martes, 24 de marzo de 2015

BRASIL: Editorial de AND - Mobilizar o povo e rechaçar a velha política



As manifestações dos dias 13 e 15 de março polarizaram o comentário político dos dias seguintes e demonstram algumas verdades inconvenientes para o oportunismo e preocupantes para os verdadeiros democratas e revolucionários de nosso país.

Os protestos do dia 13, convocados pelas centrais sindicais e outros movimentos sociais chapa- branca, CUT à frente, em apoio ao governo, comprovaram o que já se sabe há mais de dez anos. O oportunismo eleitoreiro perdeu a conexão com as massas e não é mais capaz de mobilizá-las. Reuniram fundamentalmente ativistas e funcionários destes movimentos e dos partidos da “esquerda” oportunista eleitoreira. O pouco de massas participantes foi mobilizado dias antes em reivindicações específicas. E, mesmo assim, os movimentos sociais cooptados presentes tiveram que criticar, ainda que adocicadamente, o “governo” por suas medidas antipovo mais flagrantes.

Já as manifestações do dia 15, contra o governo, convocadas via redes de internet por uma frente de pessoas, grupos e movimentos que se caracterizam por “apolíticos”, nacionalistas e outros assumidamente reacionários, da direita tradicional anticomunista visceral, viúvas do regime militar e vivandeiras de quartel, tiveram presença massiva. Estas reuniram centenas de milhares de pessoas em todo o país, mobilizando gente principalmente das pequena e média burguesias, tão numerosas quanto de peso proeminente na formação de opinião pública. Ademais de muita gente que não votou em Dilma, seguramente participaram também eleitores do PT arrependidos e decepcionados com o estelionato eleitoral do partido.

De qualquer forma, o crescente sentimento anti-PT, que a sigla e toda sua órbita ainda tentam, de forma religiosa, desqualificar como “coisa da direita”, começa a ganhar, se não forma, mas volume incompatível com os gracejos de “coisa de rico”, como se seu governo não fosse de direita e para os ricos. Aliás, os verdadeiramente ricos, como os bancos, as transnacionais, os latifundiários, usineiros e congêneres do “agronegócio”, estes não estavam nas ruas no dia 15 de março, porque apoiam a gerência petista, não por simpatia gratuita, mas pelos excelentes serviços a eles prestados.

Toda gritaria histérica que se repetiu pelos meios da “blogosfera progressista” bancada pelo PT, bem como pela guerrilha virtual de seus militantes nas redes sociais na internet, agora já de olhos arregalados e frio na barriga, de que o “golpe da direita” se avizinha, o “fascismo está crescendo”, etc., só é uma tentativa de esconder seu grande e grosso rabo fascista. Seja o envergonhado, ou mesmo descarado, de quem envia tropas do exército para ocupar bairros pobres, a militarização de toda sociedade, promove matança de lideranças no campo, perseguição de movimentos populares não domesticados e mesmo prisões políticas da juventude combatente, obras feitas para justificar sua vil conduta vende-pátria de levar ao extremo a desnacionalização e a desindustrialização da economia, sua primarização completa, a carestia e o sucateamento da saúde e educação públicas.


A reação de Dilma e seu séquito à manifestação do dia 15 foi no mesmo tom inócuo com que prometeu as medidas durante os protestos de junho, entre as quais “reforma política”. Aliás, essa ensebada “reforma política” irrealizável é o mantra sagrado com o qual o PT e toda a “esquerda” oportunista eleitoreira, inclusive de oposição, pretende agora hipnotizar incautos. E, diga-se de passagem, sob governos de turno dos grandes burgueses e latifundiários a serviço do imperialismo, como no Brasil, “Reforma Política” e “Assembleia Constituinte” não são mais que novas versões da farsa eleitoral.

Em sua desfaçatez e pusilanimidade, e tentando manter pose olímpica enquanto o barco afunda, Dilma, para dourar a pílula dessa podre democracia, teve o desplante de afirmar que hoje no Brasil ninguém mais é perseguido por participar de manifestações, protestos e greves. Logo agora que a repressão do velho Estado prende, processa e condena jovens que se rebelam contra todo este estado de coisas.

As duas manifestações, pelos seus conteúdos, bandeiras e reivindicações levantadas, não defenderam os interesses das amplas massas trabalhadoras da cidade e do campo, tampouco da independência e soberania nacionais. Uma, governista, não vai além de apelos contra o que consideram “retrocesso” do “pacotaço” de Dilma. A outra delira com a ideia de que mudar o partido no governo é a solução.

Uma foi a cantilena de sempre de uma “esquerda” reformista eleitoreira que nada tem mais de esquerda; reformismo de retórica e oportunismo sem limites, toda ela empantanada em sua burocratização. A outra, mais uma festa de tipo cívico-patriótica, onde se cantou dezenas de vezes o hino nacional e um repúdio à corrupção desbragada meramente moralista. Ambas elogiadas como manifestações pacíficas e ordeiras.

Nota-se nitidamente que, ao contrário destas, as manifestações das jornadas desatadas em junho de 2013, combativas desde o início, foram se modulando pelos alvos que unificaram e sob os quais verteu-se a fúria popular: os bancos, as corporações transnacionais e, claro, as casas que abrigam as instituições apodrecidas que gerenciam o país: o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas, Câmaras de Vereadores, palácios de governos e prefeituras, além de sedes do poder judiciário e das forças repressivas do velho Estado. Nos bairros populares com os bloqueios de ruas e avenidas, no campo com cortes de rodovias. E, óbvio, tachadas pelo monopólio da imprensa como violentas, na medida em que fracassaram seus intentos de manipulá-las, mereceram a mais brutal repressão e uma cruzada midiático-jurídica de criminalização.

