viernes, 11 de junio de 2021

China: Autoridades revisionistas arrestan a militantes maoístas con motivo del centenario del PCCh.

 


correovermello-noticias

Beijing, 09.06.21

Según agencias noticiosas internacionales las autoridades revisionistas, que usurparon el poder en octubre del 1976, estan llevando a cabo numerosas detenciones de autenticos comunistas que defienden la obra revolucionaria del Presidente Mao.

Según las fuentes, esta ola de represión se relaciona con el Centeario de la fundación del Partido el proximo 1 de julio.

Entre ellos se encuentra el disidente maoísta Ma Houzhi, de 77 años, que fue liberado de una pena de 10 años de cárcel en 2019.

Ma, profesor retirado de la Universidad Normal de Qufu, fue encarcelado por establecer un Partido Comunista Maoísta Chino, desafiando la prohibición del registro de nuevos partidos políticos bajo el PCCh.

Otros destacados izquierdistas, incluidos Liu Qingfeng, Fu Mingxiang, Hu Jiahong, Nie Jubao y Wu Ronghua, han sido detenidos. La mayoría de ellos tiene menos de 30 años, dijo CNA.

Las detenciones reportadas se producen después de que el PCCh cancelara una conferencia de prominentes ideólogos maoístas programada para el 16 de mayo, aniversario del inicio de la Revolución Cultural (1966-1976), lo que sugiere que el líder del PCCh, Xi Jinping, no está dispuesto a permitir que la facción aumente su poder. base en un posible desafío a su liderazgo “central”.

Grupos y sitios web maoístas, izquierdistas como Hongzhan, Practical Communism, Utopia, Mao Zedong Thought Banner, Mao Zedong Research Institute, The Protagonist, The Red Song Society habían dicho que participarían en la conferencia cancelada.

La base maoísta según algunos observadores es mas amplia de lo que desearia el régimen revisionista, por lo cual han atenuado sus ataques a la Revolución Cultural o al Pdte. Mao.

Fuente de RFA.

 

jueves, 10 de junio de 2021

BRASIL: AND: Editorial semanal - Fio da navalha


Foto: Waldemir Barreto

A prevaricação covarde do sr. Paulo Sergio Nogueira, Comandante do Exército, que livrou Pazuello – o Carniceiro – da punição por ter participado de ato político-partidário ao lado de Bolsonaro (o que é explicitamente vedado no Regulamento daquela força) foi mais um episódio da crise militar que se instalou com a chegada do ex-capitão à presidência. Esta decisão não ocorreu devido à adesão do Alto Comando das Forças Armadas a Bolsonaro, como dizem observadores superficiais. Trata-se de manobra desesperada, a fim de manter a coesão na tropa, ameaçada de divisão pela agitação agressiva da extrema-direita. Sentados em cima de uma bomba, os generais golpistas insistem na velha política do apaziguamento, que resultou no triunfo das forças mais reacionárias em todos os lugares em que foi aplicada. Os fascistas alimentam-se de sangue, e quanto mais têm, mais querem. Esta é uma cláusula pétrea do processo histórico.

Os analistas burgueses, coadjuvados pelos oportunistas pequeno-burgueses, não querem saber de luta popular. Reclamam a contenção dos quartéis, enquanto desmobilizam as massas. Neste meio, empesteado de um liberalismo cego, o mantra que predomina é exigir que os militares “não se envolvam com política”. Trata-se de formulação tão séria como a que nos fala de uma “ala ideológica do governo”, como se os tecnocratas reacionários das outras “alas” – a de Paulo Guedes, por exemplo - não agissem também de acordo com seus interesses e ideologia. Ora, os militares jamais deixaram de intervir na vida política do País, e sempre ensinaram sua própria versão da história aos soldados e oficiais que ingressam nas forças. Na caserna, para citar um único exemplo eloquente, o golpe militar de 1964 foi um movimento “democrático”, e a juventude e trabalhadores que se insurgiram contra os criminosos verde-oliva não passavam de “arruaceiros” ou “terroristas”. Os senhores generais mantêm em sigilo os arquivos das atrocidades que cometeram – há, até hoje, sigilo sobre relatórios da Guerra do Paraguai! - e impediram qualquer punição aos crimes de lesa-humanidade perpetrados nos porões dos quartéis, com base na Lei de Anistia que o próprio regime militar redigiu e fez aprovar. Isto, por acaso, não é “fazer política”?

O fato concreto é que a decisão de Paulo Sergio produzirá um efeito em cascata ainda não de todo previsível. De um lado, estimula a atuação aberta dos agitadores golpistas nas Forças Armadas reacionárias e polícias militares. Estas, já respondem a uma espécie de “comando paralelo bolsonarista”, como restou demonstrado na repressão brutal à manifestação em Pernambuco. Ali, como já se sabe, foi o comandante geral quem ordenou o covarde ataque, e cinicamente, ao pedir demissão, disse que tais atos não coadunavam com a história “quase bicentenária da corporação”. Cinismo tal como a declaração cometida pelo governador de não saber de quem partiu a ordem. De outro, explicita que Bolsonaro tem conseguido penetrar fundo na caserna, tornando delicada qualquer punição a elementos identificados com ele. Se não houvesse tal penetração, Pazuello seria punido, e ponto final, como ocorreu outrora com o próprio Mourão, quando achincalhou a então Presidente Dilma. Bolsonaro despreza as eleições e os partidos, porque a sua estratégia pressupõe a supressão das liberdades democráticas e a conversão do Exército em seu partido político. Neste sentido, para ele, o episódio Pazuello foi inequívoco passo à frente. Sinaliza para os seus que avancem. Mas se ilude quem pensa que os militares sentados no primeiro escalão são seguidores de Bolsonaro. O axioma dos generais golpistas do Alto Comando é de que com Bolsonaro é muito ruim para o país, mas atacá-lo frontalmente é muito pior.

Com Bolsonaro, marcha a escória de todas as classes sociais. Ele é, mesmo, o chefe do lumpesinato. O escândalo que veio à tona envolvendo a CBF, com os áudios estarrecedores do presidente daquela entidade assediando uma funcionária, dá o tom do que se passa naquele meio, tanto quanto os depoimentos de figuras deploráveis na CPI, como a “Capitã Cloroquina”, Nise Yamaguchi e o figurante Flávio Bolsonaro, vulgo Rachadinha, que parece estar lá mais para policiar os seus do que para defender o governo. A realização da Copa América, em meio aos cadáveres, é ao mesmo tempo provocação e escárnio. Na base da sociedade, multiplicam-se os espancamentos, abusos de autoridade e prisões ilegais cometidos por policiais contra qualquer manifestação oposicionista e mesmo execuções sumárias de jovens pobres, principalmente negros, pela simples razão de serem suspeitos de terem cometido algum crime. A coação física, como elemento de luta política, típica do fascismo, está presente na ação destas hordas e tende a se multiplicar.

