jueves, 15 de abril de 2010

Brasil: A militarizaçâo é o fascismo. Editorial do jornal A Nova Democracia.

 A militarização é o fascismo

Amplia-se o cerco aos bairros pobres da cidade do Rio de Janeiro, principalmente as favelas da Zona Sul e Zona Norte. O conjunto de políticas repressivas levadas a cabo pelas gerências federal, estadual e municipal compõe uma sinistra tentativa coordenada de criminalizar, isolar e expulsar as populações empobrecidas das áreas de interesse do capital financeiro.
Desde 19 de dezembro de 2008 a gerência estadual de Sérgio Cabral vem instalando as suas chamadas "Unidades de Polícia Pacificadora". A primeira favela a ser ocupada militarmente a Dona Marta, em Botafogo. Em seguida foram ocupados o Jardim Batan e a Cidade de Deus, na Zona Oeste, os morros Chapéu-Mangueira e Babilônia no Leme, Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, Ladeira do Tabajaras e Morro dos Cabritos em Copacabana.
Recentemente foi instalada uma UPP no Morro da Providência, a mais antiga favela do Rio, onde sua população já deu seguidas mostras de combatividade em confrontos com as forças do velho Estado como o exército e a polícia.
São inúmeras as denúncias de crimes cometidos por policiais nestas que são anunciadas como "unidades policiais modelo". Agressões, espancamentos, torturas, invasões de casas, revistas arbitrárias, toques de recolher, tudo isso a título de combater o tráfico de drogas. A população resiste como pode e assiste os traficantes circularem livremente pelos bairros, agora até desarmados, uma vez que têm a própria polícia a defendê-los. Sim, porque engana-se quem pensa que realmente se combate a venda de drogas nos morros cariocas.
No dia 23 de março, a população da Ladeira do Tabajaras tomou as ruas de Copacabana em protesto contra a prisão arbitrária de um homem. Houve confronto com a polícia e 16 pessoas foram presas. Esta é a paz que a gerência de Cabral diz estar levando ao povo do Rio.
O monopólio da imprensa abraçou de corpo e alma esta idéia e já faz propaganda abertamente da "pacificação" do Rio de Janeiro. Programas de auditório da Globo impõem como condição para gravar quadros caritativos que o bairro esteja "pacificado". O jornal O Globo não se cansa de ensalsar as ocupações militares e toda semana traz fotos de militares com crianças, estatísticas animadoras e outros engodos, alimentando o mito de que os policiais que atuam nas UPPs são diferentes do resto da polícia. Os chamados "pacificadores" nada mais são que escolados na repressão ao povo. A própria comandante da UPP de Botafogo, Tenente Priscila, realizou recentemente viagem a Israel para se atualizar nas técnicas repressivas aplicadas por uma das forças armadas mais fascistas da atualidade.
A revista Veja desta semana traz na capa de seu fascículo carioca a manchete "A guerra contra o crime", e passa a descrever as "conquistas" decorrentes das UPPs de Cabral e Beltrame. A matéria diz ainda que uma vez pacificada a favela, os militares da UPP "passam a receber reclamações e pedidos dos moradores e organizam a entrada de serviços, como luz elétrica e TV a cabo". Ou seja, o que se vê é um verdadeiro Estado de Sítio nas favelas, quando se suprime toda forma de autoridade civil e o único interlocutor com a sociedade passa a ser o chefe militar.
Em 24 de março, durante o Forum Urbano Mundial — outro evento hipócrita da ONU — foi anunciado o plano de instalar outras 14 UPPs, todas em áreas de potencial expansão da especulação imobiliária na esteira da demanda criada pela realização da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Convergindo no encurralamento da população empobrecida em guetos, com muros, ocupações militares, "barreiras acústicas" nas vias expressas, etc., há o famigerado "Choque de Ordem" de Eduardo Paes, que se dedica com especial perversidade a perseguir e roubar camelôs e a destruir casas de pobres pela cidade, numa limpeza que à primeira vista já revela seu caráter anti-povo.
Há ainda o "Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania — Pronasci, aberração criada pelo oportunismo para criar delatores nas comunidades pobres, aliado às políticas caritativas que com o PAC tem levado muitos despejos e algumas obras para algumas favelas.
O próximo passo deve ser a legalização dos terrenos das favelas, coisa que pode ser vista como positiva pelos mais ingênuos, mas que esconde a cartada final dos planos do capital monopolista: a entrada de milhares de novos proprietários no "mercado de imóveis", consequente expulsão pela venda de seus terrenos e o fim das favelas nas áreas "nobres" da cidade.
Atendendo a todos esses desígnios estão os administradores das três esferas do Estado que, irmanados no Rio de Janeiro, se dedicam a criminalizar e perseguir a pobreza, utilizando a cidade como laboratório de políticas que já estão sendo empregadas em todos os grandes centros urbanos e mesmo nos pequenos, na escalada fascista sem precedentes.
Promovem assim a mais intensa militarização da sociedade, impondo às massas empobrecidas, além das piores condições materiais de existência, o isolamento em guetos miseráveis, toques de recolher, prisões arbitrárias, assassinatos, sequestros e todo tipo de crime praticado pelo Estado.
Mas não significa que o povo não dará respostas a esse estado de coisas. Em meio a um cenário sombrio, com uma ofensiva combinada do velho Estado, a praticamente ausente organização popular, surge a centelha da revolta das massas, que a toda hora fazem valer a consigna de que "onde há opressão, há resistência". Assim como os moradores da Ladeira dos Tabajaras se insurgiram contra a polícia em 23 de março, a população brasileira também se levantará contra este velho Estado e o imperialismo que subjuga nosso país.

martes, 13 de abril de 2010

Poema de Rafael Alberti dedidacado a las Brigadas Internacionales



VENÍS desde muy lejos... Mas esta lejanía,


¿que es para vuestra sangre que canta sin fronteras?

La necesaria muerte os nombra cada día,

no importa en que ciudades, campos o carreteras.



De este país, del otro, del grande, del pequeño,

del que apenas si el mapa da un color desvaído,

con las mismas raices que tiene un mismo sueño,

sencillamente anónimos y hablando habéis venido.



No conoceis siquiera el color de los muros

que vuestro infranqueable compromiso amuralla.

La tierra que os entierra la defendéis, seguros,

a tiros con la muerte vestida de batalla



Quedad, que así lo quieren los árboles, los llanos,

las mínimas particulas de la luz que reanima

un solo sentimiento que el mar sacude: ¡Hermanos!

Madrid con vuestro nombre se agranda y se ilumina.





Rafael Alberti

Madrid, diciembre de 1936

domingo, 11 de abril de 2010

INDIA: Nuevos datos de la gran victoria del PLGA en Raipur.


Fuentes periodisticas informan de nuevos datos del victorioso asalto de del Ejercito Guerrillero Popular de Liberación a un campamento de la fuerza para-militar CRPF en Raipur. En la misma intervinieron dos compañias de 220 combatientes de la guerrilla naxalita que cercaron a la compañia Alfa del Batallón 62 de la CRPF y iniciaron el asalto con las primeras luces del alba, sorprendiendo a las fuerzas gubernamentales que fueron presas del panico. Por espacio de mas de 30 minutos se entablo una dura lucha en la que resultaron muertos 76 agentes y oficiales para-militares y decenas fueron heridos. La guerilla maoísta capturó un importante arsenal, 70 fusiles de asalto AK47, 6 ametralladoras LMG y dos morteros, asi como abundante munición granadas y pistolas.
Los refuerzos enviados a socorrer a la compañia Alfa fueron emboscados, destruyendo un vehiculo blindado e impidiendo todo avance sobre la zona hasta la retirada de las fuerzas del PLGA.
La prensa burguesa indu refleja el desconcierto de los medios guebernamentales y hace muchas preguntas sobre la el fracaso de las acciones anti-guerrilleras.

jueves, 8 de abril de 2010

Bolivia: Nota del los camaradas del Centro de Estudios Populares.


Estimados compañeros


Les invitamos a la 3ra Escuela de Formación Política sobre El marxismo en sus tres partes integrantes.
Los temas que llevaremos adelante serán



- La dialéctica



- La Contradicción



- La acumulación originaria del capital



- La acumulación originaria en Bolivia



- Del socialismo utópico al socialismo científico



- El surgimiento del Estado


Este ciclo de 6 semanas se desarrollará en la Universidad Pública de El Alto, en el aula 203 de la Facultad de Derecho a partir de las 2:30 de la tarde del día sábado 10 de abril.

Se desarrollarán 6 sesiones todos los sábados.

Los esperamos

Muchos saludos

INDIA: La guerrilla maoísta, decidida a destruir el edificio del Estado indio. Un articulo de la Agencia EFE.




La guerrilla maoísta, decidida a destruir el edificio del Estado indio.- EFE

Los naxalitas, tal y como se conoce al movimiento en la India, protagonizaron ayer su ataque más sangriento contra las fuerzas de seguridad al acabar con la vida de 76 agentes de la castigada Fuerza de la Reserva Central de la Policía (CRPF), uno de los cuerpos fundamentales en la lucha antimaoísta.
Una fuente de seguridad explicó a Efe que la emboscada fue "letal" porque se registró en la región boscosa de Bastar -situada en el depauperado estado central de Chhattisgarh-, donde los maoístas "dominan todo y son la autoridad".
El asalto -observó la fuente- tiene el agravante de que se saldó sin una sola víctima entre las filas maoístas, metáfora de un conflicto clásico de guerrilla en el que los rebeldes, en su gran mayoría población tribal, conocen el territorio y golpean desde la sombra al enemigo.
Los agentes que hacen frente a la guerrilla, fundamentalmente policías estatales y un cuerpo paramilitar dado que el Ejército regular no está desplegado en estas zonas, están "mal armados, mal entrenados, desmoralizados y viviendo en una zona ajena", analizó la fuente.
El ministro indio de Interior, P. Chidambaram, acudió hoy al funeral de los fallecidos, descartó el despliegue de tropas regulares, hizo un llamamiento a la calma y dijo que "llevará entre dos y tres años conseguir éxito" en la lucha contra la guerrilla.
"Si esto es una guerra, lucharemos", declaró el ministro, quien rechazó tomar decisiones en caliente pero no descartó el uso de la fuerza aérea en el futuro.
Los datos que el Gobierno ha difundido sobre el conflicto no son alentadores: la violencia maoísta es la que más muertos ha ocasionado en los últimos años -591 civiles, 317 miembros de las fuerzas de seguridad y 217 insurgentes en 2009- y los rebeldes tienen presencia en 17 estados de las 35 divisiones administrativas de la India.
"Toda esa zona tribal -expuso la fuente de seguridad en alusión a amplias franjas del centro y el este indio- es caldo de cultivo típico para una ideología maoísta primaria".
Chhattisgarh y Jharkhand, que se desgajaron de otros dos estados en virtud de su preeminente población tribal (conocida como 'adivasis'), son junto a Andhra y Bihar las zonas donde la guerrilla tiene más influencia.
Grupos activistas censuran al Gobierno por haber ignorado a este sector de la población y permitir a las multinacionales que exploten los abundantes recursos naturales en su detrimento.
En un acto celebrado en Delhi a principios de marzo, una plataforma de intelectuales de izquierdas, encabezada por la escritora Arundhati Roy, recordó que el 70 por ciento del carbón y el 60 por ciento de la bauxita india se hallan en Jharkhand, Orissa y Chhattisgarh, y denunció que el Ejecutivo está librando "una lucha contra su propio pueblo".
Según este grupo, desde el inicio en septiembre de 2009 de la llamada operación antimaoísta "Caza Verde", 200.000 'adivasis' han abandonado sus casas; y según la fuente de seguridad consultada por Efe, la ofensiva aún no ha cosechado ningún "éxito" tangible en la lucha contra los insurgentes.
El analista Ajid Kumar Singh, del Instituto de Gestión de Conflictos, cifró en 20.000 los guerrilleros que integran el movimiento y alertó de que ya han intentando penetrar en áreas urbanas como la ciudad de Surat, en el estado occidental de Gujarat.
Preguntado por si éste es el momento en el que los naxalitas tienen mayor influencia desde la independencia india, Singh contestó: "Sin duda. Se están expandiendo cada día. Buscan una revolución política".
El analista describió como "imposible" el objetivo que la cúpula maoísta de derrocar al Gobierno antes del 2050, pero advirtió de que las autoridades estatales deben coordinarse y planificar la acción policial para desarticular a la guerrilla.
El bautizo de los rebeldes fue la revuelta en la aldea bengalí de Naxalbari en 1967, en un clima cainita de lucha entre facciones de extrema izquierda.
Con el movimiento aún en ciernes, la cúpula fue descabezada durante la década de 1970, pero los naxalitas han resistido desde entonces, las tentativas de diálogo han fracasado y hoy el primer ministro indio, Manmohan Singh, los considera la mayor amenaza interna de la India. EFE amp/ja/ll

