miércoles, 13 de junio de 2018

INDIA: Nueva dentención de supuesto dirigente urbano maoísta.

<p>Abhay Devdas Nayak<br></p>
Abhay Devdas Nayak

   
correovermello-noticias
New Delhi, 12.06.18
Un reporte de la agencia TNN informa de la detención de un técnico informático identificado como 
Abhay Devdas Nayak, de 34 años, de Bengalore, estado de Kamataka por supuestos contactos con el clandestino Partido Comunista de la India (maoísta).
Los cuerpos represivos afirman que el detenido es un activo miembro del PCI (maoísta) representante del mismo en el Comité de Coordinación de los Partidos y Organizaciones Maoístas de Asia del Sur (CCOMPOSA) y visitó reiteradamente países atrasados social y económicamente. Así mismo la policia afirma que Abhay Devdas Nayak, conocido como Lodda era muy activo en las redes sociales, promocionando la propaganda maoísta a través de blogs, notas de prensa y artículos, mientras ocultaba su identidad. "Mantenia contactos con simpatizantes maoístas, anti-nacionales y grupos anti-políticos para intercambiar ideas".
También afirman que Abhay es un experto en tecnología y artilugios, y que considerando su firmeza ideológica, los maoístas le dieron la responsabilidad de la oficina de propaganda. Mientras la investigación aún está en curso, la policía ha encontrado documentos que indican que Abhay había abierto una compañía de micro finanzas en 2008 y un blog "para algunas actividades delictivas".  
Su detención se practico en Delhi a su llegada a la India el pasado día 1º de junio por estar reclamado por la policía de Bastar.

martes, 12 de junio de 2018

PERÚ: Nuevo ataque guerrillero en el VRAEM deja seis militares heridos.


 
correovermello-noticias
Lima, 12.06.18

La prensa capitalina informa de un nuevo ataque atribuido a la guerrilla que dirigen los hermanos Quispe en el VRAEM. Si el pasado día el 7 de junio  una emboscada de una camioneta policial de la comisaría del distrito de Anco (Churcampa, Huancavelica), lo que ocasionó la muerte de cuatro efectivos policiales a los que capturaron sus armas, ayer sobre las 11:30 a.m. fue atacada la base anti-subversiva de Nueva Libertad (antes Mazángaro) Junín. Un helicóptero que participaba en las tareas de defensa de la base fue alcanzado por varios disparos de la guerrilla del denominado MPCP.
Un sargento del ejercito gubernamental fue herido de gravedad y otros cinco efectivos mas con heridas de diversa consideración. No se reportan bajas entre las fuerzas guerrilleras.

Un comunicado del CC de las FF.AA. revela que varios oficiales fueron heridos en el ataque:
Se trata del teniente primero AP Fernando Gonzales Junco (35) y los técnicos de segunda FAP Armando Novoa Angulo (43) y Javier Pérez Herrera (40), así como los oficiales de mar AP Eddy Mariño Teves (29) y Alex Dionisio Piñam (29). Se recuperan en el hospital de Pichari. Otro herido es el sargento primero reenganchado Edgardo Maymara Benacho, con pronóstico reservado.

BRASIL: Documento do Partido Comunista do Brasil – Fração Vermelha Viva Ibrahim Kaypakkaya! Viva a Guerra Popular!

Saudação do Partido Comunista do Brasil – Fração Vermelha aos 45 anos da queda em combate de Ibrahim Kaypakkaya




Proletários de todos os países, uni-vos!

Viva Ibrahim Kaypakkaya! Viva a Guerra Popular!

O Partido Comunista do Brasil – Fração Vermelha envia nossa mais calorosa saudação ao Comitê Central do Partido Comunista da Turquia Marxista-leninista – TKP/ML – CC, aos comandantes e combatentes do Exército Guerrilheiro de Operários e Camponeses – TIKKO, aos herois e heroínas que seguem ganhando batalhas além da morte, bem como às heroicas massas turcas e curdas que lutam sob sua direção, desenvolvendo a luta armada revolucionária como Guerra Popular pela passagem dos 45 anos da queda em combate do grande dirigente Comunista, Ibrahim Kaypakkaya.
Nós, comunistas do Brasil, que lutamos por culminar a reconstituição do Partido Comunista e iniciar a Guerra Popular em nosso país pela conquista do Poder para o proletariado e massas populares na revolução de nova democracia ininterrupta ao socialismo, como parte e a serviço da Revolução Mundial e no rumo do luminoso Comunismo, erguemos nossas bandeiras vermelhas ante a memória do grande Ibrahim Kaypakkaya e saudamos o correto e justo caminho aberto por ele.
Ibrahim Kaypakkaya armou o proletariado da Turquia estabelecendo as bases e guias que pavimentaram o caminho da Guerra Popular. Kaypakkaya desfraldou a necessidade do heroico combatente, o Partido Comunista dotado da ideologia científica e todo poderosa do proletariado, hoje marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo, como instrumento central e principal para desenvolver a revolução de nova democracia até a vitória, o socialismo e manter firme o rumo, o Comunismo.
Ibrahim Kaypakkaya desfraldou o princípio de que “o poder nasce do fuzil” e ousou assaltar os céus iniciando a luta armada revolucionária como Guerra Popular como único caminho para desenvolver a triunfar a Revolução de Nova Democracia. Comprovando o princípio de que um povo “que não tem um exército, nada tem”, os verdadeiros comunistas da Turquia através do heroico TIKKO, têm brigado duramente por manter o caminho da revolução proletária derrotando o revisionismo, o liquidacionismo e demais desvios de direita como o nacionalismo burguês.
O camarada Ibrahim Kaypakkaya estabeleceu a pedra angular da análise de classes marxista da sociedade turca, estabelecendo o campesinato como força principal e a importância fundamental da questão nacional curda para a revolução de nova democracia, sob a direção absoluta do proletariado através do Partido Comunista, aportes vigentes para a revolução na Turquia e extremamente importante para a revolução em outros países do chamado Oriente Médio ampliado.
Defender seu legado é defender o Partido Comunista, defender o caminho da revolução de Nova Democracia através da Guerra Popular para derrotar o velho Estado fascista, a semifeudalidade, o capitalismo burocrático e a dominação imperialista, assegurando o direito de autodeterminação para a Nação Curda, passar de forma ininterrupta à revolução socialista, servindo à revolução mundial.
A bandeira levantada por Ibrahim Kaypakkaya é a bandeira do maoismo e da Guerra Popular. Essa bandeira é a bandeira do proletariado internacional e uma vez levantada jamais será deverá ser arriada.
Estimados camaradas,
Estes gloriosos princípios defendidos e aplicados pelo grande Ibrahim Kaypakkaya nunca estiveram tão vigentes. Conforme afirmamos na declaração conjunta de Partidos e Organizações Maoístas neste Primeiro de Maio de 2018:
A crise geral de decomposição do imperialismo segue se agravando e nos próximos anos e décadas, seguirá produzindo distúrbios de magnitudes crescentes, levando sofrimentos inauditos às massas populares em todo o mundo e provocando, por sua vez, a sua mais feroz resistência e justa rebelião. O drama de milhões de refugiados atingidos pelas guerras de agressão e genocídios demonstra a verdadeira face da ‘civilização’ imperialista, o imperialismo é um câncer e os povos do mundo não precisam dele. O imperialismo não tem outro destino senão fracassar sucessivamente, enquanto o povo está condenado a triunfar inevitavelmente. Porém se necessita da vanguarda proletária para plasmá-lo o quanto antes!
(…) Os escândalos de corrupção por todo mundo, além de ressaltar a natureza putrefata destes governos, demonstram a crescente união pessoal entre representantes de grandes corporações monopólicas e o poder de Estado. As eleições burguesas, como meio de legitimação da velha ordem, estão cada vez mais desacreditadas, sem legitimidade e despertam o rechaço espontâneo das massas, demonstrando o esgotamento da ofensiva geral da contrarrevolução.”
Portanto a situação mundial demonstra um enorme potencial e que o movimento comunista está ressurgindo com força renovada. Para transformar esta força potencial do Movimento Comunista Internacional, a Revolução Proletária Mundial necessita de constituição/reconstituição de partidos comunistas marxistas-leninistas-maoístas para transformar as atuais lutas armadas de libertação nacional em guerras populares, para realizar a revolução de Nova Democracia, desatar novas guerras populares pela Revolução de Nova Democracia ou Revolução Socialista segundo seja o caso (respectivamente em países oprimidos e capitalistas desenvolvidos), e através de sucessivas Revoluções Culturais Proletárias transitar todo o mundo ao Luminoso Comunismo.”
As Guerras Populares como a da Turquia, ao qual se somam as Guerras Populares na Índia, Peru e Filipinas, que persistem derrotando as campanhas de cerco e aniquilamento do inimigo, bem como suas políticas de “acordo de paz e capitulação” para liquidar o Partido e a Guerra Popular, são uma grande fortaleza e fonte de inspiração para os revolucionários de todo mundo.
Estimados camaradas,
Através de dura luta de duas linhas em meio da luta de classes combatendo de modo implacável e inseparável o revisionismo de velho e novo cunho, tais como o avakianismo, prachandismo e a Linha Oportunista de Direita no Peru do combate ao imperialismo, seus lacaios e toda a reação, levantando a bandeira da luta armada revolucionária como Guerra Popular, o MCI está superando a dispersão de forças e está ressurgindo com força renovada.
Velhos líderes oportunistas e revisionistas, bem como seus cúmplices liquidacionistas estão sendo desmascarados e derrotados pelo maoismo. Por todo mundo florescem e se desenvolvem partidos e organizações maoístas que se forjam nessa dura luta. Em meio ao aprofundamento da crise geral do imperialismo em que se desenvolve de forma desigual a situação revolucionária no mundo, as condições objetivas e subjetivas para um novo e poderoso impulso à Revolução Mundial estão amadurecendo formidavelmente com as revoltas populares e principalmente com a preparação para o início de novas Guerras Populares.
O revisionismo segue sendo o perigo principal para a Revolução Mundial e o Movimento Comunista Internacional, como tal, não pode dar um passo sequer sem combatê-lo de modo implacável e inseparável do combate ao imperialismo e toda a reação. Por isso, hoje, o proletariado internacional em dura luta por varrer o imperialismo e toda reação da face da terra, necessita de um MCI e uma Organização Internacional do proletariado que sirva a defender e difundir o maoísmo como terceira, nova e superior etapa de desenvolvimento do marxismo, que sirva ao proletariado na constituição/reconstituição de Partidos Comunistas marxista-leninista-maoístas, para tomar o Poder e defendê-lo mediante Guerra Popular nas revoluções democráticas e socialistas, bem como para a elevar a defesa, apoio e difusão das Guerras Populares em curso, para organizar a solidariedade com as lutas e rebeliões populares em todo mundo.
Unindo-se firmemente sobre os princípios do maoismo e a Guerra Popular Partidos e Organizações maoistas avançam em marcha batida para a realização de uma Conferencia Internacional Maoista Unificada que dará luz e uma nova Organização Internacional do Proletariado. Esta é uma marcha inexorável.
Nos dias 01 de maio e 05 de maio quando nosso fundador completou 200 anos, as bandeiras vermelhas do comunismo foram içadas na mesma noite de forma coordenada em muitos país na América Latina e Europa incluindo em sua cidade natal Triers. Milhares de massas marcharam sob uma bandeira única, objetivo único, direção única, e consigna única: Proletários de todos os países, uni-vos!
Estas ações foram desenvolvidas como parte da grande Campanha Mundial pelos 200 anos do Grande Karl Marx que o Movimento Comunista Internacional está levando adiante. Esta grande Campanha Mundial será elevada com a grande celebração pelos 200 anos de Karl Marx no dia 30 de junho no norte da Alemanha. Este evento será um grande acontecimento que marcará estes poderosos avanços do proletariado internacional, com a presença de revolucionários proletários de todo mundo.
Esta importante celebração pelos 45 anos da queda em combate de Ibrahim Kaypakkaya ao reafirmar os princípios do Maoismo e da Guerra Popular se soma a grande Campanha Mundial e serve concretamente a reunificação dos comunistas no mundo e a impulsionar a Revolução Mundial.
Estimados camaradas,
Nestes 200 anos do nascimento de nosso fundador e 170 anos do nascimento do Movimento Comunista Internacional com a publicação do Manifesto do Partido Comunista, 45 anos da queda em combate do grande Ibrahim Kaypakkya, reafirmamos que: “diante de uma revolução comunista. Os proletários não tem nada a perder nela a não ser os seus grilhões. Têm um mundo a ganhar!

