sábado, 12 de noviembre de 2011

BOLIVIA: Defendamos a los camaradas del CEP.

 
El presente llamado esta tomado del periodico El Pueblo (Chile) dentro de la movilización internacional en defensa de los camaradas del Centro de Estudios Populares de Bolivia deportados y entregados a las autoridades del Perú, bajo falsos cargos de terrorismo. El camarada Cantonál esta pendiente de una orden de expulsión de Bolivia, promovida por el gobierno renegado de Evo Morales y con la complicidad del partiducho de Echazú, falsos maoístas, lacayos del imperialismo yankee.
 
 
 
Viernes 11 Noviembre 2011. El viejo Estado boliviano, representado en el gerenciamiento de Morales, sigue cumpliendo su papel de sirviente del imperialismo, la gran burguesía y terratenientes.

El pasado 1 de agosto, intentó dar un golpe a las fuerzas democráticas y revolucionarias de Bolivia, acusando a los compañeros Blanca Riveros Alarcón, Willian Minaya Romero y Hugo Minaya Romero del delito de terrorismo sin presentar pruebas contundentes en su contra. Los compañeros fueron entregados por parte del fascista régimen del MAS de Bolivia a las autoridades del Viejo Estado Peruano.
 
El sociólogo José Cantoral fue arrestado el mismo día en su oficina ubicada en inmediaciones de la Universidad Pública de El Alto, donde impartía clases de nivelación en matemáticas. Con “indicios” como sus libros, anotaciones de su agenda, las fotografías personales de su esposa, algunos periódicos de circulación legal y artículos bajados de internet, la Fiscalía inició imputación en su contra por el delito de “terrorismo”. A la vez el 3 de agosto la CONARE decidió su expulsión sin darle derecho a la defensa, sin respetar el principio de presunción de inocencia y sin siquiera comunicarle que había un proceso en su contra.

El 5 de agosto, el juez Daniel Espinar puso 90 días de plazo (que se venció el 5 de noviembre) para que el gobierno busque un país para expulsar a José Antonio. En todo este tiempo muchísimas instituciones defensoras de derechos humanos dentro y fuera del país, y paralelamente diputados alemanes, se han pronunciado pidiendo la reparación de los derechos violados y la revocatoria de la expulsión. José Cantoral permanece con arresto domiciliario desde hace 3 meses.

El 16 de agosto José Cantoral presentó el pedido de revocatoria de la expulsión y el restablecimiento de su libertad. Sin embargo la CONARE, conformada por el Ministerio de Justicia, el Ministerio de Gobierno, el Ministerio de Relaciones Exteriores y la representación de Alto Comisionado de Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR), se ha negado a responder a la apelación. Desde el 16 de agosto la CONARE ni siquiera ha informado a la familia si va a considerar o no la apelación.

Tanto José Cantoral como su familia boliviana viven hace tres meses con incertidumbre, total desinformación sobre su situación, imposibilidad de trabajar y negativa del gobierno de considerar su pedido de revocatoria.
Durante las últimas semanas se han desarrollados acciones de protesta frente a la Dirección General de Migración en apoyo a la permanencia de José Cantoral en Bolivia.

¡Abajo el circo montado por el régimen social-fascista de Morales!

¡Libertad al Compañero José Cantoral!

¡Libertad para los compañeros Blanca Riveros Alarcón, Willian >Minaya Romero y Hugo Minaya Romero en el Perú!

jueves, 10 de noviembre de 2011

Galiza: Primeira Linha, Colombia, Nepal e os comunistas da Galiza. Un artigo de M. Alonso para Correo Vermello.



Primeira Linha, Colombia, Nepal e os comunistas da Galiza
M. Alonso para correo vermello.

O pasado dia 5 de novembre a organización comunista galega Primeira Linha publicou un comunicado  "en nome dos comunistas galegos e do pobo traballador galego" no que amosaba o pesar pola morte en combate do dirixente das FARC de Colombia, Alfonso Cano. No mesmo poden-se leer cousas como estes parrafos:

"A morte de Alfonso Cano deve ser interpretada em chaves estritamente políticas. Pretende fechar qualquer possibilidade de diálogo e entendimento, de saída negociada a décadas de confrontaçom armada entre a oligarquia e as FARC-EP.
Com a morte de Alfonso Cano nas verdes montanhas selváticas do Cauca trunca-se a possibilidade ofertada polas FARC-EP -como genuína expressom de partido comunista em armas- de sentar umhas mínimas bases que facilitem um entendimento.
A oligarquia renegada e pró-ianque demonstra mais umha vez que nom é possível umha normalizaçom da vida política colombiana mentres houver umha confrontaçom entre classes sociais. A sua intençom é exterminar violentamente qualquer expressom de vontade revolucionária. A eliminaçom física do egrégio revolucionário procura reavivar a baixa moral dum exército colombiano duramente fustigado nos últimos meses polas colunas guerrilheiras que avançam firmes e decididas cara à vitória.
Primeira Linha manifesta a solidariedade internacionalista da Galiza rebelde e combativa com a exemplar luita revolucionária que com coragem e perserverança livram as FARC-EP nas montanhas, campos e cidades da Colômbia".

Ben, compre suliñar que a morte de calquer combatente ou dirixente podese sentir, mais outra cousa é asumir ou apoiar unha linha, que revelase como capituladora e liquidadora da loita armada contra a oligarquia en Colombia, sobre todo si se pensa que "nos últimos meses polas colunas guerrilheiras que avançam firmes e decididas cara à vitória"
Cada proceso revolucionario ten seu camiño, mais  hai leis xerais da ideoloxia dos comunistas, que concretan-se en linhas verdadeiramente revolucionarias e outras revisionistas e capituladoras. É importante non esquencer que é a linha a que determina si un movemento é o non revolucionario, non as armas e as FARC deixaron de ser revolucionarias fai tempo, cando ligaron seu destino aos revisionistas sovieticos, nos anos 60.

No Nepal despois de 10 anos de Guerra Popular victoriosa, a dirección revisionista do renegado Prachanda capituló diante das presións das potencias imperialistas. Esta nefasta linha política fora xa seguida polas FARC nos 80, coa Unión Patriotica e as mesas de dialogo e sigue sendo o horizonte da dirección da mesma, si temos en conta, seus propios documentos.

A loita de clases en Colombia ou no Nepal non se resolve coa capitulación, frente ao Estado da oligarquia explotadora, maquillada de "democratica", normalizaçom da vida política, que din os compañerios e compañerias de PL, que mantera a inxustiza social e seus escuadrons da morte, deixando unhas migallas de participación para oportunistas que falen en nome do pobo.

Tanto en un como outro pais tera que resurxir a linha revolucionaria que teña como obxetivo a toma do Poder, polo proletariado, polo pobo, por medio da guerra popular prolongada, pola creación dun novo poder diante o vello Estado que só ten un destino; destruilo. !

Estado español: Madrid 11.11.11 Concentración anti-fascista.


Tomado del blog de Reconstrucción Comunista.

BRASIL: vigorosa greve na Unir. Articulo de M.L. de Paula para o Jornal A Nova Democracia

A greve na Universidade Federal de Rondônia – Unir, deflagrada em 14 de setembro, conta com a ativa participação de estudantes, professores e funcionários. Ela já se estende pelos campi de Rolim de Moura, Porto Velho, Guajará Mirim, Ji-Paraná e Vilhena.


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Estudantes aprovam greve geral na universidade

A greve geral na Unir, a maior da sua história, colocou em xeque todos os graves problemas da universidade: sua defasada infraestrutura, as faculdades que sofrem com a falta de professores efetivos, laboratórios, equipamentos, acervo bibliográfico, entre outros. A falta de democracia na universidade, a ausência de prestação de contas e de dados sobre o orçamento da instituição, a falta de respeito por parte da reitoria para com as instâncias de decisão da universidade e as sucessivas denúncias de irregularidades administrativas na aplicação de recursos do programa de expansão de vagas (Reuni).

O movimento exige o afastamento imediato do reitor José Januário de Oliveira Amaral. O reitor "foi denunciado no Ministério Público Federal por inúmeras irregularidades em sua gestão, citando o caso do fechamento da Fundação RIOMAR por improbidade administrativa" [fonte: tudorondonia.com].

Na manhã de 5 de outubro, estudantes da universidade ocuparam o prédio da reitoria da Unir. Duas semanas exatas depois, um oficial da Justiça Federal foi até o local com uma ordem de reintegração de posse expedida pelo juiz federal Rodrigo de Godoy Mendes e, segundo o oficial de justiça, essa ordem seria cumprida no dia seguinte às 9 horas da manhã.