Contra esta ofensiva reacionária, só há um antídoto: responder sempre, e em toda parte, medida por medida. A direita civil (representantes da burguesia liberal) e a direita militar (hegemônica no Alto Comando das FA’s), respaldada pelos oportunistas, aposta tudo nas eleições, via morta para transformações genuínas em tempos de paz, ainda mais inviável quando as contradições de classe estão na iminência de se converter em guerra civil. Eleições estas que podem não ocorrer pela intervenção militar justificada mediante situação de desordem criada por provocação fascista das falanges bolsonaristas frente a iminência de derrota eleitoral de seu chefe. Neste cenário, a tática da espera não é apenas um erro, mas um crime.

Temos visto a heroica resistência camponesa pelo direito a terra, como a que tem sacudido as máfias latifundiária e seu governo em Rondônia, bem como vimos no dia 29 de maio a força potencial de nosso povo nas cidades. É preciso persistir na mobilização da luta pela terra e na convocação dos protestos, exigindo de sindicatos e associações que abandonem o caminho do imobilismo. São as massas, e não as notas, que fazem a história. A sua entrada em cena é o fator decisivo, e mesmo único, para romper o impasse a favor das forças democráticas e progressistas. O resto, é cloroquina.

https://anovademocracia.com.br/noticias/15939-editorial-semanal-fio-da-navalha

INDIA: Manifestación de agricultores en las fronteras de Delhi el 13 de junio (avaninews.com)

 


La Unión India Kisan realizará una manifestación el 13 de junio exigiendo la liberación inmediata de los intelectuales y activistas de los derechos democráticos que han sido acusados de actividades ilegales. La manifestación será organizada por la Unión India Kisan (BKU) Ekta (Ugrahan) en las fronteras de Delhi para proteger los derechos democráticos de las personas y  para proteger la libertad de expresión.


El secretario de Estado de BKU Punjab, Shingara Singh Mann, dijo en un comunicado de prensa que la manifestación se organizó tres años después del arresto de Bhima Koregaon, el grupo que llamó a la oposición a leyes brutales como la UAPA, la NSA y la traición que suprime los derechos democráticos.

BKU ha expresado su solidaridad con el llamado a la liberación de BK16 (16 en el caso Bhima Koregaon) que están cumpliendo penas de cárcel por cargos falsos en las cárceles de Mumbai por varias organizaciones democráticas a nivel nacional. Shingara Singh Mann ha acusado al gobierno de Modi de encarcelar a decenas de intelectuales y activistas de los derechos democráticos que escriben y hablan en nombre del pueblo bajo cargos falsos. Han pasado tres años desde el arresto de intelectuales en el caso Bhima Koregaon y su juicio aún no ha comenzado. Muchos de ellos son ancianos y enfrentan muchos problemas de salud. Aunque la epidemia de Kovid estaba desenfrenada en las cárceles, ni siquiera se les concedió la libertad bajo fianza. El gobierno no se preocupa por sus condiciones de salud. Los descuida deliberadamente para que  mueran en prisión. Además, varias personas están cumpliendo penas de cárcel en las cárceles de Delhi en relación con el caso de conspiración de disturbios de Delhi.

Los intelectuales fueron arrestados por crear conciencia sobre las políticas fascistas religiosas del gobierno. Muchos de ellos han estado hablando, escribiendo y luchando por los derechos de las tribus, los agricultores pobres, los dalits, las mujeres y otras clases trabajadoras durante las últimas décadas. Al detenerlos, el gobierno quiere infundir miedo en las mentes de estos sectores de la sociedad y mantenerlos alejados de la gente. Tanto es así, que toda voz que quiere su liberación es tildada de maoísta o traidora. Shingara Singh Mann hizo un llamamiento a personas y organizaciones de todos los ámbitos de la vida para que participen en una reunión pública el 13 de junio para exigir la liberación de los intelectuales detenidos, la derogación de estas leyes crueles y la protección de los derechos democráticos y la libertad de expresión.

Activistas de derechos democráticos, escritores y artistas de Punjab participarán en la reunión el 13 de junio. Profesor Jagmohan Singh (sobrino de Shaheed Bhagat Singh), Secretario General del Consejo de Derechos Democráticos, Sukhdev Singh Sirsa de la Unión de Escritores Progresistas, Dr. Navsharan, dramaturgo Dr. Sahib Singh, eminente poeta Surjit Judge, autor Jaspal Mankhera, abogado Enkeer Jeet, India KIsan Union (BKU) Ekta (Ugrahan) El secretario de estado de Punjab, Shingara Singh Mann, dijo que participarán otros.

http://avaninews.com/article.php?page=3086

COLOMBIA: Toma de Bogotá: No lo dijo Uribe sino Claudia López (Revolución Obrera)

 Toma de Bogotá: No lo dijo Uribe sino Claudia López 1

La alcaldesa de Bogotá, Claudia López, se refirió de forma temeraria respecto a la Toma de Bogotá realizada ayer diciendo que: «Es absolutamente irresponsable que se sigan planeando tomas de Bogotá; Bogotá y Colombia ya han tenido suficiente con las tomas guerrilleras, con las tomas paramilitares para que además ahora haya tomas de aglomeraciones».

Condenamos las comparaciones que esta señora hace de la protesta social, las justas movilizaciones del pueblo colombiano, el legítimo Paro Nacional y la digna rebeldía de la juventud obrera, con las tomas guerrilleras o paramilitares, estigmatizando la movilización al mejor estilo de la recua uribista. Nada que envidiarle al jefe del cartel.

Esta señora “progresista” pretende que olvidemos que la juventud obrera ha puesto el pecho por todo el pueblo colombiano en contra de las reformas antipopulares de este régimen mafioso; con los bloqueos, la lucha callejera y con todo el apoyo popular. El pueblo colombiano en este Paro Nacional demostró su capacidad y creatividad cuando se trata de defender los derechos del pueblo, cuando se trata de ponerle una barrera al régimen narcoparamilitar de Duque y a todos estos uribistas que han rechazado y han satanizado el Paro. Y ¡claro!, lo rechazan porque no son ellos los que aguantan hambre, ellos viven en sus lujosas viviendas, mientras el pueblo está en condiciones de miseria y hambre.