Se o tempo parasse e ficássemos somente nestas manifestações, diríamos que as jornadas de junho sacudiram o que há de velho e putrefato no país e encheu de temor os “poderosos”. As de agora acomodam o pântano e tranquilizam os adoradores da falsa democracia vigente. Em aparência, as duas manifestações recentes foram uma a favor do atual governo e outra contra. Mas, mirando mais ao fundo, a crise e agitação política crescem e é um processo de salto na politização geral da sociedade, sintomas de uma situação revolucionária que está se desenvolvendo no país e que não cessará tão cedo.

Assim como não há o que defender na gerência petista o que lhe resta das bandeiras já rotas do assistencialismo do “Bolsa Família” e das maravilhosas promessa do “Pré-Sal”, embarcar no canto de sereia de impeachment ou mesmo no devaneio golpista, não mudará nada a situação das classes trabalhadoras e subjugação da nação. Muito ao contrário, aí está no que deu o “Fora Collor”: o reforço das ilusões no sistema vigente que ora afunda o país. E quanto aos 21 anos de regime militar que infelicitou a nação, sem comentários.

As forças políticas do país cada dia mais serão colocadas à prova diante de crescentes e massivas manifestações.

Uma indicação do exemplo a seguir vem dos professores paranaenses, dos garis e operários do Comperj, no Rio de Janeiro, e diversas outras categorias que decidem por greves combativas e independentes das direções sindicais pelegas e partidos eleitoreiros. Começam a soar os apelos por uma greve geral. Impulsionar as tomadas de terra, apoiar decididamente o movimento camponês combativo que se bate pela revolução agrária e fortalecer a aliança operário-camponesa forjará o caminho novo.

Cabe aos revolucionários e verdadeiros democratas e patriotas elevar suas tarefas políticas de organização e propaganda fundindo-se com as massas em mobilização, levantando alto o programa de transformações democráticas para varrer toda a dominação dos grandes burgueses, latifundiários e do imperialismo sobre nosso heroico povo e sobre nossa Pátria. Para desmascarar todos os oportunistas da falsa “esquerda” e da direita declarada, que se empenharão cada vez mais, e com o concurso do monopólio de imprensa, em desviar o povo do único caminho possível para operar as transformações historicamente demandadas e nunca realizadas: a revolução democrática agrária anti-imperialista.

A revolução popular para liquidar com o latifúndio e entregar a terra aos camponeses pobres sem terra ou com pouca terra; confiscar todo o grande capital e proteger a pequena e média propriedades; romper as relações de dominação e subjugação pelo imperialismo e defender a soberania e independência do país; impulsionar a cultura nacional, científica e de massas; e destinar todos os recursos para o bem estar geral do povo e a prosperidade da Nação. Enfim, liquidar o velho Estado burocrático e genocida e edificar um novo Estado democrático-popular para realizar uma Nova Democracia.

Comunicado de RBC: Panamá, entre el fascismo y la revolución.

Comunicado de RBC: Panamá, entre el fascismo y la revolución

La Red de Blog Comunistas cree conveniente, aprovechando que uno de nuestros miembros conoce bien la situación político-económico-social del país centroamericano, realizar un análisis introductorio de la actualidad de Panamá, país que consideramos ilustrativo de las crecientes tensiones interimperialistas provocadas por la crisis económica y el derrumbe de la polarización hegemónica por la necesidad de la redistribución de los recursos. La situación, como en todo el mundo, y con las particularidades latinoamericanas, crea tensiones internas entra las clases dominantes locales, influenciadas por las que se producen entre las potencias imperialistas, y desarrolla resistencias, de pueblos, naciones y, en especial, de la clase trabajadora que, como se puede observar en un país como Panamá, ahonda su resistencia ante el agravamiento de la explotación y se dirige, cada vez con más firmeza, a la resolución de la tensión entre desarrollo del capitalismo fascista y revolución de Nueva Democracia a favor de la segunda.

Panamá es un país ilustrativo de los cambios que se están produciendo en el siglo XXI, como consecuencia de los cambios estratégicos provocados por el ahondamiento del enfrentamiento interimperialista consecuencia de la crisis económica y la lucha por la distribución de los recursos.

La situación estratégica de Panamá, en el istmo que une América del Norte con la del Sur, y su papel esencial en el control comercial por la existencia del Canal, hacen que las tensiones interimperialistas en su interior tengan rasgos característicos, entre ellos que el surgimiento por fuertes y mediatizados movimientos aparentemente antimperialistas, en realidad antinorteamericanos, no termine de prender, pues la oligarquía dominante se ha guardado bien de evitarlo, acrecentando su control ideológico tradicionalmente cosmopolita, con el apoyo de Estados Unidos.

Estados Unidos, que ve como el continente entero, antes bien dominado, escapa de las manos de su control, está utilizando Panamá como base contra los paises que desarrollan grandes movimientos nacionalistas y en los cuales la influencia rusa y china son cada día más evidentes.

En primer lugar, Panamá es un estado artificial, como tantos otros del entorno, creados por el colonialismo, formado por muchas naciones, aunque sea la minoria blanca, de origen europeo, la que se haya apoderado del poder y de las riquezas, y haya impuesto su visión particular e interesada de la patria. Esta minoria es, sin embargo, dependiente y servil a los intereses de Estados Unidos, haciendo que Panamá siga siendo una colonia con apariencia de nación libre, y donde los intereses del 85% de la población no importan a nadie.