Na tarde do dia seguinte, 21 de outubro, segundo nota publicada pelo comando de greve, agentes da Polícia Federal, sem qualquer identificação, faziam registros de imagens dos grevistas na reitoria ocupada quando ocorreu um estouro de fogos de artifício no pátio da garagem da universidade. Essa foi a motivação para que os dois supostos agentes federais invadissem as dependências da Unir, e subissem a escadaria da entrada principal do prédio, onde se encontravam vários professores e alunos.

Em seguida, os dois homens, ainda sem se identificarem, ‘detiveram’ o Professor Valdir Aparecido da Silva, docente do curso de História no campus de Porto Velho, acusando-o de ter explodido os fogos. Eles exigiram ao professor que apresentasse seus documentos. Nesse mesmo instante, um outro suposto policial, também à paisana, apropriou-se indevidamente e com brutalidade da máquina fotográfica do professor Narcísio Costa Bigio. Essa máquina continha o registros da ação truculenta dos policiais. [fonte: comandodegreveunir.blogspot.com]

Na sequência dos acontecimentos, outros policiais chegaram ao local e deram voz de prisão ao professor Valdir, sem sequer esclarecerem porque ele estava sendo preso. O Deputado federal Mauro Nazif (PSB), que estava no local, também foi agredido com um cassetete pelos policiais quando tentava impedir a prisão arbitrária do professor.

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Professor é detido no campus Porto Velho

Professores e estudantes que estavam no local protestaram e um dos policiais sacou a arma e apontou contra os grevistas.

Em nota, o comando de greve dos estudantes da Unir dirige-se à comunidade acadêmica e à população esclarecendo:

"Obviamente, não é de interesse do REItor da UNIR e dos seus comparsas que os estudantes permaneçam ocupando a reitoria, visto que no interior do prédio existem provas documentais que comprovarão os crimes cometidos pelo Sr. Januário do Amaral. Provas e processos estes que serão facilmente manipulados, caso os estudantes desocupem o prédio da UNIR.

Nossa greve tem como apelo a defesa irrestrita da UNIR enquanto universidade pública, gratuita, de qualidade e verdadeiramente democrática, comprometida com a formação profissional e intelectual dos filhos do povo.

A ocupação da reitoria da UNIR se constituiu neste momento, em uma trincheira do povo, composta de estudantes e professores, que gritam em uníssono: BASTA!

Defenderemos com unhas e dentes nosso legítimo direito de permanecer com a Reitoria ocupada, até que se proceda ao afastamento do Reitor da UNIR, para que nossa instituição possa novamente encontrar o fio de sua existência, da formação acadêmica de excelência, do pleno desenvolvimento científico.

Responsabilizaremos diretamente o REItor José Januário do Amaral por eventuais danos a integridade física dos estudantes que hoje ocupam a Reitoria da UNIR.

Responsabilizaremos o Secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa – que em reunião em Porto Velho havia se comprometido com a não desocupação da Reitoria – em caso de agressão a qualquer estudante por parte da Polícia, que historicamente, atua com truculência e violência na repressão e criminalização das justas lutas estudantis!

Não retrocederemos!"

Apesar da repressão e das perseguições, a greve continua. A ocupação da reitoria já ultrapassava as terceira semana no fechamento dessa edição de AND.

Em 24 de outubro, o reitor José Januário Oliveira Amaral convocou a imprensa para uma entrevista coletiva e cometeu um discurso atacando os grevistas e ocupantes da reitoria, taxando-os de "bandidos dignos do Urso Branco" (nome do famigerado presídio de Porto Velho, uma masmorra semifeudal condenada pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos e alvo de um pedido de intervenção pelo o Supremo Tribunal Federal devido às denúncias de violação de direitos dos detentos). Em seu ataque contra a greve, Januário tenta criminalizar os ocupantes da reitoria por cobrirem seus rostos, mas ele mesmo se trai, pois afirma que justamente os alunos que ocupam a reitoria "serão os maiores prejudicados".

O comando de greve dos estudantes da Unir respondeu ao reitor: "Os verdadeiros bandidos da UNIR não escondem os rostos" e ainda afirmou que "quem está sendo investigado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e acusado de apropriação indébita, formação de quadrilha e falsidade ideológica pelo Ministério Público Estadual e tem dezenas de denuncias de irregularidades no âmbito da universidade é o REItor e seu grupo." (ver box)

E sobre o fato de cobrirem seus rostos na ocupação o comando de greve dos estudantes respondeu: "Desde o início de nossa greve a Polícia Federal tenta nos intimidar com filmagens, abordagens intimidatórias, querendo saber quem são os estudantes mais empenhados na luta e etc. Alguns estudantes, inclusive que apareceram na TV dando entrevistas, foram intimados pela PF numa clara tentativa de reprimir a organização da greve. Pessoas ligadas a REItoria tentaram e tentam sabotar o prédio da UNIR-CENTRO para culpabilizar a Greve, fotografam e filmam os estudantes para depois fazer retaliação e perseguir dentro da instituição. Alguns estudantes que foram vistos na Greve tiveram suas bolsas de estágio canceladas. Somos perseguidos, ameaçados, processados, retaliados e criminalizados por lutar por uma universidade melhor. Cadê nosso direito de fazer greve e de nos organizar livremente? Por esses motivos alguns estudantes tomaram a livre decisão de esconderem seus rostos para não sofrerem estas perseguições e represálias."

A greve e a ocupação da reitoria, questionadas em seu início por alguns professores, estudantes e pais de alunos, tem demonstrado, através de suas ações, a sua justeza. A truculência policial e as sucessivas denúncias de corrupção contra o reitor José Januário Oliveira Amaral têm contribuído ainda mais para o crescimento do movimento, que ganha novos apoiadores a cada dia. A greve prossegue, por tempo indeterminado, até a saída do reitor e que as reivindicações de estudantes, professores e funcionários sejam atendidas.


"Operação magnífico" investiga quadrilha ligada a reitor

A página na internet rondôniagora.com noticiou, em 17 de outubro de 2011, denúncia sobre a Fundação Rio Madeira, entidade de apoio à Universidade Federal de Rondônia. Segundo a matéria, a fundação tem servido "primordialmente para a prática de crimes. Esta é a constatação do Ministério Público de Rondônia, através de investigação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado".

"Dentre as várias irregularidades detectadas estão o pagamento de diárias, ajudas de custo, suprimentos de fundos e viagens sem comprovação da legalidade, funcionários fantasmas, utilização de "laranjas", bem como compras e serviços superfaturados ou simplesmente não executados, contratados junto a empresas de fachada criadas especialmente para isso.

Alguns dos suspeitos eram responsáveis por captar projetos que gerassem convênios com verbas para a Universidade Federal de Rondônia. A Fundação era utilizada para receber as verbas, sob o pretexto de agilizar e desburocratizar os trâmites legais, o que na verdade facilitava o desvio.

Quase todos os envolvidos são pessoas ligadas ao reitor José Januário Oliveira Amaral, também suspeito de envolvimento no esquema. Uma das peças-chave da organização criminosa, segundo testemunhas, era Oscar Martins Silveira, ex-diretor da Fundação e que já está com seus bens bloqueados por determinação da Justiça estadual, a pedido do Ministério Público.

Várias ações já foram ajuizadas pelo Ministério Público de Rondônia, mas as investigações devem prosseguir além do previsto em razão da grande quantidade de irregularidades descobertas, inclusive a criação de mais uma Fundação, para qual migraram vários dos suspeitos, o Instituto de Pesquisa de Rondônia." [fonte: rondoniagora.com]

Ecuador: Un documento del CR del PCE sobre el revisionismo armado en Colombía.



