sábado, 27 de diciembre de 2014

BRASIL: ISABELA MENDES, IRMÃ DO ATIVISTA IGOR MENDES, FALA SOBRE A VISITA NA PRISÃO


Por ISABELA MENDES
Nossa... todo mundo querendo saber como foi a visita ao meu irmão e eu aqui guardando segredo! Segredo não, mas quis que esse momento fosse um pouquinho só meu... Por isso não consegui escrever sobre isso ontem, minha cabeça ficou um tempo girando ainda.
Nunca pensei que uma conversa com pouco mais de uma hora, passasse como se tivesse sido na verdade, 5 minutos... Foi muito pouco tempo pra uma saudade de muito tempo. Mas valeu, se valeu!
A primeira coisa boa nisso, é que conseguimos entregar muitas coisas pra ele... Pão, biscoito, algumas frutas, roupa, repelente (que foi o que mais o animou!) e as cartas que mandaram pra ele. O agente inclusive deixou ele levar pra cela, pra ler lá.
Só não liberaram livros, papel e caneta. Mas o próprio agente disse que ia abrir uma exceção pra ele, e liberar 2 livros da biblioteca.
A surpresa de nos ver foi tão grande, que ele não conseguiu se conter, e soltou um grito: "Que saudade!", mas rapidamente o agente abafou esse grito, dizendo pra ele se conter, se não, não ia ter visita.
Ele então veio e me abraçou, (sim, não foi atrás de um vidro, ficamos juntos numa saleta!) um abraço forte, tão forte, que mais parecia que estávamos brigando pra ver quem quebrava os ossos de quem primeiro! Haha...
Conversamos muito. Ele, nosso pai e eu. O tempo todo de mãos dadas. Nos abraçávamos o tempo todo, e conseguimos rir juntos várias vezes. Ele perguntou sobre futebol e essas coisas... Além das conversas de sempre.
Confidenciamos alguns segredos (como sempre fazíamos) e ele dizia o tempo todo que amava a gente.
Ele explicou também como está la dentro... está numa cela sozinho, e pra passar o tempo tem se exercitado bastante, e quando dá, conversa com os "vizinhos".
A comida é horrÍvel, mas em nenhum dia ele deixou de se alimentar. Inclusive me perguntou: "Isinha, to muito abatido, magro? To há 20 dias sem me olhar no espelho, não faço ideia de como eu estou". Mas não... ele está muito bem. Um pouco abatido sim, o que é totalmente natural pra quem não deve estar dormindo bem, não come bem e é atacado pelos mosquitos (ele estava todo picado... braços, pernas, pescoço). Mas jamais abatido de derrota.
Conversamos sobre o HC dele e ele disse: "Eu sei que não vou ficar aqui, mas não vou me agarrar a datas. Estou vivendo um dia de cada vez. Não dá pra confiar no judiciário". Ele odeia criar expectativas e se decepcionar. E quem não?
Ele falou o tempo todo de papel e caneta... Me aborreceu muito não conseguir levar pra ele. Imagino que aquela cabeça brilhante, deva estar fervilhando...
Quando avisarem que a gente só tinha 10 minutos, ele falou mais ou menos assim: "Eu sei que muita gente, até da nossa família, pode não compreender o que está acontecendo, mas tem que ficar claro, que eu estou preso por ser um militante. Eu não fiz nada que envergonhe vocês. Tudo que está acontecendo comigo, aconteceu também com aqueles que lutaram pelas mesmas coisas, que tentaram verdadeiramente fazer uma humanidade melhor. O que só mostra que eu não estou errado. O que eu mais lamento de tudo isso, é que vocês paguem pelas minhas escolhas".
Eu respondi o que todos sabem. Ele não tem que lamentar isso. Ninguém está pagando por nada, porque não tem o que ser pago. Quer dizer, até tem... Mas não nós. Quem faz o bem, nunca deve nada.
Então, avisaram que estava na hora. Até agora dói lembrar da imagem dele, pegando todas as coisas que demos pra ele, juntando pra caber nos braços... Até que o agente deixou que tudo permanecesse numa sacola, pra ele conseguir levar. E então veio a pior frase da semana: Igor, tá na hora.
Nosso último abraço foi cheio de vontade de não largar. Foi cheio de tristeza, mas também força. E aquele maldito nó, teimou de ficar na minha garganta. E eu não conseguia pronunciar mais nenhuma palavra. A lágrima mais teimosa ainda, desceu sem a minha autorização, e eu só queria ir embora com meu irmão. A gente não queria se soltar.
Então, o agente pegou no braço dele e disse pra ele ir. Eu, sem reação, fiquei parada olhando pro corredor. Quando surge o rosto dele rapidinho, ergue o punho, e fala: "Força garota! Eu te amo muito!" E lançou um beijo pra mim.
Se ele ainda está forte? Sim, mais que a rocha que eu comparei a ele certa vez. Forte de corpo e mente. E não se poderia esperar que fosse diferente, vindo dele.
Vou deixar por último, um pedido que ele fez, pra nossa família que se estende.
Ele pediu pra que isso não atrapalhe nossas festas. Falou para que todos comemorem como sempre fizeram, porque isso vai deixá-lo satisfeito. Daí quando eu disse, que pedir para ser IGUAL era pedir demais, ele concluiu: " Então, pra não ser igual, dessa vez, na hora de brindar, brindem pela liberdade."
Não sei quando vou vê-lo agora. Mas já sei, que existem dias que podem ser os melhores e piores de uma única vez.
LIBERDADE PARA IGOR, RAFAEL, CAIO, FÁBIO E TODOS OS PRESOS POLÍTICOS!
FIM DAS PERSEGUIÇÕES!
EXTINÇÃO DE TODOS OS PROCESSOS!
NÃO PASSARÃO!

