparemment il fait ‘mal vivre’ ailleurs et parce que tout simplement c’est, ici, chez eux. Le PCF/FdG devrait se demander pourquoi il fait encore ‘bien vivre’ au Pays Basque et beaucoup moins dans les immenses métropoles, vidées de sens, simplement livrées aux bacchanales de la marchandise…
Nous voyons le PCF/FdG défendre ce que K. Marx a dénoncé comme la plus grande aliénation du capitalisme, la supériorité de la marchandise sur l’humain, qu’il a résumée dans la formule : « la mort saisit le vif ». En un mot, il est plus important pour le PCF/FdG de défendre quelques biens immobiliers (bien mal acquis sur l’exploitation du plus grand nombre en plus) que d’être du côté du Peuple. Mais pourquoi cet empressement pour le moins ‘anticommuniste’, si ce n’est par opportunisme électoral ? Si tel est le cas nous proposons au PCF/FdG quelques solutions à proposer à leurs électeurs, allant dans un sens résolument égalitaire :
  • Interdire les agences immobilières.
  • Priorité aux populations locales
  • Fixer le prix du m² de manière autoritaire.
  • Saisir les logements vides et les redistribuer aux personnes en besoin et mal-logé.
  • Appuyer les occupations des maisons vides.
  • Fixer les loyers des HLM à 5% du salaire et des loyers privées à 15%.
  • Annuler les dettes absurdes sur des dizaines d’années contractées par les classes populaires pour acheter un logement.
  • Interdiction de construire sur des terres arables.
  • Et nous rajouterons le droit à l’autodétermination de tous les peuples.
Voilà quelques mesurettes qui rapprocheraient le PCF/FdG des vrais problèmes des classes exploitées et qui auraient un semblant de politique égalitaire, ce qui ne serait pas plus mal en ces temps de montée du fascisme. Mais il est vrai que ce Front ne se revendique même plus d’un État socialiste du Peuple, ni même de l’anticapitalisme mais bien de l’antilibéralisme, cache sexe sémantique pour dire en fin de compte... rien du tout.
Nous trouvons par contre franchement burlesque que ce Parti vienne donner des leçons de politique au Peuple basque. Normalement, un Parti communiste devrait être toujours du côté du peuple (le camp du peuple est notre camp), non pas en dictant ce qu’il doit faire mais en le servant. L’utilisation de la violence dans ce cas n’est pas à discuter, car c’est à l’exploité qui résiste de choisir ses moyens et à nous militants politiques de proposer des réponses pour transformer la réalité et changer le monde. Mais de là à être révolutionnaire, il n’y a qu’un pas, et nous comprenons que la vielle machinerie usée du PCF/FdG ne se risquera pas à un tel saut dans le vide.
Pour autant, nous savons qu'il y a de nombreux militants sincères cachés derrière les ambitions de quelques dents longues aux idées courtes : nous disons à ces camarades que la porte du comité de construction du Parti communiste des terres occitanes est ouverte pour venir lutter pour une véritable politique égalitaire devenue urgente. 

Comité de Construction pour le Parti communiste révolutionnaire des Terres d'Òc : 

Déclaration du 11 Novembre

domingo, 1 de diciembre de 2013

NEPAL: El PCN-maoísta rechaza integración en la Asamblea Constituyente.


correovermello-noticias
Kathmandu, 01.12.13
El Vice Presidente del PCN- Maoísta CP Gajurel ha dicho que su partido no va a ser parte de la Asamblea Constituyente (AC), independientemente del número de asientos ofrecidos a la misma.En su intervención en un acto organizado en la capital el domingo, el líder Gajurel refutó haber dicho  , según lo sugerido por algunos medios de comunicación , que su partido se unirá a AC sobre la condición de un lugar "respetable" en la asamblea elegida."Nuestro partido rechaza firmemente las propuestas para participar en la AC", dijo el camarada Gajurel, para disipar las especulaciones de que algunos de los líderes del Partido Comunista de Nepal - Maoísta podrían unirse a la CA por invitación del Gabinete.
Balas almibaradas.El derechista Congreso Nepalí y el PCN-UML , entre otras partes, han estado considerando la posibilidad de ofrecer a los líderes del PCN- Maoísta los 26 escaños de nominación para incluirlos en la fraudulenta AC .

sábado, 30 de noviembre de 2013

LIBERTADE PARA BAHAR !

