jueves, 19 de julio de 2018

BRASIL: Condenando energicamente condena a 23 activistas por las protestas contra la FIFA en 2013. CEBRASPO

NOTAS DOS ATIVISTAS CONDENADOS POR CONTA DAS MANIFESTAÇÕES DE 2013/2014

Companheiras e companheiros, segue adiante nota de repúdio assinada por 13 dos 23 ativistas que foram condenados devido a participação nos protestos de junho de 2013 e contra a farra da FIFA.


Nota de repúdio e de chamamento à luta
 
- Assinam esta nota 13 dos 23 ativistas condenados pelos protestos no Rio -
          
 
Ontem, 17/07, o juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau finalmente entregou o serviço para o qual foi escalado por Sérgio Cabral há quatro anos atrás: condenou todos os 23 ativistas envolvidos nos protestos contra a farra da FIFA a penas que vão de 5 a 13 anos de prisão, em regime inicialmente fechado.
Quais crimes nós cometemos?
Ousamos denunciar os desmandos de Sérgio Cabral, Pezão & CIA, acobertados todo o tempo por parte do Poder Judiciário e do Ministério Público do Rio?
Ousamos denunciar a farra da Copa da FIFA, cujo único “legado” que restou para o povo foram os escombros das comunidades removidas e a quebradeira dos serviços públicos?
Ousamos participar, como estudantes e trabalhadores, ombro a ombro com milhões de pessoas nas maiores manifestações de massas da história recente do país?
Ousamos atuar ao lado de movimentos populares independentes, que não se curvam ou se vendem às “tenebrosas transações” da politicalha oficial que nos desgoverna, cujos maiores símbolos são Pezão e Temer?
Se disso nos acusam, temos que aceitar com orgulho o que dizem os nossos algozes. Porque foi isso mesmo que fizemos, ou seja, lutamos. Todos precisam compreender que é a toda nossa geração que buscam condenar e intimidar com esta sentença infame. Mas não conseguirão: carregamos a teimosia própria dos que insistem em ter fé na vida, fé na luta, fé no povo. A teimosia dos milhares que marcharam na Praça Saens Peña, no dia da final da Copa do Mundo, apenas algumas horas depois que dezenas de ativistas foram presos e enviados para Bangu. Nós temos lado, e este não é o lado da casa grande. Se disso nos acusam, muito obrigado, pois.
Com esta sentença, o Sr. Itabaiana entra para a história pela porta dos fundos. Será sempre lembrado como aquele que perseguiu de modo implacável a juventude de junho de 2013. Que fique registrado: o que se fez no Rio de Janeiro, quanto aos procedimentos persecutórios, prisões abusivas, invasões de residências, infiltração ilegal, grampos de advogados a até uma “delação premiada informal” (a do sabujo Felipe Braz, cujo depoimento é praticamente a única “prova” apresentada para nos condenar) não teve par em nenhum outro lugar do Brasil. Talvez os carrascos se orgulhem do seu serviço; a esse “orgulho” nós achamos mais coerente chamar: VERGONHA!
Sim, porque é vergonhoso que os manifestantes contra a farra da FIFA sejam condenados, quando hoje grande parte dos próprios organizadores da Copa estão presos! Quando o ex-governador que nos reprimiu com selvageria está preso! Quando o país é levado à beira da fome e da devastação social pelos mesmos vampiros que tremeram de ódio quando a juventude tomou as ruas! Quando a Rede Globo, que nos perseguiu, ainda não explicou as suas negociatas em torno dos megaeventos!
Alguma palavra sobre a “conduta reprovável” e “personalidade distorcida” dessas pessoas, senhor juiz?
Reafirmamos o que dissemos ao longo de todos estes anos: LUTAR NÃO É CRIME! Crime é o estado de calamidade oferecido ao povo na fila dos hospitais, crime é a falta de vaga nas creches, crime são os ônibus caros e superlotados, crime é o que se pratica diariamente nas favelas, ensanguentadas pelo genocídio do povo preto e pobre. Isto é crime! E estes crimes, tenham certeza, não ficarão impunes para sempre.
Em tempos de sérios ataques aos direitos trabalhistas e sociais, é fundamental desfraldar bem alto as bandeiras da liberdade de expressão e de manifestação, sem as quais nenhum outro direito pode ser defendido, muito menos conquistado. Isso é ainda mais importante quando o Rio se vê sob uma intervenção militar, e assistimos quase diariamente oficiais discursando abertamente sobre a possibilidade de um golpe militar no país. Conclamamos todos/as os/as lutadores/as, trabalhadores/as, estudantes, coletivos, ativistas, intelectuais e democratas a se manifestarem nessa campanha. Não é só pelos 23: é por todos os que lutam!
Lutar não é crime!
Fascistas, hoje e sempre: não passarão!
Viva as jornadas de junho de 2013!
Assinam esta nota:
Bruno de Sousa Vieira Machado
Elisa Quadros Pinto Sanzi
Emerson Raphael Oliveira da Fonseca
Felipe Frieb de Carvalho
Filipe Proença de Carvalho Moraes
Igor Mendes da Silva
Joseane Maria Araújo de Freitas
Leonardo Fortini Baroni
Luiz Carlos Rendeiro Júnior
Pedro Guilherme Mascarenhas Freire
Rafael Rêgo Barros Caruso
Rebeca Martins de Souza
Shirlene Feitoza da Fonseca

Intervenciones y mensajes al gran acto de celebración por el bi-centenario del nacimiento de Karl Marx, en Bremen. (II)