ESTADO ESPAÑOL: Micrófonos en nuestras casas, sí, claro. Un articulo Gonzalo Boye. El diario.es


Que la policía entre en nuestras casas y coloque aparatos de grabación pronto podrá ser una realidad
Como si de la lucha contra la criminalidad se tratase, el Gobierno ha aprobado una reforma de la Ley de Enjuiciamiento Criminal que permitirá esta medida y otras más
Mientras en los últimos días hemos visto grandes manifestaciones en oposición a la denominada " ley mordaza”, poco se ha dicho del anteproyecto de Ley Orgánica de modificación de la Ley de Enjuiciamiento Criminal (LECRIM), aprobado por el Consejo de Ministros el pasado 5 de diciembre. Hasta la fecha la información y los comentarios sobre este anteproyecto se han centrado en la posibilidad de que la policía realice intervenciones telefónicas sin previa autorización judicial, lo cual resulta, evidentemente, inconstitucional.
Sin embargo, las intervenciones telefónicas -en la forma en que vienen reguladas en el anteproyecto- no son el único atentado que dicho texto realiza contra los derechos garantizados en la Constitución de 1978, por lo que se deberá prestar mucha atención a la tramitación parlamentaria de dicha reforma e impedir que la misma adquiera carta de naturaleza.
Como esta no es la sede para realizar un estudio doctrinal sobre el anteproyecto de reforma parcial de la LECRIM, voy a centrarme en un tema que me parece de una gravedad y de unas consecuencias dignas de análisis y denuncia. Se trata de la inclusión del capítulo IV del anteproyecto, denominado " Captación y grabación de comunicaciones orales mediante la utilización de dispositivos electrónicos"; nombre que pocas pistas da sobre lo que realmente supone.
Mediante esta modificación, se introduce un nuevo artículo 588 ter a, titulado "Grabación de las comunicaciones orales directas", que establece lo siguiente: "Podrá autorizarse la colocación y utilización de dispositivos electrónicos que permitan la captación y grabación de las comunicaciones orales directas que se mantengan por la persona investigada, en la vía pública o en otro espacio abierto, en su domicilio o en cualesquiera otros lugares cerrados". Además, se añade que " los dispositivos de escucha y grabación podrán ser colocados tanto en el exterior como en el interior del domicilio o lugar cerrado", haciendo la salvedad de que dicha medida deberá ser autorizada por "el juez competente".
A continuación, este mismo artículo agrega que " en el supuesto en que fuera necesaria la entrada en el domicilio o en alguno de los espacios destinados al ejercicio de la privacidad, la resolución habilitante habrá de extender su motivación a la procedencia del acceso a dichos lugares". Es esta última una previsión obvia, pero que en ningún caso evita la inconstitucionalidad de la norma.
Continúa el texto señalando que dichos dispositivos no podrán ser usados en cualquier caso, sino en aquellos en que se den los presupuestos establecidos en el artículo 588 ter b, introducido en la misma reforma. Básicamente, estos se refieren a que se trate de la investigación de delitos cometidos en el seno de organizaciones criminales, delitos de terrorismo, delitos contra menores o personas con capacidad modificada judicialmente u otros delitos que, en virtud de las circunstancias del caso, puedan ser considerados de especial gravedad.
Téngase en cuenta que la reforma afecta a un derecho constitucional concreto: la inviolabilidad del domicilio, prevista en el artículo 18.2 de la Constitución. Algunos dirán que una norma así es la única forma de luchar contra la criminalidad organizada o contra el terrorismo, pero ¿hemos pensado y definido cuáles son esos "otros delitos que, en virtud de las circunstancias del caso, puedan ser considerados de especial gravedad"? Seguramente, y con los tiempos que corren, la especial gravedad se transformará en un concepto indeterminado a determinar por el Ministerio del Interior según su mejor criterio o interés político puntual.
También resulta preocupante lo previsto en el apartado 3 de este nuevo artículo 588 ter b), al afirmar que " la captación y grabación de las conversaciones del sujeto pasivo podrá ser acordada aunque afecte inevitablemente a terceros". Según esta previsión legal, da lo mismo si esas grabaciones afectan a un imputado o a terceros ajenos completamente a los hechos investigados, es decir, a cualquier ciudadano.
La reforma hace otra salvedad, en su artículo 588 ter d, respecto de la grabación de " conversaciones privadas y de la imagen" de los sujetos investigados, cuando estas se realicen " con quienes estén legalmente obligados a mantener el secreto profesional", es decir, con sus abogados. Pero, al margen de este límite, se extiende este tipo de medidas vulneradoras de derechos fundamentales a la grabación de imágenes que se realicen en el ámbito privado de los sujetos investigados, con lo que ello puede significar.
En resumen, con esta reforma se podrá entrar en el domicilio o en la oficina de cualquier persona y grabar no solo sus conversaciones, sino también las imágenes de sus comportamientos más íntimos, siempre y cuando a criterio policial se considere que se está ante delitos de especial gravedad. Aunque para ello, eso sí, se deba contar con la oportuna resolución judicial.
La experiencia dice que recabar una resolución judicial no es tarea excesivamente difícil si se hace el adecuado informe policial. En cambio, lo que resultará muy complejo es preservar después esas conversaciones e imágenes íntimas a buen recaudo y alejadas de su difusión pública.
Pero la custodia de las conversaciones e imágenes íntimas no son el mayor de los peligros a los que nos enfrentamos si esta reforma ve la luz. Su verdadera peligrosidad reside en la propia medida y en su ejecución, la cual conlleva, necesariamente, que determinados agentes de policía entren subrepticiamente en los domicilios afectados, cuando no se encuentren en ellos sus moradores, para colocar los dispositivos de grabación de audio e imagen. Otro tanto ocurrirá para retirar esos dispositivos al finalizar la investigación o al demostrarse la inutilidad de la misma.
Llegados a este punto, cabe preguntarse: ¿ existe una previsión legal o reglamentaria para formar a agentes policiales en este tipo de actividades o, por el contrario, ya contamos con agentes y unidades preparadas para ello? Seguramente la respuesta es tan obvia como preocupante.
No faltará quien argumente que otras legislaciones de nuestro entorno, como la italiana, ya prevén medidas similares. Sin embargo, a mi me preocupan especialmente estas tres cuestiones: primero, ¿qué es lo que sucede y sucederá en España?; segundo, ¿cómo se va a evitar la utilización de esta nueva norma para fines totalmente ajenos a aquellos para los que se ha previsto?; y, en tercer lugar, ¿cómo va a interpretarse la previsión normativa que extiende estas medidas para la investigación de "otros delitos que, en virtud de las circunstancias del caso, puedan ser considerados de especial gravedad"?.
A la vista de recientes usos partidistas de determinadas unidades policiales, nada impide sospechar del uso que se dará a este nuevo instrumento legal, que no constitucional, de investigación y cómo este puede ser manipulado no ya para investigar graves delitos, sino para la propia generación de pruebas de cargo. Porque, ¿quién puede controlar que cuando se entre a colocar un sistema de grabación no se lleven o dejen elementos incriminadores en contra del investigado?
Muchas de las reformas que se están abordando en este final de legislatura -como si lo que se estuviese acabando fuese un régimen- van encaminadas en la misma dirección: asegurar un control absoluto por parte del Estado y mermar, si no terminar con, los derechos constitucionales.
Ante tan grave acometida contra los derechos constitucionales, resultaría muy útil conocer cómo se posicionan aquellos partidos que tienen aspiraciones claras de formar gobierno en la próxima legislatura y que serían los encargados de implementar y hacer uso de estos pérfidos instrumentos de control -que no de investigación- de los delitos que se hayan podido cometer. Y ello porque en temas de derechos fundamentales no cabe ni apostar por la centralidad del tablero, ni por posturas ambiguas impropias de quienes pretenden gobernar.

