domingo, 26 de abril de 2015

Observações de um membro do Grupo Maoista Comunista no Segundo Encontro da inciativa por um comitê central de luta do Brooklyn (Servir ao Povo de Todo Coraçâo)



O seguinte texto é um relato e notas tomadas por um membro do Grupo Maoísta Comunista - EUA em uma reunião no Brooklyn, para discutir formas de luta contra a violência policial racista e todo o sistema de opressão e exploração racial e contra a classe operária norte-americana. Traduzido de forma inédita pelo blog, com enfoque na questão racial e na luta dos afro-americanos comunistas, retirado do blog da organização citada, "Maoist Communist Group". Boa leitura!



(colagem por R.B. da iniciativa por um comitê central de luta do Brooklyn)





Observações de um membro do Grupo Maoista Comunista no Segundo Encontro da inciativa por um comitê central de luta do Brooklyn



O Grupo Maoísta Comunista, iniciativa por um comitê central de luta do Brooklyn, tomou sua segunda reunião de massa. Por volta de 30 pessoas vieram para discutir problemas que se confrontam à comunidade, incluindo severas negligências dos senhorios, perseguição policial aos jovens e a mudança de classe da comunidade. Por várias horas os participantes trocaram experiências, propuseram ideais para a organização e ativamente se engajaram em debates ideológicos. Muitos participantes já atuavam em vários movimentos na comunidade. Um participante propôs juntar dinheiro para arrumar os problemas de seu prédio. Outro participante enalteceu a importância da educação para o povo e mandou a carta para escolas falidas.

Muitas participantes se questionaram: como levar a luta para os mais jovens, a força social dos proletários prevalecer à ideologia burguesa e se rebelar? A fraqueza da juventude mora no isolamento e limitação das perspetivas, reforçada pela falta de ideologia e política para barrar as mentiras da burguesia e dos supremacistas brancos.


O encontro serviu como um exemplo de democracia popular. Democracia popular demanda que nunca encobríssemos a luta ideológica por causa de fundamentos sentimentais por civilidade, mas que sempre fossemos ao limite dos nossos pensamentos e práticas. Uma dinâmica dessas de trocas de experiências e ideias é precisamente o que a democracia burguesa não nos permite. Democracia popular é o único caminho viável do qual uma unidade popular pode ser genuinamente organizada.

No final do encontro, um membro do GMC apresentou algumas observações aos participantes, transcrito agora na íntegra:


Nossas diferente lutas, contra a polícia, contra os chefes e contra os senhorios estão conectadas: como?
Nos ensinam todo dia a vermos o Estado como neutro. Porém o Estado burguês – não somente aqueles em que você vota, mas toda a máquina do Estado, dos recrutadores militares locais até o político local que tenta acalmar as massas após mais um assassinato policial. O Estado capitalista é uma ferramenta da classe capitalista, a classe dos donos dos negócios.


Assim como o Estado escravista era um Estado dos escravagistas; assim como o Estado feudalista era uma Estado dos senhores feudais... desse modo, o Estado sob o capitalismo é um Estado da classe capitalista. O Estado capitalista não é neutro. A noção que o Estado é neutro é um mito (assim como que o dever da polícia e nos servir e proteger). O dever da polícia é servir e proteger a classe majoritariamente branca dos capitalistas. Podemos ver isso se olharmos para as sociedades de classes do passado: ninguém diz que os cavaleiros dos senhores feudais eram neutros. Portanto é um absurdo pensar que a polícia é neutra.
No capitalismo a polícia tem uma função especial: ela é a lança afiada dos capitalistas para nos manter no nosso lugar de exploração. Nos deixando nesse lugar permite a classe capitalista de nos explorar ao manter o capitalismo.


O que queremos dizer com "exploração"? A classe capitalista vive do trabalho dos trabalhadores, assim como os escravagistas viviam do trabalho dos escravos; e o senhor feudal, dos servos. Exploração significa uma parte da sociedade vivendo às custas do trabalho de outra parte da sociedade. Isso significa que o capitalismo, assim como a escravidão e o feudalismo, é constituído pela luta de classes opostas. Trabalhadores e capitalistas apenas se relacionam de forma antagônica. Vemos isso nas lutas sindicais.

Porém nossa sociedade não é apenas capitalista, mas também supremacista branca. O sistema assim nasceu da exploração e subjugação dos negros, porto riquenhos, chicanos, nativos americanos e outros povos das ilhas do pacífico. Essas nações foram, por sua vez, sendo formadas através da história de sua opressão.
O nacionalismo negro está estritamente relacionado com a luta de classes. Os negros foram limitados às castas no Estado capitalista euro-americano. Isso impossibilitou a Nação Negra de ser socialmente estruturada, sendo somente mutilada. Hoje, a opressão da Nação Negra é visível na estrutura de classes, marcada por uma forte classe trabalhadora e uma fraca classe capitalista. Também podemos ver essa opressão nos presídios, na brutalidade policial contra nós. A opressão da Nação Negra foi uma forma que os capitalista brancos encontraram de reproduzir as necessidades do capital americano.


O que podemos concluir é que os trabalhadores negros sofrem uma dupla opressão:
1- Opressão nacional. Tem uma opressão dos capitalistas euro-americanos contra o povo negro como um todo
2- Exploração. Há um regime de exploração de uma classe capitalista contra uma classe trabalhadora multi-étnica.


Muitos ataques destinados à massa em geral começam como um ataque aos negros. Esses ataques incluem o desmantelamento de benefícios sociais, desregularização dos sindicatos e a criação de prisões. O sistema capitalista desmantelou vários benefícios sociais através de uma série de campanhas racistas que representam os negros como preguiçosos. Também aumentaram os investimentos em prisões estaduais com campanhas que representam o povo negro como violento. Desregularizaram os sindicatos com campanhas que mostram o povo negro como egoísta.


Esses ataques são destinados à nação negra e outras mais fracas, porém atinge toda a classe trabalhadora como um todo. Aprisionamento, fraco trabalho e redução de direitos trabalhistas afeta todos nós. Portanto é de interesse da classe oprimida como um todo lutar pela emancipação dos negros e outras nações oprimidas. Nossa divisão só fortalece o opressor, que sempre desejou transformar nossas diferenças objetivas em contradições subjetivas que limita nosso fortalecimento.


No mesmo momento, a luta negra só pode ser fragmentada no atual estado da luta de classes, dominada pela classe capitalista. Os totais direitos democráticos de auto-determinação, incluindo a formação de uma Nação Negra, só pode ser atingido pela derrubada da classe capitalista, e isso requer alianças com todos que tem interesses na revolução socialista.


O Estado, assim como sua polícia violenta, só existem para que a classe capitalista continue vivendo do nosso trabalho. Nosso dever, o dever das masses, é destruir todo lugar que o sistema pode nos aprisionar. Podemos começar com a formação de um comitê de luta que defenda nosso povo dos encontros diários com a violência dos policiais, despejos, demissões em massa e etc.


O caminho para a formação desse comitê é com encontros comunitários como esse. Qual o significado político desses encontros?


Nós últimos meses tivemos várias conversas com trabalhadores, inquilinos e outros da comunidade sobre vários problemas que enfrentamos diariamente, da negligência dos senhorios e despejos à perseguição que os negros sofrem nas mãos da polícia racista.
Dessas conversas tivemos a ideia de fomentar encontros para discutirmos a criação de um comitê de auto-defesa.
A importância política dessas trocas de experiências nos encontros devem ser apreendidos em vários níveis:

Nós podemos falar. Diferentemente do que enfrentamos na sociedade branca que nos cala, aqui temos a voz para discutir e trocar as experiências. No capitalismo a "liberdade de expressão" significa "liberdade para que os brancos ricos usem seu poder para formatar a opinião pública". Na TV, rádio e em sites não há a voz dos trabalhadores. Na política, temos apenas o direito de votar, o que responde à pergunta: quem será que vai ganhar o direito de governar e nos oprimir nos próximos anos? A democracia americana nada mais é que uma máquina de supressão. Uma democracia de massas é igual o que estamos fazendo aqui.
Podemos ver a natureza social da luta. Outro ponto positivo de nossos encontros é vermos que nossas experiências individuais são compartilhadas por tantos outros, que não somos apenas indivíduos, mas participantes de uma luta social. A natureza sistemática da luta significa que devemos nos unir com todos que queiram derrubar a forte classe capitalista. Temos muitos problemas, mas a natureza unificada do inimigo de classe faz com que esses problemas se tornem sistemáticos. O inimigo é poderoso, porque nós somos desunidos e desorganizados.
Ganhamos conhecimento. Falando das nossa realidade nos fará entendermos a natureza material da nossa opressão. Apenas com o um conhecimento concreto da nossa realidade nos fará hábeis a construir um poder revolucionário, a longo termo, transformando a realidade que nos confrontamos. O mais importante é o progressivo esclarecimento da natureza da classe capitalista. Somente um processo democrático pode nos proporcionar um conhecimento da cause dos problemas que devemos enfrentar coletivamente. Isso se deve ao fato de que em ultimo análise as idéias corretas vem tem sua raiz na luta dos povos.





Ainda mais, além das trocas de experiência, devemos estudar as experiências acumuladas há séculos através da luta contra a escravidão, regime feudal, inclusive lutas dentro do sistema capitalista. Somente recordando desses episódios, conseguimos entender a conjuntura da luta de classes e da tarefa revolucionária que nos defronta. Devemos tirar proveito do sucesso e das derrotas do passado para transformar o presente. A verdade não vem com indivíduos ou facções iluminadas, mas sim das experiências das pessoas (as dessa sala e as do passado). Nosso grupo, que organizou esse evento, é um grupo comunista. Isso significa que nosso objetivo é uma sociedade livre de toda exploração e opressão. Para os comunistas, tanto o processo de conscientização, quanto o de organização da luta estão fundamentados na luta dos povos. O revolucionário comunista Mao disse:


"De onde as idéias corretas vem? Elas caem do céu? Não. Elas são natas? Não. Elas vem da prática social, e somente dela. É a posição social que determina nossos pensamentos. Uma vez que as idéias corretas das classes avançados são apreendidas pelas massas, ela se transforma em uma força material que muda a sociedade e o mundo".


4. Nós podemos começar a nos organizar. O quarta significado político é que trocando experiências assim podemos prover o básico para formar uma organização genuinamente popular, comitês de luta, que podem lutar em várias frontes.



Nossa luta é com a classe burguesa e seu Estado. Devemos construir nosso poder por construir um movimento contra o inimigo. Mas para isso, devemos trazer unidade à nós mesmos, à classe trabalhadora.


