domingo, 6 de mayo de 2018

INDIA: Emboscada naxalita deja dos nuevos policias muertos en Chhattisgarh.

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correovermello-noticias
New Delhi, 06.05.18
Agencias de noticias dan cuenta de una nueva emboscada del maoísta Ejercito Guerrillero Popular de Liberación contra efectivos de las fuerzas represivas en el estado de Chhattisgarh.
La misma tubo lugar en los bosques de Amamora, cercanos a la aldea de Mainpur, cuando efectivos del 65 batallón de las CRPF y elementos de la policía del estado calleron en una emboscada de los naxalitas, que hicieron explotar varias minas a distancia y a continuación abrieron un nutrido fuego de armas automáticas. Dos elementos de las fuerzas represiva resultaron mortalmente heridos, falleciendo posteriormente en el hospital.
Gariaband es un distrito afectado por los maoístas, pero no ha sido testigo de ningún ataque o muerte desde hace bastante tiempo. Anteriormente, Mainpur era parte del distrito de Raipur hasta que Gariaband se dividió en 2012.
Se informa de otro enfrentamiento con fuerzas revolucionarias en Dalma, cuando unidades del EGPL, supuestamente dirigidas por el camarada Aakash, fueron detectadas por elementos policiales en la zona boscosa de Konkadasha produciéndose un intercambio de disparos por lo menos de media hora. No se reportan bajas.
Así mismo, se informa de la ejecución de un soplón policial, en en la aldea Horekasa de Dhanora Tehsil, en el norte de Gadchiroli. Se trata de un hombre de 45 años, involucrado en la delación que costo la vida a la camarada Rajitha, en mayo del pasado año. Un pelotón del EGPL, vestidos de verde olivo, tomaron la vivienda del criminal y lo condujeron, en medio de sus suplicas cobardes, a un bosque cercano donde fue ejecutado. Los maoístas dejaron carteles, en tinta roja, informando de la sentencia contra el soplón policial.
La camarada Rajitha, secretaria Comité del Área de Chatgaon del PCI (maoísta), fue cercada en una vivienda, en la que pasaba la noche, por fuerzas represivas y mantuvo un heroico combate, por mas de diez horas, hasta que fue asesinada por las granadas lanzadas por la policía.

sábado, 5 de mayo de 2018

Celebrando con jubilo el 200 aniversario del nacimiento de Karl Marx.


Alemanha: Viva os 200º aniversário de nascimento de Karl Marx!

Nota do blog: Reproduzimos comunicado do Comitê Organizador da Celebração do 200º Aniversário de Karl Marx (República Federal da Alemanha) e chamamento para celebração deste importante dia para o proletariado internacional.
Tradução não-oficial.


Viva o 200º aniversário de nascimento de Karl Marx!

No dia 5 de maio, há 200 anos, a classe operária e todos os oprimidos do mundo receberam a um dos maiores revolucionários de todos os tempos: nasceu Karl Marx. Foi ele quem deu pela primeira vez a todos os oprimidos do mundo uma nova e poderosa arma: o marxismo. Durante toda sua vida, Marx, se dedicou a luta contra a velha ordem e ao derrocamento da burguesia para alcançar o comunismo com a ditadura do proletariado, a última classe da história.