viernes, 26 de diciembre de 2014

Saludo al 121 Aniversario Natalicio del Presidente Mao Tse-tung del Partido Comunista del Ecuador- Puka Inti.







¡VIVA EL 121 ANIVERSARIO DEL NATALICIO DEL PRESIDENTE MAO TSE-TUNG!
Los comunistas y pueblos oprimidos del mundo conmemoramos el 26 de diciembre un aniversario más del natalicio del Presidente Mao Tse-tung.
No basta sostener hoy en día sobre sus importantes y trascendentes aportes teóricos a las tres fuentes y tres partes del marxismo; vivificar la importancia que tuvo no solo para China, sino para el resto de países considerados semicolonias el desarrollo de la Revolución de Nueva Democracia como parte de la Revolución Proletaria Mundial, saturando así la necesidad de cumplir con los requerimientos de la revolución democrática burguesa pero desde la perspectiva de los intereses del proletariado en tránsito al socialismo. La genial estrategia de la Revolución Cultural y desde luego, los alcances por implementar el socialismo manifiesto como dictadura del proletariado. Hay que ir más allá, conmemorar el natalicio del Presidente Mao hoy  lleva implícito el reconocimiento a las Guerras Populares que se desatan en la India, Turquía, Filipinas y el Perú. Reconocer además la importancia y vigencia que tiene para la clase y los pueblos la Guerra Popular como la única estrategia que garantiza la conquista y construcción del Nuevo Poder, además de validar en la teoría y en la práctica los aportes del Presidente Gonzalo al marxismo-leninismo-maoísmo. Es decir, a nuestro criterio, ésta sería la síntesis de la vida del Presidente Mao que aún se sigue escribiendo en las cotidianas tareas del proletariado internacional y en la permanente brega de los pueblos oprimidos del mundo.
Pero conmemorar y reconocer la obra y vida del Presidente Mao también nos exige entender que la lucha que estamos impulsando los comunistas en el mundo, ya sea de quienes desarrollan Guerra Popular como de aquellos que decididamente construyen o reconstituyen partidos comunistas con ese objetivo, conquistar el Poder,  bajo ningún punto de vista podemos soslayar la necesidad de observar y combatir los nuevos vicios, taras y estrategias que nos ha venido planteando el imperialismo y la reacción haciendo uso de su principal aliado: el revisionismo, principalmente de aquél que en la actualidad compromete los esfuerzos por desarmar ideológicamente al proletariado desde los negros y banales argumentos de la “nueva síntesis” de Avakian y sus cómplices, que también se apoyan en el reformismo burgués.
Hay que dirigir nuestro esfuerzo ideológico y político de manera determinante e intransigente en contra del revisionismo, también hay que combatir al centrismo, convertido en la actualidad en el umbral por donde se filtra la ideología burguesa en filas del proletariado pretendiendo desvirtuar sus tareas estratégicas que apuntan a la Dictadura del Proletariado y al comunismo.
El centrismo, pertrechado de la ambigüedad ideológica es tan nocivo como el revisionismo. Opera lento, dual, turbio, a veces en silencio, termina siendo igual de letal. Hoy el centrismo no orbita solo en relación a la traición a la GP en el Nepal, Kirán y otros, ahora se va posicionando sobre otro escenario de acción en torno al Presidente  Gonzalo.
Movadef coludido directamente con la reacción desatan su vómito pretendiendo poner al Presidente Gonzalo al frente de la capitulación y derrota  de la Guerra Popular en el Perú. Ésta LOD dinamita al Partido y se esmera por arrastrar al proletariado y masas explotadas a transitar el camino burocrático. Y es precisamente aquí donde opera el centrismo. Duda, no combate a aquellos que se lanzan al barranco, a los que traicionaron los intereses de la clase, a la GP. No se pronuncia, no toma posición, y si lo hace, deja abierta la hendija de la incertidumbre, se vuelve racionalista, valida la prensa burguesa, se apoya en la información del viejo Estado, en la burguesía y su ideología para el análisis de todo aquello que se ha levantado en relación a las cartas, videos, y “pronunciamientos”  que se supone ha emitido el Presidente Gonzalo. Y desde luego, soslaya lo que enarbolan los comunistas en el Perú. Es ahí por donde penetra el revisionismo a cumplir su cometido:hacer daño, desvirtuar, engañar, a levantar patrañas que está visto, sirve al imperialismo y  al viejo estado del Perú e inyecta golpes que atentan la unidad del proletariado internacional.
A los centristas les cuesta aceptar que hay momentos difíciles, que nadie ha salido invicto de la lucha de clases, de las revoluciones, que los reveses están ahí propio de la dialéctica, del movimiento. Cuando ven o palpan dificultades se erizan, se preocupan, y se aproximan al oportunismo para estar con los “ganadores” en última instancia, sea quien sea.
Los centristas lo saben, en el Perú hay dificultades. Ahí se metió el imperialismo; el revisionismo coludió de manera descarada con la reacción y generaron corrientes derrotistas, cludicadoras o grupos que aún tienen la tarea de propender la derrota del PCP y de la GP. Saben que el proceso de reorganización del Partido en medio de la Guerra Popular se mantiene, con dificultades, ¡sí!, pero se mantiene y avanza de manera decisiva, sin embargo pierden la perspectiva de clase y ven niebla donde aún hay luz, ven derrota donde la victoria es una posibilidad cierta que hay que trabajar.
Los comunistas no dudamos, tenemos certeza de nuestra base ideológica, de nuestros principios, y la defensa del Presidente y del Pensamiento Gonzalo es precisamente eso, la defensa del maoísmo, la defensa de la Guerra Popular, de las revoluciones de Nueva Democracia donde sea necesario desarrollarlas, o del socialismo donde la realidad objetiva lo dicta, igual, las dos se inscriben en la GranRevolución Proletaria Mundial. La defensa del Presidente Gonzalo y de su jefatura del PCP es un problema de principios, y en ellos, no se duda, en absoluto.
Esto es hoy, en definitiva, conmemorar un aniversario más del natalicio del Presidente Mao Tse-tung, un esfuerzo de clase por sostener con decisión la lucha en contra del imperialismo, de la Gran Burguesía, de grandes terratenientes, de la indesmayable lucha en contra del revisionismo, del centrismo y desde luego, la defensa del marxismo-leninismo-maoísmo. Eso es, sin esta lucha y sin esta defensa, el Poder se vuelve una ilusión.


¡VIVA EL 121 ANIVERSARIO DEL NATALICIO DEL PRESIDENTE MAO TSE-TUNG!

¡VIVA EL MARXISMO-LENINISMO-MAOÍSMO!

¡VIVA LA GUERRA POPULAR EN LA INDIA, TURQUÍA, FILIPINAS Y EL PERÚ!

¡NADA ES IMPOSIBLE PARA QUIÉN SE ATREVE A CONQUISTAR LAS ALTURAS!





A CONQUISTAR EL SOL ROJO DE LA LIBERACIÓN: ¡EL COMUNISMO!

Con ocasión del 121º aniversario del nacimiento de Mao Tsetung.- Gran Marcha Hacia el Comunismo

Viento del Este septiembre 1976


Hoy 26 de Diciembre de 2014 se cumplen 121 años del nacimiento de Mao Tsetung, el gran dirigente y maestro de la clase obrera, del pueblo chino y de todo el proletariado y los oprimidos del mundo entero.
 
