jueves, 18 de abril de 2019

KAMPUCHEA DEMOCRÁTICA: Celebrando el 40ª Aniversario de la Victoria revolucionaria

Este 17 de abril se cumplen 40 años de la gran victoria revolucionaria en Kampuchea Democrática. Fecha que todos los imperialistas y sus lacayos quieren ocultar no solo con mentiras y difamaciones si no incluso de la historia. A ellos les decimos, ¡no importa! La gesta del pueblo de Kampuchea, de su Partido Comunista, del camarada Pol Pot, es patrimonio de los pueblos del mundo y servirá de rica experiencia para los procesos revolucionarios que hoy se inician en todo el planeta.

¡HONOR Y GLORIA A LA REVOLUCIÓN EN KAMPUCHEA Y A SUS HÉROES!


BRASIL:Editorial AND: Derrotar a ofensiva da reação plano por plano

Editorial - Derrotar a ofensiva da reação plano por plano

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Reunião do Alto Comando do Exército reacionário. Foto: Reprodução

As “reformas” reacionárias antipovo foram lançadas; as políticas de ajuste do capital financeiro imperam; não bastasse a matança policial, as tropas do Exército atiram contra o povo; o presidente em pessoa se encarrega dos atos de servilismo ao imperialismo. Esses são fatos da ofensiva contrarrevolucionária preventiva de quem semeia ventos.
Tal ofensiva tomou a forma de golpe militar de Estado passo a passo. Foi planificada quando das grandes revoltas populares de 2013/14 e deu seu primeiro passo ocultado pela chamada “Operação Lava-jato”. Esta, como meio de salvar do descrédito e da desmoralização as instituições deste velho Estado latifundiário-burocrático, buscava fazer uma faxina nas cúpulas dos partidos oficiais no governo e de sua base. Contudo, ela só fez agravar a crise política, expressando a luta aguda entre os grupos de poder das frações das classes dominantes locais de grandes burgueses e latifundiários, serviçais do imperialismo, principalmente ianque.
A base material dessa crise era já a grave crise econômica do atrasado capitalismo burocrático do país, sob os impactos da crise imperialista que eclodiu no USA, em 2008, e seguia se alastrando mundo afora. Mas a reação do mundo político oficial à “Lava-jato” levou ao impeachment de Dilma, lançando mais combustível na crise. Aproveitando-se das lambanças do PT e para jogar sobre ele a culpa por tudo, a ofensiva contrarrevolucionária levantou uma “cruzada moralista nacional” contra a corrupção, como se essa fosse a causa dos males do país, e não a natureza semicolonial/semifeudal desse putrefato sistema de exploração e opressão secularmente vigente.
Nesse ambiente de crise, as manipulações da opinião pública deram lugar ao caldo de cultura anticomunista histérico. Nele, a ofensiva contrarrevolucionária surfou e deu o segundo passo, impondo Temer no governo, como se salgasse carne podre. A extrema-direita dessa ofensiva se aproveitou para levantar a cabeça agitando a derrubada de Temer. Surge então a disputa pela direção da ofensiva. O processo da farsa eleitoral de 2018 foi o mais desmoralizado e desacreditado de todas suas edições.
Como terceiro passo da ofensiva contrarrevolucionária veio o atentado para matar Bolsonaro, gerar comoção popular e, culpando a esquerda, suspender as votações pela intervenção legal das Forças Armadas, solicitada pelo presidente do STF, Dias Toffoli, já domesticado e sob tutela de um general. Falhou, Bolsonaro sobreviveu e se elegeu sem fazer campanha. Mas essas foram as eleições mais repudiadas da história republicana, com o boicote de 56 milhões de cidadãos (42 milhões de abstenções principalmente, votos nulos e brancos, além dos 14 milhões de jovens de 16 a 18 anos, que se recusaram a cadastrar-se como eleitores).
O quarto passo da ofensiva contrarrevolucionária foi o de empalmar o governo Bolsonaro. Com sua eleição, a extrema-direita passou a disputar com vantagem a direção da ofensiva contrarrevolucionária com a direita hegemônica no Alto Comando das Forças Armadas (ACFFAA). Não por outra razão essa disputa impôs a Bolsonaro, na composição do ministério palaciano, o “grupo do Haiti”, com os generais Augusto Heleno e Santos Cruz, entre outros, por seu prestígio entre as tropas.
Conformou-se, assim, um governo reacionário, sufragado nas urnas e tutelado pelo ACFFAA. Nele, seguramente Bolsonaro não é apenas figura de proa, porém o governo de fato é o das “reuniões de quarta-feira dos generais”, reveladas na crise com Bebianno, que foi defenestrado sumariamente pelo capitão por passar a jogar abertamente a política do ‘toma lá, dá cá’, único modus operandi possível desse agonizante sistema político. Prática que desmascararia de uma só vez e em poucos dias toda verborragia bolsonarista da nova política.
Portanto, a primeira questão de que se precisa ter bastante presente é a de que, de fato, está em curso uma ofensiva contrarrevolucionária preventiva, na forma de golpe militar passo a passo. Que tal ofensiva se move através de conluios e pugnas entre a extrema-direita e a direita hegemônica no ACFFAA. Porém, em determinado momento, uma submeterá por completo sua contendente.
Na situação presente, a extrema-direita, particularmente na figura de Bolsonaro, detém o cargo de Presidente da República, bases no Senado e Câmara, apoio popular (embora em declínio), bases de ativistas fascistas civis e nas tropas policiais e militares ao longo do país, além de apoio de setores do imperialismo ianque e do sionismo. A direita hegemônica nas Forças Armadas detém o poder militar  tanto por força de ser seu Alto Comando, quanto pelos vínculos com as classes dominantes locais e de subjugação nacional com as principais estruturas do imperialismo ianque , e tem o apoio de grande parte das forças políticas de direita e centro no país, além do apoio da maioria dos governos no continente.
