viernes, 27 de septiembre de 2019

BRASIL: Forças Armadas reacionárias ameaçan camponeses em Seringueiras (RO) denúncia a LCP.






Jornal A Nova Democracia - Reproduzimos na íntegra a nota da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) divulgada no blog do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo) no dia 25 de setembro de 2019. O texto traz denúncias de ameaças, intimidações e abusos cometidos pelas Forças Armadas reacionárias contra camponeses da área Enilson Ribeiro, localizada no município de Seringueiras, em Rondônia, nas primeiras semanas de setembro.

FORÇAS ARMADAS REACIONÁRIAS AMEAÇAM CAMPONESES EM SERINGUEIRAS (RO)
No dia 7 de setembro dezenas de homens das Forças Armadas e Força Nacional desembarcaram na área Enilson Ribeiro, município de Seringueiras (Rondônia), permanecendo na área por uma semana realizando operação baseada na GLO (Garantia da Lei e da Ordem) por ordem do defensor dos latifundiários Bolsonaro e seu governo de generais.
A justificativa usada para a presença de tropas militares numa área camponesa foi o combate a incêndios, mas isso não passou de cortina de fumaça. A verdade é que não fizeram concretamente nada em relação ao fogo. O real motivo da presença das tropas era incrementar a militarização na região, reprimir e intimidar os camponeses que enfrentam injusta ação de despejo movida absurdamente pelo próprio Incra.
Obra do artista carioca Antônio Kuschnir em apoio à luta da Liga dos Camponeses Pobres
Camponeses da área relataram que durante uma semana os militares das forças armadas reacionárias cometeram todo tipo de intimidação, ameaça, abuso e humilhações. Invadiram e revistaram casas de camponeses, apreenderam espingardas de caça, buscaram insistentemente informações sobre as lideranças, sobre quando seriam realizadas as reuniões e assembleias e sobre os advogados que defendem as famílias. Fizeram ameaças de prisão a torto e a direito, inclusive dos advogados. Além de clara intenção de cercear o direito de livre associação e de defesa das famílias, em diversos momentos não faltaram declarações caluniosas visando criminalizar a luta dos camponeses e a LCP – Liga dos Camponeses Pobres.
Centenas de famílias camponesas lutam por essas terras há vários anos. Em 2016 enfrentaram forte repressão, o acampamento foi cercado por grande aparato da polícia militar e as famílias resistiram bravamente por vários meses. Após negociações foi feito acordo com o Incra e os camponeses concordaram em sair da área com o compromisso estabelecido de que as famílias participantes da ocupação não seriam perseguidas, e que receberiam lotes na fazenda Bom Futuro após encerramento do processo que corria no judiciário contra o latifundiário ladrão de terra. Os camponeses tinham razão, tempos depois, o judiciário (que normalmente só toma decisões em favor dos latifundiários) se viu obrigado a determinar a retomada da fazenda Bom Futuro para a União, comprovando o que os camponeses afirmavam e toda a população de Seringueiras já sabia: a fazenda era terra pública, grilada pelo latifundiário Augusto Nascimento Tulha, grileiro e médico oficial reformado do Exército.
Após os camponeses saírem da área, o velho Estado não cumpriu com nenhum dos compromissos. Dezenas de acampados foram perseguidos e processados. Depois de quase 2 anos, em abril de 2018 centenas de camponeses retomaram as posses das terras e permanecem produzindo nelas desde então.
Placa na estrada que dá acesso à área Enilson Ribeiro. Foto: Jornal Resistência Camponesa
O Incra, agora comandado por um general insiste em ignorar e descumprir o acordo feito em 2016 e não reconhece a posse dos camponeses. Querem despejar milhares de pessoas que produzem nas suas terras para engrossar o crescente exército de desempregados e despossuídos e “assentarem” apenas pessoas indicadas pelos latifundiários da região e seus apadrinhados políticos.
Assim como recentemente ocorreu em Rio Pardo, pretendem despejar camponeses de suas posses em Seringueiras se utilizando de tropas das forças armadas reacionárias. E a imprensa esconde tudo isto.
O que teme esse governo latifundista é que a resistência e luta dos camponeses de Seringueiras, sirva de exemplo e por isso move tropas contra os camponeses. Se enganam se acham que sempre poderão derrotar o povo. Os camponeses precisam da terra para sobreviver, não querem e não podem abrir mão dela. Por isso não se intimidam, persistem na luta e é exatamente dessa persistência, da luta para superar inúmeras dificuldades, e tirando lições de sucessivas derrotas, que os camponeses estão conhecendo o caminho da vitória e mais cedo que tarde os camponeses se levantarão em grandes ondas varrendo e tomando todas as terras do latifúndio seguindo o caminho da Revolução Agrária como parte da Revolução de Nova Democracia!
Nem Bolsonaro! Nem Mourão! Nem Congresso de corruptos! Fora Forças Armadas reacionárias! Pela Revolução de Nova Democracia!
Defender a posse pelos camponeses da área Enilson Ribeiro!
Terra pra quem nela vive e trabalha!
Comissão Nacional das Liga dos Camponeses Pobres