“Mao Tsetung – señalaba acertadamente la Declaración ¡Viva el Marxismo-Leninismo-Maoísmo! de 26 de Diciembre de 1993 del hoy desaparecido Movimiento Revolucionario Internacionalista- desarrolló el marxismo-leninismo a una nueva y superior etapa en el curso de sus muchas décadas de dirigir la Revolución china, la lucha mundial contra el revisionismo revisionismo y, lo más importante, al proporcionar en teoría y práctica el método de continuar la revolución bajo la dictadura del proletariado para impedir la restauración del capitalismo y continuar el avance hacia el comunismo. Mao Tsetung desarrolló de forma considerable todas las tres partes componentes del marxismo: la filosofía, la economía política y el socialismo científico.
(…) fue en el crisol de la Gran Revolución Cultural Proletaria que nuestra ideología dio un salto y emergió por completo el tercer gran hito, el marxismo-leninismo-maoísmo. Desde el plano superior del marxismo-leninismo-maoísmo los comunistas revolucionarios podrán comprender aún más profundamente las enseñanzas de los anteriores grandes líderes e incluso las primeras contribuciones de Mao Tsetung adquirirán un más profundo significado. Hoy, sin maoísmo no puede haber marxismo-leninismo. En realidad, negar el maoísmo es negar el marxismo-leninismo-maoísmo.
(…) Debemos enarbolar, defender, y lo más importante, aplicar el marxismo-leninismo-maoísmo.
Debemos acelerar nuestra lucha por la formación de una Internacional Comunista de nuevo tipo, basada en el marxismo-leninismo-maoísmo. La revolución proletaria mundial no puede avanzar hasta la victoria sin forjar tal arma porque, como enseñó Mao Tsetung, habremos de llegar todos en la tierra o nadie entra al comunismo.
Mao dijo, “El marxismo consiste en miles de verdades, pero en últimas todas se reducen a una: es justo rebelarse”. (…) asumir el marxismo-leninismo-maoísmo. Esta ideología liberadora y partisana tiene que ser llevada al proletariado y a todos los oprimidos porque solo ésta puede permitir que la rebelión de las masas arrase miles de años de explotación de clases y dar a luz el nuevo mundo del comunismo”.
En este 121º aniversario del nacimiento de Mao Tsetung reproducimos a continuación el artículo “Gloria eterna al Presidente Mao Tsetung”, publicado en “Viento del Este”, boletín de la Asociación de Amistad Hispano-China, número extraordinario, 9 de Septiembre de 1976, pág. 3, en el que se hace un repaso a la vida y obra del gran maestro Mao Tsetung y que Gran Marcha Hacia el Comunismo hemos transcrito para nuestro blog con esta ocasión:
GLORIA ETERNA AL PRESIDENTE MAO TSETUNG
El Presidente Mao Tsé-tung gran dirigente del pueblo chino, y gran revolucionario de nuestro tiempo, ha hecho a lo largo de su vida aportaciones fundamentales a la lucha de los pueblos por la Independencia, por la Paz, por la Democracia, por la Justicia, por el Progreso.
Desde su juventud, en la China feudal y colonial, desarrolló intensa actividad patriótica y progresista, fundando diversas instituciones, como fue la “Sociedad de Estudios para el Hombre Nuevo”. Con el incremento de la lucha antiimperialista que tiene como principal exponente en este periodo el “Movimiento 4 de Mayo” de 1.919, y a través de su intensa participación, Mao descubre el marxismo leninismo y comienza a trabajar para la fundación del Partido Comunista, junto con su compañera Yang Kai-huei (torturada y asesinada en 1.930 por el terror blanco de Tchiang Ki-chek negándose a renunciar a sus principios y a delatar a Mao Tsé-tung).
El 1º de Julio de 1.921, se celebra el Primer Congreso del Partido Comunista de China en Shanghai. Mao, delegado por la provincia de Junan se opone a la línea ultraizquierdista de Chang Kuo-tao defendiendo la unidad de acción con el Kuomintang de Sun Yat-sen. Posteriormente y ya en su provincia de Junan organiza, trabajando con los mineros, diversas agrupaciones sindicales llegando a agrupar a 12.000 obreros ferroviarios, ejemplo que seguirían multitud de fábricas en toda la provincia desencadenándose importantes huelgas y luchas. En 1.923 triunfa el punto de vista de Mao Tsé-tung, en el Tercer Congreso del Partido Comunista, en dura lucha contra las tendencias de derecha y de ultraizquierda, creándose el Primer Frente Unido con el Kuomintang, que durará hasta 1.927.