A ofensiva contrarrevolucionária preventiva foi desencadeada pela necessidade premente de enfrentar e dar solução às três tarefas reacionárias pela salvação e preservação do sistema de exploração e opressão semicolonial/semifeudal, em crise de decomposição. São as tarefas de: 1) Tirar o país da crise e impulsionar seu capitalismo burocrático; 2) Reestruturar o velho Estado para impor o regime político correspondente e necessário a manter a velha ordem; e 3) Conjurar o perigo de Revolução através da restrição máxima da liberdade de organização e manifestação das massas, do incremento das leis de criminalização do protesto popular, do endurecimento penal e da escalada da ação violenta dos órgãos de repressão do Estado com a intervenção das Forças Armadas, além da descaracterização e demonização das organizações classistas combativas das massas populares. E se a Revolução se desencadeia, tratar de esmagá-la a ferro, sangue e fogo o mais rápido possível.
Embora a extrema-direita bolsonarista e a direita hegemônica do ACFFAA sejam como carne e unha no anticomunismo americanófilo, elas travam entre si uma luta surda. Apesar das aparências dos bate-bocas de hoje, ela já é luta sangrenta. O que foi o atentado a Bolsonaro? Foi parte da disputa pela direção da ofensiva contrarrevolucionária preventiva em função de qual desfecho dar ao golpe em marcha. Isto é, que tipo de regime conformar em substituição ao desmoralizado e agonizante sistema político atual. A extrema-direita de Bolsonaro só crê no regime militar fascista e está buscando acumular forças para consumá-lo. Ele e sua camarilha fazem a conta de que quanto mais se aprofundar a crise do país, maiores serão as chances de seu projeto ganhar a maioria nos meios militares. A direita, hegemônica hoje no ACFFAA, também se bate por um regime de máxima centralização de poder no Executivo, porém mantendo um legislativo e judiciário submissos e a preservação mínima de direitos civis. É a lição tirada da história recente pelo ACFFAA, cuja conclusão é a de que o caminho de Bolsonaro não pode se sustentar por muito tempo e, ao impor-se, já ampliaria o campo de oposição e de resistência ao governo, que terá tarefas dificílimas de se implementar.
A segunda questão a se ter presente é a de que o plano da ofensiva contrarrevolucionária preventiva, através do golpe militar passo a passo, é parte do plano dos imperialistas ianques para ampliar e aprofundar como nunca a militarização do continente sul-americano, com maior ênfase no Brasil. Afinal, o incremento das pressões sobre a nação e povo venezuelanos persegue qual objetivo imediato? Derrubar um governo que lhes entrega sagradamente todo o principal de sua riqueza natural, o petróleo? Ou, isto sim, atiçar ao máximo conflitos regionais para justificar o estacionamento de suas tropas genocidas no território brasileiro? Por que, neste mesmo instante, se apressaram em estabelecer “cooperação científica” exatamente na Base de Alcântara? Bolsonaro, que pelo menos fala rasgado o que defende, pôs a nu que o objetivo em Alcântara é de estabelecer a base militar dos ianques. Ele foi ao USA para firmar o tratado vende-pátria e recebeu em troca o regalo de que o Brasil passa a ser considerado seu “aliado estratégico extra-OTAN”. Statusque corresponde ter a primazia em receber material bélico estratégico, situação que levará a intensa movimentação de pessoal militar ianque em solo e unidades militares brasileiras. Ou, ainda, o que significa, senão isso, a nomeação agora de um general brasileiro para assento no “Comando Sul das Forças Armadas” do USA? Mais? Vale lembrar que o Almirante Craig S. Faller, comandante de dito Comando Sul, foi recebido com pompa e circunstância, em fevereiro último, na Brigada de Infantaria Paraquedista, no Rio de Janeiro.
Também é fato, por mais que os economistas do mercado financeiro o tergiversem, que a crise do capitalismo burocrático no Brasil é grave. E, dentro da crise geral do imperialismo e crescente desordem mundial, os capitalistas locais e estrangeiros desconfiam que ele entrou num estágio de crise geral. O Brasil é a situação mais explosiva abaixo da Linha do Equador, justamente quando se agudizam todas as contradições fundamentais no mundo, principalmente a contradição que opõe nações/povos oprimidos ao imperialismo, com o incremento das guerras de rapina e o levantamento sucessivo dos povos dos países oprimidos na Ásia, África e América Latina. Quando os povos do Iraque, Afeganistão, Síria, Palestina e outros repelem pelas armas o imperialismo invasor, e na Índia, Peru, Filipinas e Turquia as guerras populares erguem altas as bandeiras da Revolução de Nova Democracia, e nos próprios centros imperialistas as massas lutam com fúria em defesa de seus direitos mais elementares pisoteados e por sua libertação. Quando a luta por nova partilha do mundo se agudiza e a superpotência hegemônica única USA vê ameaçada sua dominação mundial. Por acaso o USA vai assistir de camarote o incêndio se alastrar por seu “quintal”?
A terceira questão necessária de se ter presente e bem claro é a de que, embora não se possa saber de imediato qual das forças da reação se imporá em determinado momento, só a luta revolucionária poderá confrontar consequentemente qualquer dos regimes que prevaleça. Nem Bolsonaro e nem Mourão, abaixo as Forças Armadas reacionárias! Mais ainda, devemos ter certeza de que só através da luta revolucionária prolongada se poderá unir a maioria das massas do campo e da cidade, levar a Revolução Agrária a termo, entregando a terra aos camponeses pobres sem terra e com pouca terra, confiscar o capital burocrático e varrer a dominação imperialista. Por mais dura que será a luta e por mais que possa demorar, a Nova Democracia triunfará, o nosso heroico povo se colocará de pé e erguerá o verdadeiro Brasil Novo!

