jueves, 21 de marzo de 2019

CATALUNYA: Una mujer se suicida en Girona porque la querian desahuciar de su casa.


 
correovermello-noticias
Barcelona, 21.03.19
Según informa la prensa catalana, una mujer de 70 años, vecina de la localidad de Bescanó (Girona) se suicido dentro de su vehículo, ante el inmediato desahucio de su vivienda, según varias fuentes por un litigio producto de herencias . Los hechos fueron descubiertos por la comitiva judicial. Fuentes municipales, la mujer vivía en Mas Cendra, una casa aislada que pertenece al núcleo de Estanyol, cuyas viviendas en su mayoría están dedicadas al turismo rural.
El aumento espectacular de desahucios por impago de hipotecas, alquileres o herencias este año ha sido alertada por la Plataforma Anti-Desahucios en el conjunto del Estado español.

GALIZA: Loita contra a mineria destructiva e de expolio.

BRASIL: Editorial de AND - Greve Geral de Resistência Nacional.

Editorial - Greve Geral de Resistência Nacional



Faixa do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Belo Horizonte e Região (Marreta) conclamando a Greve Geral de Resistência Nacional

Editorial da edição nº 221 do jornal A Nova Democracia (2ª quinzena de março e 1ª quinzena de abril de 2019), que, ainda esta semana, estará disponível nas bancas, na internet e com nossos comitês de apoio espalhados pelo Brasil.

A promessa de mudar “tudo isto que está aí” espargida com estridência durante a campanha eleitoral, enganando dezenas de milhões de eleitores como mudança para melhor, em menos de três meses vai se confirmando como mudança para pior. A pregação de Bolsonaro contra o toma-lá-dá-cá se revela pífia bravata, comprovando que só mesmo nesta base pode funcionar o agonizante e corrupto sistema político deste putrefato Estado latifundiário-burocrático. Por sua vez, em conversa entre o defenestrado Bebianno com o presidente da República, este revelou a ocorrência de reuniões das “quartas-feiras dos generais” da qual nem todos participam, ou seja, reunião do governo militar secreto do Alto Comando das Forças Armadas, que é quem dá as cartas de fato desde que “emparedou” Bolsonaro para institucionalizar seu golpe contrarrevolucionário  preventivo, desencadeado bem antes das eleições.
O governo militar secreto é evidente, pois tem em postos chaves da operação do Estado a concentração de generais alinhados ao Alto Comando, generais que se fazem presentes no Planalto (o grupo do Haiti) e na área mais sensível das contradições de classe, entre camponeses e latifundiários (Incra). Enquanto isso, nos demais postos há notáveis reacionários, como na Economia com um “Chicago boy”, no Ministério da Justiça com um agente extra-FBI, na Educação com um religioso fundamentalista e nas Relações Exteriores com um americanófilo lambe-botas, deixando claro que a natureza do governo tutelado pelo Alto Comando das Forças Armadas reacionárias é latifundista, anti-operária, obscurantista e vende-pátria.
Por meio da ofensiva contrarrevolucionária preventiva, sua “missão” é reestruturar o Estado, adequando seu sistema político de governo, no melhor dos casos, a um presidencialismo absolutista para salvar e impulsionar este simulacro burocrático de capitalismo, submisso ao imperialismo, principalmente ianque, e conjurar o perigo de Revolução.
Ao nomear Paulo Guedes e Sérgio Moro como dois “superministros”, ampliou o domínio do latifúndio com a entrega da administração da questão fundiária aos abutres do agronegócio, assegurando legalizar a grilagem das terras indígenas, quilombolas e os restantes milhões de hectares de terras da União. Para tanto, ademais de suspender dívidas de multas do Ibama e escancarar as carteiras de crédito agrícola subsidiado aos latifundiários, nada melhor do que liberalizar as ações dos bandos paramilitares a serviço da agressão latifundiária. Ao sistema financeiro internacional e brasileiro, promete privatizar os bancos públicos, além de aumentar as garantias contra a inadimplência, através do cadastro positivo. Como prova imediata a quem serve, ofertou a “reforma da Previdência” aos sanguessugas e parasitas da Nação, banqueiros e demais corporações estrangeiras e locais, para, de um só golpe, retirar dos trabalhadores R$ 1 trilhão por ano e entregar aos bandidões de mão beijada.
E, mesmo diante de tamanho crime anunciado, ainda temos de ouvir dos nefastos monopólios dos meios de comunicação (por exemplo, o editorial do Estadão, de 19/03/2019) que o atual presidente não tem programa ou sequer qualquer plano de governo, quando tudo tem sido feito de caso pensado. Na posição pseudoliberal de quem se opõe aos extremos, tergiversam sobre um saudoso e cômodo centro que a gravidade da crise não permitirá mais, fingem ser outra a realidade escamoteando o golpe militar em curso e que se institucionaliza. Pusilânimes, se omitem em denunciar o governo militar secreto que é quem de fato governa, preferindo ocupar-se das fanfarronices de um presidente que ora as comete por diversionismo, ora para remarcar suas posições retrógradas no intuito de formar opinião pública, nos meios militares e na população, para o objetivo que sempre predicou e busca estabelecer: a ditadura militar fascista pró-ianque. Como acabou de dar provas cabais com suas declarações e rastejante conduta na visita oficial ao USA.
Contudo, para consumar tal plano, a reação sabe muito bem e de cor que terá que defrontar-se com o protesto e a rebelião populares. E não é outro o motivo da sua ofensiva contrarrevolucionária preventiva. Foi aproveitando-se da reforma na legislação sindical, feita para enfraquecer a resistência dos trabalhadores, contando já com a situação de enfraquecimento dos sindicatos gerado pelo colaboracionismo dos pelegos lulistas, que Bolsonaro apressou-se em editar a Medida Provisória 873, para golpeá-los mais, dificultando que os trabalhadores, sócios e não-sócios, contribuam com os seus sindicatos.
Os economistas amestrados nas escolas de correção imperialistas e os meios dos monopólios de comunicação esbravejam a toda hora com a chantagem de que a “reforma” que anda a passos de cágado representa a única providência capaz de livrar o Brasil de uma crise mais profunda ainda. Ou seja, para salvar os ricos é preciso tirar o couro dos trabalhadores. Não basta entregar o pré-sal e as reservas minerais, os aeroportos, as Universidades etc.: eles têm que levar a cabo uma completa política de terra arrasada ao povo e ao que resta de soberania nacional. E para tal há que restringir as minguadas liberdades de organização e manifestação, mais criminalização e mais repressão a luta das massas.
O governo dos ricos, que se aprofunda como ofensiva contrarrevolucionária preventiva, só fez criar uma situação objetiva dentro da qual os trabalhadores de todas as categorias só podem responder com sua unidade em torno de uma Greve Geral de Resistência Nacional, que rechace de pronto qualquer manobra de negociar a perda de direitos dos trabalhadores e centre na sua mobilização e preparação em defesa dos direitos já suprimidos e dos demais ameaçados.
A palavra de ordem, já levantada pelos setores mais combativos do movimento sindical e operário, inclusive do movimento dos camponeses pobres e médios, também é decisiva para arrastar aquelas massas que, por décadas, foram aprisionadas no imobilismo militante das cúpulas da aristocracia sindical curtida em acordos palacianos.
Quando falamos em Resistência Nacional é para alertar o povo brasileiro de que, ademais dos seus direitos pisoteados, a Nação está a dois passos de ser mais e duramente violada. Seja com a instalação de base militar ianque no solo pátrio, seja em arrastar-se na aventura covarde contra a nação e o povo venezuelanos. Todas as maquinações armadas pelo mesmo imperialismo ianque em seu afã por apagar o fogo que ameaça alastrar-se em seu quintal e em suas pugnas por manter sua condição de superpotência hegemônica única, quando os sinais de nova e maior crise geral do imperialismo são alarmantes.
Importante destacar aqui, quando da greve dos caminhoneiros ano passado, lembrar a grande unidade que se formou em torno daquele movimento no qual o proletariado, o campesinato, a juventude e o povo em geral, mesmo sofrendo as consequências do movimento que desabastecia o país, deram uma formidável manifestação de solidariedade proletária.
A crise que há cinco anos afunda o Brasil, com a farsa eleitoral se aprofundou ao tragar para seu centro a cúpula militar com seu golpe contrarrevolucionário. Não podem dar solução a nenhum problema nacional e do povo. A única saída para o povo brasileiro e o Brasil é conquistar a nova democracia por meio da Revolução.