miércoles, 7 de abril de 2010

Thailandia: La guerra de los "rojos" contra los "aristócratas". Un articulo de Jacques-chai Chomthongdi para CEPRID

Tailandia: La guerra de los “rojos” contra los “aristócratas”
Jacques-chai Chomthongdi

Focus on the Global South
Traducido para el CEPRID (www.nodo50.org/ceprid) por Julio Fucik

Las armas utilizadas por los opositores de Thasksin para acabar con él son la corrupción y la deslealtad; otras cuestiones parecen irrelevantes en comparación con éstas.

El cargo de deslealtad perdió fuerza debido a las dificultades para demostrar que, apoyándose en las instituciones, suponía un riesgo tanto para los delegados como para la institución misma. Los camisas rojas y un número creciente de personas han perdido interés en este aspecto.

La acusación de corrupción ha sido claramente reforzada por las sentencias judiciales, puesto que se han utilizado bienes públicos a favor de intereses particulares. La defensa de Thaskin no ha podido luchar plenamente contra este cargo, centrándose más en el cálculo de los importes que deberían ser confiscados y en la ilegitimidad del proceso judicial, un producto del régimen en el poder tras el golpe de Estado que derrocó a Thaskin.

Thaskin se concentra en mostrar que las otras camarillas, especialmente los que sus partidarios llaman “ammat” (aristócratas), también son tramposos. Hacen uso del argumento del doble rasero para poner de manifiesto la parcialidad de la élite. Esto es algo conocido por muchos y está demostrando que cada grupo de la élite tailandesa se ha apropiado de los recursos propios para su beneficio personal y esta es, probablemente, su gran contribución a la sociedad.

Tanto Thaskin como los “aristócratas” han abusado del sistema, pero la diferencia es que Thaskin reconoce a la gente común, daba importancia a los pobres, y tenía habilidades en el manejo de la economía. Esta es la imagen que los partidarios de Thaskin han promovido con éxito.

Thaskin y sus partidarios fueron capaces de reclamar sus políticas populistas, a pesar de que los gobiernos posteriores han adoptado políticas similares. La gente todavía se remonta al pasado y no ha cambiado de opinión.

Después de la gran movilización de los amarillos en 2008, que se tradujo en el cierre de la Casa de Gobierno y del aeropuerto, un gran número de la población de clase media de Bangkok dio su apoyo a los “rojos” [llamados así por el color de las camisetas que portan, no tiene nada que ver con una ideología de izquierda]. Los violentos acontecimientos de abril de 2009, sin embargo, podrían haber afectado este apoyo. En este punto, todavía no está claro cuántas personas de la clase media mantienen su apoyo a los “rojos”, no tanto por su amor a Thaskin sino debido a su deseo de desmantelar el sistema de privilegios que ha producido tantas injusticias sociales en la sociedad tailandesa o porque tienen preguntas sobre la monarquía.

La fuerza de los “rojos” se encuentra en la demanda de democracia directa, es decir, que la gente pueda votar por sus candidatos y sólo quienes ganen lleguen a gobernar el país. El gobierno va a encontrar más y más difícil rechazar esta demanda legítima y justa. Los “rojos” creen que van a ganar las elecciones.

La lucha de Thaskin se concentra en el uso de los mecanismos de la democracia para debilitar la base del poder tradicional de la sociedad actual (la aristocracia), que es su enemigo, y en el aumento de la cuestión de la injusticia social, que ha sido capaz de ganar algunos aliados entre los diversos grupos progresistas.

Por un lado, los progresistas se han unido a los “rojos” porque les da una oportunidad de librarse de la base de poder tradicional, que podría allanar el camino para corregir la desigual estructura de la sociedad. Por otra, Thaskin y sus partidarios están usando el argumento de la democracia, con él mismo como paladín, para reforzar la legitimidad de su lucha.

La cuestión aquí es qué será capaz de hacer con ellos, si la alianza puede producir beneficios mutuos. Nadie tiene la respuesta en este punto. ¿Qué se puede prever? Si los “rojos” ganan, el papel de los progresistas se reducirá y es probable que queden marginados del espacio político. Lo que no se sabe es qué planes tienen los progresistas para evitar que esto suceda.

No puede negarse que la estructura social injusta y desigual que ha permitido la explotación de los pobres en las diversas administraciones del pasado ha sido el factor importante que llevó a varios grupos progresistas al bando de los “rojos”, haciendo que el movimiento ampliase su base y su alcance. Sin embargo, Thaskin y los dirigentes rojos mismos no han hecho ninguna propuesta concreta sobre cómo esta estructura puede ser modificada de ninguna manera. Esto hace que no se diferencia de los amarillos, que durante sus manifestaciones no hizo propuestas de políticas claras para hacer frente a los viejos problemas sociales además de la eliminación de Thaskin.

La gran lección a extraer de la movilización de los amarillos fue que los progresistas no pudieron resistir las fuerzas conservadoras y no pudieron construir su propio programa. En comparación, los progresistas dentro de los “rojos” han llegado más lejos.

Thaskin nunca ha mostrado ningún gesto de querer construir la democracia más allá de reclamar su derecho de monopolio de las urnas. Durante su gobierno hubo indicios y tendencias que podrían interpretarse como una recesión democrática en materia de derechos humanos y participación popular. Intervino en el sistema de la misma manera que acusa ahora a los aristócratas de hacerlo. Cuando volvió al poder durante los gobiernos Samak y Somchai, no hizo políticas que se diferenciasen de ellos. Muchas personas creen, sin embargo, que es mejor esto que no votar.

No ha surgido ninguna tercera vía y no hay señal de que suceda.

Algunos de los progresistas se han unido tanto a los “rojos” como a los amarillos para impulsar su agenda, pero el resto son demasiado débiles para construir un movimiento independiente.

Los progresistas entre los “rojos” pueden señalar que la victoria de Thaskin se puede considerar como un progreso en el sistema democrático. Y bajo las condiciones actuales, Thaskin sólo puede ganar a través de medios democráticos. Por lo tanto, si los “rojos” ganan o pierden, lo que contribuirá [la movilización] será al proceso de democratización. Además, el importante número de los “rojos” y su fuerza hacen que sea difícil para las élites y la clase media seguir ignorando a los pobres y la injusticia de la sociedad tailandesa.

Sin embargo, no está claro cómo los “rojos” ven realmente su lucha. ¿Puede la victoria de Thaskin ser equiparada completamente como una victoria en ese sentido o no? Si no, ¿hasta qué puntoel éxito personal de Thaskin y el progreso de la democracia en Tailandia pueden permanecer unidos? El riesgo sigue siendo que la democracia sólo puede ser un instrumento temporal que se deja de lado en cuanto se convierte en un obstáculo en el camino de Thaskin hacia su objetivo de alcanzar el poder político.
Varios grupos progresistas pueden conseguir su satisfacción de ver a los pobres del interior del país manifestándose para protestar ante las casas de los ricos y poderosos en Bangkok, gritando que no pueden aguantar más. Además, el pueblo puede observar que hay signos positivos de que la conciencia de clase entre los “rojos” puede dar inicio a una posible lucha de clases. No está claro si ello es sólo un espejismo. ¿Es ésta una lucha para derrocar a la estructura realmente vieja y mala o, al menos para que sea más equitativa? ¿O es sólo una lucha para elegir un maestro diferente, que puede terminar con un sistema modernizado bajo el patrocinio de Thaskin, con una falta de progresos en el frente democrático?

Jacques-chai Chomthongdi es investigador asociado de Focus on de Global South en Bangkok.

martes, 6 de abril de 2010

INDIA: ¡ Aplastante victoria maoísta en Raipur !


Raipur, 06.04.10
Según agencias informativas internacionales se ha producido un importante combate en el distrito de Dantewada enfre fuerzas para-militares y efectivos de la guerrilla comunista.
"Tenemos confirmación de la muerte de 60 miembros" de la Fuerza Central de la Policía de Reserva (CRPF, paramilitar) en el ataque maoísta, indicó a la AFP el superintendente de policía Amresh Mishra, del distrito de Dantewada, donde se produjo el ataque. Otras fuentes hablan de mas de 75 muertos o desaparecidos entre las fuerzas gubernamentales que fueron emboscadas en una zona de boscosas colinas del estado de Chattisgarh.
La agencia IANS informa que la muerte de los efectivos del Batallón 162 de las CRPF se produjo al amanecer cuando fueron atacados por efectivos guerrilleros muy superiores en numero, que han impedido el acceso de las fuerzas de rescate gubernamentales "Han aniquilado a todos nuestros hombres" declaró un conmocionado oficial .
La respuesta de la guerrilla naxalita a la genocida operación militar "Caceria verde" contra las bases de apoyo guerrillera de Lalgarh, estado de West Bengal, es tan contundente que el gobierno reaccionario se ha reunido de urgencia para autorizar el uso de la aviación militar.

Correo Vermello-Noticias

lunes, 5 de abril de 2010

PERÚ: Documento de PCP.

El presente documento nos fue remitido por los camaradas del Comité Bertolt Brecht.-

¡ VIVA EL 81 ANIVERSARIO DEL HEROICO Y MILITARIZADO PARTIDO COMUNISTA DEL PERÚ !

¡Proletarios de todos los países, uníos!
¡Proletarios, naciones oprimidas y pueblos del mundo, uníos!