Honra e glória eternas a Ibrahim Kaypakkaya!
Viva o TKP/ml – CC!
Viva o marxismo-leninismo-maoismo!
Abaixo o revisionismo de velho e novo cunho!
Defender os presos políticos e prisioneiros de guerra revolucionários de todo mundo!
Por uma Conferência Internacional Maoísta Unificada e a formação de uma Nova Organização Internacional do Proletariado!
Defender a vida e a saúde do Presidente Gonzalo, com Guerra Popular!
Viva a Nova Grande Onda da Revolução Proletária Mundial!
Abaixo a Guerra Imperialista! Viva a invencível Guerra Popular!

Comitê Central
Partido Comunista do Brasil – Fração Vermelha
Maio de 2018.

CHILE: Editorial de "La Rebelión se Justifica" del FERP sobre la línea clasista en el movimiento femenino.

Avanza la línea clasista en el movimiento femenino

Desde mediados de abril presenciamos una gran alza en el movimiento femenino, en contra del acoso, el abuso y la educación sexista, que se extendió por todo mayo con más de 50 universidades, liceos e institutos en toma, paralizados o movilizados en ciudades como Valdivia, Chillán, Concepción, Temuco, Santiago, Valparaíso y La Serena.
Esta lucha ha significado un salto gigantesco para el movimiento femenino que se organiza y avanza contra la precarización de la vida, llegando a levantar movilizaciones allí donde nunca antes hubieron, y poniendo el feminismo a la orden del día.
Y así como todo movimiento, el feminismo también tiene carácter de clase, existiendo un feminismo “liberal” o burgués, y un feminismo proletario. Estas dos concepciones (Ver pág. 9 y 10) se vienen enfrentando en el seno de la lucha de las mujeres. 

La línea de clase se va abriendo paso pujante a medida que avanza la movilización, y ya en muchas tomas y paros las compañeras han venido tomando posición por un feminismo clasista y combativo, deslindando con el feminismo burgués.
Las masas van comprendiendo que esta no es una lucha “de todas las mujeres” como ha intentado hacer creer el viejo Estado, siendo la combativa Jornada de Protesta del 1 de Junio un importante salto en ello.
Esta jornada, convocada por la Coordinadora 8 de marzo, se caracterizaba como una demostración de fuerza del movimiento femenino en contra del gobierno de Piñera-FMI y las reaccionarias medidas que ha tomado, como la “Agenda Mujer”, y contra la precarización de la vida.
Desde la mañana amaneció Santiago con barricadas afuera del Pedagógico, la UTEM, UAHC, Derecho y FAU UCH y la UV, entre otras, levantadas por mujeres combatientes que luego se enfrentaron con FFEE.
En la Facultad de Derecho de la U. de Chile, las compañeras comunicaron “Buscamos instalar un feminismo clasista y combativo, reconociéndonos como mujeres oprimidas por un sistema que nos explota, nos minimiza y nos mata”.
Luego, mientras se desarrollaba la Cuenta Pública, miles marcharon en Valparaíso, atacando la sede del diario monopólico “El Mercurio” con bombas de pintura, quedando la fachada totalmente cubierta de colores.
Con estas acciones se va barriendo con la idea de la “naturaleza deficitaria de la mujer”, con los prejuicios de que la mujer no puede luchar. Demostraron lo contrario cientos de valientes mujeres que, tomando los métodos de lucha y el ímpetu de la clase, salieron a levantar barricadas y enfrentarse con FFEE durante esta jornada de protesta, dejando a un lado siglos de temores y opresión.
La jornada también logró salir de las universidades, tomando el carácter de protesta popular, con las decenas de concentraciones que se vivieron en la tarde en ciudades y pueblos de norte a sur, y en Santiago, en puntos como Maipú, Puente Alto, La Pintana, etc. Con ello se anuncia el despertar de las millones de mujeres pobres, obreras y pobladoras.
Así también, la mayoría de las movilizaciones han venido deslindando con el oportunismo, principalmente el Frente Amplio, que ha venido tratando de cooptar la lucha de las mujeres a través del CONFECH y la COFEU, intentando hacer de esta una rebelión pacífica, negociando por arriba con las autoridades y acaparando prensa y televisión para levantar sus posiciones, buscando usar así este movimiento como trampolín para ganar puestos en el viejo Estado.
Por ello es que desde las bases se vienen levantando numerosas instancias para organizarse de manera independiente, con coordinadoras autoconvocadas por regiones.
También se viene preparando el Encuentro Nacional del 9 y 10 de junio en Concepción, donde estudiantes y trabajadoras se reunirán, siendo necesario levantar desde aquí una coordinación independiente del viejo Estado y del oportunismo electorero, que logre unificar este gran movimiento.
Es así que la lucha femenina se viene desarrollando por un camino clasista, barriendo con el oportunismo y las ilusiones del viejo Estado. Sin embargo, aún necesita desarrollarse más la unión con las funcionarias y trabajadoras, para plasmar así en los hechos el carácter de clase de la lucha, y profundizar las demandas para el movimiento universitario, incorporar la lucha por un cogobierno triestamental, por gratuidad, por la elección triestamental de las autoridades, etc.
Por todo lo anterior es que editamos esta edición especial sobre el movimiento femenino, con el fin de exponer a la luz de la ideología del proletariado, y desde el feminismo proletario, nuestra posición y análisis respecto de esta rebelión femenina.