Todo el paquetazo de reformas de Iván Duque ataca al pueblo colombiano y a la pequeña burguesía. Durante la pandemia los que han aguantado y han sufrido han sido los de abajo, no los politiqueros ni los uribistas. Claudia López no aguantó hambre, entonces, le queda muy fácil hacer ese tipo de comparaciones injustificadas con las que solo desea darle vía libre al Estado para que siga aplicando el terrorismo, porque son muchas las masacres que ha perpetuado a lo largo del Paro Nacional y continúan arremetiendo contra los dirigentes sociales, el asesinato de indígenas y la juventud que se mantiene en la lucha callejera.

Por todo lo anterior, llamamos a el pueblo trabajador, a los jóvenes, a fortalecer la unidad, a reorganizarse y, sobre todo, a racionalizar todo lo que ha sido este gran Paro Nacional; pues este majestuoso levantamiento popular es solo el preámbulo de lo que ha de venir: una sociedad diferente, donde sean los obreros y los campesinos los que dirijan todo.

Hoy, desde Revolución Obrera llamamos al movimiento obrero, al movimiento sindical –sobre todo al movimiento sindical independiente– y a los luchadores a hacer las síntesis de experiencias, porque se vendrán otros realces del movimiento de masas, en el que el proletariado industrial tendrá que jugar su verdadero papel y parar la producción desde las grandes empresas y las grandes fábricas.

Compañeros, desde Revolución Obrera les hacemos un llamado a estudiar, a concientizar, a organizarse y a seguir en la movilización y la lucha directa y en las calles.

martes, 8 de junio de 2021

PERÚ: LA REACCIÓN CONFIESA SU FRACASO ELECTORAL




                                                                         Proletarios de todos los países uníos!

LA REACCIÓN CONFIESA SU FRACASO ELECTORAL


Como hemos publicado el 28 de mayo de 2021, en nuestra nota: FRACASO DE LAS ELECCIONES REACCIONARIAS Y EL PAPEL DE LA LOD (MOVADEF) Y DE LAS ACCIONES DE LOS “SEÑORES FEUDALES DE LA GUERRA” DEL VRAEM:



"Ambos candidatos, tanto Castillo como la Fujimori, son producto del fracaso reaccionario de la primera vuelta de las elecciones reaccionarias de 2021, que confirmaron lo que la reacción tanto temía y con ello el fracaso de “legitimar” a las nuevas autoridades reaccionarias, esto es, “en último término” con “un desdén de la ciudadanía hacia la clase política del país. Es decir, una absoluta ausencia de esperanza en lo que los líderes de los partidos que la albergan puedan ofrecer a los peruanos en estos comicios, con prescindencia de su procedencia ideológica o las convicciones que afirmen encarnar”. Rechazo espontáneo expresado así a todo ese viejo Estado, sus partidos, personalidades, instituciones, etc. Casi un 42% del censo electoral o no fue a votar o voto en blanco o viciado y el resto que votó por algún “partido”· o candidato lo hizo mayoritariamente en contra de los dos candidatos que han pasado a segunda vuelta establecida para “torcer la mano al electorado” (en palabras de un comentarista político reaccionario)".

La propia reacción por boca de uno de sus representantes mas conspicuos en asuntos electorale, Tuesta Soldevilla, ha reconocido así su fracasoelectoral:

"Lo que hay que cambiar.- Cuando un partido gana, los acreedores se presentan para ser retribuidos, pues en política no hay filantropía. Nuestro país ha elegido a sus autoridades nacionales, pero el siguiente año se deberá completar con los gobiernos regionales y municipios, en donde los partidos que hoy vemos en el ejecutivo y Parlamento tienen escasa representación.

Campaña larga y dura como nunca hemos visto. Una suerte de guerra civil del voto. La feroz división política expresa, qué duda cabe, la que socialmente existe. Ganar de cualquier manera ha hecho que se pierda mucho, creando más desconfianza de la ya acumulada. Somos un país descreído, pese a que las fotos de una campaña intensa podrían mostrar entusiasmos. El gobierno que se hereda es un país destrozado por la pandemia y por sus políticos. Si no se sabe leer los resultados con serenidad, se habrá visto un espejismo que siempre es engañoso. Las dos terceras partes del país que no votaron por ninguno de los dos candidatos en primera vuelta no solo existen, sino que sus demandas, sus miedos y sus frustraciones están intactas, pues ganar en segunda vuelta es gracias al necesario artificio del sistema electoral, para que alguien logre alcanzar la presidencia.

Nuestro país ha elegido a sus autoridades nacionales, pero el siguiente año se deberá completar con los gobiernos regionales y municipios, en donde los partidos que hoy vemos en el ejecutivo y Parlamento tienen escasa representación, allí donde los múltiples movimientos regionales acaparan la mayoría. Un país no puede lograr sus objetivos si no realinea mínimamente los poderes del Estado y los de alcance nacional y subnacional. Compete, pues, a los políticos llevar adelante acuerdos en un país dividido".

Luego el tal Tuesta Soldevilla insisten en marcar el fracaso de cualquiera que sea el que se designado presidente por este fraude electoral: "Cuando un partido gana –que ahora es minoritario..." (Fernando Tuesta Soldevilla, Profesor de la Universidad Católica, Lima 7 de junio de 2021, dierio el Comercio)

Más aún, en su editorial de hoy, el mismo diario reaccionario escribe sobre el problema de "legitimación", así:

Editorial: Sinsabores de un triunfo ajustado

Gane quien gane la elección presidencial, iniciará su gobierno con la mitad del país en contra.

Editorial

Lima, 8 de junio de 2021

Cuando falta menos del 4% de actas por contabilizar, el voto de los peruanos aquí y en el extranjero sigue mostrándose casi perfectamente dividido en dos. Alguno de los candidatos que han disputado esta segunda vuelta ha de ganar, pero es claro que su victoria no será ni por un punto porcentual de diferencia. No será la primera vez que esto ocurra (la distancia entre Pedro Pablo Kuczynski y Keiko Fujimori en la segunda ronda del 2016 fue de 0,24%), pero esta vez el marcado contraste entre el signo político de uno y otro competidor habla de dos vastos contingentes de ciudadanos con ideas muy distintas sobre lo que se requeriría hacer en el país a partir del 28 de julio.

La llamada luna de miel de la que suelen gozar los mandatarios recién electos –esto es, el período de gracia que la población le concede a todo nuevo jefe del Estado para que intente poner en práctica sus iniciativas– será, en consecuencia, muy breve o no existirá en absoluto. En lugar de disfrutar del dulce sabor del triunfo, pues, el ganador conocerá pronto los sinsabores que se derivan de haber logrado su objetivo de una manera particularmente ajustada. Para que su victoria no resulte pírrica, tendrá entonces que buscar legitimarse cuanto antes con la mitad del país que no votó por él y que estará respirándole en la nuca desde el primer día, dispuesta a no perdonarle ni el menor paso en falso.