En segundo lugar, las tensiones interimperialistas han provocado que el gobierno intente controlar con mayor contundencia a la creciente resistencia obrera y de las diferentes nacionalidades minoritarias, concentrándose el poder en el ejecutivo, multiplicandose la violencia institucional y profundizandose las medidas liberticidas contra la protesta y la resistencia. Entre ellas podemos destacar el endurecimiento del codigo penal, los asesinatos selectivos, las detenciones en masa, la búsqueda de la destrucción de los sindicatos, la liquidación del derecho de huelga y de la jornada de 8 horas.Se puede decir que, la situación internacional, además de las consecuencias de la crisis economica y la competencia por el mercado local y externo, han hecho que el capitalismo comprador tradicional desde el inicio de la creación de la República (1903) ha convivido de forma contrastada con el capitalismo burocrático , arrojando la apariencia democrática el lastre de derechos y humanismo y transformandose en un régimen totalitario (al servicio, eso si, de intereses ajenos). Hay que puntualizar, no obstante, que si bien esta convivencia pervivió desde la creación del estado, es ahora cuando el capitalismo burocratico está ganando la partida al capitalismo importador, en paralelo al desarrollo similar en todo el continente y a las fracturas que se producen entre los diferentes grupos dominantes debido al ahondamiento de la crisis interimperialistas y el agravamiento de su lucha por los recursos y la influencia economica"

De hecho, la crisis revolucionaria, producto de las tensiones entre la creciente resistencia interna, obrera y nacional, y la cada vez más fascista clase dirigente, hace que el dilema ante el que se encuentra la clase trabajadora panameña sea cada vez más claramente, entre Dictadura Fascista y Democracia Popular.

Evidentemente, la cada vez más evidente redistribución de los recursos, surgida tanto de la crisis económica como de la emergente lucha interimperialista en el entorno, ha provocado también que la minoría, dividida en facciones, luche cada vez más abiertamente por el control de las cuotas de poder y, en realidad, por las migajas de la riqueza sobrantes desde la metrópolis del norte. Por un lado, las mafias proeuropeas, de origen italiano, encarnadas por el ex-presidente Martinelli, y por otro, las familias proamericanas (Varela y los Motta), chocan por una posición privilegiada en el régimen dictatorial que se va asentando, mientras intentan jugar con la influencia de China y Rusia, cada vez más presente en la región, y el inmenso poder de Estados Unidos pues, no hay que olvidar que la economía panameña sigue siendo, de momento, una prolongación de la economía estadounidense.


La fascistización de Panama hace, junto con el resto de circunstancias citadas, que la pasividad de la clase trabajadora empiece a desperezarse, notándose un revivir de la resistencia y la movilización que arrastra cada vez más a otros sectores inmovilistas, en particular a aquellos que se han visto empobrecidos o afectados por la concentración del poder en menos manos y se han visto afectadas negativamente por la redistribución (clases medias, pequeños comerciantes, etc..), sin olvidar la creciente movilización campesina, por motivos económicos y nacionales, pues la mayoría de aquellos pertenecen a etnias excluidas de la visión mítica y artificial del Panamá blanco y capitalista.

Otro rasgo importante de la creciente tensión interclasista de Panamá es la influencia en el entorno del llamado socialismo del siglo XXI, en realidad un capitalismo burocrático con tintes de socialdemocracia y que, en algunos casos, tiene también ramalazos fascistas. Sin embargo, en cuanto a la lucha antimperialista o, mejor dicho, antiyankee, sirven de motor e influencia a las clases sometidas en otros paises como Panamá a los problemas consecuencia de la dependencia y sometimiento de la economía nacional a los intereses de Estados Unidos.

No obstante, hay que señalar que esos supuestos antimperialismos, muchos surgidos de la mano del socialismo del siglo XXI, y otros desarrollados por influencia de la creciente influencia económica de China o Rusia (recientemente se ha conocido que China ha superado como prestamista al Banco Mundial y al FMI juntos en Latinoamerica) y, en definitiva, a otro polo imperialista en la acelerada lucha por el control de los recursos y por la hegemonia mundial.

En todo caso, en Panamá, como en otros paises del entorno, las perspectivas revolucionarias que se abren han de hacernos reflexionar, en especial a la clase trabajadora panameña, de que es la hora de plantear la lucha por una Revolución de Nueva Democracia en el país centroamericano. No hay que confiar en las falsas esperanzas de un cambio democratizador desde "arriba" como hace la pequeña-mediana burguesía, el único camino posible es la creación de un Frente de liberación Popular Antifascista, anticapitalista burocrático y antiimperialista para lograr la soberanía política de todas las naciones que lo conforman frente a todo imperialismo y la emancipación y libertad de la clase trabajadora y campesina frente a las minorias antipatriotas, antilatinoamericanas y anticomunistas que lo han saqueado y sometido hasta la actualidad.

CANADA: Solidarité avec les prisonniers politiques maoïstes au Maroc!

 

 

 

Solidarité avec les prisonniers politiques maoïstes au Maroc!

22 mars 2015
Nous avons reçu ce communiqué en provenance de camarades prisonniers politiques au Maroc, qui s’apprêtent à débuter une grève de la faim. Nous en appelons à toute initiative solidaire de la part des organisations et personnes démocratiques et progressistes.
– Le Bureau d’information politique

COMMUNIQUE À L’OPINION NATIONALE ET INTERNATIONALE:

Grève de la faim illimitée menée par le groupe des prisonniers politiques Aziz Elkhalfawi et Aziz Elbour, des prisons locales de Boulmharez et de l’Oudaia de Marrakech


