
lunes, 3 de octubre de 2022
domingo, 2 de octubre de 2022
BRASIL: AND- Editorial especial - Eleição não! Revolução sim!

Agitação denuncia a farsa eleitoral e recebe cumprimento de uma trabalhadora, setembro de 2022, RJ. Foto: Banco de dados AND
Há um dia do primeiro turno da farsa eleitoral, a disputa para a presidência de turno pode encerrar-se sem a segunda rodada. Bolsonaro plantou vento e colhe, agora, tempestade. Abriu os cofres públicos e estabeleceu as migalhas assistencialistas, num ato demagógico, esperando crescer nas pesquisas: fracassou. As massas não esquecem e não relevam os 700 mil mortos na pandemia, além de outros crimes seus. A distância entre ele e Luiz Inácio alcança já 13 pontos percentuais, na média das pesquisas.
O cabecilha petista pode triunfar no primeiro turno, não por ter genuíno apoio popular, mas, muito ao contrário, por duas razões. Primeiro porque Bolsonaro, como o outro mais cotado, chegou à cabeça do velho Estado por conta do fracasso do reformismo oportunista do PT que frustrou a maioria do povo. Frustrou-lhe, jogou por terra a máscara de defensor dos trabalhadores para aliar-se a banqueiros e usineiros. Não podendo enganar, falando em luta de classes, centrou em questões identitárias e de comportamento para fazer-se de esquerda, dando, assim, palanque para a extrema-direita saltar à cena política com Bolsonaro, que representa o que há de mais podre, reacionário, antipovo e obscurantista na política de nosso país, fazendo-o pior do que Luiz Inácio em tudo. Segundo, porque a rejeição de ambos os candidatos mais cotados a vencer é muito mais alta que a sua aprovação, o que faz com que as massas ainda desorganizadas e perdidas votem em um para que o outro não vença. E este é o fator principal, pois que expressa a farsa que são essas eleições.
Luiz Inácio, a cada segundo que passa, revela mais a sua natureza de conciliação de classes. Entenda-se, aqui, conciliação como a atividade-fim da manipulação dos sentimentos das massas, que por 40 anos ele aprendeu como nenhum dos serviçais das classes dominantes. Segue com sua promessa de garantir “picanha e cerveja”, desde que o povo aceite calado o agravamento da exploração e opressão máximas. Engano, pois, mesmo a “picanha” e a “cerveja” – como figuras de linguagem para se referir à elevação das condições materiais de vida do povo – será impossível, para ele, garantir.
A crise econômica é muito séria e, resultante dela, se agrava a divisão nos grupos de poder das frações das classes dominantes, são maiores os abalos institucionais e cresce, gradualmente, a violência reacionária como única linguagem da política. O que fará Luiz Inácio, tendo prometido um lugarzinho rendoso no seu governo para todos os setores – em pugna – das classes dominantes, por um lado, e prometido algo impossível de cumprir às massas, por outro? É certo que seria um dos governos mais frágeis da história dessa república burocrática. Seria um governo repleto de incoerências e paradoxos, que devorar-lhe-iam desde dentro. Crescentemente sem sustentação, só a poderia obter na tutela dos generais golpistas, que, no fim das contas, fariam deste, uma vez mais, um governo seu, com a careta que queira dar o eleito ou de Alckmin.
Passo nessa direção já está dado. Luiz Inácio, que repentinamente passou a usar a divisa do deus “mercado” (“credibilidade, previsibilidade e estabilidade”, imposta pela generalada golpista como “legitimidade, legalidade, estabilidade”), agora também divulgou seu projeto de Defesa. Lá consta: primeiro, criação da Guarda Nacional, para atuar em crises de segurança (mais um passo a diante na militarização do País) e modernização (entenda-se: adulação) das Forças Armadas (mais gasto de verbas e incremento de seu poder repressivo).
No lançamento do mesmo, como porta-voz de Lula, Celso Amorim adendou, quase pedindo desculpas por ter existido a Comissão – da meia – Verdade: “Vivemos um momento da Comissão Nacional da Verdade, que foi necessário. Esse momento está superado. Não vamos mexer mais nisso” (entenda-se: amém à generalada). Tacitamente, está também prometido não tocar no sistema de promoções e de formação nas academias militares, cujos subprodutos são oficiais obtusos como Hamilton Mourão e Luiz Eduardo Ramos, ademais da obrigatória condição anticomunista visceral e vocação golpista garantida para determinadas circunstâncias.
Já Bolsonaro, sentindo-se derrotado e com divisões no seio da própria campanha, avança nas chantagens e em suspeitas denúncias de que as eleições não são “limpas e seguras”. Seu partido, o PL de Valdemar Costa Neto (ora, o mesmo do mensalão!), denunciou “24 irregularidades” no Tribunal Superior Eleitoral, cuja conclusão é: “o código-fonte [da urna eleitoral] é controlado por um grupo muito restrito de servidores do TSE” e que, por isso, possuem “poder absoluto para manipular resultado das eleições sem deixar rastros”.
Como se vê, Bolsonaro segue mesmo sua cartilha de criar distúrbios. Sendo evidente que não terá força para triunfar através de um levante armado nos quartéis e nas ruas – talvez, hoje, sequer para levantar um movimento armado digno desse nome –, seu plano é vender a solução para o mesmo distúrbio, cujo preço é: a anistia para si e seus chegados.
Dos demais candidatos, nem valeria a pena falar, pois já estão derrotados. Ciro Gomes, que pretende-se homem “anti-oligarquia financeira”, mal se dá conta que seu “projeto nacional de desenvolvimento” está mais próximo do governo Geisel – em pleno regime militar – do que de algo nacional-democrático.
É hora, resolutamente, de levar com todas as energias o boicote à farsa eleitoral e fundir, ao estado de espírito sublevado das massas, a perspectiva estratégica, clara, que lhes falta. Unir ao seu conhecimento sensível sobre a podridão dessa velha ordem à propaganda viva da Revolução Democrática, Agrária e Anti-imperialista, para que não caia em ilusões e, se por ventura deixar-se cair, possa dela sair com mais clareza sobre a natureza dessa velha ordem. A palavra é simples: Não vote, luta pela Revolução!
BRASIL: Divulgação: LCP se pronuncia contra a farsa eleitoral e denuncia demagogia de candidatos (CEBRASPO)

Abaixo a farsa eleitoral e o incremento da guerra contra os
camponeses e o povo. Avançar a Revolução Agrária!
Mentiras e disputa para ver quem é mais servil ao imperialismo, à grande burguesia e ao latifúndio.
Só mesmo uma colossal crise econômica, política, militar e moral de decomposição do capitalismo burocrático, em meio à crise geral do imperialismo poderia fazer com que os “debates” hipócritas, covardes e nauseabundos desta edição da farsa eleitoral recebessem o adjetivo de “democracia”.
A máxima do reacionário alemão, do século XIX, Otto Bismark, chega a parecer genial o que é só simples constatação: “Nunca se mente tanto antes de eleições, durante uma guerra e depois de uma caçada.”
Mas não é cômico, é trágico. Quando falam de si mesmos os candidatos, principalmente Luiz Inácio, o pelegão Lula, e Jair Bolsonaro, o celerado, mentem deslavadamente. Só se aproximam da verdade quando se atacam, mas tomam todos os cuidados para se atacarem pessoalmente e preservarem o sistema de dominação, exploração e opressão que afunda o país em miséria e sangue. Sistema do qual são os esbirros mais destacados e pelo que merecem o ódio e a repulsa da grande maioria dos brasileiros. Pois fora do pequeno círculo de interesseiros de cada qual, a maioria dos votos que receberão serão de quem rejeita o outro e não quer que o outro vença.