Nota: Editorial da edição nº 222 do jornal A Nova Democracia (2ª quinzena de Abril e 1ª de Maio de 2019), que estará disponível nas bancas de todo o país ainda esta semana.  

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miércoles, 17 de abril de 2019

PERÚ: ¡El genocida Alan García ha muerto!

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correovermello-noticias
Lima, 17.04.19
El genocida y vendepatria Alan García Perez se ha quitado la vida, hoy a primera hora cuando una misión judicial procedía a su arresto, en su vivienda en Miraflores, por los múltiples casos de corrupción en los que estaba sindicado.
Según relato de la prensa capitalina, se habría disparado con un revolver, en su dormitorio luego de afirmar que esperaran que se cambiara la ropa.
García fue el máximo responsable de crimenes de lesa humanidad, como los cometidos en los penales de El Frontón, Lurigancho y Santa Barbara, cuando el 18 de junio de 1986, autorizo un asalto genocida de militares y policías, como respuesta a las justas 26 demandas, de los presos políticos y prisioneros de guerra del Partido Comunista del Perú. Fueron asesinados mas de 300 prisioneros, hombres y mujeres, como la sub-directora de El Diario, Jovanka Pardave, entre otros numerosos miembros del PCP.
Así mismo instauro los estados de emergencia en Ayacucho y otras provincias permitiendo a los "sinchis" cometer todo tipo de brutales crímenes contra el pueblo, en su fallido intento de aplastar la Guerra Popular iniciada de 17 de mayo de 1980.
Ese criminal sangriento, era, como representante del viejo Estado, un corrupto y un vendepatria que se presentaba con una mascara "progresista" pero realmente era un lacayo del FMI y de los imperialistas yankees.
Su cobarde muerte no sera llorada por las masas populares, mas bien solo lamentaran, que no lo condenara a muerte, por sus crímenes, un tribunal popular del futuro nuevo Estado revolucionario.

MEXICO: Pronunciamiento conjunto condena asesinato del camarada Fuentes Aquino.

Pronunciamiento conjunto por el asesinato de Luis Armando Fuentes Aquino.