Desde o princípio, Marx foi um defensor da violência revolucionária para derrocar a dominação da burguesia e seu sistema opressivo e explorador. Como ele disse: “A violência é a parteira de qualquer sociedade velha que está gestando uma nova”. O qual também o levou a concluir que as classes trabalhadoras devem lutar por sua emancipação no campo de batalha. Mas, todavia, há muita gente que quer negar estas verdades e atacar Marx e seus ensinamentos em conjunto. Mas Marx não era um rato de biblioteca, nem um humanista, nem um simples economista, mas sim um revolucionário e lutador até o final. Quem daqueles que hoje tentam diminuir e distorcer seus logros passou pelas dificuldades sob as quais Marx desenvolveu seu trabalho revolucionário? Exílio, censura, uma vida de feroz pobreza no exílio, apesar de tudo o que Marx nunca abjurou de seus objetivos e princípios.
E apenas os que não passaram sua vida pelejando contra pontos de vista falsos e a falsificação do marxismo podem negar seriamente que esta é uma luta amarga. Uma luta em que os revolucionários se preocupam em última instancia por sua existência como revolucionários. Aqueles que queriam colocá-lo como um cientifico burguês ele os marcou a fogo: “… Pelo que a mim se refere, não me cabe o mérito de ter descoberto a existência das classes na sociedade moderna nem a luta entre elas. Muito antes que eu, alguns historiadores burgueses já haviam exposto o desenvolvimento histórico desta luta de classe e alguns economistas burgueses a anatomia econômica destas. O que eu aportei de novo foi a demonstração de: 1) que a existência das classes está ligada apenas a determinadas fases históricas de desenvolvimento da produção; 2) que a luta de classes conduz, necessariamente, à ditadura do proletariado; 3) que esta mesma ditadura não é por si só mais que a transição até a abolição de todas e até uma sociedade sem classes…” (Marx, Carta a Joseph Weydemeyer). Assim aplastou as mentiras dos burgueses sobre sua obra, a qual hoje eles ainda estão tentando se voltar para embotar o marxismo como uma “teoria cientificista” histórica ou economia pura. O marxismo é o reconhecimento da necessidade de ditadura do proletariado, eles gostem ou não.
O “Manifesto do Partido Comunista”, um dos marcos que Marx criou junto com seu camarada de luta Frederic Engels, este ano celebra seu 170º aniversário. Esta obra mestre já continha alguns dos princípios mais importantes do marxismo. Ainda que alguns acreditem que tem uma linguagem muito antiga, não perdeu nada de sua importância fundamental. Um dos princípios marxistas que já se encontra no Manifesto é o internacionalismo proletário. Os revolucionários proletários de todo o mundo se aferram a este principio no 200º aniversário de nascimento de Karl Marx e celebram juntos este grande evento. Desde o coração da besta do imperialismo alemão, que vai ampliando sua agressão contra os povos do mundo, que em sua história recente desatou uma das maiores “caçada às bruxas’’ contra os revolucionários e as massas que lutam, os revolucionários de todo o mundo celebramos daqui este grande aniversário e desfraldamos a bandeira do marxismo ainda mais alto e desafiamos o imperialismo assim: Nos manteremos unidos e isso nos faz invencíveis!
Os revolucionários do mundo revivem assim o espírito da Associação Internacional de Trabalhadores de Marx: a Primeira Internacional. Para fundir-se em só espírito como uma só classe em todo o mundo, com uma luta e um objetivo comum: o comunismo. Conectados por um princípio básico sólido comum, marchamos unidos resolutamente para a reunificação do movimento revolucionário mundial em uma nova organização. A celebração do bicentenário do nascimento do grande Karl Marx fará com que os revolucionários de todo o mundo sejam ainda mais fortes em seu trabalho. Animados pelo conhecimento de que seus camaradas de todo o mundo estão lutando e fortalecendo-se, sabedores que as massas de todo o mundo estão brigando por sua libertação, estão brigando pelo comunismo.
Finalmente, o que Mao Tsetung disse sobre o marxismo deve ser repetido: “O marxismo consiste de milhares de verdades, mas todas se reduzem a uma frase: ‘A rebelião se justifica’”. Durante milhares de anos se dizia que é justo oprimir, é justo explorar e é mal rebelar-se. Este veredicto foi revogado somente com a aparição do marxismo. É uma grande contribuição. Foi mediante a luta que o proletariado aprendeu esta verdade, e Marx sacou a conclusão. E a partir desta verdade, segue a resistência, luta e batalha pelo socialismo. (Mao Tsetung, De um discurso diante da Reunião em Yenán para Comemorar o 60º Aniversário de Stalin – China Popular. )”.
Este resumo do marxismo descreve brevemente o logro que Karl Marx alcançou, como executou e proclamou a ruptura mais radical com a ordem imperante. Como, pela primeira vez, articulou unanimemente o que antes era impensável e escreveu: Um mundo sem exploração e opressão. É por isso que os oprimidos e explorados em todo o mundo, especialmente neste ano, estão novamente elevando o lema que resume o marxismo em uma sentença: A rebelião se justifica!

Proletários de todos os países, uni-vos!
Celebrar o 200º aniversário do nascimento do grande Karl Marx!
A campanha para comemorar o 200º aniversário de Karl Marx está sendo conduzida por camaradas em todo o mundo. Como parte disto, se levará a cabo uma grande celebração no dia 30 de junho de 2018. Ações de mobilização, concertos e outras atividades para a campanha estão por vir.
Estejam atentos, acompanhem as notícias da campanha e marquem o dia 30/06 com vermelho no calendário!
Comitê Organizador (RFA) da celebração do 200º aniversário de Karl Marx
29 de abril de 2018

INDIA: Nuevo enfrentamiento entre unidades del EGPL y fuerzas represivas en Hyderabad.


 
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New Delhi, 05.05.18
La prensa india informa de un nuevo combate entre unidades del EGPL y fuerzas represivas Greyhound de Telengana. En el mismo habrían muerto una decena de combatientes revolucionarios y un comando de la fuerza represiva.
El supuesto combate se produjo en la boscosa zona fronteriza de Pujarkanker en el distrito de Bijapur en Chhattisgarh el pasado día 3 de mayo.
Medios policiales afirman que entre los combatientes revolucionarios muertos esta el camarada Hari Bhushan, conocido como Vepa Narayana, uno de los principales líderes del Comité Estatal Telangana del PCI (maoísta). Seis de los combatientes asesinados eran mujeres.

jueves, 3 de mayo de 2018

Declaración conjunta de partidos y organizaciones maoístas con motivo del 1º de mayo del 2018.