Temos esperança de que esses encontros trarão unidade à nossa comunidade. União requer que juntemos nossas forças, que nos engajemos nas discussões e decisões coletivas. Vemos nessa sala um lugar para democracia popular que pode nos garantir a unidade. Apenas através da união que podemos tomar consciência de classe e nos constituir como uma força material.


Através da democracia popular aprendemos que união sem fundamento é insuficiente. O que é uma unidade sem fundamento? É uma unidade que não afirma a nossa independência, que não destrói de todas as formas o poder da classe dominante. Devemos depender somente em nós, em nada a não ser a nossa iniciativa enquanto trazemos a batalha ao opressor.


Essa unidade e o poder que emana dela deve ter como fonte o povo. Não nos unimos e contamos nosso poder através do Estado, da polícia, do chefe, do senhorio.
É através de nós mesmos que devemos tomar posse da nossa capacidade ofensiva para tomar frente à da classe burguesa.


A união é a nossa arma mais poderosa para transformar nossa opressão, nossa história.
A democracia popular, portanto, não deve ser um clube de conversação sem direção. Deve ser levado a uma forma ofensiva, combativa.


A essência da democracia popular não é o dialogo em si, o pluralismo, a expressão de sentimentos natos. Esses elementos compõem a democracia burguesa, que a nossa mídia promove todos os dias junto com instituições que tem como função perpetuar esse sistema. Democracia popular é o meio em que a direção da luta é centralizada, forjada em uma arma ofensiva dos povos contra a opressão.
Aqui devemos tomar como exemplo Ferguson, Missouri. Lá um policial matou uma criança simplesmente por ela ser negra. O povo dessa pequena cidade (menos de 21.000) se uniram através de sua raiva contra a execução. O povo avançou junto contra os porcos, militantes formaram seus comitês táticos para organizar um plano de combate, Bloods e Crips (gangues americanas) lutaram juntos para defenderem lojas locais contra saques, o povo providenciou primeiros socorros aos rebeldes feridos... dessa forma, o semi-organizado confrontou o Estado burguês.


Essa pequena rebelião perturbou a classe dominante da cidade. O Estado capitalista mandou a marinha para limpar as ruas das demonstrações, atirando balas de borracha e gás em quem cometeu apenas um crime: falar. Quando isso não funcionou, o Estado mandou Jesse Jackson e Al Sharpton para pacificar a multidão e tiveram que sair correndo da cidade.


A união combativa do povo foi apenas reforçada com essas tentativas pífias de reprimir e pacificar a multidão. Se as massas de Ferguson podem chaqualhar as classes dominantes, podemos apenas imaginar o que tal união pode fazer em Nova Iorque.


Com isso em mente, devemos orientar nossa discussão em direção à construir uma forte, democrática e militante organização que poderá lutar em várias frontes, mas que terá apenas uma ambição: crescer nosso poder próprio para que nossa lutas diárias possam enfim tomar um caminho revolucionário.

Profundo pesar por las victimas del terremoto en Nepal.

Dazibao Rojo siempre ha seguido con atención los acontecimientos políticos del Nepal, desde su victoriosa guerra popular hasta la  traición y liquidadación por Prachanda y su camarilla renegada o a los diversos intentos de reconstrucción del PCN (m).
Hemos conocido a su pueblo y sus sacrificios y es por ello que sentimos muy cercanos los momentos de gran dolor que hoy sufren, tras el gran terremoto que ha destrozado importantes zonas del país incluido la capital y otras ciudades del valle de Kathmandu.
En estos momentos las cifras de muertos, heridos y desaparecidos aumentan constantemente en un país que fruto del secular dominio feudal, carece de un sistema sanitario capaz de hacer frente a tal catástrofe natural.
Estamos seguros que el heroico pueblo nepalí sabrá superar esta gran tragedia basándose en sus propias fuerzas y el apoyo de otros pueblos hermanos.


sábado, 25 de abril de 2015

Portugal: Circular del Comité Lenin Órgano Central del M.R.P.P. a todos los Comités del Movimiento y a todos los camaradas (25 de Abril de 1974)



 
Nota: Hoy, 25 de abril, se cumplen 41 años del golpe de Estado militar del 25 de abril de 1974 en Portugal –saludado a bombo y platillo por los revisionistas y oportunistas como una “revolución”- y ante el cual los marxistas-leninistas-maoístas portugueses, agrupados entonces en torno al Movimiento Reorganizativo del Partido del Proletariado (M.R.P.P.), llamaron al proletariado y a las masas populares a no dejarse engañar por las ilusiones del régimen político nacido tras dicho golpe e intensificar la lucha contra el imperialismo norteamericano y sus agentes así como contra las maniobras de los revisionistas cunhalistas del P “C”.P., lacayos del socialimperialismo soviético, que trataban de imponer una dictadura socialfascista en Portugal, y a avanzar por el camino de la Revolución Democrática y Popular.
Reproducimos a continuación la “Circular a todos los Comités del Movimiento. A todos los Camaradas” del Comité Lenin Órgano Central del M.R.P.P. de 25 de abril de 1974, extraída del blog 1969 Revolução Ressaca y que Gran Marcha Hacia el Comunismo ha traducido al español:




CIRCULAR DEL COMITÉ LENIN, ORGANO CENTRAL DEL MRPP A TODOS LOS COMITÉS DEL MOVIMIENTO Y A TODOS LOS CAMARADAS
25 de Abril de 1974

A Todos los Comités del Movimiento
A Todos los Camaradas:

1.- La presente circular debe ser discutida por todos los camaradas en todos los Comités del Movimiento tras el estudio de la declaración del Comité Lenin de 25 de Abril de 1974 acerca de la situación política actual.

2.- En la actual situación política los diversos sectores de la burguesía luchan por la hegemonía del aparato del Estado, burgués, buscando reforzarlo para reprimir, oprimir y explotar más intensamente al proletariado, al pueblo portugués y a los pueblos de las colonias persiguiendo frenar la Revolución Democrática y Popular e impedir la completa independencia política, económica y cultural de los pueblos hermanos de la República de Guinea-Cabo Verde, de Angola y Mozambique.

3.- Las causas de la actual crisis de la burguesía son motivadas por el desarrollo conjunto de la lucha revolucionaria de los pueblos de las colonias y del pueblo portugués.

4.- El actual golpe de Estado militar, utilizando los revisionistas del P“C”P como catalizador, tiene como uno de sus objetivos centrales liderar el movimiento de masas con el sentido de desviarlo de sus objetivos revolucionarios obstaculizando la revolución.

5.- En cuanto a la actual situación, la base de la política y de la táctica de nuestro Movimiento consiste en retirar a la burguesía de la dirección del movimiento de masas, colocarlo bajo la dirección del proletariado revolucionario y conducirlo decididamente en la conquista de los objetivos políticos de la Revolución Democrática y Popular. Lo que implica para los marxistas-leninistas estar donde están las masas, desencadenar y dirigir con osadía sus combates.

6.- Para que esa dirección se pueda ejercer es necesario unir a las amplias masas populares al proletariado en torno de un programa que coloque las 3 grandes reivindicaciones políticas revolucionarias:
¡GOBIERNO POPULAR!
¡REPUBLICA DEMOCRATICA Y POPULAR!
¡DICTADURA DEMOCRATICA Y POPULAR!
Llevando a las amplias masas a oponerlas al programa de la camarilla de Spinola de: “Junta de Salvación Nacional”, “un Portugal mejor” y Dictadura Colonial Fascista,

7.- En la actual situación y con vistas a la lucha por tales objetivos, nuestro Movimiento debe desencadenar de forma entusiasta y osada en todos los sectores populares y en todas las regiones del país, un gran movimiento político de masas que sepa, en particular, extraer, hasta las últimas consecuencias, todo el provecho revolucionario de la situación actual.

8.- La unión del proletariado con las amplias masas en torno del programa popular revolucionario y en el transcurso de un amplio y atrevido movimiento de masas, sólo puede ser victoriosa si cada clase y capa que constituye este frente de lucha en marcha, está sólidamente unida entre sí alrededor de un programa político propio. A saber:

9.- La clase obrera se une sobre la base de las reivindicaciones del cuaderno de 5 puntos de los Comités Obreros; con especial importancia para las reivindicaciones políticas de carácter general, como: semana de 40 horas y salario igual para las obreras, siempre dentro de la perspectiva de conquista del poder político que abrirá la vía para el socialismo rumbo a la sociedad sin clases: el Comunismo.
Sólo una gran ofensiva en la organización de clase en los Comités Obreros permite y permitirá lanzar una lucha de gran envergadura en la campaña por el Pan, en torno de los objetivos políticos anteriormente referidos y con amplio carácter de masas.
Las huelgas, los mítines de masas con la participación activa de nuestros camaradas, en particular, tomando la palabra, las reuniones de sección, de fábrica, etc., aparecen como formas de lucha adecuadas para unir a las amplias masas del proletariado en la lucha por sus objetivos políticos.

10.- En cuanto a las masas trabajadoras del campo, las organizaciones de nuestro movimiento, en todas las regiones donde a ellas tengan acceso, deben considerar con la máxima prioridad un amplio trabajo de propaganda, agitación y organización que permita unir al pueblo campesino en torno de su reivindicación política fundamental: la tierra para quien la trabaja.
Hay que, a través de nuestro trabajo político e ideológico, disputar la dirección del movimiento campesino a la burguesía, transformándola en la principal reserva de la revolución proletaria. Tal objetivo sólo será alcanzado si el proletariado consigue llevar al pueblo trabajador de los campos la comprensión de que reivindicación política fundamental, la tierra, sí la podrá alcanzar mediante la alianza obrero-campesina, núcleo fundamental de la alianza de clases en la Revolución Democrática Popular.
Las formas de organización de masas a que debemos apuntar con el fin de dirigir a los trabajadores del campo en este combate, con las Uniones Populares Campesinas. Su trabajo es tanto más urgente cuanto es cierto que la actual reforma agraria de la burguesía lanza y lanzará a la mayor miseria, expropia y expropiará a millares de familias campesinas y que es nuestra tarea central llamar a la alianza con el proletariado.