Queremos informar a la clase proletaria, el campesinado pobre y las masas profundas del pueblo trabajador.
La tarde de ayer, 15 de abril, nuestra organización democrática ha salido a las calles de la Ciudad de Oaxaca a denunciar el artero asesinato de nuestro camarada Luis Armando Fuentes Aquino.
La actividad comenzó con una concentración y toma de las instalaciones de Comisión Federal de Electricidad (CFE) sobre la calle de Humbolt; ahí mismo se realizó una Conferencia de Prensa con el acompañamiento de diversas organizaciones hermanas y sindicatos democráticos, incluida la Sección XXII del SNTE-CNTE. En dicha Conferencia se dio a conocer el pronunciamiento conjunto suscrito por diversas organizaciones en apoyo a nuestra exigencia de justicia y castigo a los culpables por este asesinato.
Posteriormente partimos en marcha hacia el zócalo de la Ciudad, donde tomamos el Palacio de la Ignominia (que es palacio de gobierno). Con un mitin hemos fijado posición respecto a este asesinato contra uno de los mejores hijos del pueblo. Banderas rojas al viento se ha jurado ante la memoria de nuestro camarada continuar la lucha por la exigencia de justicia, pero también por la Revolución de Nueva Democracia que él enarboló entre las capas más profundas del pueblo.
A continuación el pronunciamiento conjunto.
¡Alto a las agresiones contra defensores y defensoras de la tierra!
Las organizaciones firmantes expresamos nuestra enérgica condena tras el asesinato del defensor de la tierra Luis Armando Fuentes Aquino el pasado 11 de abril de 2019 en San Francisco Ixhuatán, Juchitán, Oaxaca.
El compañero Luis Armando durante años se destacó como un incansable defensor de la tierra y el territorio entre los pueblos de la zona oriente del Istmo de Tehuantepec, particularmente en la lucha contra el megaproyecto eólico y contra las altas tarifas de la energía eléctrica.
Luis Armando Fuentes era activista y dirigente regional de la organización Sol Rojo, quien en fechas recientes ha venido sufriendo diversas agresiones contra varios de sus integrantes en municipios del Istmo.
Existen claras razones para pensar que el estado mexicano, y especialmente los grupos caciquiles que operan en la región en contubernio con las empresas extranjeras y autoridades de los tres niveles de gobierno pudieron perpetrar este terrible crimen que visibiliza la grave crisis en materia de derechos humanos que se vive en la región del Istmo y el estado de Oaxaca.
Exigimos la pronta investigación de los hechos a la luz de la actividad como defensor de tierra y territorio del compañero Luis Armando Fuentes Aquino y que las autoridades competentes no criminalicen la labor que en vida desarrolló.  
Exigimos garantías para el ejercicio de la labor en defensa de tierra y territorio, así como de la autodeterminación de los pueblos que realiza Sol Rojo y el cese inmediato al hostigamiento y represión en contra de esta organización.
#JusticiaParaLuisArmando
 
Firman: CONSORCIO Oaxaca, Comité de Defensa de los Derechos Indígenas CODEDI, Grupo Internacionalista, COMITÉ DE FAMILIARES AMIGAS/OS DE DAMIÁN GALLARDO MARTÍNEZ, Colectivo Mujer Nueva, Voces Oaxaqueñas Construyendo Autonomía y Libertad VOCAL, Escuela Normal Rural Vanguardia ENRUVA y Egresadas, Unión Cívica Democrática de Barrios, Colonias y Comunidades  UCIDEBACC, Jurídico Popular "Ricardo Flores Magón", Frente Popular Felipe Ángeles, Unión General de Obreros y Campesinos de México UGOCM-Bandera Roja, Bloque Rojo, Casa Universitaria Indígena-UABJO, Unidad de Izquierda Democrática de Oaxaca UNIDO, Brigadas Juveniles del Pueblo, Unión Campesina  Indígena de Oaxaca Emiliano Zapata UCIO-EZ, Sección XXII SNTE-CNTE, Izquierda Democrática Popular IDP,  Sindicato Único de Trabajadores de los Telebachilleratos Comunitarios del Estado de Oaxaca SUTTBCEO, Sindicato de Trabajadores al Servicio del Colegio de Estudios Científicos y Tecnológicos del Estado de Oaxaca STSCECYTEO, Coordinadora de Bases del Seguro Social CBSS, Sindicato  de  Trabajadores de los Telebachilleratos Comunitarios del Estado de Oaxaca STTCEO, Colectivo de Salud, Sindicato Único de Trabajadores de Caminos y Autopistas de Oaxaca SUTCAO, Sindicato de Trabajadores y Empleados de la Universidad Autónoma Benito Juárez de Oaxaca STEUABJO, Liga Mexicana por la Defensa de los Derechos Humanos LimedDH, Sindicato Libre del municipio de Oaxaca, Mungierndyuck Guardianes del Mar A.C., Coordinadora Nacional Plan de Ayala-Movimiento Nacional CNPA-MN, Coordinadora Indígena Popular Autónoma CINPA, Movimiento Popular Amanecer de los Pueblos de Anáhuac, Frente Juvenil en Defensa de Tepoztlán, Sección 9 Sindicato Independiente Nacional de Trabajadores de Salud SINTS, Movimiento Femenino Popular, Comité de padres de los 43 estudiantes desaparecidos de Ayotzinapa, Gro.,  Concejo Regional de Autoridades Comunitarias Policía Comunitaria CRAC-PC de Olinalá, Guerrero.
 
 



lunes, 15 de abril de 2019

¿Tercera republica o revolución proletaria?. Un artículo del camarada Miguel Alonso.


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¿Tercera república o revolución proletaria?
Miguel Alonso.