O novo arresto do coñecido activista belga de origen sirio Bahar Kimyongür, agora no aeroporto de Milan, Italia,  baseada nuhna orde internacional emitida polo reaccionario goberno turco ten motivado unha ampla onda de solidariedade. Nos anos 2006 e 2007 Bahar foi protagonista de dous xuizos en Belxica acusado de terrorismo polo goberno turco por unha suposta relación coa organización clandestina DHKP-C. Nesta ocasión é hostigado pola súa denuncia da participación turca na agresión a Siria.



Erdogan chiede vendetta, l'Italia acconsente: il caso di Bahar Kimyongur. (proletari comunisti)

consulat-it-4Il Comitato per la libertà dell’espressione e dell’associazione lancia per il primo dicembre alle ore 15 un nuovo appuntamento sotto l’ambasciata italiana a Bruxelles per richiedere l’immediata liberazione di Bahar Kimyongur. Lunedì, 25 novembre, presso la Corte d’Appello di Brescia si è tenuta un’udienza per chiedere a Bahar se volesse essere estradato in Turchia o no. Una domanda sensata, giacché lo stato turco cerca la vendetta dal lontano 2006 per la verità che il giornalista ha osato raccontare al mondo, ma tant’è: l’udienza fa parte della prassi per l’estradizione.  L’avvocato Romoli ha evidenziato come la Corte italiana non abbia nessun dossier mandato dalla Turchia, ma soltanto il verbale d’arresto. Scontata la risposta di Bahar, il quale ha negato la volontà di essere estradato.
In contemporanea, a Bruxelles si è tenuto un presidio di solidarietà, durante il quale più di 250 persone hanno chiesto l’immediata scarcerazione del loro connazionale. Il Comitato per la libertà dell’espressione e dell’associazione ha sottolineato quanto sia importante mantenere costante la pressione sullo stato italiano, affinché non sia commessa un’enorme ingiustizia. La magistratura belga e nel 2006 quella olandese hanno rifiutato di concedere l’estradizione, assecondando il mandato della Turchia. Solo la Spagna (fatti che risalgono a quest’estate e Bahar dovrà affrontare un processo) e l’Italia eseguono i mandati di Erdogan. Solo quest’estate i giornali nazionali gridavano alla soppressione della democrazia e alla violenza dello stato turco, vista la sanguinaria repressione delle manifestazioni e, neanche sei mesi dopo, l’Italia esegue il mandato di cattura. È chiaro quale sarà il destino di Bahar una volta tornato nella sua terra natale: il regime di Erdogan non tollera chi osa esportare gli orrori commessi dallo stato, infatti, diversi giornalisti sono stati imprigionati e torturati e lo stesso destino toccherà a Bahar, qualora non si riuscisse a impedire la sua spedizione in Turchia.
Lunedì si terrà un’altra udienza, in cui l’avvocato chiederà al giudice la liberazione o quantomeno l’alleviamento della misura cautelare per Bahar, come ad esempio i domiciliari. Nel frattempo, è quasi certo che il giornalista di origine turche dovrà rimanere in Italia, in tal modo da impedirgli di tornare in Belgio e sfuggire all’eventuale procedura di estradizione, la quale durerà per alcuni mesi. Dunque, Bahar dovrà rimanere qui, lontano dalla sua famiglia, con la quale non ha ancora avuto alcun contatto dal momento della sua carcerazione.
gli orrori commessi dallo stato, infatti, diversi giornalisti sono stati imprigionati e torturati e lo stesso destino toccherà a Bahar, qualora non si riuscisse a impedire la sua spedizione in Turchia.