La pregunta, claro, es cómo podría conseguir el nuevo presidente tal legitimación".

Por eso nos reafirmamos en todo lo publicado en nuestra campana del boicot contra las elecciones generales 2021 para el recambio de autoridades reaccionarias del viejo Estado terrateniente burocrático al servicio del imperialismo, principalmente yabqui, y reproducimos los dos parágrafos finales de nuestra nota del 28 de mayo de 2021 publicada para ic-ci:

"Estas elecciones muestras el mayor hundimiento del viejo Estado y la vieja sociedad, que está cada vez más maduros para ser barridos por la guerra popular. Su camino burocrático se desarrolla en medio de mayor pugna reaccionaria, que como tenía que ser, cuenta con la participación del oportunismo y el revisionismo. Por eso decimos, esta elecciones generales reaccionarias de 2021 como tenía que ser, se han presentado y desenvuelven como defensa del caduco orden existente y evolución de la sociedad peruana; y ellas expresan una mayor colusión y pugna reaccionaria entre las dos facciones de la gran burguesía y entre los grupos que conforman cada una de ellas. Estas agudas contradicciones tienen también que enmarcarse en el plan reaccionario del “Bicentenario” y la continuación de la aplicación de las tres tareas contrarrevolucionarias que necesitan desenvolver y que en esencia no ha variado (reimpulsar el capitalismo burocrático, reestructurar el viejo Estado y buscar aniquilar la guerra popular, en concreto buscando conjurar la culminación exitosa de la reorganización general del Partido Comunista del Perú (RGP), en y para la guerra popular en lucha a muerte contra las ratas revisionistas y capitulacionistas de las “llamadas cartas de paz” (léase Modavef) o la encabezada por el renegador traidor y mercenario “José” del Vraem ) una vez más decimos; sigan soñando, porque su realización es un imposible histórico y político.

El imperialismo principalmente yanqui apunta a un nuevo plan (2021 – 2036) a través de nuevo gobierno reaccionario “elegido”, si no es así, será por el golpe de estado que siempre está rondando, pero sea quien sea el que encabece el nuevo gobierno reaccionario, este nuevo gobierno será más hambreador, más genocida y más vendepatria pro yanqui que todos los anteriores, utilizará el “bicentenario” moviendo patriotería, “reconciliación nacional”, “todas las sangres” y hasta “nueva constitución”, tener en cuenta que para este viejo y podrido Estado terrateniente burocrático, es importantísimo darle legitimidad al régimen y “legitimidad “es un componente esencial de su estrategia contrasubversiva de guerra de baja intensidad (GBI) y ese es el fracaso que han cosechado. “Legitimidad” del nuevo gobiernoa para su GBI aplicando cada vez más, mayor represión de la justa y creciente protesta popular".

Y , en la presente nota, agregamos:

Ambos contendientes en segunda vuelta, independientemente de su origen o extracción de clase, son expresión política de clase de la gran burguesía. La Keiko Fujimori, como representante de la faccióncompradora centra en los intereses de esta facción, pero trata de presentarse como defensora de los intereses de toda la gran burguesía, esto es también de la facción burocrática y, más aún, obvio que demagógicamente, pretenda defender los intereses de la burguesía media y hasta los de todo el pueblo.

El “rondero” Castillo, independientemente de su extracción u origen de clase, por el programa que enarbola representa los intereses de la facción burocrática de la gran burguesía, aunque se comprometea respetar los intereses de la otra facción y dice demagógicamente representar a los campesinos tratando de traficar con su origen familiar y en una palabra se presenta como representante del pueblo en las elecciones reaccionarias.

Ese es el carácter de clase de las posiciones de los dos candidatos que, personal y caudillescamente, aunque digan lo contrario, encabezan Fuerza Popular y Perú Libre; ambos invocan al pueblo y promueven una serie de medidas y "programa ayuda social", la Fujimori y más Castillo con su "nueva constitución", con representación orgánica o corporativa, quien ha dicho que "el Estado debe controlar a las empresas y a los ciudadanos". Ambos han improvisado su plan para la segunda vuelta y el equipo para posible gobierno de Castillo es tomado de prestado de diferentes lados y se va a apoyar en el caso que sea designado en la alta burocracia estatal y la asesoria de las ONGs del imperialismo..

Las elecciones son un medio de dominación de terratenientes y grandes burgueses; no son para elpueblo instrumento de transformación ni medio para derrocar el poder de los dominantes. Así, dentro de esta función de las elecciones en el Perú, similar a las de los demás países, y dentro de su condición de cruciales para la reacción, las elecciones generales del 2021 como tenía que ser, se han presentado y desenvuelven como defensa del caduco orden existente y evolución de la sociedad peruana; y en este marco los partidos como los 18 que han participado en la primera vuelta y los dos que han quedado para la segunda vuelta sostienen y defienden objetivos y metas fundamentales iguales y sólo tienen diferencias de forma y medios y cómo utilizarlos.

MOVIMIENTO POPULAR PERÚ

8 de junio de 2021

MÉXICO: SOL ROJO Oaxaca: El llamado a No Votar desde la izquierda democrática-revolucionaria

                    

“Decidir una vez cada cierto número de años qué miembros de la clase dominante han de oprimir y aplastar al pueblo en el parlamento: he aquí la verdadera esencia del parlamentarismo burgués, no sólo en las monarquías constitucionales parlamentarias, sino también en las repúblicas más democráticas”.
El estado y la revolución.

V. I. Lenin

Las elecciones burguesas en México, como en todos los países oprimidos, son una farsa.

Simplemente pensar en la posibilidad de un ejercicio democrático desde la superestructura del viejo estado, es creer ingenuamente que existen condiciones para desarrollar “libremente” la democracia en medio de una sociedad decadente y anquilosada, donde el capitalismo burocrático es la expresión misma del no-desarrollo, precisamente porque se encuentra sujeto a la semifeudalidad (las relaciones de servidumbre que subsisten desde el campo hasta las grandes ciudades) y la semicolonialidad (determinada por esa soberanía “formal” de nuestro país, enteramente dependiente al imperialismo, principalmente yanqui).

Es claro, así como jamás habrá de desarrollarse “libremente” el capitalismo en nuestro país, tampoco jamás se desarrollarán “elecciones limpias, transparentes y democráticas”, aunque quien diga gobernar hoy desde un programa demoliberal-burgués se autoproclame “progresista”.