Colombia y la bancarrota del revisionismo armado

Grandes titulares en la prensa burguesa ha ocasionado la muerte del principal comandante de las FARC, Alfonso Cano, a manos de las FFAA colombianas. El imperialismo y las clases dominantes tratan de sacar provecho de esto para decir que supuestamente las masas rechazan en general todo tipo de “movimientos violentos”.
Por su parte el revisionismo no hace sino lamentar esa muerte pero seguir ciega y equivocadamente repitiendo y reproduciendo los mismos errores que lo han llevado al fracaso.
Este es un complejo acontecimiento del cual el proletariado debe extraer lecciones.
Colombia, un país de enormes desigualdades sociales
Colombia es un país oprimido por el imperialismo, principalmente norteamericano; país que tiene diversos grados de feudalidad subyacente; gobernado desde hace varias décadas atrás por una furiosa oligarquía de grandes burgueses y terratenientes, anti-comunistas, pro-imperialistas, tiránicos, paramilitares y narcotraficantes, actualmente encabezados por el eje Santos-Uribe.
En Colombia se ven los extremos más grandes: abundante riqueza de una minoría y profunda y extendida pobreza de millones de campesinos y obreros.
Esto lo planteamos a riesgo de redundar en cosas conocidas, pero necesarias pues son premisas para el debate.
Las FARC y la guerra en Colombia
Las FARC nacen a mediados de la década del 60 del siglo XX como una respuesta necesaria de las masas, sobre todo campesinas, frente a la cruenta represión orquestada por el Partido Conservador, expresión concentrada del gamonalismo.
La guerrilla pese que comenzó a formarse de la mano del Partido Liberal en los años 50 como autodefensa campesina, podía haber adoptado una línea revolucionaria clasista sobre la base de la fuerte influencia y auge de la Revolución China, de la lucha entre marxismo y revisionismo en Colombia y de la consecuencia que en Marquetalia mostraron en aquel entonces los guerrilleros.
Sin embargo, sus principales dirigentes como por ejemplo Jacobo Arenas y el mismo Manuel Marulanda, decidieron, equivocadamente, alinearse con el social-imperialismo soviético y el revisionismo cubano. Ese fue el comienzo de un lento camino que poco a poco los llevaría a desacumular ideológica, política y militarmente.
Inclusive en los años 80, transitaron por el camino del cretinismo parlamentario cuando junto a otras organizaciones socialdemócratas impulsaron el proyecto de la “Unión Patriótica”, años en los que perdieron a decenas de cuadros a manos de los paramilitares y el Ejército.
Cuando se da la caída del Muro de Berlín, a las FARC se les removió fuertemente el piso, trataron de buscar un “referente ideológico” en el bolivarianismo (corriente social-demócrata burguesa), al punto de plantear en sus documentos oficiales temas como: “Bolivarismo y Marxismo: un compromiso con lo imposible”.
Esto último fue el punto más complejo en su devenir revisionista, pues a partir de entonces han caído en la trampa de apoyar a gobiernos reformistas de la burguesía burocrática, los mismos que no han dudado en “apuñalarlos” por la espalda y a veces incluso de frente.
Con su secretariado de relaciones internacionales apoyaron a Lucio Gutiérrez en Ecuador, el mismo que no dudó en colaborar con la CIA para capturar a Simón Trinidad en la ciudad de Quito en el año 2004. Apoyaron al “bolivariano” Rafael Correa y sin embargo éste oligarca fue cómplice de la muerte de Raúl Reyes en Angostura en el 2008. Apoyaron al bolivariano Hugo Chávez, el mismo que no ha dudado en capturar guerrilleros de las FARC, como fue el caso de Julián Conrado, y entregarlos al régimen fascista de Santos para que los aniquilen en las cárceles colombianas.
Y en la misma Colombia, han apoyado a la “unificación” de socialdemócratas en el “Polo Democrático”.
Alfonso Cano muere al igual que Raúl Reyes, el Mono “Jojoy” y Manuel Marulanda: en campamentos guerrilleros con grandes metralletas, pero sin masas, sin nuevo poder en construcción, sin claridad de hacia donde va la guerra en Colombia.
La paulatina y creciente derrota de las FARC, no es en modo alguno, la derrota de la viabilidad, necesidad y obligatoriedad de la lucha armada revolucionaria en Colombia y en todo el mundo; es simplemente la derrota del tercerismo pequeño-burgués, del foquismo guevarista, en definitiva, del revisionismo armado.  
Las FARC, una expresión del revisionismo armado
Vale recalcar que un arma no dirime si una organización o persona es revolucionaria, sino sus objetivos estratégicos y planteamientos programáticos. Desde luego las FARC no son terroristas, sino una organización guerrillera revisionista.
El devenir constante de las FARC en una organización revisionista armada se expresa fundamentalmente en:
-no hablan de imperialismos (varios) de una manera científica sino de “imperio” (Exclusivamente EEUU). Es decir no son anti-imperialistas sino anti-yanquis.
-reniegan del marxismo revolucionario, acogiendo la corriente burguesa del bolivarianismo.
-su programa de gobierno busca una democracia burguesa de viejo tipo, muy similar al estilo europeo. (Ver la “Plataforma Bolivariana por la Nueva Colombia”).
-no aplican guerra revolucionaria agraria de masas, sino una guerra foquista.
-para ellos lo principal es la guerrilla y no el Partido Comunista.
-vienen plateando conversaciones de paz para dar una “salida política al conflicto”.  Esto no es sino un eufemismo para encubrir con palabras altisonantes la entrega de las armas y desmovilización guerrillera a cambio de amnistía general y “reinserción social” con algunas reformas a la vieja sociedad para decir que “han conseguido algo”. Es decir buscan una “rendición decorosa”….
Es un deber de los comunistas y revolucionarios que persistimos en la línea roja del proletariado combatir las tesis del revisionismo armado ya que causan un enorme daño a la liberación del pueblo, tal y como lo comprueba el accionar del FSLN en Nicaragua en los 80, de la URNG y el FMLN en Guatemala y el Salvador en los 90, el FPMR en Chile, el MRTA en Perú, las mismas FARC en Colombia, etc.
La guerra en Colombia lamentablemente está inclinada hacia el triunfo momentáneo de las clases dominantes en tanto que las FARC se han aislado del pueblo, estratégicamente están derrotadas y sobretodo porque  no representan los intereses del proletariado y el campesinado colombiano, sino de una facción de la pequeña-burguesía, revisionista y reformista.
Indudablemente Colombia necesita una guerra para acabar con las injusticias que allí se viven, pero esa tiene que ser una guerra revolucionaria de las masas, bajo alianza obrero-campesina, en la que los intelectuales democráticos y revolucionarios sean quienes transmitan la ideología marxista al pueblo y no quienes sustituyan a ese pueblo en el combate, todo esto no es sino la Guerra Popular aplicada a las condiciones de Colombia.
Pedir o soñar que en las actuales circunstancias las FARC cambien sus desviaciones revisionistas y asuman un programa revolucionario es muy difícil que se vuelva realidad, tendrán que ser otros, los que con una línea ideológica clara reconstruyan todo en términos del Partido Comunista, el Frente Único y el Ejército Popular. 
El “farianismo” como tendencia revisionista en el Ecuador
Durante varias décadas, el revisionismo armado de las FARC ha servido de “inspiración” a las distintas facciones del revisionismo ecuatoriano, las mismas que en medio de su profundo eclecticismo han tratado de coger de aquí y de allá, de un proceso y de otro, armando así una especie de ideología de retazos. El farianismo ha sido promovido, grados más grados menos, por el viejo partido comunista, por todas las corrientes de los socialistas, incluidos los “amarillos”, por el MPD, Pachakutic, por el MIR, por los alfaristas y bolivarianos, por la Coordinadora de Solidaridad con Cuba…De esta manera han causado una enorme confusión entre las masas que en algunos casos piensan que si “lo que hacen las FARC es revolución entonces no queremos que eso se de por acá”.
Ésta década es la de la desarticulación definitiva de uno de los últimos bastiones del revisionismo armado en el mundo, esa confusión que va dejando es necesario aclararla, levantando la nueva esperanza que significa para los oprimidos del mundo el desarrollo de la Guerra Popular en varios países.   
La Guerra Popular, estrategia militar del proletariado revolucionario
A pesar de que el imperialismo trata de mostrarse fuerte e invencible, en realidad es un tigre de papel que va siendo carcomido y destruido por las luchas revolucionarias del proletariado y los pueblos del mundo, cuyas expresiones más elevadas y de vanguardia son las Guerras Populares.
En contrapartida a la creciente derrota de las FARC, en el mundo se va afirmando un tipo diferente de guerra revolucionaria, la misma que surge de las entrañas del pueblo, que aunque no tenga grandes y modernas metralletas va conquistando la simpatía y apoyo de las masas, en la que en vez de campamentos guerrilleros a la antigua busca establecer bases de apoyo con las mismas masas como Nuevo Poder en construcción, en la que se lucha porque el Partido Comunista mande al fusil y no a la inversa, en la que los combatientes no son militaristas ni una carga parasitaria sino que cumplen las tres tareas básicas de combatir, producir y movilizar a las masas, en la que se aplica la verdad universal de la ciencia del proletariado a la realidad concreta de cada país.
Esta guerra revolucionaria es en concreto la Guerra Popular que viene repotenciándose en  la India, Filipinas, Perú y Turquía, y que en ésta década y la próxima, estallará en muchos países de los cinco continentes.
Que la sangre derramada por el pueblo colombiano durante largos años acompañada de una creciente derrota, sirva a muchos para reflexionar sobre la importancia de contar con una línea ideológica clara que le de rumbo a la guerra y permita aplastar al imperialismo y las clases dominantes.