Lunedì si terrà un’altra udienza, in cui l’avvocato chiederà al giudice la liberazione o quantomeno l’alleviamento della misura cautelare per Bahar, come ad esempio i domiciliari. Nel frattempo, è quasi certo che il giornalista di origine turche dovrà rimanere in Italia, in tal modo da impedirgli di tornare in Belgio e sfuggire all’eventuale procedura di estradizione, la quale durerà per alcuni mesi. Dunque, Bahar dovrà rimanere qui, lontano dalla sua famiglia, con la quale non ha ancora avuto alcun contatto dal momento della sua carcerazione.

BRASIL: Terceiro dia de greve na construção em BH

greve


Nota a imprensa do Sindicato dos Trabalhadores da Construção de BH e Região – MARRETA


Belo Horizonte, 29 de novembro de 2013.
As paralisações iniciadas no dia 27, prosseguem em várias obras na capital.
Os trabalhadores paralisaram uma série de obras na região centro-sul, oeste, norte e leste. Protestos de operários bloquearam o trânsito nas Avenidas Cristiano Machado (bairro Floramar) e Abraão Caram (próximo a UFMG).
Na manhã de hoje, a greve segue nas obras á paralisadas ontem e se estende a outras.
Os operários da construção de Belo Horizonte e Região, organizados pelo STIC-BH – MARRETA encontram-se em plena campanha salarial 2013/2014, cuja data-base é no mês de novembro.
Hoje, 29/11, vários canteiros de obras amanheceram com piquetes e concentrações de trabalhadores que reivindicam melhores salários e melhores condições de trabalho, alimentação no canteiro de obras (almoço e café da tarde), etc..
Há paralisações em obras empreendidas pelas construtoras Direcional, OAS, M Roscoe, Via Engenharia e outras. Há uma grande concentração de trabalhadores diante de uma obra empreendida pela M Roscoe na Rua Rio de Janeiro (próximo a esquina com Av. do Contorno) que os grevistas afirmam ser propriedade de um diretor do sindicato patronal (Sinduscon).
Também há concentração de trabalhadores em uma obra da Cemig empreendida pela Via Engenharia no bairro de Lourdes (Avenida Barbacena). Os trabalhadores denunciam que encarregados da obra tentaram pressionar os grevistas a retomarem o trabalho e chegaram a tentar agredir um diretor do Sindicato. O piquete foi mantido e a obra continua paralisada.
Na UFMG há grande movimentação e os trabalhadores se preparam para partir em passeata, como ontem, em direção a Avenida Abrahão Caram.
Sinduscon não comparece a reuniões de negociação
No último dia 24 de novembro, os trabalhadores da construção de Belo Horizonte e Região decidiram, em assembleia, pelo Estado de Greve e o comunicaram ao Sinduscon.
O Sindicato dos Trabalhadores da Construção de BH e Região  – STIC-MARRETA entregou, no final de setembro, a pauta de reivindicações da categoria aprovada em assembleia ao sindicato patronal e, até o momento, ocorreram duas reuniões que deveriam ser para tratar da pauta de reivindicações, mas apenas o advogado do Sinduscon compareceu sem sequer fazer referência à pauta apresentada pelos trabalhadores. Os diretores do Sinduscon não compareceram em nenhuma dessas reuniões ou se pronunciaram sobre as reivindicações dos trabalhadores.
A proposta apresentada pelo advogado do Sinduscon foi de 7,5% de reajuste, o que, segundo os cálculos feitos pela diretoria do MARRETA, equivalem a R$ 1,85 por dia (tomando como base o salário de um servente). Essa proposta aviltante foi unanimemente rejeitada pela categoria na assembleia do dia 24.
As principais reivindicações da categoria são:
Melhores salários
Oficial: R$2.300,00
Oficial de acabamento: R$2.700,00
Meio oficial: R$2.000,00
Servente: R$1.500,00
Vigia: R$1.700,00
Mestre de obra: R$4.200,00
Encarregado: R$3.000,00
Almoxarife e apontador: R$2.700,00
Operador de betoneira: R$2.300,00
Operadores de guinchos/elevadores: R$2.700,00
-   Almoço e café da tarde em todos os canteiros de obras. Chega de levar marmita de casa ou ficar comprando almoço caro em porta de obra. De acordo com a CLT o trabalhador tem o direito de se alimentar de 4 em 4 horas. Alimentação é um direito e as empresas têm que fornecer refeições de qualidade.
-  Fim da terceirização nos canteiros de obras.
-  Melhoria das condições de trabalho, com adoção de medidas coletivas e individuais de segurança.
-  Alojamentos decentes.
Fonte: http://www.ligaoperaria.org.br/1/?p=6438

