lunes, 18 de junio de 2018

BRASIL: Artigo do MFP; A crise no país aumenta a violência sobre as mulheres: só a Revolução porá fim a esta violência.

A crise no país aumenta a violência sobre as mulheres: só a Revolução porá fim a esta violência

Artigo publicado no Jornal do MFP - março de 2018


Manifestação durante o 8º Congresso da LCP do Norte de Minas e Sul da Bahia, em Januária (out/2015)
Os índices de violência contra as mulheres no Brasil vêm aumentando ano após ano e ultrapassaram os 5 milhões de mulheres agredidas fisicamente no ano de 2017 (segundo estatísticas oficiais). Mas há investigações que estimam que em um ano o número de mulheres agredidas fisicamente possa chegar à cifra de 19 milhões. No ano de 2015 aconteceram 1 estupro a cada 11 minutos e estes foram somente os dados registrados. Estima-se que estes sejam apenas 10% do total dos casos que realmente acontecem. Ou seja, o Brasil pode ter a taxa de quase meio milhão de estupros de mulheres a cada ano. Além disso, nosso país ocupa a marca de 5° lugar entre os países com maior taxa de feminicídio.
Toda esta horrenda realidade é produto da sociedade dividida em classes baseada na exploração e opressão do ser humano, e é reproduzida por todos os meios pelo capitalismo de modo geral e particularmente pelo capitalismo burocrático vigente em nosso país, no qual impera um sistema de exploração e opressão semicolonial/semifeudal.
Esta brutal realidade cresce exponencialmente com crise geral deste sistema. As instituições de seu velho Estado de grandes burgueses e latifundiários serviçais do imperialismo, principalmente ianque, e em especial os monopólios de comunicação e imprensa promovem a propaganda duma falsa promoção e liberdade das mulheres e jovens com a fantasiosa ideia de um ilusório “empoderamento feminino” (discurso da ONU). O mesmo repetem os partidos oportunistas fazendo coro com a reação. Por todos os meios de difusão e propaganda do lixo ideológico e cultural da burguesia, com a rede globo na vanguarda, justificam e fazem a apologia de comportamentos sexuais supostamente liberados, adornados pelos discursos de liberdade e “diversidade. No último carnaval, por todo o país, a rede globo hipocritamente liderou os grupos do feminismo burguês e pequeno-burguês na campanha em que distribuiu para as mulheres foliãs tatuagens temporárias com os dizeres “Não é não!”. Logo a Rede Globo, a principal promotora da utilização da mulher como objeto sexual e de várias formas de prostituição em suas novelas e programas como Big Brother.
Mas o que fazem é traficar com as justas demandas das mulheres do povo. Seu combate à violência contra a mulher é só uma manipulação das massas, que joga as mulheres contra os homens para dividi-las e desviá-las do caminho da luta contra este sistema de exploração e opressão, que é a base de manutenção e reprodução do patriarcado e de todos os prejuízos para as mulheres que dele decorre.

O feminismo burguês e pequeno-burguês servem às classes dominantes

O feminismo burguês e pequeno-burguês, em sua repetição dessa propaganda, dá todo apoio à política deste velho Estado nas campanhas pelo “empoderamento feminino” e difunde a ilusão de que suas leis populistas, como a “Lei Maria da Penha”, como são todas as leis punitivas no capitalismo, elas se voltam contra as massas. E este Estado não cumpre as medidas “protetivas” prevista em tal lei. E o próprio tratamento desprezível que suas autoridades policiais dispensam aos casos de violência contra mulheres deixa patente o vínculo existente entre a opressão da mulher e a dominação de classe.
O feminismo burguês e pequeno-burguês é um instrumento importante a serviço da política de dominação das classes exploradoras do nosso país ao diluir as diferenças e a contradição antagônica de classes, que separam por um abismo as mulheres trabalhadoras exploradas da minoria de mulheres das classes proprietárias exploradoras.
Advogando que a luta é de todas as mulheres contra os homens e a falácia de que a opressão da mulher pode ser suprimida nos marcos desta sociedade capitalista, tais movimentos servem de suporte ideológico e político à velha ordem de exploração e manutenção do patriarcado que dizem combater. É assim que servem a desviar as mulheres do povo da única via que pode conduzir à sua verdadeira emancipação, a luta revolucionária de sua classe pelo Poder.  O revolucionário peruano José Carlos Mariátegui definiu de maneira magistral a diferença de classes entre as mulheres, contrapondo-se a falsa tese idealista da “luta de gênero”, da “união de todas as mulheres”, afirmando: “as mulheres, como os homens, são reacionárias, centristas ou revolucionárias. Não podem, portanto, combater juntas a mesma batalha. No atual panorama humano a classe diferencia os indivíduos mais do que o sexo”.
Os movimentos feministas burgueses e pequeno-burgueses e suas reivindicações não fazem mais que somente arranhar a superfície do problema da opressão feminina ao se oporem à verdade de que suas reais causas e raízes são a propriedade privada e suas decorrentes relações de exploração do homem pelo homem. Apontam o patriarcado como sua causa original e se negam a ver que este é tão somente resultante da propriedade privada e da sociedade de classes.
Historicamente os sistemas de exploração e opressão relegaram as mulheres do povo às funções mais secundárias na sociedade, a de meras reprodutoras exaltando-as como rainhas do lar para que se resignassem à condição da escravidão doméstica. Tudo para reduzir ao máximo sua prática social e assim aplastar sua participação na luta de classe. Com o advento do capitalismo não foi diferente, nele cabe às mulheres do povo a extenuante tarefa do trabalho doméstico, trabalho invisível e embrutecedor que garante a reprodução da força de trabalho para as classes exploradoras na forma de trabalho gratuito: as mulheres lavam, passam, cozinham, cuidam dos doentes, das crianças e idosos. Com isto os salários podem ser mantidos em níveis baixíssimos, o patrão não precisa desembolsar nada para garantir seu empregado alimentado e vestido. Ele explora a classe de duas formas: na fábrica, com pouca paga, e no lar, com o trabalho não pago da mulher. Quando são inseridas na produção social é para aumentar a exploração da classe impondo à elas uma dupla jornada. Hoje no Brasil as mulheres são maioria em muitas funções e profissões e de modo geral a metade das massas empregadas nas unidades de produção e serviço, na cidade e no campo. Ademais de que ainda é imensa a quantidade de mulheres presentes na chamada economia informal e das que só trabalham nas funções domésticas, como empregadas ou donas de casa.
Mas com o capitalismo as mulheres foram ingressadas crescentemente na produção social como forma do capitalista aumentar a exploração da classe. Esta situação ampliou a prática social de crescente número de mulheres. Ainda que este ingresso das mulheres na produção fez recair sobre elas a dupla jornada, potenciou sua participação na luta de classes. Para frear o crescimento da participação das mulheres na luta de classes, os regimes de exploração lançam mão da propaganda da promoção e valorização da mulher e nisto o feminismo burguês e pequeno-burguês lhes servem com suas teorias da libertação da mulher nos marcos da sociedade capitalista, tal como o muito em voga “empoderamento feminino”, atiçando as mulheres contra os homens, dividindo a classe em sua luta por direitos e emancipação política. 
Ademais de toda a sorte de prejuízos à condição da mulher, a cultura machista e o embrutecimento resultante da pregação das igrejas que se arvoram em donas do corpo da mulher, impondo um mito absurdo sobre a procriação, condenam as mulheres à obrigação de levar até o fim uma gravidez indesejada. Assim milhões de mulheres em nosso país, pelas circunstâncias da pobreza e do abandono, são obrigadas a fazer clandestinamente o aborto nas piores condições, criminalizado que é a interrupção da gestação, condenadas ou à prisão ou às sérias sequelas em sua saúde física e mental, quando não à morte. É o que provam os estarrecedores números de óbitos, reconhecidos inclusive pelas instituições do velho Estado. Tudo isto demonstra que longe de qualquer ilusório “empoderamento”, o gigantesco contingente de mulheres trabalhadoras não tem sequer o direito de decidir sobre seu próprio corpo e se acham aprisionadas e cercadas por todos os lados e de todas as formas.
Ao contrário, nas classes exploradoras, a mulher compra o alívio da opressão sexual das mãos das mulheres proletárias e camponesas, explorando-as na produção e como babás e empregadas domésticas. Desta forma, as mulheres das classes dominantes são as únicas que podem atingir condição similar à do homem de sua classe nos marcos do sistema capitalista.