Se incrementa de modo extraordinario la lucha y la organización de los obreros al lado del Partido Comunista. El Kuomintang, que una vez muerto Sun Yat-sen, será dirigido por Tchiang Kai-chec va decantándose hacia la defensa de los intereses de la burguesía y el imperialismo. Mao Tse-tung propugna para el Partido Comunista la movilización, armamento y organización de los campesinos (85% de la población), pero la línea derechista se va afianzando y va perdiéndose progresivamente la dirección política del Frente Unido. Finalmente en 1.927 se desencadena primero contra los huelguistas de Shanghai y posteriormente en la mayoría de ciudades una gran masacre contra el movimiento revolucionario, el Partido Comunista es excluido del Frente Unido, y miles de sus militantes son decapitados.
Poco antes la resolución del Quinto Congreso del Partido Comunista de China estba marcada por la conciliación, pero el ataque a Nanchang dirigido por Mao Tsé-tung, el 1º de Agosto de 1.927 significa el nacimiento del Ejército Popular de Liberación que luchará y dirigirá la resistencia de las masas contra la invasión japonesa.
En 1.931, cuando el ejército japonés invade China, ayudado por el capitulacionismo de Tchiang Kai-chek que dedica sus máximos esfuerzos en la lucha contra las incipientes bases rojas, es el momento de la retirada estratégica de la Larga Marcha, columna formada por 120.000 personas, que a lo largo de trece meses recorre 10.000 Km. “Es la siembra en once provincias de semillas que germinarán, darán hojas, flores y frutos que se cosecharán en el futuro”. En la Larga Marcha triunfa de modo decidido la justa línea revolucionaria del Presidente Mao. Sólo 7.000 supervivientes llegarán a Yenan, cuartel general y centro de la lucha contra la invasión japonesa primero y contra las tropas reaccionarias de Tchiang Kai-chek y sus aliados imperialistas después. En este periodo Mao Tsé-tung escribe gran cantidad de obras sobre temas militares y políticos, entre otros “Sobre la guerra prolongada”, “Intervenciones sobre arte y literatura”…
El Ejército Popular de Liberación entra victoriosamente en la mayoría de ciudades haciendo posible el 1º de Octubre de 1.949 la solemne proclamación de la REPUBLICA POPULAR CHINA en la plaza Tien An-Men (Puerta de la Paz Celestial) de Pekín. Desde este momento y hasta hoy, el Presidente Mao ha dirigido al pueblo chino en la difícil tarea de transformación y edificación socialistas de la Nueva China.
La Gran Revolución Cultural Proletaria iniciada en 1.966 significa otra gran victoria de la línea del Presidente Mao a la vez que una aportación de incalculable valor a la revolución de los pueblos.
Mao Tsé-tung es una gran figura histórica revolucionaria
En el aspecto político, su labor teórica y práctica ha significado una elevación del marxismo leninismo a una nueva fase de desarrollo, correspondiente al momento de la crisis del antiguo imperialismo occidental, a la aparición del nuevo imperialismo soviético, y al auge de la lucha de liberación de los pueblos oprimidos, adaptándolo a las condiciones concretas de la revolución china.
En el aspecto militar, ha contribuido de manera vital a la lucha revolucionaria con sus aportaciones sobre la guerra popular: guerra de guerrillas, autosostenimiento, apoyo en las masas como factor determinante, lucha prolongada, y táctica y estrategia militar, en aplicación del principio “el poder está en la punta del fusil”.
En el aspecto ideológico, su dirección personal de la Gran Revolución Cultural Proletaria ha significado que el pueblo tomara en su manos la dirección en todos los aspectos de la sociedad, políticos, económicos, científicos, culturales, artísticos. La crítica y autocrítica como método de trabajo para el progreso supone otra aportación importantísima que ataca de raíz al revisionismo y previene la restauración del capitalismo en un país socialista, afianzando la dictadura del proletariado.
El Presidente Mao, totalmente opuesto al culto a la personalidad, ha sido consecuente en todo momento con el principio de que la historia la realizan los pueblos y no las grandes personalidades. La veneración del pueblo chino por Mao Tsé-tung proviene de su extraordinaria capacidad para interpretar las necesidades del las masas y dirigirlas hacia sus aspiraciones con el respaldo y reconocimiento de la justa voluntad popular. La vida de Mao Tsé-tung ha sido un grandioso ejemplo de “SERVIR DE TODO CORAZÓN AL PUEBLO”