¡Proletarios de todos los países, uníos!
Declaración conjunta de Partidos y Organizaciones Maoístas
con motivo del Primero de Mayo de 2018:

 ¡Proletarios de todos los países, uníos!

En este primero de mayo de 2018 nos dirigimos al proletariado internacional, como parte de la gran Campaña Mundial por los 200 años del nacimiento de nuestro gran fundador, Karl Marx. Este glorioso bicentenario del nacimiento de nuestro fundador lo celebramos también junto al 170 aniversario del Manifiesto del Partido Comunista, reafirmándonos en la plena vigencia de la Ideología, Principios y Programa fundamentales del proletariado internacional por él establecidos, sintetizados en el lema: ¡Proletarios de todos los países, uníos!
Con el Manifiesto Comunista, primera presentación sistemática teórica, ideológica y política del Comunismo, nació el Movimiento Comunista Internacional, de la Liga de los Comunistas a la Asociación Internacional de los Trabajadores y de ésta a los días de hoy, pasando por la II Internacional y por la III, la gloriosa Internacional Comunista, expresión organizada de la vanguardia del proletariado internacional, que marcha, entre vueltas y revueltas, inconteniblemente enarbolando, defendiendo y aplicando los principios y programa que llevarán a la humanidad al Nuevo Mundo, a la sociedad sin clases, al Comunismo.
Con el nacimiento del Movimiento Comunista la historia conoció el surgimiento de un nuevo tipo de hombres, dotados de firme unidad de pensamiento y acción, los comunistas, organizados en partido distinto y opuesto a todos los demás partidos hasta entonces conocidos en la historia, hombres y mujeres dispuestos a dar la vida por la causa de la emancipación humana, a través de la única vía posible, la de la emancipación política del proletariado: la Revolución Proletaria, la Dictadura del Proletariado, el Socialismo científico como tránsito al luminoso Comunismo. En este primero de mayo, rendimos nuestros más ardientes homenajes a los gigantes del pensamiento y la acción Carlos Marx, Friedrich Engels, Vladimir Lenin, Josef Stalin y al Presidente Mao Tsetung, destacadamente las tres grandes Luminarias Inmarcesibles Marx, Lenin y el Presidente Mao, y a las incontables legiones de comunistas del Movimiento Comunista Internacional, que a lo largo de estos 170 años vienen de forma indoblegable entregando sus vidas por la tan gloriosa y la mayor de todas las causas.
Transcurridos ​​200 años del nacimiento de nuestro fundador y 170 años del Manifiesto, el mundo nunca antes estuvo tan pleno de tormentas y tan maduras las condiciones objetivas para la Revolución Proletaria Mundial, dadas por el nivel nunca antes visto de la socialización de la producción y por el más avanzado grado de descomposición del capitalismo, el imperialismo agonizante. Y, pese a que el proletariado ha sufrido reveses con las restauraciones capitalistas, allí donde él había conquistado el Poder y edificó el socialismo, el proletariado revolucionario comprobó y desarrolló su ideología científica del marxismo, pasando al marxismo-leninismo y al  marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo como su nueva, tercera y superior etapa, dotando a la clase, más que nunca, de su arma todopoderosa para movilizar, politizar y organizar a las masas oprimidas del mundo para luchar, derrotar y barrer, parte por parte, de la faz de la tierra al imperialismo, sus lacayos y a toda la reacción, combatiendo de modo implacable e inseparable al revisionismo y a todo el oportunismo.
La crisis general de descomposición del imperialismo sigue agravándose y en los próximos años y décadas seguirá produciendo disturbios de magnitudes crecientes, llevando sufrimientos inauditos a las masas populares en todo el mundo y provocando a su vez su más feroz resistencia y justa rebelión. El drama de millones de refugiados golpeados por las guerras de agresión y genocidios demuestra el rostro verdadero de la "civilización" imperialista, el imperialismo es cáncer y los pueblos del mundo no lo necesitan. El imperialismo no tiene otro destino que fracasar sucesivamente, mientras el pueblo está condenado a triunfar inevitablemente. ¡Pero se necesita la vanguardia proletaria para plasmarlo cuanto antes!
La concentración mundial de riqueza se acentuó aún más en 2017, según datos de su propia ONG Oxfam, el 82% de las riquezas producidas en el mundo durante el último año quedaron concentradas en las manos del 1% de la población, siendo que 3.700 millones de personas, la mitad de la población mundial no se quedaron con nada. El aumento de la desigualdad crece de forma acelerada también en los propios países imperialistas de América del Norte, Europa y Asia donde la incorporación de grandes olas de inmigrantes al proletariado de esos países, hace agudizar enormemente la contradicción entre proletariado y burguesía.
La creciente primarización y desnacionalización de la economía de los países de Tercer Mundo acentúan su dependencia económica y la dominación semicolonial o colonial del imperialismo. Las llamadas "concesiones" petroleras, mineras, forestales se multiplicaron por América Latina, África, en Turquía y en India, promoviendo masivas expulsiones de masas de sus tierras y produciendo grandes devastaciones en el medio natural y social, y generando verdaderos enclaves coloniales en los territorios de la India, Brasil, México, Perú, Bolivia, África del Sur, Filipinas, etc.