FRANCIA: El gobierno reaccionario pretende "marcar" a los manifestantes denuncia La Cause du Peuple

Gilets Jaunes : le gouvernement veut marquer les manifestants

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Dans les mesures évoquées par Edouard Philippe, le 18 Mars, le premier ministre a parlé de “marquages codés” sur les Gilets Jaunes à partir de la semaine prochaine.
Qu’est-ce que c’est que ce marqueur ? Eh bien le gouvernement compte équiper les canons à eau, déployés en masse contre les Gilets Jaunes, d’une substance “indolore et incolore”, qui resterait sur les vêtements, sur la peau et dans les cheveux, et que la police pourrait faire apparaître à l’aide d’une lampe UV.
Le gouvernement va mettre en place ce marquage chimique sur les Gilets Jaunes dés la semaine prochaine, ce qui va de pair avec ses ambitions répressives à la suite du mouvement de masse. L’Etat français est le seul à utiliser ces méthodes scandaleuses pour marquer les gens en guise de preuve.
Face à ces méthodes indescriptibles, notre détermination n’est pas changée. L’Etat peut penser qu’en marquant les gens avec des produits chimiques, en les intoxicant au gaz, en leur cassant les jambes à la matraque, en les mutilant au lanceur de balles, il fera cesser les masses en mouvement. Nous, nous savons bien que lorsque l’Etat veut marquer les révolutionnaires, il en fait des révolutionnaires plus déterminés. Lorsqu’il essaie de marquer ses opposants, il se rend visible, et les massent marquent ses chefs comme leurs ennemis. Qu’est-ce qui est le plus dangereux ? Etre ennemi de l’Etat, ou ennemi des masses ? A la Cause du Peuple, on a fait notre choix.

miércoles, 20 de marzo de 2019

NEPAL: Enfrentamiento armado entre fuerzas represivas y militantes del ilegalizado PCN

 Biplav’s cadres under prosecution
 En la imagen a la izquierda el revisionista premier Oli. A la derecha el camarada Biplav en el centro, junto a miembros del PCN durante unas maniobras. (My Republic)



correovermello-noticias
Kathmandu, 19.03.19
La prensa nepalí informa de un enfrentamiento armado entre miembros de la Policía Metropolitana y miembros del Partido Comunista de Nepal que dirige el camarada Biplav, en el Municipio Rural Roshi en el Distrito Kavrepalanchok de la Provincia No. 3 en Nepal. La policía afirma abrió fuego  en defensa propia luego de que los cuadros de CPN-Maoist-Chand comenzaron a disparar contra el equipo. 
Según la policía logro arrestar a cuatro "comandantes" del equipo de CPN-Maoist-Chand de Kavre. Los cuadros arrestados son identificados como Shiva Dhital de Jhapa, Nripa Bahadur BK de Dang, Dikendra Rai de Bhojpur y Bishal Tamang de Sindhupalchowk, durante su redada en el Distrito.
Desde la ilegalización del PCN un total de 17 lideres y cuadros entre ellos el miembro del Polítburo del partido camarada Mohan Karki está entre los arrestados.
Además, el gobierno reaccionario decidió emprender acciones legales contra aquellos que tienen conexiones directas o indirectas con el partido. Así mismo emitió un nuevo aviso público para la entrega de armas ilegales dentro de los 35 días que entraron en vigencia a partir del 15 de marzo.

A propósito del documento del PCE (r) “Que es el fascismo”. Un artículo del camarada Miguel Alonso.




