domingo, 12 de julio de 2020
sábado, 11 de julio de 2020
ECUADOR: SOBRE LA CAMPAÑA ELECTORAL EN MEDIO DE LA CRISIS DEL CAPITALISMO BUROCRÁTICO

Como si se tratase de un hecho extraordinario nos asombramos porque Otto Sonnenholzner renuncia a la vicepresidencia para dedicarse a la campaña electoral. El revisionismo y el oportunismo se sorprenden, exclaman, parecería que esperaban más de ellos, como que demandan coherencia, consecuencia de estos sátrapas, y en verdad, es una estupidez.
Que renuncie o no resulta un tema irrelevante ¿por qué?, porque al igual que Nebot no necesitan estar al frente de la administración del viejo Estado burgués-terrateniente para detentar el Poder, para manejar los hilos de la economía y de la política del país.
Las masas ya lo entiende de esa manera, no debemos subestimarlas, saben que los oportunistas van desde la izquierda hasta la derecha; que participar en las elecciones y nombrar cada 4 años al verdugo de turno no soluciona sus problemas fundamentales; nuestro pueblo también sabe que no alcanza con decir NO VOTAR para mostrar cierta coherencia política, si, no debemos dar paso a los electoreros pero esto es válido en la medida que también pregonemos y organicemos la revolución cuyo escenario fundamental en el país es en el campo, la revolución agraria, campesina, es decir, revolución de Nueva Democracia, el resto no pasa de ser sino paja, hojarasca!
En estos últimos días precisamente cuando la pandemia alcanza niveles insospechados e insaculados por el régimen de Moreno; cuando los hospitales revientan sin capacidad de dar respuestas a las masas; cuando la corrupción nos ahoga, nos devora y es utilizada por este gobierno de miserables para distraernos de problemas fundamentales como el mal manejo de la pandemia; la superexplotación a la que está siendo sometido el campesinado pobre, los trabajadores; el relevo de nuevos funcionarios públicos que como vemos son dóciles serviles a los EEUU, los electoreros, los oportunistas de toda laya apuran esfuerzos para pretender engañar a las masas y cooptarlas electoralmente.
Vamos a redoblar la campaña de desenmascarar a los electoreros con el pleno objetivo de señalar y resaltar el carácter de clase que tienen estos al servicio de la dictadura de grandes burgueses y grandes terratenientes; además, con la franca idea de que la única manera de barrer toda esta podredumbre será en el ejercicio combativo por la Nueva Democracia en el país. ¿Por qué de Nueva Democracia?, porque nuestro país es semifeudal y semicolonial, consiguientemente nuestra primera tarea será abolir la semifeudalidad, destruir el capitalismo burocrático y desterrar al imperialismo del país. Cualquier otra consigna o propuesta emitida por fuera de esos propósitos no es otra cosa sino perorata pequeña burguesa.
Otto, Nebot, Lasso, Noboa y otros, no necesitan ganar la presidencia para detentar el Poder, consiguientemente no basta combatir al gobierno independientemente de quien lo maneje; es necesario combatir el viejo Poder expuesto en los grandes burgueses, grandes terratenientes, sus aparatos militares y en sus monaguillos, en sus serviles, los revisionistas y oportunistas que utilizan la estrategia electorera para confundir a las masas.
¡A DESENMASCARAR AL REVISIONISMO Y AL OPORTUNISMO!
¡NO VOTAR!, ¡PREPARAR LA GUERRA POPULAR!
SI NO COMBATIMOS AL REVISIONISMO, NADA HABREMOS HECHO
¡LA REBELIÓN SE JUSTIFICA!
http://fdlp-ec.blogspot.com/2020/07/sobre-la-campana-electoral-en-medio-de.html
INDIA: Meeting of 10.000 revolutionaries
INDIA - Meeting of 10.000 revolutionaries
https://www.newepoch.media/single-post/2020/07/05/INDIA---Meeting-of-10000-revolutionaries
We would like to underline this pleasing announcement with the following important quote from Chairman Mao Tsetung from the text "On the protracted war" (May 1938):
"History shows that wars are divided into two kinds, just and unjust. All wars that are progressive are just, and all wars that impede progress are unjust. We Communists oppose all unjust wars that impede progress, but we do not oppose progressive, just wars. Not only do we Communists not oppose just wars, we actively participate in them. "

We are proud to report the joyous event of the three-day program of the CPI (Maoist). This three-day meeting was held in the Bastar region of Chattisghar District from June 18-20. There were 10,000 in number, including revolutionaries, sympathizers and sections of the people who attended this gathering.
The program was full of cultural activities and reports about the past and the great achievements of the past years. The martyrs of the People's War were also held up in India.
According to the bourgeois media and local police, it was "a gathering of the civilian population of this size for the first time in five years".
This is also a sign that, even if the rulers make such great efforts to keep the people's war small among the masses, that it gains more and more growth among the masses and strength.
In addition to the numerous attacks on the reaction and the conquest of other areas, this assembly also proves that the development of the People's War in India is progressing and that it is gaining strength, as well as the international revolutionary and communist movement!