Estos días y en particular el pasado día 14 de abril hemos visto como se multiplicaban las celebraciones republicanas, en muchos casos encabezadas por los renegados del P”C”E o Izquierda Unida, que después de traicionar al movimiento obrero y popular en la llamada “transición” y  asumir un rey puesto por el tirano Franco, como jefe del Estado y su bandera monárquica, ahora claman; “a por la tercera”.
Una vez más, los revisionistas se sitúan a la cabeza de una maniobra orquestada por la burguesía y la oligarquía. Maniobra que apunta a desviar los verdaderos blancos de la clase obrera y el pueblo trabajador, la Revolución Socialista, con una nueva etapa republicana (burguesa) que afirman dará solución a todos los problemas del Estado español.
La II Republica Española de 1931 fue un intento de restructuración del Estado español, en quiebra después de la pérdida del imperio colonial, asumiendo la necesidad de modernización del Estado, tratando de barrer las barreras al mismo, del semi-feudalismo por entonces existente. Un periodo pre-revolucionario que conto con eventos gloriosos de la clase obrera, como la Revolución de Asturias de 1934, aplastada a sangre y fuego por tropas africanistas, mandadas por Franco, bajo órdenes del gobierno “republicano” de Lerroux, con apoyo de la CEDA, en el inicio de lo que se conoce como bienio negro.
Ese periodo de gobierno, de los sectores más reaccionarios de la burguesía, con apoyo de la iglesia católica y los grandes terratenientes (los mismos que luego organizaron el golpe militar),  frenó, cuando no anulo, las reformas implantadas de carácter social por anteriores  gobiernos de Izquierda Republicana y del PSOE, desatando una etapa de auge de la lucha de clases, aunque carecía de una poderosa dirección comunista (y por no hablar de los errores del Comintern). Estando en manos de los anarquistas de la CNT y del reformismo del PSOE, la dirección de las líneas políticas, que iban desde el putchismo anarquista, al grosero reformismo de los Besteiro, Prieto y compañía.
No es el objeto de este articulo, hacer historia de la II Republica, pero si señalar, que la formula Republicana democrática (burguesa) no garantiza las conquistas de la clase obrera y el pueblo trabajador, puesto que el poder real sigue en manos de la burguesía, en sus capas altas y medias, que por medio de la propiedad de los medios de producción, hegemonizan el Estado y garantizan el modo de producción capitalista en su actual fase imperialista y su proyecto Europeo.
Como he señalado con anterioridad en otros artículos, olvidar el carácter de dictadura de cualquier forma de Estado, hacer formulaciones abstractas, propias del pensamiento metafísico, es una especialidad de los revisionistas y renegados, que jugando a la confusión con una imagen popular, idealizada, del periodo republicano, que se asimila al periodo de la Guerra Civil Revolucionaria, quieren presentar la misma, como la solución pacifica a todos los problemas del Estado español.
El actual Estado español, en nada se parece al del periodo de la II Republica Española, y las tareas centrales de una revolución democrática,  están en lo fundamental resueltas, si exceptuamos la autodeterminación de las nacionalidades históricas y de Canarias o la reforma agraria en Andalucía. Hoy, ambas, han pasado a formar parte del programa de la Revolución Socialista en el E.E. y solo pueden ser resueltas cabalmente en ese marco. Afirmar como hacen los revisionistas y los mequetrefes de Podemos, que una Republica daría resuelto estos problemas, no es más que jugar con las palabras y con las ansias de justicia y libertad de las masas.
Enviar a los borbones a un exilio dorado, con sus fortunas intactas en paraísos fiscales, no solucionara estas ansias de las masas, más bien será una nueva burla sangrienta a las mismas y para cuyo escenario, los revisionistas y sus comparsas, están creando condiciones subjetivas.
Eso sí, podrán votar (los que votan en esas farsas) a un Presidente como Macron, Trump o Putin.

RASD: Importante incendio provocado afecta a Smara


correovermello-noticias
Tiduf, 14.04.19
Según informa El Confidencial Saharaui, un importante incendio, al parecer provocado, ha destruido varias viviendas en la zona de Smara, el pasado sabado, causando heridas a siete personas y destruyendo dos vehículos.
Según el medio saharaui, las fuerzas de bomberos y seguridad lograron controlar el incendio, que se produjo alrededor de las 8:00 pm. La policía saharaui ha encontrado indicios de que fue un sabotage y ha abierto una investigación.
La tensión en los campamentos y en las zonas liberadas del Sahara, se ha incrementado por los movimientos de tropas marroquíes en el territorio ocupado las ultimas semanas. 

ESTADO ESPAÑOL: Cientos de actos y manifestaciones recuerdan el 14 de abril.