Logo no primeiro “debate” Luiz Inácio repetiu a mentira já contestada pelas massas camponesas e desmoralizada por artigo baseado em fatos, documentos e números pelo geógrafo, professor e pesquisador Ariovaldo Umbelino, de que teria sido o presidente da república que mais realizou “assentamentos” da reforma agrária. Por outro lado, no mesmo evento midiático Bolsonaro, o celerado, jactou-se de ter sido o presidente que mais entregou títulos da terra, principalmente às mulheres. O mesmo Bolsonaro que declarou guerra aos camponeses na Agrishow de Ribeirão Preto em seus primeiros meses de mandato dizendo aos latifundiários ladrões de terra da União que “Meu governo é de vocês”. E que nas “comemorações” do 1o de Maio de 2021, falando aos criadores de gado zebu da ABCZ, deixou bem claro a essa corja de parasitas sanguessugas da Nação suas intenções, quando chamou a LCP de “terrorista”. E vale registrar que nenhum dos outros participantes do debate, farsesco episódio, contestou os sacripantas. Afinal, o latifúndio é “sagrado”.
A primeira grande mentira implícita, dos dois, é tentar passar a ideia que o Estado brasileiro, através de seus sucessivos governos, está atendendo à demanda histórica dos camponeses pelo direito à terra para quem nela vive e trabalha. Por consequência, o campo brasileiro estaria em paz. A demanda histórica dos camponeses sem terra, com pouca terra ou mesmo dos camponeses médios, estaria sendo atendida pelos governos de turno que detém a terrível marca de estar entre os cinco países do mundo em que é maior a concentração de terras na mão de uma minoria ínfima, em detrimento da imensa maioria do campesinato.
Mentirosos, bandidos e canalhas!
Guerra no campo
Então que nos respondam: por que a primeira medida deste governo reacionário e de “esquadrões da morte” de Bolsonaro foi armar até os dentes os latifundiários e seus sicários e pistoleiros? Por que lhes entregou o governo (discurso na Agrishow)? Por que generais comandando o Incra e a Funai? Por que a Força Nacional de Segurança, guarda pretoriana criada por Luiz Inácio, passa meses lotando hotéis no interior do país onde as massas camponesas estão lutando pela terra? Por que aumentaram os conflitos no campo? Por que dezenas de camponeses, indígenas e quilombolas têm sido impunemente assassinados, com Bolsonaro a defender policiais assassinos (excludente de ilicitude)? Por que centenas de camponeses são hoje presos políticos no Brasil, com a cumplicidade covarde do silêncio de toda essa falsa esquerda oportunista eleitoreira? Por que advogados populares têm suas casas invadidas e seus telefones grampeados e são criminalizados e processados? Por que, se os problemas fundamentais teriam sido resolvidos, os camponeses não deixaram um dia sequer de resistir, lutar e tomar terras? Por que milhares de pequenos produtores (como os produtores de leite pelo Brasil afora) protestam a cada ano fechando estradas e distribuindo leite ao povo? Por que os “caveirões”, comumente utilizados nas chacinas nas favelas, principalmente contra pobres e pretos, estão hoje espalhados nas regiões rurais do país? Por que importar equipamentos modernos de guerra contrainsurgente do Estado sionista e terrorista de Israel? Por que aumentaram de forma vertiginosa, sob a batuta dos ianques, os exercícios militares nas selvas brasileiras? Será que tudo isso que é fato acontece porque Luiz Inácio e Jair Bolsonaro cumpriram seu dever “constitucional” de fazer a “reforma agrária”?
Se é muito difícil para alguns acreditar nas massas, na intelectualidade honesta e na Liga dos Camponeses Pobres, que lhes respondam o vetusto STF, na condição de guardião civil da velha ordem (ou de guardião do suposto Estado Democrático de Direito, como cacarejam os oportunistas). Pois foi esta instituição carcomida e decrépita que suspendeu, implicitamente reconhecendo tudo o que estamos levantando e se utilizando da pandemia como desculpa, as ações de reintegração de posse bem como as incursões das tropas de elite e de comandos especiais assassinos nas favelas no último período. O STF não tomaria esta decisão se não temesse uma reedição muito mais violenta e ameaçadora para o sistema do que as revoltas de 2013 e 2014 que acenderam o sinal vermelho para o imperialismo, a grande burguesia e o latifúndio. Mas que só foi realmente aplicada em retaliação aos ataques de Bolsonaro a esta Corte e diante da feroz e combativa resistência das massas (como ocorreu em 2021 nas áreas revolucionárias Tiago Campim dos Santos, Ademar Ferreira e Manoel Ribeiro, em Rondônia). Mas, inclusive, não impediu os massacres nas favelas do Rio de Janeiro.
E essa suprema corte de fancaria atua no mesmo sentido torturando povos indígenas ao não enterrar a fantasmagórica tese do “Marco Temporal”. O STF não pauta, não vota, pede vista, fazendo cena de que é contrário ante a pressão da opinião pública internacional. A posição é sinistra. Se os governos tivessem minimamente cumprido a constituição promulgada em 1988 e demarcado os territórios indígenas o problema não existiria. Nem Collor, nem Itamar, nem FHC, nem Luiz Inácio e Dilma, nem Temer, menos ainda Bolsonaro o fizeram. Na verdade o STF deu a esta aberração jurídica de “Marco Temporal” caráter de possível “legalidade” para dar tempo que a bancada do latifúndio no Congresso a consagre como lei através de emenda constitucional. Pois então, todos estes acontecimentos e medidas, com a respectiva ação das forças políticas, não comprovam a principal mentira implícita neste debate do sujo com o mal lavado? Para nós, por enquanto é o bastante. Mas é nosso dever também desmoralizar as mentiras no varejo.
Nem “assentamento”, nem título, nem terra
Quanto aos títulos Bolsonaro mente tanto quanto Lula sobre as “milhares de famílias assentadas”. Em primeiro lugar quando se refere aos títulos dá a entender que está titulando pequenos agricultores. Destes títulos anunciados a grande maioria, no que se refere a quantidade de terras tituladas, são para latifundiários, na Amazônia legal, cada um podendo declarar até 2.500 hectares (quando a terra pretendida pelo ladrão de terras é maior do que este tamanho o mesmo coloca em nome dos filhos). E o requisito é alguma doação para sua pregação anticomunista ou campanha de “delenda” LCP (Bolsonaro afirma que o MST não é mais problema).
O que faz o atual governo com relação aos “assentamentos” em que os camponeses já estão na terra há pelo menos 20 anos, e para os quais o INCRA deve bilhões de reais em estradas, créditos, poços artesianos, etc., etc., etc., é entregar títulos provisórios, ainda não definitivos, que terão que ser pagos, sem registro em cartório, que em última instância servem para o camponês cair nas garras dos bancos e se endividar ainda mais para entregar a terra de mão beijada na bacia das almas.