Long live Marxism-Leninism-Maoism!
Long live the world proletarian revolution!
Long live the International Communist Movement!
Long live the People's War in India!
Lal Salam!
viernes, 10 de julio de 2020
BRASIL: Editorial A Nova Democracia- As marionetes de sempre dos amos de sempre

Militares brasileiros e ianques selam acordo que permite maior intervenção do USA na América Latina, 2017
Editorial - As marionetes de sempre dos amos de sempre
No dia 26 de junho de 1964, o embaixador brasileiro em Washington, Juraci Magalhães, dava a famosa declaração, segundo a qual “o que é bom para o Estados Unidos é bom para o Brasil”. Mesmo no ambiente empesteado do regime militar, sua declaração repercutiu de modo bastante negativo no que restava de imprensa popular e democrática. Afinal, não foi o golpe dado com o verniz do “patriotismo” e da defesa da “honra nacional”?
Cinco décadas e meia depois, a história se repete como farsa da tragédia secular de nosso povo. Matéria veiculada no portal de “A Pública”, com nomes e indicações irrefutáveis, comprova a intervenção do FBI nos assuntos de política interna brasileira. Diversos agentes, vários dos quais sob codinome, agindo de maneira clandestina no País, orientaram pari passu a malfadada “Operação Lava Jato”, dirigidos por uma tal de Leslie R. Backschies. Antes, já haviam atuado na repressão aos protestos na Copa de 2014.
Confirma cabalmente o denunciado por AND, no Editorial A convulsão social inevitável e a necessidade da revolução, da edição nº 185 (março de 2017), em cuja denúncia certeira da acintosa ingerência ianque muitos viram "teoria da conspiração". Lá, afirmamos: "Ela [a "Lava Jato"] obedeceu ao 'Plano maior' do establishment e interesses do USA, preocupados com o grau de desmoralização no país que chegara a política oficial e as instituições do 'Estado Democrático de Direito', tão enaltecido como a 'democracia' e ideal de sistema de governo. Por trás dela estão mãos muito mais poderosas do que se imagina. Digamos que todo o planejamento das investigações, sua estrutura e método, foram preparados pelo FBI, tendo selecionado setores da Polícia Federal para operarem sob a centralização de alto mando militar das Forças Armadas como operação de fato. Como fachada legal preparou-se equipe de pessoal do Ministério Público 'imbuído' da causa da moralização da vida política e pública do país. Senão, como se iniciaria tal plano e, principalmente, como poderia chegar até onde tem chegado? A história política do país conhece inúmeras tentativas semelhantes arquitetadas neste objetivo e que foram aplastadas antes mesmo de dar seus primeiros passos".
A mesma potência estrangeira que articulou o golpe fascista elege e derruba governos no regime “democrático”. Certos círculos militares, extremados na defesa do bolsonarismo, que acusam a “mão invisível” da China mesmo em assuntos secundários (muitas vezes, através de conexões lógicas as mais extravagantes), silenciam ante as mãos e os braços explícitos de polícia norte-americana, pega no flagra, a intervir na política doméstica deste pobre Brasil semicolonial. Para completar o quadro vexatório – para eles, claro – não só estes fatos revelados não mereceram nenhum repúdio ou pedido de esclarecimentos públicos e contaram com o silêncio cúmplice dos monopólios de imprensa, como na mesma semana em que eles vêm à tona, Bolsonaro vai, acompanhado do general Ministro da Defesa, celebrar na embaixada do USA a data nacional deste país. É um escândalo.
Isto prova que, ao contrário do que seus ideólogos vituperam, o “Exército de Caxias” serve não ao Brasil, mas ao imperialismo. Nos tempos do seu sanguinário patrono, ao pré-imperialismo inglês; de 1945 em diante, ao imperialismo ianque. O golpe de 64, na verdade, foi dado para interromper um processo em marcha de ampliação da mobilização popular e reformas democráticas, que ameaçava a sujeição absoluta ao amo do Norte; agora, é como ofensiva contrarrevolucionária preventiva ao levantamento popular inevitável, dada à gravidade da crise geral a que foi levada o país por este sistema semicolonial de exploração e opressão e contra qualquer possibilidade de independência nacional que eles ameaçam a tal “ruptura”. No fundo, seu projeto nacional, inclusive para a Amazônia, é que o Brasil continue a ser, eternamente, um grande engenho. Ou um grande pasto.
Entreguistas! Vende-pátrias! Como bem falava o grande Nelson Werneck Sodré, estes generais verde-oliva nada mais são que fantoches de outros generais, estes sim com real poder de mando, quais sejam, General Eletric, General Motors etc etc. Villas-Boas, Mourões, Helenos, Azevedos, Ramos, Bragas Pazzuelos, são tão valentes em ameaçar seu próprio povo como dóceis em acariciar o amo. A entrega de mão beijada da Base de Alcântara está aí, como testemunho irrefutável destes tempos. Não podem afinal ser patriotas os que desprezam o elemento central de qualquer Nação, qual seja, o seu povo. De quebra, os valentes ainda completam seus privilégios de casta com os salários e as benesses do primeiro escalão federal, para o qual guindaram mais de 2,9 mil outros militares. Se houve algum empreendedorismo de vulto em nossa época, foi este. Ademais, em plena pandemia (um dos episódios mais sombrios de nossa história), o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) vê indícios de superfaturamento na produção de cloroquina pelo Laboratório do Exército. Substância que terá como único destino o lixo, porque inócua no tratamento do coronavírus.