De acuerdo con datos oficiales la concentración de tierras en América Latina es aún mayor que antes de la década de 1960, siendo la mayor del mundo. En la India y en todo el sur de Asia grandes contingentes de cientos de millones de campesinos se están levantando en defensa de sus tierras, demostrando que su papel es decisivo para las revoluciones democráticas, que al contrario de disminuir, se ha elevado. Los campesinos son prácticamente la mitad de la población mundial, son la fuerza principal de la Revolución Mundial.
El imperialismo yanqui (“el perro gordo”) como superpotencia hegemónica única es el enemigo principal de los pueblos del mundo, es el que encabeza, en colusión y pugna con la superpotencia atómica rusa ("el perro flaco") y demás potencias imperialistas, las guerras de agresión y rapiña contra los pueblos y naciones oprimidas del mundo.
Sobre la base de cada vez más profunda crisis económica del sistema imperialista mundial, de la que forma parte la crisis del capitalismo burocrático de los países oprimidos, todo el sistema político del viejo orden entra en avanzado grado de descomposición. Las crisis políticas expresan mayor y creciente pugna entre las facciones de las clases dominantes, demostrando que los viejos Estados reaccionarios ya alcanzaron una etapa avanzada de descomposición y hundimiento. En el mundo se desarrolla una situación revolucionaria de forma desigual y persistente.
Los escándalos de corrupción por todo el mundo, además de resaltar la naturaleza putrefacta de estos gobiernos, demuestran la creciente unión personal entre representantes de grandes corporaciones monopólicas y el Poder del Estado. Las elecciones burguesas, como medio de legitimación del viejo orden, están cada vez más desacreditadas, sin legitimidad y despiertan el rechazo espontáneo de las masas, demostrando el agotamiento de la ofensiva general de la contrarrevolución.
Los EE.UU., encabezados por el archirreaccionario Trump, sigue desarrollando su guerra de agresión por la partición y nuevo reparto del llamado Oriente Medio Ampliado (Asia Occidental), agudizando aún más la contradicción principal de la época y del mundo actual, entre las naciones oprimidas, por una parte, y las superpotencias y potencias imperialistas, por la otra.
Después de las derrotas militares sufridas sobre el terreno, los imperialistas yanquis persisten preparando una nueva escalada de agresiones a Siria y en todo el Oriente Medio Ampliado. Y, en medio de la colusión y pugna imperialista, se utilizan cada vez más las fuerzas lacayas y de sus sirvientes de la región, como las de la monarquía terrateniente-burocrática de Arabia Saudita, de la República teocrática terrateniente-burocrática de Irán, tropas intervencionistas del Estado terrateniente-burocrático Turco encabezado por Erdogan, complementadas con el auxilio de fuerzas mercenarias reaccionarias de diversos tipos, llevando a más y mayores genocidios en la región.
Como parte de estas guerras de agresión y genocidios estamos asistiendo a la utilización de movimientos nacionalistas reaccionarios para desviar las luchas de liberación nacional, como el encabezado por la dirección oportunista terrateniente-burguesa del PKK, que arrastró parte de las masas kurdas a ser masa de maniobra y carne de cañón para los planes de los imperialistas de ocupación y rapiña en la región, sirviendo a los objetivos imperialistas de partición y nuevo reparto de Siria en zonas y esferas de influencia.
En medio de la dura lucha de clases contra la reacción y el imperialismo y la lucha contra el revisionismo y el liquidacionismo, el heroico proletariado de Turquía está forjando los instrumentos capaces de desarrollar la Revolución de Nueva Democracia mediante Guerra Popular, contra la semifeudalidad, la gran burguesía, el imperialismo y el viejo y lacayo Estado terrateniente-burocrático encabezado por el régimen absolutista y genocida de Erdogan - AKP. Los comunistas de Turquía están luchando por unir al pueblo turco y kurdo en el Frente Único Revolucionario dirigido absolutamente por el Partido Comunista para realizar la Revolución de Nueva Democracia a través de la Guerra Popular.
La verdadera autodeterminación nacional para la Nación Kurda, como en el caso de Cataluña, País Vasco, Irlanda y otras, sólo podrá alcanzarse a través de la revolución de Nueva Democracia o Socialista, según sea el caso, a través del desarrollo de la Guerra Popular, para lo que se necesita constituir o reconstituir los partidos comunistas marxista-leninista-maoístas, capaces de dirigirlas hasta la victoria.
Es importante destacar la lucha del pueblo palestino en contra del colonialismo imperialista-sionista que necesita transformar su lucha armada de liberacion nacional en guerra popular. Primero fue Inglaterra quien, después de la Primera Guerra Mundial que sustituyo a la dominación otomana e impulsó la colonización de Palestina mediante colonos europeos (pertenecientes al movimiento sionista) y, luego de la Segunda Guerra Mundial, fue el imperialismo yanqui quién prosigió con esta colonización con la partición de Palestina en 1948 y el establecimiento del Estado sionista de Israel. Durante todo este tiempo se ha venido ocupado Palestina y expulsando a sus pobladores mediante la importación de colonos judíos de la ex-Unión Soviética revisionista, así ésta, ha puesto los soldados y los imperialistas yanquis los han armado para sostener la guerra colonial genocida contra los palestinos y los pueblos arábes de la region.