A propósito del documento del PCE (r) “Que es el fascismo”.
Miguel Alonso

Unos camaradas me han enviado un documento del Partido Comunista de España (reconstituido) y quieren saber mi posición sobre el mismo. El documento pretende argumentar el carácter fascista del régimen del 78, posición, que es defendida por los seguidores del camarada Arenas.
Antes de entrar a tratar aspectos concretos del documento, señalar que esta cuestión tiene suma importancia para la determinación del carácter de la revolución en el Estado Español.  Si aceptamos esa tesis que defiende el PCE (r), previa a la revolución socialista, tendría que haber una fase de revolución democrática y un bloque de clases interesadas en la misma.
Esta tesis, fue ampliamente extendida en los partidos m-l,  por los supuestos maoístas del PCE (m-l)/FRAP o la ORT, durante los años finales de la dictadura fascista de Franco. 
La conocida fase “republicana” que fue barrida por los hechos, puesto que si exceptuamos el derecho a la autodeterminación de las nacionalidades históricas del E.E. incluida Las Canarias (es casi la única tarea no acometida por la fase democrática) fueron restaurados los derechos democráticos (burgueses) de libertad de prensa, derecho de asociación, tanto política como sindical, derecho de huelga y manifestación, reunión, aborto, Etc.
Fueron creados nuevos órganos legislativos, unas Cortes Constituyentes dieron origen a una Constitución, que aunque  confirmaba la restauración  borbónica de Franco, restablecia todos los demas derechos como base del régimen del 78. 
De hecho, las tareas de una supuesta revolución democrática, fueron acometidas con los límites del pasado fascista de muchos de los actores, la traición del P”C”E revisionista y el importante peso del estamento militar.
Siendo el Estado español un Estado plurinacional y de desarrollo desigual, es evidente que hay, tanto en las nacionalidades como en regiones, diferentes contradicciones o tareas pendientes, como ejemplo la reforma agraria en Andalucía, que si han formado históricamente parte de las revoluciones democráticas.
El Estado imperialista español se integró, como miembro de pleno derecho, en la entonces Comunidad Económica Europea y en la OTAN, desarrollando un régimen democrático burgués esencialmente bipartidista, que ha entrado en crisis en la actualidad.
La definición del carácter de la Revolución, es la clave para el análisis de las alianzas del proletariado con las diversas clases sociales.  Es definir con claridad los blancos y la línea política de una organización.
No pretendo ofender la memoria de los republicanos o la de la heroica guerra civil revolucionaria, pero es evidente, que en la actualidad, la tesis “republicana” solo puede servir para la contra-revolución (para evitar la revolución) como una maniobra de distracción del objetivo real de la misma, el Socialismo y la Dictadura del Proletariado, por lo que es preciso que los camaradas del PCE (r) hagan un análisis real y no persistan tercamente en este error.
Terco error, que parece orgullecer al autor de este documento, que no aporta ningún dato objetivo para afirmar el carácter fascista de la dictadura de la burguesía, a pesar de los argumentos de autoridad de George Dimitrov, adecuados para la situación política de la II Guerra Imperialista Mundial, por lo demás posteriormente cuestionados, por su deriva derechista.
Poner el acento en aspectos secundarios del aparato estatal (tribunal de orden publico/ audiencia nacional) es no ver el peso real de los cambios  en otros órdenes, que homologan al E.E. como una dictadura democrática de la burguesía, al igual que cualquier otra potencia imperialista de su entorno.
¿O acaso los camaradas del PCE (r) piensan que la Francia de Macron, o el Reino Unido, son más democráticos?
El documento trata de presentar a los EE.UU. como ejemplo de “democracia burguesa” frente al Estado de Derecho elaborado por los juristas alemanes, afirma:
La crisis de las instituciones típicas de la democracia burguesa, como el parlamento, va acompasada con todas esas nuevas teorías que pretenden liquidar el principio de soberanía e imponer el Estado de Derecho como el concepto más adecuado a los nuevos tiempos, esto es, al capital monopolista. La idea capital del Estado de Derecho es que el principio de soberanía no existe: no solamente no es el pueblo quien tiene la facultad de crear las normas legales, sino que, muy al contrario, el pueblo debe estar sometido a esas normas. O lo que es lo mismo: el verdadero soberano es el Derecho, no el pueblo. Esa es la idea central del Estado de Derecho. Sobra insistir que estamos en las antípodas de la democracia burguesa.
El documento no toma una posición correcta, puesto que aunque lo cita, ignora en la práctica, el carácter de dictadura de cualquier Estado, según afirma con claridad Karl Marx. Es una tesis ajena al mismo. En cualquier caso estaríamos ante dos tradiciones diferentes de la dictadura burguesa capitalista, siendo la anglosajona descentralizadora (Estado mínimo)y la prusiana la más centralizadora (Estado fuerte), pero ambas, repito, son formas de dictadura democrática de la burguesía, hoy en fase imperialista.
Los conceptos de Montesquieu, estaban pensados, no para la Soberanía del Pueblo sino como un equilibrio, dentro del nuevo Estado burgués triunfante, entendiendo la justicia como un arbitraje entre los intereses de las diversas fracciones de la burguesía o de acción punitiva contra la misma. Todo lo demás, es simple literatura de ficción con la que engañar a las clases oprimidas. Esto, es ver la cuestión desde el m-l-m, desde un punto de vista de clase, no como conceptos abstractos o jurídicos.
Es más, el documento afirma, citando a Dimitrov, que al capitalismo monopolista corresponde necesariamente la superestructura ideológica del fascismo. Según este análisis solo hubo democracia burguesa en la fase previa del capitalismo liberal, no monopolista. Un disparate que parece ignorar los crímenes de la burguesía contra la clase obrera, en este periodo. ¿Era acaso más democrático el trabajo infantil del siglo XIX?
¡Lean mejor a Engels!
Confundir el poder despótico burgués y su terrorismo de Estado, con el fascismo es un error, en el que algunas corrientes comunistas, cayeron, incluida la III Internacional, al apartarse del análisis marxista del fascismo histórico, para optar por la permanencia de la contradicción fascismo/democracia (burguesa) del periodo de la II guerra mundial imperialista.
El documento señala el terrorismo para-policial del GAL para apoyar la tesis del fascismo ¿pero acaso en Reino Unido no han llevado a cabo acciones semejantes los escuadrones del SAS? ¿Y qué podemos decir del hundimiento del Rainbow Warrior, por los servicios secretos franceses en 1985?
El fascismo es producto histórico de la contra-revolución, tanto en Italia como en Alemania, caracterizándose por su carácter totalitario y opresor (encuadramiento de la población y sus clases sociales en estamentos corporativos e ideológicos, fortalecimiento del estado policial y carencia de libertades básicas) cara a un proyecto expansionista e imperialista.
Hoy, asistimos a una banalización del uso del “fascismo” como adjetivo calificativo, producto en gran medida de las corrientes anarquistas en el movimiento anti-fa. Describiendo como “fascista” cualquier medida represiva del Estado burgués. Es una práctica errada y mucho más, para describir el modo actual de la dictadura burguesa en el Estado español.
Creo que estos apuntes pueden ayudar a una mejor comprensión de esta cuestión que, insisto, es crucial para definir las contradicciones y blancos de la Revolución en el Estado español.