viernes, 29 de noviembre de 2013

Esclavas, comunas y.... Un articulo del compañero M. Alonso.





Esclavas, comunas y maoístas indios.
M. Alonso.

La “liberación” de tres mujeres supuestamente secuestradas en Londres tiene todos los componentes de un sainete de la prensa amarilla o de intoxicación mediática.
Atengámonos a los hechos. Toda la prensa británica y las agencias internacionales recogen la noticia, inicialmente como la difunde la policía, para luego descubrir dos días más tarde, algo que tenía que saber ya la policía, que la pareja acusada fueron activistas maoístas en los años 70 y estuvieron al frente de una comuna, denominada Mao Tse-tung Memorial, en el popular barrio londinense de Acre Line.
Ahora se difunde, con sensacionalismo, que el acusado, un anciano de 73 nacido en la India, conocido en los medios políticos de la izquierda como “camarada Bala” fue miembro del Partido Comunista británico hasta su expulsión por “dogmatico” en 1974.
También se informa que la policía sospecha que están tras la muerte, atribuida como intento de suicidio, de una miembro del grupo, una estudiante de derecho, que sería la madre de una de las mujeres “secuestradas”. Otra de las mujeres, de 57 años seria la hija del conocido matemático y criptógrafo irlandés John Herivel.
La propia BBC duda de las afirmaciones policiales, aunque aun así las difunde. Fuentes marxistas leninistas británicas se desmarcan del grupo y hablan de manipulación medíatica.
Hasta aquí, tenemos una confusa historia de miseria humana, pero convertida (¿de forma casual?) en una sutil forma de ligar el maoísmo, la India y las comunas con formas de perversa esclavitud y sectarismo nocivo.
¿No seria licito pensar que esta noticia se relaciona de alguna manera con la preocupación de los reaccionarios locales y de la India en el avance de la solidaridad internacional con la guerra popular en la India?
¿En una forma de intoxicar a la opinión publica cuando el maoísmo gana día a día el apoyo en los pueblos en lucha?.
De los imperialistas ingleses se puede esperar cualquier cosa y que mejor, que una cortina de humo sobre los comandos asesinos en el Ulster.

BANGLADESH: Trabajadores incendian fabrica textil.


Trabajadores de Bangladesh prenden fuego a una fábrica textil que, en
 por Kaos. Antiglobalizacióntra otras, producía para Zara 





 
Un enorme incendio ha destruido este viernes una fábrica de ropa en Bangladesh que abastece a las principales marcas occidentales, entre ellas la española Zara, según han informado las autoridades. El fuego ha sido provocado por trabajadores furiosos ante los rumores de la muerte de un empleado por disparos de la Policía.

El textil es un sector vital en el país asiático, cuyos bajos salarios y acceso libre por parte de los mercados occidentales han ayudado a convertirlo en el segundo principal exportador de ropa después de China.

Pero una serie de accidentes mortales, como el derrumbe ocurrido en abril de un edificio que mató a más de 1.100 personas, ha desencadenado preocupaciones en torno a la seguridad en un sector que mueve 22.000 millones de dólares.

En el incendio de este viernes, que ha destruido un edificio de 10 plantas en Gazipur, a 40 kilómetros de la capital, Dacca, no ha habido muertos.

Un fotógrafo de Reuters en el lugar ha relatado que la ropa quemada estaba desparramada por el suelo con nombres de marcas como las de las cadenas estadounidenses American Eagle Outfitters, Gap o Wal-Mart Stores. También había ropa de otros marcas como Li and Fung , Marks and Spencer, Sears Canada, Fast Retailing Uniqlo y Zara.