A origem da opressão feminina é a propriedade privada e a sociedade de classes.
Só a revolução proletária emancipará as mulheres

A opressão feminina tem origem na propriedade privada e divisão da sociedade em classes antagônicas. Inicialmente, o patriarcado derruba o direito materno em função da propriedade privada, atendendo à necessidade do homem de garantir a herança para seus filhos e revelou-se uma armadilha terrível para as mulheres, já que a elas também interessava a herança para seus filhos. A forma de família patriarcal monogâmica garante essa nova exigência. As novas relações de propriedade, entretanto, fez com que cada vez mais a divisão da sociedade entre homens e mulheres se tornasse secundária em relação a divisão da sociedade em classes sociais.    
A intensidade e os efeitos da opressão sexual, aplicada originalmente sobre o conjunto de mulheres, são relativos à sua condição social, de classe proprietária ou de classe despossuída e explorada. A família individual que se estabelece então é uma unidade econômica fundamental da sociedade de classes. O que com o capitalismo não só se manteve como reforçou-se.
Em razão da origem e causa da opressão feminina ser a propriedade privada e divisão da sociedade de classes e dessa relação ser de exploração e opressão, somente a erradicação completa destes fatores e sua substituição por novas relações de produção baseadas na propriedade coletiva dos meios de produção social e de distribuição da riqueza pode conduzir a emancipação das mulheres ao emancipar politicamente a classe operária e demais massas trabalhadoras. Ou seja, a revolução social do proletariado – composta por homens e mulheres – para o estabelecimento do socialismo em transição para a sociedade sem classes, o comunismo.

No Brasil a emancipação da mulher se dará com a Nova Democracia e o Socialismo

Somente o socialismo, ao destruir a propriedade privada dos meios de produção, pode criar as condições para a erradicação de toda forma de opressão feminina. Primeiro ao integrar as mulheres na produção social, industrializando o trabalho doméstico, criando creches nos bairros e nas unidades de produção, o trabalho coletivo social no cuidado dos idosos, ademais do estabelecimento de igualdade de direitos e de fato para as mulheres, bem como o estímulo e acesso a todos os níveis de educação e funções de direção nas mais diferentes esferas da produção e atividades sociais e culturais. Todas essas transformações elevam como nunca antes a prática social das mulheres e em especial a sua participação na luta de classes.
No socialismo, estarão dadas todas as condições para que as mulheres avancem para sua completa emancipação e para o fim de toda a opressão feminina.
Por isso mesmo o movimento feminino revolucionário não despreza a luta das mulheres por demandas específicas, ao contrário, com base no princípio de unir toda a classe operária e demais massas trabalhadoras da cidade e do campo, liga indissoluvelmente estas demandas ao principal que é a luta política revolucionária pelo Poder proletário, o Socialismo no rumo do Comunismo. No Brasil, como nos demais países dominados pelo imperialismo, o Socialismo será alcançado através da luta pela Nova Democracia, revolução para a qual é necessário despertar a fúria das mulheres trabalhadoras secularmente represada como poderosa e imprescindível força revolucionária.

FRANCIA: Proximo Mitin Internacional sobre mayo y junio del 68, organizado por La Cause du Peuple y Proletari Comunisti


domingo, 17 de junio de 2018

PERÚ: Honor y Gloria a los héroes del Pueblo. ¡Viva el Día de la Heroicidad!

19 de junio "Dia de la Heroicidad".

PERÚ-  CON OCASIÓN DEL
19 DE JUNIO 1986 - DIA DE LA HEROICIDAD

“PODRAN VOLARNOS EN MIL PEDAZOS,
PERO NO PODRÁN QUEBRAR NUESTRA MORAL COMUNISTA”*
  
La carta llegó a nosotros, y la publicamosen tanto es un testimonio del más grave genocidio ocurrido en el país. Casi lúcida para un agonizante. Dramática y llena de esperanza.
   La misiva fue escrita cuando el Pabellón Azul, que los presos políticos, llamaban Luminosa Trinchera de Combate, había sido totalmente destruida por los bombardeos de morteros, bazucas y cañonazos de los marinos. El agonizante senderista, finalmente dejó de existir unto a más de 150 presos asesinados enesta isla penal.
     En todo momento –cuenta el testigo- los militares hicieron fuego desde lejos del pabellón. “No pudieron acercarse por el temor a perder más hombres”, dijo.
   En la tarde se reiniciaría la sangrienta ofensiva.
    “Cuando eran aproximadamente las dos de la tarde, un mortero explosionó atrás del muro, donde me encontraba. Allí perdí el conocimiento y no supe más hasta cuando desperté”.
   “Habría pasado una hora cuando recobré el conocimiento y vi el pabellón invadido por marinos. Comenzaron a identificar a los sobrevivientes, separando a los delegados de los otros compañeros. Separaron a cinco o seis y se los llevaron a la isla San Lorenzo, después no se supo más de ellos hasta hoy”.
    “Pude divisar en mi semi inconsciencia a un compañero que prácticamente se despedía de la vida, dando vivas al presidente Gonzalo y entonando cánticos. Apenas los marinos se percataron de esto, seacercaron a él y lo remataron.

EL FUSILAMIENTO

      “Creyendo que los militares iban a respetar las normas sobre prisioneros de guerra, quince compañeros decidieron abandonar su escondite en un sótano del mismo pabellón. Salieron con los brazos en alto para rendirse. Los marinos les ordenaron que se alineen con las manos en la pared del baño y procedieron a fusilarlos cobardemente”, señaló.
   En esos momentos, el testigo perdió el conocimiento, debido a la sangre que había perdido, y sólo lo recobró cuando se encontraba en la cama que hoy ocupa.
   “Con profundo cariño por amor a la verdad y la libertad. No tengo nada en mis manos que quede de la LTC, salvo este cenicero, trabajo de los prisioneros de guerra que hoy yacen sus cuerpos asesinados cobardemente”, empieza la carta.
    Luego continúa diciendo que “los reaccionarios generan disturbios y fracasan hasta su tuina final. Nada ni nadiepodrá derrotarnos , el rio aumenta su cauce natural, el desborde es una ley”.
   El combatiente afirma también que “el pueblo tiene su ley, luchar, fracasar. Volver a luchar podemos fracasar de nuevo.Volveremos a luchar hasta obtener la victoria que nos llama”.
   “Las sangres derramadas –prosigue- son estandartes que convocan a todo el pueblo a lograr lo que tanto hemos ansiado:el PODER, estamos condenados a triunfar, es una hermosa condena”.
  Agrega además que “nos podrán triturar,volamos en mil pedazos, pero, no podrán quebrar nuestra moral COMUNISTA,estamos dispuestos a  morir, la moral dela clase está en juego, hay que defenderla y lo haremos con sangre, dolor y lágrimas”.
   “¡Ah! Sólo la guerra conmoverá profundamentea los hombres hasta el último pliegue de su alma”.
   “Como combatiente de esta heroica LTC he sabido resistir tenazmente a los bombardeos de las FF.AA., reaccionarias genocidas deshonra de los héroes nacionales, valientes para matar y cobardes para morir. Otro día hablaremos de otros asuntos. Reafirmo mi compromiso con nuestra revolución mundial. Seguiré sus ejemplos de luchar por nuestro pueblo. Servir al pueblo de todo corazón sin ningún móvil personal, con total desinterés personal”, finaliza la carta.


(*) Publicado en el periódico “El Nuevo Diario” deLima y reproducido en el libro de Juan Cristobal “¿Todos murieron?”, Ediciones“Tierra Nueva”, Lima, Mayo de 1987, pp. 137, 138. Texto seleccionado y transcrito para Dazibao Rojo por R. Manzanares.

CHILE: Documento del MJP 8 DE MARZO: "¡VIVA EL DÍA INTERNACIONAL DE LA MUJER DEL PUEBLO!"

Hemos recibido el presente documento del MJP de Chile, del pasado día 8 de marzo, en el marco sobre la lucha contra la línea de feminismo burgues y pequeño burgues en la lucha de la mujer.