Nous poursuivons la bataille que nous menons au sein des prisons locales de Boulmharez et de l’Oudaia de Marrakech, contre les réalités catastrophiques dans lesquelles nous vivons et pour faire face au refus systématique de l’administration pénitentiaire de voir nos revendications réalisées, et ce malgré plusieurs grèves de la faim que nous avons menées. Nous dénonçons aussi les harcèlements et les menaces quotidiens auxquels nous sommes confrontés tous les jours à l’intérieur de nos prisons – que ce soit sous la forme d’insultes, de brimades, d’agressions physiques faites par les gardiens, les fonctionnaires, les directeurs et les présidents de nos prisons.
Nous détenus politiques maoïstes avons décidé de nous engager dans une nouvelle étape de résistance en menant une nouvelle grève de la faim illimitée pour le groupe d’Aziz Elkhalfawi et une autre de trois jours pour le groupe d’Aziz Elbour renouvelable si nécessaire. Ces grèves commenceront le lundi 23 mars 2015 en mémoire du glorieux soulèvement du 23 mars 1965; par-là, nous chercherons à imposer nos revendications justes et légitimes de l’intérieur de la prison.
Nos revendications sont les suivantes:
  • notre libération et celle de tous les prisonniers politiques sans condition;
  • l’abandon des charges et les poursuites montées de toutes pièces contre nous;
  • l’abandon des poursuites contre nos camarades sans condition aucune;
  • l’abandon de la militarisation de l’université et l’abandon pur et simple de la circulaire tripartite;
  • l’autorisation du droit de visite pour nos familles, pour les étudiants et pour tous ceux qui veulent nous rendre visite durant toute la semaine;
  • l’amélioration des régimes alimentaires, le droit et l’accès au soin, à la santé et à l’hygiène;
  • la fourniture de livres et le libre accès aux livres de référence, aux journaux et à tout ce qui contribue à l’étude;
  • l’autorisation de s’inscrire au baccalauréat, au master et à la licence professionnelle;
  • l’autorisation d’une utilisation libre du téléphone pour pouvoir communiquer avec l’extérieur;
  • l’autorisation aux promenades sur un temps suffisant et propice;
  • le regroupement des prisonniers politiques dans une seule prison et dans les mêmes cellules;
  • la fin de tout harcèlement et de toutes mesures d’exactions auxquels nous sommes exposés au quotidien.
Enfin, nous déclarons à l’opinion nationale et internationale notre entière solidarité:
  • avec toutes les luttes du peuple marocain dans toutes ses composantes (ouvriers, paysans, étudiants, élèves, chômeurs…);
  • avec tous les prisonniers politiques à travers tout le pays et à l’étranger;
Nous condamnons avec fermeté:
  • la répression et la mise en isolement que subissent nos familles, l’Union nationale des étudiants du Maroc, les militants du mouvement du 20 Février et tous les militants démocrates;
  • les atteintes et les restrictions que subissent les libertés syndicales et politiques au Maroc.
Enfin, nous déclarons notre détermination à continuer la lutte à l’intérieur de la prison par tous les moyens à notre disposition pour réaliser nos revendications justes et correctes et nous faisons porter l’entière responsabilité de ce qui peut nous arriver à la direction pénitentiaire et au régime réactionnaire en place.
«Vous pouvez cueillir toutes les fleurs mais vous ne serez jamais en mesure de stopper l’avance du printemps.»

Vive la lutte du mouvement étudiant!
Vive la révolution marocaine!
Vive la révolution prolétarienne mondiale!
Vive le marxisme-léninisme-maoïsme!


SIGNATAIRES:
Groupe Aziz Elkhalfawi:
Aziz Elkhalfawi – n° 2375 (Oudaia)
Radwan Aladimi – n° 2376 (Ouadhias)
Groupe Aziz Elbour:
Aziz Elbour – n°12679 (prison de Tiznit)
Mohammed Almouaddine – n° 21409 (Boulmharez)
Hicham Almiskini – n°21 415 (Boulmharez)
Abdelhak Atalhaoui – n° 21 853 (Boulmharez)
Marrakech, le 21/03/2015
 

viernes, 20 de marzo de 2015

ALEMANIA: Homenaje a la camarada Ivana Hoffmann.


EUSKADI: Ekozinemaldi 2015






Kaixo!! Desde UDONDO GAZTETXEA os invitamos al Ekozinemaldi 2015!!! Un año más participamos en esta muestra de documentales de temática ambiental. 
Este año el tema elegido es el FRACKING o fractura hidráulica. Con el Ekozinemaldia queremos informar y denunciar lo que están urdiendo desde las instituciones y las compañías petroleras. El fracking se ha desarrollado especialmente en los Estados Unidos y los efectos son ya muy evidentes. Ahora, aquí, como en muchas otras partes del mundo, nos enfrentamos a una amenaza real.

Badaukagu egitaragua:

Martxoak 23 astelehena 19:00h
-"Gasland 2" (2:05:18)

Martxoak 25 asteazkena 19:00h
- "Fractura, la maldición de los recursos" (40:00)
- "Mis desventuras con Repsol: de Ecuador a Euskal Herria" (1:59)
- “Petrolioaren lioa” (2:59)
- “Chiacté Vive” (Curruscu – 2:46')

Martxoak 26 osteguna 19:00h
- "Voces en transición" (1:06:46)
- “Argentina libre de fracking” (3:54)
- “¡DAME MÁS GAS!” (4:05)
Anima zaitezte!!!

pd: Os adjuntamos el trípitco con la programación del Ekozinemaldi en los distintos pueblos

ESTADO ESPAÑOL: Comunicado de Socorro Rojo Internacional alerta sobre el estado de salud del camarada Arenas.