ABAJO EL IMPERIALISMO Y EL GOBIERNO DE SANTOS

VIVA LA LUCHA DEL PUEBLO COLOMBIANO

NO AL FOQUISMO NI AL REVISIONISMO ARMADO

VIVA LA GUERRA POPULAR EN LA INDIA, FILIPINAS, PERÚ Y TURQUÍA

COLOMBIA NECESITA GUERRA POPULAR PARA ACABAR CON LA OPRESIÓN SOCIAL Y NACIONAL



COMITÉ DE RECONSTRUCCIÓN

PARTIDO COMUNISTA DEL ECUADOR

miércoles, 9 de noviembre de 2011

Brasil: Sâo Paulo; Fora polícia militar ! Liberdade aos presos políticos !


Nota pública dos presos politicos da Universidade de São Paulo

Ação da tropa de choque da PM militarizou  a universidade numa repressao sem precedentes

Fora polícia militar!
Liberdade  aos presos politicos!

Ocupa USP contra repressão
Blog do Movimento de Ocupação
da Diretoria da Faculdade de Filosofia
São Paulo, 08 de novembro de 2011

Nós, estudantes da USP, que lutamos contra a polícia na universidade e pela retirada dos processos administrativos contra estudantes e trabalhadores, viemos por meio desta nota pública, denunciar a ação da tropa de choque e da polícia militar na madrugada do dia 8/11.

Numa enorme demostração de intransigência em meio ao período de negociação e na calada da noite, a reitoria foi responsável pela ação da tropa de choque da PM que militarizou a universidade numa repressao sem precedentes. Num operativo com 400 homens, cavalaria, helicópteros, carros especializados  e fechamento do Portão 1 instalou-se um clima de terror, que lembrou os tempos mais sombrios da ditadura militar em nosso pais.
Resistimos e nos obrigaram a entrar em salas escuras, agrediram estudantes, filmaram e fotografaram nossos rostos (homens sem farda nem identificação). Levaram todas as mulheres (24) para uma sala fechada, obrigando-as a sentarem  no chão e ficarem rodeadas por policiais homens com cacetetes nas mãos. Levaram uma das estudantes para a sala ao lado, que  gritou durante trinta minutos, levando-nos ao desespero ao  ouvir gritos como o das torturas que ainda seguem impunes em nosso país. Tudo isso demonstra o verdadeiro caráter e o papel do convênio entre a USP e a polícia militar.

A ditadura vive na USP. Tropa de choque, polícia militar, perseguições a estudantes e trabalhadores, demissão de dirigentes sindicais, espionagem contra ativistas e estudantes, repressão através de consultas psiquiátricas aos moradores do CRUSP (moradia estudantil).

Nós, que estamos desde as 5h sob cárcere e controle dos policias, chamamos todos a se manifestarem contra a prisão de 73 estudantes e trabalhadores por lutarem com métodos legitimos por seus direitos.
Responsabilizamos o reitor Joao Grandino Rodas, e toda a sua burocracia acadêmica e o governador do estado de SP  Geraldo Alckmin, junto ao seu secretário de seguranca pública, por toda a repressao dessa madrugada. Reafirmamos nossa luta contra a polícia, dentro e fora da universidade, que reprime a população pobre e trabalhadora todos os dias.

•                   Fora PM!
•                   Revogacao do convenio!
•                   Retirada dos processos!
•                   Liberdade aos presos politicos!

CANADA: Pour vaincre la bourgeoisie, une puissante lutte s’impose


Pour vaincre la bourgeoisie, une puissante lutte s’impose

Depuis le 15 octobre, le «mouvement des indignéEs» s’est étendu à tout le Canada. Au moment de mettre sous presse, des occupations de parcs ou d’endroits publics se poursuivaient dans une bonne trentaine de villes, dont Vancouver, Calgary, Edmonton, Regina, Winnipeg, Toronto, Ottawa, Montréal, Québec et Halifax. La question de savoir si le mouvement se poursuivra et s’il trouvera le moyen de confronter le système responsable de ce pourquoi des milliers de gens s’indignent et se soulèvent à travers le monde reste posée.
Jusqu’à maintenant, les autorités semblent tolérer la présence des occupantes et occupants, en espérant peut-être que l’arrivée du temps froid finira par les chasser des lieux publics. Les médias bourgeois, qui n’hésitent habituellement pas à discréditer les manifestantes et manifestants, jettent sur le mouvement #occupy un regard plutôt bienveillant. Il faut dire que le ministre des Finances, Jim Flaherty, a lui-même exprimé sa sympathie envers les indignéEs…

À Toronto, une centaine de personnes continuent à camper au St.James Park. Là comme ailleurs, le mouvement se veut rassembleur. Les communistes révolutionnaires y participent afin de faire avancer la critique du capitalisme et de susciter le débat sur la nécessité d’une alternative globale au système en place. Les supporters du journal Partisan se sont notamment opposéEs à ce qu’on entonne l’hymne national canadien lors d’une des premières manifestations organisées par #occupy Toronto, au Square Dundas. Pour un mouvement qui se veut «inclusif», ce n’était certainement pas la meilleure façon de favoriser la participation des gens des Premières nations, qui subissent la domination coloniale de l’État canadien.

À Ottawa, les occupantes et occupants se sont installées au Parc de la Confédération. Les militantes et militants de l’Association des étudiantes et étudiants marxistes de l’Université d’Ottawa, de l’Association étudiante marxiste de l’Université Carleton et du Parti communiste révolutionnaire (PCR-RCP) ont participé activement à l’occupation, jusqu’à ce qu’un incident disgracieux instigué par un organisateur de l’occupation pathologiquement anticommuniste les amène à décider de quitter les lieux (voir ci-contre).

À Québec, une vingtaine de tentes ont été montées dans le jardin Saint-Roch. Une bonne centaine de personnes sont impliquées d’une manière ou d’une autre dans l’organisation de l’occupation. Tandis que le maire Labeaume se dit prêt à tolérer leur présence aussi longtemps que la chose demeurera pacifique, plusieurs souhaitent que le mouvement soit le prélude «à un grand bouleversement».

À Montréal, environ 200 tentes recouvrent le Square Victoria, rebaptisé «Place des peuples». Le gros des énergies est consacré à l’organisation de la vie quotidienne et à la gestion des rapports entre les participantes et participants. Après la tenue d’une manifestation ayant rassemblé entre 500 et 800 personnes le samedi 29 octobre, les communistes du PCR ont organisé un teach-in, pour discuter des perspectives du mouvement. Durant le débat, deux participants ont exprimé, chacun à leur façon, ses possibilités, mais aussi ses limites.
Partant du fait que le mouvement est parti pour durer longtemps et qu’il faudrait, si on veut vraiment changer les choses, lui trouver un débouché politique, le premier a suggéré que le mouvement #occupy investisse le champ politique, voire qu’il se transforme en parti. Il faut selon lui «sortir» du strict lieu où l’occupation se déroule et s’adresser largement aux masses populaires; sinon, le mouvement n’arrivera pas à obtenir des résultats. Le deuxième s’est opposé à cette idée en disant que le système politique en place est totalement pourri et qu’il vaut mieux s’attarder à faire vivre et maintenir l’occupation, et surtout y développer des rapports sociaux «communautaires».
L’un comme l’autre ont ainsi exprimé deux des principaux dangers qui guette le mouvement – le troisième étant évidemment la possibilité d’une attaque brutale des autorités et des forces de l’ordre, comme certains ont commencé à l’évoquer et comme on l’a vu aux États-Unis, à Oakland, où la police a sauvagement battu et dispersé les occupantes et occupants.

Le premier danger, c’est celui d’une récupération politique par le système bourgeois. Les dominants de ce monde seraient trop heureux de voir toute cette énergie et toutes ces aspirations canalisées de façon à redonner un nouveau souffle à un système capitaliste moribond. Déjà, le système semble s’accommoder de l’existence d’un mouvement «qui soulève de vraies questions», comme les commentateurs le disent dans les médias bourgeois, mais qui ne doit surtout pas déboucher sur une remise en cause radicale du système.