jueves, 26 de septiembre de 2019

50 Days of Lock down in Kashmir: Women Activists Release Fact-finding Report (Avani News)


A team of five women who visited Kashmir from September 17-21 brought out a fact-finding report Womenʹs Voice. The team comprising of Annie Raja, Kawaljit Kaur and Pankhuri Zaheer from National federation of Indian Women, Poonam Kaushik of Pragatisheel Mahila Sangathan Delhi and Syeda Hameed of Muslim Womenʹs Forum visited 17 villages all across Kashmir to bring out the ground realities of the state after the Centreʹs decision of abrogating Articles 370 and 35A of the Indian Constitution.

(Report Full Text)
Womenʹs Voice: Fact Finding Report on Kashmir
September 17th - 21 st 2019
[Kindly note. To protect the identity of the people we met, all names in the Report have been changed. We have not named the villages we visited for the very same reason)

These are lines by Comrade Abdul Sattar Ranjoor. We held these as a beacon during our four-day sojourn in a locked and shuttered land called Kashmir.
Spring buds will flower Nightingalesʹ pain will abate Lovers wounds will start healing Sickness will leave the ailing Heartʹs longing of Ranjoor will be fulfilled When the poorest will rule Wearing the crown of glory
(Ranjoor was killed in 1990)
A team of 5 women visited Kashmir from September 17th-21 2019. We wanted to see with our own eyes how this 43 day lockdown had affected the people, particularly women and children.
The team consisted of Annie Raja, Kawaljit Kaur, Pankhuri Zaheer from National Federation Indian Women, Poonam Kaushik from Pragatisheel Mahila Sangathan and Syeda Hameed from Muslim Womenʹs Forum.
Besides spending time in Srinagar, we visited several villages in the districts of Shopian, Pulwama and Bandipora. We went to hospitals, schools, homes, market places, spoke to people in the rural as well as urban areas, to men, women, youth and children. This Report is our chashmdeed gawahi (eye witness account) of ordinary people who have lived for 43 days under an iron siege.
Shops closed, hotels closed, schools, colleges, institutes and universities closed, streets deserted was the first visual impact as we drove out from the airport. To us it seemed a punitive mahaul that blocked breathing freely.
The picture of Kashmir that rises before our eyes is not the populist image; shikara, houseboat, lotus, Dal Lake. It is that of women, a Zubeida, a Shamima, a Khurshida standing at the door of their homes, waiting.
Waiting and waiting for their 14, 15, 17, 19 year old sons. Their last glimpse is embedded in each heart, they dare not give up hope but they know it will be a long wait before they see their tortured bodies or their corpses... if they do. ʹWe have been caged these words we heard everywhere. Doctors, teachers, students, workers asked us, "What would you do in Delhi if internet services were cut off for 5 minutes?" We had no answer.
Across all villages of the four districts, peoplesʹ experiences were the same. They all spoke of lights, which had to be turned off around 8PM after Maghreb prayers. In Bandipora, we saw a young girl who made the mistake of keeping a lamp lit to read for her exam on the chance that her school may open soon. Army men angered by this breach of ʹcurfewʹ, jumped the wall to barge in. Father and son, the only males in the house were taken away for questioning.
ʹWhat questions?ʹ,no one dared ask. The two have been detained since then. ʹWe insist that men should go indoors after 6 PM. Man or boy seen after dusk is a huge risk. If absolutely necessary, we women go outsideʹ. These words were spoken by Zarina from a village near Bandipora district headquarters. ʹIn a reflex action, my four year old places a finger on her lips when she hears a dog bark after dusk. Barking dogs mean an imminent visit by army. I canʹt switch on the phone for light so I can take my little girl to the toilet. Light shows from far and if that happens our men pay with their livesʹ.