Bibliografía consultada:
Carlos Trias. Qué son las organizaciones M-L.  Gaia Ciencia. 1976
Karl Marx y Frederick Engels. El Manifiesto Comunista. Ediciones en lenguas extranjeras. Pekín 1974.
Louis Althusser. Montesquieu, la política y la historia. Ciencia Nueva. Madrid. 1968
Maurice Duverger. Los Partidos Políticos. Fondo Cultura Económica México. 1957.

GALIZA: Imaxenes da propaganda do Día Internacional en Solidariedade co Camarada Ajith (Murali)

 



Publicado en India Vermella.

ALEMANIA: Indien Solidarität: Aktualisierte Unterzeichnerliste (Dem Volke Dienen)

Dem Solidaritätsaufruf zur Freilassung von Genossen Ajith und zur Unterstützung des Volkskriegs in Indien folgt nun auch Partizan Europa und die Maoistische Kommunistische Partei (Frankreich). Der internationale Aufruf ist auch auf EnglischFranzösisch und Portugiesisch veröffentlicht. Das Poster steht in Englisch, Portugiesisch, Spanisch, Persisch, Bulgarisch, Deutsch und Türkisch zur Verfügung.
Proletarier aller Länder und unterdrückte Völker, vereinigt euch!

 
Freiheit für Ajith! Unterstützt den Volkskrieg in Indien!

„Der Volkskrieg hat sich nun zu einer Stellung erhoben, die ihn zum landesweit anerkannten revolutionären Pol macht, eines Pols der in totaler Opposition zum konterrevolutionären Pol der herrschenden Klassen und des Imperialismus steht. Die herrschenden Klassen, die ihn bis zuletzt als unwichtig abtaten, sind nun dazu gezwungen ihn als die größte Bedrohung für die innere Sicherheit zu bestätigen der sie sich gegenübersehen.“
 
- Kommunistische Partei Indiens (M-L) Naxalbari: „Botschaft an die Internationale Konferenz zur Unterstützung des Volkskriegs in Indien, Hamburg“
„Genosse Muralis [Ajiths] Inhaftierung im Speziellen ist einer der größten Verluste die unsere Partei und das Zentralkomitee erlitten haben“
 
- Zentralkomitee der Kommunistischen Partei Indiens (maoistisch): Deklaration vom 16-05-2015

Indien ist nicht, wie es die Imperialisten gerne propagieren, die „größte Demokratie der Welt“, sondern ein Völkerkerker von riesigem Ausmaß. Der USA-Imperialismus, sowie einige europäische Imperialisten, beherrschen Indien durch bürokratischen Kapitalismus und konservieren in weitem Ausmaß auch den Feudalismus. Dass die Imperialisten angesichts des in Indien täglich begangenen Völkermordes, angesichts des Ruins von unzähligen Kleinbauern, des Kastenwesens, der Frauenmorde, des Genozides an den Adivasi und vieler weiterer Beispiele von „Demokratie“ reden, zeigt uns deutlich, was für die Imperialisten „Demokratie“ bedeutet. Gegen die Ausplünderung und Unterdrückung der Volksmassen Indiens regt sich zahlreicher Widerstand, eine Vielzahl von Kämpfen: kämpferische Bauernbewegungen, Volkskämpfe gegen Atomkraftwerke und Repression, nationale Befreiungskämpfe und große Streiks der Arbeiter führen das den fortschrittlichen und antiimperialistischen Kräften der ganzen Welt vor Augen. Als „größte Bedrohung für die innere Sicherheit Indiens“ bezeichnete die indische Regierung jedoch den von der Kommunistischen Partei Indiens (maoistisch) geführten Volkskrieg. Die KPI(maoistisch) führt mit dem Volkskrieg die Neudemokratische Revolution, welche den alten Staatsapparat zerschlägt und die Befreiung von Imperialismus und Knechtschaft bringt.
Durch die „Operation Green Hunt“ und die Aufstandsbekämpfungsmethode „Hearts and Minds“, die beide Völkermord bedeuten, versuchen die Herrschenden die KPI(maoistisch) zu isolieren und den Volkskrieg im Blut der Massen zu ersticken. Doch so wütend sie auch um sich schlagen, sie haben damit keinen Erfolg! Die KPI(maoistisch) und die Massen verbanden sich immer fester, der Volkskrieg schlägt tiefe Wurzeln in den Massen, welche fest an der Seite der Neudemokratischen Revolution stehen. Die tiefe Verbundenheit der Partei zu den Massen und die Unbeirrbarkeit mit der sie die Revolution, den Volkskrieg führt, geben revolutionären Kräften auf der ganzen Welt ein großes Beispiel und viel Hoffnung. Im Zusammenhang mit der Krise ab 2008 förderten die Imperialisten immer stärker die von ihnen unterstützte Politik des Hindufaschismus, um die Massenbewegungen und vor allem den Volkskrieg verstärkt zu bekämpfen. Diese Pläne erlitten eine Niederlage, denn der KPI(maoistisch), die 2004 auf dem 9. Parteitag / Einheitskongress selbst aus der Vereinigung zweier Parteien entstand, schloss sich am 1. Mai 2014 die KPI(M-L)Naxalbari an, deren Sprecher der Genosse Ajith war.
Dieser Zusammenschluss war ein großer Sprung im Streben der Arbeiter, Bauern und unterdrückten Massen nach einem einzigen führenden Zentrum der Neudemokratischen Revolution. Bei diesem historischen Schritt spielte Genosse Ajith eine hervorragende Rolle und wurde daher auch Mitglied des Zentralkomitees der KPI(maoistisch). Seit beinahe 45 Jahren nimmt Genosse Ajith, der sich 1976 der revolutionären Bewegung anschloss, international und in Indien in ihr einen wichtigen Platz ein. Unermüdlich kämpfte er gegen viele antimarxistische Abweichungen, leitete er die Herausgabe zahlreicher Dokumente und regelmäßiger Publikationen. Durch seine Übersetzungsarbeiten eröffnete er auch revolutionären und antiimperialistischen Kräften der ganzen Welt die Möglichkeit, sich ein besseres Verständnis von der Neudemokratischen Revolution in Indien anzueignen. Im Mai 2015 war es den Herrschenden möglich, Genosse Ajith zu inhaftieren, doch diese Inhaftierung löste eine internationale Welle der Solidarität mit Genossen Ajith und dem Volkskrieg in Indien aus. Seine Verhaftung ist Teil der konterrevolutionären Kriegsführung gegen die Volksmassen in Indien, sie ist ein wütender Schlag des Hindufaschismus gegen die Neudemokratische Revolution. Als Verbündete der Reaktion erwiesen sich in der Situation der Verhaftung diejenigen Kräfte, die zu diesem Zeitpunkt begannen die Vereinigung der Partei als „gescheitert“ zu bezeichnen, die konterrevolutionären Pessimismus und prinzipienlose Kritik verbreiteten. Genosse Ajith zeigte durch sein Beispiel, dass diese Kräfte keinen Boden unter den Füßen haben. Auch unter den harten Bedingungen der Haft wurde Genosse Ajith nicht gebrochen und fand sogar Methoden und Wege um eine zuvor begonnene Übersetzungsarbeit abzuschließen. Der Gesundheitszustand des Genossen Ajith, der schon einige Jahre zuvor eine Herzoperation hatte, verschlechterte sich unter den Bedingungen der faschistischen Haft massiv, ihm wird keine entsprechende Versorgung zur Verfügung gestellt, Folter und härteste Haftbedingungen blieben aufrecht. Nun soll Genosse Ajith in absehbarer Zeit gegen Kaution aus dem Gefängnis entlassen werden. Doch auch diese Methode wurde von den herrschenden Klassen Indiens schon mehrfach gegen inhaftierte Revolutionäre angewendet: sie werden als kurzfristiges Zugeständnis an die Solidaritätsbewegungen, gegen hohe Kaution aus dem Gefängnis entlassen, nur um sie kurz danach wieder zu inhaftieren. Dieses Vorgehen zeigt dass die Solidaritätsarbeit mit den politischen Gefangenen, die in Indien und auch international geleistet wird, durchaus schon eine gewisse Kraft entfalten konnte. Dieser Kraft versuchen die Herrschenden mit ihrer niederträchtigen Taktik zu begegnen. Ihr Vorgehen ist Teil der Versuche die Gefangenen zu brechen, Teil der psychologischen Kriegsführung die das Ziel der schlussendlichen Vernichtung und Ermordung der Revolutionäre verfolgt.
Diese finsteren Plänen sind in aller Entschiedenheit zu verurteilen und alle demokratischen, revolutionären und antiimperialistischen Kräften der Welt stellen sich ihnen entschlossen entgegen! Wir rufen dazu auf, am 18. März, dem internationalen Tag der politischen Gefangenen, laut und deutlich die Forderung nach der sofortigen und bedingungslosen Freilassung des Genossen Ajith zu erheben! Wir verteidigen Genossen Ajith, der sein ganzes Leben in den Dienst der KPI(maoistisch) und des Volkskriegs, der Neudemokratischen Revolution, stellte. Der Kampf gegen den Imperialismus ist gerechtfertigt und erfordert internationale Solidarität und feste Unterstützung. Unterzeichnende Organisationen und Initiativen werden dieses gemeinsame Anliegen durch Aktionen in der Woche rund um den 18. März aufgreifen und damit einen kräftigen Impuls für die  Verbreitung und Erweiterung der Solidarität mit dem Volkskrieg in Indien setzen!
Freiheit für Ajith!
Freiheit für alle politischen Gefangenen in Indien!
Unterstützt den Volkskrieg in Indien!
Hoch die internationale Solidarität! Lal Salam!
Komitee zur Unterstützung des Volkskriegs in Indien, Österreich
Galizisches Komitee zur Unterstützung des Volkskriegs in Indien
Internationales Komitee zur Unterstützung des Volkskriegs in Indien
Partizan Europa
Maoistische Kommunistische Partei (Frankreich)