Le deuxième danger, c’est celui d’un enlisement et à terme, de l’épuisement. On peut tenir un discours anticapitaliste ferme et se dire en rupture avec le système, mais celui-ci peut tolérer longtemps l’existence d’un espace autogéré marginal d’où le capitalisme semble avoir été évacué, s’il peut continuer à fonctionner allègrement et à régir la quasi-totalité des rapports sociaux partout ailleurs.
Le mouvement #occupy s’inscrit dans une conjoncture de montée des luttes populaires à travers le monde. Ces luttes ont un dénominateur commun: la profonde crise du capitalisme mondial – une crise multiforme et qui s’approfondit. Cette crise se traduit par l’appauvrissement de la majorité de la population mondiale; par l’exploitation accrue du prolétariat; par la poursuite et la généralisation de guerres injustes; par la destruction à une échelle jamais vue des ressources naturelles et des écosystèmes; et par l’étouffement de nos aspirations légitimes à la liberté et à l’émancipation.
Pour plusieurs participantes et participants au mouvement, il ne s’agit plus d’apporter quelques améliorations ici et là ou de poser un diachylon sur une plaie cancéreuse. On ne veut pas que le mouvement revendique quelques réformes: c’est tout le système qui doit être remis en question! Mais ce système ne tombera pas tout seul, même si certaines et certains ont décidé d’en «décrocher».
Pour renverser le capitalisme, il faut d’abord savoir à qui et à quoi l’on a affaire. Il faut connaître et analyser comment ce système fonctionne, à qui il profite et qui, au fond, y tire les ficelles. Même si le slogan «Nous sommes les 99%» apparaît séduisant, le fait est que la bourgeoisie représente bien plus qu’un pour cent de la population. Et face à elle, il n’y a qu’une classe qui a la force et la capacité de la renverser: c’est le prolétariat.
Si on veut renverser le capitalisme ou à tout le moins lui faire subir une défaite, il faut mobiliser les masses prolétariennes et attaquer la bourgeoisie. Il faut se préparer à mener une lutte politique de grande envergure et de longue haleine, non pas pour revivifier le système bourgeois, mais pour le détruire et le remplacer par une nouvelle forme d’organisation sociale, où le pouvoir sera exercé par ceux et celles qui sont actuellement exploitéEs ou oppriméEs. Cela implique que l’on ait une vision claire de comment l’ennemi est organisé, notamment de ce que représente son appareil d’État.
S’il souhaite vraiment arrêter le rouleau compresseur du capitalisme, le mouvement #occupy n’a pas vraiment le choix: il doit appeler à l’organisation de comités de lutte dans les milieux de travail et les quartiers populaires; il doit susciter l’organisation d’actions révolutionnaires de masse qui attaquent les intérêts des capitalistes; il doit se préparer activement à affronter la répression de l’État capitaliste, qui ne manquera pas de se déployer. C’est ainsi qu’il contribuera vraiment à changer le cours de l’histoire.
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Les communistes de l’Association des étudiantes et étudiants marxistes de l’Université d’Ottawa, de l’Association étudiante marxiste de l’Université Carleton et du PCR se sont impliquées dès le début dans l’occupation du Parc de la Confédération à Ottawa. Ils et elles y ont érigé une tente et tenu des discussions, tout en s’impliquant activement dans l’organisation des lieux, notamment au sein des comités «bouffe» et «premiers soins».
Leur présence fut toutefois remise en question par quelques individus, dont un membre de la «direction cachée» de l’occupation, qui refuse de s’assumer comme telle. Cet individu, qui se définit comme «anarcho-pacifiste» et bouddhiste, s’est lancé dans une campagne de harcèlement à caractère anticommuniste. Il a fini par inciter quelqu’un à déverser de la merde, de l’urine et une couverture pleine de sang sur la tente occupée par les camarades. Cet événement disgracieux s’est produit pendant que la présence de plus en plus visible de néo-nazis et de suprémacistes blancs est tolérée sur le campement.
Les camarades ont décidé de se retirer temporairement du campement, jusqu’à ce que des mesures soient prises pour faire en sorte que le mouvement soit vraiment «inclusif» comme il prétend l’être. La déclaration intégrale des camarades peut être consultée au www.pcr-rcp.ca.
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Dans le cadre des Rendez-vous de la Maison Norman Bethune:
Le Canada en Afghanistan: l’impérialisme dans ce qu’il a de plus répugnant
Depuis le 11 septembre 2001 et le virage sécuritaire «anti-terroriste» occidental, le Canada a considérablement augmenté ses fonds d’«aide internationale», notamment via le budget de l’Agence canadienne de développement international (ACDI). Pourquoi? Parce que l’«aide au développement» est un des principaux pôles par lesquels l’impérialisme s’impose aux pays exploités. En fait, cette augmentation cible spécifiquement les quelques pays où l’intervention du Canada s’avère stratégique dans l’intérêt de sa politique étrangère au service de la bourgeoisie canadienne. La mission du Canada en Afghanistan, principale récipiendaire de l’aide canadienne au développement, apparaît comme l’exemple par excellence de l’instrumentalisation de la coopération internationale en tant que rouage du système économique canadien, confortant sa position internationale privilégiée. Nous présenterons comment les justifications de l’opération canadienne en Afghanistan sont arrimées sur des intérêts capitalistes, plutôt que sur de réels fondements démocratiques, portés par des objectifs de développement humanitaires. Dans cette optique, nous procèderons à une analyse comportant trois parties principales. Dans un premier temps, nous brosserons un tableau général, dans une perspective historique, de l’évolution de la situation géopolitique en Afghanistan. Ensuite, nous tenterons d’établir les paramètres de la mission canadienne en Afghanistan, en termes de discours et d’action, avant de procéder à une analyse critique de l’instrumentalisation du «développement» au service d’intérêts ploutocratiques de la «communauté internationale». Portrait d’une mission symptomatique.
Le vendredi 11 novembre à 19h00
1918, rue Frontenac
Montréal (métro Frontenac)
Entrée libre • Info: 514 563-1487
www.maisonnormanbethune.ca
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Perspectives post-occupation
Le samedi 12 novembre à 20h30
Sur le campus de l’Université d’Ottawa – le local sera annoncé sous peu
Le mouvement Occupy Ottawa s’est avéré étrange dès le départ. Maintenant que la plupart des éléments progressistes ont quitté le lieu de l’occupation pour diverses raisons, il est temps d’en faire le bilan.
Joignez-vous à notre MC Cheyenne Pepper – une communiste révolutionnaire – qui présidera un panel lors duquel trois militantEs présenteront leurs points de vue sur le mouvement.
Le nom des panelistes sera annoncé sous peu.
À noter qu’il s’agit d’un événement à caractère semi-public. Vous pouvez y amener vos camarades et amiEs, et la plupart des gens sont les bienvenus.
Une invitation du Comité prolétarien d’action révolutionnaire - Proletarian Revolutionary Action Committee à Ottawa (ottawaprac@gmail.com).
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Cette infolettre est envoyée aux ex-abonnéEs au Drapeau rouge-express.
Pour vous désabonner, répondez simplement à ce courriel en indiquant comme sujet le mot «Désabonnement».

martes, 8 de noviembre de 2011

Tambores de guerra contra Irán. Un articulo de M. Alonso para Correo Vermello.

Tambores de guerra contra Irán.
M. Alonso para Correo Vermello.


Los diversos tambores mediaticos de las potencias imperialistas, tocan de nuevo la conocida melodía "de las armas de destrucción masiva".En esta ocasión en manos del Irán de los hayatolas. Ahora, que aplastaron la resistencia del pueblo libio,  la OTAN se prepara, junto al Estado sionista israelí, su principal impulsor, a desencadenar un ataque contra Irán.

El Estado teocrático de Irán, férrea y odiosa dictadura integrista contra el pueblo irani, no cuenta con la simpatía o el apoyo de los comunistas, de los revolucionarios, a mucho de los cuales asesinó, entre ellos a muchos y muchas camaradas del PCImlm. Partimos de un análisis de clase, ¿a quien sirve el Estado teocrático?¿al pueblo, a las masas, a las mujeres? No, a las ultimas preguntas y al Bazzar y a la teocracia semi-feudal a la primera. De esta premisa tenemos que partir, para tomar posición.

Nadando en un mar de recursos naturales y con una posición geo-extrategica de gran importancia, estos sátrapas, han estado fortaleciendo sus arsenales, frente a una posible abierta agresión por parte del bloque imperialista que comanda EE.UU. y sus comparsas de la OTAN, y digo abierta por que a lo largo de estos años se han multiplicado los ataques cibernéticos, atentados a físicos nucleares o profesores relacionados con el ámbito militar o sabotages, en los cuales no parece tenga nada que ver las fuerzas de oposición al régimen.

Mientras que el Estado teocrático, masacró a los opositores, de los diversos sectores revolucionarios, las potencias, la ONU o la Agencia Internacional de la Energía Atómica, nunca  manifestaron su repulsa, pero ahora, toca preocuparse por la oposición "democrática", como en Siria. Solo que en Irán el cónsul francés no puede encabezar manifestaciones sin que pierda la cabeza, literalmente.

Ironías a parte, la agresión a Irán, puede ser el detonador de una nueva guerra imperialista mundial, con el gran riesgo de los arsenales atómicos existentes. El ansia depredadora de las potencias las lleva inevitablemente no solo a enfrentarse con los pueblos del mundo sino también a otras potencias, tan rapaces,  ansiosas y necesitadas de los recursos energéticos como Rusia o China.