En medio de esta realidad, el llamado a No Votar desde la izquierda democrática-revolucionaria constituye un aliento que vigoriza y refresca las luchas justas de la clase obrera y el pueblo pobre en la indeclinable marcha por su liberación y la de nuestra patria.


                              

http://solrojista.blogspot.com/2021/06/mexico-el-llamado-no-votar-desde-la.html


BRASIL: Perseguição política: polícia invade sede da LCP (AND)

 

Polícia Civil arromba sede do movimento camponês de Rondônia. Foto: Reprodução

No dia 2 de junho, policiais civis arrombaram e invadiram a sede da Liga dos Camponeses Pobres (LCP), na cidade de Jaru, em Rondônia. Esta é a segunda invasão em menos de dois meses. De acordo com o movimento, o ato criminoso ocorreu a mando do governador de Rondônia, coronel da Polícia Militar (PM), Marcos Rocha, e dos órgãos de repressão chefiados pelo secretário de segurança, também coronel PM, José Hélio Cysneiros Pachá, o chamado “carniceiro de Santa Elina”.

Conforme fotos divulgadas pelos próprios órgãos, os policiais da 1ª Delegacia de Jaru arrombaram e invadiram a sede do movimento camponês. Eles apreenderam cartazes, materiais impressos contendo denúncias de assassinatos de camponeses realizados pela pistolagem do latifúndio, outros materiais sobre fatos históricos de transformações democráticas e revolucionárias em vários países do mundo, além de edições do Jornal A Nova Democracia.

Os materiais apreendidos foram considerados como perigosos pelo governador. Nos documentos e materiais apreendidos havia denúncias a respeito de crimes cometidos pelo latifúndio em conluio com o velho Estado, protagonizados por bando paramilitares coordenados pelos ladrões de terras ou por guaxebas,  como o conhecido caso do assassino sargento Moisés. 

A imprensa porta-voz do latifúndio afirmou que estes materiais eram “informativos e de doutrinação''. Disse também que havia indícios de utilização recente no local, fato evidente, de acordo com a LCP, pois a sede da organização é pública e funciona em horário comercial durante todos os dias úteis e muitas vezes nos fins de semanas, recebendo, organizando, apoiando e defendendo camponeses de Rondônia.

SEGUE PERSEGUIÇÃO AOS CAMPONESES DA CIDADE DE CHUPINGUAIA

A LCP denuncia ainda a perseguição às famílias vizinhas ao Acampamento Manoel Ribeiro, na cidade de Chupinguaia, divisa com Corumbiara, em Rondônia.  

Ilegalmente, os policiais seguem invadindo casas dos camponeses em busca de supostas armas ou informações de lideranças camponesas e de advogados populares que estão a serviço dos trabalhadores. Há também denúncias de cortes de energia elétrica e buscas aos camponeses que se retiraram do acampamento, fato que envolve intimidação e ameaças aos familiares dos presos políticos, Ezequiel, Luis Carlos, Estefane e Ricardo.

A organização declara que estes fatos são parte de uma campanha de criminalização em curso para cessar todo e qualquer direito de manifestação e organização populares, na vã tentativa de parar a luta pela terra. Afirmam em nota divulgada em 03/06: “Inevitavelmente fracassarão uma vez mais! Temem a força do povo organizado, pois é quem cobrará e caro deles e de todos os latifundiários sanguessugas da nação a verdadeira justiça”.

Polícia Civil arromba sede do movimento camponês de Rondônia. Foto: Reprodução

Polícia Civil arromba sede do movimento camponês de Rondônia. Foto: Reprodução

Polícia Civil arromba sede do movimento camponês de Rondônia. Foto: Reprodução

Polícia Civil arromba sede do movimento camponês de Rondônia. Foto: Reprodução



lunes, 7 de junio de 2021

MÉXICO: SOL ROJO Oaxaca: Breves iniciando semana

 


Galicia. Miles de personas se movilizaron en oposición a la instalación de un megaproyecto eólico en esta región; un megaproyecto muy similar al que los monopolios españoles, con apoyo del imperialismo europeo, imponen en Nuestra América con empresas como Ibedrola y Unión Fenosa. Durante el mitin, los organizadores sostuvieron: “Hoy en Compostela volvimos a estar juntos en las calles para recordar a los que nos gobiernan que Galicia no está en venta”. Se esperan nuevas movilizaciones.

 


 

Palestina. Nuevos enfrentamientos entre las fuerzas fascistas-sionistas de ocupación y el heroico pueblo palestino. Esta vez el choque se registró en el monte Sabih, al sur de Nablus. Una manifestación palestina que se opone a la destrucción de sus viviendas y la construcción de asentamientos sionistas fue dispersada a tiros por el ejército de ocupación. Decenas de palestinos fueron intoxicados por el gas lacrimógeno y diez más perdieron la vida por impacto de arma de fuego.

 


 

Colombia. Continúa la rebelión de las masas populares contra el viejo estado reaccionario encabezado por el fascista Duque. El estallido espontáneo de las masas que inició el pasado 28 de abril con el paro contra la reforma tributaria  se ha convertido en un auténtico levantamiento que ha rebasado al oportunismo vuelto “comité del paro” y sus más rancias expresiones organizadas del reformismo y revisionismo. Ese “comité”, que en los hechos es un frente del oportunismo, no cuenta con ascendencia entre el pueblo combativo que despliega consignas poderosas por las calles de todo el país ¡Viva el gran levantamiento del pueblo colombiano! ¡La sangre derramada será vengada, honor y gloria a las heroicas masas colombianas! En contraposición, ESMAD y paramilitares siguen actuando con saña fascista contra la población, la cual devuelve golpe por golpe llamando a derrocar al odioso régimen que les oprime. 


 

Perú. Se realizó la segunda vuelta de la jornada electorera; como ya se vaticinaba, Keiko, hija del fascista y vendepatria Fujimori, aventaja con un 50.17% al socialdemócrata y ganapán de la burocrática Pedro Castillo: 49.82%. Estas elecciones se dan en medio de fuertes tensiones al interior de la burguesía -recordando la serie de deposiciones recientes al frente del viejo estado con la “renuncia” de Pedro Pablo Kuczinski y la “vacancia” de Martín Vizcarra. Al respecto, el Movimiento Popular Perú días antes de la votación había avizorado… “todo muestra que el Estado Peruano se ha debilitado más en sus bases y tendrá que sustentarse más cada vez en sus fuerzas armadas y represivas; y quedará más claro para el pueblo que las fuerzas armadas son la columna vertebral del Estado y que este Estado no es más que la violencia organizada para el mantenimiento de la esclavitud del pueblo peruano y que solo sirve para ser barrido”. La victoria virtual de la Fujimori así lo confirma. 