11.- En cuanto a los soldados y marineros, el trabajo político, ideológico y organizativo de los Comités de nuestro movimiento en su seno es, en este momento, de importancia absolutamente fundamental dado el carácter del aparato militar como principal sustentáculo del aparato del Estado burgués y del fiel de la balanza de las disputas en el seno de la burguesía por la posesión de tal instrumento de dominación, opresión y explotación de las clases trabajadoras.
Nuestra táctica en este sector debe consistir en una gran campaña de propaganda y agitación que arranque a las masas de soldados y marineros de la dirección de la camarilla antipopular spinolista, llamándolos a colocarse al lado y al servicio del pueblo en la lucha por la revolución popular.
Para ello, los camaradas deben:
a) llamar a los soldados y marineros a salir de los cuarteles, agujerear las prevenciones y alertas y descender a la calle en confraternización franca y abierta con las amplias masas del pueblo en lucha.
b) llamar a los soldados y marineros a rehusar disparar o agredir al pueblo y a sus camaradas, debiendo por el contrario, apuntar las armas contra la burguesía, desertando en masa con ellas y colocándolas al servicio de la lucha revolucionaria.
c) intensificar la lucha por la PAZ contra el colonialismo y la guerra, llamando al rechazo colectivo al embarque y a la deserción en masa y con armas.
d) desencadenar amplias acciones de masas en los cuarteles contra el terrorismo militarista y por la paralización, boicot y sabotaje del aparato militar colonial-fascista.
e) organizar rápida, sistemática y cuidadosamente expropiaciones masivas de armas a la burguesía.
Es absolutamente esencial que nuestros camaradas multipliquen en todos los cuarteles los Comités de Soldados y Marineros, así como las variadas formas de agrupar a otros soldados revolucionarios. Tales organizaciones deben promover en los cuarteles, en las paradas, en los comedores, en la calle, amplias reuniones de soldados y marineros para su movilización y organización para la lucha revolucionaria. Retirar a los obreros y campesinos movilizados de la influencia de la burguesía, colocar su lucha y sus armas bajo la dirección del proletariado. Una de las más importantes tareas que se coloca en la situación actual.

12. La juventud es una poderosa y entusiástica fuerza revolucionaria y de ella saldrán, salen y continuarán saliendo intrépidos combatientes revolucionarios, forjados en el indomable espíritu bolchevique del camarada Ribeiro Santos. De ella se intenta apoderar la burguesía colonial-fascista metiéndola a la fuerza en su criminal ejército y transformándola en carne de cañón en la guerra de genocidio y rapiña que mueve a los pueblos de las colonias. Y como el sector de la juventud estudiantil es el mejor organizado y el más movilizable, a él compete, en esta situación política, intensificar su lucha al lado del pueblo, a su servicio y bajo la dirección de la clase obrera.

13.- Los intelectuales revolucionarios, y muy particularmente los empeñados en las tareas de la propaganda legal, deben aprovechar de forma consciente y entusiásticamente las posibilidades de trabajo, aumentadas por la relativa flaqueza del Poder, al que no es ajeno el ascenso revolucionario de las masas populares de nuestro país. Lanzar un gran trabajo de concienciación y movilización de las masas trabajadoras a través del arte, de la literatura o de la prensa, sirviéndose de esta importante arma para, colocándose decididamente al servicio de la Revolución Democrática y Popular bajo la dirección del proletariado, es lo que se les pide.

14.- Saber unir todas estas clases y todas sus luchas en el caudal de la revolución, avanzar decididamente en la concretización de las 5 condiciones y de las 3 tareas para la fundación del Partido, es la táctica que sirve a la línea política de hacer avanzar la revolución popular armada formulada en la justa consigna: ¡Ni Fascistas, ni Liberales, ni Revisionistas! ¡República Democrática y Popular!

15.- Por lo que respecta al interior de nuestro movimiento y a su estilo de trabajo, todos los camaradas deben procurar respetar y aplicar escrupulosamente, después de una viva discusión acerca de su significado político, los siguientes principios:

a) ¡cimentar una unidad de acero, un elevado espíritu bolchevique en nuestras filas!
b) ¡aumentar las fuerzas de nuestro Movimiento al calor de la lucha, saber colocarse con osadía a la cabeza del movimiento de masas, atreverse a organizarlo con iniciativa e imaginación y dar grandes pasos adelante en el camino de la fundación del Partido!
c) ¡contar con las propias fuerzas, atreverse a llevar a la práctica la línea del movimiento, venciendo todas las dificultades sin esperar a que “suenen las campanas”!
d) ¡defender intransigentemente la clandestinidad, combatir implacablemente las ilusiones legalistas que el amplio carácter de masas de la lucha, en la fase actual, pueda inculcar en ciertos camaradas!
e) ¡preparar la lucha y la organización para las duras condiciones de una violenta represión que se irá a abatir teniendo particularmente en el punto de mira nuestro Movimiento!
 
¡LUCHEMOS POR LA MOVILIZACIÓN DE TODAS LAS FUERZAS PARA LA FUNDACIÓN DEL PARTIDO!
¡TRANSFORMEMOS EL ACTUAL MOMENTO POLÍTICO EN UN INFIERNO PARA LA BURGUESÍA!
EL COMITÉ LENIN – ÓRGANO CENTRAL DEL M.R.P.P.


RBC: Sobre la necesidad de un debate para conseguir la unidad de acción de las fracciones del PCP ante la llegada del ejército yanqui a Perú

NOTA: Cumpliendo nuestros compromisos con la RBC publicamos el siguiente comunicado pero queremos manifestar que Dazibao Rojo no comparte sus análisis y propuestas, que consideramos promueven, de forma errónea, la conciliación de lineas antagónicas.
Dazibao Rojo-redacción
 
Sobre la necesidad de un debate para conseguir la unidad de acción de las fracciones del PCP ante la llegada del ejército yanqui a Perú
El Perú es un país que está ingresando en uno de los períodos más difíciles de su historia reciente por sus mayores contradicciones: economía quebrada, crisis política etc. El régimen capitalista burocrático dependiente del imperialismo, principalmente yanqui, está haciendo aguas por todos lados por lo que se ve obligado a intensificar su proceso de corporativización de las instituciones y a consolidar su dictadura militar fascista.
Su economía lejos de pasar por sus mejores momentos y de ir a velocidad de crucero
como gritan los lacayos del imperialismo a los cuatro vientos está en quiebra. La crisis general que sufre el capitalismo empieza a arraigar con fuerza en el estado peruano. Esto se pone de manifiesto a través de diversos síntomas: fuerte caída de las ventas de cobre que genera la acumulación de elevadas montañas de stocks, la existencia de déficit comercial y financiero por primera vez en una década y un elevado endeudamiento empresarial financiado mediante gigantescas emisiones de bonos. Los análisis superficiales y optimistas de la burguesía no advierten que Perú junto con la economía mundial puede estar en las vísperas de una fuerte crisis económica que conlleve una constante deflación (caída de precios) y el colapso del sistema financiero.

Actualmente su ya de por si débil soberanía nacional se ve fuertemente amenazada. El Congreso del Perú ha autorizado el desembarco de 3.200 soldados americanos con la excusa de la lucha contra “el terrorismo y el narcotráfico”. El objetivo del imperialismo yanqui es establecer una estrategia continental de dominación, utilizar el país andino como plataforma para desestabilizar y atacar Bolivia y Ecuador y dar apoyo al narcotráfico. En el ámbito interno pretende consolidar la dictadura militar fascista y eliminar toda oposición al régimen existente.
Para ser claros si los gringos llegan armados hasta los dientes no habrá más elecciones en el Perú. Como mínimo, si las hay, ni izquierda burguesa e izquierda proletaria podrán participar en ellas. No buscan debilitar al Partido Comunista del Perú (PCP) sino de destruirlo, aniquilarlo; de descabezar a las masas trabajadoras peruanas. Teniendo su objetivo principal en el PCP.
En cuanto a la situación política nos encontramos con una descomposición del Estado y una crisis de la izquierda oficial. Las elecciones presidenciales del 2011 fueron una contienda electoral entre la derecha y la propia derecha, habiendo diferencias de forma pero no de contenido. Los dos candidatos con posibilidades reales de llegar al gobierno (Humala, Keiko Fujimori) compartían el deseo de continuar manteniendo unas buenas relaciones con EEUU tanto en lo político como en inversiones y el de fortalecer las fuerzas armadas. Ollanta Humala para conseguir su victoria utilizo un discurso populista y nacionalista, prometiendo defender la soberanía nacional y rechazar el Tratado de Libre Comercio. Posteriormente ha demostrado todo lo contrario.
Humala es un personaje representativo de la república caricaturesca del Perú. Donde los individuos inescrupulosos, piratas y forajidos abundan y actúan con total libertad, sin tener ningún pudor en presentarse a la carrera presidencial. Esto es así porque se firman pactos secretos entre las distintas fracciones burguesas entrantes y salientes, con el fin de asegurar la estabilidad del régimen. El último pacto (2011) constituyó una alianza entre humalistas, apristas, toledistas y fujimoristas para garantizar la protección de parlamentarios delincuentes y ofrecer una indemnización a los “padres de la patria”.
Los Congresistas básicamente son mafiosos al servicio del imperialismo y del narcotráfico. La impunidad corre a sus anchas y los hechos de corrupción y crímenes son encubiertos. Es sobradamente conocido el nombre de “narcobancada” para denominar a un grupo de congresistas con fuertes relaciones con el narcotráfico y su lavado de dinero. El poder se concentra en el ejecutivo, siendo la función legislativa y de control del Parlamento inexistente. Ante estos hechos no es de extrañar que se presente una aguda crisis de representatividad política y legal que envuelve a todas las organizaciones partidarias de este país. Ya que estas no son más que organizaciones delincuenciales sin ninguna línea ni ideológica ni política. Su carácter reaccionario y parasitario se muestra también al aplicar reformas laborales contrarias a las masas como la Ley Pulpin, recortes sanitarios o generar un desempleo elevado que obliga a más de 800.000 peruanos a emigrar.
Dentro de la izquierda podemos distinguir la burguesa y la proletaria. Por un lado la izquierda legal burguesa está en grave descomposición hasta el punto que ahora apoya al fascista Humala, un jefe militar acusado de crímenes de guerra. Y por el otro la izquierda senderista está fuertemente fragmentada en diferentes fracciones: Mantaro Rojo, Movimiento Popular del Perú (MPP), Movadef, grupo “camarada José”, grupo “camarada Artemio”, Sol Rojo etc, las cuales tienen importantes diferencias entre si en la estrategia y táctica a seguir ya que parten de distintos análisis de la situación actual peruana. Cada una de ellas se considera la legítima representante del PCP, a excepción del Movadef que se cualifica como una organización independiente, y juzga a las otras como traidoras y enemigas del partido, afirmando que se desvían del camino correcto por mantener posiciones revisionistas de derecha o líneas de izquierdismo.
Las discusiones entre las fracciones es tan aguda que se profesan insultos, reclamos y descalificaciones utilizando expresiones soeces como “rata revisionista”, “soplones extranjeros”, “traidores”, “capituladores”, “perros trotskos” etc Quién no comparta su opinión es fácilmente acusado de infiltrado y agente de los servicios de inteligencia. A grandes rasgos, podemos hablar de dos grandes visiones de la realidad peruana. Una que da como válida la idea de que la guerra popular ha terminado, haciéndose necesaria la amnistía general y el camino de la lucha por la vía legal para generar nuevas condiciones y salvar a los cuadros del partido de la destrucción y aniquilación. Y otra que afirma que la guerra popular no ha finalizado y tiene que continuar. Visiones que no necesariamente tienen que ser incompatibles ya que las realidades del Perú son múltiples y los frentes a acometer son varios. La cuestión en disputa es si poner más énfasis en la lucha legal o la armada.
En este contexto se requiere pasar de una guerra civil revolucionaria a una guerra popular de liberación nacional. La lucha ya no se circunscribe solamente contra la gran burguesía y la clase terrateniente sino que tiene que centrar sus esfuerzos en expulsar al imperialismo del Perú. Esto solo se puede conseguir con un mínimo de unidad de acción y coordinación entre las diferentes fracciones maoístas. Por lo que es conveniente que el PCP organice urgentemente un congreso o conferencia extraordinaria que reúna todas las fuerzas revolucionarias para debatir la situación político-militar. En él debe dominar una actitud de fraternidad y discusión argumentada que permita elevar el nivel de unidad y el aprendizaje de unos de los otros. Si se consigue llegar a un acuerdo, aunque éste sea de mínimos, se fortalecerá la unidad del Partido y se ganará la confianza de las masas, creando así la base objetiva de un Frente Nacional Liberador que implemente nuevas estrategias y tácticas más acordes a los nuevos tiempos. No se puede trabajar con viejas estrategias cuando la realidad es cambiante, los viejos recodos deben abandonarse.
Se tiene que comprender que en las actuales circunstancias los “acuerdos de paz” ya no son viables y la negociación del PCP con el Gobierno se interrumpirá definitivamente. El bárbaro ejército yanqui no hará distinciones entre colores, a sus ojos todas las fuerzas senderistas son iguales, tanto las que apuestan por la vía legal (Movadef) como las que defienden la lucha armada. No atenderá a separar las organizaciones según sean dependientes del PCP o no tengan ninguna relación. No hay que tener dudas sobre de que todo trabajo encaminado a la división interna del PCP significa un saboteo a la guerra popular antiimperialista yanqui y una traición a la revolución. De hoy para mañana va a enfrentar el peligro de la aniquilación violenta del Partido. O se unen o los aplastan a todos.
El manejo magistral de la combinación entre la lucha legal y la ilegal es la mejor línea de actuación. La participación en elecciones no es la forma principal de lucha sino solo una de ellas. Hay que vincular a las masas, organizarlas, armarlas y educarlas para la lucha revolucionaria. Esto se podría hacer movilizando al Movadef para denunciar y desarrollar luchas de masas antiimperialistas, pero al mismo tiempo evitar debilitar el aparato armado y prepararlo aún más para que confronten militarmente la inevitable o próxima confrontación militar.
La situación no es la misma en Lima que en Ayacucho por lo que las líneas de actuación no pueden ser las mismas. Las fracciones no tienen porque renunciar a sus puntos de vista sin embargo si deben intentar buscar acercamientos de posturas y un mínimo de unidad de acción. De acuerdo con la ley de la contradicción siempre habrá al menos dos corrientes dentro del Partido, hecho que no está reñido con su unidad. Los colectivos que apoyan la resistencia armada deben mejorar sus relaciones con las masas, ya que las nuevas generaciones se mantienen mayoritariamente distantes de estas posiciones, mientras que los que sustentan la vía legal deben aceptar que la guerra popular en Perú aún continúa y no ha finalizado.
En Perú no hay alternativas plausibles, salvo de la autocrítica y de la adopción de una nueva táctica. Ya que la estratégica se ha de mantener: la toma del poder en todo el país. Rodear a los invasores con un mar de masas patrióticas antiimperialistas. El gobierno peruano es la traición nacional, la venta de la Patria. Busca aniquilar el creciente rechazo del pueblo peruano e impedir que el PCP asuma el liderazgo de la lucha contra un sistema que ya no da más de si.
La resistencia armada, por pequeña que sea, es una espada de Damocles para los intervencionistas. El sentimiento nacional herido del pueblo peruano alimentará inevitablemente esa resistencia armada. La soberanía nacional ya no puede ser más pisoteada, ha llegado el momento de constituir un frente antimperialista y anticapitalista burocrático que la recupere.
¡ Para conseguir la paz, es necesario hacer guerra a la guerra !