PERÚ: Prolongan Estado de Emergencia.

correovermello-noticias
Lima, 07.11.11

El gobierno reaccionario peruano prorrogó por 60 días el estado de emergencia en varias localidades de las regiones andinas de Ayacucho, Huancavelica, Junín y Cusco, por "persistir las condiciones contrarias al orden interno que afecta el normal desenvolvimiento de la población".
El decreto, publicado el pasado domingo en la gaceta oficial, señala que la prórroga es por 60 días a partir del 1 de noviembre de 2011, en las localidades de Huanta y La Mar, en la región de Ayacucho, y en la provincia de Tayacaja, en Huancavelica.
Asimismo, en los distritos de Kimbiri, Pichari y Vilcabamba de la provincia de La Convención, en el Cusco; y en la provincia de Satipo, Concepción y en los distritos de Santo Domingo de Acobamba y Pariahuanca de la provincia de Huancayo, en la región de Junín.
En las cuatro regiones se han detectado columnas de  la organización maoísta clandestina PCP, que comenzó sus actividades guerrilleras en Ayacucho en 1980.
En esas regiones se han producido enfrentamientos con elementos de la guerrilla comunista, asi como elementos delincuenciales vinculados al narcotrafico.
Durante la prórroga del estado de emergencia quedan suspendidos los derechos constitucionales de libertad y seguridad personales, la inviolabilidad de domicilio y la libertad de reunión y de tránsito.

Brasil: Greve na Universidade Federal de Rondònia.

mensaje


Companheir@s,

Recebi esta mensagem e repasso para que possamos divulgar este absurdo que ocorreu na Universidade Federal de Rondônia onde Professores e Estudantes estão em greve desde 14 de setembro e a reitoria ocupada desde 5 de outubro. Um professor foi preso arbitrariamente.

Tanto na situação da USP, quanto na situação da UNIR, professroes e estudante e toda a classe trabalhadora brasileira precisa cercar de solidariedade para que cesse a criminalizção dos lutadores e lutadoras neste país.
Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais. Lutar não é Crime!!!!

Um abraço,

Cláudia Durans
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Situação urgente na UNIR.

Caros colegas, venho aqui denunciar a grave situação pela qual passa a Universidade Federal de Rondônia - UNIR, da qual sou professor há 3 anos e meio e atual coordenador institucional do PIBID. Enquanto a mídia logra ampla divulgação da ocupação da Reitoria da USP, por uma causa no mínimo questionável, nossa luta contra a corrupação parece não ganhar eco além das fronteiras amazônicas. A greve na UNIR já dura cerca de dois meses (iniciou em 14 de setembro), não tem data para acabar e deve virar o ano. Nossa reitoria já está ocupada desde 5 de outubro. Enquanto a mídia nacional mostra alunos da USP se rebelando em função do consumo de maconha, nossa luta contra corrupção é simplesmente NEGLIGENCIADA. Para terem uma ideia, temos que levar papel higiênico para universidade, além de água. Os cursos de Engenharia Elétrica, Engenahria Civil, Engenharia de Alimentos e outros não abrirão vagas no próximo vestibular, uma vez que simplesmente não há sala de aula. Eu mesmo tenho de "brigar" com um professor da Biologia por sala. Um laudo técnico do corpo de bombeiros diz que o campus de Porto Velho apresenta risco de vida aos alunos e professores. Quem quiser conferir fotos da situação do campus acesse os links http://www.cartacapital.com.br/blog/politica/o-movimento-estudantil-pega-fogo-na-amazonia/ e http://www.comandodegreveunir.blogspot.com . Além disso, a Fundação de Apoio da Universidade, Fundação Riomar tem as suas contas bloqueadas e está sendo investigada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), mesmo o Reitor sabendo das denúncias de desvio não fez nada para sanar os problemas. Aliás, nosso reitor é um dos principais suspeitos por corrupção, mas infelizmente é "abençoad o" pelo senador Valdir Raupp, simplesmente o presidente nacional do PMDB. Nas últimas semanas a coisa está pegando fogo. Estamos voltando aos tempos da ditadura. Um professor de História, sem motivo algum, foi preso pela polícia federal (confiram o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=xeBQh3BlGaU&feature=youtu.be). O mesmo delegado ameaçou jornalistas e deteu dois estudantes que levavam panfletos da greve (muito diferente de fumar maconha no campus). As negociações estão emperradas. O secretário de educação superior, Luiz Cláudio Costa, veio até Porto Velho e já foi entregue um documento com mais de 1500 páginas apontando diversas irregularidades. Além de desvio de verbas, o favorecimento em concursos públicos é latente por aqui. Alunos e nós professores estamos unidos contra o reitor José Januário de Oliveira Amaral, contudo, nossas vozes não alcan çam o resto do país, devido às enormes forças políticas e a tão longínqua terra de Rondônia. O reitor tem a audácia e a sem vergonhice de acusar professores grevistas de vagabundos e estudantes de bandidos. Bastam acessar meu currículo lattes (http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4742904A7) e verão que minha produção é no mínimo 10x superior a desse reitor. Peço que ajudem a divulgar o que acontece em nossa universidade. Um país que leva milhões em festas religiosas, em passeatas contra a homofobia, em jogos de futebol, não é capaz de se mobilizar contra a corrupção. Na esperança de obter eco e apoio daqueles que acreditam e lutam por um país e uma educação melhor.

Att,
Wilmo Ernesto Francisco Junior

Departamento de Química

Universidade Federal de Rondônia - UNIR
Tomado da lista Vermelhos. Yahoo.
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lunes, 7 de noviembre de 2011

¡ VIVA EL 7 DE NOVIEMBRE DE 1917 ! VIVA LA GRAN REVOLUCION SOCIALISTA DE OCTUBRE !



Con motivo del 94º Aniversario de la Gran Revolución Socialista de Octubre queremos recordar con emoción de clase esta gloriosa gesta comandada por los bolcheviques bajo la dirección de Lenín, de Stalín y del Comité Militar Revolucionario de Petrogrado, que habria la Era de las Revoluciones Proletarias triunfantes.
Hoy mas que nunca, las salvas del crucero AURORA  indican la via de la emancipación de la clase obrera y de los pueblos del mundo.
DR-redacción

domingo, 6 de noviembre de 2011

Nepal: Delirio revisionista. El renegado Prachanda viaja a EE.UU. para pedir fondos para la restauración de la localidad natal de Buda.


correovermello-noticias
Kathmandu, 06.11.11

Según informa Nepalnews, Pushpa Kamal Dahal Presidente del PCN-U (m) viajo este  sábado  a Nueva York para obtener el apoyo de Naciones Unidas para el desarrollo de Lumbini, lugar de nacimiento de Buda.
Hablando con los periodistas en el aeropuerto internacional de Tribhuvan (TIA)Dahal dijo que buscaría la cooperación y el apoyo de organismos internacionales como la ONU para desarrollar Lumbini como un  centro budista internacional y de los turistas durante su visita.
Tiene previsto reunirse con Ban Ki-moon  el 8 de noviembre.
El gobierno  de coalición  presidido por el renegado Baburam Bhattarai, había nombrado recientemente Dahal como jefe de un comité de alto nivel formado para supervisar los esfuerzos para generar la ayuda extranjera para el desarrollo de Lumbini. El gobierno también ha declarado 2012 como el Año de Visita a Lumbini para promover el turismo en el lugar de nacimiento de Buda.
Los miembros del comité de alto nivel, el Dr. Minendra Rijal y Manoj Shrestha, Prakash Dahal, el hijo y asistente personal Samir Dahal le acompañara a los EE.UU.

Panamá: Declaración del Partido Comunista (marxista-leninista) de Panamá


Adelante por el camino de octubre*
| Partido Comunista (Marxista-Leninista) de Panamá