El Partido Comunista del Perú, el Partido que José Carlos Mariátegui constituyera un 7 de octubre de 1928 sobre bases marxistas-leninistas, tiene una vida partidaria de 81 años, en medio de avances y retrocesos por concretar asumir con su razón de ser, dirigir la revolución peruana y conducir al triunfo, en el que tiene dos períodos nítidamente definidos: El período de paz, entre el 7 de octubre de 1928 al 17 de mayo de 1980; y el período de guerra, entre el 17 de mayo de 1980 hasta hoy.
En el primer período de paz, tuvo avances principalmente desde su Constitución hasta 1930, en que Mariátegui, nuestro fundador, muere. Desde esta fecha hasta 1964, el Partido se corrompe en el oportunismo hasta enfermar en el cáncer del revisionismo de Jorge Del Prado y Compañía. Por lo que, depuran al Partido del revisionismo de Del Prado en la IV Conferencia de enero de 1964, y concretado esta tarea, se dedican al proceso de iniciar la Reconstitución del Partido que abarca hasta el IX Pleno en 1979, en cuyo seno, en una adecuada lucha interna para su tiempo, despanzurran a la línea oportunista de "izquierda", a la línea oportunista de derecha, al derechismo, izquierdismo y a los afines, quienes camuflada y abiertamente se oponían al inicio de la revolución armada, hasta que definitivamente en todo este proceso el Partido queda en condiciones de asumir la dirección del inicio y "desarrollo" de la revolución peruana.
En el segundo periodo que es de guerra, el Partido asume dirigir la guerra popular democrática del Perú, obviamente un salto cualitativo y superior, en el que ya están claramente definidos sus tres fases, por la monstruosa labor del oportunismo y revisionismo de Gonzalo y esa Dirección Central, y por el surgimiento de otra nueva hornada de comunistas y revolucionarios militarizados con sentimiento y mentalidad proletaria.
Desde el 14 de julio de 1999, Gonzalo y esa Dirección Central, definitivamente ya no pertenecen al Partido y tampoco a la guerra popular democrática del Perú. El 14 de julio de 1999, fue crucial para la vida del Partido y la revolución peruana; por que era, aceptar y resistir o no, la depuración del Partido y de la revolución peruana del revisionismo de Gonzalo. Aceptar y resistir o no, la escisión del revisionismo de Gonzalo. Y por último, lo decisivo ha sido, aceptando y resistiendo la depuración y escisión del revisionismo de Gonzalo, estás o no, por asumir el desarrollo y triunfo de la guerra popular democrática del Perú.
El 14 de septiembre del 2009, quedó completamente desnudado el revisionismo de Gonzalo, y también quedó completamente desnudado la siniestra confabulación contrarrevolucionaria y anticomunista en el Perú, entre la CIA, SIN (CNI, SINA y DINA) y el revisionismo de Gonzalo. Este monstruoso plan, se inició el 12 de septiembre de 1992, con la entrega de Gonzalo. Este plan, tuvo como partes, el llamado Discurso del siglo de Gonzalo el 24 de septiembre de 1992, el "Acuerdo de paz" entre 1992-2000 y la "Solución política" 2000-2010, cuyo sueño es aniquilar completamente al Partido y a la revolución peruana, utilizando como traficante y peón incondicional a Gonzalo. Aclarar al pueblo peruano que, no somos ni acuerdistas ni proseguir, somos el militarizado Partido Comunista del Perú; tampoco hacemos acciones armadas, eso hace el revisionismo para negociar sus planes oscuros de solución política, nosotros, todo lo que hacemos es desarrollar la guerra popular hasta la conquista del poder.
Hay que comprender que el revisionismo de Gonzalo tiene dos etapas: primero, del 17 mayo de 1980 hasta el 12 de septiembre de 1992 en que plasmaron Línea Oportunista de Izquierda, en la que no supieron diferenciar entre quien es pueblo y quien es enemigo; quien es el enemigo principal del pueblo. Para el genocida de Gonzalo y hoy el terrorismo mercenario de Artemio, enemigos son los que discrepan con sus conductas incorrectas de oportunismo y revisionismo, enemigos eran los que daban cobijo y comida a las fuerzas reaccionarias, los que robaban una gallina, los sacavuelteros, abigeos, el que no le simpatizaba, los desconocidos o familiares visitantes, el que no entregaba el cupo, el que no participaba de las escuelas populares o de la guerrilla, el que no invitada alcohol. Bajo el erróneo concepto "Generar espacio vacíos de poder" se asesino a miles de regidores gobernadores, a cientos de alcaldes, congresistas, se aniquilo a miles de representantes de las comunidades y caseríos por que supuestamente eran cabezas negras que representaban al imperialismo.
Estos empedernidos revisionistas, no supieron aplicar el trabajo de Frente Único, por ello se generó genocidio con los compañeros del MRTA, Patria Roja, PCP-U, MIR y otros que estuvieron en la senda de la lucha armada. Gonzalo y hoy el brazo armado del revisionismo, que tienen un corto y estrecho conocimiento del M-L-M, por no saber aplicar correctamente el trabajo de Frente, eructaron los denominados "comités autogenerados" causando fraccionamiento, paralelismo, sectarismo y destrucción de las organizaciones sociales como viene aconteciendo con los sectores agrarios en Aucayacu.
En 1991 Gonzalo planteo que habíamos llegado a un equilibrio estratégico, que oportunistamente un año después en 1992 en que se entrega, cambio radicalmente y planteo acuerdo de paz. De 1992 hasta el 14 de julio de 1999 en que Feliciano se entrega, y hoy la continuación del brazo armado del revisionismo Artemio, forman parte de la Línea Oportunista de Derecha, por balbucear su denominado solución política, y para conseguir sus objetivos negros, trafican con la autoridad del partido y de la revolución; Artemio es un guardadito del imperialismo que hoy se desespera y llega al extremo del oportunismo recalcitrante de pedir "INSISTIMOS", que todo eso es una fanfarronería, pues dicen:

1. "Solución política a los presos derivados de la guerra"; si estos miserables tenían miedo a la cárcel y a la muerte, entonces para que se metieron a la revolución, bien sabemos que una ley general de la revolución en el mundo es que "una revolución no se puede dirigir desde la cárcel" como enseño el presidente Mao "una revolución es una acto de violencia, donde una clase derroca a otra clase para instaurar el poder popular".

2. "Verdadera amnistía general en función de una reconciliación nacional"; quien en su sano juicio puede plantear la ¿libertad para Alan García, Fujimori, el grupo Rodrigo Franco, grupo Colina, para los generales y militares genocidas? Solo unos imbéciles y testarudos terroristas que quieren salvar su pellejo. Sobre reconciliación nacional, todo progresista y comunista sabe que en el desarrollo de la lucha de clases, son contradicciones antagónicas, contradicciones irreconciliables, luchas entre proletarios y burgueses, entre campesinos desposeídos y monopolistas imperialistas, como puede haber reconciliación con los genocidas y terroristas que aniquilaron a las masas indefensas que hoy están en desamparo y sin familiares, por lo tanto, es desconocer la vigencia de la lucha de clases y eso es oportunismo, es revisionismo.

3. "Por la democratización de la sociedad peruana"; ¿a quiénes quieren democratizar? ¿a la burguesía genocida? ¿al imperialismo explotador? Por eso reincidimos en tipificarlos de necios, cortos y estrecho conocimiento del M-L-M.

4. "Producción nacional y trabajo para el pueblo"; desde la profundización del neoliberalismo en el Perú, se ha despedido a miles, privatización de las tierras y de un Estado vacío, entonces ¿como se puede pedir cosas adversas a este narco gobierno?, todo es ilusión y simple fanfarronería.

En concreto, una vez más planteamos al narco Estado, narco gobierno y al pueblo peruano que nos entreguen a Gonzalo porque en nuestra revolución no existen cárceles doradas, sólo la pena capital por causar daños y perjurios a la patria y la nación, al partido y a la revolución. Artemio, persiste en la campaña negra de aniquilar a masas indefensas, campesinos y dirigentes inocentes, volando torres de alta tensión, que insisten en pintar las casas y escuelas del pueblo causando temor, deben saber que los verdaderos comunistas no tememos, por que nuestra revolución es justa y correcta y no generamos daños ni atentamos contra las masas oprimidas, pues los abigeos, delincuentes, violadores y asesinos utilizan pasamontañas para que el pueblo no los reconozca por sus repugnantes comportamientos, estos miserables brazo armado del revisionismo, que son valientes para el pueblo, pero cobardes para defender los intereses de las grandes mayorías, pronto les llegara la muerte así como han asesinado masa inocente de Wiracocha, Yananjanca, La morada, Magdalena, Monzón y otros.
Este mercenario, capitulador, enfermo oportunista recalcitrante de Artemio y sus embaucados, en vez de golpear masas inocente, deben hacer cerco aniquilamiento y desintegración a las fuerzas reaccionarias y los erradicadores del CORAH quienes están quitando el único sustento del campesinado. A que le tiene miedo, sean valientes para los que matan y oprimen al pueblo y no actúen a la inversa, esa es una correcta y justa revolución; los comunistas estamos para defender al pueblo y bregar por la revolución. Hoy nuestro militarizado Partido Comunista del Perú que desarrolla la guerra popular desde el 17 de mayo de 1980 a la actualidad, ha consolidado el CRO, y entregaremos nuestras vidas por el pueblo y la revolución, tiempo al tiempo y en concreto al revisionismo de Artemio le quedan tres cosas:

Primero, negociará y capitulará a su propio estilo, igual como Gonzalo y Feliciano, ejemplo su repudiable oportunismo de derecha "INSISTIMOS SOLUCIÓN POLÍTICA"; Segundo, serán los verdaderos comunistas de nuestro glorioso Partido Comunista del Perú, quienes lo aniquilaremos por generar daños y perjuicios a nuestro partido y a la revolución; o Tercero, serán las mismas masas quienes lo aniquilaran por genocida y terrorista. Este miserable de Artemio, tiene la condición de imperdonable, por lo que le queda la muerte y a sus embaucados y verdaderos comunistas les decimos, que tienen la historia en sus manos, pónganse en la línea correcta del partido, y desarrollemos la guerra popular hasta la conquista del poder, aplastando al revisionismo armado de Artemio por degenerado.
También, en este 81 aniversario del Partido Comunista del Perú, es importante ver la esencia del rimbombante Plan VRAE, un plan del imperialismo yanqui con la venia sumisa del Estado peruano y su gobierno aprista. En primer lugar, el Plan VRAE, es parte del plan de monopolismo y colonialismo imperialista en el mundo, América y el Perú, teniendo como objetivo el control de la amazonía para monopolizar sus recursos naturales: su biodiversidad, sus recursos energéticos (petróleo y gas), el agua dulce (petróleo del siglo XXI y concretar grandes proyectos de centrales hidroeléctricas), sus tierras fértiles (con planes de biocombustibles, biodiesel y alimentos); y, monopolizar el negocio de las drogas, a través de sus tentáculos: la empresa policiaca yanqui narcotraficante DEA, la empresa narcotraficante del Estado peruano ENACO y un puñado de allegados soplones en el VRAE, bajo el control del Comando Sur de los Estados Unidos y la CIA. Todo, y esto es lo principal, en beneficio de la oligarquía imperialista yanqui, sus aliados de la Unión Europea y japonesa, y de la oligarquía nativa en el Perú. Y, desde las sombras, todos absolutamente mangoneados por el Club Bilderberg, cuna de la oligarquía imperialista, quienes en verdad son los dueños de los bancos e industrias más poderosos en esta parte del planeta, y ellos, los legítimos narcotraficantes y terroristas. Y, por ser el VRAE y el Huallaga, los valles cocaleros más grandes del país, a las que quieren monopolizar para tener control absoluto, por ser la misma oligarquía imperialista y el Estado peruano, el fomento, la demanda y el mercado del negocio de las drogas (clorhidrato de cocaína, opio, marihuana y otros estupefacientes). Por lo que, la lucha antidrogas es pura leyenda para niños. No desaparecerán junto a los demás males de la sociedad, si todavía los Partidos Comunistas no concretan una transformación revolucionaria del sistema de explotación y opresión imperialista sobre la faz del mundo. En segundo lugar, la militarización del VRAE, no es ajena, sino, está íntimamente ligado a la militarización de América a través de sus colonia militar yanqui; el Estado chileno, colombiano y peruano bajo el Comando Sur, cuyo objetivo, es el control de la amazonía del África y la amazonía de América para monopolizar el petróleo y gas, y el negocio de las drogas. En América, en la mira primero está, la heroica y combativa nación venezolana, que tiene la dicha de ser una nación petrolera; y, el control y monopolización del negocio de las drogas en todas las cuencas cocaleras de América, situadas principalmente en Colombia, Perú, Bolivia y Ecuador, quienes también tienen la dicha ancestral e histórica el cultivar la coca, por ser prodigiosa planta medicinal, vitamínica, costumbrista y religiosa, y es básica de todos los antibióticos en beneficio de la humanidad; y que sólo, con la aparición del capitalismo e imperialismo, se le comenzó a estigmatizar hipócritamente para camuflar su verdadera esencia de narcotraficantes.
Ante esta cruda y dolorosa realidad de nuestro país y del VRAE, el militarizado Partido Comunista del Perú, hace un llamamiento al pueblo peruano, al VRAE y el Huallaga, a defender nuestras tierras, cultivos y vidas, con las armas en la mano, por que no hay otro camino, tampoco existe otra solución. Por que las políticas hipócritas del Estado y gobierno peruano, como "diálogo", "mesa de concertación", "movilización pacífica", "productos alternativos", "productos lícitos", "lucha contra la pobreza", "lucha contra la corrupción", "lucha contra el narcotráfico", "lucha contra el narcoterrorismo", "repotenciar a las fuerzas armadas y policiales", "repotenciar la inteligencia"; sólo son demagogia barata, pura ratería, mendrugos políticos y son extremadamente antipopulares, que no van resolver los problemas de fondo, y sólo servirán otra vez más, para atarnos de manos y pies, y si nos oponemos con justicia, perpetrarán genocidios como a nuestros heroicos hermanos amazónicos de la región Bagua. En estas circunstancias, si las vendepatrias y chilenizadas fuerzas armadas y fuerzas policiales, quieren combatirnos, que vengan solos, sin usar a las masas populares como carne de cañón, y serán derrotadas. Históricamente, las fuerzas armadas y policiales, son gallinas y cobardes para defender nuestras fronteras y el mar peruano; en cambio sí, "expertas" para especular y tergiversar la realidad, "expertas" en propalar mentiras como "verdades", "expertas" en manipular sus derrotas como "victorias". Además, su esencia es, "valientes", "fuerzas tutelares" y "fuerzas del orden" sólo para perpetrar genocidios a su propio pueblo desarmado.
El balance de un año de guerra de resistencia nacional antiimperialista yanqui, es esta: Por una línea ideológica política y militar justa y correcta del Partido dirigiendo al Ejército Popular Revolucionario, ya se aniquilaron a 174 vendepatrias, 161 militares y 11 policías (entre muertos y heridos), confiscamos 47 armas múltiples entre fusiles, lanzacohetes, lanzagranadas, ametralladoras, 3 RPGs, 4 MGLs y otros pertrechos y más de 15,000 municiones; y, en cuanto a las fuerzas revolucionarias, solo hemos sufrido un costo necesario (camarada Ángel), dos heridos (los camaradas Alfonso y Elmer) y ninguna pérdida de material bélico, mientras el revisionismo de Artemio asesina masa indefensa. La contrarrevolución en nuestro país principalmente a partir del "Plan Excelencia 777", sólo es una contracorriente, que ha educado y atizado más la guerra revolucionaria de resistencia nacional, expandiendo y consolidando sus fuerzas y organizaciones revolucionarias del CRS, CRO, CRN. Dicen: "atacan por traición, no dan la cara, agazapados en el monte, etc."; en asuntos militares, se sabe que todas estas son manifestaciones de una determinada estrategia y táctica. Sépase, que ustedes combaten a su manera y nosotros a la nuestra. Por ejemplo, siempre les estamos esperando en las trochas, caminos y carreteras, etc.; pero, sus "fuerzas especiales" Huanca, Linces y Pachacútec, por "seguridad" se desplazan alejándose y en helicópteros. Otro ejemplo es, la patrulla en Sinaycocha, han estado metidos en un hoyo y entre los árboles durante tres días, y escapaban teniendo como manto las nubes, y su modo específico de maniobrar fue apreciación acertada del mando que estaba ahí, por que si salían, de seguro los aniquilábamos completamente.
También, los embaucados no se dejaron esperar, y comenzaron a echar su pestilente eructo revisionista, "que la guerra interna terminó el año 1992 y lo que corresponde es amnistía general y una reconciliación nacional". Estas piltrafas inermes de la historia, que nunca participaron en la revolución peruana, aceptan el revisionismo de Gonzalo. Mercenario, es Gonzalo y su pandilla de embaucados, por que nunca consolidaron al Partido en relación a la burguesía y a la lucha armada, y ahora en su defenestración, sueña con parir un engendro Partido electorero. Alzados en armas, es el revisionismo armado y terrorismo de Artemio más los embaucados del denominado Comité Regional Huallaga.
Sepan, que las mejores escuelas del mundo están en las montañas, allí está vivo y latiendo vigorosamente la ideología del proletariado internacional, la filosofía marxista, el materialismo dialéctico e histórico, sirviendo como guía junto a todas las ideas correctas de estos nuestros tiempos, a resolver la realidad y revolución de cada país, de esta manera, transformándose en auténtica y propia. Por ejemplo, aquí no hay vicios, nadie bebe, nadie fuma, por que somos miembros de organizaciones revolucionarias militarizadas y que tenemos seria responsabilidad ante el pueblo y la nación peruana. No somos como el científico Gonzalo y su camada de hienas terroristas, llenos de apetitos y vicios, ineptos en corregir sus errores e incapaces a renunciar gollerías por el bien de la revolución. Y, en cuanto a la llamada libertad de prensa y expresión, éstas tienen carácter de clase, y dentro del sistema de opresión existen sólo para los imperialistas y sus lacayos como liberalismo, neoliberalismo y libertinaje, por que la del pueblo está completamente amordazada. Por último, en el 81 aniversario de nuestro Partido Comunista del Perú, todos sus miembros asumimos el fiel compromiso de luchar inquebrantablemente por desarrollar el triunfo de la guerra popular democrática de resistencia nacional antiimperialista yanqui, por ver emancipada a nuestro pueblo y nación peruana de la opresión imperialista y feudal, comprendiendo que el camino de la revolución se desenvuelve en una situación nacional e internacional compleja y difícil, por lo que tenemos toda la responsabilidad de estudiar, resolver y dirigir, sin apartarnos ni un instante de la clase obrera, masas populares, del proletariado internacional y los pueblos del mundo, para hacerla más límpida, vigorosa y victoriosa.



PARTIDO COMUNISTA DEL PERÚ
COMITÉ REGIONAL DEL ORIENTE


Publicado por Comité Regional Metropolitano – PCP
Difundido por el Comité Bertolt Brecht

domingo, 4 de abril de 2010

INDIA: Importante victoria de la guerrilla maoísta en el estado de Orissa


New Dheli, 04.04.10
En el distrito de Koraput, a 550 km de la capital del estado de Orissa se ha producido un importante enfrentamiento entre fuezas gubernamentales y efectivos de la guerrilla comunista que opera en este estado.
Según los reportes de agencia mas de diez efectivos policiales resultaron muertos y otros tantos resultaron heridos en un enfretamiento con guerrilleros maoístas, cuando participaban en una operación contra la misma. Las fuerzas guerrilleras emboscaron un comboy policial, destruyendo con una mina un autobus que transportaba efectivos gubernamentales, entablandose un duro enfrentamiento. Se desconocen las bajas en la fuerza guerrillera.
Asi mismo se reporta la destrucción de una residencia de descanso del ejercito en el estado de Jharkand resulto destruida por un artefacto explosivo colocado por los guerrilleros del clandestino PCI (maoísta).
El ministro indu del Interior, Chidamabaram, que se encuentra en el estado de West Bengala para supervisar las acciones represivas de la operación "Caceria Verde", condeno los enfrentamientos y se ofrecio para dialogar con la guerrilla naxalita.

Correo Vermello-noticias

martes, 30 de marzo de 2010

COLOMBIA: Importante resolución de la Unión Obrera Comunista (m.l.m.)



La presente resolución de la UOC m.l.m de Colombia nos fue remitida por los camaradas de Correo Vermello.


RESOLUCIÓN SOBRE LA SITUACIÓN DEL MOVIMIENTO COMUNISTA INTERNACIONAL Y LAS TAREAS HACIA LA INTERNACIONAL DE NUEVO TIPO




La III Reunión Plenaria del Comité de Dirección VIII Asamblea de la Unión Obrera Comunista (MLM),



CONSIDERANDO QUE:

1.La VI Asamblea de la Unión Obrera Comunista (MLM) reunida en agosto del año 2006, justo en vísperas de la traición en Nepal a la cual condujo la línea prachandista del Partido Comunista de Nepal (Maoísta) miembro del Movimiento Revolucionario Internacionalista, decidió hacer un Viraje Táctico consistente en atender con énfasis especial las tareas internacionalistas de la Unión, para así, poder contribuir a contener ese nuevo ataque revisionista surgido en las propias filas de los Marxistas Leninistas Maoístas en el Movimiento Comunista Internacional.

2.La lucha de los diversos partidos y organizaciones marxistas leninistas maoístas del Movimiento Comunista Internacional ha conquistado la victoria ideológica general del marxismo revolucionario sobre el revisionismo prachandista; ha sido refutada su apología del imperialismo, del capitalismo y de la democracia burguesa; ha sido demostrado que reniega de los principios del marxismo sobre: la lucha de clases, el papel histórico del proletariado y la misión de su partido, el imperialismo como la agonía del capitalismo y la necesidad inevitable del triunfo de la Revolución Proletaria Mundial, el Estado y la Dictadura del Proletariado; ha sido denunciada y repudiada su capitulación ante el imperialismo, y su traición a la revolución, al proletariado mundial y al Movimiento Comunista Internacional.

3.Habiendo sido destrozadas las teorías prachandistas, se ha conquistado una formidable victoria política de los comunistas revolucionarios sobre el Partido Comunista de Nepal (Maoísta); ha sido sometido al aislamiento de las filas Marxistas Leninistas Maoístas; se ha impedido que su nueva plataforma revisionista prevaleciera y se convirtiera en línea general del Movimiento Comunista Internacional; se ha evitado que la desmoralización contaminara a todo el movimiento; y en cambio sí, se han avivado las llamas de la revolución en diversos países.