E com relação às áreas já ocupadas e divididas pelo próprio INCRA nos últimos 10 anos, e que tem menos ainda do que os camponeses citados logo acima, o que Bolsonaro está entregando são os famigerados CCU, Contratos de Concessão e Uso, pelos quais os camponeses não tem nada e ainda ficam cativos dos programas governamentais que já nem existem desde os tempos de Dilma Rousseff. Quer ver um camponês ficar humilhado é chegar ao banco com um destes CCU´s, ser colocado no último lugar da fila, e sair após o gerente falar que vai ter que esperar o INCRA liberar o dinheiro …
Esta é a verdade sobre os títulos da terra de Bolsonaro, política compensatória e dissimuladora da guerra travada contra camponeses, indígenas e quilombolas, esta sim com as armas, com o objetivo de concentrar ainda mais a propriedade da terra no Brasil e entregar nossas riquezas ao imperialismo em troca de migalhas. Mas ele não tem nada de original.
Onde tudo começou
Foi Luiz Inácio, após fracassar no II PNRA (segundo Plano Nacional de Reforma Agrária, o primeiro do governo petista, obrigação constitucional de qualquer presidente da república), quem primeiro aplicou o método de manipular os números, tentando fazer passar regularização fundiário (a grosso modo título da terra) por reforma agrária. Relata o Professor Ariovaldo Umbelino:
...”Os resultados finais do II PNRA indicam que em se desagregando as 448.954 Relações de Beneficiários emitidas pelo INCRA naquele período, havia apenas 163 mil famílias referentes aos assentamentos novos ... As demais famílias eram referentes à regularização fundiária (113 mil), reordenação fundiária (171 mil) e reassentamentos de atingidos por barragens (2 mil)...”
Além de atingir pouco mais de 1/3 da meta pretendida, ter assentado menos famílias do que o vende-pátria FHC, Luiz Inácio ainda deu “a deixa” para os que lhe sucederiam de como servir ao latifúndio e enganar as massas, e o bom aprendiz Bolsonaro não o deixa mentir. E a entrega de terras públicas na Amazônia Legal como Bolsonaro pratica hoje (ver acima) também é da lavra de Luiz Inácio, através da Medida Provisória 422 de março de 2008, tornada Lei n.º 11.763 de 1º de agosto de 2008. Afronta descarada à constituição brasileira (sem nenhuma contestação do STF), permitir que ladrões de terra pública regularizem suas propriedades. Até então, quem ocupasse terra devoluta teria direito a permanecer com no máximo 300 hectares, sendo que o restante teria que ser confiscado pelo Estado para assentar famílias sem terra. Luiz Inácio passou este limite para 1.500 hectares.
À época, o Professor Ariovaldo afirmava: “... Assim, no total entregar-se-ia aos grileiros (latifundiários, destaque nosso) uma área de quase 183 milhões de hectares de terras públicas ...”
Traição aos camponeses do agente do imperialismo Luiz Inácio, o pelegão Lula
O coveiro da “reforma agrária do governo” foi ele, Luiz Inácio. Afirmou que no Brasil existia espaço para o pequeno camponês e o latifúndio. Chamou os latifundiários usineiros de heróis. Não revogou (como prometera) a medida provisória de FHC que impedia a vistoria de terras ocupadas. Teve papel chave no discurso de criminalização do movimento camponês, quando sendo Presidente da República, José Sarney Presidente do Congresso e Gilmar Mendes Presidente do STF, em uníssono com essas criaturas, afirmou que a ação de massas camponesas de Pernambuco de reagirem a um ataque de pistoleiros e eliminaram três destes era crime, dizendo em declaração ao monopólio de imprensa: “E que não me venham dizer que foi legítima defesa”.
Lula criou a Ouvidoria Agrária para atrair os camponeses para a mesa de negociações, cooptando as lideranças mais dóceis e entregando para grupos de extermínio da polícia militar ou para a pistolagem os nomes daquelas que não se rendiam. Criou a Força Nacional de Segurança que desde então atua fundamentalmente contra o movimento camponês revolucionário. Enviou o Exército e a Força Nacional para combater a LCP e os camponeses que tomaram o latifúndio escravocrata Forkilha, sul do Pará, de um dos fundadores da UDR, Jairo Andrade, na maior operação militar na região depois das campanhas contra gloriosa Guerrilha do Araguaia. Também no Pará, junto com Ana Júlia Carepa (PT), legalizou milhares de hectares de terra para madeireiros de Santarém promovendo falsos assentamentos de camponeses.
E foi no governo do PT que dirigentes da LCP e ativistas e massas do movimento camponês combativo foram brutalmente assassinados. Todo este ódio de Lula e seu PT contra a LCP são por duas razões: 1) é para adular o latifúndio, ou seja, as “elites” de que tanto reclamam, encenação barata para se fazer passar como de “esquerda”, e 2) porque os revolucionários desmascaram ele e seu partido. Mas também contra os povos indígenas Luiz Inácio atuou se negando a demarcar os territórios ancestrais sagrados e legítimos. E contra os remanescentes de quilombolas atuou cooptando e tentando jogar massas contra massas (quilombolas X movimento camponês combativo).
A Revolução Agrária varrerá todo este lixo, destruirá o latifúndio
entregando a terra a quem nela trabalha!
Por tudo isso, não é de se estranhar que as acusações e troca de insultos entre Luiz Inácio e Bolsonaro seja do tipo “mais do mesmo”. É um quadro para os desavisados meio que apocalíptico, mas estamos sim no final dos tempos do capitalismo burocrático e do imperialismo. O que está em jogo não é salvar esta falsa democracia baseada na concentração da propriedade da terra, na produção primária para exportação, na entrega das riquezas naturais para o imperialismo, e das migalhas assistencialistas, cabresto e chumbo para o povo. Esse capitalismo burocrático não tem salvação, mas se não for derrubado seguirá infelicitando nosso povo e a Nação. O Brasil não é um país em que o sistema político vai mal, a economia vai mal, e o latifúndio (batizado agronegócio) vai bem como querem alguns. O latifúndio vai “bem” porque o Brasil vai mal. E o latifúndio vai “bem” por que o plano do imperialismo para esta república de bananas na ordem mundial pós-guerra fria é aprofundar nossa condição, jamais rompida, de semicolônia.
Se em momentos em que a crise estava mais branda a farsa eleitoral só alcançou resultados raquíticos e efêmeros, nesta agora vai ser pior. A crise vai se agravar, a miséria vai aumentar, a guerra contra o povo será incrementada, as reintegrações de posse aumentarão, e serão cometidas chacinas muito mais do que as que já ocorrem e repugnam a todos. Diante disso, todas estas mentiras vão ser desmoralizadas por raios certeiros quando o povo estourar sua paciência que já passou dos limites.
É a realidade. Em última instância, os grandes beneficiários da farsa eleitoral são o imperialismo, a grande burguesia e o latifúndio. Votar em qualquer um é votar neste sistema e não perceber que ele está podre, pedindo para ser derrubado e que as massas lutam e podem vencer. Os camponeses de Rondônia o demonstraram, derrotando o celerado falastrão nas batalhas camponesas em 2020 e 2021, em Rondônia. Batalhas que o monopólio da imprensa buscou ocultar para proteger os latifundiários ladrões de terra da União e predadores da natureza, a qual essa mesma imprensa, com rede Globo a frente, demagogicamente diz defender.
Levantemos mais alto nossas bandeiras vermelhas! A Revolução Agrária vai passar!
Não Vote! Lute! Viva a Revolução Agrária!
Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres - Brasil
Setembro de 2022
viernes, 30 de septiembre de 2022
GALIZA: Comunicado conjunto das organizaçons sancionadas por ponher postos de material em Compostela o Dia da Pátria. (Galiza Vermelha)
Comunicado conjunto das organizaçons sancionadas por ponher postos de material em Compostela o Dia da Pátria. "O Concelho de Compostela e o Ministério do Interior aumentan a censura e a pressom policial no 25 Julho, Dia da Pátria Galega, contra coletivos sociais e políticos."
https://twitter.com/GalizaVermelha/status/1575236313212940288?cxt=HHwWgMDT5ZbFrtwrAAAA
jueves, 29 de septiembre de 2022
PERÚ: MPP: ¡NO VOTAR! ¡ELECCIONES, NO! ¡GUERRA POPULAR, SÍ! (Nuevo Perú)
¡Proletarios de todos los países, uníos!
¡NO VOTAR!
¡ELECCIONES, NO! ¡GUERRA POPULAR, SÍ!
El Partido Comunista del Perú (PCP) ha establecido la táctica del boicot frente a las elecciones reaccionaria para recambio de autoridades del viejo Estado peruano, tanto para generales como para las regionales y municipales. El llamado del partido al boicot es para dificultarlas e impedirlas donde esto sea posible, pero no a impedir todo el proceso electoral. Como la reacción siempre ha dicho tratado de imputar al partido para conquistar falsas victorias.
El llamado al boicot en la situación actual debe servir a impulsar la reorganización general del partido (RGP) en y para la guerra popular, combatiendo al revisionismo y el oportunismo, principalmente a la linea oportunista de derecha revisionista y capitulacionista (LOD), todos estos son electoreros, seguidores del cretinismo parlamentario y, por tanto, lacayos de la dictadura terrateniente-burocrática al servicio del imperialismo, principalmente yanqui, que es el viejo y podrido Estado peruano.
Medfiante el boicot, el PCP impulsa la tendencia histórica principal de la fusión de la guerra popular con la gran corriente de millones de electores que no se registran, no votan o lo hacen en blanco; esta corriente es la que el PCP viene estructurando desde la época de la reconstitución y, más aún, desde el inicio de la guerra popular el 17 de mayo de 1980, como parte del mar armado de masas, que ha de barrer en todo caso el viejo orden de explotación y opresión por más problemas complejos y difíciles que tengamos que atravesar.
Sobre las elecciones regionales y municipales del 02 de octubre de 2022
Se dan en el marco de una situación internacional, que la Declaración del Partido Comunista del Brasil (Fracción Roja)– P.C.B. (FR) y el Partido Comunista del Perú – PCP, ¡Gloria Eterna al Presidente Gonzalo!,con ocasión del discurso de nuestra jefatura de 24 de septiembre de 2022, caracteriza como sigue:
“Si vemos la situación internacional en su conjunto, la descomposición del imperialismo se acrecienta más con cada día que pasa, confirmando que está en su hundimiento final y que solo está para ser barrido por la revolución mundial mediante la guerra popular, cuando la revolución ha devenido en la tendencia histórica y política principal del mundo actual y la revolución mundial a entrado a la fase de su ofensiva estratégica.
El imperialismo, principalmente el imperialismo yanqui, como superpotencia hegemónica única, en colusión y pugna con sus rivales imperialistas, extiende y profundiza cada vez más su guerra de agresión y rapiña por el botín que son las naciones oprimidas y por conquistar posiciones buscando asegurar su hegemonía mundial . Pero, el imperialismo, solo marcha de fracaso en fracaso ante la resistencia de los pueblos y naciones y oprimidas en lucha por la revolución, su liberación y su soberanía, como quedo demostrado con la expulsión de sus tropas invasoras y aliados a hierro y fuego del territorio afgano por las fuerzas de la resistencia nacional y por el incremento de la explosividad de las masas. Ademas de la persistencia de las guerras de resistencia en los países ocupados del Medio Oriente, Asia y África y de las guerras populares en Índia, Perú, Filipinas y Turquia.
Analizando la crisis del imperialismo, de los inicios del 2020, como
síntomas de un salto sin precedentes en su descomposición y de la confluencia
de todos estos factores, concebimos que
la Historia Universal ha entrando
en una situación particular en que se abrió un nuevo periodo de revoluciones,
un nuevo momento de la Revolución Proletaria Mundial, que se inscribe dentro de
los “50 a 100 años” previstos por el Presidente Mao y resaltados por el
Presidente Gonzalo.
En esa situación y en la coyuntura de los próximos años y décadas, el maoísmo avanzará a dirigir la Nueva Gran Ola de la Revolución Proletaria Mundial, enfrentando la contrarrevolución mundial, preparando y desencadenando más y más guerras populares llevando a las alturas esa nueva gran ola para conjurar una nueva guerra mundial y en caso de que esta se instale, luchar por transformar las guerras populares en Guerra Popular Mundial para aplastala, en lo que desde ya predicamos como poderosa consigna de combate. Partiendo de la ley de desarrollo desigual de la materia y aplicándolo al proceso de la revolución proletaria mundial, comprendemos que en el proceso de la Revolución Mundial siempre se da el traslado sucesivo del centro de la revolución mundial, donde se acumulan problemas y sus soluciones, donde se producen los jefes a la altura de las exigencias históricas de cada momento”.
Sobre la situación nacional, sintetizando, el Perú vive la mas grande crisis general de toda la república, el hundimiento del capitalismo burocrático que será totalmente demolido por la guerra popular en medio del genocidio en que se defiende como bestia herida de muerte. Esa es su situación, por más dificultades que atraviese el desarrollo de la guerra popular invencible. Situación, que se expresa en toda la podredumbre de su nuevo gobierno reaccionario del rondero oportunista genocida Pedro Castillo Terrones, que tanto la reacción como el revisionismo trataron de presentar como un gobierno popular, siendo como es la cabeza del viejo Estado y del régimen fascista, genocida y vendepatria impuesto en abril de 1992 con el llamado “autogolpe de Fujimori” dirigido por la CIA-yanqui. Gobierno, que ha proseguido con el afán reaccionario de cumplir las tres tareas reaccionarias, fracasando en su intento pues su cumplimiento son un imposible histórico y político, como fracasaron los diferentes gobiernos reaccionarios del viejo Estado desde 1980 a la fecha.
Los veinte
años del llamado “proceso descentralizador”, en el cual se inscriben las
elecciones reaccionarias del próximo 2 de octubre, es decir de las regiones,
muestran que ha fracasado, “solo ha tenido
un pobre desempeño”, según un estudio reaccionario, como lo es el de la
llamada “Propuesta Ciudadana”, donde dice textualmente, que “las regiones se
tornaron en botines apetitosos del micropoder”, que las regiones “carecen
de autonomía”, “falta de capacidad
de gestión”, etc. Que en las regiones hay 2,350 obras paralizadas a
junio de
este año, lo que equivale a 29 mil millones de soles, de las cuales el
72%
corresponde a los gobiernos locales o municipios. Además, en otra parte
dice,
que de las 25 autoridades que culminan su periodo y varios ex
gobernadores
enfrentan investigaciones fiscales, hay gobernadores con sentencias,
orden de prisión
preventiva, que están prófugos o que han purgado arresto domiciliarios.