Este 7 de noviembre conmemoramos el 94º aniversario de la Gran Revolución Proletaria Socialista de Rusia. Los comunistas marxistas-leninistas de Panamá, con motivo de esta gloriosa fecha queremos confirmar y reafirmar delante de la clase obrera, de las fuerzas democráticas y progresistas del país, nuestro compromiso de llevar adelante la Gran Bandera Roja por la vía del Octubre de Lenin y Stalin y de los bolcheviques rusos.
El Octubre Rojo de 1917 es la más rica fuente de experiencias revolucionarias del proletariado mundial, ya que indica a los trabajadores y pueblo de Panamá como de todo el mundo el camino concreto y victorioso para derrocar la dictadura del capital e instaurar la dictadura del proletariado.
Lo que significa que sólo con ella, en su realización y victoria, se ha demostrado la justa valorización de Carlos Marx sobre el papel liberador de la acción revolucionaria. “Las revoluciones –ha remarcado- son las locomotoras de la historia”. Por su parte Lenin, artífice de la revolución de octubre, ha agregado: “En la historia de los pueblos los grandes problemas son resueltos exclusivamente con la fuerza… Las revoluciones son las fiestas de los oprimidos y de los explotados”.
Extrayendo las lecciones históricas emanadas del Octubre ruso, de 1917, el camarada Mao nos ha dejado establecido que “en la sociedad dividida en clases, las revoluciones y las guerras revolucionarias son inevitable; in ellas es imposible cualquier salto en el desarrollo social, es imposible derrocar a las clases dominantes reaccionarias y permitir de ahí al pueblo tomar el poder”.
Ellos nos están indicando que, esto frente a lo que pregonan los ideólogos de la burguesía burocrática seguidos por los demócratas pequeñoburgueses de una vía electoral de la toma del poder y de una supuesta revolución desde “arriba”, desde el viejo Estado, sólo la insurrección y la guerra civil por el socialismo en los países del capitalismo maduro, o la guerra popular en aquellos semifeudales, neocoloniales y de capitalismo burocrático son el camino victorioso y único. Como es demostrable, hoy en día, cuando el imperialismo se ha fascistizado totalmente y declarado su guerra contrarrevolucionaria global contra la clase obrera, los pueblos y naciones de todo el mundo. Por lo que a estos últimos le cabe responder sólo empuñando el fusil; enfrentar la guerra contrarrevolucionaria neocolonialista en acto con la guerra popular y la revolución por la conquista del comunismo en todo el planeta.
La Revolución de Octubre ha significado un viraje radical en la historia de la humanidad, ya que marcó el fin del poder de las clases explotadoras y opresoras, que allí en Rusia el poder de burgueses y terratenientes se ha quebrado, histórica y políticamente, adviniendo al mundo un nuevo poder, el poder de los obreros y campesinos.
Ella ha confirmado brillantemente las palabras de Carlos Marx cuando taxativamente ha escrito que “El Estado es una máquina de guerra nacional del capital contra el trabajo”. Esto quiere decir, que sí el capital monopolista comprador-burocrático y el capital monopolista terrateniente han organizado su violencia permanente contra la clase obrera y la clase campesina, y utilizan su Estado, su concreción armada, para reprimir y aplastar sangrientamente la lucha de clase de los proletarios y todos los oprimidos por la “conquista de la democracia” (Marx y Engels, el Manifiesto del Partido Comunista, 1848); estos últimos, los explotados y oprimidos, para emanciparse de la moderna esclavitud capitalista, también deben, en el transcurso de su lucha de clase, forjar y estructurar su propia violencia revolucionaria de clase.
Esto quiere decir, que si los sometidos por la violencia del Estado burgués y los esclavos asalariados del capital, no se deciden, se preparar y organizan su propio poder armado nunca tendrán nada. Para conquistar y gozar una real democracia volcada hacia el pueblo trabajador, éste debe su propio poder real antes, en el transcurso y después de la revolución. Con el consciente convencimiento de que, como lo señalase el camarada Mao, el auténtico poder popular revolucionario “nace del cañón de un fusil”.
Esta es una gran verdad objetiva, concreta y revolucionaria. Es una lección histórica confirmada por el asalto armado del pueblo ruso ese 25 de Octubre de 1917. Equipos de combate, Guardia Roja, Ejército de Liberación Popular han sido las armas que han portado a los proletarios rusos y a los obreros y campesinos chinos, respectivamente, a lograr imponer su autoridad política e iniciar desde allí la edificación del nuevo orden social, el socialismo camino al comunismo. Sí ellos no hubiesen recurrido a la violencia revolucionaria, en respuesta a aquella reaccionaria, contrarrevolucionaria, jamás habrían podido legarnos tan trascendental experiencia histórica.
Que la violencia entre las clases, como unidad y lucha entre violencia reaccionaria y violencia revolucionaria, es la esencia misma de la lucha de clases. Con violencia conquistó la feudoburguesía castellana América y con violencia revolucionaria los americanos conquistaron la independencia de España; con guerra civil revolucionaria prolongada respondieron los bolcheviques rusos a la guerra entre naciones imperialistas y a la guerra contrarrevolucionaria de las fuerzas negras del zarismo y la burguesía rusa. En consecuencia, indica Mao a todo aquel que escoge irrumpir en las olas de la lucha de clases como revolucionario en la imperante sociedad capitalista o semifeudal y neocolonial, forzosamente a de asumir que “la conquista del poder con la lucha armada, la solución del problema con la guerra es la tarea central y la más alta forma de la revolución. Este principio revolucionario marxista-leninista es válido dónde sea, en China como en todos los otros países”.
Esto lejos de ser subjetivismo aventurero o absolutización de la violencia revolucionaria resulta ser cónsono con el reflejo científico de la realidad social, con los postulados esenciales del Materialismo Histórico. Dado que la violencia social y política, en sociedad de clase, es una ley universal, objetiva y, por ende, de obligatorio cumplimiento. No es el que la queramos o no, ella se realiza independientemente de la voluntad de una clase o de un conjunto de clases sociales. Ella recorre toda la historia de las formaciones económicas y políticas, es el contenido esencial del desenvolvimiento histórico de la lucha de clases.
De ahí que toda esa zarandaja de “ganar la mayoría en unas elecciones”, “tomar el poder electoramente, para desde allí ‘administrar bien el Estado’ (burgués-terrateniente)”, deba ser tiradas a la basura como falsedades contrarrevolucionarias y sus propugnadores desenmascarados como provocadores agentes diversionista de la burguesía y del imperialismo. Como reformistas con el disfraz de “ultraizquierda”.
Contrariamente a lo que propalan los reformistas, los revisionistas y los neorevisionistas, para invalidar la revolución soviética y las lecciones de ella dimanantes, la violencia revolucionaria es una senda inevitable, un paso forzoso de la lucha entre las clases sociales, no una cuestión opcional del tipo de ¿vía armada o vía pacífica? ¿Guerra popular o “revolución electoral”, dicha “democrática”? Sostener eso es renunciar a la revolución proletaria, en cuales quiera de la etapa de que se trate. Apostatar, en fin, de las enseñanzas y del significado internacional de la Gloriosa Revolución Proletaria Socialista de Octubre de 1917.
Ciertamente, la violencia revolucionaria casi nunca es escogida a priori por las masas trabajadoras, las que en su gran mayoría, influida por la propaganda de la burguesía y sus clérigos militantes, se dejan adormecer por su buena fe y los sentimientos que les animan, evitando comprometerse previamente a un agudizamiento de la lucha de clases, haciéndose proclives a los cantos de sirena de la no-violencia, del pacifismo y el legalismo; prefiriendo ligarse a través de genéricos “movimientos sociales”, “civilistas”, en vez de a los movimientos políticos de clases definidas, revolucionarios. De ahí, anuladas en su acción política consciente que le corresponde y el ser presas fáciles de los prejuicios anticomunistas y del concertacionismo con el reaccionario Estado, con el orden constitucional, político e institucional. Por qué sorprendernos, pues, de que llevadas a situaciones que escapan a su conciencia de clase y acicateadas por la violencia reaccionaria de las clases gobernantes y dominantes opten por retirarse del conflicto social e inclinarse pasivamente a la opresión, y duden rebelarse y responder con la violencia revolucionaria de masas.
¿Cómo hacer y con qué medio se puede lograr ellas rompan esa mentalidad quietista y conformista? ¿Cómo ellas pueden ser conducidas a la senda dela revolución?
La Revolución de Octubre nos ha enseñado qué para que las masas viren hacia la revolución, osen tomar el poder es necesario que en su seno actúe y se desenvuelva un núcleo de dirigentes, un partido revolucionario intransigentemente clasista, proletario y con raíces sólidas en las otras clases revolucionarias, y consecuentemente revolucionario, tal y como el partido bolchevique de Lenin y Stalin, tal y como el partido comunista de China de Mao Tse-tung.
¿Qué es un partido revolucionario? No es sólo el que proclama que desea hacer la revolución –algo literario- , sino aquel que organiza e impulsa la acción de las masas convirtiéndolas fuerza material y agente directo de los cambios revolucionarios profundos que exige el parto de la nueva sociedad. Aquel que basado en los principios medulares del Marxismo-Leninismo, genere conciencia de clase comunista, rupturista, en las masas.