Enganam-se, no entanto, estes senhores, se pensam que esta situação perdurará para sempre. As crises sanitária, econômica e política produzirão saltos na mobilização popular no curto prazo e levarão de roldão não só a Bolsonaro, como todo o gabinete de generais, que é o governo militar de fato. É sua culpa, sobre todos os outros, os prováveis mais de 100 mil mortos por Covid-19 e os milhões de famintos e desempregados. Para estes crimes, que superam os perpetrados entre 1964-1985, não haverá uma segunda anistia.
COLOMBIA: ¿DESOBEDIENCIA CIVIL O LUCHA REVOLUCIONARIA?

¿DESOBEDIENCIA CIVIL O LUCHA REVOLUCIONARIA?
POR REVOLUCIÓN OBRERA · PUBLICADA 10 JULIO, 2020
El jefe reformista Petro ha armado tremenda alharaca con su llamado a la desobediencia civil de no pagar impuestos y tarifas, de no reconocer la legalidad presidencial de Duque, de salir al Paro y sin decirlo abiertamente, disponerse a votar por Petro para presidente en el 2022.
Usando sus habilidades de viejo zorro politiquero, llama a hacer de la desobediencia civil la gran rebelión del pueblo colombiano. Petro vende carne de perro con piel de cordero como reza un viejo proverbio chino. La desobediencia civil lejos de ser una rebelión revolucionaria es una rebelión reformista burguesa. Como tal, fue ideada por David Thoreau en 1849 para negarse a cumplir una norma de obligatorio cumplimiento dentro del Estado, por ejemplo el pago de impuestos.
La desobediencia civil por ser una forma de protesta pacífica burguesa que presupone el respeto, obediencia y defensa del Estado burgués y de su Constitución política, ha sido validada por los reconocidos pacifistas Gandhi en la resistencia pacífica contra la ocupación británica de la India y Martin Luther King en la lucha no violenta contra el racismo en Estados Unidos.
Del mismo modo, la desobediencia civil a la que llama Petro jefe del partido reformista Colombia Humana, hace años también fue invocada por Robledo jefe del partido oportunista Moir, en calidad de rebelión sumisa contra normas del orden constitucional burgués, que no presupone el derrocamiento del poder político de los capitalistas, ni la destrucción de la máquina represiva, sino la preservación y el remiendo del Estado reaccionario burgués.
Petro se apoya en necesidades y sufrimientos del pueblo, para comprometer a trabajadores ingenuos o engañados por la politiquería reformista, a defender la legalidad de sus verdugos burgueses y la farsa electoral de sus opresores; a que protesten por la elección ilegal de Duque dizque por el fraude electoral de la “ñeñe política” en la costa Caribe, silenciando que siempre los electores decisorios son los dueños del capital y en las últimas décadas, han sido los capitalistas mafiosos en contubernio con los especuladores del capital financiero quienes han sentado en el solio presidencial a Turbay, Betancur, Barco, Gaviria, Samper, Pastrana, Uribe, Santos. Esa es la legalidad burguesa en Colombia, pues como en todo Estado, las leyes tienen carácter de clase, sirven exclusivamente a las clases dominantes, demostrado palpablemente en el sartal de decretos de Duque escudado en la pandemia.
En contraparte, los revolucionarios reconocen en el Estado burgués la dictadura de clase de los capitalistas sobre el pueblo; denuncian la hipócrita democracia burguesa que es dictadura para los trabajadores y democracia para los poseedores del capital; muestran el engaño oculto en la farsa electoral; denuncian el carácter de clase de las leyes, la Constitución y la justicia que protegen a los zánganos capitalistas pero condenan y encarcelan a los trabajadores.
Los revolucionarios no llaman a la rebelión sumisa o desobediencia civil contra los opresores, sino a la lucha revolucionaria contra su dictadura de clase, el terrorismo de Estado, la criminalización y represión violenta de toda protesta popular; contra las reformas del Gobierno que aumentan la explotación y los sufrimientos de los trabajadores; contra los abusivos impuestos y tarifas, contra la burda violación de acuerdos y compromisos pactados con diversos sectores del pueblo.