Dicen
las propias fuentes reaccionarias, que la corrupción es un lastre que
afecta a
todos los niveles de gobierno. Otro politólogo reaccionario dice que en
el Perú
todas las instituciones han colapsado, que las elecciones próximas
muestran el
colapso de todos los partidos, porque estos no están interesados en
representar
a los ciudadanos sino, sino en nombrar candidatos que les garanticen
ganar por
que son conocidos o tienen dinero para financiar la campaña. Y, quien
quiera tener más muestras del hundimiento del viejo Estado, que todo el
proceso de la presente farsa electoral airea con un torbellino de
pestilencia, puede recurrir a las diferentes páginas de opinión de los
grandes medios del monopolio de la prensa reaccionaria.
Esta
situación, arriba solo descrita es sus pocos razgos, determina
la colusión y pugna entre las facciones reaccionarias y entre los grupos
y
personajes al interior de las mismas, porque nadie está interesado en
ejercer
la representación sino en el botín. Eso se da desde el Ejecutivo y el
Parlamento hasta el nivel local, como se ve en las denuncias de
corrupción, que
no solo abarca al actual gobierno reaccionario sino a otodos los
anteriores e
incluye todos los niveles de la burocracia del viejo Estado. Por eso,
debemos resaltar la colusión y pugna dentro de la actual situación de la
crisis
general de la vieja sociedad y del mayor hundimiento y descomposición
del viejo
Estado, todo lo cual, se tiene que expresar en las elecciones
reaccionarias, tanto en el Jurado Electoral,
en la ONPE, en los partiduchos, las nominaciones de los candidatos, en
los mismos candidatos y, en el hecho, que tiene carácter de ley
probada hasta la saciedad por la realidad, que quienes salgan “elegidos”
de
esta nueva farsa reaccionaria electoral para ocupar los diferentes
cargos a
nivel rgional y local serán mucho peores y más nefastos para nuestro
pueblo. Además, todo el proceso farsesco muestra el desacalabro del
actual gobierno reaccionario de Castillo que saldrá mas achicharradodo
de tal proceso, esto es más deslegitimado por las propias ánforas que
tanto adoran. Es ley de que ningún gobierno reaccionario ha salido
airoso de las elecciones hace más de una década como el caso de
Colombia, Chile, etc., etc.
Destacamos la situación y condiciones en que se dan estas elecciones, porque esta situación objetiva significa inmejorables condiciones para culminar la tarea pendiente de la reorganización general del PCP. Las facciones y grupos reaccionarios, que mediante los diferentes partidos y candidatos se aprestan a contender en las elecciones desarrollan una colusión y pugna dentro de esta situación enunciada. La reacción tienen que desenvolver sus procesos electorales, lo que para ellos representan más problemas y dejan al decubiero toda la podredumbre del sistema de explotación y opresión que representan y defienden reaccionarios, revisionistas, oportunistas y demás arribistas, para nosotros, beneficioso. Las elecciones, para ellos, les son necesarias a fin de generar el recambio de autoridades.
Lo que debemos hacer es que quede bien en claro nuestra política, porque no somos electoreros, tenemos una política clara y lo que debemos hacer es utilizarlas lo máximo que podamos a través del boicot, así que el problema lo cargan ellos, los reaccionarios, los electoreros, no nosotros. Eso es lo que debe quedar bien en claro desde el comienzo; así incluso vamos a destacar más el plan que cumplen los revisionistas, los oportunistas y los arribistas y toda esa ralea en el mantenimiento del viejo orden y la responsabilidad que tienen en el genocidio, el hambre, la miseria y la venta del país al imperialismo. Estas elecciones deben servir para desenmascarar más al gobierno reaccionario del rondero oportunista Castillo y sus sirvientes de la LOD revisionista y capitulacionista, a la banda revisionista de Perú Libre, del Modavef, Fnateperú y toda clase de ratas, así como a su traposa bandera de “lucha por nueva constitución” para una nueva reestructración del viejo Estado para que pueda cumplir sus tres tareas reaccionarias.
Usar las elecciones para desenmascarar que no sirven para nada y dejar bien claro que no participamos ni participaremos con candidato alguno, ni tras nadie ni avalando a nadie. Creemos que eso es muy importante, sirve mucho para la lucha contra la linea oportunista de derecha revisionista y capitulacionista (LOD), contra el regimen fascista, genocida y vendepatria que encabeza su rondero oportunista contrarrevolucionario Pedro Castillo Terrones, quien tiene las manos manchadas con la sangre gloriosa del Presidente Gonzalo; sirve para la lucha contra los revisionistas y todo tipo de oportunistas y arribistas como los de Perú Libre, etc. Nos sirve para propagandizar la lucha por la reorganización general del PCP y la guerra popular como la única salida para el proletariado y nuestro pueblo, contra la salida reaccionaria de “nueva constitución” o su “reforma” por plebiscito o por adelanto de elecciones o cualquier otra salida reaccionaria, como se dejan traslucir del recambio de presidenta del parlamento de la Lady Camones, una reaccionaria de la mafia política de Acuña (APP), el de “plata como cancha”, por un militar genocida como José Williams, inmediatamente contestada por el presidente genocida Castillo Terrones con el nombramiento de un ministro de Defensa Daniel Barragán, ligado al fascista Antauro Humala, en el afán, de este aprendiz de Alan Garcia, el “aprendiz de führer”, de apoyarse cada vez mas en las Fuerzas Armadas genocidas. Es decir ambas facciones en pugnan tocan las puertas de los cuarteles.
Asi, como conclusión, la farsa electoral para recambio de autoridades les crea toda clase de problemas, por su hundimiento y la mostrada invencibilidad de la guerra popular con el desafío bélico que significó la heroica muerte del Presidente Gonzalo el 11 de septiembre de 2021, quien sigue arrancando lauros a la muerte y llenando de pavor a los genocidas del imperialismo, la reacción y el revisionismo es un problema difícil que tienen y la coyuntura buena para nosotros que nos va a permitir golpear, desenmascarar y hacerle ver a nuestro pueblo que nada sacan ni sacarán de las elecciones organizadas por la reacción.
Lo que tenemos que impulsar todos los que queremos que nuestro país se transforme es que el pueblo rechace el proceso electoral, porque sólo con la guerra popular el pueblo puede resolver sus problemas y necesidades, bajo la dirección del proletariado, a través de su Partido; sólo así puede barrer este vil sistema que vive del hambre y la sangre de las masas; no hay ninguna otra forma. Es con el Programa Concreto del PCP con que realmente podemos unir al pueblo:
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-contra el hambre, la desocupación y la crisis; -contra la represión y el genocidio; -contra el viejo Estado y el imperialismo; |
-por tierra, salario y producción nacional; -por los derechos del pueblo y la guerra popular; -por la República Popular del Perú. |
Apliquemos el boicot como la política de entorpecer las elecciones, socavarlas e impedirlas donde sea posible, como la táctica de utilizar las elecciones en función de la reorganozación general del partido en y para desarrollar la guerra popular para conquistar el Poder en todo el país. Como nos dice el Presidente Gonzalo, la voz de orden es simple y concreta: ¡No votar! Y la consigna clara y resuelta: ¡ Elecciones no! ¡Guerra popular, sí!