DEM VOLKE DIENEN

In the following we document the preliminary translation of the speech held by the comrades of the Committee Red Flag from the FRG to the international celebration. The final revision is pending. The German original can be found here.
Proletarians of all countries, unite!
Dear comrades of the Communist Parties and organizations,
Dear comrades from the revolutionary movement of the FRG,
Dear friends,
The Committee Red Flag salutes you in the name of the proletarian vanguard in formation that struggles for the reconstitution of the Communist Party of Germany. We salute the efforts you have made to be able to attend this great international celebration of the 200th anniversary of the birth of Karl Marx. We salute the decision, firmness and the high combativity with which you have carried out actions and activities in the different countries and also in the FRG, as part of the international campaign that we culminate today. We consider that the campaign was a celebration worthy of the founder of the International Communist Movement, Karl Marx. It was a campaign that showed in front of the world, once more, that we maoists are the continuators of his work, that Marx belongs to those who struggle to transform the world from its deepest roots, to the fighters of the world proletarian revolution, to those who are for Communism, and not to those who traffic with his great figure to defend exploitation and oppression; Marx does not belong to the revisionists and opportunists. All the actions and demonstrations have shown this and had a concentrated expression in the central action of the campaign that the fighters of the international proletariat carried out in Trier. On the one side, “the celebration” of the German state, of social democracy, of opportunism and revisionism, together with the Chinese revisionists, the heads of this monstrosity that is Chinese social-imperialism, who erected a statue of a sterile Marx, “great” but impotent, of a dead icon. On the other hand, we maoists, who against the German state, under the nose of its police apparatus, hoisted the red flag with the hammer and sickle, the banner of the People’s War, the banner of the dictatorship of the proletariat, the banner of Communism. This whole campaign have been like this, a defying cry that sums up in one phrase all the truths of marxism: REBELLION IS JUSTIFIED!
This international campaign did not fall from the sky, has not been the result of a spontaneous convergence of different initiatives, but, is principally a result of the coordinated and planned action of the Communist Parties and organizations. It has been the continuation of other initiatives and campaigns, which engine have been, and is, the struggle waged by the marxist-leninist-maoist Parties and organizations from Latin America. We communists and revolutionaries of the whole world must understand this very well, which implies to understand the tremendous leap that this deed implies for the advancement of the world revolution. For the first time in history a group of Parties and organizations of the oppressed nations are acting in the International Communist Movement as a solidly unified force based on marxism-leninism-maoism, principally maoism and the contributions to the development of the universal truth of marxism made by Chairman Gonzalo. It is not the voice of one Party or one organization anymore, but of the Parties and organizations of a whole continent that, hoisting the flag of People’s War struggle to propel the reunification of the communists in the world. A left that is showing that is capable of leading and unifying. It is up to us to close ranks with them, recognize their role and assume the tasks we have to fulfill.
The campaign in the FRG was very significant and, principally has showed how we maoists are advancing in the struggle for the reconstitution of the Party in the midst of the class struggle and the two lines struggle. Also we must say that we had many limitations, the remains of the artisan work and the spirit of circles have put obstacles in the way. With struggle we have overcome this and have shown that the path we are following is correct. It has been shown in practice once more that the development of the struggle of the proletariat – at international and national level demands the reconstitution of the Communist Party. The development of system of organization have taken a leap in structure and a centralized and national organization with this campaign and when deepening the evaluation of it we will, in the midst of two lines struggle, manage to draw lessons and approve agreements that will allow us to enter a new phase of the struggle for the reconstitution.
We can now put forward some key questions of this new phase:
[...]
These are the tasks that corresponds to all the comrades in FRG to firmly assume. These are tasks that the class demands from us and that each one of us must assume ones responsibility with initiative and energy; enough of vacillation. This is how we serve the world proletarian revolution, this is how we combat the imperialist beast and its reactionary and revisionist lackeys, this is how we honor Karl Marx as corresponds.
We greet all present and we are very proud to be able to speak to you, we conclude by saying:
Proletarians of all countries, unite!   
Long live Maoism!
Down with revisionism!
Victory to the People's Wars!
Forward in the struggle for the reconstitution of the Communist Party of Germany!
Committee Red Flag (FRG)


 

200 Years: Speech of the Communist League of Sweden

The following is the original speech held at the 200 years celebration by the comrades of the Communist League of Sweden:

Proletarians of all countries unite!

Greetings comrades!

I speak to you from the Communist League of Sweden and bring forth our intentioned Red salute to all comrades, hosts and participants and all comrades in the world who take this very special occasion to celebrate the 200 years since the birth of Karl Marx. We greet all the actions that has taken place during this global campaign. For us Karl Marx is of utmost importance and as an organization that strive for the formation of a genuine Communist Party of Sweden we need Marx, his thoughts, clearness and fighting spirit as a true revolutionary.
We work on two levels, by uniting all Maoists and Maoists in formation and as well by struggling in the midst of the mass work, at workplaces, residential areas, proletarian suburbs and in various organizations of the united front. With this two parts of struggle we fight against the forces of Swedish imperialism for the socialist revolution and strategically we focus on the proletarian suburbs, the biggest industries and to spread our red mission to all corners of Sweden.
Regarding the unification of the Maoists we are developing a system of study circles and are having a two-line struggle in the process of forming a Program, studying and investigating the history of Sweden, the class structure, the venomous role of revisionism and especially the history of the communists. We uphold the comrade Set Person as one of the best communist leaders that worked in Sweden, as a class fighter, and anti-revisionist. We express our solidarity with all fighting communists in the world and specially with those that are in the Peoples wars. Today our forces are limited and our internationalist work is way too small to make a difference, this is, however, a work in progress. We are proletarian internationalists and are overwhelmingly joyful to see, hear and feel the attendance of communists here.
Since "the people, and the people alone, are the motive force in the making of world history", as chairman Mao Zedong said, we as communists are fighting alongside the masses in their daily struggle and even though we at present are a relatively small organization, we refuse to be isolated from the people and the proletariat and we concern ourselves with the problems of the masses through the principle of "from the masses to the masses" and from the Manifesto "the communists, therefore, are on one had, practically the most resolute section of the working-class parties of every country, that section which pushes forward all others; on the other, theoretically, they have over the great mass of the proletariat the advantage of clearly understanding the line of march, the conditions and the ultimate general results of the proletarian movement". We have been focusing concretely on the struggle of students, for the immigrants and the housing problems of evictions to formulate work-place related politics
So once more we express our happiness and feeling of enthusiasm for this celebration and of all you participants, and a specially greeting to the hosts, and we are glad and honored to have received the invitation to come to Bremen.