8 DE MARZO: ¡VIVA EL DÍA INTERNACIONAL DE LA MUJER DEL PUEBLO!

 MUJER Y REVOLUCION.
"la verdadera igualdad entre el hombre y la mujer solo puede alcanzarse en el proceso de la transformación socialista de la sociedad en su conjunto"
 
   Presidente Mao Tse Tung
                                                                                     
EL PROBLEMA DE LA MUJER Y LA FARSA DE LA “IGUALDAD DE GÉNERO”. 
La variedad actual de interpretaciones sobre la mujer en última instancia se aproximan a una de dos concepciones principales, la del proletariado o de la burguesía, las dos grandes clases antagónicas de la historia contemporánea. Para el proletariado el problema de la mujer es la doble opresión que pesa sobre ella: la opresión de las clases dominantes y la opresión de sexo impuesta por los hombres desde la aparición de la propiedad privada, las clases y el Estado; siendo principal la opresión de clase, porque la lucha de clases es la contradicción que impulsa el desarrollo de la sociedad y por tanto sienta las bases para eliminar de raíz la opresión de sexo. Contrariamente, la burguesía imperialista niega la existencia de clases, de lucha de clases y por tanto niega la opresión de clase. En consecuencia reduce el problema de la mujer a una relación consensuada entre sexos, niega la opresión de sexo, y la reemplaza por la “desigualdad de género”, para arrastrar a las masas femeninas al terreno jurídico, al plano de los derechos humanos, a una estéril lucha por la reducción de ésta desigualdad, tal como lo expresó Bachelet en el año 2010, en la ONU-Mujeres:
“Tenemos que decirlo siempre y en voz alta: los derechos humanos son universales. Y la igualdad de género, que es una expresión de esos derechos, también es universal”.
¿Qué es la mentada desigualdad de género? Los intelectuales de la burguesía desde mediados del siglo XX la propagandizaron hasta institucionalizarla incorporándola a los diccionarios, las constituciones, leyes y hasta en los mandatos de la ONU. El término género fue utilizado institucionalmente por primera vez en los congresos internacionales de psiquiatría de la década del cincuenta, intentando explicar la homosexualidad y el lesbianismo. La introducción del término género a la política, respondió en un comienzo al intento de esconder la crisis de la hipócrita moral feudal y burguesa, crisis que acompaña a la agonía en la que se hunde el sistema capitalista. Los intelectuales alcahuetes de la burguesía, restringieron la variable sexo al campo de la biología, a que defina solo la condición sexual de la persona, en tanto el género entró a registrar la forma como esa persona ejerce su sexualidad ¡¡independientemente de su sexo!! Así las deleznables prácticas del esclavismo griego representadas en la mitología por Ganimedes para el caso de los hombres o Helena de Troya para el caso de las mujeres (Engels, Origen de la familia), fueron institucionalizadas por la burguesía en un nuevo derecho burgués, el derecho de ejercer la sexualidad independientemente del sexo que se tenga. La “libertad de género” y la “igualdad de género” se convirtieron en la reivindicación central de las llamadas “minorías sexuales” (homosexualidad y lesbianismo), cuyos favores electorales han sido manipulados desde entonces hasta la actual modificación en algunos países, de la legislación sobre el matrimonio en un solo sexo.
Posteriormente desde los años 70 y 80, el término género fue utilizado (y así es desde entonces) para quitarle al capitalismo toda responsabilidad sobre la condición inferior que mantiene marginada a la mujer en la sociedad actual. Así al término género le agregaron nuevos significados sin abandonar su significado original (confusionismo propio de la mediocre intelectualidad burguesa). El género se definió como el conjunto de ideas que tiene una sociedad sobre lo que debe ser un hombre y una mujer, el rol social que deben cumplir y en consecuencia una ponderación, un valor dado por la sociedad a los hombres y a las mujeres, una valorización. Pero este valor dado ha sido y es desigual, por tanto hay una desigualdad de género, de la cual todos somos culpables, menos el capital. Esta es la clase de ciencia social que practica la intelectualidad burguesa creadora de tal charlatanería. Y así como ocurrió con las minorías sexuales, este nuevo enfoque del término género se ha convertido en la reivindicación central del feminismo burgués y pequeño burgués cuya meta es “la revalorización de la mujer”. Fascistas (como el militar Velasco en el Perú de los años setenta), allendistas, miristas, bolivarianos y trotskistas (de Chile actual), sin mayor esfuerzo creativo plantean en común luchar por la “equidad de género” y la revalorización de la mujer; el anarquismo aparentemente más radical, plantea también igualdad de género y revalorización de la mujer, por medio de la “disidencia sexual” y la “defensa de lesbianas, transexuales y homosexuales” (heroico aporte de la agrupación ‘Acción feminista libertaria’). En medio de esta fauna, lo que le interesa al imperialismo es utilizar estas bravuconadas para propagandizarlas en su favor, y es así que la ONU-Mujeres a definido al género como un sistema de jerarquías y desigualdades,  un conjunto de relaciones de poder entre el hombre y la mujer y no entre una clase social y otra; y que para superar esta situación hay que considerar la desigualdad como una discriminación negativa a la que hay que oponerle otra discriminación positiva constituida por medidas como los programas y subsidios estatales orientados a la mujer, es decir, la táctica imperialista de sobornar a una parte de la masa para neutralizar la explosividad popular generada por la explotación y la opresión.
La intelectualidad burguesa cree haber dado un gran paso adelante al afirmar que la mujer es un ser social pues dice que ya no está definida por los atributos sexuales de su biología (variable sexo), sino por el rol y valor que la sociedad le otorga (constructo género); sin embargo un ser humano no es un ser social por lo que los demás hablan de él, sino por las relaciones sociales que él entabla con los demás en la economía, en la política y en la cultura de una sociedad, relaciones sociales que tienen un desarrollo histórico y esas relaciones sociales son, desde la aparición de la propiedad privada, de las clases y del Estado, son relaciones de explotación y opresión.   
LAS CAUSAS DEL PROBLEMA DE LA MUJER.
Las clases explotadoras siempre han planteado su teoría de que la naturaleza humana es independiente de las condiciones sociales, y como parte de ella, la teoría de la naturaleza inferior de la mujer, “el sexo débil”, independiente también del desarrollo histórico de la sociedad.
Para el proletariado, para el marxismo-leninismo-maoísmo, no existe la naturaleza humana inmutable, el ser humano es un conjunto de relaciones sociales históricamente conformadas y que cambian según el desarrollo histórico de la sociedad. Estas relaciones sociales son las relaciones de propiedad, la forma de propiedad que se ejerce sobre los medios de producción y en segundo lugar las relaciones productivas que sobre esas relaciones de propiedad se levantan. En este contexto para el marxismo leninismo maoísmo, la doble opresión de la mujer surge con la aparición de la propiedad privada, las clases y el Estado.
La explotación y opresión de clase surgieron cuando la propiedad común fue reemplazada por la propiedad privada de los medios de producción (relaciones de propiedad), y en consecuencia la sociedad sin clases donde todos trabajaban fue desplazada por la sociedad de clases donde las clases propietarias viven del trabajo ajeno (relaciones productivas).
La opresión de sexo sobre la mujer, surgió en idénticas condiciones sociales que la opresión de clase. La naciente explotación y opresión de unas clases por otras, requería destruir el fundamento organizativo del régimen comunista primitivo: el derecho materno, reemplazándolo por el derecho paterno. Federico Engels escribió en ‘El origen de la familia’:

“las riquezas, a medida que iban en aumento, daban, por una parte, al hombre una posición más importante que a la mujer en la familia y, por otra parte, hacían que naciera en él la idea de valerse de esta ventaja para modificar en provecho de sus hijos el orden de herencia establecido. Pero esto no podía hacerse mientras permaneciera vigente la filiación según el derecho materno. Este tenía que ser abolido, y lo fue”.
“Así quedaron abolidos la filiación femenina y el derecho hereditario materno, sustituyéndolos la filiación masculina y el derecho hereditario paterno”.
“El derrocamiento del derecho materno fue la gran derrota histórica del sexo femenino en todo el mundo. El hombre empuñó también las riendas en la casa; la mujer se vio degradada, convertida en la servidora, en la esclava de la lujuria del hombre, en un simple instrumento de reproducción. Esta baja condición de la mujer, que se manifiesta sobre todo entre los griegos de los tiempos heroicos, y más aún en los de los tiempos clásicos, ha sido gradualmente retocada, disimulada y, en ciertos sitios, hasta revestida de formas más suaves, pero no, ni mucho menos, abolida”.
Esta doble opresión de la mujer ha evolucionado a lo largo de los estadios de progreso de la historia con el esclavismo, el feudalismo y el capitalismo hasta su fase superior actual, el capitalismo imperialista. Pero es este último sistema, el capitalismo, el que ha incorporado a la mujer al trabajo y ha declarado como parte de los derechos universales burgueses, la igualdad de la mujer y el hombre, que no pasa de ser una igualdad jurídica formal, que solo existe en la letra pero no en la realidad. Al incorporar a las mujeres al proceso productivo, el capitalismo las ha transformado en proletarias y trabajadoras y por tanto con la capacidad para desarrollar lucha reivindicativa, participar directamente en la lucha de clases e incluso en la revolución..    
Para el imperialismo y demás clases explotadoras, que niegan la lucha de clases y defienden su sacrosanta propiedad privada de los medios de producción, la causa, no de la doble opresión de la mujer, ni siquiera de la opresión de sexo pues no reconocen ninguna, la causa de su farsante “desigualdad de género” que plantean, radica en la división del trabajo por sexos, de esta manera plantean reducir la desigualdad (¡reducir!), incorporando a la mujer a la actividad productiva, solución muy conveniente para la explotación del trabajo femenino por el capital. Al respecto la reaccionaria Bachelet dice:
“Como es sabido, una de las principales causas de las desigualdades de género en el mercado laboral es la persistencia de la división sexual del trabajo que impone a las mujeres una mayor responsabilidad en la crianza de los hijos y la atención de las labores domésticas. Esto influye por supuesto en la distribución del tiempo de trabajo de hombres y mujeres en las áreas productiva y reproductiva”.
Esta división del trabajo por sexos, según los imperialistas, ha reducido a la mujer al ámbito doméstico y a ocupaciones menos importantes que las del hombre de lo que se deduce que lo que hay que hacer es impulsar el “empleo decente y productivo” femenino creando condiciones favorables a través de dos políticas, la política de “corresponsabilidad social” aplicada por los empresarios y la política de discriminación positiva con empoderamiento aplicada por los viejos Estados.
Para el imperialismo, tal como lo repite su marioneta Bachelet, la corresponsabilidad social significa lo siguiente:
“Las empresas pueden aportar desde el desarrollo de códigos de buenas prácticas y otras formas de compromiso voluntario; fomentar la participación de mujeres empresarias en las instancias directivas”; “que los departamentos de recursos humanos tengan roles más activos, se brinden los cuidados infantiles necesarios para que las madres trabajen con tranquilidad, organizar los tiempos de trabajo de manera de ser “amigables con la familia”, entregando a la vez mayor “control” de los trabajadores sobre su horario laboral”.
En resumen, partiendo del respeto a la propiedad, el incremento de trabajo femenino requiere cierto compromiso voluntario de los empresarios en proporcionar lo necesario para el cuidado infantil (guarderías) y un horario de trabajo flexible que le permita a la mujer atender sus labores domésticas. Por su parte mientras la discriminación positiva significa que los Estados deben aplicar “medidas que permitan que las mujeres actúen en pie de igualdad” (guarderías públicas por ejemplo); el empoderamiento implica colocar mujeres en determinados puestos del Estado. Esta es la posición del imperialismo sobre el problema de la mujer.
Estas viejas tesis imperialistas que hemos revisado, están siendo aplicadas desde hace mucho tiempo en Chile. Las medidas tomadas por los gobiernos de las últimas dos décadas sobre la mujer chilena, demuestran su preocupación por contar con la mano de obra femenina que es más barata y según ellos menos conflictiva. Las clases dominantes a través de su viejo Estado, incentivan el trabajo femenino por medio de los programas sociales para jefas de hogar y para micro empresas familiares con el objetivo de mantener los salarios bajos de los hombres. Las reglamentaciones laborales presentadas por los periodistas como grandes logros en la igualdad de género y en la revalorización de la mujer, son letra muerta para las mujeres del pueblo que trabajan en los fundos y agroindustrias de los terratenientes, en las fábricas, bancos y grandes tiendas del capitalismo burocrático y en las escandalosas residencias de las clases altas. La red nacional de guarderías no cubre ni la décima parte de la demanda, las que existen, atraviesan una crisis crónica por su exiguo presupuesto, por la corrupción de sus altos funcionarios y por el mal trato laboral dado a sus profesionales, quienes han levantado movimientos huelguísticos desde hace varios años. Las frases inventadas como ‘femicidio’ no han detenido la estadística de agresiones, las oficinas de defensa de la mujer son salas infestas que albergan la hipocresía de la burocracia y el papeleo de la legalidad burguesa, los tribunales familiares y salas de conciliación son una muralla donde las demandas de las mujeres rebotan hacia su ámbito original: la casa, demostrando así que la burguesía no solo es incapaz, sino que no quiere resolver tales cuestiones. Esta aborrecible condición, no la sufren todas las mujeres chilenas por igual. En las clases dominantes, donde las mujeres mantienen una posición social privilegiada como profesionales y propietarias de capital, ellas son consideradas embelesadamente como “mamíferos de lujo”. En el pueblo explotado, las mujeres obreras, trabajadoras, campesinas y de la pequeña burguesía (pequeñas comerciantes, profesionales, estudiantes), soportan junto a los hombres del pueblo, la misma explotación y opresión de las clases dominantes, de manera directa cuando trabajan para un patrón o de manera indirecta cuando están dedicadas a la actividad doméstica del hogar. En las masas más pobres la opresión de sexo se relaja debido a la ausencia de propiedad y a la presencia de gran miseria, siendo las mujeres más proclives a marchar junto con los hombres, en la lucha por sus demandas. Para controlar este ímpetu de las mujeres del pueblo, el reaccionario y pro-imperialista gobierno de Bachelet, les entregó a sus aliados, los renegados del marxismo del falso pc de Teiller, el ministerio de la mujer. Esta alianza no fue una novedad. Por mencionar solo las dos décadas pasadas, los gobiernos reaccionarios han utilizado velada o abiertamente los favores del viejo revisionismo organizado en el falso partido comunista. Estas alianzas han evolucionado desde los acuerdos reservados de Gladys Marín, expresidenta del falso pc, con El Sr. Insulza o con Belisario Velasco (ministerio del interior), pasando por el apoyo electoral que les dieron a Lagos y Bachelet, hasta la participación de estos vendidos revisionistas del falso pc en el segundo gobierno de Bachelet. Claudia Pascal la renegada del marxismo que fue ministra de Bachelet, dijo:
“Por fin las mujeres en Chile cuentan con una institución al más alto nivel del Estado. El Ministerio de la Mujer y la Equidad de Género hace realidad un sueño de miles de mujeres y de sus organizaciones que han luchado por sus derechos”.
“En este día histórico, muchas mujeres están presentes, mujeres de distintos pensamientos, edades e historias, todas comprometidas con un deseo: que las mujeres en nuestro país tengan más derechos, más autonomía y puedan vivir en libertad en un país que respeta sus derechos”.
Estas son las sandeces con las que el viejo revisionismo allendista a reemplazado las tesis del marxismo, afirmar que el viejo Estado chileno respeta los derechos del pueblo demuestra una vez más que estas ratas han adjurado del marxismo y de la revolución, y se han pasado por completo a las filas de la contrarrevolución.
LA LUCHA POR RESOLVER EL PROBLEMA DE LA MUJER.
“Las mujeres como los hombres son reaccionarias, centristas o revolucionarias, no pueden, por consiguiente, combatir juntas la misma batalla. En el actual panorama humano la clase diferencia a los individuos más que el sexo”.
                                                                                                                              José Carlos Mariátegui
La burguesía otorga igualdad jurídica formal entre sexos pero no puede aplicarla porque mantiene su sistema de explotación y opresión del trabajo ajeno; por tanto, es incapaz de resolver el problema de la mujer, solo la revolución comunista puede resolverlo en todo el mundo. El movimiento comunista internacional tiene en última instancia, dos objetivos: el objetivo inmediato de la conquista del poder en cada país y el ingreso de todo el mundo al comunismo. El primer objetivo, la conquista del poder en cada país, elimina la explotación del trabajo ajeno, sentando así la verdadera base material para la igualdad jurídica real entre sexos; sin embargo aún quedará el trabajo doméstico y el cuidado infantil hecho por familias individuales. El segundo objetivo de ingresar al comunismo, se logrará tras la heroica construcción del socialismo en todo el mundo, aboliendo la propiedad, las clases y el Estado; en este proceso, el socialismo eliminará el trabajo doméstico individual por medio de la industrialización de las labores domésticas y la creación de una cultura socialista, condiciones necesarias para completar la emancipación de la mujer. Mariátegui, gran marxista leninista latinoamericano, dice:
“A medida que el sistema socialista reemplace al sistema individualista decaerán el lujo y la elegancia femeninos... La humanidad perderá algunos mamíferos de lujo; pero ganara muchas mujeres. Los trajes de la mujer del futuro serán menos caros y suntuosos; pero la condición de esa mujer será digna. Y el eje de la vida femenina se desplazara de lo individual a lo social... Una mujer, en suma, costara menos, pero valdrá más”.
La emancipación de la mujer no es un sueño para el futuro. Los revisionistas sueñan, los anarcos sueñan. Los maoístas no tenemos sueños, tenemos metas y planes, organización y acciones. Decimos abiertamente que la emancipación de la mujer se inicia con la conquista del poder, pues solo así se logra la igualdad efectiva de sexos ante la ley; y que se completa la emancipación de la mujer al ingresar al comunismo, a la sociedad sin clases, pues se logrará la igualdad de sexos ante la vida. Eso es una meta. Discrepamos de quienes plantean “la conquista del poder proletario emancipará a la mujer”, y también “por la emancipación de la mujer a través de la conquista del poder”; lo correcto es decir la emancipación de la mujer a partir de la conquista del poder, y que se completará con el ingreso al comunismo.
La conquista del poder requiere una revolución, y toda revolución solo puede hacerse con guerra popular dirigida por un Partido Comunista de nuevo tipo militarizado, lo que pone como tarea necesaria, recuperar los partidos comunistas de las fauces del revisionismo vendido, es decir, la reconstitución de los partidos comunistas. Sin la participación de la mujer no hay revolución, sin revolución no hay conquista del poder, y sin la conquista del poder, la emancipación de la mujer no puede iniciarse. Las mujeres del pueblo deben incorporarse, deben organizarse progresivamente en las filas de la revolución, desde la misma reconstitución; esta participación, es ya los preparativos en el largo proceso de su emancipación. El que sea prolongada no justifica dejar sin hacer las cosas, no se puede postergar las cosas, las tareas de la revolución no pueden ocupar el segundo lugar, la revolución no es una jornada laboral, con hora de ingreso y salida, no es un paseo, unas horas libres para después regresar a casa, a las sabanas, como si fueran un refugio libre de la lucha de clases, como si eso fuera posible. La revolución no espera caridades, limosnas, huiltrafas, quien las da que se las trague; la revolución es una obra grandiosa, en la que solo grandes sacrificios conllevan a grandes victorias, la revolución requiere revolucionarios profesionales, formados teórica y prácticamente, entregados 24 horas a la revolución, a la destrucción del viejo orden y la construcción del nuevo. Esto es la emancipación de la mujer, una parte del proceso revolucionario que ha comenzado ya, y no va a volver atrás.
¡Por la emancipación de la mujer a partir de la conquista del poder!
¡Abajo la farsa de “igualdad de género” del imperialismo, la gran burguesía y terratenientes!
¡Incorporar a las mujeres del pueblo a la revolución, desde la misma reconstitución del Partido Comunista!
Movimiento Juvenil Popular
MJP
Chile, Marzo 08, 2018