Jornada de protesta 1 de junio:


lunes, 11 de junio de 2018

PERÚ: Convocada 3ª Marcha Nacional para el cierre del Congreso. 12 de junio del 2018

LA TERCERA ES LA VENCIDA ¡¡¡MÁXIMA DIFUSIÓN!!!
MARCHA NACIONAL PARA EL CIERRE DEL PEOR CONGRESO DE LA HISTORIA DEL PERÚ

La imagen puede contener: texto




¡ABAJO EL GOBIERNO HAMBREADOR DE VIZCARRA Y COMPAÑÍA!
 
El viejo estado otra vez se hunde en su descomposición, el capitalismo burocrático atado a la semifeudalidad y semicolonialidad expresa mayor explotación, injusticia y penas para el pueblo peruano, la reacción y el imperialismo mediante el Fondo Monetario Internacional y el Banco Mundial está llevando toda la carga de las contradicciones inter-imperialistas principalmente por el aumento de aranceles de las importaciones de EE.UU a China y la Unión Europea, aquel aumento expresado por el gobierno de D.Trump ha golpeado como efecto bumerán a la economía de los pueblos del tercer mundo, aquí en el Perú se expresa con mayor profundidad aquella inflación solapada que choca al pueblo más pobre y oprimido.


Desde el Movimiento Estudiantil Popular rechazamos de manera contundente al parlamento y al legislativo por ser quien en su cometido por no perder la simpatía de estados unidos al régimen después de vacar a su lacayo Pedro Pablo Kuczynski ha elevado está serie de medidas que aumentan el ingreso de la gran burguesía y la libra de la carga de sus deudas y exprime el sudor y la última gota de dinero al proletariado, estamos cansados de tanta corrupción e impunidad, el pueblo otra vez está demostrando su respuesta contundente al viejo estado fascista que hoy comanda M.Vizcarra, lacayo del imperialismo,perro hambreador de los fujimoristas y apristas, trabajadores obreros de construcción civil, federaciones y organizaciones populares han respondido con paros y marchas.
¡18 DE JUNIO 3RA MARCHA NACIONAL CONTRA EL PAQUETAZO / CIERRE DEL CONGRESO CORRUPTO!
Las regiones de Puno, Arequipa,Moquegua y Tacna





Federación Departamental de Campesinos del Cusco
¡Qosqo Wiñaypaq Kamasqa!

Plaza del Cusco, miles de asistentes a la ¡marcha contra el Gazolinazo!

La gota de derramo el vaso, después de los escándalos de Odebrecht , después hipocresía de los congresistas al exonerar impuestos a las transnacionales y luego el derroche de excesivos costos en compras de los Congresistas vino el incremento del Impuesto Selectivo al Consumo (ISC), que estableció Martín Vizcarra Cornejo. El aumento ha afectado el precio de los combustibles y por ende el precio de productos de primera necesidad. Ante está situación el pueblo ha despertado y ha llevado contundentes paralizaciones en el sur y norte del país.

Como es de esperarse la prensa burguesa y todos sus esbirros lacayos de este putrefacto estado que atacan llamándonos terroristas, reprimiendo a los trabajadores, asesinando a los dirigentes populares, la gran burguesía y la reacción llama terrorista a los pueblos trabajadores y a su vanguardia proletaria cuando en el fondo los verdaderos terroristas son ellos, los congresistas, delincuentes y asesinos matando al pueblo con el hambre y la miseria, mientras que nos meten bombas de gas lacrimógeno tratando de humillarnos. No podemos inclinar la cabeza y dejar que nos sigan mancillando, el pueblo ya despertó y sabe muy bien que sin luchas no hay victorias. Por eso proponemos que la siguiente marcha sea este 12 y 18 de junio contra estas mafias de los fujimontesinistas, apristas, populistas etc, que se han enquistado en el poder manteniéndonos en la pobreza.

¡VAMOS HACIA LA TERCERA MARCHA CONTRA ESTE PODRIDO ESTADO! ¡ABAJO LOS DELINCUENTES Y ASESINOS DEL GOBIERNO! ¡EL PUEBLO YA LO SABE SIN LUCHAS NO HAY VICTORIAS! ¡ABAJO EL GOBIERNO HAMBREADOR DE VIZCARRA Y COMPAÑÍA!

SITRAMUN (El Sindicato de Trabajadores Municipales)






Pueblos Andinos y Comunidades altiplanicas presentes en la luchas populares del pueblo peruano.



PALESTINA: Nuevo crimen de Israel; la camarada Razan Ashraf An-Najjar asesinada mientras asistia a los heridos.



correovermello-noticias
Gaza, 09.06.18
Un comunicado firmado por el Frente Democrático para la Liberación de Palestina (FDLP) informa que la camarada Razan Ashraf An-Najjar fue asesinada a tiros por soldados del estado sionista el pasado viernes primero de junio mientras que asistía a los heridos en la Marcha del Retorno.
El comunicado elogia la actitud heroica y valiente de la camarada Razan, miembro de la Unión de Comités de Trabajo de Mujeres - Unión de Mujeres del Frente Democrático que desde el inicio de las marchas participo en las mismas y cuya tareas humanitarias, junto a otros camaradas, permitio salvar la vida de numerosos heridos por disparos de las fuerzas de ocupación sionista.
Así mismo saludó y alabó a las masas que participaron masivamente el décimo viernes de la Marcha del Retorno, y consideró que esta participación confirma su determinación de enfrentar las políticas de ocupación luchando por el retorno y el fin del asedio.Y pidió a las organizaciones internacionales de derechos humanos que documenten el crimen a sangre fría de la mártir Razan, a manos de las fuerzas de ocupación israelíes, cuando estaba ayudando a los heridos junto con sus colegas de los comités médicos.

domingo, 10 de junio de 2018

INDIA: El escritor maoísta Vara Vara Rao denuncia como falsa la carta que habla de un plan para un atentado contra el PM Modi y la califica de conspiración del regimen del BJP.