¡ No a la invasión yanqui anti-PCP y antinacional !

¡ No a las detenciones y ejecuciones extrajudiciales contra las masas indefensas !
¡ La guerra popular es la única salida para conquistar la independencia nacional y el socialismo !

viernes, 24 de abril de 2015

Primero de Mayo Hamburgo 2015 / Erster Mai Hamburg 2015


 

¡A la calle el Primero de Mayo!

¡Contra la explotación y la opresión!


El primero de mayo es el día de combate internacional y de la fiesta de la clase obrera. Así, lo celebran millones de personas de todo el mundo. Se levantan en rebelión contra el maldito sistema que hace que el mundo para la mayoría de la gente sea un infierno, mientras que unos pocos personas se entregan al lujo orgiástico. El hecho de que este saqueo destruye toda la vida en la tierra, es para esos pocos algo sin importancia - las ruinas de la central atómica de Fukushima con su radiación atómica están allí
como un símbolo.

Damos la bienvenida a estas luchas, sin importar dónde se llevan a cabo, con piedras contra tanques en Jerusalén, con emboscadas contra los paramilitares en los bosques de la India y con cócteles molotov contra los policías racistas en Ferguson.
El año pasado estuvimos 4.000 personas el 1 de mayo. Luchamos juntos, personas muy diferentes: los vecinos de al lado, junto con Punks, los comunistas con los anarquistas, los trabajadores con los estudiantes todos juntos en contra de sus opresores.

La demostración revolucionaria del primero de mayo fue, es y debe ser la expresión más viva de la asociación más cercana con los que luchan en los centros de la tempestad de la revolución mundial: los partidos y organizaciones revolucionarias de África, Asia y América Latina. Nuestro camino no es la reconciliación y la paz con lo viejo. Nuestro camino es la rebelión contra todos los reaccionarios. Otro contrario, no debe ser. Otro diferente, no puede ser. Queremos la lucha contra la burguesía imperialista, su estado, sus partidos e instituciones. Sobre esta base, nosotros demostramos el primero de mayo, también este 2015.

 El imperialismo, el sistema parasitario, en descomposición y moribundo que domina el mundo, sólo puede mantenerse con cada vez más violentos medios y con mayor, especialmente de las naciones oprimidas del Tercer Mundo, mantenidos. Este sistema hace que la revolución sea cada vez más necesaria. Todos los días, casi a cada hora, vemos cómo las guerras imperialistas asolan los países, la subversion convierten en ruinas los estados, las fronteras exteriores de la UE del Mediterráneo se convierten en una tumba masiva y la hambruna son amarga normalidad. Vemos a millones y millones de personas arrojados a la pobreza, la miseria y la ruina.

En Alemania, vemos también que empeoran las condiciones para muchos. Vemos la chicana del Hartz IV en las oficinas de empleo, del trabajo temporal, la contrata de la gente por firmas intermediarias por los salarios de hambre, el aumento de la pobreza infantil y los sin techo. Los más afectados son los inmigrantes. Así, por ejemplo, a los refugiados que huyen de la falta de perspectivas en sus propios países, que son explotados y oprimidos por el imperialismo se les niega a menudo el fundamento de su existencia ya que ni siquiera pueden conseguir un permiso de trabajo. El ejemplo del Grupo Lampedusa en Hamburgo muestra claramente esta realidad. Como resultado, estas personas se ven obligadas al trabajo ilegal, en el que tienen que trabajar en las condiciones más degradantes, los salarios más bajos y los horarios imposibles. Pero también las posteriores generaciones de los migrantes son sistemáticamente discriminados. Los jóvenes de migrantes son tratados en desventaja en el llenado de las plazas de formación, el 60% de todas las empresas en Alemania nunca han empleado un estudiante migrante. También las mujeres en Alemania sufren de severa explotación y la opresión. Por ejemplo, las madres solteras se ven obligados a trabajar a tiempo parcial por la falta de atención para sus hijos. Sobre ello viene que las mujeres en promedio ganan un 22% menos que los hombres. Conectado todo esto significa que las madres solteras son particularmente con frecuencia en riesgo de pobreza.

El mundo de la pobreza flagrante se levanta contra el mundo de la inmensa riqueza. De Brasil a Turquía y Bangladesh combaten los más pobres entre los pobres, los más oprimidos y explotados por todos los medios. Ellos tienen un futuro mejor en la mente y un odio ardiente contra este sistema en sus corazones.

Nos debemos conectar con los movimientos de liberación anti-imperialistas y las luchas revolucionarias en el mundo. Apoyar, fortalecer, reproducimos estas luchas, incluso en este país, y así seremos siempre como una parte de la tormenta global. Proponemos que el maldito sistema sea destruído! No dejemos que los chupa sangre tengan una retaguardia tranquila!

Su sistema está en su final. Ellos lo saben. Y los que la defienden, debe tener una idea muy clara: La revolución marchará sobre sus cabezas. A todos y a cada uno le toca decidir. Estoy para el sistema existente, quiero ponerme allí o estoy para los pueblos del mundo y soy parte de su lucha. La historia demuestra: Una tercera forma de decisión por ahí no existe.

Aprendamos de la historia de las luchas de clases. Aprendemos de los pueblos que luchan. Aprendamos de todas las luchas anti-imperialistas en el mundo, las guerras populares en la India, Perú y Turquía, la lucha contra el gobierno fascista de Kiev en Ucrania y los combates en Europa, como los de Grecia. La lucha contra el EI creado y apoyado por los imperialistas es decir, contra su naturaleza retrógrada y su masacre. Damos la bienvenida a la lucha y la resistencia heroica, indomable e ininterrumpida de los pueblos y las minorías oprimidas en Sengal y Kobane con nuestro lema "el imperialismo será derrotado, los pueblos que resisten triunfrán". Tenemos buenas razones para ser optimistas sobre el futuro de la humanidad, no importa lo oscuro que las nubes pueden ser también.
¡Rebelión,resistencia- No hay ninguna retaguardia tranquila!

¡La rebelión se justifica!

Alianza para una demostración por el 1° de mayo revolucionario

Alianza contra la agresión imperialista



Bloque Internacionalista DGB-Demonstration
18 Uhr Feldstraße  Demonstración Revolucionaria



CRITICA A KIMETZ. Un documento do Ateneu Proletário Galego


Critica a Kimetz. Debate sobre a existência e o caráter nacional do proletariado. Debate sobre a revoluçom proletária nos países imperialistas.