La cabeza de la manifestación Por la III República el 14 de abril de 2019.


correovermello-noticias
Madrid, 14.04.19
Cientos de actos y manifestaciones han tenido lugar, en todo el Estado español, con motivo del 88º aniversario de la proclamación de la II Republica Española.
En la capital del Estado varios millares de manifestantes, en su mayoria jóvenes, marcharon con consignas como; "España mañana será republicana"  "No hay dos sin tres, República otra vez", "Felipe, acelera, que llega la tercera". La manifestacion que recorrio la Gran Via madrileña fue convocada por diversos colectivos así como organizaciones revisionistas.
Los manifestantes expresaron su rechazo al regimen del 78 y su restauración borbonica así como denunciaron los recortes en los derechos democraticos.

domingo, 14 de abril de 2019

FRANCIA: Huelga de Hambre de George Abdallah en solidaridad con los prisioneros palestinos.


Nota:
Según fuentes de la pagina de la campaña por la liberación del preso político George Abdallah, este ha iniciado una huelga de hambre en solidaridad con la que llevan acabo desde el pasado día 8 de abril, los prisioneros palestinos en manos del Estado sionista de Israel. En la accion se protesta de tres días participan 20 presos políticos incluidos 10 patriotas vascos.
 
Georges Abdallah en grève de la faim,
en solidarité avec les prisonniers palestiniens

Depuis lundi 8 avril, des centaines de prisonniers palestiniens sont en grève de la faim – et le mouvement de grève ne cesse de s’élargir – en réponse aux nombreuses répressions dont ils font l’objet. Ils réclament l’installation de téléphones publics, la fin du recours à l’isolement et des raids dans leurs cellules à toute heure, l’amélioration du service médical.
Suivre les infos en anglais sur Samidoun, PFLP, Addameer, en français sur Palestine Vaincra,

Georges Ibrahim Abdallah, en solidarité avec les prisonniers palestiniens, et comme il l’avait déjà fait lors des deux mouvements de grève de 2014 et 2017, entamera une grève de la faim de trois jours, dès aujourd’hui jeudi 11 avril. Il est accompagné dans cette grève par une vingtaine de co-détenus, dont une douzaine de camarades basques qui assurent une solidarité active.

Palestine vivra Palestine vaincra !

FRANCIA: Importantes enfrentamientos en Toulouse en la jornada XXII de los Guilets Jaunes.

 Des tensions ont éclaté à Toulouse, où plusieurs milliers de personnes ont manifesté le 13 avril.
 
correovermello-noticias
París, 14.04.19
Feuntes de agencias informativas informan que se produjeron importantes enfrentamientos entra manifestantes y fuerzas represivas, en la ciudad de Toulouse, al atacar estas ultimas a los manifestantes con gases lacrimógenos, granadas aturdidoras y las temidas pelotas de goma.
Miles de manifestantes se han enfrentado a las mismas con barricadas e incluso con"cócteles molotov".
La gran manifestación, que contaba con la presencia de figuras publicas del movimiento como Maxime Nicolle, Eric Drouet y Priscillia Ludosky, transcurría pacíficamente hasta que fue atacada  por los gendarmes. Se informa de cerca de treinta detenidos, algunos acusados de ocultar la cara.
Los enfrentamientos entre pequeños grupos de manifestantes y los cuerpos represivos duraron casi todo el día.
En otras localidades como París miles de manifestantes marcharon al grito de "Macron, dimisión" o "disolución de la Asamblea Nacional" así como en Burdeos, Lille, Nancy, Dunkerke, Strasbourg.
Las ridículas cifras de participación del Ministerio del Terror, bajo la dirección del fascista Canester, son desmentidas por las imagenes que recorren las redes sociales.

GALIZA: Nota do Comité de Construción do PC maoísta. (Versión en castellano)


Proletarios del mundo; Uníos !

Corriente del Pueblo Sol Rojo
Oaxaca.

Camaradas:
Con profundo pesar hemos conocido el cobarde asesinato del camarada Luis Armando Fuentes "comandante Gato" miembro de la Corriente del Pueblo Sol Rojo de Mexico a manos de sicarios a sueldo del viejo y corrupto Estado mexicano.
El camarada Fuentes era un firme luchador de las causas populares y eso lo convirtió en blanco de la ira de los ricos y poderosos, que una vez mas manchan sus manos con la sangre del pueblo y sus mejores hijos. Estamos seguros, que mas temprano que tarde, sus manos serán cortadas y sus negras cabezas arrojadas a los chacales.
Expresamos públicamente nuestro dolor y odio de clase así como compartimos el pesar con nuestros camaradas de la Corriente del Pueblo Sol Rojo unidos por la invencible ideología el marxismo-leninismo-maoísmo tomando como principal el maoísmo, tercera y superior etapa de nuestra ideología.

¡HONOR Y GLORIA A LOS HÉROES DEL PUEBLO!

Galiza, a 13 de abril del 2019

Comite de Construción do Partido Comunista maoísta da Galiza

ECUADOR: FDLP-EC; Camarada Fuentes: Presente en la lucha de los pueblos del mundo.


sábado, 13 de abril de 2019

FRANCIA: XXII jornada de lucha de los chalecos amarillo centrada en Toulouse.