Red Salute!

Holmia, Sweden, 2018-06-24






CHILE/PERÚ: MEP saluda 1º Encuentro de Abogados Populares y Estudiantes de Derecho en Chile

1° Encuentro de Abogados Populares y Estudiantes de Derecho

El FERP de Chile ha organizado el 1° Encuentro de Abogados y Estudiantes de Derecho, con el objetivo de unir el movimiento intelectual al sector popular, ligar el movimiento estudiantil a las masas populares y a sus luchas, devolver lo que el pueblo ha ofrecido, el mendrugo de su pan para educar a los intelectuales del pueblo, el conocimiento para poder liberarlos de las cadenas del sistema capitalista burocrático que los lleva a la servidumbre y a la miseria. El Presidente Mao planteó "Servir al pueblo de todo corazón" hoy en Chile han dado ese paso importante y desde el MEP saludamos aquella labor que nos enseña a los estudiantes que lo principal son las masas pobres y oprimidas y nosotros debemos pensar siempre en ellas.

1° Encuentro de Abogados Populares y Estudiantes de Derecho


Nacional, La Rebelión Se Justifica N°20
El sábado 30 de junio se llevó a cabo el Primer Encuentro Nacional de Abogad@s Populares y Estudiantes de Derecho, en la Facultad de Derecho U. de Chile.
Este encuentro, convocado por el Comité de Defensa del Pueblo Hermanos Vergara Toledo y los Abogados del Pueblo de la Araucanía, con el apoyo de la Defensoría Popular, tenía por objetivo el dar a conocer el trabajo de las distintas organizaciones de abogados al servicio del pueblo a estudiantes de derecho del país, mostrando así que es posible poner nuestros conocimiento al servicio de los más pobres y explotados, y que sí existen abogados que hoy día lo están haciendo y cada vez más.
Así, con una convocatoria abierta se logró reunir a estudiantes y abogados desde Iquique hasta Temuco.
Durante el encuentro se presentaron exposiciones sobre la Ley Antiterrorista, Ley de Control de Armas, Feminismo y Prisión Política. En esta última, se contó con la presencia del hijo de José Tralcal, uno de los condenados a cadena perpetua por el caso Luchsinger-Mackay, que contó las irregularidades del proceso contra su padre y el montaje que ha levantado el viejo Estado en su contra. Además, desde los Abogados del Pueblo de la Araucanía se presentó una exposición con la temática “Ser abogado en territorio Mapuche”. La convocatoria estuvo cargada de internacionalismo, solidarizando con el Dr. Ernesto Sernas de México, los activistas democráticos indios apresados por el régimen de Modi, Surendra Gadling, el Dr. Saibaba, y otros.
Finalmente, se realizó un cierre donde se debatieron las proyecciones del encuentro y las necesidades actuales de la lucha. Entre otras cosas, se terminó realizando un video en solidaridad con la Toma Feminista de Derecho U. Chile, por la libertad de los Presos Políticos del Mundo y exigiendo nulidad y juicio justo para los presos políticos Mapuche condenados por el caso Luchsinger-Mackay.
Adicionalmente, se manifestó la disposición a realizar un segundo encuentro nacional y se promovieron distintas instancias de coordinación entre estudiantes y abogados.
Saludamos la realización de este importante encuentro que muestra el avance de la línea de clase entre los estudiantes de derecho, y el contundente trabajo de los y las abogadas del pueblo entre las masas. Pensamos que no hay otro camino para lograr la unidad que la práctica revolucionaria, sirviendo y apoyando a las masas pobres, golpeadas por la represión, a los presos políticos, etc; y la lucha ideológica contra el oportunismo y el revisionismo, más aún contra las tendencias reaccionarias que trafican con las luchas de los pueblos para ganar puestos en los viejos Estados.
Fuente:http://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com/2018/07/1-encuentro-de-abogads-populares-y.html

ITALIA: ai compagni e al movimento (da proletari comunisti)



Il governo che combattiamo, SALVINI/DI MAIO, è un governo fascio/populista al servizio dei padroni italiani, grandi, medi e piccoli con diverse sfumature.
Ogni cosa che fa Salvini – che traina il governo – è approvata e coperta da DI MAIO, dal ministro Toninelli e dal M5Stelle, che sono la maggioranza in parlamento e nel governo. Questa copertura rende possibile quello che fa Salvini. Quindi per capirci non basta e non è sufficiente denunciare Salvini e quello che fa giornalmente, senza attaccare frontalmente e con tutti i mezzi necessari il M5 Stelle. Senza rovesciare tutto il governo non si può fermare Salvini.
Chi sulla stampa alimenta un dualismo – con il ruolo osceno e servile del Fatto quotidiano dell’accoppiata Padellaro/Travaglio – chi nel movimento parla solo di fascio/razzismo e non di fascio populismo, confonde la situazione e contribuisce al mantenimento della stabilità e forza di questo governo
L’asse Salvini/Di Maio permette di mantenere il consenso in settori delle masse e del popolo e quindi è l’arma per disarmare l’opposizione e la lotta nelle file proletarie.
In Parlamento non esiste alcuna opposizione, nella maggior parte dei casi le critiche del PD sono perchè il governo non fa bene quello che vuole fare.
Quindi lo diciamo anche a noi stessi, non basta denunciare ciò che fa ogni giorno Salvini e i suoi uomini, senza attaccare i 5stelle che sono le vere carogne politiche della situazione e che permettono al fascio/populismo di governare e di mettere le mani sullo Stato.

proletari comunisti – PCm Italia
luglio 2018

miércoles, 18 de julio de 2018

FILIPINA: 3 soldados gubernamentales muertos y 4 heridos en enfrentamiento de NEP con AFP en Cordillera