MOVIMIENTO POPULAR PERÚ (MPP)
SEPTIEMBRE DE 2022COLOMBIA: Jornada de pegatinas del cartel oficial de la Semana de Acción Mundial – India (Revolución Obrera)
martes, 27 de septiembre de 2022
PERÚ: Gloria eterna al Presidente Gonzalo
Gloria eterna al Presidente Gonzalo
“Finalmente ahora escuchemos esto, como vemos en el mundo, el maoísmo marcha inconteniblemente a comandar la nueva ola de la revolución proletaria mundial ¡entiendan-se bien y comprendan-se! los que tienen oídos, usenlos, los que tienen entendimiento y todos los tenemos manejen-los ¡basta de necedades basta de oscuridades! ¡entendamos eso! ¿ques se desenvuelve en el mundo? ¿ques necesitamos? necesitamos que el maoísmo sea encarnado y lo está haciendo y que pase generando Partidos Comunistas, a manejar, a dirigir, esa nueva gran ola de la revolución proletaria mundial que se nos viene.” (Presidente Gonzalo, Discurso. 1992)
Cuando hace treinta años, el Presidente Gonzalo pronunció su magistral discurso del 24 de septiembre de 1992, sus enemigos soñaban que esto seria el ocaso de su obra, pero este intrépido grito de guerra, fue más un rayo de sol del amanecer. Hoy, treinta años después de su discurso, su envergadura y tal ante la historia, no ha parado de acrecentarse.
Vivimos un periodo extraordinario de la Historia Universal, resultante de esa confrontación entre revolución y contrarrevolución, producto de dura brega del proletariado internacional, pasado y presente que estamos combatiendo para imponer el maoísmo como único mando y guía de la revolución mundial. El Presidente Gonzalo precisó que estamos en la etapa de la Ofensiva Estratégica de la Revolución Proletaria Mundial, y dentro de ella, estamos en su fase de la defensiva y que, por lo tanto, nos corresponde avanzar al equilibrio estratégico, dentro de la Etapa de la Ofensiva Estratégica. Destacamos que el desarrollo de la contradicción entre revolución y contrarrevolución se da teniendo como base la crisis general del imperialismo, porque el imperialismo, siendo la última etapa del capitalismo, también tiene fases y nos encontramos en la última de ellas.
Contexto en que, como en pocos momentos en la historia se da la confluencia entre la situación objetiva y las condiciones subjetivas propensas al desarrollo por saltos. En la situación objetiva de crisis sin precedentes del imperialismo que agrava formidablemente la crisis del capitalismo burocrático en los países del Tercer Mundo, lanza millones de masas en explosivas revueltas, caracterizándose por un desarrollo de la situación revolucionaria de forma desigual por todo el mundo. Tres décadas antes, el Presidente Gonzalo analizando la situación mundial de crisis general del imperialismo afirmó que se desatara una ofensiva contrarrevolucionaria de carácter general y vio, como águila de las montañas, que el imperialismo necesitaba de tal ofensiva para ampliar la explotación y opresión del proletariado y de las naciones y pueblos del mundo para conjurar su colapso y la revolución, y de que eso, como ya se puede ver, generaría la explosividad de las masas, en una nueva situación, y que los comunistas del mundo deberían empeñarse por imponer el maoísmo como único mando y guía de la revolución proletaria mundial, a través de reconstituir/constituir partidos comunistas militarizados, armando el proletariado internacional con la estrategia de desencadenar más y más guerras populares hasta transformarlas en guerra popular mundial.
Si vemos la situación internacional en su conjunto, la descomposición del imperialismo se acrecienta más con cada día que pasa, confirmando que está en su hundimiento final y que solo está para ser barrido por la revolución mundial mediante la guerra popular, cuando la revolución ha devenido en la tendencia histórica y política principal del mundo actual y la revolución mundial a entrado a la fase de su ofensiva estratégica.
El imperialismo, principalmente el imperialismo yanqui, como superpotencia hegemónica única, en colusión y pugna con sus rivales imperialistas, extiende y profundiza cada vez más su guerra de agresión y rapiña por el botín que son las naciones oprimidas y por conquistar posiciones buscando asegurar su hegemonía mundial . Pero, el imperialismo, solo marcha de fracaso en fracaso ante la resistencia de los pueblos y naciones y oprimidas en lucha por la revolución, su liberación y su soberanía, como quedo demostrado con la expulsión de sus tropas invasoras y aliados a hierro y fuego del territorio afgano por las fuerzas de la resistencia nacional y por el incremento de la explosividad de las masas. Ademas de la persistencia de las guerras de resistencia en los países ocupados del Medio Oriente, Asia y África y de las guerras populares en Índia, Perú, Filipinas y Turquia.
Analizando la crisis del imperialismo, de los inicios del 2020, como síntomas de un salto sin precedentes en su descomposición y de la confluencia de todos estos factores, concebimos que la Historia Universal ha entrando en una situación particular en que se abrió un nuevo periodo de revoluciones, un nuevo momento de la Revolución Proletaria Mundial, que se inscribe dentro de los “50 a 100 años” previstos por el Presidente Mao y resaltados por el Presidente Gonzalo.
En esa situación y en la coyuntura de los próximos años y décadas, el maoísmo avanzará a dirigir la Nueva Gran Ola de la Revolución Proletaria Mundial, enfrentando la contrarrevolución mundial, preparando y desencadenando más y más guerras populares llevando a las alturas esa nueva gran ola para conjurar una nueva guerra mundial y en caso de que esta se instale, luchar por transformar las guerras populares en Guerra Popular Mundial para aplastala, en lo que desde ya predicamos como poderosa consigna de combate. Partiendo de la ley de desarrollo desigual de la materia y aplicándolo al proceso de la revolución proletaria mundial, comprendemos que en el proceso de la Revolución Mundial siempre se da el traslado sucesivo del centro de la revolución mundial, donde se acumulan problemas y sus soluciones, donde se producen los jefes a la altura de las exigencias históricas de cada momento.
El centro de la Revolución Mundial se constituye como la contradicción principal, donde se produce el salto cualitativo; eso no significa que no haya otros puntos de tensión y rupturas, menores y secundarios, pero importantes, que son parte y pueden asumir la principalidad, de acuerdo con el desarrollo de la lucha de clases, tal como se presentó en su momento, la relación entre la Revolución Alemana y la Gran Revolución Socialista de Octubre en Rusia, entre la defensa de la URSS durante la Gran Guerra Patria y la Revolución China y como parte de ellas, las guerras antifascistas en los Balcanes, España, Francia, Italia, etc. A lo largo de las últimas dos decadas, principalmente, América Latina, que siendo una de las zonas de tempestad revolucionaria del globo, se está constituyendo en el eslabón mas débil de la cadena de dominación imperialista y expresando de forma concentrada la explosividad mundial de las masas y poderoso centro de la tormenta revolucionaria mundial.
Dada la profundidad y complejidad de la crisis del capitalismo burocrático en Amesrica Latina y de ser esta el “patio trasero” de la superpotencia hegemónica única EUA, se agrava la situación con todas las implicaciones que estás condiciones objetivas y subjetivas que representa.
En el Perú, la Guerra Popular se ha convertido en centro de la Revolución Proletaria Mundial, centro de la lucha ideológica entre marxismo y revisionismo, como lucha por imponer el maoísmo como nueva, tercera y superior etapa del marxismo, de plena validez en todo el mundo brillantemente establecida y dirigida por el Presidente Gonzalo. Concretamente en Perú, surgió y se plasmó, en realidad, la ideología más avanzada y la que más amenaza el imperialismo, que es el pensamiento gonzalo, sus aportes de validez universal.
La cuestión ideológica, o sea, de la lucha entre marxismo e revisionismo, se ha tornado más que nunca, la fundamental en la lucha en el MCI y es por la elevación de la comprensión, asimilación y encarnación del marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo, con los aportes de validez universal del Presidente Gonzalo como preparación para las mas grandes tempestades ideológicas y políticas de la Revolución Proletaria Mundial.