Los revolucionarios llaman a generalizar y radicalizar las luchas y movimientos emprendidos por las masas de la ciudad y del campo, uniéndolos en una sola lucha política huelguística contra el Estado, que hoy tiene nombre propio en Colombia: ¡Paro General Indefinido! y no para desgastarse y engañar a la gente con ilusiones en la farsa electoral, sino para avanzar en el rumbo de la necesidad social que exige la destrucción violenta del Estado capitalista y la construcción de un nuevo Estado socialista, cuya misión sea expropiar a los expropiadores, abolir todo tipo de explotación del hombre por el hombre e instaurar la verdadera democracia para el pueblo entendida como su poder armado omnímodo, ejercido contra quienes fueron sus centenarios enemigos opresores y explotadores.
jueves, 9 de julio de 2020
martes, 7 de julio de 2020
PERÚ: A LOS MAESTROS CLASISTAS DEL PERÚ: 6 DE JULIO ¡ DÍA DEL MAESTRO, DÍA DE COMBATE!
A LOS MAESTRSOS CLASISTAS DEL PERÚ: 06 DE JULIO ¡DÍA DEL MAESTRO, DÍA DE COMBATE !
¡Organizar, luchar, defender la vida y salud de las masas rompiendo el aislamiento con los frentes de organizaciones sindicales y populares!
¡HONOR Y GLORIA al Maestro J. C. MARIATEGUI, G. CARO RÍOS, MÁRTIRES del SUTEP y del pueblo!
¡Defender la vigencia del SUTEP ÚNICO !
!Abajo los serviles del CEN-SUTEP UNITARIO-PR y la FENATEPERÚ que pretenden liquidar al SUTEP ÚNICO!
¡Luchar contra el apolitisismo y domesticación de las masas rompiendo el aislamiento fascista del genocida VIZCARRA!
¡Abajo los seudos "dirigentes" revisionistas PR y la LOD que trafican con el comité ejecutivo provincial de Barranca!
¡Reimpulsar las tareas clasista de la REORIENTACION y RECONSTITUCIÓN para el reinicio de la HUELGA NACIONAL INDEFINIDA, garantía de nuestras justas reivindicaciones!
¡Reimpulsar las tareas clasista de la REORIENTACION y RECONSTITUCIÓN para el reinicio de la HUELGA NACIONAL INDEFINIDA, garantía de nuestras justas reivindicaciones!
¡VIVA EL DÍA DEL MAESTRO CLASISTA Y COMBATIVO!
Barranca, 04 de julio, 2020
COMITÉ DE DEFENSA
Posted by Verein der Neuen Demokratie
GALIZA: ¡Honor y gloria al camarada Xosé Portela!
Galiza: ¡Honor y gloria al camarada Xosé Portela!

La muerte del camarada Xosé Portela, ha sido un durísimo golpe para nuestro blog y para todos los maoístas de Galiza. El siempre decía que un comunista tenía que ser un agitador y así fue desde más de 40 años. Desde Dazibao Rojo queremos mostrar nuestro humilde homenaje a nuestro camarada y expresar nuestras más sinceras condolencias a su familia, compañeros y amigos.
Compartimos el escrito de los camaradas del Comité Galego de Apoio a Guerra Popular, traducido por los camaradas de Revolución Obrera.
Con profundo pesar, comunicamos la noticia de la muerte por un cáncer de nuestro compañero Xosé Portela el 4 de julio. Un compañero indispensable en la solidaridad gallega con la guerra popular en la India y la lucha de los presos políticos, especialmente el profesor GN Saibaba. En nombre del Comité Gallego en Apoyo de la Guerra Popular en India, nos gustaría expresar nuestras más sinceras condolencias a su familia y amigos. Hacemos las palabras de nuestro compañero Adolfo Naya, publicadas en su Facebook:
¡Honor y gloria al camarada Xosé Portela!
Ayer, sábado 4 de julio, recibimos la noticia que nadie quería escuchar, la muerte por un maldito cáncer de nuestro compañero, camarada y amigo Xosé Portela.
El presidente Mao Tse-tung dijo: “En ningún momento y bajo ninguna circunstancia un comunista debe anteponer sus intereses personales; por el contrario, siempre debe subordinarlos a los intereses de la nación y las masas populares. Es por eso que el egoísmo, la relajación en el trabajo, la corrupción, el exhibicionismo, etc. se merecen el mayor de los desprecios; mientras que la devoción desinteresada, el ardor en el trabajo, la devoción a la causa pública, el esfuerzo intenso y tenaz merecen todo respeto”.
No hay mejor definición para hablar sobre el camarada Xosé. Fue un verdadero comunista. En sus últimos días en el hospital, estaba más preocupado por su familia, sus camaradas y las luchas que se viven en todo el mundo que por sí mismo, dando un ejemplo de dignidad e integridad, que solo las personas forjadas en la lucha pueden mostrar.
Siempre estaba preocupado por los demás, siempre dispuesto a ayudar y luchar por causas justas, sirviendo a la gente de todo corazón. Desde su militancia clandestina en la década de 1970 en el MC, donde realizó una transformación personal siguiendo las enseñanzas del presidente Mao Tse-tung, hasta su activismo sindical en la CUT, siempre sin renunciar a sus ideales revolucionarios. Fue un activista social siempre en primera línea y cronista gráfico, con sus carteles de movimientos sociales, de la última década en la ciudad de A Coruña.