BAGUIO CITY - Tres soldados murieron y otros cuatro resultaron heridos en enfrentamientos armados separados entre las Fuerzas Armadas del Comando Norte de Luzón de Filipinas (NolCom) y las fuerzas del Nuevo Ejército Popular (NEP) en la Cordillera durante el fin de semana. Los enfrentamientos ocurrieron en Mountain Province y en Abra sin que se informaran víctimas por parte de los rebeldes.Según los informes de NolCom, los guerrilleros del NEP del Kilusang Larangang Gerilya (KLG) Ampis liderados por Ka Digbay dispararon contra las tropas operativas del 81° Batallón de Infantería en Sitio Dandanac, Tamboan, Besao, provincia de Mountain, el domingo 15 de julio.El vocero de NolCom, teniente coronel Isagani Nato, dijo que el tiroteo de tres horas resultó en la muerte de tres soldados y heridas a otros dos. Los soldados del ejército también perdieron un Arma Automática Escuadrón K3 (SAW), dos rifles R4, un lanzador de granadas M203 y una radio Harris portátil.El oficial del ejército dijo que antes del encuentro del domingo, la misma unidad del ejército luchó con los rebeldes el sábado, alrededor de las 8:40 a.m. en las cercanías de la misma aldea. Un soldado recibió un golpe en el brazo derecho y el área pélvica.Otro encuentro tuvo lugar en la vecina provincia de Abra el sábado 14 de julio, donde personal de la 24 ª IB persiguió a los miembros de KLG North Abra. Los soldados rastrearon a los rebeldes desde su campamento abandonado en Danac West, Boliney, que encontraron alrededor de las 8:00 a.m. en el mismo día.Se produjo un intercambio de fuego de 20 minutos que comenzó alrededor de las 3:10 pm en Barangay Ud-udiao, pueblo de Sallapadan. Un soldado resultó herido en la pierna derecha.NolCom retuvo los nombres de las víctimas hasta la notificación de sus familias.En junio, nueve oficiales de policía resultaron heridos y otro murió cuando el comando Leonardo Pacsi del NEP les tendió una emboscada en Sagada, Montana.La OTAN enfatizó que NolCom llevará a cabo operaciones implacables contra los rebeldes para traer "paz, estabilidad y desarrollo".La semana pasada, el Partido Comunista de Filipinas expresó su disposición a enfrentar la declaración de Duterte de "vamos a la guerra".
 
Redspark / Defensa del PCP

Entervenciones y mensajes al gran acto de celebración por el bi-centenario del nacimiento de Karl Marx, en Bremen. (I)


 

DEM VOLKE DIENEN

The folling is the original speech of the comrades from Punalippu from Finnland.
Speech at Karl Marx 200 Celebration in Bremen by Finnish Comrades from Punalippu
Dear comrades of the International Communist Movement and all our friends who have gathered here today! On behalf of Finnish comrades of the Red Flag Collective, I want to present our red salute to this 200 year celebration of the birth of Karl Marx. We are honored of having been invited to this event and of having this opportunity to participate in celebrating our great founder.
This bicentenary coincides with the centenary of the Workers' Revolution and Class War in Finland 1918, which we celebrated in January. Their mutual historical and ideological significance is much greater than their coincidence in the same year. Hundred years ago Marxism was incompletely grasped by the Finnish proletariat, whose social-democratic leadership was dominated by Kautskyism. The political work of the Bolshevik Party and the theoretical contributions of the great Lenin were not well known, except for their friendly stance on the Finnish labour movement and the right to national self-determination of Finland, which until the Great Socialist October Revolution was a colony of the Russian empire.
In the Finnish Class War, the proletarian masses fought heroically for the conquest of the Power. The war was lost to the white-guardist proto-fascist counterrevolution, but it was the highest point so far in the class struggle in Finland. The defeat was caused mainly by the lack of Leftist leadership in the Party, which suffered from Rightist sabotage and mainly Centrist vacillation. This was manifested in the lack of determination, initiative, and preparedness, which are of decisive importance in revolutionary warfare. These elements were neglected despite the teachings of Marx and Engels, which stressed the preparation for revolutionary war and pointed the need of the proletariat to have its own military theory. Now we have the military theory, established by Chairman Mao it is the People's War.
For a century we have lived under the consequences of the defeat that is, under the dictatorship of the bourgeoisie. The solution, of course, is the socialist revolution aiming towards the final emancipation of the proletariat in forever golden communism. The defeat, however, taught Finnish communists the necessity of a Party of a new type, which was constituted in August 1918 and which we will celebrate while highlighting the heavy lessons of losing it to modern revisionism since 1944. As self-evident as the necessity of the socialist revolution and the Party that leads it in an all-round way, is that Marxism has developed through two great leaps since then and is now Marxism-Leninism-Maoism.
In synthesis, we stand for the reconstitution of the glorious Communist Party of Finland as a Maoist party of the proletariat, and we are devoted to working whole-heartedly towards this delayed aim of strategic significance for the revolution. We hold that the key is to grasp, defend, and apply Marxist principles, established originally by Marx and Engels 170 years ago in the Communist Manifesto, which still is the programme of the international proletariat. Today the Marxist principles can only be realized as Marxism-Leninism-Maoism, principally Maoism, including also the universal contributions of Chairman Gonzalo. As proletarian internationalists we struggle for revolution in our own imperialist home country as part of and in service of the World Proletarian Revolution, supporting the revolutionary line in all countries, as it weakens our common enemy imperialism. As we celebrate today in the middle of the ever deepening decay of capitalism-imperialism, may the immortal figure of Karl Marx ever more clearly guide our class in its war, the people's war, until communism.
In conclusion, we want to raise the following slogans:
For the reconstitution of the Communist Party of Finland!
Proletarians of all countries, unite!
Thank you!