¡IMPIDAMOS UN NUEVO CRIMEN DE ESTADO!
Después de la última visita que los familiares de Manuel Pérez Martínez realizaron al C.P. de Castellón el pasado día 7 de Marzo, nos informan del empeoramiento de su salud. A sus problemas de visión se le añade hipertensión arterial, un preocupante dolor en el brazo izquierdo, taquicardias y otros síntomas que apuntan claramente a problemas cardíacos que no están siendo tratados. Y que nos llevan a lanzar la voz de alarma nuevamente.
Desde el Socorro Rojo Internacional denunciamos la pésima atención sanitaria que Arenas recibe, así como las lamentables condiciones de encarcelamiento a las que es sometido. Lo uno y lo otro contribuyen al agravamiento de su estado de salud. No podemos dejar de señalar a Instituciones Penitenciarias, a las órdenes del Ministerio del Interior, como responsable directa de esta situación y al Centro Penitenciario de Castellón como cómplice por seguir los dictados de instancias superiores. Su actuación se encuadra en la conocida política de exterminio diseñada contra los presos políticos, política aniquiladora causante de la reciente muerte en prisión de la comunista Isabel Aparicio Sánchez y de la de tantos otros.
En el caso del camarada Arenas el ensañamiento habitual con el que son tratados los presos políticos se lleva al extremo por ser ejemplo de resistencia y firmeza revolucionaria. Como Secretario General del PCE(r) lleva 40 años defendiendo los derechos de la clase obrera y es un referente para el Movimiento Comunista Internacional. El Estado fascista español no ha podido doblegarle con la cárcel, el aislamiento y la desatención sanitaria. Arenas sigue firme, sin señales de arrepentimiento ni atisbo de claudicación. Sigue manteniendo en pie la bandera de la lucha por el Comunismo. Es un ejemplo en el que cada vez se miran más jóvenes y trabajadores. Y por todo ello el Estado quiere asesinarle, acabar con su decidida resistencia y de paso asestar un certero golpe a todo el Movimiento Político de Resistencia.
¡¡NO LO PERMITAMOS!! Relancemos con más fuerza que nunca la campaña por su libertad. Hagamos que llegue a cada rincón del Estado, a cada ciudad, a cada barrio, a cada muro. Señalando a los responsables, a los cómplices y las causas.
¡¡QUE NO PUEDAN ASESINARLO SILENCIOSAMENTE!!
¡¡LIBERTAD CAMARADA ARENAS!!
S.R.I.

¡ VIVA LA COMUNA DE PARIS !

La Comuna de París: Primera Dictadura Proletaria



Nota –  Conmemoramos el 144º aniversario de aquella histórica jornada del 18 de Marzo de 1871 cuando el proletariado y el pueblo de París se alzaron en armas creando el primer Estado del proletariado del mundo, la Comuna de París, de corta existencia pero cuyos principios, tal y como señaló Marx, son eternos e indestructibles. Con este motivo ofrecemos a continuación un amplio extracto del artículo “La Comuna de París: Primera Dictadura Proletaria”, publicado en el órgano del Comité Central del Partido Comunista Revolucionario de Estados Unidos “Revolution”, Vol. 3, Nº 6, Marzo de 1978, que hemos extraído de la web del Marxists Internet Archive y que Gran Marcha Hacia el Comunismo ha traducido al español:


LA COMUNA DE PARÍS: PRIMERA DICTADURA PROLETARIA

El 18 de Marzo se conmemora el aniversario de la Comuna de París. Ese día en 1871, los obreros de París “tomaron el cielo por asalto”, tal y como lo describió Marx, alzándose en rebelión armada y manteniendo la ciudad durante 72 días hasta que los gobernantes de Francia finalmente fueron capaces de desatar su sangrienta venganza sobre los esclavos que se atrevieron a alzar la bandera de la revolución. Ciertamente no fue la primera rebelión de los oprimidos, ni siquiera la primera rebelión de la joven clase obrera. Pero fue la primera vez que la clase obrera tomó el poder, y las lecciones aprendidas en esa primera exitosa (pese a su corta vida) revolución han establecido los principios básicos para la revolución de la clase obrera desde entonces.
Los obreros de París, que se habían rebelado dos veces y dos veces fracasado en los pocos años anteriores a 1871, se habían armado para la defensa de su ciudad en el transcurso de una guerra que la burguesía francesa había lanzado contra Prusia. Los obreros estaban tanto física como políticamente aislados del resto del país y superados ampliamente por las fuerzas armadas de las clases dominantes francesa y prusiana. Pero la burguesía francesa se rindió ante Prusia y trató de entregar París al ejército prusiano con el fin de acabar con la lucha de los obreros allí. Unidades del ejército francés marcharon hacia París para desarmar a los obreros que se habían organizado en la Guardia Nacional. Los obreros tenían poca elección. Decidieron utilizar sus armas –arriesgándose a todo tratando de liberarse de una vez y para siempre en lugar de marchar mansamente al matadero.
Alborada de una Gran Revolución Social
Aunque Marx, que seguía los acontecimientos de Francia en aquellos momentos desde Inglaterra donde estaba exiliado, pensó que el momento no estaba maduro para que los obreros parisinos se alzaran y vencieran, rápidamente hizo un balance de la naturaleza histórica de los acontecimientos, declarando el 18 de marzo de 1871 “la alborada de la gran revolución social que liberará a la humanidad para siempre del régimen de clases”, y apoyó a la Comuna.
Ese día, el Comité Central de la Guardia Nacional de los obreros proclamó que: “Los obreros de París, en medio de fracasos y traiciones de las clases dominantes, han comprendido que ha sonado para ellos la hora de salvar la situación asumiendo en sus manos la dirección de los asuntos públicos”. Las tropas del Gobierno enviadas para desarmar a los obreros fueron golpeadas. En pocos días, los ricos ociosos, los capitalistas, los cortesanos y los delincuentes comunes huyeron de París a Versalles, donde la clase dominante francesa declaró la guerra contra París.
La propia Comuna –el Gobierno formado por los obreros- se compuso de representantes de diversos barrios de París, elegidos por los ciudadanos y revocables de su puesto en cualquier momento. La mayoría de sus miembros eran obreros o representantes reconocidos de la clase obrera. Más que una entidad parlamentaria (como el Congreso en los EE.UU.), la Comuna tomó decisiones y las llevó a cabo. Y desde lo más alto hasta la base todos sus miembros y todos cuantos trabajaron bajo su dirección recibieron los mismos salarios que un obrero corriente.
El ejército y la policía fueron abolidos. Todos los ciudadanos capaces de llevar armas fueron enrolados en la Guardia Nacional, la única fuerza armada. “Los curas fueron enviados de vuelta a los recesos de la vida privada, para alimentarse allí entre las almas de los fieles a imitación de sus predecesores, los Apóstoles”. (Marx, La Guerra Civil en Francia).
Las escuelas quedaron abiertas para todos, a todos los niveles. Los alquileres de las casas quedaron cancelados y todas las casas de empeño clausuradas. Se prohibieron los turnos de noche. Las fábricas de los capitalistas que habían huido fueron incautadas, para ser dirigidas por los propios obreros. La Columna de la Victoria, un monumento a las guerras de agresión chovinistas de Francia, fue derribada. “La bandera de la Comuna”, declararon los obreros”, es la bandera de la República Mundial”.
A la burguesía le gusta pintar el marxismo como tan sólo una idea, un sueño imposible o una pesadilla estremecedora. El marxismo es la síntesis científica de toda la historia de las luchas de los oprimidos, y de todo el conocimiento conquistado a través de las luchas de la humanidad. Surgió con el desarrollo y el crecimiento de las luchas de la clase obrera, cuya posición y punto de vista se expresan en el marxismo. Tal y como Lenin escribió en El Estado y la Revolución, “No existe traza alguna de utopismo en Marx, en el sentido que fraguó o inventó una “nueva” sociedad. No, él estudió el nacimiento de la nueva sociedad a partir de la vieja, y las formas de transición de la última a la primera, como un proceso histórico-natural. Él examinó la experiencia misma de un movimiento proletario de masas, y trató de extraer lecciones prácticas de este. Él “aprendió” de la Comuna, al igual que todos los grandes pensadores revolucionarios aprendieron sin vacilar de la experiencia de los grandes movimientos de las clases oprimidas…”.
La más importante lección de la Comuna de París, lo que los obreros de París enseñaron en primer lugar con sus fusiles y luego con su heroico sacrificio, es la cuestión central del marxismo: la dictadura del proletariado.
“Se dice y escribe frecuentemente,” explica Lenin en El Estado y la Revolución, “que la cuestión principal en la teoría de Marx es la lucha de clases. Pero esto es erróneo. Y esta noción errónea resulta muy frecuentemente en una distorsión oportunista del marxismo y su falsificación en un espíritu aceptable para la burguesía… Aquellos que sólo reconocen la lucha de clases no son aún marxistas; se les puede encontrar estando aún dentro de los límites del pensamiento burgués y la política burguesa… Sólo es marxista aquel que extiende el reconocimiento de la lucha de clases al reconocimiento de la dictadura del proletariado.” Tal y como lo señaló Marx en su Carta a Weydemeyer, escrita en 1852, “no se me debe ningún mérito por descubrir la existencia de las clases en la sociedad moderna, ni la lucha entre ellas. Mucho antes de mí los historiadores burgueses habían descrito el desarrollo histórico de esta lucha de clases y los economistas burgueses la anatomía económica de las clases. Lo que yo hice nuevo fue demostrar: 1) que la existencia de las clases está únicamente vinculada con fases particulares e históricas en el desarrollo de la producción; 2) que la lucha de clases conduce necesariamente a la dictadura del proletariado: 3) que la dictadura misma sólo constituye la transición hacia la abolición de todas las clases y a una sociedad sin clases”.
En otras palabras, la lucha de clases conduciría inevitablemente a la clase obrera a establecer el dominio de la mayoría trabajadora sobre la minoría explotadora, por vez primera en la historia, y éste sería el primer paso hacia la eliminación de todas las clases y el dominio de clases. Esto es lo que representó la Comuna de París. Los obreros y obreras de París establecieron la primera dictadura del proletariado del mundo. A través de la experiencia de esta lucha, dieron vida y forma a lo que Marx y los obreros con conciencia de clase en general habían sólo concebido de una manera general.
(…) Como señaló Marx, los obreros de París, rodeados por todas partes y enfrentados al hambre debido al bloqueo económico, no pudieron más que comenzar su trabajo durante los 72 días de la Comuna. Cometieron ciertos errores, como era inevitable en ésta la primera de todas las revoluciones proletarias. Marx y Engels concluyeron que la Comuna había fracasado en emprender la dictadura de los obreros sobre los explotadores de manera lo suficientemente implacable y rápida –los obreros dejaron sin tocar el Banco de Francia, el principal pilar financiero del país, y en lugar de eliminar a la burguesía capturada en París y marchar inmediatamente sobre Versalles mientras la burguesía francesa estaba aún debilitada por su derrota a manos de Prusia, los obreros de la Comuna les dejaron escapar y recuperar sus fuerzas. Entonces, la burguesía francesa con la ayuda de los gobernantes reaccionarios prusianos llevaron a cabo una “rebelión de los esclavistas” contra los esclavos victoriosos, convirtiendo París en un mar de sangre cuando los Comuneros a millares fueron asesinados casa por casa combatiendo o fusilados como prisioneros.
Pero como declaró Marx incluso mientras la batalla estaba aún arreciando en París: “Si la Comuna es destruida, la batalla sólo quedará pospuesta. Los principios de la Comuna son eternos e indestructibles; se presentarán una y otra vez hasta que la clase obrera sea liberada”. (Marx, Acta de un Discurso sobre la Comuna de París).
(…)
La Revolución Cultural
La Gran Revolución Cultural Proletaria, iniciada y dirigida personalmente por Mao, fue un gran ejemplo de la clase obrera defendiendo y desarrollando la dictadura del proletariado y ejerciendo “la dictadura omnímoda sobre la burguesía en la superestructura”. Este alzamiento de centenares de millones de obreros, campesinos y otras masas contra aquellos a los que Mao calificó como “las personas del partido en el poder tomando la vía capitalista” fue, tal y como se explicó en Cómo el Capitalismo Ha Sido Restaurado en la Unión Soviética y lo que Esto Significa para la Lucha Mundial, no “simplemente un movimiento para criticar la ideología burguesa y a los representantes burgueses en el terreno de la cultura, la educación, etc., sino una lucha revolucionaria dirigida para derrocar a personas en puestos altos en el Partido y el Estado que de hecho se habían atrincherado en el poder en muchas esferas de la sociedad –aunque no habían tomado aún el control de todo el aparato del Estado y habían comenzado realmente a restaurar el capitalismo”.