Acaso ¿no ha sido también así que se ha pasado con la lucha ideológica en el MCI sobre el papel del gran camarada Stalin tras su muerte y acerca de la restauración capitalista desencadenada con el golpe de la camarilla kruschovista y el XX Congreso del PCUS? Para atacar el marxismo-leninismo los revisionistas sovieticos imputaran al camarada Stalin los mas infames crimines, acusando a su firme dirección de “culto a la personalidad”, “seguidismo”, “sectarismo” etc. Con esto, los revisionistas soviéticos echaran arena en los ojos de los comunistas para revisar el marxismo-leninismo y sustituir el Programa Comunista por las consignas burguesas de liberdad, igualdad y fraternidad, enarbolando sus podridos “Dos Todos” y las “Tres Pacíficas” e intentaran imponer al MCI la podrida línea revisionista, burguesa y social-imperialista.
Todos esos ataques traicioneros fueran desenmascarados y aplastados por el Presidente Mao, en medio a la lucha a muerte en contra de la derecha de los seguidores del camino capitalista en el PCCh capitaneados por el Kruschov chino Liu Chao-shi. El Presidente Mao ha defendido firmemente el camarada Stalin y el marxismo-leninismo y ha formulado la Línea Política General para el MCI, rechazando cualesquiera contemporizaciones con la derecha revisionista. En este combate al revisionismo ha destacado que la consigna de “contra el culto a la personalidad” se contrapone a la teoría integral de Lenin acerca de la “ relación entre jefes, partido, clase y masas” y socava el “principio del centralismo-democrático del Partido”. (Acerca de la Cuestión Stalin – 1963). En esta lucha, no fueron pocos los partidos que mantuvieran de forma oportunista cierta defensa de Stalin para ocultar la renegación de los principios básicos del marxismo-leninismo, que ellos mismos no tardaran mucho a revelar y luego pasar al ataque a las posiciones del Presidente Mao. Haciendo coro con los revisionistas soviéticos, tal como el traicionero revisionista Hohxa, a quienes estos partidos pasaran a sus adoradores.
El imperialismo, la reacción y el revionismo tuvo que concentrar sus ataques mas furibundos en contra del Camarada Stalin, porque él se erigió en el principal dirigente teórico y práctico del MCI y de la Revolución Proletaria Mundial. Fue el Camarada Stalin quien en dura lucha de dos líneas contra el revisionismo y todas las posiciones derechistas en el Partido Comunista de la URSS y en la Internacional Comunista, contra las posiciones de derecha y revisionistas que buscaban restar el leninismo a uno particularismo ruso, definió, defendió y aplicó magistralmente el marxismo-leninismo. ¿Acaso no hubo otros que se atrevieran a postular una posición contraria al Camarada Stalin postulando su propia definición de “leninismo”? Si, como el tristemente famoso saltimbanqui Trotsky o la rata Zinoviev. cuando el gran Camarada Stalin definió que “El leninismo es el marxismo de la época del imperialismo y de la revolución proletaria. O más exactamente: el leninismo es la teoría y la táctica de la revolución proletaria en general, la teoría y la táctica de la dictadura del proletariado en particular”. Esto ha sido uno salto ideológico, producto de la lucha de clases por la construcción del socialismo en la URSS y de la lucha de dos líneas en el PC(b)US contra Trotsky, Bukharin, Zinoviev, Kamenev y otros, asimismo como en lo desarrollo del Movimiento Comunista Internacional y el desarrollo de la Revolución Proletaria Mundial.
Esta definición, entre tantos otros aportes de validez universal del gran Stalin, ha representado su principal contribución al desarrollo de la ideología del proletariado internacional. Solo a través de este magistral trabajo teórico y práctico, puedo el proletariado internacional, reconocer y asimilar las verdades universales del leninismo. Por lo tanto, desde esto grandioso salto solamente es posible ser marxista-leninista (hoy, marxismo-leninista-maoísta), asumiendo la definición teórica y practica realizada por el camarada Stalin y reconocer su grandioso papel en la historia.
Preguntamos, ¿para cualquier comunista en el mundo, es posible separar el leninismo de la definición de leninismo hecha por el Camarada Stalin? Cual comunista verdadero puede negar el papel que tuvo el Camarada Stalin en la defensa teórica y práctica del leninismo, o sea, el marxismo-leninismo, hoy marxismo-leninismo-maoísmo.
En relación al maoísmo, el problema se da de igual modo. Mientras, su establecimiento en cuanto una nueva, tercera y superior etapa no ocurre en el ámbito del proprio PCCh. El punto mas alto que esa definición ha alcanzado en China fue con el glorioso IX Congreso, en que se estableció que la ideología del PCCh era marxismo-leninismo-pensamiento Mao Tsetung. El IX Congreso ocurrido el 1969, en medio a la Gran Revolución Cultural Proletaria, corrigió la desviación de derecha que ha tenido el PCCh en su VIII Congreso, en octubre del 1956, cuando se suprimió la definición establecida por el VII Congreso, del 1945, que definiera la ideología del PCCh como marxismo-leninismo, ideas del pensamiento de Mao Tsetung. Ya el X Congreso, realizado el 1973, representó una composición de posiciones revolucionarias proletarias con cierta recuperación de las posiciones revisionistas, un decaimiento de la GRCP, y retorno de la podre de Teng Siao-ping para el Comité Central. El IX Congreso, por lo tanto, fue el punto máximo de la formulación del propio PCCh acerca del desarrollo que la ideología del proletariado tenia producido.
Por la influencia de la GRC, muchos partidos y organizaciones en el mundofueron los que han asumido en cuanto “pensamiento Mao Tsetung” o mismo “maoístas”. Aunque la línea de izquierda en el PCCh ha tenido un importante papel en la defensa del maoísmo, distintamente la camarada Chiang Ching y el camarada Chiang Chung-Chao, ambos arrestados y asesinados en la cárcel por la dictadura social-fascista de Teng, ellos no pudieran, en medio a la lucha de clases en el socialismo y en la lucha de dos líneas en el PCCh, de establecer el maoísmo como una nova etapa de la ideología del proletariado internacional.
El maoísmo, obra del Presidente Mao y del PCCh, forjado en lo curso de la gloriosa Revolución China como parte y al servicio de la revolución proletaria mundial y sus etapas, en el curso de viente y cinco años de lucha armada en la lucha de clases en la construcción del Socialismo, del desenmascarar del revisionismo de Kruschov en el MCI y de la Gran Revolución Cultural Proletaria, hito mas elevado ya alcanzado por el proletariado en lo rumbo del luminoso Comunismo. Entretanto su definición y establecimiento, en cuanto gran salto en las tres partes constitutivas del marxismo como unidad, era una necesidad histórica, que fue formulada por el Presidente Gonzalo, jefatura del PCP, en medio de la Guerra Popular Prolongada en Perú.