In the following we document a preliminary translation of the speech held by the comrades of the Committee for the Construction of the Communist Party of Galiza at the international celebration of the 200th anniversary of the birth of Karl Marx. Revision is pending. The Spanish original can be found here.
Comrades:
Receive a warm red greeting from the members of the Central Committee of the Communist Maoist Party – Galiza. We want to begin this intervention with two greetings, the first one to the comrades that made this successful celebration possible with their work, and the second to the rest of the present organizations and parties in this vigorous campaign for the 200th anniversary of the birth of Karl Marx.
For us it is a glimmer of pride to participate in this great celebration.
The bourgeoisie and its lackeys of all kind had declared “the end of history” and other rotten theories that negates that the class struggle is the engine of history. They have declared Marxism and communism dead. The old and new revisionists do the same, the first ones empty the revolutionary content from it, the second ones like Avakian and the renegade Prachanda considers it obsolete.
Nothing is more false, comrades! Marxism changed the history of humanity, leading it to the epoch of the proletarian revolution and it develops in struggle, becoming Marxism-Leninism and afterwards a new stage: Maoism.
This is the truth history teaches us! Our history, which is the history of the oppressed and the exploited that from the Paris Commune, to the Great Proletarian October Revolution, to the Revolution of New Democracy in China and the Great Proletarian Cultural Revolution led by Chairman Mao, led Marxism-Leninism to a new and superior stage, Maoism, that today commands the truly revolutionary processes in the world through People’s War from Peru to Philippines, from Turkey to India. Because, comrades, all triumphant revolutions had been work of men and women that hoisted the red flag of communism.
We must not forget!
There are no true revolutions if they are not based in the works of Marx, Engels, Lenin, Stalin and Chairman Mao, in Communism. The bourgeoisie and its lackeys can go on trembling in front of the specter of Communism because the proletariat and the oppressed masses will be their gravediggers, leading human kind to a new model of society free from exploitation and oppression. And we owe all this to Karl Marx, teacher of teachers, and today we celebrate with great joy the 200th anniversary of his birth.
Eternally lives Karl Marx!
Long live the 200th anniversary of Karl Marx!
Long live the father of scientific socialism!
Long live Marxism-Leninism-Maoism, principally Maoism!
Long live the glorious revolutionary People’s War that the maoists of the whole world command!
Long live the Proletarian World Revolution!
20th of June 2018
Committee for the Construction of the Communist Maoist Party of Galiza






RDC: Un intercambio de comentarios que aclara magistralmente qué significa anticolonialismo “De Pega”, “Meramente Declarativo”

Un intercambio de comentarios que aclara magistralmente qué significa anticolonialismo “De Pega”, “Meramente Declarativo”



RBC publica a continuación una reflexión sobre la cuestión nacional y el derecho de autodeterminación, escrita por uno de sus miembros el blog Servir Le Peuple (blog de Occitania, Francia).
SERVIR LE PEUPLE
16 de mayo de 2018
[El texto es una retraducción al castellano de un texto inglés traducido, a su vez, al francés]

“La posición de los maoístas es que las naciones oprimidas tienen DERECHO a la autodeterminación si así lo deciden. Cuando haya una República socialista en lo que ahora son los Estados Unidos, si ciertas tribus (sic) quieren la independencia de su propio territorio, la República socialista no se enfrentará a ellas como enemigos por ese territorio, sino que, por el contrario, defenderá su derecho incluso si la nación oprimida quiere ser un Estado capitalista y no socialista. Sobre la cuestión nacional, no sería (sin embargo) necesariamente correcto que los comunistas defendieran en la nación oprimida la secesión de la República socialista. Si surge el deseo de separarse, sería correcto simplemente que la República socialista lo autorice (mientras que se combatiría a cualquier otro territorio que pretendiera la secesión a favor del capitalismo)”.
“¿Un DERECHO a la autodeterminación”... pero con la esperanza (más o menos velada) de que no se“determinen”en ese sentido? ¿O no? Todo esto me lleva a pensar en algunos trotskistas europeos partidarios de un “Estado único” en Palestina, en el entendido de que ese Estado único es sin duda la posición correcta en términos absolutos (la posición histórica de la izquierda palestina...), pero también puede significar... la actual Sudáfrica (y nadie menos que el presidente israelí Rivlinse pronunció a su favor).
¿Qué es exactamente la “voluntad del pueblo”? Hoy en día, probablemente menos del 10% de los negros estadounidenses quieren una República socialista de Nueva Afrika; pasa igual con los chicanos en relación con un Aztlán socialista y la reunificación con México. Pocos son quienes, miembros de las Naciones indígenas, quieren Estados independientes socialistas, ni siquiera capitalistas... y menos aún serían los trabajadores blancos que defendieran tu versión maoísta del socialismo.
Existe una “voluntad del pueblo” en este momento en que estamos hablando... y habrá otra mañana o dentro de 30 o 50 años, que depende de la propaganda que difundamos; y esta propaganda se basa en un objetivo estratégico, una concepción del mundo, algo que pensamos (nuestra concepción comunista del mundo) que es el objetivo y la justicia popular, la reparación (por ejemplo) a un pueblo y al mismo tiempo la conmoción de los fundamentos del poder de un Estado al servicio de los monopolios imperialistas: en una palabra, el Sentido de la Historia.
Es fácil decir “si así lo deciden, tienen derecho”, pero con la esperanza, en realidad,de que no sea así y haciendo todo lo posible para que no decidan de ese modo.
En 1950 una minoría de los argelinos estaba a favor de la independencia. Todos ellos sufrían el yugo y las atrocidades de los colonos, pero la posición mayoritaria era conquistar los derechos cívicos y democráticos en el marco de una Argelia francesa. ¡Y el Partido “comunista” francés tenía la firme esperanza de que las cosas siguieran siendo siempre así! Las cosas cambiaron con la Guerra de Liberación, iniciada con el levantamiento del FLN el día de Todos los Santos de 1954 y que se prolongó hasta 1962, año en que ya una mayoría del 99% de los argelinos estaba a favor de la independencia y del “socialismo árabe”. Ni que decir tiene (como cabía esperar)... que el PCF comenzó oponiéndose a aquel levantamiento “reaccionario”, luego propugnó la “paz” y una “solución democrática”, a veces (no siempre...) denunció las torturas y los crímenes del ejército imperialista y, finalmente, defendió la “autodeterminación”... muy al final, cuando el propio De Gaulle se hubo adherido a esta solución.
Estoy totalmente de acuerdo en que “la identidad no prevalece sobre la línea política” y que “si fuera así, todos los grupos sociales oprimidos tendrían ya una línea comunista perfecta, lo que no es el caso”. Soy un enemigo resuelto de la identity politics [política identitaria] y no soy partidario ni de la inacción ni del politiqueo de salón. Pero “el oportunismo identitario” no puede ser tampoco la palabra mágica con que poner punto final a todas las cuestiones que incomodan. Cuando los indígenas colonizados (¡Lambda, que no pretende ser una organización de vanguardia!) hablan de su experiencia y lo primero en que te fijases que “Existir es resistir es el típico lema de la política identitaria de mierda y un argumento para no hacer nada”, tu noción de lo principal y de lo secundario muestra que en realidad no tienes ganas de oír a lo que esas personas tratan de decir.


En realidad, es fácil estar al corriente de las luchas que le rodean a uno y adoptar una postura anticolonialista que se quede en agua de borrajas, apuntándose, eso sí, el tanto y dándose importancia con frases del estilo de:“el colectivo maoísta más avanzado en los Estados Unidos está hoy en Aztlán”.
Pero las cosas son como son: la Historia enseña que el sudoeste de los Estados Unidos es parte de los Estados Unidos gracias a una guerra de agresión criminal y a un tratado imperialista desigual, tras lo cual fue salvajemente colonizado; y el Sentido de la Historia es que ese tratado desigual debe ser borrado de la página del tiempo y México reunificado. Ocurre lo mismo con todos los “tratados” suscritos con las Naciones indígenas, así como con la Nación nacida de la esclavitud de los africanos en el sureste.
No se trata de “si el pueblo lo decide de tal modo” (la segunda parte de tu comentario es de hecho muy explícita sobre el fondo de tu pensamiento...). La gran mayoría de los latinos no lo desean a día de hoy y tú, en el fondo de tu corazón, esperas que siga siendo siempre así.
Usted utiliza a Aztlán de cara a la galería, por razones de imagen; pero en los hechos, ¿qué ayuda en concreto le presta Usted a su lucha de liberación y por la reunificación con la madre patria?
¡Ah, sí! Y además: las naciones son NACIONES; no hay naciones si son europeas/blancas y “tribus” (!!) o “etnias”, de lo contrario...
Como ya explicó el glorioso Kaypakkaya[i], existen caracteres nacionales preexistentes, como los que indicó Stalin en La Cuestión Nacional, y estos caracteres dan a luz a una nación no en el momento de la revolución burguesa o industrial, sino cuando resultan “alcanzados” por las “primeras luces del alba” del capitalismo (de manera que los kurdos son una nación y no un pueblo, como sostenía el grupo revisionista –ahora completamente fascista– “Şafak”); lo cual significa, en América, por la colonización.
Si hablas de “tribus” no hay naciones, no hay cuestión nacional y tampoco hay derecho a la autodeterminación. Pero he de admitir que su línea blanca paternalista es especialmente sutil y astuta.
[De hecho, toda esta palabrería y este jesuitismo intelectual significa una sola cosa: NO HABER COMPRENDIDO NADA de lo que sucedió en la URSS.¿Hasta cuándo dura la lucha de clases? Hasta el COMUNISMO. Hasta el comunismo, durante decenios y decenios, un siglo tal vez después de la revolución socialista, la contrarrevolución, la restauración capitalista sigue siendo posible. ¿Cómo? Porque existe una BASE MATERIAL para ello, para que la vieja burguesía vuelva al poder... o que una nueva, nacida en el seno mismo del aparato del Estado socialista y del Partido dirigente, se apodere de él, defendiendo la “vía capitalista”.
POR LO TANTO, HAY QUE QUEBRAR ESA BASE; y esa base es, en especial, la base territorial de acumulación, el Imperio de los monopolios. Y en los Estados Unidos, incluso antes de ser la primera potencia mundial imperialista, el Imperio de los monopolios es, en primer lugar,... el propio territorio federal, con sus colonias interiores. Por lo tanto, (especialmente) hay que destruirlo por medio de la autodeterminación de los pueblos colonizados. No hacerlo es garantizarse que de las entrañas mismas de la República socialista de que habla de nuestro “amigo” brotará una nueva burguesía (más o menos pseudo-“roja”) que, más o menos gradualmente, restaurará el capitalismo.


Lenin decía ya a principios de los años 20 que el chovinismo gran ruso (la dominación nacional de los rusos sobre las otras nacionalidades), si no se le combatía correctamente, estaría entre las primeras cosas que “matarían” al socialismo soviético; y eso es lo que sucedió. Alain Sibé, de la misma manera, con la salvedad de que el PCF nunca ha estado en el poder, ve en el abandono por parte de éste de un anticolonialismo intransigente y en su apoyo a la “República una e indivisible” contra las nacionalidades negadas del propio Hexágono, una de las principales razones de su degeneración en partido burgués reformista. Esto es lo que entendemos por estar (...o no) en el “Sentido de la Historia”, en consonancia con una visión del mundo puesta al servicio de los intereses de la victoria del comunismo, que define los objetivos de nuestra labor política.]


[i]En inglés :http://www.bannedthought.net/Turkey/TKP-ML/EarlyDocs/Kaypakkaya-KurdishQuestion-1972.pdf“Certain overly knowledge able wise acres claim that landlords are not considered part of a nation. What‟s more, these gentlemen even hatched the marvel that the Kurds do not yet constitute a nation due to the existence of landlords in the Kurdish region. Thisis a frightfully demagogic statement and a sophistry. Do the landlords not speak the same language? Do they not reside on the same land? Are they not part of the unified economic existence and spiritual formation? And besides, nations emerge not with capitalist development reaching its final limit but at the dawn of capitalism. With capitalism penetrating into a country and unifying the markets in that region to a certain degree, the communities already meeting all theother conditions are considered a nation. If it were not so, all stable communities in the backward countries and regions where capitalist development is limited could not be considered nations. In China up until the 1940s there was a rather strong state of feudal fragmentation, and according to this logic, one would have to deny the existence of nations in China previously. Untilthe 1917 revolution, feudalism had a strong presence in the broad countryside of Russia; this understanding would lead to rejecting the existence of nations in Russia.”
En francés :http://ekladata.com/EM-Rb1M-dCeiJVhgZObXkNCCFXI.jpgEn outre les nations n'apparaissent pas lorsque le capitalisme a atteint le stade ultime de son développement, mais à ce que l'on peut appeler l'aube du capitalisme. Lorsque le capitalisme pénètre dans un pays et y unifie les marchés dans une certaine mesure, les communautés qui possèdent les autres caractéristiques sont alors considérées comme formant une nation. Si tel n'était pas le cas, il faudrait alors considérer que toutes les communautés stables situées dans des pays arriérés, des régions où le développement du capitalisme reste encore limité, ne sont pas des nations. Jusque dans les années 1940, il existait encore en Chine un fort morcellement féodal. Dans cette logique, il aurait alors fallu dénier l'existence de nations en Chine à cette époque.'] 
(Traducción parcial) “Las naciones no aparecen cuando el capitalismo alcanza la última fase de su desarrollo, sino en lo que se puede nombrar el amanecer del capitalismo. Cuando el capitalismo entra en un país y unifica allí el mercado en une cierta medida, las comunidades poseyendo ya las demás características (enunciadas en la Cuestión Nacional de Stalin) están entonces consideradas naciones. Si no fuera así, tocaría entonces considerar que cualquier comunidad estable en un país atrasado, territorios donde el desarrollo capitalista sigue limitado (enuncia a continuación ejemplos como la China de los años 40, Rusia del 1917, Turquía del 1920 y “hasta un cierto grado” África, Asia o América latina en su presente año 1972), no son naciones.”

jueves, 12 de julio de 2018

INDIA: Nueva emboscada del EGPL aniquila a miembro de las CRPF.


correovermello-noticias
New Delhi, 12.07.18
Medios de prensa india informan de una nueva emboscada del maoísta Ejercito Guerrillero Popular de Liberación contra unidades de las fuerzas represivas en Jharkhand.
El ataque se produjo ayer sobre las 5:30 am, mientras unidades de las CRPF realizaban una patrulla en un bosque cerca de la aldea de Dalapani cerca de Dalma en el distrito East Singhbhum, supuestamente alertados de la presencia de una columna del EGPL, cerca de esta zona fronteriza con el estado de Bengala.
Las fuerzas represivas fueron objeto de un nutrido fuego de armas automáticas, cuando subian una columna resultando muerto, por un tiro en la cabeza, un miembro de las CRPF. No se informa de bajas en las fuerzas revolucionarias.

martes, 10 de julio de 2018

INDIA: Ataque del EGPL deja dos miembros de la BSF muertos por explosión en Chhattisgarh.



correovermello-noticias
New Delhi, 10.07.18
Según informa la agencia PTI, dos miembros de la Border Security Force (BSF) han resultado muertos en una explosión, cuando participaban en una patrulla motorizada, en el distrito de Kanker, Chhattisgarh.
Los hechos ocurrieron ayer sobre las 5 p.m. cuando fuerzas represivas, del 121 batallón de la BSF, realizaban una operación anti-guerrillera, en el bosque cercano a la aldea de Tadbaul, distrito de Kanker, a 300 kms. de Raipur y fueron objeto de un ataque del maoísta EGPL, que hizo detonar varios artefactos. Dos agentes represivos que se desplazaban en moto fueron alcanzados por una de las explosiones, quedando mortalmente heridos, falleciendo en la evacuación.

lunes, 9 de julio de 2018

INDIA: Combate en Dantewada, tres combatientes rojos muertos y un agente represivo herido gravemente.



correovermello-noticias
New Delhi, 09.07.18
Un reporte de la agencia PTI da cuenta de un enfrentamiento entre unidades del EGPL y fuerzas represivas de las DRG en una zona boscosa del distrito de Dantewada, Estado de Chhattisgarh.
En el combate habría, según informes de la policía, sido herido un agente represor y tres combatientes rojos habrían muerto en el combate. Se desconoce si se trata de un nuevo "falso combate" y los combatientes revolucionarios fueron asesinados a sangre fría, practica habitual de las fuerzas represivas.
El combate se produjo el pasado domingo, en una zona del bosque de Katekalyan cercana al pueblo de Pedadabba, a 450 kms. de la capital Raipur, considerada una fuerte base de apoyo de los maoístas.

Llamamiento del ICSPWI: ¡Ayudemos y apoyemos el Spring Thunder Tour, una campaña prolongada, que ha de llegar al mayor número de países de Europa y del mundo!

¡Ayudemos y apoyemos el Spring Thunder Tour, una campaña prolongada, que ha de llegar al mayor número de países de Europa y del mundo!


Las masacres de masas adivasi y maoistas son parte dela gigantesca y prolongada operación Green Hunt, tercera fase, para la represión y aniquilación de la lucha armada y de la lucha de masas en general, lanzada por el estado indio, hoy a cargo del régimen hindú-fascista de Modi.
Hay matanzas, deportación de poblaciones, destrucción, violaciones en masa y olas masivas y sistemáticas de detenciones y desapariciones, que afectan el campo y a las ciudades, universidades y movimientos de masas, en continua violación sistemática de los derechos humanos. Esto significa más de 10.000 presos políticos, incluyendo algunas figuras intelectuales, como el Prof. Saibaba, artistas, abogados, juristas, líderes estudiantiles y, por supuesto, algunos líderes maoístas de prestigio, como  Gandhi, Ajith Shyna y otros.
Se intenta en vano detener la rebelión de las masas indias y la guerra popular dirigida por el PCI (maoísta).

Honramos a los mártires , caídos al servicio de la grandiosa y gloriosa lucha por la liberación de las masas indias que, desde la 'revuelta de Naxalbari hace 50 años y hasta hoy, nunca se ha detenido y avanza indomable hacia la victoria.

¡Organizamos protestas ante embajadas y consulados de la India y pongamos en marcha iniciativas solidarias en todas partes!

Se necesitan iniciativas masivas para lograr un apoyo poderoso y un llamativo movimiento de protesta contra el régimen fascista hindú de Modi al servicio del imperialismo.

¡Detengan las matanzas y la represión!, !No al Green Hunt!

!Libertad para todos los presos políticos encerrados en prisiones indias!

Comité Internacional de Apoyo a la Guerra Popular en India
info csgpindia@gmail.com

domingo, 8 de julio de 2018

PERÚ: Fallece Juanita Mendoza, que fue atacada por ex-cuñado en Cajamarca.



correovermello-noticias
Lima, 08.07.18
La prensa de la capital informa del fallecimiento a causa de las graves quemaduras provocadas por el ataque con gasolina que sufrió hace diez días, de Juanita Mendoza Alva, la mujer trabajadora de 31 años de Cajamarca.
Esta triste noticia ha conmocionado a la sociedad peruana, pues el criminal agresor la quemo a las puertas de su vivienda, donde vendía comida, como parte de una venganza contra la familia de su ex-pareja.
El criminal identificado como Esneider Estela Terrones (22) se encuentra detenido hasta ahora por intento de homicidio.
La violencia contra las mujeres, en actos de cruel venganza, es un crimen que debe ser sancionado con gran severidad y bajo ningún caso considerado simple intento de homicidio.

FRANCIA: Concentración Solidaria frente al Consulado de Grecia en Lyon el 9 de julio a las 19 h.

Rassemblement pour Turgut Kaya et Hidir Gönek à Lyon

Declaración conjunta de los maoístas de Tunez e Italia



Joint Declaration Italian and Tunisian Maoists - Proletarians and oppressed people's United! from Democracy and class Struggle


The suffering of Tunisian and African immigrants to Europe has worsened. Many of them die in the sea causing more and more pain to their families as it happened with the sinking of a ship carrying 180 immigrants off the island of Karkennah in Tunisia recently. 

The economic crisis that shakes Tunisia contributes to this phenomenon, the comprador bourgeoisie and the large landowners oppress the people not only on their own but also on behalf of the imperialists, the Tunisian reactionary regime is unable to provide jobs to the unemployed and consequently increases the number of immigrants. 

Furthermore, the Tunisian regime concludes economic agreements with the imperialist powers such as France and Italy and signs political agreements such as the "fight against illegal immigration" and sells national resources, which contributes to the maintenance of imperialist domination and poverty in the country. 

Italian imperialism is not even able to solve the problem: on the one hand, it intervenes militarily together with other imperialist countries, causing death and poverty in some countries, such as in Iraq or, more recently, in Niger. 

Moreover, Italy invests its capital in Tunisia with the advantage of exploiting its skilled workers at cost 0: without paying taxes and with the right to export all profits, workers do not have union rights, so these famous foreign investments they do not contribute to reducing the unemployment rate in a country like Tunisia.

For all these reasons, the flow of immigrants will continue, for this reason immigrants are treated in a fascist and racist way and there have been disappearances, protests and even suicides in the prisons and camps of immigrants.

Italian Interior Minister Matteo Salvini considers immigrants as criminals exported from Tunisia to Italy and has threatened to prevent immigrant rescue ships from reaching Italian ports, wherever in Europe immigrants are treated as slaves that can be sold and bought in any time, or they are killed in cold blood in the Mediterranean before they reach their western shore. 

The Italian government, of which the Minister Salvini is the main representative, is characterized by a strong right-wing populism and by a profoundly fascist and racist nature. 

This mixture in a context of international economic crisis means that the government itself spreads among the masses popular feelings of hatred and xenophobia against immigrants described as "invaders" and simple criminals, rapists, terrorists and the main cause of unemployment in Italy.

The Maoist Communists of Italy and the Maoists of Tunisia call the proletariat and the popular masses to mobilize against Italian imperialism and the reactionary Tunisian comprador regime. 

They call migrants to join and fight for freedom of movement and asylum. 

They greet all the forces and associations involved in assisting and receiving migrants.

Maoist Communist Party of Italy
Organization of the Communist Work (Tunisia)
Party of Elkadihin (Tunisia)

sábado, 7 de julio de 2018

INDIA: Antiguo juez del tribunal Supremo pide la puesta en libertad del profesor G.N. Saibaba. (Avaninews)

Release Prof G.N Saibaba From Jail - Justice Markandey Katju

Release Will someone please forward this to the President of India and Governor of Maharashtra ?


To His Excellency the President of India
His Excellency the Governor of Maharashtra
Your Excellency,
I am sending this appeal seeking release of Prof. Saibaba who has been given life sentence by Gadchiroli Distt Court, and whose appeal is pending before the Nagpur Bench of Bombay High Court.
It has been held by the Supreme Court in Nanavatiʹs case ( 1961 ) that the power of pardon under Articles 72 and 161 can be exercised even if an appeal s pending.
In Kehar Singh vs Union of India ( 1988 ) a 5 judge bench of the Supreme Court held that in pardon proceedings the President ( or Governor ) can scrutinize the evidence, and come to a different conclusion from that of the Court.
Perhaps the Supreme Court judgment in Sri Indra Das vs State of Assam ( 2011) was not brought to the notice of the court which convicted Prof. Saibaba. It was held therein that a person can be convicted only if he commits violence or instigates to imminent violence. The word ʹimminentʹ is crucial. I have not read the evidence, but I doubt that Prof. Saibaba was instigating anyone to commit imminent violence.
In Maru Ramʹs case the Supreme Court held there were a myriad grounds on which the power under Article 72/161 could be excercised. Prof. Saibaba is 90% disabled & is permanently on wheelchair & his health has deteriorated. He is in Nagpur jail
Even UN experts have appealed for his release.
Please therefore pass an order releasing him
Regards
Justice Katju
former Judge, Supreme Court of India
4.7.2018