Desde el 15M de Monte Alto hasta el conflicto de la Torre de Hércules, desde A Coruña en Loita hasta el Movimiento de Loita Popular, desde Stop deshaucios hasta Elviña non se vende, desde el C.S. A Comuna hasta Acción Antifascista o la solidaridad con la revolución en India o la Liga de Campesinos Pobres de Brasil. Siempre dispuesto a ayudar y luchar, siempre incansable, sin querer ningún protagonismo o reconocimiento. Un verdadero ejemplo de lo que debe ser un comunista.
Hoy lamentamos la pérdida de un gran amigo, compañero y camarada, pero nos quedamos con su práctica comunista, sus enseñanzas y su gran corazón de solidaridad, para continuar su sueño, el nuestro, un mundo nuevo sin explotación, opresión, patriarcado y racismo.
¡Gracias camarada por ser así, seguiremos tu ejemplo hasta la victoria!
¡Camarada Xosé presente en la lucha!


Carteles diseñados por nuestro compañero Xosé Portela
viernes, 3 de julio de 2020
GALIZA: BOICOTE A FARSA ELEITORAL
ESTE 12J NOM PARTICIPES DA FARSA
BOICOTE!
Como descobriu Marx “a história da humanidade é a história da luita de classes”. Assi vemos como
na realidade a democracia da antiga Grécia nom era mais do que um instrumento da aristocracia do
estado escravista para manter o seu domínio político. Da mesma maneira, na época atual o
parlamentarismo é um instrumento que serve para fortalecer o poder político da burguesia. Os
parlamentos nom som mais do que um teatro desde o que podem consolidar o seu domínio
ideológico sobre o proletariado.
Deste modo, a história de mais de 100 anos de atividade de forças supostamente “comunistas” nas
diferentes eleiçons de estados no continente europeu nom serviu precisamente para que o
proletariado dos povos da Europa pudesse avançar algo cara a conquista do poder político.
Coa chegada da campanha eleitoral para o parlamentinho de Compostela vemos como os diferentes
partidos fam um chamamento ao povo galego para que participe na farsa e que vote nas suas
candidaturas. O que estám a fazer é vender a mentira de que o estado burguês é um aparelho
“neutral” às classes sociais. Algo que é manifestamente falso e que serve para reforçar o domínio da
ideologia burguesa sobre as grandes massas que formam a nossa sociedade. Vemos como os
partidos da esquerda e da direita, do liberalismo e do revisionismo, do nacionalismo espanhol e do
nacionalismo galego, trabalham todos juntos para manter na alienaçom ao proletariado e ao
conjunto do povo trabalhador galego. Uns partidos que ocultam que a Junta e o “Parlamentinho”
Autonómico fam parte do aparelho administrativo do Regime Espanhol, que na Galiza som o
resultado da aliança entre a oligarquia espanhola e a burguesia galega.
Para o proletariado galego consciente a única linha política justa é o boicote eleitoral. É tam simples
como saber que fomentar os tópicos, os lugares comuns, tanto da oligarquia espanhola como da
burguesia galega é o contrário a fomentar o aumento da consciência do proletariado. Sem
consciência nom podemos construir os instrumentos úteis para a revoluçom proletária, para a
criaçom do novo poder do proletariado galego. Sem um proletariado consciente do caminho a tomar
para destruir o poder da burguesia nunca poderemos construir umha sociedade socialista.
O parlamentarismo é um fetiche fundamental para que a oligarquia espanhola e a burguesia galega
podam manter a opressom e exploraçom que sofre o povo galego. Ao mesmo tempo é fundamental
para que a aristocracia obreira galega poda pelejar polas migalhas que recebem pola co-gestom das
instituiçons do estado. Por isso mesmo fazemos um chamamento ao proletariado consciente para
somar-se a campanha de boicote às eleiçons deste cinco de abril.
O triunfo dos partidos da esquerda, que na Galiza representam os interesses de diferentes capas da
média e pequena burguesias e da aristocracia obreira, nom vai solucionar nengum dos problemas da
sociedade galega. Umha vitória eleitoral do PsdG, BNG e Galicia en común-Anova nom acabará co
submetimento do povo galego, nom reverterá a minorizaçom da língua galega, nem acabará coa
emigraçom nem a perda de habitantes generalizada. Nom ajudará a acabar coa exploraçom da classe
obreira galega, nem coa opressom das mulheres, nom elevará a sua consciência política... Nem
querendo poderiam, já que os aspetos fundamentais na vida do povo galego nom se decidem em
negumha instituiçom democrática burguesa. A história demonstra a falsidade desta via. E nos casos
em que alguém questiona desde as instituiçons o sistema, ainda parcialmente, a reaçom da
burguesia liquida o experimento, no pior dos casos mediante o extermínio da vanguarda, desarmada
em todos os sentidos para se defender e acabar coa reaçom. Ainda assi, a esquerda do sistema
político burguês mentirá, dirá que desta si, será diferente, que co seu governinho mudará a nossa
vida. O que si mudará será a sua. A nossa? Só quando derrubemos o seu poder mediante o nosso.