La definición del maoísmo como nueva, tercera y superior etapa de la ideología del proletariado internacional, siendo el principal aporte de validez universal del Presidente Gonzalo. Tocó al Presidente Gonzalo, en dura lucha en contra del revisionismo, dentro y fuera del Perú, combatiendo las posiciones avakianistas en gestación, desentrañar la esencia del maoísmo, demostrando que lo esencial en el Maoísmo es el Poder: “Lo fundamental del maoísmo es el Poder. El Poder para el proletariado, el Poder para la dictadura del proletariado, el Poder basado en una fuerza armada dirigida por el Partido Comunista. Mas explícitamente: 1) el Poder bajo la dirección del proletariado, en la revolución democrática; 2) el Poder para a dictadura del proletariado, en las revoluciones socialistas y culturales; 3) el Poder basado en una fuerza armada dirigida por el Partido Comunista, conquistado y defendido mediante guerra popular.”
Partimos del marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo, con los aportes de validez universal del Presidente Gonzalo, ¿por que principalmente maoísmo? Porque el maoísmo es la etapa superior del desarrollo del marxismo, es marxismo-leninismo-maoísmo, sin marxismo-leninismo no existiría maoísmo. El maoísmo es el marxismo de hoy, definido por el Presidente Gonzalo como la “elevación del marxismo-leninismo a una tercera, nueva y superior etapa en la lucha por la dirección proletaria en la revolución democrática, el desarrollo de la construcción del socialismo y la continuación de la revolución bajo la dictadura del proletariado como revolución cultural proletaria; cuando el imperialismo profundiza su descomposición y la revolución ha devenido en tendencia principal de la historia, en medio de las mas complejas y grandes guerras vistas hasta hoy y la lucha implacable contra el revisionismo contemporáneo”.
Entretanto unos afirman que el pensamiento gonzalo es solamente aplicación creadora del marxismo-leninismo-maoísmo a las condiciones concretas del Perú. Esta afirmación es apenas una parte de la verdad. El pensamiento Gonzalo es aplicación criadora de estas verdades universales a la realidad concreta de Perú y su integración con la práctica de la revolución peruana, que en ocho años de guerra popular puedo ser sancionado en el histórico I Congreso, hijo del PCP y de la guerra popular que dirige. Esto es, el Presidente Gonzalo aplicando de forma creadora el marxismo-leninismo, pensamiento Mao Tsetung a la particularidad del Perú definió el maoísmo y lo desarrollo, por lo tanto el pensamiento Gonzalo es parte y desarrollo del maoísmo. Tal desarrollo son los aportes de validez universal del Presidente Gonzalo.
Por lo tanto, el marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo, con los aportes de validez universal del Presidente Gonzalo es el marxismo de la época de la descomposición mas avanzada del imperialismo y de las guerras populares, de la época mas tormentosa de la historia universal, de la ofensiva estratégica de la revolución proletaria mundial, de la lucha mas implacable y sin cuartel contra todas formas de revisionismo y oportunismo y de la lucha mas desesperada y violenta del imperialismo, en que será barrido con toda la reacción de la faz de la tierra por la guerra popular mundial.
En síntesis es el marxismo de la época de las guerras populares y de la guerra popular mundial. Es parte y desarrollo del maoísmo en la lucha por la dirección proletaria en la confrontación restauración/contrarrestauración específicamente donde el proletariado tenía establecido su dictadura y dictadura conjunta y en las revoluciones de nueva democracia y en las revoluciones socialistas y sucesivas revoluciones culturales, cuando la descomposición del imperialismo ha alcanzado un grado sin precedentes y como tal la degradación del medio natural, en que se confirma que la revolución se ha tornado la tendencia histórica y política principal, en medio de las guerras mas complejas y de todo tipo, en que la revolución proletaria mundial ha entrado al su momento de la ofensiva estratégica y de la profundización de la lucha implacable contra el revisionismo de todo tipo, dentro del preanunciado periodo por el Presidente Mao de los “50 a 100 años” en que el imperialismo y toda reacción serán barridos de la faz de la tierra por la revolución proletaria mundial, como guerra popular mundial.
Por lo tanto fue contra el Presidente Gonzalo y el Partido Comunista del Perú, como ninguno otro, que el imperialismo y la reacción apuntó y arrojó sus mas feroces armas, contando para eso con lo auxilio siniestro del revisionismo de todo mundo y principalmente la LOD revisionista e capitulacionista, para atacar el maoísmo y la Revolución Mundial.
Los que quieren obviar este hecho, el papel decisivo del Presidente Gonzalo en la definición del maoísmo, están siendo empujados inevitablemente a reducir el maoísmo a la particularidad china, tal como hicieran todos aquellos que se oponían a la definición del Leninismo del Camarada Stalin, y por lo tanto no podrán comprender y aplicar correctamente el marximo-leninismo-maoísmo.
Camaradas,
Hace un año, paró de latir el indomable y generoso corazón del gran titan del proletariado internacional de la época actual, continuador de Marx, Lenin y Presidente Mao Tsetung, el mas grande marxista-leninista-maoísta de nuestros días, nuestro respetado, querido y para siempre amado Presidente Gonzalo, Jefatura del PCP y de la Revolución Peruana, Jefe del proletariado internacional, de la Fracción Roja del Movimiento Comunista Internacional y de la Revolución Mundial. En este día, el proletariado y pueblos oprimidos de todo el mundo se enlutaran, sus corazones palpitan afligidos, con los ojos llenos de lágrimas, nosotros, comunistas de todo el mundo, inclinamos una vez más nuestras banderas rojas y nuestras cabezas en reverencia solemne de saludo proletario y revolucionario a nuestro querido gran Jefe.
En este día los esbirros del imperialismo y de la reacción, de manos dadas con los revisionistas y capitulacionistas de la LOD, sueñaran que lo tenían derrotado, ¡llegaron tarde! Cuando la terrible noticia de su muerte se hizo escuchar en todo el mundo, una feroz tormenta fue desatada, y el proletariado internacional, a través de su vanguardia, ha levantado un poderoso grito de guerra enarbolando la bandera roja del Presidente Gonzalo contra el imperialismo, toda la reacción y todo el revisionismo, escribiendo para siempre su nombre en el panteón de los grandes titanes del proletariado internacional.
Los viente nueve años de aislamiento absoluto en las manos de la reacción y del revisionismo, las garras de fierro y dientes atómicos del monstruo imperialista yanqui, sumados a toda sanguinolencia terrorista del fascismo y de toda reacción, no fueron capaces de doblegar este invencible gigante del proletariado internacional.
El Presidente Gonzalo en su glorioso derrotero de comunista, a lo largo de mas de medio siglo, aplastó todos los planes del imperialismo, de la reacción y del revisionismo. El Presidente Gonzalo sigue vivo, invencible, su corazón palpita en los corazones de los comunistas de todo el mundo, del proletariado internacional y de las masas oprimidas de la Tierra. Su grandiosa mente sigue guiando el proletariado internacional, absoluta e incontestable, porque ha forjado sus continuadores, a la medida de sus grandiosas tareas de la Revolución en los días de hoy. El Presidente Gonzalo es invencible!
¡Gloria eterna al Presidente Gonzalo!
¡Viva el todopoderoso pensamiento gonzalo!
¡Viva el Partido Comunista del Perú!
¡Viva la Guerra Popular en el Perú!
¡Abajo el revisionismo!
¡Viva el marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo, con los aportes de validez universal del Presidente Gonzalo!
¡Viva la Conferencia Internacional Maoísta Unificada!
¡Dar nacimiento a la Nueva Organización Internacional del Proletariado!
¡Muerte al imperialismo! ¡Viva la invencible Guerra Popular!
Partido Comunista del Brasil – P.C.B.
Partido Comunista del Perú – PCP