En Asia, donde se encuentran la mayor parte de las masas de la tierra, la gran Guerra Popular de la India representa una gran fortaleza y fuente de inspiración para el Movimiento Comunista Internacional. Derrotando las campañas de cerco y aniquilamiento, así como las protervas políticas de "acuerdo de paz" del enemigo, e impulsando el internacionalismo proletario, el PCI (Maoísta) está elevando la Bandera Roja a mayores alturas y es un gran punto de referencia para las luchas de liberación nacional y su triunfo significará el cambio de la correlación de fuerzas entre revolución y contrarrevolución a nivel mundial.
El PCI (Maoísta) se erigió como el verdadero y consecuente defensor, como vanguardia organizada del proletariado, de la causa de las minorías nacionales oprimidas por el viejo Estado indio, oponiéndose resueltamente a las políticas reaccionarias del nacionalismo hindú brhamanico del régimen de Modi de discriminación religiosa, de casta y de guerra contra el pueblo, buscando dividir a las masas, por lo que el  PCI (Maoísta)  es un importante punto de referencia y fuente de inspiración para los revolucionarios de todo el mundo.
El enemigo, en su búsqueda desesperada de detener el desarrollo de la Revolución de Nueva Democracia, está intensificando sus campañas genocidas contra las masas principalmente campesinas e indígenas, así como las campañas de aniquilamiento selectivo de dirigentes y cuadros comunistas y la persecución a revolucionarios, demócratas y personas  progresistas. La gran guerra popular en la India está demostrando una vez más el principio de que "la sangre derramada no ahoga la revolución, sino que la riega", y todo el sacrificio pagado por las masas se está convirtiendo en odio de clase y en más victorias para el pueblo y para la revolución.
En las Filipinas la guerra popular persiste desde hace más de 45 años, derrotando una a una las campañas de cerco y aniquilamiento de los sucesivos gobiernos lacayos del imperialismo yanqui, así como de sus insistentes llamadas a la capitulación a través de "negociaciones", de "acuerdos de paz" y llamamientos a integrarse al viejo Estado y a su farsa electoral. La política ultrareaccionaria del gobierno Duterte demuestra que lo único que el viejo Estado Filipino tiene que ofrecer a las masas es más genocidios, explotación y opresión.
En América Latina la bancarrota de los gobiernos oportunistas de la gran burguesía con fachada de "izquierda", en Argentina, Brasil, El Salvador, Ecuador, Uruguay, Nicaragua, Venezuela, Bolivia, etc., está generando olas cada vez mayores de protesta popular y sembrando la semilla de la Guerra Popular. Los viejos Estados de grandes burgueses y terratenientes, sirvientes del imperialismo, principalmente yanqui, viven un agudo y acelerado proceso de descomposición y uno a uno van desmoronándose?. Y son parte de la mayor reaccionarización de este viejo Estado semicolonial y semifeudal, con el crecimiento de movimientos fascistas y tendencia a golpes militares contrarrevolucionarios preventivos ante la inevitable y violenta insurgencia popular frente al incremento exorbitante de la explotación y represión para salvar al imperialismo de su profunda crisis económica y a las clases de grandes burgueses y latifundistas de su crisis de dominación y por conjurar el inicio de más guerras populares.
Por toda América Latina, los notables avances en la reconstitución o constitución de partidos comunistas maoístas militarizados se extienden desde Chile, pasando por Brasil, Ecuador, Colombia hasta México y en Perú, en las alturas de Vizcatán en el VRAEM, tiene su punto más alto y luminoso donde el Partido Comunista del Perú avanza en su reorganización general basado en su Primer Congreso y en la defensa del Presidente Gonzalo para dar nuevo y poderoso impulso a la Guerra Popular.
Asia, África y América Latina, como dijo el Presidente Mao, son las zonas de tempestades revolucionarias y base de la Revolución Mundial. América Latina, como "patio trasero" de  EE.UU., es un gran barril de pólvora y el inicio de más guerras populares en el continente será poderosa mecha del maoísmo para incendiar toda la pradera en grandes llamaradas de la Guerra Popular.
En Europa, las jornadas de luchas de julio contra el G20 en Hamburgo-Alemania dirigidas por los comunistas, fueron una rotunda victoria para el MCI. Los comunistas levantaron la Bandera Roja del maoísmo y no permitieron que ella sea arriada. La odiosa campaña de cacería de brujas por el Estado imperialista alemán no será capaz de detener la marcha del proletariado de Alemania en la reconstitución de su Partido Comunista. También las luchas del proletariado de Francia, Austria y otros contra la reacción imperialista, en el año 2017, demostraron cómo en el vientre de la bestia imperialista se está avanzando en la aplicación del maoísmo, y que el movimiento comunista maoísta se está fortaleciendo y avanzando en el camino de la constitución/reconstitución de partidos comunistas militarizados para iniciar la Guerra Popular, está avanzando a tambor batiente.
En América del Norte, dentro del propio USA, del sur al norte y de este a oeste, florece el maoísmo con el surgimiento y crecimiento de verdaderas organizaciones revolucionarias como los Guardias Rojos y otros colectivos comunistas. El resurgimiento del movimiento comunista en los Estados Unidos, unidos bajo la defensa de la necesidad de conformarse en Partido Comunista marxista-leninista-maoísta para iniciar la guerra popular, es un golpe contundente a la reacción imperialista yanqui y al nuevo revisionismo avakianista del PCR.
Por lo tanto, la situación mundial demuestra un enorme potencial y que el movimiento comunista está resurgiendo con fuerza renovada. Para transformar esta fuerza potencial del Movimiento Comunista Internacional, la Revolución Proletaria Mundial necesita de la constitución/reconstitución de partidos comunistas marxistas-leninistas-maoístas para transformar las actuales luchas armadas de liberación nacional en guerras populares, para realizar la revolución de Nueva Democracia, desatar nuevas guerras populares por la Revolución de Nueva Democracia o por la Revolución Socialista según sea el caso (respectivamente en países oprimidos y capitalistas desarrollados), y a través de sucesivas Revoluciones Culturales Proletarias transitar todo el mundo al Luminoso Comunismo.