Crítica Kimetz

Antes de nada remarcar que os motivos que nós impulsam a fazer esta crítica aos camaradas e às camaradas de Kimetz, som em primeiro lugar é fazer um trabalho de clarificaçom interna entre a vanguarda do proletariado galego na atual luita de duas linhas. Em segundo lugar tamém queremos participar em estes importantes debates que se dam no MCI (Movimento Comunista Internacional). Esta crítica de dous dos artigos de Kimetz apercidos no útimo Enbor Nº 10 dá-nos a oportunidade de tratar importantes temas em profundidade. Temas tales coma som o do processo revolucionário de destruçom do estado burguês e construçom do poder revolucionário, e tamém a relaçom entre a contradiçom de classe e a contradiçom nacional.
Gostaría-nos poder entrar a criticar artigos e trabalhos de organizaçons comunistas galegas, mas o nível político destas nom passa de repetir a vison terceiro-mundista da sociedade galega, junto com a repetiçom dos diferentes tópicos e variçons pós-modernas que dumha maneira ou outra, vem a Galiza como umha colónia. Outra constante é a reiteraçom dos clichês insurreicionalistas associados a eterna “acumulaçom de forças” que serve para justificar qualquer cousa. O único destacamento comunista galego com o que tivemos oportunidade de discutir a fundo destas questons é o Comité para Criaçom do Partido Comunista Maoista da Galiza.
Comezemos, É especialmente destacável que no artigo de Kimetz “Sobre a linha militar do proletariado…”, os e as camaradas deste colectivo, figerom um sério esforço por aprofundar nos mecanismos do proletariado para conquistar o poder político. Poucos destacamentos comunistas no Estado Espanhol tenhem plantejado seriamente este tema.
Temos que dizer que para nós a “questom nacional”, a “consciência nacional”, som cousas estranhas que nom tratamos nos nossos trabalhos. Em nosso entender “a questom nacional” é a questom social. “A consciência nacional” é a consciência ou a falsa consciência. Pois onde nom há consciência reina a falsa consciência.
No artigo “Polémica sobre a queston nacional” Kimetz avirte-nos contra os males do independentismo basco, que é um “…erro garrafal…”, provoca “…isolacionismo nacional…” (P. 27), a “…incomunicaçom nacional negativa…”, “…fechar-se em ela mesma…”, “…total desconesom…”, “…desconesom total do proletariado e da revoluçom socialista a sua total interruçom”.
Como vemos o independentismo é algo muito malo para Euskal Herria, que tem provocado umha “total desconesom” e mesmo a “total interruçom”. Mas nom entra a sinalar que efeitos tem essa “total desconesom”, fora dumha nom explicada “interruçom”, sem concretizar nada.
Tamém afirma (na página 27) “…acaba por retalhar por completo ao sujeito revolucionário nas diferentes nacionalidades”.
O conceito de “sujeito revolucionário” nom foi definido por Marx e Engels. A diferencia do “sujeito histórico” (as classes sociais) que si foi definido. Isto fijo que ao longo do tempo diferentes organizaçons falassem de “sujeito revolucionário” para referir-se a diferentes cousas: ao povo trabalhador, ao proletariado, ao proletariado revolucionário, à vanguarda proletária, à vanguarda proletária e os seus vínculos com as massas através do movimento revolucionário (o partido proletário de novo tipo), etc.
Em quanto a o de “retalhar ao sujeito revolucionário” o que Kimetz fai é dar por feito (aprioristicamente) mas sem afirma-lo explicitamente, a existência dum “sujeito revolucionário espanhol”, ainda que sem demonstra-lo.
Outro interessante tema é que se bem parece que o independentismo do proletariado basco “isolou”, “interrompeu”, as capacidades revolucionárias desta classe, resulta que o proletariado espanhol (ou castelám), que nom sofre este “isolamento” do proletariado basco, sempre foi mui por detrás em consciência e em combatividade com respeito do basco. Prova de isto é que um maior número de obreiras e obreiros bascos vem ao Estado Espanhol como o seu inimigo (ainda sendo umha minoria), tamém as múltiplas greves gerais pola independência , ou o que é o mesmo umha oçom política contra o Estado e nom por melhoras imediatas, nem maiores soldos, etc, da mesma forma é evidente o maior número de presas e presos políticos bascos. Polo que constatamos que em comparaçom com o resto de naçons do Estado Espanhol os bascos e bascas tenhem sido o proletariado mais adiantado politicamente.
Na página 28 afirmam: “O caráter do proletariado é sempre internacionalista e de classe…”
Efetivamente o caráter, a mentalidade política da classe obreira é sempre de classe, só que a maior parte da história até os nossos dias é a falsa consciência da classe burguesa o que domina às grandes massas obreiras. Polo tanto
o que predomina nom é precisamente o internacionalismo, senom o nacionalismo espanhol e excecionalmente outro nacionalismo.
As massas obreiras nom som internacionalistas, nem tam sequer tenhem consciência de elas mesmas e do mundo espontaneamente. Precisamente por esta raçom é necessário o Partido Proletário de Novo Tipo. Assim atrevemo-nos a afirmar que detrás de esta asseveraçom acha-se umha incorreta valoraçom do fator espontâneo. Ideia que volveremos a ver em outras teses deste número de Enbor.
“Os interesses e metas de todos e todas as trabalhadoras unem-se na destruçom do caráter internacional do capital.”.
Confessamos que somos incapazes de acabar de entender esta frase. Pois o capital pode ser internacional (ou transnacional), mas o capitalista concreto, o burguês igual que o obreiro, sempre tenhem um caráter nacional.
Neste número de Enbor Kimetz nega a tese da luita de classes nacional (que seguindo a Petur, Argala, etc), chama “marco nacional de luita de classes”, identificando este “marco”, esta definiçom geográfica do espaço objetivo da dinâmica social como o espaço do Estado Espanhol, (sem empregar estos términos).
Prossigamos, nas páginas 30 e na 37 falasse da “independência política” para referir-se a “independência nacional”, o que pode provocar confussom com o conceito de “independência política de classe”, que é um princípio metódico fundamental do Socialismo Científico.
Nesta mesma página disse que o independentismo basco divide à classe obreira basca entre: “independentistas incondicionais” e “nom independentistas incondicionais”. O primeiro que vemos é que o de “incondicional” resulta forçado. Nós somos independentistas das que ponhem os interesses da luita de classes mundial por enriva da luita de classes nacional e, portanto só supeditamos a independência de Galiza aos interesses da luita de classes mundial e do proletariado galego.
A dizer verdade é muito suspeitoso o critério que cinde a classe obreira basca entre “independentistas incondicionais” e “nom independentista incondicionais”. Tratasse de um critério totalmente arbitrário. Porque nom dividem à classe obreira basca entre “independentistas” e “espanholistas”, ou “independentistas” e “unionistas”, ou “conscientes” e “alienados”, etc?
Como vemos os critérios para dividir politicamente à classe obreira basca podem ser variados. Mas detrás de essa ideia de “independentistas incondicionais” e nom independentistas está o desejo de aproveitar os movimentos das luitas sociais imediatas. O desejo -neste caso nom confessado- de “acumular forças” das luitas espontâneas. O arroubo subconsciente do espontaneísmo, da “unidade obreira”, da unidade popular e os lugares comuns de sempre.
Ao mesmo tempo Kimetz critica o frente populismo, o frente nacional, etc. Trata-se dumha constante contradiçom lógica -nom dialética-, num exercício de conciliacionismo eclético que acada formas patológicas e totalmente delirantes.
Na página 30 há umha segunda frase que nós resulta incompreensível “…o estado imaterial e natural do proletariado…” que nom implica a “independência incondicional”. Tratasse dum conceito novo “o estado material e natural” que nom está explicado no artigo.
Página 30 “…em EH enlaçam-se nacionalidades…”. Enlaçam-se pessoas concretas, nom “nacionalidades”. A continuaçom afirmam que isto é “…um dos poderosos motores da transformaçom do capitalismo em comunismo…”. Estam dizendo que a imigraçom e a emigraçom som “um poderoso motor de transformaçom do capitalismo em comunismo”? Dese cando? Absolutamente delirante e pós-moderno. Tratasse dumha afirmaçom falsa. Os fenómenos migratórios por eles mesmos (espontaneamente) nom ponhem em perigo ao capitalismo como evidenciam os feitos históricos.
Quando se trata de Catalunha Kimetz defende que um partido comunista (espanhol naturalmente), ou a sua sucursal em Catalunha (página 36) deveria iniciar umha guerra de libertaçom nacional (ainda que nom utiliza esta expressom). Mas esta guerra pola independência deve trazer como resultado à “República Socialista Catalana”. Umha afirmaçom que leva implícita (ainda que nom se afirma) que ouvo umha transformaçom da guerra de libertaçom nacional em guerra civil revolucionária.
Sempre que nós falamos de guerra de libertaçom nacional, fazemo-lo entendendo que é umha maneira de definir umha guerra popular que tem um importante contido de libertaçom nacional, polo tanto tem certas particularidades, mas isto nom significa que tenha umha diferença qualitativa sobre outra guerra popular que nom tem contido de libertaçom nacional.
A legitimaçom que fai Kimetz desta guerra de libertaçom nacional é que se fai “cumprindo, desta maneira com a defensa do direito de autodeterminaçom nacional, exercido previamente e incumplido pola burguesia…”. Aqui Kimetz está a afirmar que para que seja justa umha guerra de libertaçom nacional -polo menos no caso catalám-, tem que ser o resultado do incumprimento pola burguesia dum referendo de autodeterminaçom dirigido pola burguesia meia e dentro do Estado Espanhol.
Vemos como para Kimetz tem um caráter estratégico “exercer o direito” democrático burguês “de autodeterminaçom” dentro do Estado Espanhol (porque depois de ser independentes também podemos autodeterminar-nos).
Os comunistas e as comunistas temos que ter claro que exercer o direito de autodeterminaçom dentro do Estado Espanhol só pode ser possível contando como mínimo com o apoio da pequena e mediana burguesia. Ter como meta este referendo levará as lógicas alianças com a mesma mediana burguesia e a mesma frente popular, ou frente nacional, que muitas comunistas atacam com raçom e que Kimetz crítica neste mesmo artigo.
Na página 40 aparece o conceito de “nacionalismo espanhol”. Que nós saibamos é a primeira referencia ao nacionalismo espanhol num texto de Kimetz. De feito no artigo sobre o 9N de Catalunha nem o mencionam. Anteriormente falavam de “nacionalismo burguês”, “nacionalismo pequeno burguês”. Alegramo-nos muito que neste ano 2015 Kimetz tome consciência do importante mecanismo político das classes exploradoras e do seu estado, como é o nacionalismo espanhol.
Página 65 “a linha militar doproletariado….”
Neste artigo vemos como Kimetz tem superada a vissom insurrecionalista que vem herdada desde a II Internacional e que é a que domina o panorama “comunista” em toda Europa. Entenden que um estado burguês consolidado jamais pode ser destruído mediante umha insurreiçom. Mas a continuaçom empeçam fazendo umha divissom entre o que som os países semifeudais, coloniais e semicoloniais (ou subdesenvolvidos) e, os países industrializados do centro imperialista. Para os primeiros defende a guerra popular e para os segundos a “guerra de massas”, ou a “guerra civil revolucionária”.
En primeiro lugar temos que dizer que a guerra popular prolongada quando chega a fase de ofensiva estratégica estende-se por todo o pais ate transformar-se numha guerra civil revolucionária.
Em segundo lugar a diferencia entre como se define a guerra popular e como Kimetz define a “guerra de massas”, ou a “guerra civil revolucionária”: como “…as massas armadas em assembleias populares…” (página 70), pode ser equivalente à nossa definiçom de guerra popular: “as massas armadas e organizadas conscientemente.”
A nossa conclussom é que o que Kimetz fai é chamar-lhe à guerra popular nas naçons do centro imperialista “guerra de massas”. Na realidade seria umha guerra urbana de massas. Umha guerra na que a diferencia dos países semicoloniais nom é o proletariado a classe dirigente e os camponeses a classe principal, graças à que se desenvolve esta guerra. Senom que o proletariado e a classe dirigente e tammém a classe principal desta guerra revolucionária. En nosso entender o que planteja Kimetz é que esta guerra urbana de massas, nom seria mais que um nome para designar a guerra popular na realidade histórica concreta das sociedades dos centros imperialistas. Como umha variante da guerra popular, nem mais nem menos.
Em todas as ciências sociais temos que distinguir entre o significante e o significado. Entre a palavra e o conceito. Por isto “a guerra revolucionária de massas” e a guerra popular até aqui som a mesma cousa. Mas a partir de aqui Kimetz apresenta-nos cousas novas: “…defensiva estratégica da guerra revolucionária nom será a ditadura revolucionária do proletariado a que adote o novo poder, senom formas democrático populares similares à nova democracia…” que só se superam umha vez chegado ao “equilíbrio estratégico”, “umha vez ressoltas as contradiçons no interior do frente interclassista.”
Topamo-nos aqui com dous grandes problemas. O primeiro: de onde saiu esse “frente interclassista”. Outra vez o recurso do frentismo (popular, nacional, etc), que antes criticavam.
Ao mesmo tempo que Kimetz censura ao frente populismo, o frente nacional, vai e saca um frente interclassista do sombreiro. Trata-se dumha constante contradiçom lógica -nom dialética- da sua teoria, num exercício de conciliacionismo eclético que acada formas patológicas e totalmente delirante.
O grande problema da tese de Kimetz é que umha sociedade moderna, um estado moderno, só pode ser ou burguês ou proletário. Ou umha ditadura burguesa ou umha ditaduras proletária. Isto é sabido desde que Marx descobriu “a ditadura do proletariado” a partir do seu balanço crítico da experiência histórica da Comuna de Paris.
Neste texto tampouco aclara quais som essas contradiçons do “interior do frente interclassista”, nem como som “superadas”.
Nós nom negamos a importância da colavoraçom entre o proletariado revolucionário das diferentes naçons do Estado Espanhol, de Europa e do mundo. Trata-se de ter claros quais som as prioridades de trabalho político atuais. Trata-se de entender que a única maneira de construir uns Estados Proletários de Europa -primeiro- e do mundo depois, só poderá ser levada a cavo umha vez superada a opressom nacional.
A própria identidade nacional, o próprio caráter nacional de qualquer proletário real exige a organizaçom nacional.
As camaradas índias do PCI (maoista) nom intentam criar umha sucursal entre o povo de Manipur (composto por pouco mais de milhom e meio de pessoas). Senom que intentam ajudar ao PCM (maoista). Esse mesmo espírito realmente internacionalista deve ser o que nos guie. Naturalmente esta prática está ligada à crítica do PCI (maoista) fai do nacionalismo índio.
Kimetz deveria fazer autocrítica do confusionismo eclético que domina a sua teoria. Que os leva a umha constante contradiçom lógica que domina o seu discurso. Deveria abandonar a tese de que em Euskalherria entre a ditadura da burguesia e a ditadura do proletariado há umha fase histórica intermédia com umha frente e um novo poder interclassistas.
Deveria apoiar-se no que há de avançado na sua linha política e nom nos delírios ecléticos. Deveria interiorizar o método do Socialismo Científico, porque é precisamente o método o principal legado de Karl Marx. A crítica ao nacionalismo espanhol, a superaçom da falsa vison insurrecionalista, a crítica à política sindicalista da vanguarda proletária, a crítica ao frente-populismo, assumir a tese da luita de classes nacional (com a influência de fatores externos), a luita de classes mundial, entender a aliança de classes que é o Estado Espanhol em Euskalherria, ter claras as suas prioridades de trabalho atual e sobre todo realizar um importante trabalho de autocrítica coletiva.