En su análisis de la Comuna de París, Marx señaló cómo la dictadura del proletariado representaba el inició de un proceso que gradualmente implicaría a la gran mayoría del pueblo (es decir, las antiguas masas explotadas, dirigidas por el proletariado) y eventualmente a todo el pueblo (tras la eliminación de las clases) en la administración de la sociedad. En la Comuna de París “obreros sencillos” (como Marx afirmó para hacer explotar el punto de vista de la burguesía) asumieron la administración de todo, de todas las funciones de gobierno (que los obreros simplificaron enormemente) y de todas las esferas de la sociedad, a través de o bien la participación directa o a través de “alquilar” expertos para trabajar para los obreros y bajo la guía y dirección de los obreros. En la Revolución Cultural, la sociedad socialista dio un salto cualitativo hacia la dirección de los ideales de la Comuna, avanzando mucho más que ninguna sociedad socialista anterior.
Bajo la dirección y guía de Mao, casi todos los cuadros (personas con posiciones de autoridad y responsabilidad) en el Partido quedaron bajo el intenso control y crítica de las masas. Cada aspecto de la sociedad fue criticado y combatido. (…) Los obreros y campesinos limpiaron las diversas instituciones de la forma que una buen escoba limpia la suciedad. La educación fue revolucionarizada, para que en lugar de educar a los hijos e hijas de los viejos explotadores y educar a las personas para convertirse en nuevos explotadores, las escuelas fueran dirigidas por los obreros y campesinos para las necesidades intereses de los obreros y campesinos en transformar la sociedad y la naturaleza para avanzar hacia el comunismo. La burguesía había controlado la posición dominante en la cultura (libros, películas, obras de teatro, arte, etc.). Fueron barridos y la imagen de los obreros y campesinos y el punto de vista de la clase obrera comenzó a dominar en estos campos. Estableciendo los comités revolucionarios (combinaciones de tres-en-uno de obreros de base, miembros del Partido y administradores y/o técnicos), las masas fueron capaces de tomar realmente de nuevo el poder en las fábricas, comunas, escuelas y demás, anteriormente dirigidas por los seguidores del camino capitalista.
Junto al Ejército de Liberación Popular bajo la dirección de la clase obrera a través de su Partido, las propias masas populares se organizaron en milicias en sus fábricas y lugares de trabajo bajo la dirección del Partido, haciendo así que el Estado descansase con mayor seguridad que nunca en el poder armado de la clase obrera y sus aliados. En enero de 1967, los revolucionarios en Shanghai construyeron una alianza de las organizaciones de masas revolucionarias, el Ejército de Liberación Popular y los cuadros revolucionarios del Partido, que tomaron el poder con éxito de la vieja administración seguidora del camino capitalista en Shanghai. Mao hizo balance y popularizó esta experiencia por toda China. La conciencia popular avanzó enormemente.
(…) La Revolución Cultural no condujo al final de la lucha de clases en China. Casi una década después que se iniciara la Revolución Cultural, Mao lo dejó claro con su importante instrucción: “¿Por qué habló Lenin de ejercer la dictadura sobre la burguesía? Esta cuestión debe ser comprendida a fondo. La falta de claridad sobre esta cuestión conducirá al revisionismo. Esto debe darse a conocer a toda la nación”.
No sólo a unas pocas personas, no sólo a los miembros del Partido, no sólo a unos pocos millones, ¡sino a toda la nación! Con esto Mao declaraba explícitamente que para combatir a los revisionistas y prevenir el derrocamiento de la dictadura del proletariado, un número más extenso de la clase obrera y de las masas necesitaban profundizar considerablemente en la comprensión del marxismo y las tareas de la dictadura del proletariado.
Centrándose en el “por qué”, Mao se centró en el hecho de que pese a todos los avances, la cuestión de la dictadura del proletariado es todavía la cuestión de la transición del capitalismo al comunismo. Aunque los escritos de Marx claramente señalan esta cuestión, fue solo la experiencia adicional de la lucha de clases bajo la dictadura del proletariado en la URSS y China que hizo posible hacer un balance de forma tan explícita como lo hizo Mao de la larga, aguda y compleja naturaleza de la lucha contra las fuerzas de la restauración capitalista.
(…) Esta comprensión de la dictadura del proletariado desde el punto de vista del objetivo del comunismo, y no como un fin en sí mismo, es esencial a la teoría de Mao sobre la continuación de la revolución bajo la dictadura del proletariado. Como todos los procesos, no existe una inmovilidad en el camino socialista -sólo existen avances o retrocesos. Cualquier medio camino, indecisión o vacilación en el camino socialista conduce definitivamente al derrocamiento del proletariado y la restauración del capitalismo.
Además, tal y como han mostrado las experiencias en la URSS y China, los avances de la revolución fuerzan a la burguesía a saltar para oponerse a ella, y de este modo el proletariado se ve forzado a combatir para acabar con la “rebelión de los esclavistas”, de igual modo que la clase obrera fue forzada a combatir para defender la Comuna de París, el primer Estado obrero, “quiera” sí o no la clase obrera una batalla particular.
Los principios de la Comuna son Eternos
Al parecer Mao Tsetung señaló que: “Marx al principio se opuso a la Comuna de París… Cuando la Comuna de París se levantó, Marx la apoyó, aunque suponía que iba a fracasar. Cuando se dio cuenta que era la primera dictadura proletaria, pensó que sería una buena cosa incluso aunque durara tres meses. Si lo valoramos desde un punto de vista económico, no valía la pena”. (“Discurso en la Conferencia de Lushan”, Mao Tsé-tung Espontáneo. Pláticas y cartas: 1956-1971, Ediciones Renacimiento, A.C., Universidad Autónoma de Sinaloa, México 1981, pág. 124).
Por supuesto ni Marx ni Mao contemplaron la Comuna de París desde “un punto de vista económico” –desde la postura de los estrechos resultados inmediatos. Incluso aunque la Comuna fracasó, estableció los principios básicos para todas las revoluciones proletarias que vendrían. El heroico ejemplo de los Comuneros y el balance científico de sus heroicos esfuerzos proporcionaron la base para un dominio teórico superior de las tareas y de la dirección de la revolución proletaria, que, a su vez, hizo posible el éxito de futuros esfuerzos. Sabiendo que esto sería así, Marx escribió: “Los obreros de París, con su Comuna, serán celebrados como los gloriosos precursores de una nueva sociedad. Sus mártires han quedado consagrados en el gran corazón de la clase obrera”.
Al igual que algunos autodenominados marxistas rehusaron reconocer las lecciones abonadas con sangre de la Comuna de París, también, cuando el revisionismo triunfó en la Unión Soviética y se restauró el capitalismo, algunas personas rehusaron reconocer este hecho. Algunas personas que habían sido revolucionarias pensaron que si la URSS se había perdido para la clase obrera, entonces todo por lo que habían luchado fue para nada, y enterraron sus cabezas en la arena, se colocaron a la cola de los nuevos revisionistas soviéticos y se dejaron arrastrar, y, después de todo, todo lo que habían hecho realmente fue para nada. Esto causó un gran daño a la causa revolucionaria.
En su época, la Comuna de París mostró que la revolución proletaria no sólo era necesaria sino posible. Su derrota sólo mostró que la transición del capitalismo al comunismo será un largo proceso, con muchas vueltas y revueltas en su desarrollo, desde luego con contratiempos, pero con un desarrollo en espiral por el que cada avance de la clase obrera se coloca sobre los hombros de los que han combatido y muerto anteriormente por la causa del proletariado. Esto es algo natural, dado que el desarrollo del capitalismo al comunismo requiere una ruptura completa –una “ruptura radical”, como Marx la llamó, con todas las formas anteriores de la sociedad y todas las ideas tradicionales y los grandes cambios que el mundo ha conocido nunca.
En nuestra época, la Revolución Cultural muestra que la restauración del capitalismo no es inevitable, que la clase obrera y las masas pueden desarrollar formas –formas completamente nuevas de hacer cosas en la historia de la sociedad- para defender sus conquistas y hacer retroceder los incesantes ataques del enemigo. Al igual que la Comuna de París proporcionó las bases para el desarrollo del marxismo cuando el marxismo estaba empezando a surgir hace más de cien años, hoy también a través de la Revolución Cultural, el marxismo se ha desarrollado y avanzado y la clase obrera del mundo entero se alza con mayor superioridad en su lucha por derrocar a los reaccionarios de todos los países uno por uno y traer la victoria del comunismo al mundo entero.