Nom à farsa eleitoral!
Por um novo poder operário!
jueves, 2 de julio de 2020
FRANCIA: Declaración de Georges Abdallah en la manifestación del 27 de junio de 2020 en Paris
Déclaration de Georges Abdallah lue lors de la manifestation du 27 juin 2020 à Paris, contre l’annexion de la Cisjordanie, contre l’occupation sioniste et en soutien à la résistance du peuple palestinien
Cher·e·s ami·e·s, Cher·e·s Camarades, Dans des conditions particulièrement difficiles, les masses populaires palestiniennes et leurs avant-gardes révolutionnaires se battent sans relâche, depuis la fin des années soixante. L’émergence et l’affirmation de la révolution palestinienne contemporaine, suite à la défaite de la bourgeoisie arabe et ses divers régimes en 1967, ont certes suscité l’enthousiasme des masses populaires et des forces vives dans le monde arabe, surtout dans le Machrek... Cependant les réactionnaires de tous bords n’ont jamais voulu, et ne peuvent pas vouloir, cohabiter avec ce foyer révolutionnaire dans cette région et cautionner en quelque sorte une réelle Résistance à l’entité sioniste qui, soi dit en passant, n’est pas simplement un instrument parmi tant d’autres au service de l’impérialisme pour le pillage et la domination de la région. Il est en fait un prolongement organique de l’impérialisme occidental. C’est bien pourquoi la lutte du peuple palestinien assume dans la région une tâche bien plus compliquée que toute autre lutte de libération nationale contre le colonialisme traditionnel.
Depuis le tout début des années 1970, la liquidation de la révolution palestinienne est à l’ordre du jour des forces impérialistes et de leurs affidés réactionnaires régionaux. Les guerres et les massacres se sont succédé depuis et les masses populaires y ont fait face avec les moyens et les capacités disponibles...bien que la révolution ait été tiraillée (elle l’est toujours aujourd’hui) entre deux pôles : l’un cherchant à tout prix les négociations et les concessions sans fin et l’autre s’attachant à la résistance par tous les moyens et particulièrement la lutte armée. D’innombrables batailles ont été livrées, certaines ont été perdues, d’autres ont été gagnées, mais dans l’ensemble et en dépit de toutes les pertes et en dépit de toutes les erreurs, les masses populaires ont pu consolider certaines réalisations dont personne ne peut aujourd’hui contester leurs portées stratégiques.
Le peuple palestinien est toujours là et la cause palestinienne est plus que jamais vivante : un cheminement historique dont les contours sont tracés par le sang des Révolutionnaires palestinien·e·s et la dynamique pérennisée par l’engagement prématuré de ces Fleurs et autres Lionceaux de la Palestine - lumière, toujours plus éclairante, flambeaux de la liberté, indomptables Héros résistants captifs dans les geôles sionistes...
Tous affirment ces jours-ci leur rejet des tristement célèbres accords d’Oslo. Peut-être serait-il utile de signaler que ces initiatives en vue de n’importe quelles négociations et au prix des concessions bien loin d’être négligeables, se sont multipliées à partir du “programme intermédiaire” dit “programme de dix points” aux alentours de 1974, lors de l’apogée de la lutte palestinienne ; puis avec l’acceptation des résolutions 242 et 338 lors de la cession du Conseil national de 1988 ; et finalement avec Oslo qui n’a servi ni à arrêter la colonisation et la confiscation de la terre palestinienne ni à empêcher les judaïsations toujours plus accélérées d’Al-Quds...
Pendant plus de 27 ans “ils” ont continué à nourrir les illusions quant à l’établissement d’un “Etat réellement souverain” sur moins de 22% de la Palestine au milieu d’un projet de colonisation active, une colonisation de peuplement ; les illusions de deux “Etats” l’un à côté de l’autre comme de vieux voisins qui se sont brouillés à propos d’un lopin de terre ; les illusions quant à la capacité de l’entité sioniste à exister simplement en temps de paix et à établir d’autres rapports avec la région (et pas seulement avec le peuple palestinien) qui ne traduiraient pas les intérêts de ce “prolongement organique de l’impérialisme”.
Depuis 1993, les masses populaires palestiniennes ont été contraintes de supporter d’horribles massacres, un siège génocidaire et la détention des enfants et des familles entières pour ne pas parler de la démolition des maisons et d’autres biens, parce qu’une strate des compradores a pu entrevoir ses intérêts fleurir dans le bout du tunnel fantasmé !!! Certainement ce n’est pas une si mince affaire de sortir des marécages d’Oslo d’autant plus que les instruments de répression sont essentiellement liés aux mécanismes de la contre-révolution au service de l’occupant sioniste...
Le peuple palestinien et ses avant-gardes combattantes ont accumulé tout au long de leur parcours de lutte existentielle le nécessaire pour relever le défi et continuer la lutte jusqu’à la victoire. Les forces de la Résistance dans la région sont d’une telle puissance que l’on peut dire avec confiance et sans fanfaronnade : la victoire est plus que jamais à l’ordre du jour. Tout naturellement, les masses populaires ainsi que leurs avant-gardes combattantes en captivité peuvent compter sur votre solidarité active.