26 DE DEZEMBRO: 121 ANOS DO NASCIMENTO DO DIRIGENTE COMUNISTA MAO TSETUNG (A Nova Democracia)


Por ocasião do 121º aniversário de nascimento de Mao Tsetung, principal dirigente da Revolução Chinesa de 1949 e da Grande Revolução Cultural Proletária, compartilhamos o link do artigo do NÚCLEO DE ESTUDOS DO MARXISMO-LENINISMO-MAOÍSMO (BRASIL) publicado pelo jornal A Nova Democracia no início de 2014.
O Estado fascista da China de hoje (que o monopólio da imprensa reacionária ainda chama de "comunista") em nada se assemelha à China revolucionária, socialista e de prosperidade social de meados do século XX (1949 até final dos anos 70, quando começou a ser restaurado o capitalismo após o golpe de direita). Para relembrar a data, hoje, assim como em todos os anos, milhões de chineses e organizações revolucionárias de todo o mundo preparam homenagens. O próprio povo chinês, em suas homenagens anuais, desmentem as inúmeras calúnias que foram criadas contra a experiência socialista no país, como as infames mentiras de "ditadura cruel", "regime sanguinário" etc.

MARCHA SOBRE KUANGCH ANG un poema do Presidente Mao. Celebrando con júbilo el 121 aniversario del nacimiento del Presidente Mao Tse-tung. (Shaoshan,Hunan, 26 de Diciembre de 1893)


MARCHA SOBRE KUANGCH´ANG

(segundo a melodia Chien Tzu Mu Lan Hua)

Branco todo o vasto mundo:

marchar na neve dava-nos urgência.

O vento agitava as bandeiras

ao subirmos as altas montanhas.

Qual o nosso destino?

O vento e a neve de Kanchiang.

Ordens foram dadas ontem:

que um laque de operários e camponeses ocupem Chian.

Fevereiro, 1930

Notas:

A presente traduçao do chines pertenece a Manuel Seabra, para Editorial Futura de Lisboa no 1974.

jueves, 25 de diciembre de 2014

KURDISTAN: Jóvenes de Kobanê estan regresando y uniéndose a la resistencia.