Manifestation de « gilets jaunes » à Bordeaux, le 6 avril.


correovermello-noticias
París, 13.04.19
La convocatoria central de este sábado de los chalecos amarillos esta centrada en una gran concentración en la ciudad de Toulouse informan medios de la prensa francesa.
La convocatoria no ha sido informada a las autoridades y el prefecto de Haute-Garonne ha prohibido toda manifestación en la Plaza del Capitolio, sede de las convocatorias de los chalecos amarillos.
En París bajo el lema de "defender el derecho de manifestación" se ha convocado un sunami de jóvenes desde un evento de las redes sociales a las 11:00 am.
Colectivos de Amnesty International, SOS racismo y de DD.HH. han llamado manifestarse contra la ley anti-casseurs.
Así mismo se informa que estan convocadas marchas y otras acciones en Dunkerke, Strasbourg, Bordeaux, Chartres, Lyon, Alsace, entre otras.
El Ministerio del Terror ha declarado que aplicara la nueva Ley con rigor a los manifestantes, en un intento de amedrentar a los mismos que afirman; "La represión no nos hará retroceder"

viernes, 12 de abril de 2019

MEXICO: Condenando asesinato del camarada Luis Armando Fuentes Aquino.

¡Urgente: paramilitares asesinan a nuestro camarada Luis Armando Fuentes Aquino!


viernes, 12 de abril de 2019






Al magisterio democrático de la CNTE
A las organizaciones hermanas
Al grueso del movimiento popular
A nuestra militancia

Informamos sobre el cobarde asesinato de nuestro camarada Luis Armando Fuentes Aquino la tarde de ayer jueves 11 de abril de 2019 en la comunidad de San Francisco Ixhuatán.

Nuestro compañero Luis fue emboscado en una acción paramilitar y asesinado de un tiro en la cabeza por sujetos aún desconocidos. Los hechos ocurrieron alrededor de las 19:00hrs (horario de la resistencia) cuando nuestro camarada se dirigía a la comunidad de Cerro Grande, de la cual era originario.

El camarada Luis Armando fue Agente Municipal de su comunidad durante el periodo 2011-2013, tiempo en el cual encabezó la lucha de diversas comunidades por la obtención de los recursos de los Ramos 28 y 33 para el desarrollo comunitario, así mismo durante el 2012 inicia la Huelga de Pagos Contra las Altas Tarifas de la Energía Eléctrica, la cual hoy se ha extendido a más de una docena de comunidades en la Zona Oriente del Istmo.

Siendo pescador, nuestro camarada llegó a organizar las Cooperativas Pesqueras y los llamados Grupos de Pescadores Libres en la Zona Oriente del Istmo, junto a quienes desarrolló importantes luchas en defensa de la pesca ribereña y en contra del abuso y corrupción de las autoridades federales, incluidas las de Secretaría Armada de México que desde siempre han cometido toda clase de abusos y robos contra los pescadores empobrecidos.

El camarada se desempeñaba como integrante de la Comisión en Defensa de la Tierra y el Territorio de la Zona Oriente del Istmo, era miembro del Comité Regional Istmo de nuestra organización y participaba asesorando a nuevas comunidades contra las llamadas “Zonas Económicas Especiales-Plan para el Desarrollo del Istmo”.

El camarada participó en la formación de las Autodefensas Populares en diversos municipios del Istmo de Tehuantepec enarbolando los derechos de los pueblos indígenas a establecer sus propias formas de gobierno y métodos de impartición de justicia y seguridad comunitaria en contra la delincuencia organizada y el saqueo de recursos naturales.

La última actividad que el camarada desarrolló en vida fue al frente del bloqueo carretero a la altura de Ostuta el pasado 10 de abril, durante la segunda fase de nuestra Jornada por Justicia y los Derechos del Pueblo, enarbolando con firmeza la presentación con vida de nuestro camarada Ernesto Sernas García y el cumplimiento de los Cinco Puntos que demanda nuestra organización.

Por toda esta férrea labor como defensor del territorio, el camarada había recibido amenazas por parte de autoridades de diferentes municipios de la zona, así como también de funcionarios federales de la Comisión Federal de Electricidad e incluso del crimen organizado para quienes la labor de nuestro compañero resultaba incómoda.

Responsabilizamos de este asesinato a los gobiernos estatal y federal, toda vez que con su actuar e implementación de políticas antipopulares de saqueo de recursos naturales y despojo de tierra y territorio, han violentado la forma de vida nuestras comunidades, extendiendo la inseguridad y fomentando la guerra contra el pueblo y el terrorismo de estado.

Ante la represión y las campañas de hostigamiento del viejo estado responderemos con mayor organización y combatividad en las calles. La sangre de nuestro camarada Luis Armando riega la lucha por la Revolución de Nueva Democracia que barra con las tres montañas que oprimen a nuestro pueblo: el latifundio, el imperialismo y el capitalismo burocrático.