[Weitere Untertützer werden Hinzugefügt]
Internationales Plakat:

martes, 19 de marzo de 2019

INDIA: Victoriosa emboscada del EGPL a fuerzas represivas en Dantewada.


 
correovermello-noticias
New Delhi, 19.03.19
Según informa la agencia IANS, unidades del Ejercito Guerrillero Popular de Liberación realizaron una emboscada contra un pelotón del 231 Batallón de las CPRF, causando la muerte de un oficial de los agentes y heridas a otros seis.
El combate, que tuvo lugar en una zona boscosa de Kondapara en el distrito de Dantewada, Chhattisgarh, fue descrito por la policía como "una lluvia de balas sobres sus agentes".  No se reportan bajas entre los combatientes revolucionarios.
El gobierno del Estado y Central ha reforzado la presencia policial con 27 nuevos batallones de la CRPF ante la convocatoria electoral de abril.
Los maoístas han pedido un boicot a las elecciones de Lok Sabha (Cámara Baja del Parlamento de la India) y han colgado pancartas que advierten a las personas de no votar. El distrito de Dantewada se encuentra dentro del distrito electoral de Bastar Lok Sabha, que se presentará en las urnas el 11 de abril en la primera fase de las elecciones generales. Chhattisgarh tiene 11 asientos en Lok Sabha y votarán en tres fases el 11, 18 y 23 de abril.
También en Chhattisgarh, se informa de la detención, el pasado día 17 de tres personas en posesion de un importante numero de detonadores y cable Cordex, en Bastar.

Imagenes de acciones del Día Interrnacional de Solidaridad con el camarada Ajith, en Italia y Belgica.

Italia.

Bergamo.

Palermo.
Belgica.

Bruselas.







ITALIA: CAMPAGNA PER LA LIBERAZIONE DI AJITH, DIRIGENTE DEL PCI(M) - IL MESSAGGIO DEL PCm Italia


Ieri, 18 marzo, in diverse città italiane e in molti altri paesi si sono svolte iniziative di solidarietà, nella giornata internazionale per la liberazione del compagno Konnath Muraleedharan, nome di battaglia Ajith, dirigente del Partito Comunista Maoista dell’India, in carcere dal 2015, insieme al compagno Ismail Hamza.
 