Varavara Rao: “Modi assassination letter is fake”

Well-known revolutionary writer and Maoist ideologue Varavara Rao whose name cropped up in a letter purportedly written by Maoists that refers to assassinating Prime Minister Narendra Modi has made light of the issue and accused the BJP-run Central government of a conspiracy.
The Pune Police had submitted letters seized from the laptop of Rona Wilson, a Delhi-based human rights activist, to a local court in Pune, in a case related to the Bhima-Koregaon violence that took place on December 31 and January 1. Some media outlets have started revealing the contents of one of the letters in which it was allegedly mentioned that Rao will mobilise funds to purchase arms to execute the plan.
Speaking to the media on Saturday morning in Hyderabad, Rao said that all the letters were fake and there was an attempt to link the Maoists to the Bhima-Koregaon violence.
“You (media) know the style of communication of Maoists. Even I know because I have participated in peace talks. Will anyone with common sense believe that they have been written by Maoist party?” he said.
“Anyone with little knowledge about revolutionary movements can answer whether the party will write such letters to people living in the mainstream society,” Rao said, appealing to the media to introspect and be responsible in showing the news.
“In a Hindi letter, I was addressed as Mahaan Neta. Did the Maoist party or People’s War ever call me that? Rona Wilson is addressed as Lal Johaar and at the end, it is shown that the letter is written by Milind. He is Maoist party central committee member. How can someone as mature as Milind write such an irresponsible letter?” He questioned.
Rao said that he knew Wilson and others who were arrested and declared they were involved in social work.
Rao said that the BJP government was trying to shift the focus of the country to save some accused persons from right-wing organisations who incited violence during the Bhima-Koregaon rally. He also felt that the popularity of Prime Minister Modi is on the wane and that is why the BJP wants to rake up a new issue to get him sympathy.

viernes, 8 de junio de 2018

BANGLADESH: El Movimiento Revolucionario de Jovenes y Estudiantes condena arrestos de miembros de la Unión Democratica de Estudiantes de la India y llama a enfrentar la represión del Estado reaccionario indio.

RSYM – Condemn the arrest of Comrades from DSU!

On 6th June, the student organization of the Telegana state of India Democratic Students Union’s president Badri and state executive council members Sudhir and Ranjit were abducted by Teleganga police in civil dress. The Tehelanga police did not accept the claim. We, on behalf of Revolutionary Students-Youth Movement strongly protest this incident. Indian state is trying to suppress the freedom’s movement by killing and forced disappearance of its citizens. Two days ago the leaders of the democratic rights movement was arrested in Delhi.

Democratic Students Union is the organization which works for student rights in Telengana and one of the revolutionary political movements. The Indian state is trying to destroy this organization. Earlier they banned the revolutionary organization of Jharkhand ‘Mazdur Sangathan Samiti’. Throught this, masks of the greater democratic country is gradually opening.

The Revolutionary Students-Youth Movement is demanding immediate release of all the comrades of the Democratic Student union immediately. Standing in favor of any fair movement of people, the entire South Asian people must be united today. Otherwise, It is not possible to deal with the Indian state, the main enemy of South Asia. We call on all the patriotic and democratic people of India to raise resistance against all these misdeeds of the state.

Atif Anik
Assistant convenor, National Committee
Revolutionary Student-Youth Movement – Bangladesh

200 aniversario do nacemento de Karl Marx Notas dispersas de Eleanor Marx-Aveling, Karl Marx. (Movimento Femenino Popular-Brasil)

Eleanor Marx-Aveling Karl Marx (Notas Dispersas)

Como parte das celebrações dos 200 anos do grande Karl Marx publicamos a seguir o texto Karl Marx (notas dispersas) de Eleanor Marx-Aveling. 
Tradução feita por nós do texto retirado de: Como era Carlos Marx, Visto por quienes lo conocieron (Seleccion de textos), compilação publicada digitalmente, sem data, com o selo editorial de Omegalfa.es, disponível em: Acesso em: 02 de jun. 2018.

Eleanor Marx-Aveling

Karl Marx (Notas Dispersas)