4.El revisionismo prachandista logró desmovilizar la avanzada en Nepal de la Revolución Proletaria Mundial y desorganizar al Movimiento Revolucionario Internacionalista sumiéndolo en una bancarrota que ha dejado al Movimiento Comunista Internacional sin un centro de dirección ideológico y político, condición en la cual el desarrollo de la lucha de líneas contra el revisionismo prachandista, no ha logrado posiciones comunes de unidad respecto, tanto a la comprensión de principios del Marxismo Leninismo Maoísmo, como a la interpretación marxista de fenómenos del mundo imperialista actual, revelando que, en las filas de los comunistas revolucionarios deslindados del revisionismo prachandista, subsisten entre otras:

a.Importantes divergencias ideológicas en cuanto a:

i.La ley de la Negación de la Negación y su papel como una de las leyes del movimiento dialéctico, o la teoría de reducir el movimiento dialéctico a la ley de la Contradicción.

ii.El papel de los jefes en la relación con el partido, la clase y las masas, o el culto a la personalidad.

iii.El desarrollo del Marxismo Leninismo Maoísmo como ciencia de la revolución proletaria, o las teorías del desarrollo principalmente “maoísta”, o a través de “caminos”, “pensamientos” y “nuevas síntesis”.

iv.El partido leninista de corte bolchevique, o la teoría del “partido militarizado” afín al guevarismo y al extremo“izquierdismo”.

b.E importantes divergencias políticas sobre cuestiones fundamentales de la época, en torno a:

i.La agonía del imperialismo y la Era de la Revolución Proletaria Mundial, o la teoría de las “olas”.

ii.La experiencia histórica: de la III Internacional y el papel del camarada Stalin, de la Dictadura del Proletariado y de la Construcción del Socialismo.

iii.La contradicción principal mundial en la actualidad y la necesidad de una nueva Internacional.

iv.La estrategia de la revolución en los países imperialistas y en los países oprimidos, o la teoría limpiaoísta de la “guerra popular mundial”.

v.El carácter del capitalismo en los países oprimidos, o la teoría de la semifeudalidad del capitalismo.

vi.El carácter y las tareas de la revolución en los países oprimidos capitalistas.

vii.El papel histórico del Movimiento Revolucionario Internacionalista y el peso del revisionismo en las causas de su bancarrota, o la defensa de un Movimiento Revolucionario Internacionalista ileso ante el ataque revisionista.

viii.El carácter e importancia de la Revolución en la India y del Partido Comunista de la India (Maoísta).

5.Todas estas cuestiones en divergencia, tienen su causa objetiva en las convulsiones agónicas del capitalismo imperialista (la misma causa material inmediata del revisionismo prachandista), por lo cual su discusión fue, tanto manifiesta o latente en el Movimiento Revolucionario Internacionalista desde su propia fundación, como expresa y entreverada en las posiciones ideológicas y políticas revisionistas del Partido Comunista de Nepal (Maoísta). No es por tanto extraño, que en las divergencias que hoy dividen a los comunistas revolucionarios anti-revisionistas, se reflejen posiciones afines a aspectos de la línea revisionista del prachandismo, como evidentemente ocurre con la posición centrista del Partido Comunista Revolucionario, EU, o incluso directamente con teorías de la literatura burguesa y pequeñoburguesa socialdemócrata que ante la derrota temporal de la Dictadura del Proletariado en el Siglo XX, han contaminando al Movimiento Comunista Internacional al pretender revivir las apolilladas críticas burguesa y kautskiana del imperialismo, y superar la que llaman “insuficiencia” de la concepción leninista sobre el lugar histórico del imperialismo como la fase superior y última del capitalismo, y antesala del socialismo.

6.Entre quienes en el Movimiento Comunista Internacional se han alineado como Marxistas Leninistas Maoístas y han deslindado campos con el revisionismo prachandista, avanza la diferenciación de matices generales y la precisión de las divergencias, lo cual permite más claridad en la lucha contra el centrismo y el “izquierdismo”, hasta que quede separado por completo el marxismo revolucionario del marxismo falso.





RESUELVE:

1.Reconocer que la lucha de líneas de los marxistas leninistas maoístas en el Movimiento Comunista Internacional ha logrado contener y derrotar el ataque del revisionismo prachandista, superando así, con éxito, la gran conmoción causada por dicho ataque, e impulsando a las triunfantes fuerzas marxistas leninistas maoístas del Movimiento Comunista Internacional a un nuevo período caracterizado por la gran confusión reinante entre los comunistas revolucionarios y la extrema dispersión de sus fuerzas.

2.Aceptar que, si la Unión Obrera Comunista (Marxista Leninista Maoísta) decidió en su VI Asamblea hacer un extraordinario Viraje Táctico para contribuir eficazmente a la derrota del revisionismo prachandista, una vez reconocida la victoria sobre este peligro principal para la unidad del Movimiento Comunista Internacional, es hora de dar por finalizado ese Viraje Táctico, dando en este nuevo período mayor énfasis a las tareas nacionales de preparación del Congreso, sobre las tareas internacionales de la Unión.

3.A referendo de la próxima IX Asamblea, dar por finalizado el Viraje Táctico ordenado por la VI Asamblea, e iniciar un especial trabajo de educación y discusión en toda la organización para comprometerla en un alto grado de conciencia y espíritu de partido, con las obligaciones que impone esta decisión.

4.Reconociendo el correcto papel jugado por la Unión en el período anterior de gran conmoción, llamar a todos sus cuadros y militantes a continuar el combate contra el oportunismo internacional para consolidar la victoria, y a seguir luchando por concretar la unidad del Movimiento Comunista Internacional en una Internacional Comunista de Nuevo Tipo basada en el marxismo leninismo maoísmo, ineludible dirección de futuro gran reagrupamiento de los comunistas revolucionarios.

5.Atendiendo a la nueva correlación entre las tareas nacionales y las internacionales de la Unión Obrera Comunista (Marxista Leninista Maoísta), encomendar al Comité Ejecutivo ordenar las tareas del Plan Táctico general de trabajo de la organización y trazar las medidas prácticas particulares para llevarlas a cabo, precisando la jerarquía de las tareas internacionales, donde la clarificación ideológica en pro de la formulación de una Línea General para el Movimiento Comunista Internacional, pasa a ser determinante de la reorganización de las fuerzas marxistas leninistas maoístas en una nueva Conferencia Internacional.

III Plenaria del Comité de Dirección

Unión Obrera Comunista (MLM)

Colombia, marzo de 2010

lunes, 29 de marzo de 2010

INDIA: Aumenta la represión sobre los activistas sociales.



Kolkata, 28.03.10
Red Barricade informa sobre el secuestro de un activista estudiantil. Se trata de Abhijnan Sarkar que denuncia que fue secuestrado por agentes de la policia secreta. Estas acciones ilegales, perpetradas por fuerzas de las agencias de seguridad gubernamentales, se han incrementado buscando aterrorizar a los sectores populares que se oponen a la explotación y la miseria animados por la victoriosa guerra popular dirigida por el Partido Comunista de la India (maoísta).-
Instamos todas las voces democráticas a unirse para protestar juntos frente a tales actos de terror. - http://www.sanhati.com/

domingo, 28 de marzo de 2010

"En Nepal se ha consumado una gran traición revisionista". Un articulo del los camaradas de la URC de Chile que profundiza en la traición de la camarilla Prachanda/Bhattarai.

El 21 de noviembre de 2006 quedará registrado como un día nefasto en la historia de la lucha revolucionaria del proletariado y el pueblo de Nepal. Este día quedará registrado en la historia del movimiento comunista internacional como un día de traición a los principios mlm. Es el día en que la dirección del Partido Comunista de Nepal (maoísta), encabezado por Pushpa Kamal Dahal –“Prachanda”- le colocó firma a un proceso contrarrevolucionario que se venía gestando en el interior del Comité Central desde hace años.

El día a que nos referimos, es el día en que el Presidente del PCN(m) y el Primer Ministro Girija Prasad Koirala firmaron un acuerdo de paz que en principio pone fin a la guerra civil revolucionaria que se inició el 13 de febrero de 1996 con un costo de 13.000 vidas (la gran mayoría pertenecientes a militantes del partido y el pueblo nepalés). Este acto constituye un abandono de la vía revolucionaria y una capitulación ante el Estado burgués-feudal, los imperialistas y los expansionistas indios.
Koirala es un reconocido reaccionario, viejo colaborador de la monarquía y los imperialistas yanki-británicos. Uno de los principales líderes del partido del Congreso con fuertes lazos con el Estado indio. Prachanda (“el feroz”) fue un comunista revolucionario mlm que contribuyó al inicio y desarrollo de la Guerra Popular en Nepal aportando esa valiosa experiencia al enriquecimiento de la ciencia revolucionaria mlm, pero, que -siguiendo los pasos de Berstein y Kautsky- desvío su camino adoptando una línea burguesa, reformista, oportunista y contrarrevolucionaria, una línea revisionista. Koirala y Prachanda han estrechado sus manos para sellar su pacto contra el proletariado y el pueblo de Nepal.
En este momento todos los logros obtenidos por las masas revolucionarias, dirigidas por el Partido, están gravemente amenazados. Los cuadros revolucionarios y las masas revolucionarias de las zonas liberadas o controladas por los maoístas se encuentran ahora seriamente expuestas a ser masacradas por el Ejército Real Nepalés (ERN). El “camino Prachanda” no conduce ahora a una República de Nueva Democracia, se ha desviado a una República burguesa de viejo cuño que vacila aún ante la Monarquía (que conserva la lealtad al ejército). ¿Cómo ha sido posible una traición de tal magnitud por parte de la dirección revisionista del PCN(m)?