BRASIL: 73 ANOS DO FALECIMENTO DE OLGA BENÁRIO

Unha grande revolucionaria!
Foto de Jornal A Nova Democracia.
 
 
 





73 ANOS DO FALECIMENTO DE OLGA BENÁRIO

Olga Benário Prestes nasceu em 1908, em Munich, Alemanha. Em 1923, então com 15 anos, ingressa na juventude comunista e cinco anos depois, como tarefa do Partido Comunista da Alemanha, prepara uma espetacular operação militar para libertar o também comunista Otto Braun, então seu namorado, da prisão de Moabit. Após essa ação, Otto e Olga se refugiam na URSS, onde passariam alguns anos.
Nesse período, já conhecida pela sua façanha em Moabit, Olga se torna um grande quadro político-militar da Internacional Comunista. Com excelente formação intelec tual e técnica, ela se especializou em paraquedismo e pilotagem de aviões. Por essa destacada atuação, Olga recebeu, em 1934, a missão internacionalista de acompanhar, na condição de segurança pessoal, Luis Carlos Prestes ao Brasil, para que este liderasse a revolução de 1935.
Adotam nomes e nacionalidades falsas, mas se apaixonam verdadeiramente como Antônio Vilar e Maria Bergner Vilar.
No Brasil, a Aliança Nacional Libertadora, reunindo os operários, camponeses e setores progressistas da sociedade, realizava grandes atividades de massas, ultimando preparativos para o momento da verdadeira libertação do país. Por ser uma organização legal, congregava muitas pessoas, entre elas intelectuais como Graciliano Ramos.
Foi posta na ilegalidade por Vargas, meses antes de novembro, porque temia o seu vertiginoso crescimento e seu caráter de frente revolucionária. Mas decidida, a ANL ultima os preparativos da revolução, apoiando-se em tropas que se levantariam nos quartéis do exército. Em 23 de novembro, soldados e sargentos do 21º Batalhão de Caçadores de Natal, Rio Grande do Norte, tomavam a guarnição militar e proclamavam o Governo Popular e Revolucionário. Ali, a revolução duraria 5 dias, mais que em Recife e mesmo no Rio de Janeiro, onde o levante é rapidamente sufocado.
Após a derrota da revolução no Brasil, Olga e Prestes tornam mais severa a sua clandestinidade, mas, denunciados, caem nas mãos dos fascistas no início de 1936, numa casa da Rua Honório, no subúrbio carioca de Caxambi. Até o último momento, Olga cumpriu a tarefa de proteger Prestes, se interpondo entre ele e os policiais no momento da prisão, quando os esbirros de Vargas tinham ordem para matá-lo. Presos, agarra-se ao marido, porque sabe que a separação significaria a sua morte.
A polícia política de Vargas colaborava com a Gestapo e com o governo nazista em geral, e a entrega de Olga aos alemães há muito era acalentada.
...até o último instante não terão porque se envergonhar de mim.
Grande mobilização se fez entre os presos da Casa de Detenção do Rio de Janeiro para evitar que Olga fosse entregue ao regime nazista. Liderados pelos comunistas, os presos se rebelam, mas não conseguem evitar que Olga seja retirada da prisão.
Nem o fato de a grande revolucionária estar grávida impediu que a extraditassem, juntamente com Elise Ewert, também alemã, esposa de Arthur Ewert, que participaram como membros da Internacional do levante de 1935.
Por essa época haviam diversos casos de resgates de prisioneiros dos nazistas em navios que faziam escalas antes dos portos da Alemanha. Organizações revolucionárias, que proliferavam entre os operários dos portos realizavam ousadas operações, conseguindo libertar várias pessoas dos verdugos fascistas. Para Olga, no entanto, foi preparado o embarque em setembro de 1936, num navio que não fez escalas, atracando em Hamburgo, onde a esperava a polícia política.
Na Alemanha, Olga é encarcerada na prisão de mulheres de Barnimstrasse, onde dá a luz à filha, Anita Leocádia Prestes e a amamenta até que os nazistas lhe tomam a criança, entregando-a à avó, mãe de Prestes, e transferem Olga para o campo de concentração de Lichtenburg, em seguida para Ravensbrück. Em fevereiro de 1942, Olga é transferida para o campo de Bernburg, onde é assassinada na câmara de gás, tendo o mesmo fim de tantos comunistas que caíram nas mãos dos nazistas.
Um dia antes de morrer, Olga escreve sua última carta, revelando não se render à morte porque acreditava que a causa dos proletários prosseguia, e que as novas gerações viveriam em um mundo sem a exploração do homem pelo homem.
Lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo. Prometo-te agora, ao despedir-me, que até o último instante não terão porque se envergonhar de mim. Quero que me entendam bem: preparar-me para a morte não significa que me renda, mas sim saber fazer-lhe frente quando ela chegue. Mas, no entanto, podem ainda acontecer tantas coisas... Até o último momento manter-me-ei firme e com vontade de viver. Agora vou dormir para ser mais forte amanhã. Beijos, pela última vez.
Algum tempo depois, o glorioso Exército Vermelho rompe as linhas de defesa em Bernburg, liberta os sobreviventes e fuzila todos os carrascos do campo, inclusive a militar que acionou a câmara de gás assassinando Olga e demais prisioneiros

jueves, 23 de abril de 2015

Documento del Partido Comunista Marxista-Leninista-Maoísta de Bangladesh: La crisis política en el país (7 de Febrero 2015)



7 Febrero 2015
LA CRISIS POLITICA EN EL PAIS
 

El pueblo sufre a resultas de los reaccionarios mordiéndose entre sí
Los partidos políticos reaccionarios en Bangladesh comenzaron a morderse unos a otros tan pronto comenzó el Año Nuevo de 2015. Y ya ha transcurrido un mes y cerca de 70 personas del pueblo llano incluyendo mujeres y niños han resultado muertas por las quemaduras de ataques con bombas contra atobuses y trenes. Muchos más han resultado heridos. De otro lado, los disparos de las fuerzas del Gobierno han causado numerosos muertos para reprimir al pueblo. La alianza que dirige la Liga Awami quiere mantenerse en el poder a toda costa ya sea de forma legal o ilegal, y de otro, la alianza BNP-Jamat quiere llegar al poder de cualquier manera también de forma legal o ilegal. No hay diferencia entre el dominio explotador, la corrupción, las torturas masivas y el genocidio emprendidos por las dos agrupaciones, una tras otra. La única diferencia es que son dos agrupaciones feudales y capitalistas burocráticas distintas que representan a un imperialismo o expansionismo distinto. Con el dominio repetido de ambas agrupaciones, los campesinos han sido expulsados de sus tierras y se han convertido en sin tierra, en campesinos pobres y obreros; sus cosechas no consiguieron elevar su nivel de vida; los obreros no reciben un salario mínimo para el sustento, por no hablar de poder adquirir arroz, ropa, una vivienda, educación y sanidad. Por el contrario son los grandes ricos los que han logrado una prosperidad y los beneficios de los imperialistas extranjeros y expansionistas aumentaron enormemente. El medio ambiente, incluyendo la región de los Sundarbans, está siendo destruido sin cesar.
El pueblo quiere la liberación de su dominación.

 
La dominación del expansionismo indio
El Gobierno de la Liga Awami está apoyado por el expansionismo indio. El expansionismo indio perdió su dominación en los años 70 porque sus lacayos perdieron terreno debido a la lucha que los comunistas revolucionarios desarrollaron contra ellos. Dado que los comunistas no pudieron tomar el poder, los imperialistas norteamericanos aprovecharon la oportunidad de dirigir a sus lacayos en la toma del poder. India perdió su control y Rusia perdió su cuota de poder.
La India tuvo que esperar mucho tiempo para establecer el control absoluto en Bangladesh. Naturalmente, ahora no les ofrecerá a otros esta oportunidad. También, necesitan el mayor control sobre los lacayos de otros grupos imperialistas y expansionistas.
La Liga Awami está implementando la agenda política de la India. A finales de los años noventa, la India ordenó a los nacionalistas cerrados de Chittagong Hill Tracts que se rindiesen al Gobierno de Bangladesh. A cambio, la Liga Awami destruyó los campamentos dentro de Bangladesh de los grupos nacionalistas del noreste de la India, detuvo a numerosos líderes y cuadros y les entregó a la India.
Mientras tanto, el Gobierno ha facilitado el tránsito de la India. Le ha permitido construir una central de energía de carbón que destruye la región de los Sundarbans y el medio ambiente. Aparte de esto, las compañías indias están produciendo electricidad en Bangladesh en nombre de un rápido alquiler. La India, construyendo diques en aguas arriba de los ríos de Bangladesh, bloquea el flujo de las aguas. Como consecuencia, Bangladesh se enfrenta a la sequía en la temporada seca y a las inundaciones en la estación de lluvias. Así, gran parte de las cosechas se ven dañadas cada año en Bangladesh. Como consecuencia, una gran parte del país va a convertirse en un desierto a largo plazo. Bangladesh es el mercado de los productos legales e ilegales indios. El arroz, el trigo, el maíz, el azúcar, la sal, las cebollas, las especias, el dal [un alimento común de la región], los saris, los cosméticos, la alimentación animal, las vacas y todos los productos diarios vienen de la India a Bangladesh, la mayor parte de una calidad inferior a los locales. Bangladesh importa de la India autobuses, camiones, vehículos rickshaws de gas, motocicletas, trenes, tractores, electricidad y maquinaria. El fencidil indio y la yaba de Mayanmar están convirtiendo a la drogadicción a la juventud bangladesí. La cultura india es la que domina aquí a través de la televisión por satélite. Aparte de esto, las salas han comenzado a proyectar cine indio. Si añadimos los productos legales e ilegales, al menos el 40 por ciento de las importaciones totales de Bangladesh provienen de la India.
Rusia se ha vuelto a infiltrar en Bangladesh a través de los grandes contratos de compra de armamento por parte del Gobierno de Bangladesh, incluyendo misiles y aviones de combate, la planta atómica de Ruppur, estableciendo un satélite en órbita o entregando Bangladesh los trabajos de perforación de pozos de gas a Gazprom. El Ejército de Bangladesh está compuesto por tanques rusos y chinos, mientras que la Fuerza Aérea de Bangladesh la componen aviones Mig rusos. Bangladesh también importa tractores rusos.
En Bangladesh EE.UU. dispone del TIKFA [Acuerdo Foro de Cooperación Comercial y de Inversiones]. Está expropiando la mayoría de los campos de gas aunque la infiltración de Gazprom no es una buena señal para EE.UU. El Banco Grameen es un lacayo de EE.UU. Además, existen muchas ONGs lacayas de EE.UU. y occidentales actuando aquí. Los Estados Unidos y Europa occidental son grandes mercados para la industria de confección bangladesí. EE.UU. suele proporcionar entrenamiento las fuerzas armadas de Bangladesh. EE.UU. quiere establecer una base militar en Bangladesh y un control absoluto. La cancelación del programa del Sistema General de Preferencias (GSP) de la industria de confección de Bangladesh en EE.UU. ha significado que EE.UU. no está teniendo oportunidades aquí.
China ha obtenido la mayor parte de las obras de construcción aquí, como el Puente Padma, el puerto de gran calado y muchas obras más. Bangladesh es el mercado monopolístico para los materiales electrónicos chinos. Bangladesh compra armamento de China. También compra tanques, submarinos y buques de guerra de China. También importa de China trenes, vehículos de batería, tractores, máquinas de coser y otra maquinaria.
Japón, Arabia Saudí, Malasia, Corea del Sur están también invirtiendo capital en diversos proyectos de construcción aquí en Bangladesh. También entra en Bangladesh maquinaria proveniente de Europa, Corea del Sur y Taiwan.
Los capitales de las agrupaciones panislámicas están trabajando aquí también a través del Islami Bank. En los países de Oriente Medio, una ingente mano de obra de Bangladesh está trabajando a cambio de un poco dinero. Arabia Saudí ha decidido incorporar a más de dos millones de personas d Bangladesh. Bangladesh es un gran mercado del petróleo de Oriente Medio. Han logrado incorporar la religión a la esfera educativa. Invierten muchísimo dinero en Bangladesh en nombre de la Madrasa y la Mezquita. Intensifican la superstición religiosa y las atrocidades en la sociedad.
El Camarada Siraj Sikder mostró durante los años 70 que no es posible para ninguna otra fuerza que no sea la India hacerse con el poder aquí. Sólo los comunistas pueden tomar a través de la lucha armada porque dependen del pueblo. La posibilidad era tomar el poder por parte del Partido Proletario de Bengala Oriental. Pero el 2 de Enero de 1975, cuando el Presidente Siraj Sikder fue martirizado por el enemigo, el partido se sumió en una crisis. Los dirigentes de los periodos posteriores no pudieron elaborar una línea y práctica correctas. Por tanto, el partido perdió su dirección. De esta manera, los lacayos de EE.UU. se aprovecharon de la oportunidad del vacío de poder. Ellos, comprendiendo que la religión musulmana es un gran obstáculo para la dominación india aquí, la utilizaron. Geográficamente, Bangladesh está rodeado por la India por tres lados, y la bahía también puede ser controlada por ella. No existe un Estado musulmán próximo a Bangladesh.
India preparó a sus lacayos a largo plazo. Entre tanto, llevó a cabo un continuo terror fronterizo y aún lo realiza.
Tras la caída del socialimperialismo soviético, el equilibrio entre las fuerzas imperialistas cambió. Entonces, EE.UU. obtuvo el monopolio de la dominación. De esta forma, el conflicto armado disminuyó entre las fuerzas imperialistas y expansionistas en diversos países. Pero ahora, como Rusia se ha convertido nuevamente en una potencia imperialista y China se ha convertido también en una potencia imperialista, la contradicción entre los diversos grupos lacayos en los diferentes países está adoptando la forma de un conflicto armado.
La tesis del camarada Siraj Sikder era correcta. Nuevamente volvió la misma situación. El nuevo elemento que se ha añadido aquí es la presencia de la Guerra Popular maoísta en la India.
Tal y como el presidente Siraj Sikder mostró, una sociedad feudal semicolonial como Bangladesh está gobernada por la burguesía burocrática.
Aquí el control de la India es máximo. Por tanto, la India quiere reorganizar a la clase dominante colocando a su favor a su burguesía lacaya. Así pues, la consolidación del poder de sus lacayos consolidará la explotación de los reaccionarios locales y extranjeros sobre los obreros, campesinos y las clases medias, y confirmará la prominencia de una fuerza colonial particular y fijará cuanta porción obtendrá cada fuerza imperialista.
Actualmente, la prominencia y dominación indias se ha restablecido a través de la Liga Awami. Aunque EE.UU. se opone a ello a través del BNP, sin embargo encuentra dificultades. Los grupos feudal-capitalistas de Oriente Medio, Pakistán y panislámicos se están oponiendo a través de Jamat, pero también encuentran dificultades. Dado que las raíz nacional del pueblo bangladesí es de la India subcontinental, por tanto, la influencia india está aquí más acusada que la china. China goza del control de Myanmar. EE.UU., Rusia, China, Japón, Arabia Saudí, Oriente Medio, Pakistán y los panislámicos no tienen otra forma que conformarse con la porción que reciban.
En el terreno internacional, el genocidio del EI, las masacres de niños por los talibanes en Pakistán, el ataque islamista en Europa y la respuesta represiva antimusulmana, etc., están revelando el carácter antipopular de la ideología reaccionaria religiosista y el plan genocida imperialista centrado en ella.

 
Qué puede hacer el pueblo frente al ataque reaccionario y el terrorismo gubernamental
Vemos que es el pueblo el objetivo del ataque generalizado de los reaccionarios. Está ligado a la ideología de los reaccionarios. Como su ideología es antipopular, por tanto, todos los ataques van en contra del pueblo. De otro lado, el fuego cruzado terrorista que el Gobierno desarrolla va también dirigido en contra del pueblo en general.
En ambos casos, en un sentido inmediato, el pueblo debe adoptar medidas para protegerse. Debe estar unido y vigilante y enfrentarse al enemigo con lo que encuentre a nivel local.
En un sentido prolongado, el pueblo debe prepararse para la transformación revolucionaria de la sociedad bajo la dirección de los comunistas marxistas-leninistas-maoístas.