 
MESSAGGIO DEL PARTITO COMUNISTA maoista - Italia
Chi è il grande compagno Ajith
L’unico crimine commesso dal compagno Ajith è aver dedicato tutta la sua vita all’instancabile lotta contro l’oppressione. Oppressione di classe, oppressione di casta, oppressione genere, oppressione nazionale, contro l’oppressione imperialista che le genera tutte e per la rivoluzione e la giustizia sociale.
Ebbene sì! Il compagno Ajith ha fatto tutto ciò, dedica la sua vita alla lotta implacabile contro il sistema che sfrutta, opprime, stritola e succhia i sangue di centinaia di milioni di dannati della terra!

Il compagno Ajith è un grande internazionalista che ha lavorato sempre per unire i comunisti di tutto il mondo in un’unica organizzazione mondiale, prima nella lotta per elevare l’unità e linea ideologica
e politica del MRI, poi, dopo il collasso di questo, nei continui sforzi per dare al proletariato mondiale una nuova organizzazione internazionale fondata sul MLM e sulla lotta alle posizioni revisioniste che avevano liquidato il MRI.
Ajith ha lavorato per l'unità dei proletari dei paesi imperialisti con i popoli oppressi nei paesi oppressi dall'imperialismo, contro ogni posizione equivoca di “internazionalismo imperialista”, dando, con i sui saggi teorici e i risultati pratici del suo lavoro, un importante contributo.

Il compagno Ajith ha lavorato per l'unità dei comunisti in India in un unico Partito, dai tempi della sua lotta per opporsi, resistere e infine sconfiggere liquidare la linea opportunista affermatasi nella direzione suo stesso Partito alla fine degli anni 80 fino alla vittoriosa conclusione, nel 2014, della fusione del PCI(M-L) [Naxalbari] di cui era segretario con il PCI(Maoista). Il suo lavoro ha portato un importante contributo sia pratico, all'avanzamento ed estensione della guerra popolare, che teorico e ideologico, per sviluppare una strategia e tattica che la porti la guerra popolare alla vittoria.

Ha lavorato sempre a sostegno alle lotte di liberazione e alle lotte proletarie contro fascismo e imperialismo, tanto nei paesi oppressi quanto nei paesi imperialisti, indicando sempre con precisione chi sono i veri e falsi amici di queste lotte e su quale linea delimitare il nostro campo.

Il compagno Ajith è un grande teorico marxista-leninista-maoista che ha sempre combattuto il revisionismo, l'opportunismo e l'estremismo infantile nel movimento comunista in tutto il mondo. Esemplari sono la sua critica dell’Avakianismo e l’acuta analisi del processo che ha interrotto la rivoluzione in Nepal, delle cause della degenerazione revisionista.

Il compagno Ajith è sempre stato un forte sostenitore sin dal primo momento, della costituzione costruzione del Partito comunista in Italia e di noi maoisti italiani che lo stiamo facendo, senza mai farci mancare il suo autorevole supporto e preziose indicazioni.
Per tutte queste ragioni, Ajith è un nostro compagno che vogliamo venga strappato dalle grinfie dello stato fascista indiano e dell'imperialismo, perché ritorni al suo posto e al suo impegno di grande comunista marxista-leninista-maoista e di rivoluzionario internazionalista autentico.

Fin dalla sua cattura si è sviluppata nel mondo una campagna per difenderlo e ottenerne la liberazione, cui hanno aderito, oltre che rivoluzionari di ogni continente, tanti organismi di difesa dei diritti umani e dei prigionieri politici e notissime personalità della cultura mondiale. Di recente l’Alta Corte di Mumbay ha riconosciuto al compagno Ajith il beneficio della libertà su cauzione, ma ha sospeso questa decisione, per dare ai suoi persecutori il tempo di preparare l’appello.
È tempo che si faccia sentire ancora e sempre più forte il grido “libertà per Ajith e tutti i prigionieri politici in India!”
Libertà per Ajith!
Viva la guerra popolare!
Viva l'internazionalismo proletario!
Viva la rivoluzione proletaria mondiale!
Laal salam!

En memoria de la Comuna. V.I. Lenin. (1911)

V. I. Lenin

En memoria de la Comuna



Primera edición: En Rabóchaia Gazeta, núm.4-5, 15 (28) de abril de 1911.
Digitalización y HTML: Aritz, para el MIA, set. 2000.