Partidos revolucionarios hay muchos en esta sociedad, inclusive algunos proclamados “obreros”, por una relativa clientela obrera que han logrado captar. Autoproclamados, si les oímos, “socialistas” o “comunistas”, hasta “marxistas” y “marxista-leninistas” sólo que sin apellido (anti-Maoístas). ¿Qué comunismo es éste? ¿Qué “marxismo-leninismo” es éste? Cuando se dedican con lenguaje de doble sentido a negar postulados esenciales y vitales del Marxismo-Leninismo como son la necesidad de un partido Comunista que vanguardice la lucha de la clase obrera por la conquista y construcción socialista, la inevitabilidad de la Dictadura del Proletariado, de la Dictadura Democrática Popular, la renuncia a la violencia revolucionaria, rebajando la experiencia histórica de la Revolución bolchevique y enlodando aquella de la construcción de la sociedad socialista soviética de Lenin y Stalin, principalmente la conducción titánica de Stalin; rebajando la lucha contra el revisionismo moderno y negando la restauración capitalista. Finalmente, berreando de que hay que hacer diferente a como lo hicieron los rusos ese amanecer del 25 de octubre de 1917. Un Partido “revolucionario” así es lo que no necesitan los proletarios para lograr su emancipación social.
El partido revolucionario que necesitan los proletarios para poder realizar su misión histórica universal, “asaltar e cielo” y establecer el comunismo aquí en la Tierra, inevitablemente ha de ser el partido del leninismo, un Partido Comunista que aprenda y sepa guiar a las amplias masas trabajadoras, a los explotados y oprimidos, por los vericuetos de las tres formas fundamentales de la lucha de clases –la lucha económica de clase, la lucha ideológica de clase y la lucha política de clase- victoriosamente a la culminación de la revolución y construcción comunista.
Actualmente, con esta entrada del Siglo XXI, resulta más necesario que nunca un tal partido político proletario revolucionario. De la existencia o no de un tal partido dependerá el gran dilema del mundo de hoy, o se conquista el socialismo o los capitalistas nos hunden en un mundo de tenebrosa barbarie. Por lo que, dictaminado por la historia actual del Movimiento obrero y el Movimiento Comunista –el desborde del revisionismo, la traición de los comunofascistas kruschevistas y Tengxiaopinistas, el transitorio respiro del imperialismo y su hundimiento en una crisis estructural nunca vista hasta ahora, la implantación de la dictadura fascista internacional del Capital financiero y la guerra contrarrevolucionaria global desatada por el imperialismo agonizante, así como otros indicios han terminado por generar una crisis revolucionaria global-, nos impone a los marxistas-leninistas de todo el mundo nos impone, objetiva y subjetivamente, la asunción de la tarea toda nueva de la construcción del Partido Comunista de Nuevo Tipo.
Y no es que nos la inventemos, porque sí. A partir de la experiencia soviética, sus grandes aciertos y logros y sus déficits, sus lecciones nunca agotadas, fuente que son del salto cualitativo del marxismo-leninismo a una nueva y superior etapa, al Marxismo-Leninismo-Maoísmo es que se han sentado las bases teóricas y políticas para que en diversas partes del mundo surjan, existan y se desarrollen estos partidos comunistas de nuevo tipo. Partidos armados y basados en el Marxismo-Leninismo, hoy Maoísmo, en el centralismo-democrático M-L-M, en la crítica y la autocrítica marxista-leninista-maoísta y una férrea disciplina conscientemente aceptada. Los que poniéndose a la altura de estos críticos tiempos se forjan al calor del desatamiento de la guerra popular o se han comprometidos en desatarlas cuando maduren las condiciones políticas, ideológicas y organizativas.
Cuando los comunotraidores (comunistas de palabra y traidores a los interese de la clase obrera en los hechos), revisionistas, neorevisionistas y reformistas creían haberse librado de la bandera roja de la revolución de octubre, he aquí que sus herederos directos, los comunistas (marxistas-leninistas) se han puesto de pie y la empuñan con renovadas fuerzas proletarias. Justa y orgullosamente lo ha dicho con voz estentórea el camarada Mao Tse-tung, “Agradezcamos a Marx, Engels, Lenin y Stalin que nos han dado un arma. Esta arma no es una ametralladora, sino el marxismo-leninismo”.
Y es cierto, dado que “sin teoría revolucionaria, no hay movimiento revolucionario”, ni partido comunista revolucionario ni consecuente revolución proletaria victoriosa. Eso nos lo han enseñado los comunistas (bolcheviques) rusos y ellos mismos con su sangre y sacrificios, a través de la revolución y construcción socialista, la han confirmado.
El Octubre Rojo de 1917 ha realizado por primera vez en la historia de la humanidad una nueva democracia, de una efectiva, real y directa democracia para las masas trabajadoras. Las cuales han tomado en sus manos todo el poder del Estado, en la economía y en la sociedad.
Sólo la dictadura de clase de los obreros y campesinos, con la indiscutida dirección del proletariado comunista, puede asegurar el derrocamiento del antiguo régimen burgués-terrateniente y el éxito en la revolución y construcción socialista. La dictadura contra los enemigos de clase y la más completa democracia para los proletarios, para el pueblo. Los reformistas, revisionistas y neorevisionistas niegan la inevitabilidad de la implantación de la Dictadura del proletariado –la “tiranía” del proletariado berreaba en Panamá liberal-burgués y semifeudal en los años 20 del siglo pasado- presentándola como algo innecesario y “viejo dogma” de tirar a un lado. Si niegas la Dictadura del Proletariado, entonces propugnas por la continuidad de la dictadura capitalista. La cosa es así o así. Lo que le quitas a uno se lo das al otro, y eso otro es siempre el mortal enemigo de la clase obrera y del socialismo.
En realidad, gimoteen cuanto quieran los adoradores de la paz entre las clases y de un socialismo construido sobre las bases del viejo Estado oligárquico y sobre la vieja estructura material, basada en la propiedad privada de compradores y latifundistas, la única vía para demoler la máquina estatal de la burguesía y sustituirla por una nueva donde el pueblo trabajador tenga en sus manos toda la autoridad política, así como para vencer a los capitalistas e imperialistas complotadores irrendentistas la instauración de la dictadura de la clase trabajadora y del pueblo revolucionario.
Sólo quién ha renegado de la revolución, quién ha renegado del Marxismo-Leninismo- Maoísmo, puede aparentar creer que se puede construir la sociedad socialista sin la Dictadura del Proletariado. Sólo imbéciles y bellacos, vale decir la izquierda de la burguesía fascista, pueden pensar y propalar que el socialismo puede ser construido desde el viejo aparato estatal burgués o apenas pintarrajeándolo de “modernizado”.
El Octubre Rojo de 1917 al elevar a los trabajadores a las alturas del poder ha creado condiciones nuevas, las que han permitido a los obreros y campesinos generar un nuevo modo de pensar y de ver el mundo, de organizar la lucha de clases por la emancipación de la humanidad explotada. Así como hicieron los revolucionarios proletarios rusos, conquistar el poder y embarcarse en la construcción de la nueva sociedad, batir a sus enemigos internos y externos, los comunistas marxistas-leninistas, hoy maoístas, de todos los países promoviendo en el seno del pueblo la justa y científica Concepción General del Mundo irán barriendo y ajustando cuentas con las viejas concepciones de los explotadores, las viejas ideas revisionistas y reformistas. Con las viejas clases y los viejos partidos revisionistas y reformistas. Sólo así y únicamente así, encaminados al socialismo y al comunismo, se apadrinarán de la ciencia de la revolución y forjarán una sólida conciencia comunista de clase, naciendo así el auténtico hombre nuevo
La Revolución de Octubre Rojo representa la gran victoria del Marxismo-Leninismo sobre el revisionismo, el reformismo, el pacifismo y el parlamentarismo. Que sí se quiere llegar al socialismo se debe abandonar toda ilusión sobre el pasaje pacífico, electoral, para ello es necesario desenmascarar, denunciar y derrotar las manifestaciones concretas del oportunismo en el seno del movimiento revolucionario el revisionismo hoy en vías de reciclarse, al neorevisionismo con máscara de “ultraizquierda” pero derechista en su actividad, y el socialreformismo burgués del siglo XXI; como así hacer con el centrismo, ayuda de cámara de aquellos, infiltrado en el proceso revolucionario mundial como en cada país concreto.
La Revolución de Octubre ha significado un viraje en la época histórica (como la del “el imperialismo”), aperturando aquella del imperialismo y de las revoluciones proletarias, tanto las socialistas como las de nueva democracia en los países oprimidos nacionalmente. Sobretodo demostrado que el “imperialismo es un tigre de papel” y que cualquiera país, por pequeño que sea, si se dispone puede enfrentarlo y derrotarlo.
La Revolución de Octubre no sólo ha tenido una importancia histórica para Rusia, sino que posee un valor internacional, mundial. Ella nos señala, lo que se hizo en Rusia lo pueden hacer todos los explotados de cualquier país.
Nosotros comunistas (marxistas-leninistas) de Panamá al conmemorar este 94º Aniversario de la Gran Revolución Socialista de Octubre de Rusia, rendimos homenaje al pensamiento de Lenin y Stalin sus guías y realizadores, así como a todos los pueblos que han llevado a la gloriosa Unión de Repúblicas Socialistas Soviéticas hasta más allá del cielo.
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Notas:
(*) En cuanto al mes y día me atengo lo que ya es tradicional usar. Según el viejo calendario ruso, la Revolución bolchevique fue en Octubre, 25, pero luego de adoptado el nuevo correspondió al 7 de noviembre.