El gran Marx nos alertó de que: "La experiencia del pasado nos enseña que la insuficiente atención por la alianza fraternal que debe existir entre los obreros de los diferentes países e incitarlos a sostenerse unos a otros en la lucha por la emancipación es castigado con la derrota común de sus esfuerzos atomizados".
El proletariado internacional necesita superar cabalmente la actual dispersión de fuerzas, surgida con el golpe contrarrevolucionario de la camarilla de Teng Siao-ping en China tras la muerte del Presidente Mao, agravada por la liquidación del MRI por el nuevo revisionismo de Avakian, Prachanda y sus compinches, realizar una Conferencia Internacional Maoísta Unificada para avanzar en la formulación de la Línea General para el Movimiento Comunista Internacional y la formación de una Nueva Organización Internacional del Proletariado que sirva a la lucha por colocar el maoísmo como mando y guía de la Revolución Mundial.
El marxismo es opuesto a toda forma de chovinismo imperialista y nacionalismo estrecho. El proletariado es una clase internacional única con intereses y destino indisolublemente ligados, por lo que el único principio marxista para el Movimiento Comunista Internacional es el Internacionalismo proletario. El Presidente Mao Tsetung afirmó: "El internacionalismo es el espíritu del comunismo."
Marx, al señalar la importancia de la existencia de la Asociación Internacional de los Trabajadores - AIT, afirmó que mientras el papel de vanguardia del proletariado en las jornadas de 1848 tardó décadas en ser reconocido, cuando ocurrió la Comuna de París, ésta fue inmediatamente reconocida y sus lecciones incorporadas al movimiento del proletariado internacional.
Hoy, el proletariado internacional en dura lucha por barrer al imperialismo y a toda la reacción de la faz de la tierra, necesita un MCI y una Organización Internacional que sirva a defender y difundir el maoísmo como tercera, nueva y superior etapa de desarrollo del marxismo, que sirva al proletariado en la constitución/reconstitución de Partidos Comunistas marxista-leninista-maoísta, para tomar el Poder y defenderlo mediante la Guerra Popular en las revoluciones democráticas y socialistas, así como para elevar la defensa, el apoyo y la difusión de las Guerras Populares en curso, para organizar la solidaridad con las luchas y rebeliones populares en todo el mundo.
El revisionismo sigue siendo el peligro principal para la Revolución Mundial y el Movimiento Comunista Internacional, como tal, no puede dar un paso incluso sin combatirlo de modo implacable e inseparable del combate al imperialismo y a toda la reacción. El presidente Mao afirmó que la "historia del movimiento comunista internacional nos muestra que la unidad proletaria se consolida y se desarrolla en lucha contra el oportunismo, el revisionismo y el divisionismo". Por lo tanto sólo contando con unidad ideológica y política el proletariado puede lograr cohesión de organización y unidad de acción.
Los planes oportunistas por una amplia unidad, independientemente de la unidad ideológica y política, deben ser rechazados. Como dijo Lenin, "Lo importante no es el número, sino que expresen de un modo justo las ideas y la política del proletariado verdaderamente revolucionario".
El Movimiento Comunista necesita una nueva Organización Internacional, fuertemente unida en torno al maoísmo y la Guerra Popular, que sirva a poner el maoísmo como mando y guía de la revolución mundial, iniciando y desarrollando más guerras populares.
La unidad de los comunistas a nivel mundial exige por lo tanto 1) la defensa del Maoísmo, como nueva, tercera y superior etapa del marxismo, contra todo tipo de revisionismo, nuevo y viejo, tales como las Líneas Oportunistas de Derecha en Perú, avakianismo y prachandismo, 2) la defensa de la Guerra Popular, como la estrategia militar superior de la clase,  Línea Militar del Proletariado, centro de la Línea Política General para el Movimiento Comunista Internacional, medio para realizar las revoluciones de nueva democracia y socialistas, para derrotar a la Guerra Imperialista mundial si ésta se impone, oponiéndole a ella la Guerra Popular Mundial.
La realización de una Conferencia Internacional Maoísta Unificada debe basarse en estos principios ideológicos y políticos para avanzar en la formulación de la Línea General para el Movimiento Comunista Internacional y dar luz a una nueva Organización Internacional del Proletariado capaz de cumplir estas tareas y objetivos que la Revolución Proletaria Mundial demanda, sirviendo como un gran paso adelante en la reunificación de los comunistas en todo el mundo.
El Movimiento Comunista está resurgiendo con fuerza renovada, hoy la situación objetiva y subjetiva para una Conferencia Internacional Maoísta Unificada y la formación de una Organización Internacional del Proletariado son mucho mejores que cuando  la fundación del MRI, basta decir que en su reunión de fundación en 1984, predominó la participación de partidos y organizaciones que se oponían al maoísmo como nueva, tercera y superior etapa de desarrollo del marxismo, adoptando apenas "pensamiento mao tse-tung" y sólo mucho más tarde aceptaron el maoísmo, aun así, solo formalmente.
Los Partidos y Organizaciones marxistas-leninistas-maoístas nos reafirmamos y elevamos nuestro compromiso de luchar por la reunificación de los comunistas a nivel mundial, bajo la base y guía del marxismo-leninismo-maoísmo y de la Guerra Popular, combatiendo implacablemente al revisionismo viejo y nuevo y todo oportunismo, al servicio de la Revolución Proletaria Mundial.
A 200 años del nacimiento de nuestro fundador y a 170 años del nacimiento del Movimiento Comunista Internacional nos reafirmamos en su magistral predicción refiriéndose a la revolución comunista: "Los proletarios no tienen nada que perder en ella, además de sus cadenas. ¡Tienen, en cambio, un mundo por ganar! "