 
NEWS DESK- 25 diciembre 2014.-Mientras que la "operación de limpieza" lanzada por el YPG / YPJ contra las bandas de ISIS en la ciudad Kobanê continúa, los jóvenes que previamente se fueron, están regresando.
Ahora hace más de 3 meses desde que los combatientes del YPG y YPJ comenzaron su resistencia histórica contra las bandas ISIS, y la "operación de limpieza" continúa. Grupos de jóvenes están regresando a la ciudad para unirse a los combatientes YPG / YPJ a medida que continúan su avance determinado. Estos jóvenes que abandonaron el cantón y fueron a Pirsûs (Suruç) cuando comenzaron los primeros ataques de las pandillas IS, dicen que no podrían permanecer como meros espectadores de ver como su tierra estaba ocupada, y han vuelto a unirse a la resistencia. Se ha informado de que los rendimientos han aumentado desde el KCK emitió un comunicado pidiendo a los jóvenes volver y luchar.
"Estoy luchando contra los que atacaron a las mujeres kurdas '”
Silva Kobanî, que regresó la semana pasada, hizo hincapié en que quería luchar para liberar a la totalidad de Rojava, no sólo Kobanî, diciendo: "Vine a luchar contra el enemigo que quiere esclavizar a las mujeres kurdas. Limpiaremos el todo el Kurdistán de estas pandillas, tal como lo hicimos en Singal (Sinjar). Todos los jóvenes deben regresar y unirse a la resistencia y pronto saldremos victoriosos”.
"Vi a las mujeres resistir '
Hevi Miştenur, una joven que regresó después de 3 meses en Pirsûs para unirse a la YPJ, dijo: "Fue difícil para mí para sentarme allí mientras los jóvenes de todo el Kurdistán se unieron a la resistencia." Hevi Miştenur agregó que el YPJ le había demostrado que la mujer podía tomar las armas para defender su tierra.
"La gente debe venir a casa '
Hozan, que volvió a Kobanî hace una semana, dijo: "Nos comprometemos a que vamos a limpiar Kobanî de estas pandillas." Agregó que las personas deben regresar a sus hogares, ya que las pandillas estaban en retirada. Otra recién repatriado, Öcalan, dijo: "Estamos avanzando cada día. Es necesario que los jóvenes regresen y se unen a la defensa de su tierra”.
 

Comunicado do Ateneu Proletário Galego sobre o processo autodeterminista catalám


Catalunya 2

Comunicado sobre o processo autodeterminista catalám

1- Quando julguemos ao 9N temos que ter em conta que nada deste processo foi decidido polo proletariado catalám e ainda menos polas comunistas e os comunistas catalans. A capacidade do proletariado revolucionário catalám de influir nos acontecimentos políticos atuais (sem um partido proletário que fussione vanguarda e massas) é muito limitada.

2- A mediana e a pequena burguesia (sobretodo) mais também a aristocracia operária catalá, como impulsores do processo autodeterminista catalám, buscam defender os seus interesses da maneira que consideram mais vantajosa. A reivindicaçom da autodeterminaçom nacional por estas classes está supeditada,como nom podia ser doutra maneira, aos seus interesses de classe, interesses contrapostos aos do proletariado catalám. E isto é assi porque nas sociedades capitalistas “o material manda sobre o espiritual” (sobre os princípios).

3- A mediana, a pequena burguesia e a aristocracia operária nom tenhem um projeto de sociedade viável frente à sociedade capitalista, já que em realidade nem tam sequer podem ter umha autêntica independência política (com respeito à burguesia). As classes sociais secundárias ou um setor acomodado e conservador da classe operária como é a aristocracia operária nom podem ter umha autêntica independência política como a do proletariado.
Nas atuais circunstâncias nom existe um proletariado revolucionário organizado em partido de novo tipo que pudesse ganhar o apoio dessas classes secundárias a favor do campo revolucionário. Isto leva a estas classes e setores a que -por mui radicalizadas que estejam- acabem, em última instância, a supeditar-se e, em último termo, a servir aos interesses da burguesia.

4- A redaçom das perguntas, longas e confusas, estavam pensadas para manter umha ambigüidade que permitisse a negociaçom entre a burguesia catalana e a oligarquia espanhola. Ainda que as vezes entrem em conflito, tenhem em comum a disposiçom de manter a exploraçom sobre a classe obreira catalá.

5- O 9N foi um referendo ilegal. No contexto histórico atual do Estado Espanhol, apoiar qualquer referendo de autodeterminaçom que supere a legalidade burguesa é umha obriga para as comunistas de qualquer dos povos que sofrem este estado. Também é umha obriga para qualquer comunista desacreditar ao nacionalismo espanhol, que nom é mais que um instrumento da oligarquia espanhola e das burguesias que a apoiam.

6- As caraterísticas particulares, as debilidades do estado e do nacionalismo espanhol (a diferença, por exemplo, da Monarquia Britânica), fam com que a independência de Catalunha debilitaria politicamente ao estado. O debilitamento económico, ainda com Catalunha dentro da UE, só ocorreria com umha má negociaçom do reparto da grande dívida pública do Estado Espanhol.

7- Como é lógico tratando-se dum referendo de autodeterminaçom de Catalunha que é ilegal, o proletariado catalám politicamente mais avançado apoiou-no. Seria impossível explicar-lhe a estes setores qualquer outra postura que nom fosse chamar a participaçom e a votar um duplo si. Ainda sabendo que este referendo é umha manobra que em si mesma nom muda a correlaçom de forças entre o proletariado e a burguesia.

8- O grande problema político para a vanguarda proletária catalá no contexto do 9N era manter a sua independência política como classe. Ter um discurso próprio, revolucionário, num contexto que leva as grandes massas a crer que podem mudar as suas vidas simplesmente substituindo ao Estado Espanhol polo Estado burguês catalám, dumha maneira pacífica e sem arriscar nada numha guerra civil revolucionária. Sem dúvida umha utopia mui agradável mas que nom se corresponde co que nos ensina a realidade histórica da luita de classes.

9- Que Catalunha ou Galiza sejam independentes sem que o proletariado tenha tomado o poder nom é mais que um acidente histórico, algo que depende de atores políticos alheios ao proletariado. Nom é umha lei universal do desenvolvimento das sociedades, pola que forçosamente tenham que passar o povo catalám, o galego, nem nengum outro povo.

10- Artur Mas e CIU propugérom umha candidatura de unidade nacional e ERC um programa político comum e um governo de unidade nacional. Trampas todas que, no caso de as assumir, alonjariam a vanguarda das suas prioridades de trabalho e criariam mais confusom entre as massas. O proletariado de qualquer povo nom pode deixar-se arrastrar pola trampa podre duns supostos interesses nacionais comuns, que ao transformar-se em realidade nom podem ser mais que os interesses concretos dumha determinada classe social.