Meus amigos austríacos me pedem que lhes envie algumas recordações de meu pai. Não poderiam ter me pedido nada mais difícil. Mas os homens e mulheres da Áustria estão realizando uma luta tao esplêndida pela pela causa em favor a qual viveu e trabalhou Karl Marx, que não é possível negar. E por isto tratarei de enviar-lhes algumas notas dispersas e desorganizadas acerca de meu pai.
Muitas histórias se tem contado sobre Karl Marx, sobre seus “milhões” (em libras esterlinas, evidentemente, já que não podia ser moeda de menor denominação), até um subsídio pago por Bismarck, que supostamente o visitava constantemente em Berlim nos dias da Internacional (!). Mas, afinal de contas, para aqueles que conheciam Karl Marx, nenhuma lenda é mais divertida do que a difundida que o retrata como um homem rabugento, amargo, inflexível e inacessível, uma espécie de Júpiter Trovejante, sempre lançando trovões, incapaz de um sorriso indiferente e solitário no Olimpo. Este retrato do ser mais feliz e alegre que já existiu, de um homem cheio de bom humor, cuja risada calorosa era contagiante e irresistível, do mais gentil e generoso dos companheiros é algo que nunca deixa de surpreender - e divertir - quem o conhecia.
Em sua vida doméstica, assim como nas relações com seus amigos e até mesmo com os simples conhecidos, acho que se poderia dizer que as principais características de Karl Marx eram seu bom humor duradouro e sua generosidade sem limites. Sua bondade e paciência eram verdadeiramente sublimes. Um homem de temperamento menos gentil teria se desesperado das constantes interrupções, das contínuas exigências que recebia de todos os tipos de pessoas. Que um refugiado da Comuna - um homem terrivelmente monótono, a propósito - que mantivera Marx por três horas mortais, quando finalmente lhe foi dito que o tempo era urgente e que ainda havia muito trabalho a ser feito, responderia: "Mon cher Marx, je vous excuse1" é característico da cortesia e bondade de Marx.
O mesmo com aquele aborrecido senhor, com qualquer homem ou mulher que ele acreditasse ser honesto (e ele emprestou seu precioso tempo a muitos que, infelizmente, abusaram de sua generosidade), Marx sempre foi o mais amável e gentil dos homens. Sua capacidade de "atrair" pessoas, fazê-las sentir que ele estava interessado nelas era maravilhosa.
Eu ouvi, de homens das mais diversas ideias e posições, de sua capacidade peculiar de entendê-los e entender suas posições. Quando ele acreditava que alguém era realmente honesto, sua paciência era ilimitada. Nenhuma pergunta parecia muito trivial e nenhum argumento infantil demais para uma discussão séria. Seu tempo e vasto conhecimento estavam sempre a serviço de qualquer homem ou mulher que estivesse ansioso por aprender.
Mas foi em seu relacionamento com as crianças que Marx talvez fosse mais encantador. Não houve companheiro mais agradável para as crianças. A memória mais antiga que tenho dele data dos meus três anos de idade, e "Mohr" (tenho que usar o velho apelido familiar) me carregou nos ombros em volta do nosso pequeno jardim em Grafton Terrace, colocando flores no meu cabelo castanho.
Mohr era, na opinião de todos nós, um cavalo esplêndido. Antes - eu não me lembro daqueles dias, mas eles me disseram - minhas irmãs e meu irmão mais novo - cuja morte logo após meu nascimento foi uma dor ao longo da vida para meus pais - "suportou" Mohr, amarrado a algumas cadeiras aqueles que "montaram" e que ele teve que arrastar ... Pessoalmente, talvez porque ele não tinha irmãs da minha idade, preferiu Mohr como um cavalo de equitação. Sentado em seus ombros, segurando a grande cabeleira, negra na época, com um pouco de cinza, me dava magníficos passeios pelo nosso pequeno jardim e pela terra - agora construída - que rodeava nossa casa em Grafton Terrace. Eu devo dizer algo sobre o nome de "Mohr". Na casa todos nós tínhamos apelidos. (Os leitorres de O Capital sabem o hábil que era Marx para colocar nomes.) "Mohr" era o nome habitual, quase oficial, pelo que Marx era chamado, não só por nós, senão também por todos os amigos mais íntimos. Mas também era nosso “Challey” (suponho que se tratava, originalmente, de uma corrupção de Charley) e nosso “Old Nick”. Minha mae era sempre nossa “Mohme”. Nossa velha amiga Héléne Demuth – amiga de toda a vida de meus pais – se converteu depois de passar por uma série de nomes em “Nym”. Engels, depois de 1870, era nosso “General”. Uma amiga muito íntima – Lina Scholer – nossa “Old Mole”. Minha irmã Jenny era “Qui Qui, imperador da China” e “Di”. Minha irmã Laura (a esposa de Lafargue) era “o Hotentote” e Kakadou”. Eu era “Tussy” - apelido que tenho conservado - “Quo Quo, Sucessor do imperador da China”, e , durante muito tempo, fui “Getwerg Alberich” (dos Niebelungen Lied).
Mas se Mohr era um excelente cavalo, tinha outra qualidade superior. Era um narrador único, sem rival. Eu ouvi minhas tias dizerem que, quando era criança, era um terrível tirano com suas irmãs às que “guiava” pelo Markusberg em Treveris a grande velocidade, servindo-lhe de cavalos e, o que era pior, insistia em que comeriam os “pasteis” que fazia com uma massa suja e com mãos mais sujas ainda. Mas elas suportavam os “pasteis” sem um murmúrio, para escutar as histórias que Karl lhes contava como prêmio por suas virtudes. E assim, muitos anos depois, Marx lhes contava histórias a suas filhas. A minhas irmãs – eu era muito pequena então – lhes contava contos quando iam de passeio, e aqueles contos se mediam por milhas e não por capítulos.
Conte-nos outra milha”, era a petição das duas meninas. Por minha parte, de muitos contos maravilhosos que Mohr me contou, o mais delicioso era “Hans Röckle”. Durou meses e meses; era toda uma série de contos. Lástima que ninguém pode escrever aqueles contos tão cheios de poesia, engenhosidade e humor! Hans Röckle era um mago ao estilo de Hoffman, que tinha uma tenda de joguetes e que sempre estava “à quarta pergunta”. Sua tenda estava cheia das doias mais maravilhosas – homens e mulheres de madeira, gigantes e anões, reis e rainhas, trabalhadores e senhores, animais e pássaros tão numerosos como os da Arca de Noé, mesas e cadeiras, carruagens, caixas de todas as espécies e tamanhos.
E, embora era um mago, Hans não podia cumprir nunca com suas obrigações nem com o diabo nem com o carniceiro e por isso – muito contra sua vontade – se vi obrigado sempre a vender seus joguetes ao diabo. Estes atravessavam então por maravilhosas aventuras – que terminavam sempre no regresso à tenda de Hans Rockle. Algumas destas aventuras eram tão tristes e terríveis como qualquer das de Hoffman; Algumas eram cômicas; todas narradas com inesgotável inspiração, engenhosidade e humor.
E Mohr também lia para suas filhas. Para mim e para minhas irmãs antes, eu li todo o Homero, todos os Niebelungen Lied, Gudrun, Dom Quixote, As Mil e Uma Noites, e assim por diante. Shakespeare era a Bíblia da nossa casa, sempre na boca de alguém e nas mãos de todos. Quando eu tinha seis anos de idade, eu conhecia todas as cenas de Shakespeare de cor.
Ao completar seis anos, Mohr me deu minha primeira novela: a imortal Peter Simple. A esta segiu toda uma série de Marryat e Cooper. E meu pai lia cada um dos contos ao mesmo tempo que eu e os discutia seriamente com sua filhinha. E quando esta menininha, entusiasmada pelos relatos marinhos de Marryat, declarou que seria “Pós capitão” (o que quer que isto significasse) e consultou a seu papai se não poderia “vestir-se como menino” e “marchar para unir-se a um guerreiro” lhe assegurou que muito bem, poderia fazê-lo, só que não havia nada a ser dito sobre isso para ninguém enquanto os planos não estivessem bem amadurecidos. Mas antes de amadurecer aqueles planos surgiu uma nova mania, a de Scott, e a menininha se inteirou para seu horror que ela mesma pertencia, em parte, ao detestado clã dos Campbel. Então iniciaram os projetos para levantar aos Highlands e reviver aos “quarenta e cinco”. Devo acrescentar que Scott era um autor a quem Marx voltava de novo e de novo, a quem admirava e conhecia tão bem como Balzac e Fielding. E enquanto falava destes e outros muitos livros mostrava a sua filhinha, ainda que ela não se dava plena conta disto, como buscar o melhor de cada obra, ensinado-lhe – ainda que ela nunca pensasse que lhe estavam ensinando, porque se teria oposto a ele – a tratar de pensar, a tratar de entender por si mesma.
E da mesma maneira, este homem “amargo” e “amargado” falava de “política” e de “religião” com sua pequena filha. Recordo perfeitamente que, quando tinha talvez uns cinco ou seis anos, ao sentir certas inquietudes religiosas (havíamos ido a uma igreja católica para ouvir uma belíssima música) eu as confiei a Mohr e então ele me explicou tudo com grande clareza e diretamente, de tal modo que desde então até agora jamais uma dúvida voltou a cruzar minha mente. E como recordo seu relato da história – não creio que jamais havia sido narrada dessa maneira, antes ou depois – do carpinteiro a quem mataram os ricos, dizendo-me uma e outra vez: “Afinal, podemos perdoar muito o cristianismo, porque nos ensinou o culto da criança.”
E o próprio Marx poderia ter dito “Deixai as crianças virem até mim” porque, aonde quer que ele fosse, as crianças apareciam de alguma maneira. Se se sentava no Heath em Hampstead – um grande espaço aberto no Norte de Londres, em torno de nossa antiga casa - , se se sentava em um banco, em algum parque, pronto se via rodeado de um grupo de crianças, que se envolvia nas relações mais amigáveis e íntimas com esse homem corpulento, de longos cabelos e barba, com gentis olhos castanhos. Crianças totalmente desconhecidas se lhe acercavam, o prendiam na rua… Recordo que uma vez um pequeno estudante de uns dez anos, deteve sem nenhuma cerimônia ao temido “chefe da Internacional” em Maitland Park, pedindo-lhe para "fazer lâminas de barbear". Depois de uma explicação curta e necessária de que "cambalache" era, na linguagem da escola, "mudança", os dois sacaram as facas e as compararam. A do menino só tinha uma lâmina; a do homem tinha duas, mas não havia dúvidas de que estavam gastas. Depois de longa discussão se chegou a um acordo e trocaram-se as lâminas, acrescentando um centavo ao terrível "comandante da Internacional", em consideração à despesa de suas lâminas.
Como recordo também, a infinita paciência e doçura com que, uma vez que a guerra norteamericana e os Blues Books deslocaram por um momento a Marryar e a Scott, respondia a todas as perguntas e nunca se queixava de uma interrupção. E, no entanto, não deve ter sido um pequeno aborrecimento ter uma menininha ao lado falando enquanto ele estava trabalhando em seu grande livro. Mas nunca permitiu que a menininha sentisse que estava aborrecendo. Recordo que, naquele momento, me sentia absolutamente convencida de que Abraham Lincoln necessitava urgentemente de meus conselhos a respeito da guerra e lhe dirigia longas cartas que Mohr, é claro, tinha que ler e colocar no correio. Muitos anos depois me mostrou aquelas cartas infantis, que havia conservado porque lhe haviam divertido.
E assim, nos anos de minha infância e minha adolescência, Mohr foi o amigo ideal. Na casa todos éramos bons camaradas e ele era sempre o mais gentil e de melhor humor. Ainda durante os anos de sofrimento, quando estava constantemente doente, quando sofria de carbúnculos, ainda até o final...
Eu escrevi estas lembranças dispersas, mas estariam incompletas se não acrescentasse umas palavras acerca de minha mãe. Não é um exagero dizer que Karl Marx não haveria sido jamais o que foi sem Jenny von Westphalen. Jamais as vidas de dois seres – ambos notáveis – se identificaram tanto, foram tão complementares um do outro. De extraordinária beleza – uma beleza que trouxe alegria e orgulho até o fim e que despertou admiração em homens como Heine e Herwegh e Lasalle - , de uma mente e uma engenhosidade tão brilhantes como sua beleza, Jenny von Wetsphalen era uma mulher como só se encontra uma em um milhão. Quando crianças, Jenny e Karl jogaram juntos; de jovens – ele com dezessete anos, ela com vinte e um – se comprometeram em matrimônio e, como Jacob por Rachel, ele fez méritos por ela sete anos antes de se casar. Depois, através dos anos de tormentas e dificuldades, de exílio, tremenda pobreza, calúnias, dura luta e esforçada batalha, os dois, com sua fiel amiga Héléne Demuth, se enfrentaram ao mundo sem titubear, sem retroceder, sempre no lugar do dever e do perigo. Na verdade posso dizer dela, com palavras de Browning:
É, imortalmente, minha noiva.
Nenhuma sorte pode variar meu amor
ou deteriorar-se ao longo do tempo.
E penso algumas vezes que um laço quase tão forte entre eles como sua devoção à causa dos trabalhadores era seu imenso senso de humor. Não há dúvida de uqe ninguém tem gozado mais de um bom chiste que eles dois. Uma e outra vez – especialmente se a ocasião exigia decoro e compostura - , eu os vi rir até as lágrimas escorrerem pelas suas bochechas e, mesmo aquelas inclinadas a serem incomodadas por tamanha leveza, não podiam fazer mais que rir com eles. E quantas vezes eu os vi sem ousar olhar um para o outro, sabendo os dois que se trocassem um olhar, não poderiam conter o riso. Ver aos dois com os olhos fixos em qualquer outra coisa, para todo o mundo como duas crianças de escola, sufocados de um siso contido que por fim, apesar de todos os esforços, havia de estalar, é uma recordação que não trocaria por todos os milhões que eles dizem que eu herdei. Se, apesar de todos os sofrimentos, a luta, as decepções, era um casal alegre e o amargado Júpiter Tonante não passa de ser uma ficção da imaginação burguesa. E, se nos anos de luta houve muitas desilusões, se tropeçaram com uma estranha intratidão, tiveram o que poucos possuem: verdadeiros amigos. Donde se conhece o nome de Marx, se conhece também o nome de Friedrick Engels. E os que conheceram a Marx em sua casa também se lembram do nome da mulher mais nobre que já viveu, o honrado nome de Héléle Demuth.
Para os que estudam a natureza humana não parecerá estranho que este homem, que era tão grande lutador, fora ao mesmo tempo o mais bondoso e gentil dos homens. Entenderão que só podia odiar tão ferozmente porque era capaz de amar com esta profundidade; que se sua caneta afiada podia prender uma alma no inferno como o próprio Dante era porque se tratava de um homem leal e terno; que seu humor sarcástico podia atacar como um ácido corrosivo, este mesmo humor podia ser um bálsamo para os preocupados e aflitos. Minha mãe morreu em dezembro de 1881. Quinze meses depois, ele, que nunca se havia separado dela em vida, foi reunir-se com ela na morte. Depois da caprichosa febre da vida, os dois repousaram. Se ela foi uma mulher ideal, ele, bom, ele “era um homem, em toda e qualquer situação, como eu não esperava encontrar um outro tal.”