¡Viva el marxismo-leninismo-maoísmo!
¡Abajo el revisionismo de viejo y nuevo cuño!
¡Defender a los presos políticos y prisioneros de guerra revolucionarios de todo el mundo!
¡Por una Conferencia Internacional Maoísta Unificada y la formación de una Nueva Organización Internacional del Proletariado!
¡Defender la vida y la salud del Presidente Gonzalo, con Guerra Popular!
¡Viva la Nueva Gran Ola de la Revolución Proletaria Mundial!
¡Abajo la Guerra Imperialista! ¡Viva la invencibilidad de la Guerra Popular!

Firmas*:
Partido Comunista del Brasil (Fracción Roja)
Partido Comunista del Perú - PCP
Partido Comunista de Ecuador - Sol Rojo
Fracción Roja del Partido Comunista de Chile
Organización Maoísta para la Reconstitución del Partido Comunista de Colombia
Núcleo Revolucionario para la Reconstitución del Partido Comunista de México
Frente Revolucionario del Pueblo de Bolivia MLM
Comité Bandera Roja – Alemania

* momentaneamente

INDIA: Dos policias muertos en Chhattisgarh


 
correovermello-noticias
New Delhi,03.05.18
Según informa la agencia ANI, dos miembros de las fuerzas represivas del estado de Chhattisgarh murieron al explotar una mina colocada por los maoístas en el distrito de Gariaband, fronterizo con el estado de Odisha.
Los policías, que viajaban en una moto, fueron alcanzados por el explosivo detonado a distancia por los combatientes del EGPL, que también abrieron fuego sobre el resto de la fuerza policial motorizada.
Así mismo se informa que el gobierno genocida de Modi desplegó en el estado de Chhattisgarh un total de 259 batallones de las Fuerzas de la Policía Armada Central (CAPF) en los años 2015/16 de los 691 batallones desplegados en toda la Unión.

martes, 1 de mayo de 2018

Declaración conjunta del 1º de mayo del KKE (ml) y el TKP/ml


JOINT ANNOUNCEMENT of CPG(m-l) and TKP/ML for MAY DAY

Long live the 1st of May,

a day of unity, struggle and solidarity among the proletariat of al countries and of the widely exploited masses!