Que mille initiatives solidaires fleurissent en faveur de la Palestine et sa glorieuse Résistance !
La solidarité, toute la solidarité avec les résistants dans les geôles sionistes, et dans les cellules d’isolement au Maroc, en Turquie, en Grèce et aux Philippines et ailleurs de par le monde !
La solidarité, toute la solidarité avec les jeunes prolétaires des quartiers populaires !
Honneur aux Martyrs et aux masses populaires en lutte !
À bas l’impérialisme et ses chiens de garde sionistes et autres réactionnaires arabes !
Le capitalisme n’est plus que barbarie, honneur à tous ceux et celles qui s’y opposent dans la diversité de leurs expressions !
Ensemble Camarades, et ce n’est qu’ensemble que nous vaincrons !
À vous tous Camarades et ami«e»s, mes plus chaleureuses salutations révolutionnaires.
Votre camarade Georges Abdallah
Lannemezan, le 27 juin 2020
MÉXICO: SolRojo-Oaxaca: Informe sobre el día de la heroicidad
SolRojo-Oaxaca: Informe sobre el día de la heroicidad
¡Por una línea clasista, democrática y revolucionaria al servicio de los trabajadores y los pueblos!
Estimados c.
Les compartimos algunas acciones realizadas por las Brigadas Juveniles del Pueblo, así como un Gif de estas con motivo del Día de Heroicidad y en solidaridad con los presos revolucionarios en el mundo, entre ellos el Presidente Gonzalo y los camaradas G.N. Saibaba, George Ibrahim Abdallah, Müsülm Elma y Ahmed Saadat.
Saludos democráticos.
https://solrojista.blogspot.com/2020/06/jovenes-conmemoran-el-dia-de-la.html
"El pasado 19 de junio, las Brigadas Juveniles del Pueblo hemos llevado a cabo algunas actividades con motivo del Día de la Heroicidad; entre ellas una charla donde se expusieron los hechos y el contexto en que se desarrolló la masacre contra prisioneros políticos y de guerra, combatientes del entonces Ejército Guerrillero Popular liderado por el Partido Comunista del Perú.
Una de las intervenciones abundó: “fue el fascista Alán García, entonces presidente del Perú, quién respondió con la más brutal represión contra la organización y la lucha de las y los combatientes del EGP que habían transformado las prisiones como centros de aniquilamiento, en luminosas trincheras de combate para la revolución.
La masacre del 19 de junio de 1986 estaba anunciada desde antes, por ello el 18 de junio los prisioneros políticos y de guerra se levantaron en los penales de El Frontón, Lurigancho y el Callao para denunciar el genocidio que tramaba el viejo estado. En esta gesta los maoístas se batieron con honor y heroísmo, defendiendo al Partido y la revolución democrática en marcha mediante la guerra popular que aún continúa despuntando en el hermano Perú”.
Las y los jóvenes revolucionarios de hoy pensamos que es imperativo formarnos en el espíritu del internacionalismo proletario, y conmemorar fechas como esta que elevan la moral de la clase obrera y el pueblo, el Día de la Heroicidad debe servir también para ejercitar la solidaridad con los presos revolucionarios alrededor del mundo.
¡El mundo nos pertenece! ¡El futuro nos pertenece!
¡Salvo el poder, todo es ilusión!
¡Somos la chispa que enciende la pradera!
¡Con el Sol Rojo, el pueblo vencerá!
¡Que los trabajadores gobiernen la patria!
Estimados c.
Les compartimos algunas acciones realizadas por las Brigadas Juveniles del Pueblo, así como un Gif de estas con motivo del Día de Heroicidad y en solidaridad con los presos revolucionarios en el mundo, entre ellos el Presidente Gonzalo y los camaradas G.N. Saibaba, George Ibrahim Abdallah, Müsülm Elma y Ahmed Saadat.
Saludos democráticos.
https://solrojista.blogspot.com/2020/06/jovenes-conmemoran-el-dia-de-la.html
"El pasado 19 de junio, las Brigadas Juveniles del Pueblo hemos llevado a cabo algunas actividades con motivo del Día de la Heroicidad; entre ellas una charla donde se expusieron los hechos y el contexto en que se desarrolló la masacre contra prisioneros políticos y de guerra, combatientes del entonces Ejército Guerrillero Popular liderado por el Partido Comunista del Perú.
Una de las intervenciones abundó: “fue el fascista Alán García, entonces presidente del Perú, quién respondió con la más brutal represión contra la organización y la lucha de las y los combatientes del EGP que habían transformado las prisiones como centros de aniquilamiento, en luminosas trincheras de combate para la revolución.