sábado, 16 de junio de 2018

PERÚ: Documento del MPP (CR) Acerca de la situación política del país.



¡Proletarios de todos los países, uníos!
ACERCA DE LA SITUACIÓN POLÍTICA  DEL PAÍS

¡Elecciones, No! ¡Guerra Popular, sí!
No podemos marchar bajo consignas y banderas contrarias a la clase y el pueblo como la que pretende solucionar la actual crisis política del régimen fascita, genocida y vendepatria encabezado por el peón del imperialismo yanqui Vizcarra,: movilizándose bajo la consigna: ¡Que se vayan todos!, detrás de la cual se ofrece como “solución”  para el recambio de autoridades el "golpe" o el "autogolpe" para cerrar el Congreso y convocar a nuevas elecciones parlamentarias o generales.

La sociedad peruana semifeudal y semicolonial donde se desenvuelve un capitalismo burocrático sujeto al imperialismo principalmente yanqui se debate en su crisis general y última. Lo que corresponde es barrerla junto con el viejo Estado que la representa y defiende, proceso de barrimiento que ha comenzado con el inicio de la guerra popular el 17 de mayo de 1980.

Pese a la actual situación del recodo y la inflexión de la guerra popular, el barrimiento parte por parte de la vieja sociedad de explotación y opresión y del viejo Estado terrateniente-burocrático al servicio del imperialismo continua su camino invencible y cobrará nuevo impulso con la culminación de la tarea aún pendiente de la Reorganización General del PCP.

El proletariado y el pueblo de nuestro país clama por la dirección del partido, del heroico combatiente, para desarrollar sus luchas contra la mayor explotación y opresión  por las tres montañas (el imperialismo, la semifeudalidad y el capitalismo burocrático) y su mayor incorporación a la guerra popular para llevar adelante la revolución democrática hasta su culminación y luego pasar ininterrumpidamente a desarrollar la revolución socialista.

La actual situación política en nuestro país esta expresando un mayor desarrollo de la situación revolucionaria en desarrollo desigual con una mayor agudización de la crisis del viejo Estado y del régimen fascista, genocida y vendepatria encabezado ahora por el peón yanqui Vizcarra, con agudización de las contradicciones entre las facciones y grupos de la gran burguesía, por un lado, y un desarrollo de la lucha de las masas contra este sistema de explotación y opresión y las medidas del gobierno que descarga sobre sus espaldas escuálidas las consecuencias de la mayor crisis económica y la mayor venta del país al imperialismo, mayores recortes de derechos y más represión, por el lado del pueblo.

El actual régimen fascista, genocida y vendepatria establecido después del llamado “autogolpe de Fujimori” (abril de 1992) muestra su fracaso en el cumplimiento de sus tres tareas reaccionaria: de reimpulsar el capitalismo burocrático, reestructurar el viejo Estado y aniquilar la guerra popular.

Este régimen se ha mantenido pasando por diversas crisis con cambios de gobiernos como el del mismo genocida Fujimori hasta el golpe palaciego de Vizcarra contra su patrón, el yanqui Kuczynski, en abril último. Se mantiene tambaleante pese a todas sus crisis, a través de los cambios de Presidente, basado en dos pilares, que también son los pilares del sistema de dictadura del Estado terrateniente-burocrático, esto son: la burocracia estatal y las Fuerzas Armadas, policiales y auxiliares.

La particularidad de este régimen es que la burocracia estatal garantiza su continuidad, conformada por “técnocratas”, es decir políticos reaccionarios cuyo orígen viene de ser funcionarios -fuera de la llamada carrera pública y tampoco son electos - provenientes de la actividad privada (monopolios nacionales o extranjeros), formados por el imperialismo yanqui en sus universidades y organismos internacionales como el BM, FMI, AID, BID, etc., algunos han tenido algúna relación con uno u otro partido reaccionario, pero esto es irrelevante y muchos de ellos han servido desde Fujimori hasta el actual. Estos funcionarios “tecncratas”-como suelen llamarse- son los vice-ministros y secretarios generales de los ministerios y otros organismos, todos ellos son siervos del “neoliberalismo” y de la “globalización”. Para muestra el nuevo o flamante ministro de Economía y Finanzas (MEF), Carlos Oliva cuyo curriculum aparece en los diarios peruanos y quien declaró en entrevista a El Comercio (15.06.18):

Pegunta de El C: "Con su llegada, ¿hay un cambio de forma o de fondo en la gestión del MEF?
Respuesta del nuevo ministro:De forma, seguramente que sí. Tengo experiencia en este ministerio y la voy a usar para hacer las cosas como creo que se deben hacer. Para poder comparar tendría que saber cuál fue el destino del ministro anterior, pero no puedo saber cómo se relacionaba con el gabinete. Supondría que hay diferencias, como con cualquier otra persona. Respecto al fondo, en el MEF en los últimos 25 años ha habido una política institucional con una dirección muy clara, y es la que voy a mantener. De ahí a que haya matices, es lo normal".