¡Exigimos justicia y castigo a los culpables!
¡Camarada Luis Armando, vive en la lucha!

¡Alto a la guerra contra el pueblo y el terrorismo de estado!
¡No a la Guardia Nacional y la militarización del país!
¡No a los megaproyectos de despojo y muerte!
¡Abajo las políticas antipopulares del régimen!

¡Con el Sol Rojo, el pueblo vencerá!

CORRIENTE DEL PUEBLO SOL ROJO

RBC: Cinco obras del comunistas en audio.

Cinco obras comunistas en audio

RBC con el fin de adoptar las últimas tecnologías como arma de lucha contra el fascismo y el revisionismo ha decidido hacer difusión de algunos libros y/o obras comunistas destacadas en un nuevo formato: los audiolibros. Puesto que la difusión de las ideas del socialismo y la lucha ideológica debe realizarse en diferentes frentes y formas, sin descartarse ninguna.
Publicamos a continuación cinco audiolibros (clicad en los enlaces de debajo de las imágenes para acceder al audio):
  • Stalin escrito por Eugenio Gómez, obra comunista destacada en el movimiento comunista internacional por ser una de las primeras que denunció las calumnias contra Stalin y el triunfó de los revisionistas en la URSS con Nikita Kruschev a la cabeza. La línea de los seguidores de la vía del capitalismo tomo el poder en la URSS como en la gran mayoría de los partidos comunistas del mundo.

  • Una visión marxista de la historia de Ceilán, libro escrito por el líder antirevisionista de Sri Lanka N. Shanmugathasan. Traducido del inglés al castellano hace unos años por la Red de Blogs Comunistas.
  • Cuento del Pequeño Pez Negro de Samad Behrangi, cuento escrito por un profesor iraní comunista para mostrar a los niños la necesidad de la revolución y de tener un pensamiento crítico con las leyes establecidas en la sociedad.
  • Naxalbari, cincuenta años del trueno de primavera. Documento del Periódico de Revolución Obrera (Colombia) que narra el nacimiento y expansión de la Revolución Naxalita en la India, así como recoge algunos textos de los líderes naxalitas.
  • ¿Trotskysmo o leninismo? Discurso de Stalin de 1924 que clarifica que es el trotskismo y su carácter antimarxista-leninista. Publicado por el Partido Comunista (Marxista-Leninista) de Panamá.


SUDAN: Las masas populares rechazan gobierno militar.

La Seguridad Nacional de Sudán anuncia la liberación de los presos políticos, según SUNA

correovermello-noticias
Jartum, 12.04.19
Las movilizaciones continúan en todo el país y en la capital, miles de manifestantes se concentran delante del Ministerio de Defensa para mostrar su rechazo al Consejo Militar que depuso al tirano Al Bashir.
Desafiando el toque de queda implantado por los militares, activistas con chalecos amarillos, han estado controlando el tráfico en torno a la sentada de protesta en el complejo del Ministerio de Defensa este viernes y han dirigido la circulación de personas, bloqueando incluso un importante puente en el centro de Jartum.
En un claro desafío al toque de queda impuesto por la junta castrense, miles de manifestantes han seguido el llamado de la Asociación de Profesionales Sudaneses (SPA), pasado la noche ante el complejo militar en el centro de Jartum y en otras zonas de la capital, coreando lemas como "Han retirado al ladrón y han traído a otro ladrón" y "¡Revolución!".
El Consejo Militar afirma que no ambiciona el Poder y que cumplirá la voluntad del Pueblo, esto puede indicar que parte de las FF.AA. comparte los deseos de revolución que expresan las masas.
Sin embargo, fuentes iranies afirman que se trata de un complot Israelí y de Arabia Saudita, en la medida que Al Bashir se había acercado a la China revisionista y a Siria bajo la protección de Rusia.

jueves, 11 de abril de 2019

ESTADO ESPAÑOL: ¡Boicot a la farsa electoral burguesa!


 



Hoy comienza oficialmente la campaña electoral, tanto para las autonómicas en Valencia, como las generales.

El espectáculo de este circo electoral pretende presentar una lucha contra la derecha (cobarde, fascista o del Ibex) frente a un bloque de falsa izquierda formado por los social-traidores del PSOE y los revisionistas y reformistas de Podemos y Izquierda Unida.

Todo ello no es mas que eso una farsa para legitimar al régimen y sus lacayos. Para engañar a las masas, con promesas que nunca cumplen, en un ejercicio de cinismo y manipulación.

Por todo ello, como comunistas, desde Dazibao Rojo nos sumamos al llamado hecho entre otros, por el Comité de Construcion do Partido Comunista maoísta da Galiza, para boicotear las mismas.

¡ Ni un solo voto popular a la farsa electoral!
¡Osar luchar, osar vencer!