 


 

México. Este 6 de junio se llevó a cabo el proceso electoral intermedio, donde se eligieron diputados federales, además de diputados locales, presidentes municipales y gobernadores en distintos estados de la república. Días antes, AMLO aseguró que “México estaba en paz y gozaba de gobernabilidad”, sin riesgo para el proceso electoral. No obstante, la jornada estuvo marcada por la violencia del paramilitarismo, los cacicazgos regionales y una abierta guerra entre facciones de la burguesía. Estado de México, CDMx, Michoacán, Chiapas, Guerrero, Oaxaca y Baja California son algunas de las entidades donde se registraron ataques con armas de fuego, robo e incendios de casillas, allanamientos, atentados, riñas e incluso asesinatos. El abstencionismo y el Covid19 también se reflejaron en esta jornada.

 


 

México. En el marco del circo electorero del régimen, una intensa campaña se desplegó en redes sociales y en las calles, desde las organizaciones anticapitalistas y antiimperialistas. Bajo el lema ¡No votar, organizarse y luchar! diversas fuerzas se articularon denunciando la farsa electoral. Desde los contingentes de la FECSM, hasta los sectores más consecuentes de la CNTE, desde las y los camaradas del CNI-CIG hasta la Corriente del Pueblo Sol Rojo, el llamado a no votar y a oponerse a las políticas antipopulares de despojo, represión y muerte repercutieron en diversas partes del país. Pronto el INE y los institutos electorales estatales comenzarán a arrojar los resultados de la farsa electoral; la clase y el pueblo de México debemos tener bien claro: ¡Gane el que gane, la lucha está en la calle… llegue el que llegue, la lucha se sostiene! ¡No nos representan! En breve compartiremos algunas imágenes del llamado a No Votar desde la izquierda .

ITALIA: Contra el G20 sobre trabajo y educación - llamamiento a la movilización en Sicilia - proletari comunisti / palermo



 Los días 22 y 23 de junio se celebrará en Catania la cumbre de Ministros de Trabajo y Políticas Sociales de los países del G20 presidida este año por el gobierno de Italia sobre los temas de trabajo y educación .

Ante una situación social, económica y laboral, antes y después de la pandemia, que ha presenciado y sigue viendo centenares de millones de despidos de hombres, mujeres y jóvenes en todo el mundo, y un agravamiento de la pobreza, en definitiva, un desastroso condición para la clase obrera y las masas populares precisamente desde el punto de vista del trabajo, la educación y las condiciones de vida, la burguesía capitalista / imperialista del G20 se reúne en Catania para "intercambiar ideas" e indicar sus soluciones a la crisis.

Los datos que predicen el agravamiento, en particular "pospandémico" de esta situación se pueden encontrar en los propios documentos que preparan la iniciativa: La recuperación pospandémica podría, por tanto, caracterizarse por niveles de desempleo particularmente elevados para algunas categorías de trabajadores ". , y nuevamente: "Los trabajadores más vulnerables, con un nivel bajo o medio de habilidades, tienen mayor riesgo de exclusión del mercado laboral", en definitiva, prevén otra ola terrible de desempleo y, por tanto, un empeoramiento real de las condiciones de vida. y el trabajo de las masas populares; por eso intentarán presentar "soluciones" que presenten envueltas en su lenguaje engañoso, grandilocuente y retórico: "Las conclusiones de la cumbre de Ministros de Trabajo y Políticas Sociales de Catania, en su conjunto, indicarán el camino que los países del G20 se comprometen a emprender juntos para avanzar en el  fortalecimiento de la presencia de las mujeres en el mercado laboral , en la adecuación de la protección social.  y la  regulación de nuevas formas de trabajo , con el objetivo de identificar soluciones políticas para hacer nuestras sociedades más prósperas, inclusivas y resilientes, ¡sin dejar a nadie atrás !

Estas "políticas", que entre tanto han garantizado miles de millones de beneficios a las grandes empresas, especialmente las financieras, dejan huellas de paro, desesperación y nueva precariedad, y si conciernen al mundo del trabajo en general, se presta especial atención al trabajo. de las mujeres: "Los ministros de trabajo del G20 coincidieron en que las mujeres se han visto afectadas de manera desproporcionada por la pandemia del Covid-19, reconociendo su papel como motor potencial de recuperación económica tras la crisis del Covd-19"; “… Las medidas de confinamiento doméstico han aumentado la carga de trabajo no remunerado de las mujeres, ampliando así la brecha de género en el trabajo no remunerado y aumentando la exposición de las mujeres a la violencia doméstica ”; ¡Es necesario “romper los estereotipos de género”, promover la “igualdad de remuneración” e incluso “una distribución más equilibrada del trabajo no remunerado entre los dos sexos”! Por si fuera poco, ¡la responsabilidad de ser el motor de la recuperación económica también se descarga sobre las mujeres !

Para imponer estas "políticas" serían los nuevos " Modelos de trabajo, organización empresarial y proceso productivo en la era de la digitalización" que prevén nuevas "formas de trabajo" dado que ya "en Osaka en 2019 ( antes de la pandemia) los Jefes de El estado y el gobierno han reconocido que las formas emergentes de trabajo ... también pueden plantear desafíos en términos de dignidad del trabajo y sistemas de protección social ", incluso antes de la pandemia" ... Internet ... Inteligencia artificial ... Big Data "predijeron que" el 14% de los trabajos en todo el mundo estaban en riesgo de automatización ". con los consiguientes despidos.

E incluso hoy, los ministros y jefes de gobierno dicen: " No sabemos si la tendencia de aumento de las tasas de desempleo que se registra hoy en muchos países del G20 se revertirá rápidamente tan pronto como mejore la situación de salud o si los trabajadores se beneficiarán por igual de los aumentos. Productividad que podría derivarse de un uso más intensivo de nuevas tecnologías . Por el contrario, las desigualdades podrían aumentar". Tecnologías como la digitalización y métodos "nuevos" como el trabajo inteligente y el "trabajo ágil ... estos métodos plantean una serie de problemas críticos en el campo de la salud (incluida la mental), la seguridad (incluido el riesgo de violencia doméstica), las horas de trabajo (y el llamado derecho a la desconexión) ... igualdad de trato y oportunidades entre quienes trabajan a distancia y quienes en cambio realizan su trabajo dentro de las instalaciones de la empresa ". Y estas son las palabras, pero lo cierto es que la aplicación de las nuevas tecnologías a través de " la adaptación de los trabajadores a los cambios en curso " " aumenta la productividad en el trabajo ". Aquí es donde termina toda la charla, todas las largas vueltas de palabras sobre las políticas laborales a aplicar: ¡Mayor productividad, mayor explotación, mayores ganancias para los patrones!