Pregunta de El C: "Hay percepciones de que el MEF ha perdido su rol de súper ministerio. ¿Cómo revertir esto?
Respuesta del ministro: Eso cae por su propio peso. Con el estilo y conocimiento que tengo del ministerio, creo que el MEF no ha dejado de ser fuerte, pero hay percepciones. A veces hay grupos que se tratan de aprovechar de esa percepción y lo que espero demostrar con mi trabajo es que esa percepción es errada, que el MEF sigue siendo un ministerio con las cosas muy claras. Esa fortaleza tampoco significa que es un MEF que no conversa y traba las cosas, va a ser un MEF fuerte porque sus posiciones van a ser siempre bien refrendadas y sustentadas; pero al mismo tiempo se trata de escuchar las distintas opciones en todo ámbito".

En cuanto al parlamento, está caracterizado por su debilidad resultante del régimen establecido por la “constitución del 93” y por la bancarrota de los partidos políticos reaccionarios y del oportunismo.

Ninguna ley importante, en los cerca de 26 años que van de este régimen, ha pasado por los congresistas, estos son cada vez más irrelevantes. En los diferentes períodos legislativos no se han aprobado leyes sustantivas, las que son aprobadas por el Ejecutivo a través de diferentes mecanismos. Dice, al respecto, un estudio: “El porcentaje de congresistas que son reelegidos disminuye cada año, creando un Congreso de políticos aficionados. Entre el 2006 y el 2011 (es decir hasta la anterior legislatura, que terminó el 2016, nota nuestra) solo el 12 por ciento de los titulares fueron reelegidos. Del 32 por ciento de escaños en el Congreso, que la coalición de Humala ganó en 2011, más del 70 por ciento fueron rellenado por legisladores elegidos por primera vez. En tales circunstancias, el ejecutivo, especialmente su ministerio principal, el MEF, se ha convertido cada vez más en el motor legislativo del país. Otras fuerzas políticas en Perú sufren una precariedad similar. El venerable APRA, a pesar de su tradición y control de la presidencia entre 2006 y
2011, tiene solo 4 de 130 congresistas”.

Eso fue hasta la legislatura pasada, en la presente legislatura, las cosas empeoraron y el “partido” que obtuvo la mayoría parlamentaria por encima del 70 por ciento de los representantes, solamente el 10 por ciento de estos eran “militantes” o mejor dicho estaban inscritos en los padrones partidarios de FP, la mayoría pues proviene de agrupaciones de gamonalillos locales, como los representantes de Puno muy conocidos por los escándalos que han provocado.

Bancarrota del parlamento, bancarrota de los partidos  que se ve con mayor claridad en que los diferentes gabinetes ministeriales han sido ocupados por ministros que vienen de los partidos (27 por ciento en el de Toledo, 24 por ciento bajo García hasta llegar a un sólo ministro en el tercer gabinete de Humala, Ana Jara) el resto fuerón empresarios o “técnicos”. Los llamados ministros no políticos son la mayoría. En el de PKK y en el actual la tendencia a continuado en cuanto a los ministros designados y su orígen está en las instituciones del imperialismo. Es una torpeza decir “ministro técnico”, porque los ministros ejercen cargo político, son políticos, pero esa denominación sirve bien para ilustrar el carácter fascista del régimen inagurado con el "autogolpe" del 5 de abril de 1992.

 Sumar a lo anterior, que algunos de los altos representantes del Estado son provenientes de los organismos corporativos, que se han continuado montando en todo este período y se verá que no estamos ante un “régimen de partidos” “sostén de la democracia”, caso del Consejo Nacional de la Magistratura, Organismos Educativos, Jurado Nacional de Elecciones, y su incidencia en la conformación del llamado Poder Judicial y Ministerio Público. Así se podrá explicar como un partiducho revisionista como patria rota (PR) puede tener una presencia en los mismos y manejarlos en connivencia con el Apra y el Fujimorismo para el negociado en el  reparto de los nombramientos de magistrados.

Ni que hablar de las regiones y de las municipalidades a todo nivel. Agregar a esto los llamados programas de asistencia social que le dan base a este corporativismo y régimen clientelar del cual salen los “clubes electorales”, porque no se pueden llamar partidos, que son los que nombran las listas de candidatos para las diferentes elecciones. Pero el régimen para presentarse como “legítimo”, para buscar “legitimidad” para su guerra contrarrevolucionaria de “Baja Intensidad” dirigida por el imperialismo yanqui, necesita las elecciones para el recambio de autoridades. Más aún ahora, para tratar de legitimar a su nuevo cabeza, el peón del BM y la Sourthen yanqui, pero el rechazo de las masas contra él avanza a tambor batiente.

De esa precariedad política de los partidos, desde ese ambiente político caracterizado por la decadencia, propia del hundimiento del sistema, ahondado por la institucionalidad política generada por el régimen fascista se mueve la arena electoral, ahora para las elecciones regionales y municipales. Además de todo lo que siempre hemos sotenido, además por todo lo que solo hemos reseñado, las elecciones son  una farsa macabra contra el pueblo. Por eso cabe llamar a boicotear las elecciones para recambio de autoridades, en este caso regional y local bajo nuestra consigna ¡Elecciones, No! ¡Guerra Popular, sí!

 Pero volvamos al actual gobierno de PKK y luego su continuación Vizcarra. La situación que se presentó en las elecciones de 2016, es que como consecuencia de las crisis del viejo Estado y del propio régimen, el nuevo gobierno que fue designado (cambio de caballos en el Ejecutivo) no tenía una mayoría parlamentaria propia.

Al yanqui Kucsynski (PPK) se le presentó de acuerdo a la “constitución” fascista de 1993, constitución que centraliza el Poder en el Ejecutivo y donde el parlamento “sólo sirve para perfumar los pedos del presidente”, la posibilidad de gobernar sin tener en cuenta a la mayoría parlamentaria, que es de la candidata que no fue designada para la presidencia, esto es Keiko Fujimori de Fuerza Popular (FP, partido fujimorista), pero el yanqui PPK prefirió la convivencia con Fuerza Popular (el partido  encabezado por Keiko Fujimori, la hija del genocida y patriarca de esa agrupación) dado que gobierno tenía una tarea reaccionaria específica, que era la de otorgar el “perdón” a los genocidas civiles y militares por los crímenes cometidos en la guerra contrarrevolucioaria ( comenzando por el fascista, genocida y vendepatria Fujimori vía gracia presidencia). Es decir declarar formalmente la impunidad para estos.

 Además, porque él (PPK) tenía “yaya”, es decir tenía que negociar el indulto con FP y los Fujimori a cambio de la propia impunidad, pues PPK estaba comprometido en serios escándalos de corrupción desde que fue Primer Ministro y ministro de Economía del corrupto “yanqui con chuyo” (Toledo) hasta la misma financiación de sus dos campañs electorales. El yanqui PKK salió designado como representante de un frente de fuerzas reaccionarias y oportunistas que se agrupaban bajo el “antifujimorismo” o el “no a Keiko” en la segunda vuelta. Recordar las grandes manifestaciones convocadas por el colectivo  “No a Keiko” después de la primera vuelta el 2016.

Como todos sabemos la colusión y pugna se desarrollo entre FP y PPK y de la cual ambos salieron partidos, PPK otorgó el indulto al genocida Fujimori en cumplimiento del acuerdo con parte de FP, con Kenyi Fujimori y su grupillo, quienes lo apoyaron contra la moción de censura interpuesta por su propio partido contra PPK. FP planteo la censura conspirando con el propio vicepresidente de PPK, el peón del Banco Mundial y de la Southen Co Co, la gran minera yanqui que tiene su principal centro de explotación de minerales en la Región Moquegua, de donde fue presidente regional este sujeto miserable. Es con la venta del país, con la venta de la riqueza de las minas al imperialismo yanqui via esta empresa monopolista yanqui, que Vizcarra solventó su gobierno regional, con la venta del país, pero como dicen los ayayeros de siempre “no importa hizo obra”. Entonces debe su carrera política a la vicepresidencia y por tanto a la presidencia a este hecho.

Con ello la Keiko y FP no sólo tienen el control del parlamento, que es poca cosa como hemos visto, sino a través del “golpe palaciego” tienen también su hombre encabezando el Ejecutivo.