11- É umha péssima notícia -para nós- que parte do movimento independentista catalám se deixe arrastrar polas mesmas falsas ilusons polas que se deixa arrastrar boa parte do independentismo galego. Que a luita por um referendo de autodeterminaçom fortaleza a um movimento independentista revolucionário é algo que está por ver. É algo que dependerá da habilidade do proletariado revolucionário catalám para manejar-se na situaçom concreta, para seguir a linha política justa.
Que as grandes massas que formam o povo trabalhador catalám vejam as instituçons do estado como um instrumento para solucionar os seus problemas e melhorar a sociedade dificulta que assumam a teoria revolucionária que necessitamos para ter consciência da realidade e poder transformá-la.

Celebrando con júbilo el 121 aniversario del nacimiento del Presidente Mao Tse-tung. (Shaoshan,Hunan, 26 de Diciembre de 1893)

毛澤東

miércoles, 24 de diciembre de 2014

ESTUDANTES DO CHILE SE SOLIDARIZAM COM ATIVISTAS PRESOS POLÍTICOS DO BRASIL (A Nova Democracia)




Ativistas da Frente Estudantil Revolucionária e Popular (FERP - Chile) enviaram esta foto de uma pichação com os dizeres: 
"Liberdade aos presos políticos do Brasil!"
"Viva o Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR!".
O ativista Igor Mendes, preso desde 3 de decembre no Rio de Janeiro, também é militante do MEPR.

martes, 23 de diciembre de 2014

The Next Front (Nepal): Acerca de un nuevo libro sobre el Movimiento Maoísta y una denuncia a la línea de Biplav


Nota – Reproducimos a continuación el artículo “Un nuevo libro sobre el movimiento maoísta” publicado el pasado 13 de Diciembre de 2014 en la página web de The Next Front (El Próximo Frente) del Frente Activista Cultural Intelectual Revolucionario de Nepal y que contiene además una denuncia a la línea del nuevo partido encabezado por Netra Bikram Chanda `Biplav´, surgido a comienzos de este mes tras separarse del PCN-Maoísta, artículo que Gran Marcha Hacia el Comunismo ha traducido al español:

UN NUEVO LIBRO SOBRE EL MOVIMIENTO MAOISTA

Bhakta Bahadur Pratisthan va a publicar otro libro titulado Dinámica y Orientación del Movimiento Maoísta. Su primera publicación fue Marxismo y Política de Identidad, que ha cosechado una inmensa popularidad entre los marxistas auténticos. El Bhakta Bahadur Memorial Academy es el instituto, creado bajo el nombre de Bhakta Bahadur Shrestha, el tercer Secretario General del Partido Comunista de Nepal (Cuarta Convención). Fue Presidente del Consejo Asesor Central del entonces PCUN (Maoísta).
Este nuevo libro Dinámica y Orientación del Movimiento Maoísta incluye algunos escritos y documentos históricos relativos a la Revolución Maoísta y la Guerra Popular. Incluye: “Sobre la rectificación de las ideas erróneas en el Partido” y “Resolución sobre ciertas cuestiones en la historia de nuestro Partido” del Camarada Mao Tsetung. Dos documentos históricos “Llamamiento al Pueblo de la India” y “Mensaje a la Conferencia Internacional de Milán en Solidaridad con la Guerra Popular en la India” del PC de la India (Maoísta) publicados con ocasión de los 10 años del PC de la India (Maoísta). “La teoría de Mao Tsetung sobre la Guerra Popular es la estrategia militar del Proletariado y los Pueblos Oprimidos de las Semicolonias” del TKP/ML. “Categorías de la Política Militar Revolucionaria” por T. Derbent, “Guevara, Debray y el Revisionismo Armado” por Lenny Wolf, PCR, EU y “El Movimiento Comunista Internacional y la cuestión de construir un nuevo centro embrionario” de Rishi Raj Baral, y más artículos. Todos estos artículos están traducidos al nepalí vernáculo. Estos son artículos de gran significación. Los editores de esta colección son Rishi Raj Baral y Nandish Adhikari.
Estos días el movimiento maoísta nepalí se está enfrentando a obstáculos inesperados. Prachanda-Baburam han abandonado el camino de la Revolución de Nueva Democracia y están ejercitando la “transformación pacífica”. Netra Bikram Chanda `Biplav´, con su banda, ha abandonado el PCN-Maoísta, y ha formado otro partido. Defiende la “Teoría de la Revolución Unificada”. Ha abandonado el camino de la Revolución de Nueva Democracia y ha adoptado el camino del Che y Debray que es el foquismo. Utiliza el término de la lucha armada, pero no la Guerra Popular maoísta. Ha perdido su fe en la clase proletaria y defiende que la clase media urbana será vital para la revolución nepalí. En realidad, Biplav ha abandonado el Camino Maoísta y ha adoptado el camino hacia la “Revolución Cubana”. Ahora está negociando compartir el poder en el Gobierno reaccionario. No importa cómo, en nombre de la revolución, la banda de Biplav ha adoptado el camino del Revisionismo Armado. Exhortamos a nuestros simpatizantes y partidos y organizaciones hermanas a estudiar minuciosamente el papel y actividades de Biplav. Pensamos que los documentos y artículos incluidos en este libro facilitarán sus capacidades y voluntad, que actualmente se encuentran equivocadas y aún en una “encrucijada”.