La fábrica era una de las diez mayores del país, según Mohamad Atiqul Islam, presidente de la asociación textil de Bangladesh.

Unos 18.000 empleados trabajaban en la fábrica, ha indicado a Reuters su dueño, Mosharraf Hossain. Sin embargo, la mayoría había abandonado el complejo poco antes de que comenzase el fuego.

La última serie de incidentes en Bangladesh ha puesto al Gobierno, el sector textil y a las marcas mundiales bajo presión para reformar su industria, que da trabajo a cuatro millones de personas.


Nota de DR:
Esta noticia se produce en un momento de maxima tensión en el país. Agencias internacionales informan de mas de 15 personas muertas en diversas partes del país despues de la convocatoria de un nuevo circo electoral. La oposición reclama un gobierno interino ajeno al reaccionario premier Hasina.  

INDIA: Gobierno reaccionario urge a la Unión Europea para que actue contra el Comité Internacional.

India regime call European Union to act against International Commitee of support

India briefs EU about violence perpetrated by Naxals
New Delhi: India on Wednesday briefed the European Union about the violence perpetrated by Naxals and urged it to ensure that the rebels do not get support from the organisations based in its member countries. In a meeting, the Ministry of External Affairs sensitised EU representatives about the violence being carried out by CPI (Maoist), which killed more than 8,100 people since 2001. The move came after CPI(Maoist) had recently thanked more than two dozen organisations in Germany, Austria, France, Switzerland, Holland, Sweden, Italy, Norway, Spain, Britain, Brazil, Canada and Philippines which took part the November 24, 2012 conference in Hamburg supporting of the “people’s war in India”.
The MEA took the initiative after the Ministry of Home Affairs provided supporting documents about the terror being carried out by the Naxals in nine states, which resulted in killings, maiming of people, destruction of public and private properties, forests and natural resources. During the meeting, the representatives of the EU and Euro-Asia division of the MEA discussed issues concerning human rights in the region. Following an appeal of the International Committee to Support of the People’s War in India and the Hamburg-based League against Imperialist Aggression, people from different parts of the world attended the Hamburg conference to exchange views, support the “struggle of the Indian people against imperialism, semi-feudalism and bureaucratic capitalism”.
http://zeenews.india.com/news/nation/india-briefs-eu-about-violence-perpetrated-by-naxals_892841.html

jueves, 28 de noviembre de 2013

PERÚ: Guerrilla del VRAEM ataca base militar.

correovermello-noticias
Lima, 27.11.13
La base Unión Mantaro en el distrito de Llochegua, provincia de Huanta, región de Ayacucho fue objeto de un ataque de una columna guerrillera según informa un comunicado del Comando Conjunto de la FF.AA. 
En el violento ataque resulto muerto un soldado del ejercito.

INDIA – NOTICIAS DE LA GUERRA POPULAR





The line between good and bad has been blurred by the burden of Dandakaranya’s blighted history.

Nota – La siguientes noticias ha sido extraídas de la web Signalfire http://www.signalfire.org/  La traducción al español es responsabilidad de Gran Marcha Hacia el Comunismo. Madrid, noviembre 2013.