Todo esto a atizado las contradicciones de los de arriba, entre las facciones de la gran burguesia y sus grupos, la compradora representada por los diversos agrupamientos de los oportunistas y sectores remanentes del PN de Humala y otros grupos y partiducho de la misma facción compradora como Acción Popular, etc. vienen reclamando el cierre del parlamento bajo los gritos de que se vayan todos. Movadef también está en la colada y llama a luchar por una nueva constitución. Todos ellos tratando de manipular a su favor el descontento creciente de las masas y el odio contra sus opresores para uncirlos al carro electoral a la vez que despliegan su propaganda fascista contra “los políticos” y contra “el parlamento” haciendo recordar a lo que decía Fujimori antes del “autogolpe” de 1992.

Esa es la coyuntura política que va de ahora a después del 2021 (cuando se cumplen doscientos años de la declaración de independencia de España), todo se les junta, agregar las elecciones a las regiones y las municipalidades el próximo octubre, que devienen cruciales para el régimen y su cabeza, para tratar de “legitimarse” pues no ha sido bendecido como presidente por los votos.

Ya vemos como esta la arena electoral como una olla de grillos en cada partido o “club electoral” a nivel regional y local, mutuas acusaciones de corrupción, procesos penales de unos y otros, cuestionamientos a las designaciones internas. Bueno, así ha sido y así será, aún peor.

 Estas elecciones en marcha son parte de la presente conyuntura signada por la crisis del viejo Estado y el descontento y protesta creciente de las masas contra él.

Pero además están a la vista las proximas elecciones presideciales y la suerte de este parlamento. Aquí la cuestión se presenta más complicada al interior de la reacción, del viejo Estado terrateniente burocrático, esto determina una coyuntura difícil y llena de peligros para la reacción y por lo tanto inmejorables condiciones para la revolución, para avanzar en la Reorganización General del Partido Comunista del Perú (PCP) impulsando la lucha de las masas en el campo por la tierra y en las ciudades por sus reinvidicaciones económicas y derechos para incorporarlas a la guerra popular.

Clave es vivir con ellas, trabajar con ellas y luchar con ellas para ganarlas y no dejar uncirlas al carro de la reacción, no dejar manipular a las masas para ponerlas tras una de las dos fracciones en pugna o de los diferentes grupos o intereses en que estas se dividen. Por eso es necesario estar claros en el carácter de clase del movimiento que se presenta bajo el eslogan: "Que se vayan todos los corruptos".

Vamos al grano. Este “movimiento” surgió después de la primera vuelta de las elecciones de 2016 para apoyar al yanqui PKK contra la Keiko. Luego se reimpulsó cuando la mayoría de FP (de la Keiko) planteó en el parlamento el baloteo del yanqui PKK.  Recordemos, diversos colectivos, como “No a Keiko” y “Contra el golpe y la corrupción” unieron fuerzas para manifestarse el miércoles 20 de diciembre contra los casos de corrupción en el país. “Que se vayan todos los corruptos”, es el nombre de la movilización. Allí había una serie de intereses contrapuesto o encontrados que concurrian, los del propio PKK para permanecer en la presidencia, los de Alán García para que se adelanten elecciones no solo para el Congreso sino también presidenciales, los de los revisionistas, etc.

Hoy el peón yanqui Martín Vizcarra es el presidente hasta las elecciones del 2021 sino pasa otra cosa. El gobierna junto con FP (Keiko) y APP, quienes no están interesados por nuevas elecciones, desean la continuidad. Dicen es lo que más conviene a la gobernabilidad. Pero hay intereses del peón yanqui por fortalecer su posición ante su socio/a accidental, entonces le conviene estas movilizaciones para presionar a su favor en la colusión y pugna reaccionaria que les corroe. Gente de este peón yanqui y otros por cuenta propia en las diversas instancias del Estado y fuera de él también juegan la carta del cierre del Congreso, que siempre será una posibilidad (“constitucional” además). Esta corriente quiere crear un movimiento político teniendo como cabeza a este individuo miserable, ofreciendose al “nuevo plan” yanqui y de las Fuerzas Armadas genocidas de gobierno de 20 años. Revisionistas y oportunistas de siempre también han mostrado su corazoncito por este sirviente de los yanquis. Son muchos intereses reaccionarios encontrados en juego lo que agrava la coyuntura actual para la propia reacción.

Los organizadores de la primera marcha “han resaltado cuáles son los 4 ejes en los que se basa la movilización :

    “Frente a la corrupción generalizada que implica a los cuatro últimos presidentes democráticamente electos, incluyendo al actual presidente Pedro Pablo Kuczynski así como a la ex-candidata Keiko Fujimori”.

    “Frente a la solicitud de vacancia que enfrenta el presidente Pedro Pablo Kuczynski”.

    “Frente a la amenaza autoritaria y golpista del fujimorismo, que nos conduce hacia una democracia tutelada y la captura de todo el poder del Estado”.

    “La grave crisis política que vivimos es responsabilidad del conjunto de partidos políticos y gobernantes implicados en hechos de corrupción, que han usado y deslegitimado la democracia, empobreciendo al país y arrebatándonos derechos y posibilidades de vida justa y digna, por lo cual hacemos un llamado a los colectivos, organizaciones y movimientos sociales, así como a las fuerzas políticas democráticas y patrióticas a sumarnos en un frente ciudadano que nos permita recuperar el país y sus instituciones.”


Esto confirma lo que hemos dicho y la forma como se maneja desde las “redes sociales” que luego alcanzan amplia covertura en los medios de comunicación de los grandes monopolios de los medios lo que pone el asunto en la agenda del público, ver como se realizó la campaña electoral de Trump en EE.UU. Todo hace ver también la mano de los servicios de inteligencia y que actúan de acuerdo a plan. Cómo se resolvio en la fiscalia y juzgado lo de la quema del auto policial da más motivos de pensar.

Por todo ello, no estamos de acuerdo que algunos diciendo que están del lado del pueblo traten de jalar agua para el mismo molino de quienes promueven la campaña "Que se vayan todos", es decir jalar aguas tras el carro de quienes promueven los intereses de una u otra facción o grupo reaccionario cuando lo que corresponde a la clase y al pueblo es enarbolar la consigna de “¡Elecciones, No! ¡Guerra Popular, si! Con los cuatro pro y los cuatro contras.

Tampoco podemos servir a sembrar confusión enarbolando consignas justas contra el sistema de opresión y explotación y el gobierno que lo representa para luego, como de contrabando, meter las consignas de los que desde inicios del gobierno de PKK propugnan el “autogolpe” en un intento de solucionar la crisis política que padece el régimen establecido en la constitución de 1993.

Finalmente todos los hechos revelan la creciente reaccionarización del viejo Estado peruano; el régimen fascista, genocida y vendepartria hoy encabezado por el peón yanqui Vizcara con el apoyo de la Keiko (FP) y otros, cruje y se tambalea. Se comprueba más la fragilidad del viejo Estado peruano y de sus instituciones.  Marcha más hacia la centralización absoluta y en concreto absolutismo del Ejecutivo para traspasarlo a las Fuerzas Armadas fascistas y genocidas. Este es el régimen fascista al que algunos quieren ayudarle a sacar la papa caliente.

En cuanto a la situación de las masas, la contradicción masas-gobierno se va a agudizar más; muestra que las masas no olvidan lo aprendiendo de la guerra popular, potencian y elevan sus luchas y siguen desenvolviéndose dentro de la tendencia a mayor desarrollo de la situación revolucionaria, es decir magnificas condiciones para su incorporación a la guerra popular. Eje es cumplir la tarea de la Reorganización General del PCP.

¡ DEFENDER LA SALUD Y LA VIDA DEL PRESIDENTE GONZALO CON GUERRA POPULAR!