The living are inadvertently tortured by the dead. ʹPeople die without warning or mourning. How will inform my sisters about their motherʹs death? Ghulam Ahmedʹs voice was choked. ʹThey are in Traal, in Pattan. I had to perform her soyem without her childrenʹ. The story was the same wherever we went. People had no means of reaching out to loved ones, 43 days were like the silence of death.
Public transportation was zero. People who had private cars took them out only for essential chores. Women stood on roadsides, flagging cars and bikes for rides. People stopped and helped out; helplessness of both sides was their unspoken bond. ʹI was on my bike going towards Awantipora. A woman flagged me. My bike lurched on a speed breaker. She was thrown off. I took her to the nearby hospital.
She went in a coma. I am a poor man how could I pay for her treatment? How and who could I inform?ʹ These daily events were recounted wherever we went. At a Lalla Ded Womenʹs Hospital in Srinagar several young women doctors expressed their absolute frustration at the hurdles that had been placed in their way since the abrogation of Article 370. *There are cases where women cannot come in time for deliveries. There are very few ambulances, the few that are running are stopped at pickets on the way. The result? There are several cases of overdue deliveries that produce babies with birth deformities. It is a life long affliction, living death for parents".
Conversely, we were told that several women are delivering babies prematurely due to the stress and khauf (fear) in the present condition. "It feels like the government is strangling us and then sadistically asking us to speak at the same time,ʹ a young woman doctor said as she clutched her throat to show how she felt.
A senior doctor from Bandipora Hospital told us that people come from Kulgam, Kupwara, and other districts. Mental disorders, heart attacks, today there are more cases than he could ever recall. For emergencies junior doctors desperately look for seniors; there is no way of reaching them on phone. If they are out of the premises, they run on the streets shouting, asking, searching in sheer desperation.
One orthopaedic doctor from SKIMS was stopped at the army imposed blockade while he was going for duty. He was held for 7 days. Safia in Shopian had cancer surgery. ʹI desperately need a check up in case it has recurred. Baji, I canʹt reach my doctor. The only way is to go to the city, but how do I get there? And if I do, will he be there?ʹ Ayushman Bharat, an internet based scheme, cannot be availed by doctors and patients.
Women in villages stood before us with vacant eyes.
ʹHow do we know where they are? Our boys who were taken away, snatched away from our homes. Our men go to the police station, they are asked to go to the headquarters. They beg rides from travellers and some manage to get there. On the board are names of ʹstone peltersʹ who have been lodged in different jails, Agra, Jodhpur, Ambedkar, Jhajjar.ʹ A man standing by adds, ʹBaji we are crushed. Only a few of us who can beg and borrow, go hundreds of miles only to be pushed around by hostile jail guards in completely unfamiliar cities.ʹ
At Gurdwaras we met women who said they have always felt secure in Kashmir. ʹMolestation of women in rest of India about which we read is unheard of in Kashmirʹ. Young women complained they were harassed by army, including removal of their niqab
ʹArmy pounces on young boys; it seems they hate their very sight. When fathers go to rescue their children they are made to deposit money, anywhere between 20000 to 60000ʹ. So palpable is their hatred for Kashmiri youth that when there is the dreaded knock on the door of a home, an old man is sent to open it. ʹWe hope and pray they will spare a buzurg. But their slaps land on all faces, regardless whether they are old or young, or even the very young. In any case, Baji, we keep our doors lightly latched so they open easily with one kickʹ. The irony of these simply spoken words!
Boys as young as 14 or 15 are taken away, tortured, some for as long as 45 days. Their papers are taken away, families not informed. Old FIRʹs are not closed. Phones are snatched; collect it from the army camp they are told. No one in his senses ever went back, even for a slightly expensive phone.
A woman recounted how they came for her 22 year old son. But since his hand was in plaster they took away her 14 year old instead. In another village we heard that two men were brutally beaten. No reason. One returned, after 20 days, broken in body and spirit.
The other is still in custody. One estimate given to us was 13000 boys lifted during this lockdown. They donʹt even spare our rations. During random checking of houses which occurs at all odd hours of the night, the army persons come in and throw out the family. A young man working as SPO told us. ʹWe keep a sizeable amount of rice, pulses, edible oil in reserve. Kerosene is mixed in the ration bins, sometimes that, sometimes koylaʹ.
Tehmina from Anantnag recently urged her husband, ʹLet us have another child. If our Faiz gets killed at least we will have one more to call our own. Abdul Haleem was silent. He could see the dead body of his little boy lying on his hands even as she spoke these words. ʹYeh sun kar, meri ruh kaanp gayi," he tells us.
A thirty year old lawyer from Karna was found dead in his rented accommodation.
He was intensely depressed. Condolence notice was issued by Secy Bar Association. Immediately after that he was taken into custody. Why? We spoke to a JK policeman. All of them have been divested of their guns and handed dandas. ʹHow do you feel, losing your guns?ʹ ʹBoth good and badʹ came the reply. ʹWhy?ʹ Good because we were always afraid of them being snatched away.
Bad because we have no means now to defend ourselves in a shootout. One woman security guard said "Indian govt wants to make this a Palestine. This will be fought by the us, Kashmirisʹ. One young professional told us, ʹWe want freedom. We donʹt want India, we donʹt want Pakistan. We will pay any price for this. Ye Kashmiri khoon hai. koi bhi qurbani dengeʹ.
Everywhere we went there were two inexorable sentiments. First, desire for Azadi; they want nothing of either India or Pakistan. The humiliation and torture they have suffered for 70 years has reached a point of no return. Abrogation of 370 some say has snapped the last tie they had with India. Even those people who always stood with the Indian State have been rejected by the Govt.
ʹSo, what is the worth in their eyes, of us, ordinary Kashmiris?ʹ Since all their leaders have been placed under PSA or under house arrest, the common people have become their own leaders. Their suffering is untold, so is their patience. The second, was the mothers anguished cries (who had seen many childrenʹs corpses with wounds from torture) asking for immediate stop to this brutalisation of innocents. Their childrenʹs lives should not be snuffed out by gun and jackboots.
As we report our experiences and observations of our stay in Kashmir, we end with two conclusions. That the Kashmiri people have in the last 50 days shown an amazing amount of resilience in the face of brutality and blackout by the Indian government and the army. The incidents that were recounted to us sent shivers down our spines and this report only summarises some of them.
We salute the courage and resoluteness of the Kashmiri people. Secondly, we reiterate that nothing about the situation is normal. All those claiming that the situation is slowly returning to normalcy are making false claims based on distorted facts.
Poets speak for humankind. We began our report with lines from the Kashmiri poet Ranjoor, we end with lines from Hindi poet Dushyant. Both indicate the way forward for Kashmir:
Ho gayi hai peerh parbat si pighalni chahiye Iss Himalaya se koi Ganga nikalni chahiye

We Demand:

1. FOR NORMALCY Withdraw the Army and Paramilitary forces with immediate effect
2.FOR CONFIDENCE BUILDING Immediately Cancel all cases/ FIRS and Release all those, especially the youth who are under custody and in jail since the Abrogation of Article 370
3.FOR ENSURING JUSTICE Conduct inquiry on the widespread violence and tortures unleashed by the Army and other security personnel.
4.COMPENSATION to all those families whose loved ones lost lives because of non availability of transportation and absence of communication.

In Addition:
•Immediately restore all communication lines in Kashmir including
internet and mobile networks.
• Restore Article 370 and 35 A. All future decisions about the political future of Jammu and Kashmir must be taken through a process of dialogue with the people of Jammu and Kashmir. All army personnel must be removed from the civilian areas of Jammu and Kashmir.
• An time bound inquiry committee must be constituted to look into
the excesses committed by the army.

FRANCIA: Solidaridad con el centro comunitario NOGOZON amenazado de desalojo.

Los camaradas de La Cause du Pouple, publican un llamado a la solidaridad con el centro comunitario NOZOGON en el distrito XX de París. Desde Dazibao Rojo mostramos nuestro apoyo.

Paris : non à l’expulsion de Nogozon !

 


Depuis 2015, Nogozon dans le 20ème arrondissement propose un lieu associatif de quartier, ouvert à toutes et à tous. Au 6 rue julien lacroix, des projections, des cours et des débats ont lieu, ce qui permet la sociabilisation entre des personnes du coin, des réfugiés, des curieuses et curieux…
Mais ce travail est aujourd’hui menacé. Nogozon est en passe de se faire expulser.  
Le collectif appelle à le soutenir, jeudi 26 septembre à 14h devant la Mairie du 20ème arrondissement :

Le SIEMP a demandé à Nogozon d’évacuer son local au 30 septembre. La mairie du 20ème n’a pas répondu à notre appel pour garder notre local ou nous en fournir un nouveau. Nous nous réunissons devant la Mairie du 20ème pour faire entendre notre voix et demander au maire de faire le travail pour lequel il a été nommé: Fournir des ressources et un abri aux activités sociales du peuple.
Veuillez nous rejoindre pour montrer à la mairie que nous sommes plus qu’une poignée de gens. Les activités de Nogozon touchent la vie des familles du quartier, nous devons donc tous veiller à la préserver.

PERÚ: Declaración del Partido Comunista del Perú, ¡Viva el Pdte. Gonzalo y su todopoderoso pensamiento, luz brillante y estruendo maoísta!







Proletarios de todos los países, uníos!
VIVA  EL  PRESIDENTE  GONZALO Y SU TODOPODEROSO PENSAMIENTO, LUZ BRILLANTE Y ESTRUENDO MAOISTA

“ Después de la derrota de la revolución en 1927, las fuerzas subjetivas de la revolución han quedado, en efecto, considerablemente debilitadas. Es muy poco lo que resta de ellas, resulta natural que aquellos camaradas que juzgan las cosas sólo por las apariencias tengan ideas pesimistas. Pero si se examina la esencia de las cosas, se ve cuadro completamente distinto. Aquí viene al caso un antiguo proverbio Chino: "Una sola chispa puede incendiar la pradera". En otras palabras, nuestras fuerzas, aunque muy pequeñas ahora, se desarrollarán con gran rapidez. En las condiciones de China, su desarrollo no solo es posible, sino prácticamente inevitable".       
Obras escogidas, Presidente Mao Tse-tung, T.II pag. 127

El Partido Comunista del Perú, expresa su sujeción pena y cabal a nuestra invicta y todopoderosa ideología, el marxismo-leninismo-maoísmo, pensamiento gonzalo, nos reafirmamos una vez más en el presidente Gonzalo como jefe del partido y la revolución, continuador de Marx, