domingo, 28 de mayo de 2017

Partido Comunista de Filipinas: La ley marcial de Duterte no sólo es contra el Nuevo Ejército del Pueblo (NPA), es contra el pueblo en general.



Respuesta a la afirmación de Bello de que la ley marcial no es contra el NPA

Silvestre Bello III, negociador jefe del GRP, insiste en que el CPP cometió un error al exhortar al New People’s Army a intensificar sus ofensivas tácticas contra la AFP. Afirma que la declaración de la ley marcial en Mindanao no es contra el NPA.
 
La ley marcial de Duterte no sólo es contra el NPA, es contra el pueblo en general. Limita los derechos civiles y políticos del pueblo. Limita su libertad de movimiento y otras libertades. La ley marcial transfiere estas libertades a los militares y somete al pueblo a abusos. Bajo la ley marcial son los militares, los reconocidos abusadores de los derechos humanos, los que gobiernan.
 
En la ciudad de Davao, con un fanático apoyo a la ley marcial, la alcaldesa Sarah Duterte está acorralando a la gente en sus comunidades. Cerca de trescientas personas ya han sido arrestadas arbitrariamente por los militares por no cumplir con las reglas arbitrarias impuestas por los militares y los burócratas militaristas. La ley marcial de Duterte está condenada a ser peor que su “Oplan Tokhang”.
 
Con estas políticas severas, Duterte está demostrando que bajo su ley marcial, todo el mundo es sospechoso hasta que pueda demostrar lo contrario. Como todo filipino sabe, sobre todo los pobres y oprimidos, probar su inocencia a los militares a menudo es imposible.
 
El GRP debe responder por estas violaciones flagrantes del Acuerdo General sobre el Respeto de los Derechos Humanos y el Derecho Internacional Humanitario (CARHRIHL). Además de las cuestiones pendientes de cerca de 500 presos políticos que permanecen detenidos bajo el gobierno de Duterte, así como la creciente lista de violaciones de derechos humanos perpetradas por la AFP bajo su “Oplan Kapayapaan”.
 
La imposición de la ley marcial en Mindanao tendrá implicaciones negativas en las actuales negociaciones de paz del NDFP-GRP.
 
Puesto que la ley marcial de Duterte es en contra del pueblo, es imperativo que el New People’s Army (NPA) tome medidas para oponerse y luchar contra ella para defender los derechos e intereses del pueblo.
 
Si es cierto que la ley marcial en Mindanao no está dirigida contra el NPA, entonces Bello debe informar al Secretario de Defensa Delfin Lorenzana. Al anunciar la declaración de la ley marcial, fue el mismo Lorenzana quien citó al NPA como uno de los “problemas” de la GRP por lo qué toda Mindanao tuvo que ser sometida a la ley marcial.
 
Además, incluso antes de la declaración e imposición de la ley marcial en Mindanao del régimen de Duterte, la AFP ha estado llevando a cabo una guerra sucia mediante la ocupación de comunidades civiles, ejecuciones extrajudiciales, secuestros y detenciones bajo su “Oplan Kapayapaan”. Envalentonado por la orden de Duterte a los militares para “aplastar las colinas”, ha llevado a cabo bombardeos aéreos cerca de las comunidades civiles, sembrando terror entre los residentes y dañando sus medios de subsistencia. Estos ataques se han llevado a cabo principalmente contra las masas campesinas sospechosas por la AFP de estar involucradas en la causa revolucionaria.
 
Sólo al intensificar la lucha armada revolucionaria el pueblo puede defender sus derechos e intereses.
 
Partido Comunista de Filipinas
25 de mayo de 2017
 
Publicado en Odio de Clase

INDIA: Discurso de Varavara Rao en el mitin conmemorativo de los 50 años de Naxalbari, en Hyderabad.

sábado, 27 de mayo de 2017

ESTADO ESPAÑOL: Acción de Iniciativa Comunista en la UAM celebra el 50º Aniversario de Naxalbari.

Iniciativa Comunista: Agitación en la Universidad Autónoma de Madrid por los 50 Años de Naxalbari



 
¡Viva la Guerra Popular en la India!
  OdioDeClase

BRASIL: Chacina em Pau D`arco no Pará é crime de Estado!

As informações dão conta de 11 mortos e 14 baleados.

As informações que chegaram apontam a DECA (Delegacia Especializada em Conflitos Agrários) como a responsável pela operação militar.
As mentiras começam com a DECA informando que os policiais foram recebidos a tiros e reagiram! Mentirosos! Assassinos! Canalhas!
Todo mundo que conhece armamento sabe que aquelas poucas que foram apreendidas e mostradas não encorajariam ninguém a enfrentar a polícia. É só ver os corpos dos companheiros assassinados para concluir que foram fuzilados, e não estavam em posição de confronto.
Esta área já havia sido reintegrada ao latifundiário grileiro que nós conhecemos muito bem. A DECA, outras polícias, pistoleiros e seguranças particulares estavam na área para fazer segurança para o latifundiário. E fizeram a chacina para vingar a morte de um suposto pistoleiro que teria morrido na região.
A DECA foi a Pau D`arco para matar camponeses. A companheira Jane, presidente da associação dos camponeses que lutava pela área foi assassinada. Sete camponeses de uma mesma família também o foram.
Nós conhecemos muito bem estes companheiros honestos e trabalhadores. Eles já participaram, junto com a Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins, de diversos protestos e fechamento de estradas. Estes companheiros não estavam na terra, estavam acampados no corredor.
E como dizemos acima, nós também conhecíamos o grileiro.
A terra pela qual foram assassinados os 11 camponeses (Fazenda Santa Lúcia) era parte do império de “Norato Barbicha”, que já morreu, mas os seus milhares de hectares grilados como as Fazendas Cipó, Pantanal, Santa Lúcia e outras ficaram para sua mulher.
A Fazenda Cipó, que já esteve tomada pela LCP do Pará e Tocantins, foi alvo de reintegração, mas continua a luta pela sua posse. E depois de muitas reuniões, fechamentos de BR´s, audiências públicas e etc., ficou comprovado que, dos seus 800 alqueires, somente 200 eram documentados. Os outros 600 alqueires são terras do Estado.
Estas terras só não estão nas mãos e sendo lavradas pelos camponeses por que o Estado é corrupto, ladrão, e defende e protege os latifundiários.
Assim também acontecia na “Pantanal” e não devia ser muito diferente na Santa Lúcia.
Por isso o latifúndio mata, e matou!
A culpa é do governo do Estado, Simão Jatene, PSDB!
A culpa é da DECA!
A culpa é do latifúndio!
A culpa é da quadrilha de Temer, Meireles e desse congresso de bandidos!
Morte ao latifúndio!
Honra e Glória aos camponeses tombados lutando pelo sagrado direito à terra!
Terra para quem nela vive e Trabalha!
Viva a Revolução Agrária!

Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins
Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres
 

Conceição do Araguaia, 24 de maio de 2017

miércoles, 24 de mayo de 2017

ALEMANIA: Report on the activities in the FRG on the Day of Action on the occasion of the 50th anniversary of the Naxalbari Uprising

On the occasion of the International Day of Action for the 50th Anniversary of the Naxalbari Uprising, different activities were done in various cities of different federal states in the north, east, south and west of the FRG. So the international campaign became a truly nationwide campaign. A lot of new comrades were engaged in the campaign. The effect of the campaign is highlighted by the fact that several groups of the revolutionary movement published statements on the issue, e.g. the Rote Ruhr Crew, PerspektiveOnline and Revolutionärer Aufbau BRD (Revolutionary Construction FRG). Therein the necessity of the reconstitution of the Communist Party in this country, the People`s War in India – as a weapon of combat against revisionism – and proletarian internationalism were highlighted. At the end of this article you find some quotes.
In Bremen, an impressive campaign of wall paintings in various parts of the city was carried out.

50 Jahre Naxalbari Bremen 1
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In Rostock, wall paintings were carried out.
50 JahreNaxalbari Rostock
In Hamburg and Nuremberg, information events on the Naxalbari Uprising and the People's War in India were held on 19th of May. In Hamburg, many participants were new to the topic and an interesting discussions developed. The question of political prisoners was also raised and attention was drawn to the situation of the comrades Ajith, Saibaba and Kobad Ghandy. In Nuremberg, the international solidarity campaign was carried out for the first time. The discussion following the lecture was very vivid, especially through the contributions of a comrade, who herself had been in India for some time, and was able to make important observations on the situation there and the mass work of comrades.

Various wall paintings were made in Weimar.
50 JahreNaxalbari Weimar 1
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In Berlin wall paintings were carried out in Berlin-Britz and leaflets were distributed in working class neighbourhoods.
50 JahreNaxalbari Berlin 1
50 JahreNaxalbari Berlin 2
50 JahreNaxalbari Berlin 3
On 20 May a rally was held in Hamburg to celebrate the 50th anniversary of the Naxalbari uprising. Here mainly revolutionary youth gathered. Speeches were held, calling for the support of the People's War. On a banner, the release of Professor Saibaba, who was sentenced to life imprisonment in India this year, and all political prisoners in India, was demanded. Following the rally, the participants participated in a demonstration of sympathizers of the People's Front from Turkey for the freedom of political prisoners. Thus, in the spirit of proletarian internationalism, the struggles of the peoples of the world were united.
50 JahreNaxalbari Hamburg 1
50 JahreNaxalbari Hamburg 2
50 JahreNaxalbari Hamburg 3
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50 JahreNaxalbari Hamburg 10
In addition, a graffiti appeared on a tall building in a working class neighbourhood and a wall painting was done in another working class neighbourhood in Hamburg.
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50 JahreNaxalbari Hamburg 5
In the Ruhr-Area wall paintings were carried out, too.
50 JahreNaxalbari Ruhrgebiet
In other cities actions were done too but we did not received reports about them yet.
We think it is important to highlight that this Day of Action shows a clear broadening of the campaign, a rise not just in quantity but also in quality of the actions, imposed by the eager of the revolutionary youth who knows to close the ranks with the comrades struggling for the reconstitution for the Communist Party, and show in their practice a decisive, combative proletarian internationalist spirit.
Red Germany cries: Naxalbari Zindabad! It is right to rebel!

We received also a few pictures from Austria, as far we got some more we will publish it in an article.

The Internationalist Collective Berlin writes:
“... This Uprising is a milestone in the development of the armed struggle in whole India and encouraged peasants all over the country to develop the struggle against the local big landlords.
[…]
The blood feeds the revolution instead of drowning it and push more and more angry masses in its ranks. The People`s War in India is a part of the new wave of world proletarian revolution, which will sweep away imperialism from the face of the earth once and for all.”

PerspektiveOnline writes:
“The Naxalbari Uprising is the beginning of the Naxalite-movement which struggles actively against plunder by international big corporations and oppression by caste-system until today. The Movement […] is supported especially by the lowest castes and oppressed minorities like the Adivasi. It counts around 10,000 militants in arms in the ranks of the Peoples Liberation Guerilla Army (PLGA) – one of the largest left guerilla-movements in the world.”

The Red Ruhr Crew writes:
“What started 50 years ago in the village of Naxalbari and is carried on every second today is the concrete struggle and daily prove that the war against the imperialist order is possible and correct.
[…]
It is even more important on those days to remember the own responsibility and duties to march along the path of the comrades and to it alike. In an imperialist country like the FRG it is our first duty to construct a truly revolutionary Communist Party of new type.
[…]
which in end declares armed opposition against this state and mobilises the oppressed people and therefore is a militarised party to serve the people, like in India.”

“La rebelión de los ricos en Venezuela” por Mark Weisbrot.


La Rebelión de los ricos en Venezuela


El periodista Mark Weisbrot fue enviado a Caracas por el rotativo inglés “The Guardian” apenas comenzaron los primeros brotes de protestas en Venezuela durante el año 2014.
En una interesante crónica publicada en la edición del periódico para el que trabaja, Weisbrot se fue distanciando de la percepción que traía desde su país, modelada por “los medios de comunicación privados”.
Luego de estar varias semanas en Venezuela y haber recorrido las calles de Caracas en transporte público, después de haber investigado en persona, conversando con la gente de distintos sectores populares, regresó a su país con nuevas conclusiones respecto a la situación venezolana: acepta haber sido engañado por las imágenes mediáticas y manifiesta haberse convencido de que las revueltas, en ciertos puntos de las zonas pudientes en las principales ciudades de Venezuela, son financiadas por los ricos, por los grandes propietarios e incitadas por el departamento de Estado norteamericano.
Lilian Tintori, esposa del golpista Leopoldo López. Equipada con modernos equipos
Mark Weisbrot aseveró: “Imágenes forjan la realidad, la concesión de un poder de la televisión e incluso fotografías fijas pueden zambullirse profundamente en la conciencia de la gente sin que ellos lo sepan. Pensé que yo era inmune a las representaciones repetitivas de Venezuela como “un Estado fallido” en medio de una rebelión popular. Pero yo no estaba preparado para lo que vi -en persona- en Caracas durante ese mes: poco de la vida cotidiana parecía estar afectado por las protestas, la normalidad se impuso en la gran mayoría de la ciudad. Yo también había sido engañado por las imágenes mediáticas”, así narra el periodista parte de la crónica titulada “La verdad sobre Venezuela: una revuelta de los ricos, no una campaña de terror”.
La crónica redactada para el periódico The Guardian continúa: “Los medios de comunicación principales ya han informado que los pobres de Venezuela no se han unido a las protestas de la oposición de derecha, pero eso es un eufemismo: no se trata sólo de los pobres que están en abstinencia; en Caracas casi todo el mundo sigue su vida, con excepción de unas pocas áreas ricas como Altamira, donde pequeños grupos de manifestantes participan en batallas nocturnas contra las fuerzas de seguridad, tirando piedras y bombas incendiarias y corriendo por los gases lacrimógenos”.
Weisbrot aterrizó en Carcas en el mes de febrero de 2014, cuando se inició el conflicto tildado de crisis por la prensa del mundo y permaneció allí un par de semanas, recorriendo las calles, subiéndose al transporte público, observando in-situ los movimientos del chavismo y de la oposición de derecha.
“La naturaleza de clase de esta lucha ha sido siempre cruda e ineludible y ahora más que nunca. La multitud, que se presentó el 5 de marzo de 2014 en las ceremonias para conmemorar el aniversario de la muerte de Chávez, era un mar de obreros venezolanos, decenas de miles de ellos. No había allí ropa cara o zapatos de 300 dólares. ¡Qué contraste con las masas descontentas de Los Palos Grandes que llevan jeeps Cherokee de 40.000 dólares con el lema del momento: S.O.S. VENEZUELA” relata el periodista inglés.
Luego indaga en el rol que le asigna a Estados Unidos en el asunto. “La retórica ‘campaña de terror’ de Kerry es igualmente divorciada de la realidad; aquí está la verdad sobre los cargos de Kerry: desde que comenzaron las protestas en Venezuela, parece que más personas han muerto a manos de los manifestantes que a manos de las fuerzas de seguridad. Las muertes han sido reportadas por CEPR en el último mes, además de los que murieron por tratar de eliminar las barricadas -incluyendo un motociclista decapitado por un cable se extendía a través de la carretera- y cinco agentes de la Guardia Nacional que han sido asesinados” relató Weisbrot.
El periodista también se explaya sobre la realidad económica en Venezuela: “Quizás Kerry cree que la economía venezolana va a colapsar y que traerá algunos de los no ricos venezolanos a las calles en contra del gobierno. Pero la situación económica se estabiliza en realidad (…) el gobierno está introduciendo un nuevo tipo de cambio basado en el mercado”.

Capriles Randonski dirigiendo a los terroristas encapuchados en Caracas
Finalmente el periodista de The Guardian lanza una sentencia luego de su estadía en Caracas: “Su estrategia insurreccional actual (la de la oposición) no está ayudando a su propia causa: parece haber dividido a la oposición y unido a los chavistas. El único lugar donde la oposición parece estar obteniendo un amplio apoyo es Washington”, culmina la crónica.
Esta experiencia del periodista extranjero podría repetirse casi como un “copia y pega” en la vida de cualquier reportero que venga -con vena de investigador- a cubrir las protestas violentas de la oposición que se han realizado durante más de cuarentas días -en abril y mayo del año 2017- y que han culminado, en su mayoría, en actos terroristas con un lamentable saldo de 38 personas fallecidas y más de 700 heridos hasta el momento.
Es una recomendación que los reporteros gráficos y demás comunicadores que vengan al país traten de calcular el precio en dólares de los costosísimos equipos que utiliza actualmente la oposición venezolana en sus marchas y concentraciones: máscaras antigás, lentes, cascos, escudos, cámaras GoPro y hasta modernas armas largas desfilan como herramientas de choque.
Antichavistas protestan con modernos equipos, entre ellos cámaras Go-Pro
Es evidente que la clase social que agrupa a los grandes propietarios de Venezuela le ha declarado la guerra (económica, política y cuerpo a cuerpo) a la clase social compuesta por los trabajadores que sólo dependen del ingreso que reciben a cambio de su fuerza de trabajo.
Nuevamente las zonas “Hi” de Caracas, Maracaibo, Valencia, San Cristóbal, Margarita y Barquisimeto han presenciado los focos terroristas de la derecha venezolana en esta nueva “cruzada” que muchos están llamado “la rebelión de los ricos” o “la revuelta de los del este del este”. La única diferencia: mayor carga de violencia, de odio y de fascismo y la presencia de agentes paramilitares y/o sicarios tarifados que intentan extender y generalizar la pataleta de los niños y niñas malcriados de Venezuela. De lo contrario, lo ocurrido en algunas zonas de “El Valle” se hubiese extendido como pólvora a toda la ciudad capital.
Zonas de los ricos en rebelión
Oposición venezolana protesta y guarimbea en zonas “Hi” de las principales ciudades.



Una solución urgente para ampliar el muro de contención que debe detener esta situación de 2014 -repetida en 2017- es continuar protegiendo a la clase obrera y trabajadora, congelando los precios en el país para blindar integralmente el salario de los venezolanos además de los aumentos de sueldo anunciados por el Presidente Maduro.
El empresario Lorenzo Mendoza, dueño de empresas Polar, principal agente que articula la guerra económica contra Venezuela.
El antichavismo debe ser desnudado ante el mundo permanentemente como una clase que detesta a los pobres, a los trabajadores -su ascenso y estabilidad social- y que busca oprimir a la clase media trasladando todo el producto de su esfuerzo a los bolsillos de los grandes propietarios.
Además la oposición venezolana tiene un nuevo financiamiento aprobado por el gobierno estadounidense por un monto correspondiente a 20 millones de dólares que ya está llegando por diferentes vías y mecanismos a los dirigentes antichavistas para seguir financiando los actos terroristas.

Dirigencia opositora recibe en 2017 cerca de 20 millones de dólares del gobierno de EE.UU.



Basta con revisar la procedencia de los apellidos de las familias de los dirigentes opositores y hacer un gran árbol genealógico familiar para entender por qué estas personas le han declarado la guerra a los gobiernos de Chávez y Maduro.
El departamento de Estado norteamericano no pierde tiempo coordinando un ataque global contra Venezuela. Todas las fuerzas reaccionarias locales y externas se han juntado en una ofensiva frontal económica, financiera, psicológica, mediática, ideológica contra la Revolución Bolivariana y todo lo que ella significa.
Ojalá más Mark Weisbrot vinieran a patear las calles de las ciudades este 2017 para redescubrir lo que intenta ocultar el imaginario creado y disparado -como misiles de guerra- por las grandes corporaciones de comunicación en el mundo contra Venezuela.

SC

Resumen Latinoamericano / Odio de Clase.

domingo, 21 de mayo de 2017

Bangladesh: Celebration of 50 years of Naxalbari.



Friends,
The importance and dignity of the peasant uprising of Naxalbari is immense in the communist movement of South Asia . With the influence of Chinaʹs cultural revolution in 1967, the peasantʹs movement in West Bengalʹs rural areas was the voices of the struggles to stand and fight against the powerful state are still echoing.
The anti-liberation parties who denied peopleʹs true power have always wanted to abolish this struggle of Naxalbari initiated under the leadership of the great Maoist leader Comrade Charu Majumder, but history has shown that the path of Naxalbari is the revolutionary path.
In the 50 years of Naxalbari uprising this year, we have undertaken a number of programs to highlight the significance of this fight of the people. Your participation and cooperation to make these programs successful is our wish.

Program: May 25, 2017. Thursday
Procession: 3pm In front of the National Press Club
Discussion meeting: 4pm Progress Conference Room
Mukti Bhaban, 2 Purana Paltan, Dhaka.


With regards
Zafar Hossain
Convener

50 years celebration of Naxalbari peasant uprising
Contact: 01915 221980

COLOMBIA: Celebremos el 50 Aniversario del “Trueno de Primavera” en la India

 
Celebremos el 50 Aniversario del “Trueno de Primavera” 
en la India


viernes, 19 de mayo de 2017

Documento del Partido Comunista del Perú.



                                                                                                     ¡Proletarios de todos los países, uníos!
¡VIVA EL 37° ANIVERSARIO DE LA INVENCIBLE GUERRA POPULAR!

“… Esta convergencia de la nueva ofensiva contrarrevolucionaria revisionista coludida con el imperialismo sueña con la destrucción definitiva del marxismo, sueña con barrer todo lo que la revolución ha hecho, todos sus logros, toda su heroica acción, quieren entronizar otra vez lo viejo, el protervo dominio de la reacción en el momento más caduco y siniestro del imperialismo. Esto repercute y vemos capitulación y reniegos monstruosos, se da en la pequeña burguesía, en las costras obreras, el MRTA por ejemplo es el pregón de la capitulación en el país; difunden “paz”, democracia burguesa, economía de mercado, derechos humanos, ideologías reaccionarias, cultura burguesa; capitulan ante el imperialismo. La capitulación se expresa en dos facetas: capitulación ante la reacción nativa y capitulación ante la reacción mundial, siempre es así; su objetivo es vender la revolución; es podre, pues, que debe ser arrasada a sangre y fuego y eso requiere de una estrategia y una táctica…”
                                                  DOC. “SESIÓN PREPARATORIA DEL II PLENO DEL C.C. - 1992”
                                                                                                              PRESIDENTE  GONZALO

En este mes de Mayo Rojo y Combativo. El 1° de Mayo Día del Proletariado  Internacional; el 6, 7, 8 y 9 de  Mayo Día de la Resistencia Heroica y el 17 de Mayo inicio de la Guerra Popular marxista- leninista- maoísta, pensamiento Gonzalo, saludamos con júbilo revolucionario al proletariado internacional, a las naciones oprimidas, los partidos y organizaciones maoístas, a los militantes del PCP  y del extranjero, a los combatientes del EPL y a las masas, que con su sangre riegan y escriben la nueva aurora  de la Revolución Proletaria Mundial.
 En este 37° Aniversario de la pujante y victoriosa Guerra Popular, nos reafirmamos en nuestra BUP, fundamento que guía toda nuestra acción con su triple contenido: 1) Marxismo – Leninismo – Maoísmo, Pensamiento Gonzalo; 2) El Programa de la Revolución Democrática; 3) La Línea Política General y su centro la Línea Militar, aprobado y sancionado en el I Congreso del PCP, Congreso Marxista, Congreso M- L- M, PG; primer hito imperecedero de victoria, hijo de dos grandes padres : el Partido y la Guerra Popular. Esta reafirmación es necesaria e insoslayable hoy más ayer, porque nos enfrentamos a una ofensiva contrarrevolucionaria general, encabezado por el imperialismo principalmente yanqui, la reacción y el nuevo revisionismo, no solo en el Perú sino a nivel mundial que pretende conjurar la revolución como tendencia histórica y política principal y lo será más aún.
El 17 de Mayo de 1980 se desplegaron al viento rebeldes banderas rojas con hoces y martillos, con el  inicio de la Guerra Popular se ingresó a la Ofensiva Estratégica de la RPM, proclamando la “Rebelión se justifica”, convocando al proletariado, al campesinado pobre en especial y al pueblo peruano en general a ponerse en pie de lucha organizadamente  en los tres instrumentos de la revolución a escribir la nueva historia en los campos de nuestra tumultosa geografía, sellando viejos tiempos de paz y aperturando  nuevos tiempos de guerra, con los fusiles asaltar los cielos y abrir la nueva aurora.
  En lo Internacional, la crisis económica  imperialista la descargan sobre los hombros de los países del tercer mundo, atizando y levantándose las masas; todo esto reafirma que la situación revolucionaria en el mundo es un hecho y no una mera elucubración, aun cuando se dé con desarrollo desigual, tal como lo planteara el Pdte. Mao “los próximos 50 a 100 años  época  en que el imperialismo y la reacción serán barridos de la faz de la tierra”.  Colusión y pugna. Cada día se desarrolla más, hechos recientes como Siria, Afganistán, Corea del Norte lo demuestran. Si hay colusión encierra pugna. Las contradicciones a nivel mundial se agudizan, y principalmente se agudiza la contradicción principal entre naciones oprimidas e imperialismos y la tercera contradicción, interimperialistas. El fascista y archireaccionario Donald Trump cabeza del imperialismo yanqui, lleva a cabo genocidios, saqueos, bombardeos y una creciente y aguda guerra comercial, de esta manera consolidar su hegemonía mundial.  Alemania por su parte, ha trazado su plan de acción para convertirse en superpotencia única, alistando nuevos contingentes y  su capacidad militar en Medio Oriente y toda Europa. Rusia, extiende su diplomacia e intervención militar directa en Asia Occidental. China, ya no le basta con su creciente injerencia comercial en África y América Latina y busca pactos y acuerdos para fortalecer sus posiciones y aumenta constantemente su presupuesto militar. Francia, Inglaterra, Japón, Italia y otros no se quedan atrás en todos estos preparativos, como dijera el Pdte. Gonzalo en su magistral y vigente Discurso “…los mismos contendientes de la I y II Guerra Mundial, están generando, están preparando la III Guerra Mundial… ¡No lo podemos consentir! ¡Basta ya de explotación imperialista! ¡Debemos acabar con ellos!...”
En el campo revolucionario.  Este  año conmemoramos los 100° Aniversario del Triunfo de la Revolución Socialista de Octubre dirigida por el Gran Lenin en Rusia, con la cual se marca un hito histórico extraordinario en la historia mundial, el término de la revolución burguesa y el comienzo de la Nueva Era de la Revolución Proletaria Mundial. La lucha entre revolución y contrarrevolución  en la era del imperialismo y de la RPM nos ha legado las más importantes experiencias de la lucha de clases. El PCP se suma a la celebración y llamamos a cumplirlo con más Guerras Populares.
En la India el levantamiento armado revolucionario  de Naxalbari cumple este mes su 50° Aniversario influenciado por la GRCP y hoy esta lucha la dirige el PCI (Maoísta). La Guerra Popular en la India, Turquía, Filipinas y el Perú es el gran torrente rojo de la RPM que convoca a todos los países oprimidos a iniciar y desarrollar la Guerra Popular para oponer a la guerra de rapiña mundial construyendo nuevos Partidos Comunistas Maoístas a dirigir.
En lo Nacional, el contexto actual nos demanda combatir al régimen fascista, genocida y vendepatria que desde los 90’s con Fujimori, Toledo, García Pérez, Ollanta Humala (cap. Carlos) y hoy el yanqui P.P. Kuczynski fiel lacayo a su amo, que soñaron y siguen soñando en cumplir sus tres tareas contrarrevolucionarias como necesidad inmediata del imperialismo principalmente yanqui y de la reacción peruana: reimpulsar el capitalismo burocrático, reestructurar el viejo Estado y aniquilar la Guerra Popular y el PCP, les decimos son un imposible histórico y político y lo será más aun en cuanto se concrete la Reorganización General del Partido.
La coyuntura actual se caracteriza por la lucha de clases en diferentes lugares del país, hoy a casi un año de gobierno del genocida P.P. Kuczynski nuestro país continua en una profunda crisis económica, política, cultural y social de la cual no puede ni podrán salir, hoy se les ha juntado las cuatro décadas confirmando lo establecido por el Pdte. Gonzalo que el capitalismo burocrático ha entrado a su tercer momento de crisis y destrucción inexorable desde 1980, acelerando su descomposición del viejo Estado por la Guerra Popular que opera en nuestro país y que el PCP dirige. A esto le agregamos los desastres naturales (niño costero); ante dicha calamidad el 27 de Abril el Congreso aprobó nefasta ley  para la “Reconstrucción nacional” con cambios y  3,500 millones de dólares de presupuesto, ¿y de dónde vendrá ese dinero? del imperialismo, como siempre los beneficiados serán las grandes empresas constructoras e imperialistas, lo cual  recaerá sobre los hombros de las amplias masas trabajadoras y mayor sometimiento al imperialismo.
La industria nacional sigue en crisis  perjudicando a quienes producen motores eléctricos, maquinarias  para minas, textiles, neumáticos, etc. generando un desempleo de 130 mil puestos a la clase obrera, acrecentando el hambre en los hogares pobres. La RMV de 850 soles no cubre ni la canasta básica familiar y han destruido los derechos laborales y la libre sindicalización.
Una vez más renovamos nuestro compromiso en remover cielo y tierra por ¡Defender la Vida y Salud del Pdte. Gonzalo con Guerra Popular! Ante los ataque  del imperialismo yanqui, la reacción y los traidores de la LOD R. y C.  y la LOI . Hoy en la farsa de los “nuevos juicios” se le quiere mellar su moral y él se muestra desafiante y los combate con odio comunista haciendo respetar sus derechos de Prisionero de Guerra y saludamos con fervor revolucionario la campaña desenvuelta por los partidos y organizaciones maoístas en Defensa de nuestro querido Jefe.
En este Aniversario nos reafirmamos en la conquista del poder en todo el país, a través de la violencia revolucionaria  que se concreta en la Guerra Popular, también nos reafirmamos en la tarea pendiente de la Reorganización General  del PCP en función de resolver el problema del Recodo difícil y complejo, corrigiendo los problemas cometidos en el pasado que hizo mucho daño, lo cual la reacción y los nuevos revisionistas lo han usado para sus negros fines; nuestro compromiso es que la RGP lleve a su culminación.
Finalmente, el PCP en esta fecha especial de trascendencia histórica y política, hace un llamado al proletariado peruano, al campesinado y al pueblo en general a organizarse en la ardorosa Guerra Popular para alcanzar su real emancipación que esta dirige.
¡VIVA EL PRESIDENTE GONZALO, JEFE DEL PARTIDO Y LA REVOLUCIÓN!
¡ENARBOLAR, DEFENDER Y APLICAR EL MARXISMO – LENINISMO –MAOÍSMO, PENSAMIENTO GONZALO, PRINCIPALMENTE PENSAMIENTO GONZALO!
¡VIVA EL PARTIDO COMUNISTA DEL PERÚ!
¡VIVA EL 37° ANIVERSARIO DE LA INVENCIBLE GUERRA POPULAR!
¡DEFENDER LA VIDA Y SALUD DEL PRESIDENTE GONZALO CON GUERRA POPULAR!
¡VIVA EL CENTENARIO DE LA GRAN REVOLUCIÓN SOCIALISTA DE OCTUBRE!
¡VIVA EL MAOÍSMO! ¡ABAJO EL REVISIONISMO!
¡VIVA LAS GUERRAS POPULARES DEL PERÚ, INDIA, TURQUÍA Y FILIPINAS!
¡FUERA YANQUIS DE MEDIO ORIENTE, COREA DEL NORTE Y VENEZUELA!
¡FUERA YANQUIS DE AMÉRICA LATINA Y PERÚ! ¡YANKEES GO HOME!
¡COMBATIR EL RÉGIMEN FASCISTA, GENOCIDA Y VENDEPATRIA, QUE HOY ENCABEZA EL YANQUI KUCZYNSKI, FIEL LACAYO DEL IMPERIALISMO YANQUI!
¡HONOR Y GLORIA AL HEROICO PUEBLO PERUANO!
Perú, 17 de Mayo del 2017

                                                                           PARTIDO COMUNISTA DEL PERÚ

jueves, 18 de mayo de 2017

BRASIL: Rondônia - Camponeses protestam e denunciam: “Ênedy fascista, assassino e terrorista!”

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Com informações de Resistência Camponesa
Mais de 400 camponeses de diversas áreas de conflito agrário que estavam no INCRA desde o dia 10 de maio realizaram uma manifestação que teve início na Praça Aluísio Ferreira e seguiu pelas avenidas 7 de Setembro, Marechal Rondon e Carlos Gomes, em Porto Velho, capital de Rondônia.
Estiveram presentes representantes das áreas Canaã, Renato Nathan 2, Monte Verde, Raio de Sol, Lamarca, Paulo Freire 4, Bacuri, 10 de Maio, Enilson Ribeiro I e II, Monte das Oliveiras, Terra Nossa I e II, Monte Cristo, Jhone Santos e Rancho Alegre I e II. Diversas denúncias foram feitas. O ex-padre José Iborra, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), denunciou o Ouvidor Agrário Regional, Erasmo Tenório, acusando-o de dar declaração para proteger e inocentar latifundiários.
Diversos camponeses organizados pela Liga dos Camponeses Pobres (LCP) gritavam: Ênedy fascista, assassino e terrorista, acusando o alto comando da PM e o governador Confúcio Moura de apoiarem e incentivarem diversos grupos de extermínio e pistolagem em Rondônia. O tom das falas foi o de denunciar as diversas perseguições contra inúmeros acampamentos da LCP e de outros movimentos.
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A LCP afirma que a maioria das áreas é de terra pública, fruto de grilagem de terras, conforme constam nos dados dos imóveis. A mobilização conseguiu suspender temporariamente reintegrações de posses em diversas áreas. O dirigente camponês Belchior, da área Bacuri, anunciou que foi vitoriosa a jornada, pois avançou os processos administrativos de desapropriação ou aquisição de áreas para os acampados. Determinaram-se, também, vistorias de áreas a mais de 5 anos sem qualquer acompanhamento. O INCRA e a Casa Civil também se comprometeram a garantir com o IDARON o cadastramento de camponeses de 6 áreas para a liberação de GTAs.
Os manifestantes, na rua, denunciaram ainda as "reformas" trabalhista e previdenciária da gerência Temer e a falência da política agrária dos diversos "governos" de turno. Eles também convocaram os trabalhadores da cidade a se somarem na luta pela democratização da terra. Após encerrarem o protesto, as delegações retornaram ao interior.

Discurso del Presidente Gonzalo con subtitulos en ingles. Dem Volker Dienen


Nota de Dazibao Rojo: por error hemos publicado un comunicado equivocado. Lamentamos la confusión que pueda haber generado.


Peru: 37 anos de invencível Guerra Popular

Nota do blog Servir ao Povo de Todo Coração: Reproduzimos publicação do jornal democrático-revolucionário brasileiro A Nova Democracia (AND) sobre o 37 ano da imarcescível Guerra Popular dirigida pelo Partido Comunista do Peru (PCP).
Conforme estabeleceu o Movimento Popular Peru (Comitê de Reorganização) – MPP (CR) em recente declaração Celebrar os 100 anos do triunfo da Grande Revolução Socialista de Outubro de 1917 (publicamos recentemente):
“Sobre o PCP, estão sendo superados os difíceis e complexos problemas da curva no caminho e a inflexão, superando erros e pondo a política sempre no mando, marchando seguro à brilhante culminação da Reorganização Geral do Partido (RGP) pela briga da esquerda, em tenaz luta para que cada comitê cumpra seu papel e que esta esquerda se imponha como deve ser, cada um cumprindo convictamente suas obrigações e tarefas pendentes; é obrigação comunista reconstruir tudo o que foi destruído pelo direitismo.
Sobre a situação nacional: comprovamos que a crise do país repercute profundamente na situação das massas e a elevação de suas lutas e protestos se expressará em uma situação revolucionária em desenvolvimento crescente, portanto, magníficas condições para a culminação da tarefa da Reorganização Geral do Partido em luta de morte contra o revisionismo, como expresso em cada mobilização de massas. Condições estas favoráveis para maior incorporação das massas à guerra popular e novo desenvolvimento desta”.
“A luta contra o inimigo de classe, o imperialismo principalmente ianque e os reacionários se torna violenta, agudiza-se ainda mais, e a tendência histórica e política seguirá sendo a revolução, custe o que custar, os traidores se esgoelaram e romperão os cérebros ocultando ou jogando terra nos olhos das massas; mas a tendência principal no mundo é a revolução, portanto, nós, que não somos cegos nem surdos, acataremos o clamor dessa massa, a imensa maioria, porque está pela mudança e pelo avanço, empunhemos firme e resolutamente as bandeiras vermelhas da guerra popular no Peru, não nos deteremos até alcançar nossa meta imediata, a Conquista do Poder em todo o País! e Defender a Vida e Saúde do Presidente Gonzalo com Guerra Popular!; e com os fuzis e armas nas mãos, derrotaremos ao vil imperialismo e varreremos todos os reacionários, e junto a ele todo o monte colossal de lixo, isto é, o revisionismo e toda a podridão desta velha sociedade, e instauraremos a República Popular do Peru, e como ensina o Presidente Gonzalo: Salvo o Poder tudo é Ilusão! Não nos deteremos, seguindo com a Revolução Socialista e mediante sucessivas revoluções culturais alcançar o dourado comunismo, nossa meta definitiva, que o comunismo brilhe na Terra, essa é nossa decisão e convicção, seguir trabalhando com as tarefas e planos encomendados e a cumprir bem a tarefa, onde quer que estejamos, essa é também nossa convicção, e será um duro golpe nos genocidas e todos os reacionários e um estrondo do qual ninguém poderá despertar”.


Com informações de vnd-peru.blogspot.com
 “A Guerra Popular não pode ser cessada”
Presidente Gonzalo, chefatura do PCP, 1992.
O Partido Comunista do Peru (PCP), reconstituído depois de 17 anos de titânica luta de duas linhas vanguardeada pela Fração Vermelha sob a chefatura de Abimael Guzmán Reynoso — o Presidente Gonzalo —, em 1980, declarou guerra ao velho Estado peruano, com o objetivo de estabelecer a República Popular do Peru, por meio da guerra popular.
Nesse mesmo ano, no dia 17 de maio, uma coluna guerrilheira tomou de assalto um posto de votação em plena eleição geral, no povoado de Chuschi, departamento de Ayacucho, e incendiou as urnas levantando as consignas Viva a luta armada! e Viva o governo de operários e camponeses! Daquele povoado ecoou o chamado às massas e revolucionários peruanos a derrubar a velha ordem e, desde então, cresceu e se espalhou pelos Andes, costas e selvas, e mesmo os duros golpes da reação que levou à caída do Comitê Central e do Presidente Gonzalo nunca puderam realizar seu vão sonho de aniquilar a guerra popular, que agora completa 37 anos de marcha.

Encarceramento e luta de duas linhas

Após a prisão do Presidente Gonzalo e a queda do Comitê Central, em 1992, aparece uma linha oportunista de direita (LOD) capitulacionista e revisionista que, como parte da patranha da CIA ianque e dos serviços de inteligência do velho Estado peruano, propõe “acordo de paz”, proposta esmagada pela continuidade da guerra popular. Posteriormente a LOD levanta as bandeiras rotas de “solução política aos problemas derivados da guerra” e “anistia e reconciliação nacional”, tendo como cabeça a ratazana Miriam. Todas as ações da LOD, em conluio com os operativos da reação, conduzem à explosão da direção do PCP (o então Comitê Central de Emergência), descabeçando a guerra popular, separando a guerrilha da luta das massas.

Os revisionistas negam a Base de Unidade Partidária: o marxismo-leninismo-maoismo pensamento gonzalo, a chefatura do Presidente Gonzalo, a linha política geral e o programa do histórico I Congresso de 1988. Negam, em síntese, as leis universais do maoismo e os aportes do pensamento gonzalo, tais como: a Revolução de Nova Democracia no Peru, tendo no campesinato a força principal, unindo a luta econômica das massas à luta pelo Poder, por meio da direção do Partido Comunista militarizado para dirigir a guerra popular — campo como palco principal e cidade como complemento necessário —, partido que é eixo e centro dos três instrumentos fundamentais da revolução compostos ainda pelo Exército Popular — massas armadas e militarizadas — e a Frente Única Revolucionária para aglutinar amplas massas na luta reivindicativa e pelo poder, além de nutrir os outros dois instrumentos servindo à revolução. Negam ainda a ofensiva estratégica da Revolução Proletária Mundial, a bancarrota do revisionismo no mundo e a agudização de todas as contradições.

Reorganização geral em meio a guerra popular

Desde então, enquanto os revisionistas levantam a suposta derrota da guerra popular e do partido e a impossibilidade de prosseguir com a luta armada, o PCP segue se reorganizando. “O desenvolvimento da Reorganização Geral do Partido em meio a guerra popular mostra que ela está mais próxima da sua brilhante culminação”, afirmou o Movimento Popular Peru (Comitê de Reorganização) — MPP (CR).
Segundo a mesma fonte em 2016, em pronunciamento por ocasião do 88º aniversário de sua fundação, o PCP assumiu uma série de ações da guerra popular nos departamentos de Huacho, Huancavelica, Cuzco, Ayacucho e na região metropolitana da capital Lima.
Em entrevista realizada em 2013, publicada pelo MPP (CR), em março de 2017, a Camarada Laura, dirigente do PCP e comandante do Exército Popular de Libertação (EPL) no VRAEM (Vale dos Rios Apurimac, Ene e Mantaro), afirmou: “Vale recordar que o Partido sempre esteve presente: nosso centro é combater. Nossa base é o proletariado e o povo. Nosso caminho é a guerra popular. Nosso objetivo é a República Popular do Peru. Nossa ideologia é o marxismo-leninismo-maoismo pensamento gonzalo. Nossa meta final é a Revolução Proletária Mundial e o Comunismo”. “No que deu a chamada ‘derrota do sendero’, ‘derrota do terrorismo’, ‘acordo de paz’? Cremos firmemente que tudo isto é uma infâmia contra o Partido. Com fervor revolucionário desfraldamos ao vento as bandeiras vermelhas da rebelião. Viva a Guerra Popular! A Rebelião se justifica! Tomar os céus de assalto! Nossa arma invencível: O marxismo-leninismo-maoismo pensamento gonzalo. Os reacionários dizem: rendam tuas armas. Nós respondemos: Venham tomá-las!”.

martes, 16 de mayo de 2017

RBC: 50 Aniversario de Naxalbari, inicio de la Revolución Naxalita


La Red de Blogs Comunistas (RBC) está comprometida con la difusión y solidaridad con la Guerra Popular en la India y el Movimiento Naxalita. Por ello, publicamos a continuación el texto (traducido del original por Nuevo Perú) del camarada Varavara Rao, escritor maoísta y líder de la Asociación de Escritores Revolucionarios, acerca del 50 Aniversario del inicio de la Revolución Naxalita en Naxalbari (que se celebra el 23 de mayo), germen de la Guerra Popular Revolucionaria dirigida por el PCI (maoísta) en la India, considerada por el gobierno de Delhi como la mayor amenaza para la seguridad del país, es decir, para los intereses del capital local y multinacional y de la oligarquía hindú.

Fue el 25 de mayo de 1967 cuando se produjo en Naxalbari la ocupación de tierras por los campesinos desposeídos y se declaró el derecho a cultivarlas, dando muchos de ellos sus vidas para protegerlas contra la brutal intervención de las fuerzas armadas estatales, siendo aquel el punto de inicio de la conocida Revolución Naxalita que sigue hoy, bajo la dirección del PCI (maoísta), poniendo en jaque al gobierno fascista-capitalista de la India, bajo la dirección del PCI (maoísta).

La Red de Blogs Comunistas se une a la celebración del 25 de mayo, Aniversario del inicio de la Revolución Naxalita, del Movimiento Naxalbari, 



!Viva el la Revolución Naxalita!
!Viva la Guerra Popular de la India!

!Gloria a los mártires de Naxalbari!

***

En la India el levantamiento armado revolucionario de los campesinos de Naxalbari, del que se cumplen 50 años, se inspiraba en la Gran Revolución Cultural Proletaria China. Naxalbari fue un acontecimiento clave en la historia bajo el liderazgo de Com. Charu Majumdar - uno de los dos grandes líderes, maestros y fundadores del PCI (Maoísta), junto con Kanhai Chatterjee, acontecimiento que marcó un nuevo comienzo en la historia de la revolución democrática del país”.

"En la India, el levantamiento armado revolucionario campesino de Naxalbari, que cumplirá su 50° aniversario - fue influenciado e inspirado por la Gran Revolución Cultural Proletaria de China. Naxalbari fue un acontecimiento que abrió brecha bajo el liderazgo del C. Charu Majumdar - uno de los dos grandes líderes, maestros y fundadores del CPI (maoísta, C. Charu Majumdar y Kanhai Chatterjee - que marcó un nuevo comienzo en la historia de la revolución democrática del país ".

Es la observación hecha por el Comité Central del CPI (Maoísta) al mismo tiempo que hace un llamado a celebrar los cuatro grandes eventos de la historia para lograr el socialismo en el mundo, incluyendo el quincuagésimo aniversario de Naxalbari. Es obvio que los maoístas - más aún en el CPI (maoísta) - son los verdaderos herederos del Movimiento Naxalbari en la India, además de ciertos grupos revolucionarios e individuos en todo el país. A menos que se construya un partido bolchevique con el espíritu bolchevique para lograr la revolución india que una a todas esas fuerzas revolucionarias, la Revolución de Nueva Democracia en la India, no se puede lograr un precursor del socialismo.

Naxalbari es una línea divisoria en todos los aspectos de la política, sociedad y cultura semifeudales semicoloniales entre las clases explotadoras y explotadas, los gobernantes y los gobernados, la burguesía compradora y las amplias masas campesinas y obreras , La política parlamentaria y el camino alternative del pueblo. En una palabra, la lucha de clases bajo el liderazgo de la clase obrera como vanguardia para tomar el poder del Estado por el pueblo, las fuerzas productivas para cambiar las relaciones de producción.

Naxalbari por primera vez definió el carácter de Estado como dictadura semifeudal y semicolonial, burguesa compradora. Había tomado el maoísmo, el marxismo-leninismo de esta época como su visión del mundo. Había rechazado la política parlamentaria. Había elegido el camino de la Revolución de Nueva Democrática y había emprendido una prolongada guerra contra el Estado, con la lucha armada como principal forma de lucha. Su programa económico de lucha por la tierra se inició en Naxalbari el 23 de mayo de 1967, con los Santales de Naxalbari y los pueblos Kheribari ocupando tierra y declarando su derecho sobre la tierra hasta el 25 de mayo y dando sus vidas para protegerla contra la intervención de las fuerzas armadas estatales. Su programa militar es la guerra de guerrillas hasta que liberó aldeas y en última instancia entró en la guerra cara a cara en la captura del Centro. Hasta llegar a su etapa de guerra móvil en su conjunto en Dandakaranya, Bastar en Chhattisgarh y Gadchiroli en Maharashtra.

Su programa político es "todo el Poder para el pueblo" como el de los soviéticos en la Rusia soviética, las comunas en la República Popular China. Este programa político estaba en vigor en su forma embrionaria en Naxalbari, Srikakulam, Wynad y otras áreas de lucha campesina adivasi, incluso durante la lucha armada campesina Telangana (1946-51). El programa ha adoptado una forma firme, vívida y cristalina al adoptar la resolución para formar los Comités Grama Rajya en 1995 en el Pleno Especial del CPI (ML) Guerra Popular. A pesar de que fue aplastado en cientos de aldeas en Telangana del Norte durante 1995-2003, con matanzas en enfrentamientos y otras formas extra constitucionales de derramamiento de sangre para implementar las políticas imperialistas de globalización, se pudo sostener en Dandakaranya y durante los últimos doce años ha subido hasta Janatana Sarkar, donde un frente unido, autosuficiente, frente unido de los sin tierra, el campesinado pobre, el campesinado medio y el campesinado rico. Adivasi, Dalit y clases oprimidas se gobiernan bajo el liderazgo del Partido, con el Ejército Guerrillero de Liberación Popular protegiendo el Poder alternativo del pueblo. Y es por eso que vemos hoy la guerra popular, particularmente en la India Oriental y Central, en las áreas Adivasi de Jangalmahal en Bengala, Saranda en Jharkhand, Dandakaranya, Frontera Andhra-Orissa y Ghats Occidentales.

De hecho, el espíritu de Naxalbari de amplia expansión es continuado por el CPI (M L) de Andhra Pradesh aprovechando la experiencia de la lucha armada campesina de Telangana en la implementación de la línea de masas y la formación de organizaciones de masas, sobre todo después del movimiento de Srikakulam.

Después del repliegue y el martirio de Charu Mazumdar en 1972, se redactó una autocrítica y se hicieron esfuerzos para formar el Comité Organizador Central que finalmente resultó durante la Emergencia para establecer el "Camino de la Revolución" en la reunión del Comité Regional Telangana en 1976. Debido a la herencia la Lucha Armada de Telangana Virasam - se formó Asociación de Escritores Revolucionarios en 1970, Jana Natya Mandali un gran aumento en el movimiento cultural popular ha llegado en 1972, Pilupu - una revista para las masas oprimidas se inició en 1973 y por ese tiempo también se formó la Unión de Estudiantes Radicales de 1974 (RSU).

Durante la Emergencia los estudiantes radicales tuvieron que ir a la clandestinidad y realizaron estudios sobre las relaciones de la tierra en los pueblos que se pueden comparar con los Estudios de Hunan bajo el liderazgo de Mao Tse Tung, dando como resultado el gran aumento masivo para la ocupación de tierra por los campesinos pobres y sin tierra, especialmente los dalits y las clases oprimidas. La Segunda Conferencia de RSU en Warangal había hecho un llamado a estudiantes y jóvenes a "ir a las aldeas" para propagar la política de la Revolución de Nueva Democrática y para ayudar a los campesinos a ocupar la tierra y luchar para protegerla. Una reunión organizada en Jagityal, que más tarde se conoció como Jagityal Jaitra Yatra en septiembre de 1978, ocupando tierras en 150 pueblos y declarando el derecho del pueblo sobre él. A partir de entonces es una historia continua de lucha de clases con línea de masas.

El CPI (ML) guerra popular se formó en 1980 y con la Perspectiva Dandakaranya había enviado escuadrones a Sironcha de Maharashtra y Bastar de Madhya Pradesh. La Perspectiva Dandakaranya preveía que, a diferencia de una zona de base liberada en Yenan de China, la Revolución Indiana podría necesitar más áreas de base para inaugurar la Revolución de Nueva Democracia, ya que también será una revolución para alcanzar el socialismo en el mundo.

En 1999 la unidad del Partido del CPI (ML) que es activa en Bengala, Bihar, Delhi y Punjab se unen con Guerra Popular tomando el nombre de CPI (ML) Guerra Popular El 21 de septiembre de 2004 la CPI (ML) Guerra Popular y el Centro Comunista Maoísta con la larga historia de lucha de clases en Bihar y Bengala bajo el liderazgo de Dakshinadesh se unieron y se constituyeron como CPI (Maoísta).

El congreso unido de CPI (maoísta) se ha producido en el año 2007 después del primer congreso de CPI (ML) en 1970. Durante los últimos diez años la guerra popular en este país continua bajo esta dirección del CPI (maoísta). También sella una marca entre los distintos partidos del CPI (ML) que participan en las elecciones parlamentarias, mientras que hablan de la lucha armada y el CPI (maoísta) que se adhiere al boicot de las elecciones y a la lucha armada como forma principal de lucha de clases.
Varavara Rao

 
A pesar de los altibajos, avances y retrocesos, una vez que la línea de masas se adopta en 1976, ha habido un recorrido consistente. Hoy en día vemos el movimiento en más de un Estado, incluso, de acuerdo al gobierno central existe la organización del CPI (maoísta) en 16 Estados y en muchos Estados particularmente en DK, AOB, Jharkhand y Bihar, Ghats Occidentales hay luchas armadas apoyadas por la organizaciones de masa. Y en DK hay Milicia Bhoomkal que es el Ejército Guerrillero del Pueblo salvaguardando el poder del pueblo.

A pesar de que parece una lucha por la tierra, ya sea en Naxalbari, Srikakulam o Telangana en 1970, es una verdadera lucha anti-feudal, anti-imperialista con un eslogan de "tierra para quien la trabaja", pero apuntando a la toma del Poder estatal por el pueblo Es por eso que la clase dominante compradora del Centro ( es decir de la Federación, nota nuestra) y de los Estados la miran con miedo y la marcan como la "mayor amenaza interna" para el sistema y el Estado.

La política imperialista de globalización adoptada por el gobierno indio en 1991 como nueva política económica demostró la visión de Naxalbari al caracterizar al Estado como una colusión de fuerzas compradoras, feudales e imperialistas.

Naxalbari en Dandakaranya, Bihar y Jharkhand, AOB, Western Ghats y Jangalmahal está adoptando un programa de desarrollo alternativo del pueblo para proteger la riqueza natural y el trabajo humano que son saqueados por las compañías multinacionales y las grandes empresas de la India Oriental y Central. Cualquiera que sea el partido político en el Poder en la política parlamentaria -ya sea un partido de toda la India o un partido regional- está adoptando la política de globalización y por lo tanto los patriotas, los demócratas, los ambientalistas y todos aquellos que genuinamente sienten que defender la soberanía del país es solidarizarse con las luchas de las grandes masas de este país, en particular adivasis, dalits, campesinos, obreros, mujeres, musulmanes, estudiantes y jóvenes desempleados en diferentes sectores no organizados bajo la dirección del CPI (maoísta) y otras fuerzas revolucionarias para la alternativa Política - autosuficiente y autosostenida- autogobierno que inaugurará la Revolución de Nueva Democrcia. Ese es el sueño de miles de mártires que han dado sus vidas en la lucha contra este sistema de explotación y el Estado. No es necesario entrar en los detalles de la degeneración de la política parlamentaria, especialmente a la luz de 72 votos a favor de Sharmila en Manipur y las elecciones UP donde el BJP podría obtener la mayoría absoluta sin dar un solo lugar a los musulmanes. Así que la única esperanza que queda para las fuerzas democráticas en este país es la Revolución de Nueva Democracia, la tarea democrática insatisfecha que nos ha dado hace 50 años el movimiento Naxalbari.