SURGIMIENTO DE LAS PRIMERAS MANIFESTACIONES DE LA LINEA REVISIONISTA CAPITULADORA.
El 1° de Junio de 2001, constituye un punto de quiebre en la guerra civil revolucionaria de Nepal. Ese día el rey BIRENDRA fue asesinado junto a toda su familia. Este crimen fue urdido por los imperialistas asociados con las clases dominantes monárquico-feudales. El motivo fue la reiterada negativa del monarca a utilizar el Ejército en la lucha anti-guerrillera. Esta situación entorpecía los esfuerzos de las clases dominantes para aniquilar efectivamente a las fuerzas guerrilleras.
Hasta este acontecimiento las tropas comunistas se habían venido enfrentando a las fuerzas policiales (y en el último tiempo a fuerzas especializadas en la lucha anti-guerrillera). Lejos de ser derrotados, los maoístas eran cada vez más poderosos. Sus acciones iniciadas en 1996 los había llevado a formar (para 1998) zonas guerrilleras en 15 de los 75 distritos en que se divide Nepal. En ellas se establecieron COMITES POPULARES SEMI-CLANDESTINOS. Para fines del año 2000 ya existían ZONAS LIBERADAS en que el poder popular era ejercido casi abiertamente, abarcando miles de kilómetros cuadrados con una población de varios millones de personas (región occidental). En ellas las fuerzas policiales habían sido barridas en varias docenas de distritos.
En el trono ahora se instala Gyanendra, el hermano del rey asesinado. Este de inmediato utiliza al Ejército real contra los guerrilleros maoístas. Recibe al mismo tiempo una creciente ayuda militar y financiera por parte de los imperialistas y el Estado indio. Sin embargo en el ejército aún conmocionado por el asesinato del rey, se producen importantes contradicciones que amenazan agudizarse. Simultáneamente comienza a crecer fisura entre la facción monárquica y la facción parlamentaria por el mismo motivo.
Por otra parte, al mes siguiente, el Ejército Popular de Liberación (EPL) desarrolla una ofensiva con importantes acciones militares. El PCN(m) convoca a un paro nacional que tiene pleno éxito, al contribuir a desestabilizar la situación política nacional. En estas situaciones: en las que las fuerzas revolucionarias obtienen nuevas victorias y las clases dominantes se debaten en una aguda crisis, la Dirección del PCN(m) lejos de aprovechar el momento para lanzar una ofensiva que agudizara aun más la crisis en que se encuentra el viejo Estado monárquico le lanza un verdadero salvavidas en la forma de un alto al fuego unilateral por parte del EPL y negociaciones que se prolongaran por 4 meses.
Los puntos para negociar planteados por Prachanda son:

-FORMACIÓN DE GOBERINO PROVISIONAL

-UNA NUEVA CONSTITUCION

-ESTABLECER LA REPUBLICA, demanda sustituida por GOBIERNO PROVISIONAL Y ASAMBLEA CONSTITUYENTE.

Se reconocía que estas demandas correspondían a una REPUBLICA BURGUESA muy lejos de una REPUBLICA DE NUEVA DEMOCRACIA pero se alegó que ello sólo correspondía a una “táctica flexible” destinada a ganar a los sectores republicanos de la burguesía.
Estos 4 meses de diálogo fueron aprovechados por las reaccionarias fuerzas monárquicas para recomponerse, resolver sus contradicciones internas y preparase para una ofensiva militar contra los maoístas.
El 21 de noviembre el Estado monárquico rompe el diálogo aprestándose para atacar. Dos días más tarde el EPL destruye completamente el cuartel militar de DANG. En esta nueva etapa de la guerra civil revolucionaria el EPL deberá enfrentarse al ERN continuamente. Hasta ese momento (un lapso de 7 años) habían muerto 3.000 personas, con el ingreso del Ejército real a la guerra más de 5.000 personas (la mayoría, campesinos pobres acusados de maoístas) son masacrados durante el año 2002.
El 26 de noviembre de 2001, la monarquía suspende todas las garantías constitucionales e instaura el estado de emergencia. En mayo de 2002 disuelve el Parlamente y en octubre el rey asume directamente el poder del estado. Esto es resultado de continuas derrotas del Ejercito Real y paros nacionales (uno de 5 días en abril). Aprovechando esta sitaución la dirección del PCN(m) insiste en llamar a las fuerzas parlamentarias burguesas para combatir la autocracia planteando un PROGRAMA MINIMO COMUN conteniendo los puntos ya señalados más arriba.
Ante los avances comunistas en Nepal los imperialistas yanqui-británicos y el Estado semi-colonial indio incrementó su ayuda al rey. China y la Unión Europea expresan su preocupación y la ONU (tribuna de los imperialistas y los gobiernos burgueses semi-coloniales) se ofrece como mediador en FUTURAS NEGOCIACIONES si las dos partes lo piden. A fines del 2002 la revolución está instalada en los 75 distritos que conforman el mapa político de Nepal. La GUERRA POPULAR PROLONGADA ya había alcanzado la etapa de equilibrio estratégico en la que el EPL y el ERN se encuentran ‘empatados’. Existen dos poderes: un Estado en formación, el Estado de Nueva Democracia que se desarrolla y se hace poderoso en las zonas liberadas, basado en la fuerza revolucionaria de las clases explotadas, y un Estado en decadencia, el Estado burgués-monárquico sustentado por las clases explotadoras imperialistas, burguesas y feudales, se defiende tratando de conservar su poder.
En febrero de 2003, la Dirección del PCN(m) por segunda vez declara una tregua unilateral e inicia con la monarquía una ronda de negociaciones que dura 7 meses. En este nuevo diálogo el Partido vuelve a reiterar sus exigencias, mientras que paralelamente busca la formación de un FRENTE COMUN ANTI-MONARQUICO con todos los sectores republicanos de la burguesía y pequeña burguesía. Levanta para ello un PROGRAMA COMÚN DE CAMBIO DEMOCRÁTICO PROGRESIVO en el país. Internamente se argumenta que así se prepara el terreno para la ofensiva estratégica y la insurrección general (una vez que sea rechazada por la monarquía la agenda política del PCN(m))
El 27 de agosto de 2003, el gobierno real, sintiéndose preparado para emprender una ofensiva contra la insurgencia maoísta, rompe las negociaciones. En adelante el PCN(m) inicia una fase de transición en la Guerra Popular. Esto es pasar de la etapa de EQUILIBRIO ESTRATÉGICO a una etapa de OFENSIVA ESTRATÉGICA. Esta nueva etapa fue dividida en tres fases:

La primera, con ACCIONES DESCENTRALIZADAS

La segunda, con ACCIONES RELATIVAMENTE CENTRALIZADAS

Y la tercera, con ACCIONES ALTAMENTE CENTRALIZADAS.

Es así como el Ejército Popular de Liberación, llevando adelante este plan, realiza múltiples ataque contra las fuerzas armadas del rey. Golpeada por apabullantes victorias de las fuerzas revolucionarias, la monarquía intenta recuperar la iniciativa en la guerra. Para ello el rey Gyanendra, el 1° de febrero de 2005, asume el poder absoluto, tomando el control directo del gobierno en Katmandú. Simultáneamente impone la ley marcial en todo el territorio, bloquea las comunicaciones e impone la censura directa sobre todos los medios periodísticos. Miles de activistas políticos opositores son detenidos y llevados a cárceles secretas. Los dirigentes de los principales partidos burgueses (viejos colaboradores de la monarquía) fueron puestos bajo arresto domiciliario, incluyendo a 5 ex primeros ministros del gobierno real. La monarquía acorralada recurre a medidas desesperadas. Su principal sostén es el ejército.
Las masas revolucionarias dirigidas por el PCN(m) tienen el control sobre un 80% del territorio nacional. Numerosos órganos del poder revolucionario (comités populares) administran las zonas liberadas impartiendo justicia, manteniendo el orden, organizando el trabajo económico, repartiendo tierras y propiedades de los terratenientes, organizando la salud, la educación, la cultura, el bienestar social, etc. Su funcionamiento está regido por una CÓDIGO JURÍDICO PÚBLICO para la administración del Poder Popular de Nueva Democracia. La Guerra Popular se encuentra en su tercera etapa (ofensiva estratégica) y a su vez, está en su segunda fase (acciones relativamente centralizadas).
Con esta situación a su favor la Dirección del PCN(m), una vez más, inicia UNILATERALMENTE un alto
al fuego el 3 de septiembre de 2005. En noviembre consigue llegar a una acuerdo de 12 puntos (reiterando las propuestas) que firma en conjunto con la Alianza de Siete Partidos (ASP) burgueses (que mantienen una posición ambigua ante el tema de su la monarquía debe existir o no en Nepal) que se oponen a la monarquía absoluta. La Dirección del PCN(m) PRORROGA UNIALETERALMENTE la tregua con la monarquía.
El 2 de enero de 2006, el EPL dirigido por el PCN(m) pone fin al cese al fuego unilateral al reiniciar los combates contra el ERN. El 6 de abril, el Partido participa en una gran paro nacional, convocado por la Alianza de los Siete Partidos burgueses que durará 3 días. Las masas populares, agitadas por los comunistas revolucionarios y elementos republicanos consecuentes, rebasan el plazo y lo hacen durar 19 días, hasta que el rey (presionado por los imperialistas, el Estado indio y el desborde de las masas) acepta la carta de acuerdo de 12 puntos, renuncia al poder absoluto y cede el gobierno al Parlamento que había disuelto 14 meses antes. El rey Gyanendra, a instancias de la oposición, nombra Primer Ministro a Koirala, que anteriormente ya había ocupado el puesto al servicio de la monarquía.
Durante la realización de este gran paro nacional la Dirección del PCN(M) declaró el cese completo de las acciones militares del EPL en todo el valle de Katmandú. Justificaba su medida señalando que esto impediría dar un pretexto el Ejército real para reprimir y masacrar al pueblo. No obstante, ello no impidió que en el transcurso del paro las fuerzas policiales y militares dispararan asesinando un total de 22 personas, hiriendo a más de 5.000 manifestantes y detuviesen a decenas de miles.
Con el gobierno en manos de la ASP, el Primer Ministro Koirala, con el apoyo del Parlamento burgués recién instaurado, reanuda e intensifica sus conversaciones con los dirigentes del PCN(m) para conseguir un cese al fuego completo y definitivo, que culmine en un tratado de paz supervisado por la ONU. En concordancia con este objetivo Prachanda escribe una carta (el 24 de julio) dirigida a Kofi Annan (en este momento Secretario General de la ONU) solicitando su intervención en el proceso de paz que se estaba acordando en Nepal. Con este acto el presidente del PCN(m) aceptaba la ingerencia imperialista en el esfuerzo por descarrilar la revolución comunista en Nepal.