La masacre del 19 de junio de 1986 estaba anunciada desde antes, por ello el 18 de junio los prisioneros políticos y de guerra se levantaron en los penales de El Frontón, Lurigancho y el Callao para denunciar el genocidio que tramaba el viejo estado. En esta gesta los maoístas se batieron con honor y heroísmo, defendiendo al Partido y la revolución democrática en marcha mediante la guerra popular que aún continúa despuntando en el hermano Perú”.
Las y los jóvenes revolucionarios de hoy pensamos que es imperativo formarnos en el espíritu del internacionalismo proletario, y conmemorar fechas como esta que elevan la moral de la clase obrera y el pueblo, el Día de la Heroicidad debe servir también para ejercitar la solidaridad con los presos revolucionarios alrededor del mundo.
¡El mundo nos pertenece! ¡El futuro nos pertenece!
¡Salvo el poder, todo es ilusión!
¡Somos la chispa que enciende la pradera!
¡Con el Sol Rojo, el pueblo vencerá!
¡Que los trabajadores gobiernen la patria!
Publicadas por Defensa del Partido Comunista del Perú
USA/AUSTRIA/ALEMANIA: Conmemoración del 19 de junio: Día de la heroicidad
19 de junio: Día de la heroicidad, conmemoración en Estados Unidos/ Alemania / Austria
Pittsburg Estados Unidos:
Los activistas conmemoraron el Día del Heroismo dando un discurso y exigiendo que se retiren los cargos contra todos los manifestantes acusados del crimen político de rebelarse tras el asesinato de George Floyd frente al Palacio de Justicia del Condado en el centro de Pittsburgh. Los activistas llevaban una pancarta que decía: "¡Gloria al día del heroísmo, 19 de junio de 1986, liberen a todos los prisioneros políticos revolucionarios!"
Los activistas conmemoraron el Día del Heroismo dando un discurso y exigiendo que se retiren los cargos contra todos los manifestantes acusados del crimen político de rebelarse tras el asesinato de George Floyd frente al Palacio de Justicia del Condado en el centro de Pittsburgh. Los activistas llevaban una pancarta que decía: "¡Gloria al día del heroísmo, 19 de junio de 1986, liberen a todos los prisioneros políticos revolucionarios!"
Bremen Alemania:
Los revolucionarios participaron en una manifestación en Bremen pidiendo libertad para todos los presos políticos. La manifestación promovió la situación de las prisioneras revolucionarias, prisioneros de guerra del Partido Comunista de India (Maoísta), el 34 aniversario del Día del Heroísmo en Perú y Mohamed, quien había sido baleado por la policía el día anterior. Además, se colgó una pancarta en un distrito de la clase trabajadora en Bremen para conmemorar aún más el Día del Heroísmo y para defender la vida del presidente Gonzalo, que ha sido encarcelado en régimen de aislamiento por el reaccionario estado peruano en la base naval del Callao para casi 28 años La pancarta decía: “19 de junio de 1986, ¡Viva el día del heroísmo! ¡Defiende la vida del presidente Gonzalo!
Austria
Los revolucionarios crearon el siguiente video en defensa de la vida del presidente Gonzalo.
Publicadas por Defensa del Partido Comunista del Perú
miércoles, 1 de julio de 2020
GALIZA: Saúdo do CCPCmG a nova organização GALIZA VERMELHA
Dendê o Comitê de Construção do Partido Comunista
maoísta da Galiza, queremos dar uma calorosa bem vida a Galiza Vermelha.
Saudamos com grande fervor revolucionário a esta nova
organização, que surge dum intenso trabalho de debate e luta de linhas e que
vem a dar resposta á necessidade da criação duma organização que aglutine as
verdadeiras comunistas revolucionarias da Galiza e que trabalhe firmemente pela
criação dos três instrumentos da Revolução em estreito vinculo com as massas.
Fazemos um chamado a todas e todos os verdadeiros comunistas
revolucionários e ao proletariado consciente da Galiza a participar ativamente
em Galiza Vermelha.
Longa vida a Galiza Vermelha!
Pela República Socialista Galega!
Viva o Marxismo-Leninismo-Maoísmo!
Comitê de Construção do Partido Comunista maoísta da
Galiza
Desde
El Comité de Construcción del Partido Comunista maoísta de Galiza, queremos dar
una calurosa bienvenida a Galiza Vermelha.
Saludamos
con gran fervor revolucionario a esta nueva organización, que surge de un
intenso trabajo de debate y lucha de líneas y que viene a dar respuesta a la
necesidad de la creación de una organización que aglutine a las verdaderas
comunistas revolucionarias de Galiza y que trabaje firmemente por la creación
de los tres instrumentos de la Revolución en estrecho vínculo con la masas.
Hacemos
un llamado a todas y todos los verdaderos comunistas revolucionarios y al
proletariado consciente de Galiza a participar activamente en Galiza Vermelha.
Larga vida a Galiza Vermelha!
Por la República Socialista Galega!
Viva
el Marxismo-Leninismo-Maoísmo!
Comité
de Construcción del Partido Comunista maoísta de Galiza
Suscribirse a:
Entradas (Atom)