 
La crisis reaccionaria, el vacío y las tareas de los comunistas
Los comunistas quieren establecer la tendencia comunista en la sociedad a través del derrocamiento de los explotadores locales y extranjeros por medio de la revolución social. Aquí, sólo un Partido Comunista Marxista-Leninista-Maoísta puede lograr conquistar el poder a través de la lucha armada porque sólo los comunistas pueden depender exclusivamente del pueblo y hacer que se alce en el programa de su liberación sobre la base de sus intereses de clase –en la lucha por establecer la propiedad de los obreros, campesinos pobres y clases medias sobre la tierra, las fábricas y minas. La lucha, que es inevitable, es una guerra popular. Además, debe establecer una firme amistad en particular con la guerra popular en la India, debe unirse con todas las guerras populares del mundo y marchar adelante por el camino de la nueva democracia, el socialismo y el comunismo.
En la actual crisis de poder, los comunistas podrían aprovecharse fácilmente de ella y avanzar en la lucha por la toma del poder. Pero no están preparados. Se están preparando ideológica y políticamente.
Pero la crisis de poder de la burguesía es permanente. Aumentará gradualmente más y más. Aprovechándose de esa situación, una pequeña fuerza rápidamente puede transformarse en una gran fuerza.
Por consiguiente, la fuerza revolucionaria debe completar los preparativos ideológicos, políticos, etc., cuanto antes y tomar la iniciativa de la lucha.
La revolución es inevitable.

7 de Febrero 2015
 

PARTIDO COMUNISTA MARXISTA-LENINISTA-MAOÍSTA DE BANGLADESH
(Traducción de Gran Marcha Hacia el Comunismo)

ON THE 100TH ANNIVERSARY OF THE ARMENIAN GENOCIDE / EN EL 100º ANIVERSARIO DEL GENOCIDIO ARMENIO









ON THE 100TH ANNIVERSARY OF THE ARMENIAN GENOCIDE,
ONCE MORE, WE CONDEMN THOSE RESPONSIBLE!
HISTORY WILL NOT ALLOW THEM ESCAPE FROM BEING TRIED!

On 24th April 1915 the Ottoman government massacred one and a half million Armenians. 24th April 2015 is the 100th Anniversary of this genocide. This genocide committed a century ago has been systematically denied by the Turkish state, which is a continuation of the Ottoman government. All the efforts and exertions of the Turkish state were not enough to erase this genocide from the memory of humanity within the past century. Human history has never forgotten this genocide. The greatest fear of the Turkish state is: with the acceptance of the genocide, being tried at an international court, to pay remuneration and to return the assets, usurped from Armenians, to their descendants. It is no longer possible for the Turkish state that has been trying for a century to rid itself of this issue and to hide the Armenian genocide. Confronted with this truth, the Turkish state started its efforts to reverse this, to soften the genocide and claim that this crime was committed by the Ottomans.
These efforts were to exempt the Turkish state from any responsibility. In fact the president of the Justice and Development Party (AKP) and the prime minister Recep Tayyip Erdoğan stated in a statement he made on 24th April 2014, that: “The events that took place during the first world war are our common pain (…) We hope the Armenians who lost their lives in the conditions of early 20th century rest in peace and we extend our condolence to their descendants”. In saying this, a year before the centennial of the genocide, he is attempting to soften this crime against humanity, by passing on the responsibility, the so-called sharing in the pain of the Armenians. The fact that this was a lie was known from the statement issued by Erdoğan in 2011. In the statement issued on April 24th 2011 Erdoğan stated; “We reject the claim of genocide, because our ancestors could not have committed genocide (…) Turkey is sensitive to this issue (…) will not allow its honor to be insulted.’’ With this statement he stressed that such a thing as the Armenian massacre never happened and rejected the genocide.
The historical background of the Armenian genocide
Armenians who gained national structures were subjected to the oppression and domination by the feudal- conquestive and Ummahist Ottoman Empire which was founded in the middle ages. With the reality of the process of social nation building and forming into heterogeneous societies by the communities in the territory conquered by the Ottoman Empire in the 19th century, formed a historical contradictions and this situation has led the Ottoman State to unbridled repression and onslaught against the Armenians, Greeks, Assyrians in Asia Minor as in the Balkans. On the other hand, increasing the repression on Kurds and Arabs. The Pan-Islamism doctrine that was raised during the periond of Abdulhamit II. With the addition of the Pan-Turkism by the Committee of Union and Progress has pushed them to create a new nation and this new doctrine, foresaw the destruction of nations and minorities in in their territory.
With these internal conditions the imperialism stage of capitalism has exasperated the international market competitions and brought the First Redivision War to the agenda. Led by Union and Progress the Ottoman empire allied with Germany, Austria/Hungary and took part in the First Redivions War, playing a catalyst role in the Armenian genocide. Thus the Armenian genocide took place under such historical conditions of Armenians being caugth between the Ottoman State and the Tsarist Russia.
A few hours after the Ottoman Empire and Germany secretly signed a political and military alliance on August 2nd 1914, the Unionists declared general mobilications, following this Armenians were quickly drafted. 300 hundred thousand Armenians were drafted. The drafted Armenians were first disarmed within the army, they were put to work in Labour Batalions which soon after was followed by their mass massacre in 1915.
With the start of the war, the Ottoman army suffered major losses against the Russian army. The Ottoman state attributed this loss to the Armenian support to Russia and this lead to Armenians becoming targets. Prior to the genocide, the Ottomans launched a large campaign. Everywhere Armenians were targeted. Starting in 1915, this campaign aimed at isolation and to break the resistance points. The Ottoman government decided on the massacre of Armenians and in order to prevent this becoming public to the world, the Armenian intellectuals were liquidated. On 24th April 1915 the Ottomans gathered 1000 of all the Armenian intellectuals and massacred them. The second stage of the genocide was to swiftly draft Armenians into the army to prevent an armed resistance. 300 thousand Armenians were drafted. These Armenians were initially disarmed in the Ottoman army, then put to work in the Army and then they were massacre. At the third stage of the genocide, the remaining Armenians were forced to leave their lands and sent into exile to the Der Zor desert in Syria. Hungry and thirsty women, children and elderly were forced to walk for days into exile. Everywhere they passed, they were assaulted by the accompanying Ottoman soldiers, gangs and some feudal Kurdish feudal lords, sheihks and tribal leaders. None of the Armenians reached their destination and a million and a half Armenians were massacred through genocide. Some Armenians who fled and survived the genocide fled from Van, Erzurum and Erzincan and sought refuge in Russian Armenia.
The primary aim behind the policy of forced displacement and genocidal policies towards the Armenians and the other oppressed nations and minorities was; the intention to Turkify the capital in the country. The Armenians and Greek generally engaged in trade and commerce, and held a significant part of the capital of the country during the late Ottoman period. The Armenian and Greeks were large capital holders, had become the agents for the imperialist capital in the Ottoman Empire. The means of production and wealth belonged to the Armenians, Greeks and non-Muslim nations and communities. This was not only in cities such as Istanbul or Izmir, but also in many cities, towns or villages of Anatolia and Mesopotamia inhabited by oppressed nations and minorities. For the Turkification to be successful it was expected that all this capital should be in the hands of the economically weak Turkish bourgeoisie.
The responsibility of the German imperialism in the Armenian genocide
Today, the support of the German imperialism to the Ottoman Empire is being more and more exposed. Germany’s policy to expand to the Far East through the Ottoman Empire has always strengthened the relations between Germany and the Ottoman Empire. The task of reconstruction of the Ottoman army after the loss of the Balkan wars – the Ottoman Empire being the semi-colony of Germany – was undertaken by German imperialism.
When the first imperialist world war broke out, all important posts in the Ottoman army were held by German officers. For the administration of the Ottoman military, the German army Colonel Bronsart Von Schellendorf was appointed. Over time, the entire Ottoman army was controlled by Germany with the administration fully passing to German officers. Germany was aware that the Ottoman Empire was going to massacre the Armenians. In fact when a priest, Johannes Pepsis held a press conference in Berlin to inform the public on the genocide against the Armenians in the Ottoman Empire, the German government of the time censored this news, because he exposed the involvement and responsibility of Germany. Many German soldiers in the Ottoman army took part in the massacre. The Armenians who fled the massacre in 1915 and took refuge in the Musa Mountains were besieged by soldiers under command of a German officers. Likewise in Urfa, breaking the Armenian resistance, the Ottoman officers were assisted by the German officer, Von Reischenberg. At the 100th anniversary of the Armenian genocide, Germany must accept this responsibility.
When German imperialism lost the first imperialist war, the Ottomans were also considered having lost the war. With the defeat of the war, some members of the Committee of Union and Progress fled abroad. The remaining Committee of Union and Progress members organized themselves around Mustafa Kemal (Ataturk) in order to build a new nation-state. The first thing the Kemalists did was to end the work of the courts investigating the Armenian genocide. All officers and Ottoman administrators were acquitted. All the land and property of Armenians were given to the new Turkish bourgeoisie. Thus, the current Turkish state being the continuation of the Kemalist proponents of the Armenian genocide is liable for the genocide.
The Turkish state still continues its hostility towards the Armenians. The fact that the murder of the chief editor of the Agos Newspaper, Hrant Dink, on 19th January 2007, by the counter insurgency gangs organized within the government has not yet been solved, is a clear expression of this. The Turkish state does not recognize the rights of any nation or minorities living in Turkey. The existence of millions of Kurds living in Turkey-Kurdistan was denied until recently. The Turkish state was forced to accept the existence of the Kurds, as a result of the tremendous struggle of the Kurdish national movement and it has still not recognized many democratic rights of the Kurds foremost the right of education in native tongue. Besides the Armenians the discriminatory policies of the Turkish state is still ongoing against the Laz, the Circassiaian, Greek and other minorities.

ON ITS 100TH ANNIVERSARY WE HAVE NOT AND WILL NOT FORGET THE ARMENIAN GENOCIDE!
THE TURKISH STATE MUST BE HELD ACCOUNTABLE FOR THE GENOCIDE COMMITTED!

Communist Party of Turkey/Marxist-Leninist (TKP/ML)
Revolutionary Front for the Defense of the People’s Right – Brazil
Communist Party of Greece / Marxist –Leninist (KKE/ML)
Revolutionary Front of People (Marxist-Leninist-Maoist) of Bolivia
Union of Communist Revolutionaries (Marxist-Leninist-Maoist) of Chile
Maoist Organization to Reconstitution of Communist Party of Colombia
Communist Party of Ecuador – Red Sun
MCG – Maoist Communist Group
MLMRSG -Marxist-Leninist-Maoist Revolutionary Study Group
Communist Party of India (Marxist-Leninist)
Moroccan Marxist Leninist Proletariat Line (MMLPL)
April 2015

Fuente: Signalfire