INDIA: Nota de prensa de la Asociación India de Abogados del Pueblo condena los arrestos de activistas progresistas.


Today, Indian Association of People’s Lawyers (IAPL) organised a press conference at the Press Club of India in New Delhi in relation to the recent arrests of Advocate Surendra Gadling, Prof. Shoma Sen , Sudhir Dhawale, Rona Wilson and Mahesh Raut. The arrests took place on the 6th June, 2018, by Pune police at the early Hours of morning. The conference was held at Press Club of India, Delhi and Adv. Nitya Ramakrishna, Supreme Court of India, Adv. Ravikiran Jain, National President, PUCL, Adv. Sudha Bharadwaj, Vice-President , IAPL, Adv. ND Pancholi (Delhi PUCL), & Adv. Poonam, Secretary (Legal wing), Pragatisheel Mahila Sangathan, Delhi addressed the press. (Meanwhile the Nagpur District Bar Association has called for an abstention from work tomorrow i.e. 8th June 2018)
These arrests have ostensibly taken place in connection with an FIR registered in January 2018 alleging that dalits had been incited to violence. Whereas actually violence had been incited and unleashed on the dalits by Samabhji Bhinde, leader of Shiv Pratishthan Hindustan and Milind Ekbote of Hindu Ekta Aghadi, in response to the dalit assertion during Bhima Koregaon Shaurya Din Prerna Abhiyan. Milind Ekbote was arrested for few days and later released on bail, where as Sambhaji Bhinde is yet to be arrested. However, the above named democratic rights activists, professors and lawyers were arrested without any mention in the original FIR.
Adv. Sudha Bhardwaj, condemning the arrest of Adv. Surendra Gadling, National Secretary, Indian Association of People’s Lawyers (IAPL), said “The arrest of Advocate Surendra Gadling is another example of the intensifying attacks on People’s Lawyers. Recently Advocate Upendra Nayak of Odisha, Advocate Murugan of Tamil Nadu, Advocate Satyendra Chaubey of Chhattisgarh have all been implicated in the cases of their own clients, which is absolutely unacceptable as per United Nations principles on the Role of Lawyers.
Advocate Surendra Gadling was an iconic example to many dalit lawyers defending their oppressed communities. Particularly after the Maharashtra Bandh and the 2nd April Bharat Bandh by dalit communities all over India, hundreds of poor dalit youth have been picked up and incarcerated in patently false cases. Many groups of dalit lawyers started getting together to defend them, even free of cost. No doubt this must have caused great unease for the vindictive state apparatus. The bias of the State is all the more obvious when the leaders of Hindutva organisations named in many complaints and FIRs as instigators of the Bhima Koregaon violence – Milind Ekbote and Sambhaji Bhide – whose anticipatory bail applications have been refused by even the Supreme Court, still roam free.”
Drawing the parallel from Advocate and founder of Bhim Army, Chandrashekar Azad ‘Ravan’‘s arrest, Senior Advocate Ravikiran Jain, who represented him, spoke about unfair use of National Security Act (NSA) and other draconian laws, such as Unlawful Activities (Prevention) Act (UAPA), which are used to incriminate activists, Dalit and other minority group for standing up to their rights and speaking up against their oppression. He also said that UAPA goes beyond the provisions that were used for mass arrest during emergency.
Addressing the press, Senior Advocate Nitya Ramakrishnan, Supreme Court of India, condemned arbitrary arrest and draconian UAPA, which was used in arresting the above-named activists and lawyers. Adv. Ramakrishnan said, “Under UAPA the central government has full freedom to declare any organization as a terrorist organization where membership per say makes it an offence. What the process has become now is merely the presence of Maoist literature has become enough to declare someone as a Maoist which is clearly against the provision of UAPA which already is a draconian act. Automatically a person is charge-sheeted as Maoists. In Binayak Sen’s case, Supreme Court had said, if someone is in possession of Gandhian literature, does that make that person Gandhian?”
Advocate Poonam drawing the pattern across the country said, “what is happening in Saharanpur, Nagpur and people who are fighting for the Dalits and minorities are being attacked.” She also pointed out the ‘dirty game’ of the prosecution, where Advocate Surendra Gadling was also stripped of his basic fundamental rights during arrest and he was produced at Judge’s residence and not in the open court, which is against the procedure laid down by the Hon’ble Supreme Court of India. Advocate ND Pancholi remarked that in the Emergency people were detained under provisions of CrPC and MISA, but presently the situation is worse than that of an undeclared Emergency.
IAPL strongly condemns the arrest of Advocate Surendra Gadling and others and demands for their immediate release. IAPL also welcomes the support of all civil right organizations which have come together to demonstrate their support against the State which crushing all voice of dissent.

Sudha Bharadwaj
(Vice President, IAPL)
Ankit Grewal
(Joint Secretary, IAPL)

CHILE: Documento del FERP ¡Por una línea de clase en el movimiento femenino! objeto de la crítica del FER.

Declaración: ¡Por una línea de clase en el movimiento femenino!

Análisis y posición del FERP ante a la lucha femenina que ha estallado en las universidades y liceos de nuestro país contra el patriarcado, el acoso, el abuso y la educación sexista.


A solo semanas del cambio de gobierno ha comenzado en todo el país una movilización femenina en universidades y liceos contra el acoso, el abuso y la educación sexista que avanza amenazante, golpeando al gobierno reaccionario de Piñera-FMI.

Esta lucha agudiza la pugna entre los sectores de las clases dominantes. Por un lado, el gobierno no ha dado abasto para responder a este estallido, llegando incluso el ministro Varela a menospreciar el problema del acoso y el abuso diciendo que son "pequeñas humillaciones". Otras autoridades tratan de limpiar su imagen hablando de "equidad de género", cuando lo único que representan y defienden es un viejo Estado patriarcal y reaccionario.