POR QUÉ LAS MUJERES SE UNEN A LOS MAOÍSTAS

Servicio de Noticias de la BBC – 20 Noviembre 2013

El periodista Kishalay Bhattacharjee informa que son cada vez más el número de mujeres que se unen a las actividades de los grupos rebeldes maoístas de la India.
Rebeca, muchacha de una tribu, es la guardaespaldas de un comandante de la zona local del grupo rebelde maoísta de la India en el Estado oriental indio de Orissa. Los maoístas, también conocidos como “naxalitas”, han venido actuando durante más de 40 años en la India central y oriental. Exigen tierra y trabajo para los pobres, y, en última instancia, quieren establecer una sociedad comunista derrocando la forma de  dominio “semicolonial, semifeudal”. Portando un rifle automático, la cara de Rebecca está cubierta con una malla negra  para protegerse de la malaria en las infestadas de mosquitos junglas del distrito de Kandhamal. La hermana de Rebecca se unió a los rebeldes en 2010.
Tras su detención, y estando bajo custodia policial, fue presuntamente violada en grupo. Su hermano, dice ella, fue arrestado también por las fuerzas de seguridad y “murió misteriosamente” estando detenido. Rebecca dice que la “represión policial” la condujo también a coger las armas y unirse a los rebeldes. “No vivimos esta dura vida por nada. No tenía otra elección sino unirme a la revolución. Ahora no hay vuelta atrás”, dice desafiante.
El movimiento maoísta se inició en los años 60 con un alzamiento campesino en una pequeña plantación de té en el Estado de Bengala occidental. Los analistas señalan que la razón por la cual más mujeres se unen al “movimiento” se puede atribuir a las desesperadas condiciones que prevalecen en el campo indio: desplazamiento de los lugareños de sus tierras debido a los proyectos de las grandes empresas, la pobreza machacante y el temor a las atrocidades de las fuerzas de seguridad y la milicia apoyada por el Estado –como Salwa Judum- que se enfrenta a los rebeldes.
Rahul Bhagat, antiguo jefe de la policía en el bastión maoísta de Bastar en Chhatisgarh afirma: “Ahora, casi la mitad de los combatientes rebeldes son mujeres. La mayoría de los combatientes mujeres y hombres cohabitan ya sea casados o como parejas sin casar”. La policía señala que las mujeres rebeldes, en general, juegan un papel táctico en las operaciones. Las mujeres combatientes han dirigido algunos de los ataques más importantes en la India. En Mayo, afirma la policía, las mujeres combatientes se unieron a los hombres rebeldes en el frente llevando a cabo un ataque mortal en Chhattisgarh, donde 24 personas, incluidos varios de los máximos políticos del Estado, resultaron muertos.


LA HUELGA CONVOCADA POR LOS MAOÍSTAS SACUDE KORAPUT
Jeypore – 21 Noviembre 2013 – Según informa “The New Indian Express”, la actividad diaria en Koraput quedó paralizada durante el bandh (huelga general) convocado  por el Comité Zonal Especial de Andhra Pradesh Odisha del Partido Comunista de la India (Maoísta). Los autobuses y camiones no circularon por las carreteras de los distritos de Koraput, Malkangiri, Rayagada y Nabarangpur. En los carteles y pancartas de los maoístas que se encontraron en Lamtaput, Narayanpatna, Bandhugaon y Ramgiri, los maoístas exigían la retirada de las fuerzas paramilitares, el cese del asesinato de personas inocentes de las tribus por parte de la policía además de que se ponga fin a la operación antimaoísta en la región.


LOS MAOÍSTAS MATAN A DOS INFORMADORES DE LA POLICÍA EN EL TRANSCURSO DE UNA HUELGA GENERAL EN MALKANGIRI
Malkangiri – 20 Noviembre 2013 – “The New Indian Express” informa que un grupo de guerrilleros maoístas acabaron con la vida de dos supuestos informadores de la policía en el distrito de Malkangiri en Odisha coincidiendo con un bandh (huelga general) convocado por el Partido Comunista de la India (Maoísta) exigiendo la retirada de las fuerzas de seguridad y el cese de las operaciones contra los maoístas. Según el periódico, un grupo de maoístas fuertemente armado atacó la aldea de Bahiliguma en la remota zona de Chitrakonda por la noche disparando contra Satirao Hantala (de 45 años) y Laxmi Khara (de 37) tras conminarles a que salieran de sus casas. Los maoístas abandonaron el lugar inmediatamente penetrando en el bosque cercano. Según la policía, los maoístas dieron muerte a los dos hombres por considerarles informadores de la policía. El ataque se produjo coincidiendo con la huelga general convocada por los maoístas en la zona fronteriza de Andhra-Odisha.