LOS CONTENIDOS DEL ACUERDO DE PAZ EN NEPAL.
Las negociaciones entre ambas parte no han sido fáciles. Cada cual ha tenido que superar desconfianzas con respecto del otro. Han buscado sacar para sí un máximo de ventajas y el realizar un mínimo de concesiones. En este ‘tira y afloja’ han debido recurrir a todo tipo de presiones y amenazas contra el otro. Firmado el acuerdo, esta situación se prolongará en el tiempo, disputando cada pulgada de terreno, artículo por artículo en una negociación realizada ‘por arriba’ y de espaladas a las masas populares nepalesas.
Con la firma de la paz todos los reaccionarios del mundo creen haber desmontado la espoleta de una bomba y que ahora sólo queda desarmarla en cada una de sus partes, es por ello, que todos los imperialistas que se sientan en el Consejo de Seguridad de Naciones Unidas han celebrado alborozados este acto. En Nepal, al día siguiente de la firma fue declarado como ‘festivo nacional’ por el gobierno reaccionario.
Las acaloradas negociaciones (y los intereses en juego) han demorado (pero no impedido) el cumplimiento de los principales puntos del acuerdo. El 21 de noviembre de 2002 se consiguió el primer punto más importante para los reaccionarios: PARAR LA GUERRA. Este es un punto no menor porque eran ellos quienes la estaban perdiendo. A continuación, el día 28 de noviembre, se dio el segundo paso: la firma del llamado ACUERDO DE CONTROL DE GESTIÓN DE ARMAS Y EJÉRCITOS que procede a desarmar al ejército que estaba ganando la guerra, es decir, al EPL, y que desarma sólo a una tercera parte del Ejército Real (la policía no es afectada por este acuerdo). Con este acuerdo (si es llevado a cabo) las masas revolucionarias quedan desarmadas (sin poder) y el rey con un ejército disminuido que conserva su poder. Si Prachanda consigue detener la guerra popular y desarmar al Ejército Popular de Liberación el pueblo nepalés quedará indefenso ante sus tradicionales enemigos; la estructura de clases y la condición semi-colonial y semi-feudal de Nepal se conservarán en lo esencial.
La Dirección revisionista del PCN(m), al firmar los dos primeros acuerdos renunció a la República de Nueva Democracia, al socialismo y al comunismo. En su búsqueda para desarrollar un FRENTE ÚNICO de lucha contra la monarquía semi-feudal fue demasiado lejos y llegó a transar principios revolucionarios mlm para conseguir una alianza con los dirigentes de una burguesía burocrática que históricamente no ha sido consecuentemente republicana. Por este camino y aplicando una línea oportunista, revisionista (‘desarrollo de la democracia en el siglo 21’), ha optado por el establecimiento de una Democracia burguesa para Nepal. En ella, estos revisionistas surgidos al interior del maoísmo, se ven ocupando cargos parlamentarios y de gobierno.
Durante el mes de enero de 2007, la Dirección revisionista del PCN(m) acordó con el gobierno una CONSTITUCIÓN PROVISORIA ‘perfeccionable’. A continuación los 7 partidos y los prachandistas formaron un PARLAMENTO PROVISIONAL de 330 escaños. Los 3 partidos principales: Partido del Congreso, PCN(m) y el Partido revisionista de viejo cuño, el PCN (m-l unificado). Estos, por ser más importantes obtienen 83 escaños cada uno. Los escaños que sobran se los reparten entre 5 partidos más pequeños. Los nuevos parlamentarios fueron designados ‘a dedo’. La bancada prachandista eligió como jefe a Krishna Badahur Mahara (que fue vocero del PCN(m) durante las negociaciones de paz). Según los acuerdos, en junio de 2007 deberían realizarse elecciones parlamentarias para formar una ASAMBLEA CONSTITUYENTE que redacte una NUEVA CONSTITUCIÓN. La asamblea decidirá la suerte de la monarquía. Desde ya Prachanda ha declarado que aceptará la decisión de la Constituyente. Por ahora, estos revisionistas sólo cuentan con una cuarta parte del actual parlamento provisorio. Aún falta la formación del gobierno provisional, el que estará formado por los representantes de los 3 partidos principales (posiblemente Prachanda será uno de ellos).

APRENDER DE LA REVOLUCIÓN NEPALESA, DESENMASCARAR EL REVISIONISMO DE PRACHANDA.
La lucha revolucionaria de los comunistas (mlm) está compuesta por éxitos y fracasos, por victorias y derrotas, pero también por traiciones grandes o pequeñas. Como maoístas consideramos esto como parte de nuestra lucha, como algo natural. Como la lluvia que nos moja o el sol que nos alumbra. Por tanto, no debemos sorprendernos excesivamente. Lo que está aconteciendo en Nepal lo podemos lamentar, pero por lamentable que sea, no podemos (ni debemos) sentarnos a llorar a la orilla del camino. Por el contrario, debemos sacudirnos del polvo revisionista y continuar marchando hacia adelante.
De lo que acontece en Nepal debemos sacar lecciones que nos hagan más listos para enfrentar al enemigo de clase. De las grandes traiciones podemos extraer grandes enseñanzas. Es necesario estudiarlas, reflexionar sobre ellas y prepararnos para enfrentarlas. Las experiencias revolucionarias de Perú y Nepal nos indican que la perspectiva maoísta es correcta. Por este mismo camino se desarrollan las luchas revolucionarias en la India, Turquía y Filipinas. Nuestra tarea internacionalista no sólo consiste en divulgar las experiencias comunistas (maoístas) de lucha revolucionaria en el mundo, sino que también y principalmente la de movilizar a las masas populares para desatar la Guerra Popular en nuestro propio país.

INDIA: Aundhati Roy denuncia a repressáo contra o povo




Resumo do artigo traducido do ingles polo jornal Nova Democracia.

Delhi cria um novo inimigo para justificar o roubo de terra: os maoístas*

Arundhati Roy**

As montanhas do sul de Orissa têm sido a terra dos Dongria Kondh muito antes de que houvesse um país chamado Índia ou um estado chamado Orissa. As montanhas vigiavam os kondh. Os kondh adoravam as divindades que vivem nas montanhas. Agora estas colinas têm sido vendidas devido à valorosa bauxita que contém. Para os kondh, isso é como se Deus tivesse sido vendido.
Vedanta é somente uma das muitas empresas transnacionais que estão se instalando em Orissa. Se destruírem as montanhas, os bosques que estão sobre elas também serão destruídos. O mesmo sucederá com os rios e córregos que fluem por elas e que regam os campos abaixo. Também os fará com os Dongria Kondh, as centenas de milhares de pessoas das tribos que vivem no coração dos bosques da Índia.
Em 3 de dezembro de 2009 o governo lançou a operação "Caçada Verde", supostamente uma guerra contra os rebeldes maoístas nas selvas da Índia central. A guerra está programada para durar cinco anos e utilizará até 70 mil policiais e soldados paramilitares. Mas parece que os maoístas não são somente os rebeldes. Há um amplo espectro das lutas em todo o país como os camponeses sem terra, os dalit, os sem teto, trabalhadores e tecelões.
E quem são os maoístas? São membros do Partido Comunista da Índia (maoísta), também conhecido como PCI (maoísta), um dos vários descendentes do PCI (marxista-leninista) que liderou o levantamento naxalita de 1969.
Agora, na Índia central, o exército guerrilheiro maoísta se compõe quase totalmente dos povos tribais, pessoas que inclusive depois de 60 anos da chamada independência da Índia não têm acesso a educação, saúde ou acesso à justiça. São pessoas exploradas durante décadas sem piedade, constantemente enganadas, as mulheres violadas como questão de direito pela polícia e o pessoal do departamento florestal. Sua viagem de regresso a uma aparência de dignidade se deve em grande pate ao marco maoísta, cujos militantes têm vivido, trabalhado e lutado ao seu lado durante décadas.
Então, de que tipo de guerra estamos falando? Samarendra Das Felix Padel, em seu livro lançado recentemente, escreveu que o valor econômico da bauxita no estado de Orissa é de mais de 2 bilhões de dólares. Esta estimativa era de 2004 e hoje em dia estaria em cerca de 4 bilhões de dólares.
Estamos falando de engenharia social e do meio ambiente em uma escala inimaginável. E a maioria disso é secreto, não está em domínio público. Como vamos saber que partido político, quais ministros, parlamentares, políticos, juízes, ONGs, consultores e agentes de polícia têm interesse direto ou indireto nesse butim? Como saberemos que a apresentação de informes jornalísticos das "últimas atrocidades maoístas" que os canais de TV repetem supostamente desde o "marco zero" (como denominam o ponto de concentração maoísta) não mentem descaradamente?
As companhias mineradoras necessitam desesperadamente desta guerra. Eles ficarão ricos, muito ricos, se as operações contra-insurgentes desse governo indiano tiverem êxito em desalojar os povos tribais que até agora têm logrado resistir aos intentos de expulsá-los de suas terras ancestrais.



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*Trechos de artigo publicado em www.inthesetimes.com em janeiro de 2010.

**Destacada intelectual indiana, militante ativa dos direitos do povo, particularmente dos povos tribais.

sábado, 27 de marzo de 2010

Brasil: El fracaso de la "socialdemocracia". Un editorial do jornal Nova Democracia



El fracaso de la “socialdemocracia” brasileña


En su 4º Congreso, realizado entre los días 19 y 21 de febrero, el PT anunció oficialmente la candidatura de Dilma Roussef a la sucesión de Luiz Inácio. Nada que ya no fuera sabido por todos desde mucho tiempo atrás, ya que Dilma venía siendo presentada así, principalmente al hacer la propaganda de las “realizaciones” del gobierno y en inauguraciones de obras. Este es el propósito continuista del oportunismo petista y su camarilla de escuderos, entre ellos el revisionista PCdoB.

Oficializada la candidatura (por parte de la sigla), Dilma ocupó las portadas de las principales revistas y periódicos del monopolio de la prensa, que al tiempo que exaltaron la “maduración” de la sigla – que se capacitó para gestionar los intereses del imperialismo, del latifundio y de la gran burguesía nativa – , “advierte” que debe mantener domesticados los llamados “radicales del PT” así como hizo su tutor, como condición para que “la sociedad” continúe confiando en su “seriedad”. Ese tirón de orejas fue dado a través de la crítica a un supuesto programa de gobierno retóricamente “estatalizante”, el cual, por su parte, expresando la posición reformista oportunista de una “izquierda” sumisa existente en el PT que, al fin y al cabo, le es extremadamente funcional para vender cierta imagen que aún le con viene.

Antes de oficializar la candidatura, sin embargo, Luiz Inácio trató de asegurar que tras ocho años en la gerencia del Estado, no habría ataques contundentes de los sectores fascistas más empedernidos. Para tanto, selló el nuevo pacto de traición oportunista con los torturadores y asesinos criminales de guerra – como AND reveló en la edición 62 – mientras trata de profundizar la criminalización del movimiento campesino, intensificando formidablemente lo que ya venía aplicando desde el primer día de su mandato, en una demostración de que nada cambió en relación a su apoyo incondicional al latifundio.

No que eso sea nuevo, una vez que esa es la postura de Luiz Inácio como un compromiso que hizo para asumir la gerencia del viejo Estado. Ya en el discurso de posesión de su primer mandato declaró haber espacio en el Brasil para “el agronegocio, para la agricultura familiar y para “la reforma agraria”, lo que, obviamente, sólo podría significar en la práctica un estímulo a la reacción. Sin perder tiempo y oportunidad, desde la Judicatura y contando con la avenencia y justificación del gerente de turno, desencadenó la más articulada campaña para deslegitimar la lucha por la tierra, de criminalización del movimiento campesino y de represión más sistemática contra sus sectores más combativos.

Con todo ya entregado al imperialismo y dadas todas las garantías a las clases dominantes nativas de que nada en el sistema de Estado y de gobierno será cambiado para beneficiar al pueblo, una vez más el oportunismo intentará vender el pragmatismo petista para las masas, haciendo un discurso supuestamente radical, pero principalmente de la propaganda sistemática basada en la manipulación de las estadísticas.

La campaña electoral, sin embargo, de viento en popa bajo el signo plebiscitario, pretende crear la artificial polarización entre el “lulismo” y el “proyecto neoliberal privatizador” del PSDB y aliados. Esa es la principal apuesta del oportunismo petista. No le resta otro plan, táctica o estrategia que la comparación cuantitativa de hechos y realizaciones, ya que ambos proyectos descansan sobre una misma base real: la política servicial al imperialismo, o sea, “neoliberalismo” puro. La tarea no es tan fácil, ya que el propio FHC, hace más de diez años, no pierde cualquier oportunidad para declarar que entre PT y PSDB la única diferencia es la disputa por el poder.

En realidad, con el ascenso de las diferentes fuerzas políticas socialdemócratas (PSDB y PT) a la gestión del Estado en el país, más allá que la disputa de mediocridades a que se resume el proceso electoral – y que sus contrincantes no se atreven a confesar – además de los afanes de poder personal, existe la feroz disputa por el botín del Estado entre camarillas y grupos de poder, la pugna entre viejos testaferros y candidatos a nuevos, finalmente la lucha encarnizada entre los mercaderes de la patria políticamente correctos.