¡Este es el "trabajo" con el que tratan los principales exponentes del capitalismo / imperialismo mundial!

El "trabajo" del que hablan se declina como una "transición" ... hacia el paro o hacia la adaptación a los cambios en curso lo que también significa máxima flexibilidad, y transición es el mismo término que se utiliza para tratar el otro tema: que educación, escuela. La formación es vista por el G20 como una función de la "transición" ... ¡hacia el mundo del trabajo! Para estos ministros, de hecho, es necesario "Fortalecer las sinergias entre los sistemas de educación y formación y el mercado laboral" para formar trabajadores idóneosa nuevos modelos de producción. La insistencia de décadas en esta "transición", que es su único objetivo, está a la vista de todos, ha significado de hecho un proceso constante de debilitamiento, empobrecimiento y privatización de la escuela ... y la pandemia ha acelerado este aspecto como bien.

La otra cara de la moneda son precisamente las posibles respuestas a este terrible ataque de trabajadores y trabajadoras, de la enorme masa de desempleados, jóvenes y mujeres. Por ello, los ministros del G20 están "preocupados" por equiparar nuevos modelos de trabajo, que con el "creciente uso de algoritmos" genera otras disparidades y precariedad, nuevos "modelos de protección social" para ... "acompañar las transiciones en curso en la economía global ". Estos "modelos" deberían "reconocer derechos fundamentales, como la salud o la educación, así como el salario mínimo vital y la renta mínima garantizada".

Como también saben las piedras, ningún país imperialista, ningún país del mundo en la actualidad, es capaz de garantizar (¡no fue antes de la pandemia, y nunca lo será!), Ni "protección social" ni condiciones de trabajo dignas, ni mucho menos. ! Periódicamente, la Organización Internacional del Trabajo, una agencia de la ONU, invitada a estas conferencias, denuncia las condiciones de trabajo de los esclavos en todo el mundo, ¡comenzando por los niños! ¡Y es sin ningún sentido de ridículo que los propios organizadores admitan que las reuniones anteriores del G20, que han tenido lugar desde 1999, no han resuelto nada! Ni en el nivel de puestos de trabajo, ni en las condiciones laborales en general, ni en el de las mujeres.

¡La máxima hipocresía, en esta falsa hipocresía general, es evidente cuando se trata de la condición de la mujer! Si es cierto que ningún país de este G20 (Argentina, Arabia Saudita, Australia, Brasil, Canadá, China, Corea del Sur, Francia, Alemania, Japón, India, Indonesia, Italia, México, Reino Unido, Rusia, Estados Unidos, Sur África, Turquía y la Unión Europea), pueden mantener los "compromisos adquiridos" en los distintos foros internacionales, ¿y algunos de estos, como por ejemplo Arabia Saudita o Turquía, que incluso se ha retirado del Convenio de Estambul? Y la Argentina, por ejemplo, un país en perpetua quiebra: ¿con qué dinero debería “implementar” estas políticas? Por no hablar de los "derechos humanos" en general violados por prácticamente todos los estados del G20 culpables de verdaderos "crímenes de guerra".

La confirmación de esta hipocresía es la elección de Sicilia como lugar de encuentro, representa una bofetada más ante la falta crónica de trabajo, la pobreza creciente, la desertificación industrial, los desastres ambientales ... una región, símbolo de la máxima corrupción y mafia-política, llena de bases militares estadounidenses y efectivamente transformada en una plataforma militar en el Mediterráneo; una región tierra de "nuevos" emigrantes y el paso de emigrantes (que se convierten en mano de obra barata para los amos de la industria y la agricultura).

Es por todo esto que el G20, que en su conjunto representa a los estados más ricos del mundo, solo puede despertar la indignación y la ira de trabajadores y trabajadoras, desempleados, jóvenes y mujeres que son la única oposición real. poner en el campo de todos aquellos que una vez más se verán afectados por estas políticas útiles sólo para perpetuar el caos promulgado por el sistema capitalista / imperialista.

domingo, 6 de junio de 2021

ECUADOR: PUEBLO DEL PERÚ: ¡NO VOTAR, PROFUNDIZAR LA GUERRA POPULAR! (FDLP-EC)

 

El domingo 6 de junio se llevará a cabo la segunda vuelta electoral en el Perú para elegir al nuevo verdugo (a), quién se encargará de administrar el viejo aparato estatal en favor del imperialismo, la gran burguesía y grandes terratenientes.

Estas elecciones devienen en cruciales para la reacción. La bancarrota del viejo estado burocrático – terrateniente es absoluta; de hecho, la pandemia ha expuesta de manera más clara  los problemas y debilidades estructurales que viene arrastrando desde hace mucho tiempo y, para tratar de que siga siendo funcional para la dictadura de grandes terratenientes y grandes burgueses, tienen que darle un aliento de vida; les urge un proceso de salvataje que con toda seguridad será pragmático, endosado a las grandes mayorías el peso de la crisis; y, para conseguir este propósito, la reacción y sus representantes deben legitimarse a través del proceso electoral.

Una vez más las dos fracciones de la gran burguesía han entrado en contienda. Colusión y pugna. Keiko Fujimori (Fuerza Popular), expone y representa los intereses de la burguesía compradora. Hay que recordar que sobre esta línea hay un nefasto antecedente de “gobernabilidad” que fue impulsado por su padre, Alberto Fujimori; proimperialista, hambreador, represivo, asesino, genocida y corrupto.

La fracción burocrática tiene su candidato, Pedro Castillo, reciclado entre las polleras del revisionismo y oportunismo de todo cuño. Castillo tiene un negro pasado ligado al proyecto contrarrevolucionario del viejo Estado del Perú por combatir la guerra popular, militó en las rondas campesinas, grupos de mesnadas que daban soporte armado a las FFAA del Perú en sus vanos propósitos por neutralizar la revolución. Además, mientras desbordó su comportamiento oportunista, fue funcional al gobierno de Alejandro Toledo; traidor del Sutep; hoy, un bastardo de la política que ha sido adoptado por la línea oportunista de derecha de Movadef y del Fundep.