Por otro lado, la "oposición" (Nueva Mayoría y Frente Amplio) trata de explotar esta pugna para diferenciarse de la derecha con una "agenda valórica" más "progresista", utilizando el problema del aborto, derechos de las minorías sexuales y otros, siendo el único ámbito en que se pueden diferenciar de la derecha, ya que económicamente ya han demostrado ser ambos igual de serviles al imperialismo.

Es en este contexto que desde mediados de abril estalló la lucha femenina en la educación, con la toma de la U. Austral por la destitución de un profesor acosador. Posteriormente, en la facultad de Derecho UCH se inició una toma por lo mismo, encendiéndose la furia femenina por doquier, levantándose tomas y paros en más de 20 universidades y liceos de siete regiones, sumándose cada día más.

La movilización va remeciendo y conmoviendo a cada vez más mujeres que por primera vez en las luchas estudiantiles se convierten en las protagonistas principales, siendo una gran postal de esto el escenario lleno de voceras y dirigentas de la marcha del pasado 16 de mayo en Santiago. Ellas, que desde las Secretarías de Género levantadas desde el 2014 a raíz de esta misma problemática, y desde las asambleas de mujeres autoconvocadas cada vez más masivas, vienen levantando esta gesta histórica, enfrentándose a toda una vida de ser relegadas a un lugar auxiliar, de ver su lucha como una "lucha secundaria".

Y tal como toda rebelión espontanea, nacida de montones de rabia acumulada que basta con una sola chispa para encender, ha requerido levantar demandas, programas y formas de organización sobre la marcha, siendo aún difuso el enemigo principal y demandas principales dentro del conjunto de peticiones.

Así es que en la situación actual, vemos tres posibles salidas a las que puede apostar el viejo Estado para ahogar la furia femenina: continuar apostando al desgaste de la movilización, esperando que las tomas se caigan por sí solas; impulsar una ley de suma urgencia (como se está planteando después de la masiva marcha de esta semana) al estilo de "gran acuerdo nacional" maquillando un poco el problema pero dejando todo igual, como ocurrió el 2006; o apostar a la división, encausando la protesta en cada establecimiento hacia la resolución de los casos de acoso o abuso más emblemáticos.

Exponemos entonces, al calor de la vertiginosa movilización, nuestra posición respecto a esta lucha y el camino clasista que creemos debe tomar para dar saltos, acabar con los planes del viejo Estado y conquistar victorias.

1.- Saludamos a las compañeras que hoy combaten y resisten contra el patriarcado con gran ímpetu, demostrando que la furia de la mujer es un arma poderosa, capaz de remecer esta vieja sociedad de pies a cabeza. Esta rebelión de mujeres se justifica, porque pone de manifiesto la estructura clientelar de la universidad, donde los amigos de los decanos pueden hacer cuanto quieran sin ninguna represalia, por más protocolos y reglamentos que existan; expone la opresión que sufre la mujer en la educación y cuán arraigada está la idea de la "naturaleza deficitaria de la mujer" en estas instituciones; y por último porque ni el Estado ni las instituciones educativas se están haciendo cargo del problema del acoso y el abuso en sus establecimientos, al igual que ocurre con otros problemas como el autoritarismo, la falta de becas, la crisis de la educación pública, etc.

2.- Consideramos que el acoso, el abuso y la educación sexista son reflejo de la base económica atrasada y patriarcal de nuestro país que oprime doblemente a la mujer pobre, por su sexo y su clase. Tomamos posición porque la opresión de la mujer tiene su origen en la división de la sociedad de clases y que por tanto el único camino para barrer con el patriarcado es una Revolución de Nueva Democracia que avance hacia la construcción de una sociedad sin clases.

3.- Por ello, se hace urgente unirse a las funcionarias, que son las mujeres más oprimidas de la universidad, incorporando a los petitorios sus demandas tales como fin al acoso laboral, a las horas extras impagas o al subcontrato, impulsando asambleas y encuentros biestamentales. Con esto avanzar hacia la unión con las trabajadoras de nuestro pueblo, que son la gran mayoría de mujeres, y hacia un movimiento femenino al servicio del pueblo, de las luchas que dan hombres y mujeres por la vivienda, por la tierra, por un salario justo, etc., que apunte a barrer con las trabas que hoy impiden que la mitad del pueblo se sume a la lucha popular. Para todo esto vemos la necesidad de impulsar círculos de feminismo de clase que busquen unir esta lucha a las mujeres más pobres y oprimidas.

4.- Se debe unificar un petitorio a nivel nacional que incorpore las demandas que ya se han impulsado como la destitución de los académicos acosadores, sanción del acoso y el abuso sexual y laboral, protocolos de prevención y acompañamiento para las compañeras afectadas, etc. Pero entendiendo que el problema no se solucionará simplemente con protocolos, siendo necesario incorporar a las demandas la lucha por un cogobierno triestamental, que permitirá apuntar a una universidad al servicio de los y las estudiantes, que se haga cargo de las problemáticas como el acoso y el abuso y tantas otras. Solo así golpearemos la semifeudalidad en la educación que hoy se expresa en el clientelismo, los académicos apernados y las mallas retrógradas entre otras cosas.

5.- Debemos desarrollar métodos de lucha combativos por nuestras demandas. Ejemplo son las compañeras de Concepción, que ya han levantado jornadas de protesta y cortes de calle. Debemos barrer con la nefasta idea de que la mujer no puede combatir, que el desborde y la violencia revolucionaria es "de hombres". Al contrario, la mujer ha demostrado en la historia su capacidad de combatiente, con grandes revolucionarias como Teresa Flores, Paulina Aguirre, Norma Vergara y tantas otras. Este es un salto ideológico fundamental para dejar de ser víctimas del patriarcado y pasar a la ofensiva contra este.

6.- Entendemos que es inevitable que exista el separatismo. Por miles de año nuestras compañeras han sido relegadas a segundo plano y hoy cuando pasan ellas a ser protagonistas no nos sorprende que busquen espacios seguros y de confianza. Tal como estableció el Presidente Mao Tse Tung, no se puede esperar que una rebelión sea un movimiento ordenado, armónico, sino que es algo tormentoso, fugaz y siempre existirá una cuota de exceso, siendo el propio curso del movimiento el que decantará las formas correctas de organización. Así también vemos la necesidad de círculos y asambleas de mujeres ya que generan las condiciones para una participación activa de la masa de mujeres honda y profunda, que asuman tareas de dirección que normalmente se dedican a los hombres. Ahora bien, así como la emancipación de la mujer se dará con el conjunto de la clase, consideramos que la gran mayoría de los hombres son aliados en la lucha, que pueden apoyar y cumplir labores vitales para las movilizaciones.

7.- Deslindamos con el oportunismo y el revisionismo del Frente Amplio principalmente, que busca usar esta lucha solo para ganar votos en las próximas elecciones, arrojandose una representatividad y un protagonismo que no tienen, impulsando el pacifismo y pasando por encima de las decenas de asambleas autoconvocadas de mujeres que dirigen esta lucha.

Finalmente, llamamos a desarrollar una línea de clase en el movimiento femenino, a continuar generalizando esta lucha, levantando a más y más mujeres y desatando la ardorosa furia revolucionaria que se expande creciente entre las mujeres populares por doquier, esa mitad del pueblo que va demostrando que como doblemente oprimidas, también lo son doblemente revolucionarias. Los hechos lo van confirmando ¡Sin mujeres no hay revolución!

¡La emancipación de la mujer será obra de las mujeres mismas!
¡Viva el creciente movimiento femenino!
¡La rebelión se justifica!

Frente de Estudiantes Revolucionario y Popular - FERP

jueves, 7 de junio de 2018

INDIA: Asesinan al conocido activista contra la mineria Suresh Oraon en Jharkhand.

correovermello-noticias
New Delhi, 07.06.18
Hoy a sido cobardemente asesinado a tiros por sicarios, el conocido luchador contra las corporaciones mineras Suresh Oraon (27 años) de Purnadih Chatra, Jharkhand.
Propietario, junto a otros campesinos de las tierras afectadas por la mina de carbón de la Central Coalfields Limited (CCL) se opuso firmemente a la CCL y su mafia contra el acaparamiento de tierras. Cuando CCL se impuso a la resistencia, Suresh y la comunidad comenzaron a luchar por empleos y compensación. Cuando CCL comenzó a tirar los desechos de la mina en el río Damodar, llevaron a la gerencia a la corte y ganaron. 
Suresh era un líder popular siempre apoyado por las masas. Después de conseguir un trabajo, siguió ayudando a otros activistas con sus cajas de resistencia para la libertad bajo fianza y durante las dificultades médicas. Hasta el final siguió luchando contra CCL y su mafia.
Deja esposa y dos hijos de corta edad.