jueves, 19 de marzo de 2015

BRASIL: Caio Silva e Fábio Raposo serão soltos hoje por ordem judicial | Nota do CEBRASPO


Dende Dazibao Rojo celebramos a victoria do pobo.
Condenados por antecipação pela insidiosa campanha da Rede Globo, os jovens Caio Silva e Fábio Raposo, mantidos no Complexo Penitenciário de Bangu por mais de um ano, serão soltos hoje por ordem judicial.
Foi derrubada a acusação de crime triplamente qualificado. Toda sanha do monopólio de imprensa para condenar antecipadamente os dois jovens tinha o claro intuito de intimidar e criminalizar os protestos da juventude combatente carioca. Essa juventude que deu grandes demonstrações de combatividade e compromisso na defesa dos direitos do povo.
É mais do que justa a defesa dos jovens contra a mais brutal repressão, que usou balas de borracha, balas letais, gases tóxicos, bombas de efeito moral e armas de choque ferindo milhares de pessoas. A juventude foi forçada em muitos casos a se defender com escudos, pedras e das formas que tinham ao seu alcance.
Portanto, enviamos nossas saudações à brava juventude combatente do Brasil!
Nossas saudações aos advogados e defensores que batalharam na defesa destes jovens, defendendo o direito baseado nas leis que o próprio Estado é o primeiro a violar.
Nossas saudações à Comissão dos Pais e Familiares dos Presos e Perseguidos Políticos - RJ que segue lutando pela liberdade de Rafael Braga e pela suspensão da ordem de prisão de Karlayne Moraes, Elisa Quadros e libertação de Igor Mendes da Silva, preso há mais de cem dias também no Complexo Penitenciário de Bangu.
A juventude e o povo seguirão lutando por seus direitos!
Pelo fim de todos os processos de perseguição política!
Liberdade para todos os presos políticos!
Defender o direito do povo lutar por seus direitos!
 
Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo)

miércoles, 18 de marzo de 2015

ALEMANIA: Violentos incidentes en Frankfurt ao atacar a policía aos manifestantes anti-BCE.

Resultado de imagen de incidentes en frankfurt


correovermello-noticias
Frankfurt, 18.03.15
Dende primeira hora da mañan estanse a producir importantes enfrentamentos entre as forzas represivas en manifestantes que amosan seu rexeitamento a inauguracion da sede central do Banco Central Europeo.
O edificio en cuia rehabilitación gastouse perto de 1200 millons de euros foi sede do "Grossmarkthalle" - o antigo mercado maiorista de Fráncfort.
Baixo o lema de "Non hai nada que celebrar" mais de dez mil manifestantes vidos de diversas partes de europa asi como representantes dos partidos de esquerda protestan pola obra faraonica e a política anti-popular do BCE.
Fontes de axencias informativas falan de feridos e de perto de 400 manifestantes detidos.