LOS MAOÍSTAS ATACAN UN PUESTO DE CONTROL DEL BOSQUE DE TANIKODI
Bangalore – Según una información publicada por “The Times of India” , un grupo de guerrilleros maoístas atacó un puesto de control en el bosque de Tanikodi, a 12 km del centro de peregrinaje de Sringeri dañando las instalación. Según la policía, el grupo de cuatro guerrilleros, tres de ellas mujeres, atacaron el puesto de control que se encuentra en la carretera principal que conduce a Sringeri a las dos de la madrugada, disparando y amenazando a los guardias forestales, originando graves daños en la instalación, al tiempo que gritaban consignas contra el programa de rehabilitación por parte del Gobierno para desplazados de los bosques. Posteriormente se encontraron también hojas llamando a la resistencia contra la expulsión de los habitantes de los bosques.


LOS MAOÍSTAS SE RESPONSABILIZAN DE LA MUERTE DE DOS INFORMADORES EN CHATRA
Ranchi – 18 Noviembre 2013 – Dos hombres, Shyamdev Yadav, de 35 años, y Ganesh Yadav, de 30, resultaron muertos en la aldea de Sangrampur, en Chatra, distrito situado en el denominado “corredor rojo”, por un grupo de maoístas cuando se dirigían a un mercado próximo, según informa “The Times of India”. Los maoístas colocaron carteles responsabilizándose del ataque y acusándoles de ser informadores. Según la policía Shyamdev se oponía al movimiento maoísta y solía trabajar como informador suyo y se trataría de un acto  de venganza de  los maoístas dado que Shyamdev, en el año 2010,  había matado a su tío que simpatizaba con los maoístas. Desde el año 2011 los maoístas habrían sido los responsables de unas 70 muertes en Chatra, a 150 km de Ranchi, en la parte norte del Estado.

miércoles, 27 de noviembre de 2013

¡LIBERTAD PARA CARLOS RIVAS!

Comunicado de Núcleo Terco por la detención de Carlos Rivas y concentración solidaria.


Ayer lunes 25 de noviembre fue detenido nuestro cantante y camarada Carlos Rivas por parte de la Policia Nacional, acusándolo falsamente de distintos delitos. Actualmente se encuentra en los calabozos de Moratalaz (Madrid) hasta mañana a las 13:00 que será puesto a disposición judicial. Os convocamos mañana miércoles 27 a las 13:00 en los juzgados de Plaza de Castilla. Se ruega difusión.

GALIZA: Celebrando o 193 aniversario do nacemento de Engels.


BRASIL: SP: Rebelião popular em Taboão da Serra repudia ação da PM

Foto: Nivaldo Lima/Futura Press.


Por Rafael Gomes Penelas

Nova rebelião popular em São Paulo! 
Nova justa manifestação em repúdio ao assassinato por “engano” de um adolescente de 16 anos, identificado como João Vitor Ferreira de Macedo, durante uma abordagem policial na noite do último dia 24 de novembro em Taboão da Serra, na Grande SP. Indignados, no início da noite os moradores atearam fogo em um ônibus na Estrada Tenente José Maria da Cunha.
O jovem estava na carona de uma moto quando foi parado pela repressão na Rua Luiz de Queiroz. A PM teria confundido os rapazes com ladrões que estariam em fuga pela região. Um policial das Rondas Ostensivas Com Apoio de Motos (ROCAM) atirou contra a cabeça do jovem, que foi levado ao hospital, mas não resistiu. O seu amigo conseguiu escapar.
Várias pessoas testemunharam o fato e afirmam que o policial atirou sem motivo algum. O menor, que não tinha passagens na Fundação CASA, seria estudante.
A polícia sanguinária de São Paulo, especializada no assassinato de pobres, diz que uma arma de brinquedo foi apreendida, mas não confirma se ela estava em posse do rapaz, e diz ainda que aconteceu um “erro” durante a abordagem. Um “erro” que custou mais uma vida! O PM autor do disparo foi preso em flagrante e levado para o presídio Romão Gomes.
Essa foi uma nova demonstração de que a população das periferias de São Paulo e cidades vizinhas não aceitarão como antes a selvageria e as atrocidades policiais. Exemplos recentes comprovam isso, como foi em Jaçanã.