Han pasado cuarenta años desde la proclamación de la Comuna de París. Según la costumbre establecida, el proletariado francés honró con mítines y manifestaciones la memoria de los hombres de la revolución del 18 de marzo de 1871. A finales de mayo volverá a llevar coronas de flores a las tumbas de los communards fusilados, víctimas de la terrible “Semana de Mayo”, y ante ellas volverá a jurar que luchará sin descanso hasta el total triunfo de sus ideas, hasta dar cabal cumplimiento a la obra que ellos le legaron.
¿Por qué el proletariado, no sólo francés, sino el de todo el mundo, honra a los hombres de la Comuna de París como a sus predecesores? ¿Cuál es la herencia de la Comuna?
La Comuna surgió espontáneamente, nadie la preparó de modo consciente y sistemático. La desgraciada guerra con Alemania, las privaciones durante el sitio, la desocupación entre el proletariado y la ruina de la pequeña burguesía, la indignación de las masas contra las clases superiores y las autoridades, que habían demostrado una incapacidad absoluta, la sorda efervescencia en la clase obrera, descontenta de su situación y ansiosa de un nuevo régimen social; la composición reaccionaria de la Asamblea Nacional, que hacía temer por el destino de la República, todo ello y otras muchas causas se combinaron para impulsar a la población de París a la revolución del 18 de marzo, que puso inesperadamente el poder en manos de la Guardia Nacional, en manos de la clase obrera y de la pequeña burguesía, que se había unido a ella.
Fue un acontecimiento histórico sin precedentes. Hasta entonces, el poder había estado, por regla general, en manos de los terratenientes y de los capitalistas, es decir, de sus apoderados, que constituían el llamado gobierno. Después de la revolución del 18 de marzo, cuando el gobierno del señor Thiers huyó de París con sus tropas, su policía y sus funcionarios, el pueblo quedó dueño de la situación y el poder pasó a manos del proletariado. Pero en la sociedad moderna, el proletariado, avasallado en lo económico por el capital, no puede dominar políticamente si no rompe las cadenas que lo atan al capital. De ahí que el movimiento de la Comuna debiera adquirir inevitablemente un tinte socialista, es decir, debiera tender al derrocamiento del dominio de la burguesía, de la dominación del capital, a la destrucción de las bases mismas del régimen social contemporáneo.
Al principio se trató de un movimiento muy heterogéneo y confuso. Se adhirieron a él los patriotas, con la esperanza de que la Comuna reanudaría la guerra contra los alemanes, llevándola a un venturoso desenlace. Los apoyaron asimismo los pequeños tenderos, en peligro de ruina si no se aplazaba el pago de las deudas vencidas de los alquileres (aplazamiento que les negaba el gobierno, pero que la Comuna les concedió). Por último, en un comienzo también simpatizaron en cierto grado con él los republicanos burgueses, temerosos de que la reaccionaria Asamblea Nacional (los “rurales”, los salvajes terratenientes) restablecieran la monarquía. Pero el papel fundamental en este movimiento fue desempeñado, naturalmente, por los obreros (sobre todo, los artesanos de París), entre los cuales se había realizado en los últimos años del Segundo Imperio una intensa propaganda socialista, y que inclusive muchos de ellos estaban afiliados a la Internacional.
Sólo los obreros permanecieron fieles a la Comuna hasta el fin. Los burgueses republicanos y la pequeña burguesía se apartaron bien pronto de ella: unos se asustaron por el carácter socialista revolucionario del movimiento, por su carácter proletario; otros se apartaron de ella al ver que estaba condenada a una derrota inevitable. Sólo los proletarios franceses apoyaron a su gobierno, sin temor ni desmayos, sólo ellos lucharon y murieron por él, es decir, por la emancipación de la clase obrera, por un futuro mejor para los trabajadores.
Abandonada por sus aliados de ayer y sin contar con ningún apoyo, la Comuna tenía que ser derrotada inevitablemente. Toda la burguesía de Francia, todos los terratenientes, corredores de bolsa y fabricantes, todos los grandes y pequeños ladrones, todos los explotadores, se unieron contra ella. Con la ayuda de Bismarck (que dejó en libertad a 100.000 soldados franceses prisioneros de los alemanes para aplastar al París revolucionario), esta coalición burguesa logró enfrentar con el proletariado parisiense a los campesinos ignorantes y a la pequeña burguesía de provincias, y rodear la mitad de París con un círculo de hierro (la otra mitad había sido cercada por el ejército alemán). En algunas grandes ciudades de Francia (Marsella, Lyon, Saint-Etienne, Dijon y otras) los obreros también intentaron tomar el poder, proclamar la Comuna y acudir en auxilio de París, pero estos intentos fracasaron rápidamente. Y París, que había sido la primera en enarbolar la bandera de la insurrección proletaria, quedó abandonada a sus propias fuerzas y condenada una muerte cierta.
Para que una revolución social pueda triunfar, necesita por lo menos dos condiciones: un alto desarrollo de las fuerzas productivas y un proletariado preparado para ella. Pero en 1871 se carecía de ambas condiciones. El capitalismo francés se hallaba aún poco desarrollado, y Francia era entonces, en lo fundamental, un país de pequeña burguesía (artesanos, campesinos, tenderos, etc.). Por otra parte, no existía un partido obrero, y la clase obrera no estaba preparada ni había tenido un largo adiestramiento, y en su mayoría ni siquiera comprendía con claridad cuáles eran sus fines ni cómo podía alcanzarlos. No había una organización política seria del proletariado, ni fuertes sindicatos, ni sociedades cooperativas...
Pero lo que le faltó a la Comuna fue, principalmente tiempo, posibilidad de darse cuenta de la situación y emprender la realización de su programa. No había tenido tiempo de iniciar la tarea cuando el gobierno, atrincherado en Versalles y apoyado por toda la burguesía, inició las operaciones militares contra París. La Comuna tuvo que pensar ante todo en su propia defensa. Y hasta el final mismo, que sobrevino en la semana del 21 al 28 de mayo, no pudo pensar con seriedad en otra cosa.
Sin embargo, pese a esas condiciones tan desfavorables y a la brevedad de su existencia, la Comuna adoptó algunas medidas que caracterizan suficientemente su verdadero sentido y sus objetivos. La Comuna sustituyó el ejército regular, instrumento ciego en manos de las clases dominantes, y armó a todo el pueblo; proclamó la separación de la Iglesia del Estado; suprimió la subvención del culto (es decir, el sueldo que el Estado pagaba al clero) y dio un carácter estrictamente laico a la instrucción pública, con lo que asestó un fuerte golpe a los gendarmes de sotana. Poco fue lo que pudo hacer en el terreno puramente social, pero ese poco muestra con suficiente claridad su carácter de gobierno popular, de gobierno obrero: se prohibió el trabajo nocturno en las panaderías; fue abolido el sistema de multas, esa expoliación consagrada por ley de que se hacía víctima a los obreros; por último, se promulgó el famoso decreto en virtud del cual todas las fábricas y todos los talleres abandonados o paralizados por sus dueños eran entregados a las cooperativas obreras, con el fin de reanudar la producción. Y para subrayar, como si dijéramos, su carácter de gobierno auténticamente democrático y proletario, la Comuna dispuso que la remuneración de todos los funcionarios administrativos y del gobierno no fuera superior al salario normal de un obrero, ni pasara en ningún caso de los 6.000 francos al año (menos de 200 rublos mensuales).
Todas estas medidas mostraban elocuentemente que la Comuna era una amenaza mortal para el viejo mundo, basado en la opresión y la explotación. Esa era la razón de que la sociedad burguesa no pudiera dormir tranquila mientras en el ayuntamiento de París ondeara la bandera roja del proletariado. Y cuando la fuerza organizada del gobierno pudo, por fin, dominar a la fuerza mal organizada de la revolución, los generales bonapartistas, esos generales batidos por los alemanes y valientes ante sus compatriotas vencidos, esos Rénnenkampf y Meller-Zakomielski franceses, hicieron una matanza como París jamás había visto. Cerca de 30.000 parisienses fueron muertos por la soldadesca desenfrenada; unos 45.000 fueron detenidos y muchos de ellos ejecutados posteriormente; miles fueron los desterrados o condenados a trabajar forzados. En total, París perdió cerca de 100.000 de sus hijos, entre ellos a los mejores obreros de todos los oficios.
La burguesía estaba contenta. “¡Ahora se ha acabado con el socialismo para mucho tiempo!”, decía su jefe, el sanguinario enano Thiers, cuando él y sus generales ahogaron en sangre la sublevación del proletariado de París. Pero esos cuervos burgueses graznaron en vano. Después de seis años de haber sido aplastada la Comuna, cuando muchos de sus luchadores se hallaban aún en presidio o en el exilio, se iniciaba en Francia un nuevo movimiento obrero. La nueva generación socialista, enriquecida con la experiencia de sus predecesores, cuya derrota no la había desanimado en absoluto, recogió la bandera que había caído de las manos de los luchadores de la Comuna y la llevó adelante con firmeza y audacia, al grito de “¡Viva la revolución social, viva la Comuna!” Y tres o cuatro años más tarde, un nuevo partido obrero y la agitación levantada por éste en el país obligaron a las clases dominantes a poner en libertad a los communards que el gobierno aún mantenía presos.
La memoria de los luchadores de la Comuna es honrada no sólo por los obreros franceses, sino también por el proletariado de todo el mundo, pues aquella no luchó por un objetivo local o estrechamente nacional, sino por la emancipación de toda la humanidad trabajadora, de todos los humillados y ofendidos. Como combatiente de vanguardia de la revolución social, la Comuna se ha ganado la simpatía en todos los lugares donde sufre y lucha el proletariado. La epopeya de su vida y de su muerte, el ejemplo de un gobierno obrero que conquistó y retuvo en sus manos durante más de dos meses la Capital del mundo, el espectáculo de la heroica lucha del proletariado y de sus sufrimientos después de la derrota, todo esto ha levantado la moral de millones de obreros, alentado sus esperanzas y ganado sus simpatías para el socialismo. El tronar de los cañones de París ha despertado de su sueño profundo a las capas más atrasadas del proletariado y ha dado en todas partes un impulso a la propaganda socialista revolucionaria. Por eso no ha muerto la causa de la Comuna, por eso sigue viviendo hasta hoy día en cada uno de nosotros.
La causa de la Comuna es la causa de la revolución social, es la causa de la completa emancipación política y económica de los trabajadores, es la causa del proletariado mundial. Y en este sentido es inmortal.