According to comrade Lenin, Mayday is a day of struggle, “a day of awakening of worldwide workers' class consciousness”. The working class is the only consistent class which wants the abolition of injustice, oppression, tyranny and suppression. The working class is the most decisive class in the struggle against all exploitation of man. Mayday has found its meaning with this political and intellectual forming of the working class. It is at the same time a day of solidarity that signaled the prospect of workers' power, that expressed their will to socialism, that hailed the way towards communism.
Our time is a time of imperialist brutality. The capitalist-imperialist system continues its existence through the most ruthless seizure of working class and laborers toils by a bunch of exploitative monopolies. But it is not only that. At the same time, imperialism means war it means blood, tears, sighing and extortion in the clutches of relentless exploitation.
Imperialism and all reactionary states and leading classes that serve it today, advance upon the working class and the laboring masses at large. This destructive and provocative antagonism among imperialists, wreaks havoc all around the world. The situation in Middle East has been transformed into a bloody confrontation of the Western imperialists on one hand (USA, France, Great Britain) and Russia on the other, alongside various reactionary powers in Syria and Iraq. These vampires feed, in their effort to grasp the largest market portion, with the blood of the laboring peoples' masses and compete over who will drink most of the blood. Especially today, Syria and Rojawa experience the imperialists and their lackeys' plunder. Hundreds of thousands of workers have been slaughtered in this long-running war and millions have taken the road to immigration, as refugees. During their journey thousands of children and women have died, while everyone else experienced all kinds of racist and fascist practices, ending up humiliated wherever they went.
Syria is under imperialist invasion. Rojawa is exposed to constant threat by the reactionary raiding by the Turkish state. Afrin has been an example of the world being divided in exploited and exploiting nations. It has been occupied by the Turkish fascist state with the explicit or silent support of the imperialist and reactionary ruling classes of various countries. Afrin's occupation has shown that the Kurds' only friends are the exploited nations and peoples.
In these conditions where contradictions among imperialists are deepened and intensified, there is a simultaneous spreading of tension around the world. From Far East to Middle East, from Africa to the Mediterranean, from Central Asia to Continental Europe, all around the world there is a widespread chaos and turmoil.
They are trying to turn the Mediterranean and the Aegean Sea into a blood-field for the games of the imperialists and especially NATO's games. The Turkish and the Greek bourgeoisie are parts of this puzzle. They intensify a dangerous game of conquest regarding their national and chauvinist interests in the Aegean. They are trying to inflate a false enmity among their respective peoples, by giving rise to Turkish and Greek nationalism. The fascist state of Turkey is trying to ruthlessly attack the people by declaring military law; on the other hand they are trying to manage their political crisis, using their offensive policy as a way out of it. It is in this context that they are unleashing their nationalist and hostile strategy against the Greek and Kurdish peoples. Similarly, the Greek government feeds this Turkish hostility. It is doing so in order to carry out the political and financial offense of the EU and the Troika against the people, but also in order to negotiate it place in the region under imperialist supervision with the best of terms. Thus, the Turkish and Greek bourgeoisie need to present the Turkish and Greek peoples as enemies.
In this context we march towards Mayday, a day of unity of struggle and solidarity of the working class, the laboring classes and all of the exploited masses. This year, more than ever, it is necessary to establish a common struggle of the working class, to establish the internationalist solidarity.
Mayday is a day that reinforces they unity and struggle of the workers and laborers against all kinds of chauvinism.
Mayday is a day when the workers and laborers stand up united against the imperialist aggression, against the exploitation and the war, against plundering and destruction.
Mayday is a day that projects the common outlook of the workers and laborers struggle against the offensive and suppressive policy of Turkey's fascist regime towards the people and against its raiding and military attacks against the Kurdish nation.
Mayday is the day when struggle and solidarity rise against exploitation, suppression and injustice, wherever they may exist.
Mayday is a day of internationalist struggle and solidarity on the basis of the workers' class interests, with no division of language, religion, color, race or nationality taken into consideration.
Long live the 1st of May, a day of struggle and solidarity of the international proletariat!
Long live the anti-imperialist – anticapitalist struggle of the oppressed peoples and nations!
No to war and all imperialist interventions.
Long live Greece and Turkey's brotherly struggle!
Long live the oppressed peoples' struggle.
Death to fascism, imperialism and all kinds of reaction!

KKE(μ-λ) Communist Party of Greece (marxist-leninist)
TKP/ML Communist Party of Turkey/Marxist Leninist


ΜΑΥ 2018