Movimiento Popular Perú (Comité de Reorganización)

Junio de 2018

Celebrando con júbilo el 124° aniversario del nacimiento del Amauta José Carlos Mariátegui


Nace el 14 de junio de 1894, José Carlos Mariátegui, fundador del Partido Comunista del Perú
"Si la revolución exige violencia, autoridad, disciplina, estoy por la violencia, por la autoridad, por la disciplina. Las acepto, en bloque con todos sus horrores sin reservas cobardes"  
José Carlos Mariátegui

-
“En síntesis, Mariátegui era marxista-leninista; más aún, en él, en Mariátegui, en el fundador del Partido, encontramos tesis similares a las que el Presidente Mao ha establecido a nivel universal. En consecuencia, para mí concretamente, Mariátegui sería hoy marxista-leninista-maoísta; y esto no es especulación, es simplemente producto de la compresión de la vida y obra de José Carlos Mariátegui.”  
Presidente Gonzalo 

Para Entender a José Carlos Mariátegui 

viernes, 15 de junio de 2018

Apuntes para deslindar con el feminismo burgués y pequeño-burgués, oponiendo una línea de clase en la lucha de la mujer. Un articulo del camarada Miguel Alonso





Apuntes para deslindar con el feminismo burgués y pequeño-burgués, oponiendo una línea de clase en la lucha de la mujer.

Miguel Alonso

Ni los más acérrimos enemigos del comunismo pueden negar que el mismo, siempre ha contemplado la igualdad de las mujeres con los hombres y la liberación de cualquier opresión como parte fundamental de su programa y praxis revolucionaria y que en las diversas revoluciones triunfantes, La Comuna de París, La Revolución de Octubre, la Revolución China o en los países de Indochina y en particular en Kampuchea Democrática, las mujeres han jugado un papel fundamental.
Esto mismo podemos decir de las actuales guerras populares en marcha desde el Perú, a Filipinas, de Turquía y el Kurdistan norte a la de la India en la que millones de mujeres campesinas, dalits, adivasis o trabajadoras e intelectuales se enfrentan día a día la lucha junto a sus camaradas hombres contra el régimen semi-feudal y opresor que se basa en el fascismo azafrán y su régimen de castas.
Son las verdaderas heroínas de nuestro tiempo, muy alejadas del discurso falsamente radical de las pequeño-burguesas del feminismo universitario occidental y su visión de “genero, femenino”.
Feminismo burgués que ignora, a propósito, la lucha de clases como motor de la historia, para sustituirla por una lucha “transversal” (eufemismo de interclasista) entre sexos, dentro de la política burguesa de fraccionar las luchas por reivindicaciones especificas de diversos colectivos oprimidos, como un medio para dar “soluciones” cosméticas dentro del sistema capitalista, sin cuestionarlo radicalmente como hacemos las y los comunistas.

No se trata de hacer critica de las justas luchas de los colectivos oprimidos; mujeres, homosexuales, transexuales o de razas discriminadas en las sociedades capitalistas, se trata de señalar con claridad que toda esta opresión, que afecta mayoritariamente a las clases populares, solo puede ser resuelta en el marco de una Revolución Socialista o de Nueva Democracia y en las mismas, por medio de revoluciones culturales, barrer los viejos hábitos de la opresora sociedad capitalista.

Esto no es una visión reduccionista, como sin duda se apresurarán a decir  algunas y algunos, se trata de la clave de todas las múltiples contradicciones existentes en las sociedades del capitalismo desarrollado o las del capitalismo burocrático.
El Presidente Mao señaló que no hay que olvidar jamás la lucha de clases y esta importante instrucción del Pdte. Mao debemos no solo recordarla sino que tenemos la obligación de llevarla a nuestra práctica como comunistas.

Las sociedades patriarcales, unidas intrínsecamente por la superestructura ideológica de las religiones monoteístas, están ligadas a la aparición de la propiedad privada y a su transmisión hereditaria por el núcleo familiar. Sin golpear y aplastar, tanto en lo ideológico, como en lo material, estos mecanismos no se avanzara verdaderamente en poner fin la explotación del ser humano por el ser humano.

Sin embargo el feminismo burgués, en su  versión más burda, achaca todo lo malo a los hombres, a los que culpabiliza de todos sus males hablando de “lugares seguros” con la exclusión de los hombres, planteando en la practica una segregación por sexos, difunden el falso mito de “seres de luz y paz” incluso claman contra el “techo de cristal” para las mujeres de la gran burguesía, obviando a propósito que mujeres tan reaccionarias como Margaret Thatcher, o Christine Lagarde a Hillary Clinton que desde sus puestos, dizque oprimidas por el machismo, han aumentado la explotación y el sufrimiento de las masas populares, tanto de hombres como de mujeres, en todo el mundo.
Y qué decir de las teorías de la división por opciones sexuales, que tanto a hombres como a mujeres califican con etiquetas como “cis-genero” presentando la heterosexualidad como otro monstruo opresor; el hetero-patriarcado, lo que sustenta en teorías anti-científicas y postmodernistas como la Queer.
Para los comunistas es simple liberalismo u oportunismo no enfrentar estas y otras teorías por no crear polémica con un lobby feminista, que cuenta con el respaldo de la mayoría de la prensa liberal burguesa y mucho mas es unirse, como furgón de cola, de estos movimientos feministas que, como ya vimos este pasado día 8 de marzo, han tratado de usurpar el carácter de clase de del Día Internacional de la Mujer Trabajadora por su discurso transversal interclasista y de guerra de sexos.
En el Estado español componen estas fuerzas los viejos revisionistas de IU, Podemos o el PSOE y su portavoz mediático el diario Publico y la cadena televisiva La Sexta.

La dirigente bolchevique Alexandra Kollontain, en 1907, en un documento sobre la cuestión de la mujer (1) señalaba con claridad las dos líneas existentes. Palabras que tienen plena actualidad:
El mundo de las mujeres se divide, como el mundo de los hombres, en dos bandos: los intereses y las aspiraciones de una parte la acercan hacia la clase burguesa, mientras que la otra esta en estrecha relación con el proletariado y su propuesta libertadora incluye una solución completa de la cuestión de la mujer. Así pues, aunque ambas partes persigan en general la “liberación de la mujer”, sus objetivos e intereses son distintos. Cada uno de las partes, inconscientemente, establece sus propuestas iniciales a partir de los intereses y aspiraciones de su propia clase, lo que dota de un color específico de clase a los objetivos y tareas que establecen para sí mismas
A pesar de la aparente radicalidad de las demandas de las feministas, no hay que perder de vista el hecho de que las feministas no pueden, en razón de su posición de clase, luchar por la transformación fundamental de la sociedad, sin la que la liberación de la mujer no podrá ser completa. (…)
Entonces, ¿es realmente posible hablar de las feministas como las pioneras en el camino hacia el trabajo de las mujeres, cuando en cada país cientos de miles de mujeres proletarias habían inundado las fábricas y los talleres, apoderándose de una rama de la industria tras otra, antes de que el movimiento de las mujeres burguesas ni siquiera hubiera nacido? Sólo gracias al reconocimiento del trabajo de las mujeres trabajadoras en el mercado mundial las mujeres burguesas han podido ocupar la posición independiente en la sociedad de la que las feministas se enorgullecen tanto…

Para concluir con estos apuntes a continuación formulo algunos puntos básicos de una línea clasista proletaria, anti-revisionista en la cuestión de la opresión de las mujeres:
  • ·       Deslindar con el feminismo burgués y sus falsas teorías, oponiendo una fuerte critica a sus principios ideológicos basándose en documentos elaborados por conocidas dirigentes proletarias como la camarada A. Ghandy o la camarada Chiang Ching.
  • ·       Potenciar la creación de un Movimiento Internacional Clasista Femenino y Popular con un programa propio cara a la revolución.
  • ·       Programa basado en las ricas experiencias históricas de la revoluciones proletarias para liberar a la mujer del ámbito del trabajo domestico o cuidado de los niños, potenciando guarderías infantiles para las mujeres proletarias y campesinas así como la creación de cantinas populares o un nuevo modelo de urbanismo y construcción de viviendas en el que las tareas domesticas, limpieza o alimentación se desarrollen de forma colectiva o profesional, rompiendo con el modelo del núcleo familiar burgués.
Este articulo pretende aportar algunos instrumentos para la lucha ideológica contra la corriente principal del feminismo burgués y pequeño-burgués desde el marxismo-leninismo-maoísmo y hacer frente a todo tipo de oportunismo en esta cuestión, fundamental para el movimiento revolucionario, ya que las mujeres sostienen la mitad del cielo y cualquier forma de opresión tiene que ser barrida, pues el comunismo es, no lo olvidemos, una ideología de liberación en todos los ámbitos.

Notas:
(1)   Alejandra Kollontai Extractos de Los fundamentos sociales de la cuestión femenina 1907