lunes, 18 de marzo de 2019

FREE COMRADE AJITH ! 18 de marzo Día Internacional de Solidaridad.

Celebrando con júbilo el 148 aniversario de la Gloriosa Commune de París.

Fue un acontecimiento histórico sin precedentes. Hasta entonces, el poder había estado, por regla general, en manos de los terratenientes y de los capitalistas, es decir, de sus apoderados, que constituían el llamado gobierno. Después de la revolución del 18 de marzo, cuando el gobierno del señor Thiers huyó de París con sus tropas, su policía y sus funcionarios, el pueblo quedó dueño de la situación y el poder pasó a manos del proletariado. Pero en la sociedad moderna, el proletariado, avasallado en lo económico por el capital, no puede dominar políticamente si no rompe las cadenas que lo atan al capital. De ahí que el movimiento de la Comuna debiera adquirir inevitablemente un tinte socialista, es decir, debiera tender al derrocamiento del dominio de la burguesía, de la dominación del capital, a la destrucción de las bases mismas del régimen social contemporáneo.
 V.I. Lenin.


 

domingo, 17 de marzo de 2019

FRANCIA: Acte XVIII : 4 mois de Gilets Jaunes / Acto XVIII 4 meses de Chalecos Amarillos.

La Cause du Peuple.


Le 16 Mars 2019 a eu lieu l’acte XVIII des Gilets Jaunes. De nouvelles manifestations partout en France, avec une combativité retrouvée le jour même où le faux “Grand Débat” de Macron prenait fin.
Avec ces mobilisations, cette lutte prolongée, celles et ceux qui se révoltent ont montré au gouvernement qu’il ne pouvait pas faire taire leur voix. De nombreuses personnes ont été arrêtées, condamnées, violentées, mutilées pour leur engagement.
C’était également le 16 Mars qu’avait lieu la Marche annuelle contre les violences d’Etat à Paris. Ces violences, le plus souvent policières, qu’on retrouve dans les quartiers et dans les manifestations, sont le résultat de décennies où l’Etat français a construit et renforcé son dispositif de maintien de l’ordre. Dans l’Etat français, la République s’est construite sur le sang : celui de la Commune de Paris, et celui de tous les peuples colonisés. Il n’est pas étonnant qu’aujourd’hui, cette même République utilise ces moyens contre celles et ceux des masses populaires qui refusent de se ranger. Contre celles et ceux qui depuis 4 mois, ou depuis toute leur vie, vont fondamentalement contre l’Etat bourgeois.
C’était également le 16 Mars qu’avait lieu la “Marche du Siècle”, sur les questions d’environnement et d’écologie. Dans les masses qui se sont activées pour les Gilets Jaunes, la question de l’environnement était très présente, puisque le gouvernement les accusait d’aller contre une mesure “écolo”. La responsabilité de ceux qui contrôlent la production était pointée du doigt, et sur les ronds points et dans les manifs, les gens demandaient que la question de l’environnement soit traité par les masses, et pas par des taxes. Face aux illusions libérales qu’un petit changement individuel est suffisant, ou que cet Etat va faire quoi que ce soit pour améliorer la situation, nous devons toujours avancer cette ligne : une écologie révolutionnaire, c’est traiter l’environnement en partant des masses, pour un mode de production viable à notre survie, le socialisme.
En résumé, 4 mois de Gilets Jaunes, de nombreuses luttes, encore plus de raisons de se révolter. Continuons sur cette voie, et avançons vers la révolution !

sábado, 16 de marzo de 2019

FRANCIA: Millares de manifestantes desmienten las cifras del Ministerio de Interior.



correovermello-noticias
París, 16.03.19
En Lyon mas de 30.000 manifestantes entre chalecos amarillos, defensores del clima y activistas en la denuncia de la violencia policial han marchado, pacíficamente, por las calles de la ciudad, llevando acabo la convergencia de las luchas, que tanto teme el régimen burgués. También en Marsella se han unido millares de manifestantes.
Las cifras del Ministerio del terror afirman que solo han participado en toda Francia 14.500 personas, una vez mas, hacen el ridículo, pues solo esta cifra ya los había en París. La manipulación informativa es evidente lo que indigna mas aun en la población.
En la capital, numerosos comercios de lujo han sido atacados (Hugo Boss, Lacoste, Nespresso..) así como restaurantes y cafés de lujo. También han ardido sedes bancarias o quioscos de prensa en le Champs-Elysées. Se afirma que hay mas de un centenar de detenidos.