Ya está en campo la batalla de números, estadísticas e indicadores sociales maquillados, que durante todo el mandato personificó en Luiz Inácio el continuismo como cosa nueva. Todo impulsado por las bolsas-limosna distribuidas a gotero en los locales más miserables y estratégicos desde el punto de vista electoral, el PAC, el endeudamiento de las masas en la ilusión del crédito fácil, mientras derechos y conquistas de los trabajadores y jubilados son retirados uno a uno, y las intromisiones en los asuntos internacionales que valieron a Luiz Inácio la condecoración de estadista “global” brindada por el club de gerentes imperialistas de Davos.

En su designio de oportunista, Luiz Inácio, de candidato “de la reforma agraria”, se erigió a propagandista del agronegocio, promoviendo propietarios de usinas de caña de azúcar a héroes del desarrollo y los campesinos a meros villanos del retraso. Durante dos décadas antes de su triunfo electoral, fueron las masas campesinas que sirvieron al PT y Luiz Inácio, a través de la conmoción e invocación heroica de no pocos militantes asesinados en el campo, que le dieron el prestigio popular que lo proyectó.

Con la candidatura de Dilma y su predicación pragmática, los 8 años de gestión petista y 16 de la socialdemocracia brasileña, la satisfacción de los imperialistas, la alegría de banqueros y latifundistas atestan una vez más a que vino esta fuerza y tiran por tierra las máscaras con que busca encubrirse, sean ellas el canto de sirena de la modernidad o la cantilena reformista de desarrollismo. La bancarrota y desenmascaramiento ideológico del oportunismo sólo confirma la necesidad, para la conquista de un Nuevo Brasil, del camino revolucionario de las masas populares, de la alianza obrero-campesina y de la dirección proletaria.

jueves, 25 de marzo de 2010

India: El PCI (m) desmiente la noticia del arresto del camarada Azad.


En una nota de prensa con fecha 21 de marzo del 2010 el Bureau Regional del Norte del PCI (m) desmiente la noticia del arresto del dirigente maoísta camarada Azad. La nota señala que en medio de la feroz represión de las autoridades gubernamentales algunas fuentes del Partido dieron credito a esta falsa información de la detención del camarada Azad, reafirmando que el dirigente maoísta se encuentra a salvo y en su puesto de combate. Asi mismo da las gracias a las organizaciones y personas que manifestaron su solidaridad y apoyo al PCI (m) en esta situación.
A continuacion publicamos la nota de prensa en su version en ingles:



COMMUNIST PARTY OF INDIA (MAOIST)
NORTHERN REGIONAL BUREAU

Press Release March 21th, 2010

On March 20th, media published the news that com. AZAD, Spokes Person of CPI(Maoist) was arrested and there was a demand for his release. The information was passed on from DK Special Zone committee's spokes person com. Gudsa Usendi and Com. Pratap, spokesperson of Central Regional Bureau of our party.
Com. Azad is safe. The information that he was under illegal detention was incorrect.
Com. Azad was supposed to meet com. Shakamuri Apparao @ Ravi in somewhere in Maharashtra . After learning the news of the martyrdom of com. Apparao, Azad did not reach there. Since he could not give feedback to the concerned comrades why he did not reach, there was this confusion. It is natural to get suspicion in the present conditions that Azad was under illegal custody of the notorious APSIB. Com. Shakamuri apparao and com. Kondal Reddy were caught in Chennai and Pune respectively and were killed in cold blooded fashion. Chidambaram knows their arrest and gave a go ahead to this brutal and fascist extra judicial killing.
It was genuine mistake from our Central Regional Bureau and DK Special Zonal Committee.
The incorrectness of the statement occurred owing to the conditions we are in.
In fact, com. Azad sent his replies to Chidambaram' s rubbish on "truce and talks" to media on 12th March. Unfortunately media has not covered.
We request the media to give ample coverage to this information to dispel the confusion. We leant that com. Azad mother had already submitted a memorandum to AP State Human Rights Commisson.
We extend our thanks to the organizations who responded with great concern to the news of arrest of com Azad and demanding his release.

Ajay
Spokesperson,
North Regional Bureau

Una critica al pensamiento de Alain Badiou en la revista Demarcations.




Pasajes de:
"La política de la emancipación' de Alain Badiou: Un comunismo encerrado en los confines del mundo burgués"

de Raymond Lotta, Nayi Duniya y K.J.A.
Demarcations

Una revista de teoría y polémica comunista
demarcations-journal.org (en inglés)

Del Capítulo I: POR QUÉ ALAIN BADIOU ES UN ROUSSEAUISTA… Y POR QUÉ NOSOTROS NO DEBERÍAMOS SERLO

La igualdad es un primer principio, un axioma, en la política de la emancipación de Alain Badiou. Éste ha declarado: "la adopción filosófica de la política emancipadora debe ser realizada por medio del nombre de una política radical de igualdad", la "máxima igualitaria [es] propia de toda política de la emancipación". Ha consagrado la igualdad como "el principio de los principios".
Pero el auténtico comunismo es algo mucho más diferente, mucho más radical y mucho más elevado que la igualdad. Al describir el contenido y el objetivo del comunismo y de la transición socialista al comunismo y al diferenciarlo del socialismo utópico y fundamentalmente reformista, Marx escribió:

"Este socialismo es la declaración de la permanencia de la revolución, la dictadura de clase del proletariado como punto necesario de transición para la supresión de las diferencias de clase en general, para la supresión de todas las relaciones de producción en que éstas descansan, para la supresión de todas las relaciones sociales que corresponden a esas relaciones de producción, para la subversión de todas las ideas que brotan de estas relaciones sociales". [cursivas en el original, subrayado nuestro]

Del Capítulo V: UNA FALSA POLÍTICA DE LA EMANCIPACIÓN: CONCILIARSE CON EL ESTADO MIENTRAS QUE SE ESPERE PASIVAMENTE EL "SUCESO"

Alain Badiou ha escrito sobre la "creación de un espacio de autonomía en las fábricas [con] el objetivo... de obligar al estado a inventar una nueva relación con los obreros, y no de tomar el poder, de reemplazar a un poder existente". ¿Pero qué clase de "nuevas relaciones" se está imaginando?
Por un lado, en la sociedad capitalista no es posible establecer un modo de producción alternativo, poner fin a la explotación del trabajo asalariado y crear una economía planificada basada en las necesidades de la sociedad (algo que de vez en cuando reconoce Badiou). De hecho, el socialismo es la única alternativa al capitalismo; pero sólo se puede establecer, desarrollar y funcionar de manera sistémica sobre la base de la socialización de la propiedad de los medios de producción y la dirección y papel coordinador del nuevo poder estatal.
Por otro lado, cualquier política verdaderamente transformadora va a llevar a un choque y antagonismo con el estado burgués existente. Mao pronunció unas palabras famosas y provocadoras sobre la Comuna de París que son muy aptas en este sentido: "Si la Comuna de París no hubiese caído, si hubiese resultado victoriosa, en mi opinión, ya se habría transformado en una comuna burguesa. Esto hubiese sido así porque era imposible que la burguesía francesa le permitiera a la clase obrera tener tanto poder político".
Badiou puede proponer y hasta encontrar algún "espacio" en el sistema y el poder estatal existentes porque su política de la igualdad no es transformadora; no está en un antagonismo fundamental con las relaciones burgueses.
Respecto a las nociones sobre las "cooperativas de trabajadores" en la sociedad capitalista (una política reflejada en los puntos de vista de personas como Naomi Klein), estos lugares estarían interactuando con la economía capitalista mayor de la sociedad y la economía imperialista mundial. No podrían librarse de las relaciones de mercancías circundantes: al nivel de los requisitos de insumos e intercambio, presiones competitivas e influencias ideológicas (la perspectiva circunscrita de "mi/nuestra" unidad de producción, etc.). Badiou "le resta" la economía a su política y espacios autónomos.
La fuerza represiva del estado burgués —la policía, el espionaje y los poderes punitivos— alcanzan todas las áreas de la sociedad burguesa moderna. La influencia omnipresente de la ideología burguesa, la creación de opinión pública y el control sobre los medios para difundir las ideas también son parte del tejido de la sociedad burguesa.
¿Quiere decir eso que toda resistencia es inútil o que es imposible construir un movimiento revolucionario en la sociedad burguesa? No, claro que no. Pero la resistencia es lucha y los espacios de resistencia —los cuales sí son posibles y deseables— chocarán con los poderes represivos de la sociedad burguesa. Todo movimiento revolucionario debe forjarse plenamente consciente de su antagonismo fundamental con el estado gobernante; no puede llevar a cabo el trabajo sin norte sino que debe trabajar —en particular en los países capitalistas modernos— según la orientación de acumular fuerzas para poder pasar a la contienda por el poder en un momento en que la sociedad se convulsione con crisis y agitación sociales.

Número 1, verano-otoño de 2009


Se incluyen en español:






•Sobre lo que pasa en Nepal y lo que está en juego para el movimiento comunista: Cartas del Partido Comunista Revolucionario, Estados Unidos, al Partido Comunista de Nepal (Maoísta), 2005-2008 (con una respuesta del PCN[M], 2006)


•Las "crisis en física", las crisis en filosofía y en política de Bob Avakian, presidente del Partido Comunista Revolucionario, Estados Unidos
Demarcations: Una revista de teoría y polémica comunista propone plantear, defender y desarrollar más el marco teórico para el comienzo de una nueva etapa de la revolución comunista en el mundo contemporáneo. Esta revista electrónica en inglés promoverá los puntos de vista del Partido Comunista Revolucionario, Estados Unidos.
Sin la teoría revolucionaria, no puede haber tampoco ningún movimiento revolucionario. Sin trazar claras líneas divisorias entre el comunismo como una ciencia viva, crítica y en desarrollo que sirve a la emancipación de la humanidad, por un lado, y por otro, otros puntos de vista, caminos y programas que no pueden llevar a la emancipación —sean abiertamente reformistas o que se adjudiquen el manto o nombre del "comunismo"— sin trazar tales demarcaciones, no será posible alcanzar el necesario entendimiento y claridad para cambiar radicalmente el mundo. Demarcations contribuirá a alcanzar aquella claridad.
En el espíritu de forcejeos del marxismo, Demarcations también desmenuzará las cuestiones y retos que plantean los grandes cambios en el mundo actual. Los últimos 25 años han presenciado la intensificación de la globalización, la mayor urbanización y crecimiento de ciudades perdidas en el tercer mundo, el ascenso del fundamentalismo religioso, las cambiantes alineaciones en el sistema imperialista mundial y la aceleración de la degradación ambiental. Demarcations examinará tales cambios, los discursos que se han presentado al respecto y las consecuencias estratégicas, políticas e ideológicas de tales sucesos para la revolución comunista. Además, emprenderá exploraciones teóricas de cuestiones en las artes, las ciencias y la cultura.
Es apropiado que el primer número de Demarcations se inicia con una extensa polémica original contra la filosofía política y las ideas de Alain Babiou.