Con información del portal  

INDIA: Condenando el arresto de Rona Wilson, Surendra Gadling, Sudhir Dhawale, Prof. Soma Sen y de Mahesh Raut.


Condemn the Arrests of Rona Wilson, Surendra Gadling, Sudhir Dhawale, Prof. Soma Sen and Mahesh Raut


COMMITTEE FOR THE RELEASE OF POLITICAL PRISONERS
185/3, FOURTH FLOOR, ZAKIR NAGAR, NEW DELHI-110025
6 JUNE 2018

STRONGLY CONDEMN THE ARRESTS OF CRPP PUBLIC RELATIONS SECRETARY RONA WILSON, ADVOCATE SURENDRA GADLING (EXECUTIVE MEMBER CRPP AND GENERAL SECRETARY IAPL), SUDHIR DHAWALE, PROF. SOMA SEN AND MAHESH RAUT BY PUNE POLICE BY FRAMING THEM UNDER UAPA!

Today, in the early morning hours, the Pune Police arrested CRPP Public Relations Secretary Rona Wilson, Advocate Surendra Gadling (CRPP AND IAPL), Prof Soma Sen (Nagpur University), Sudhir Dhavale (Dalit activist, Republican Panthers) and Mahesh Raut (anti-displacement activist) by falsely framing them under UAPA after alleging relation to the violence that ensued after the bi-centenary celebrations of the battle of Bhima-Koregaon on 31 Decemeber 2018 and the subsequent bandh. Following close on the heels of arbitrary search operations conducted by the Pune police on 17 April 2018 at the residences of these activists in Maharashtra and Delhi, the present arrests are clearly a deliberate attempt to unleash terror upon activists and lawyers who have been raising their voices against the anti-people policies of the present BJP led NDA government. CRPP condemns all the five arrests in the strongest words and demands their immediate and unconditional release.
Sticking to its script enacted on 17th April while conducting so called ‘search operations’ at the residences of the above activists, the Pune Police arrested the above activists around 6 am in the morning from Maharashtra and Delhi.
As per the Maharashtra police, the arrests have been made under Vishrambaug PS FIR no. 4 of 2018 dated 8th January 2018 under
Sections 153(A), 505(1)(B), 117, 120(B), 34 IPC
and, now, 13, 16, 17, 18, 18(B), 20, 38, 39, 40 of Unlawful Activities (Prevention) Act, 2008. Rona Wilson was arrested early in the morning and produced at Patiala House Court which sanctioned his transit remand upon the appeal of the Pune Police. The FIR under the pretext of which the arrests were made is registered against Sudhir and members of Kabir Kala Manch to which the names of Rona Wilson and Surendra Gadling were later added after court conceded to the prosecution’s appeal. However, the new arrests of Professor Soma Sen and Mahesh Raut whose names were never mentioned in the court papers and were just added by the police today, reveal the desperation of the state to somehow frame a case by arbitrarily associating names of peoples’ activists all the way from Maharashtra to Delhi to construe their cock and bull narrative of supposed Maoists plotting the violence that ensued after the Edgar Parishad conference in Bhima Koregaon after 31st December!
On 31st December 2017, an Elgar Parishad was organised to commemorate the 200th anniversary of the battle of Bhima-Koregaon which was attended by thousands who gathered to raised their voice against the forces of Bramanical Hindutva Fascism. On the following day, that is, 1st January 2018, a mob carrying saffron flags instigated by Sambhaji Bhide and Milind Ekbote attacked the masses and activists who had gathered for the commemoration. It should be noted that instead of taking timely action against those who incited and perpetrated violence that ensued after the Elgar Parishad, the state machinery has chosen to devote its time and attention to target and arrest activists and lawyers under the draconian UAPA for speaking against the anti-people policies of the government and the repeal of UAPA citing its use to incarcerate thousands of innocent youths under false cases without bail by the Hindutva state machinery. Both the main forces behind the pre-meditated violence on 1st January 2018, Sambhaji Bhide and Milind Ekbote, are right wing activists closely connected with the ruling BJP and the Sangh Parivar. The police forces have failed to arrest Sambhaji Bhide in connection with this case. Rather, they seem interested in conjuring up an elaborate tale of how the songs of peoples’ resistance sung by activists at the commemoration on 31st December were deliberately intended to incite violence! Allegedly under the same pretext of investigating the Bhima Koregaon incident, a team of Pune police led by Deputy Commissioner of Police Pravin Munde and investigating officer, Shivaji Pawar searched the residence of Rona Wilson in Delhi and Advocate Surendra Gadling in Nagpur in April.
Wilson has been an activist for several years, advocating for the cause of political prisoners all over India. As Public Relations Secretary of the Committee for the Release of Political Prisoners, he has been at the forefront of organising numerous conventions against the unconstitutional nature of draconian laws like UAPA, AFSPA etc. and against the arbitrary use of death penalty, specifically against Muslims and Dalit minorities. He is an active voice in the campaign for the release of political prisoners condemning the anti-people ploys of the state machinery for arbitrarily persecuting minorities and marginalised sections. CRPP member and Advocate Surendra Gadling has been fighting the cases of many innocent people who have been framed under UAPA and was instrumental in the acquittals of many including Sudhir Dhawale. He has also been representing Delhi University Professor, G N Saibaba and others who were punished with life sentence last year under UAPA by the Nagpur Sessions Court. Professor Soma Sen,Sudhir Dhawale and Mahesh Raut are active voices of resistance in solidarity with people movements’ across the country against the tightening tentacles of Hindutva Fascism.
That these arrests are happening at a time when voices of Dalit resistance are transforming into an avalanche of resistance against the anti-people policies of the state indicates the deliberate attempt by the powers that be to stifle all voices of protest. Moreover, it exposes the brazen vengeance of the state against Dalit upsurge organising against the unbridled loot and plunder of resources by imperialist capital aided by the forces of Hindutva Fascism. By targeting activists and peoples lawyers, the state is blatantly trying to snuff out even voices of defense from political prisoners. It must be understood that violence that ensued in Bhima Koregaon is being used as an alibi by the ruling classes to browbeat activists and lawyers who have been fighting for the people into silence. These pre-meditated raids reflect the desperation of the increasingly police state and its growing tendency within the executive to frame activists and lawyers under false charges and keep them in confinement under prolonged incarceration.
It must also be highlighted that this arbitrary arrest has come at a time when CRPP has been able to gather public opinion against the conviction of Prof. GN Saibaba, Hem Mishra, Prashant Rahi, Vijay Tirki, Mahesh Tirki and Pandu Narote. The Gadchiroli Sessions Court, in its 827 page judgment, inadvertently exposes the workings of a national security state which uses the instrument of law to thwart dissent. It is not a coincidence that these simultaneous raids and arrests are happening after the state ordered continuous firing by para military at Chaibasa village in Jharkhand in March in the name of fighting Maoists followed by the dastardly fake encounter of more than 40 adivasis and Maoists in Gadchiroli in April this year. As the drama of yet another parliamentary election is due to unfold in May 2019, the BJP led NDA government will unabashedly expose its violent fangs of fascism to suppress and polarise the united voices of people’s resistance emerging from all corners of the subcontinent, from Kashmir to Tuticorin in Tamil Nadu, by directly waging war on the oppressed people in the so called frontier regions and hinterlands and at the same time targeting and incarcerating activists and voices of dissent from urban areas.
The Committee for Release of Political Prisoners strongly condemns the arrests of Rona Wilson and other activists from Maharashtra which is nothing but a tactic to intimidate activists from mobilising people and raising voice against the violence perpetrated by the state.
In protest,

SAR GEELANI ( President)
AMIT BHATTACHARYYA (Secretary General)
SUJATO BHADRA (Vice President)
SUKHENDU BHATTACHARJEE (Vice President)
MN RAVUNNI (Vice President)
P. KOYA (Vice President)
MALEM (Vice President)
HANYBABU MT (Media Secretary)