Estos dos representantes de la gran burguesía, cada uno con su discurso que no pasa de ser un canto de sirena para cooptar el respaldo de las masas; están llamados por las clases dominantes a persistir en la reestructuración del viejo Estado, salvar el capitalismo burocrático y combatir la guerra popular.

Para quienes esgrimen la necesidad de una nueva constitución (Movadef), no quieren ver ni entender que el Perú, desde 1823, ha tenido 12 constituciones; todas han apuntalado la estructura jurídica y política del viejo Estado. Todas han servido al sostenimiento de la vieja dictadura de grandes burgueses y grandes terratenientes. Por su naturaleza de clase, estas constituciones jamás han estado al servicio de las masas. No diferente ha sido con las elecciones; la primera se llevó a cabo en 1827, igual, en nada ha beneficiado a las masas, por lo tanto, bregar por nuevas elecciones, por nueva constitución es demagogia, es lanzar polvo a los ojos del pueblo para pretender que no vean la realidad en las que se desenvuelve económica y políticamente el viejo orden reaccionario.

Pueblo del Perú: ¡NO VOTAR!, profundizar la guerra popular.

Pueblo del Perú, a desenmascarar los planes de la reacción expuestos en las nuevas elecciones.

Ni Keiko, ni Castillo salvarán a las masas del oprobio, miseria, hambre, desocupación en la que viven. Las grandes mayorías no requieren de reformas o reestructuración del viejo Estado; las masas, bajo dirección del Partido Comunista del Perú, con guerra popular, demandan de la conquista del Poder para generar una nueva sociedad, nueva dictadura, nueva democracia, tránsito ininterrumpido al socialismo y la dictadura del proletariado.

 

¡NO VOTAR, PROFUNDIZAR LA GUERRA POPULAR!

¡SALVO EL PODER TODO ES ILUSIÓN!

¡VIVA EL MARXISMO-LENINISMO-MAOÍSMO-PENSAMIENTO GONZALO!

¡VIVA LA GUERRA POPULAR EN EL PERÚ!

FILIPINAS: NPA aniquila a 4 soldados de las AFP durante un ataque exitoso en el distrito de Oquendo

 

Cuatro soldados murieron y otros tres resultaron heridos cuando el Nuevo Ejército Popular-Samar Occidental (Comando Arnulfo Ortiz o NPA-AOC) acosó a las tropas del 43 ° Batallón de Infantería que realizaban una operación militar focalizada o FMO en el distrito de Oquendo, ciudad de Calbayog el 24 de mayo alrededor 9:26 pm

Según el NPA-AOC, su escuadrón usó explosivos detonados por comando (CDX) para disparar por primera vez a 14 tropas de la 43a IB que formaban parte del lanzamiento de FMO entre Brgy. Dawo y Brgy. Bayo. Los combatientes rojos se retiraron sin bajas.

Las Fuerzas Armadas de Filipinas (AFP) mintieron al público cuando informaron sobre numerosas víctimas del NPA-AOC. Cubrió su propio daño, así como el impacto y la clara derrota en el ataque sorpresa de los luchadores rojos. La negación de sus siete bajas por parte de los agentes de la AFP fue repugnante y perjudicó a su propio personal.

Las fuerzas revolucionarias y el pueblo saludan al NPA-AOC por su exitosa ofensiva táctica contra el 43º IB. Fue un golpe de la gente contra los 400 efectivos del FMO que exploraban el distrito de Oquendo. El NPA-AOC demostró que frente a la fuerza unida del ejército popular y las masas, la guerra contrarrevolucionaria feroz, costosa y antipopular del régimen de Duterte no tiene sentido.

La gente pide a todas las unidades del NPA en Visayas del Este que intensifiquen las ofensivas tácticas contra las tropas fascistas de la AFP-PNP. Esto es parte de la ola de protesta de las amplias masas filipinas para poner fin al gobierno tiránico del régimen opresivo, corrupto y traicionero de Duterte.

https://www.redspark.nu/en/peoples-war/npa-kill-4-afp-troops-during-successful-attack-in-oquendo-district/

GALIZA: Miles de personas se movilizan contra la instalación de macroproyectos eólicos (Gz Contrainfo)



Miles de personas de toda Galiza gritaron contra la especulación y  la depredación del territorio que el gobierno de la Xunta de Feijoo pretende imponerse con la instalación de macroproyectos eólicos en beneficio de unos pocos #EolicasAsiNon
En la defensa del patrimonio, el territorio y el campo, porque las eléctricas nos roban con las facturas todos los meses, insultan al país con aerogeneradores por intereses privados y no respetan nada. La movilización de hoy fue una protesta contundente contra el saqueo.
Porque ni Galiza es una mina ni un parque eólico en beneficio de las multinacionales. Hoy en Compostela volvimos a estar juntos en las calles para recordar a los que nos gobiernan que Galiza no está en venta.
https://twitter.com/gzcontrainfo/status/1401241270266257408

jueves, 3 de junio de 2021

BRASIL: Vídeo inédito: Viva a resistência dos camponeses do acampamento Manoel Ribeiro! (AND)

 

Camponeses expulsam policiais mesmo em meio a disparos vindos das tropas reacionárias. Foto: Reprodução

Em vídeo publicado pelo Jornal Resistência Camponesa, intitulado Viva a resistência dos camponeses do acampamento Manoel Ribeiro!, famílias do acampamento organizado pela Liga dos Camponeses Pobres (LCP) colocam toda tropa reacionária para correr durante heroica resistência.

Nas imagens é possível ver o vigor e a coragem dos camponeses diante do cerco ilegal que por meses ousou tentar frear a luta pela terra, na antiga fazenda Santa Elina em Chupingaia. Tentaram e falharam, como demonstra as cenas vistas na produção. 

Com fogos, pedras e escudos, ao som de palavras de ordem como Conquistar a terra! Destruir o latifúndio!, Um, dois, três, quatro cinco, mil, avança a Liga por todo Brasil!,Fora batalhão, aqui não tem ladrão!, os camponeses expulsaram as tropas da área. 

“Vem para Palestina!”, desafiavam os camponeses as tropas, fazendo menção a resistência do povo Palestino que percorre anos e nos últimos meses tomou novas dimensões. 

Constatando a debilidade ou falta de coragem dos policiais, diziam: “Tá ruim de bala! Tá ruim, de mira!”, desafiando o cerco. 

O vídeo é concluído com a frase “Voltaremos mais fortes e mais preparados!”, declaração feita pelos camponeses após furarem o cerco e baterem em retirada do Acampamento de maneira organizada e planificada, após Assembleia Popular, frustrando o plano reacionário de massacrá-los.

Cenas finais do vídeo. Foto: Reprodução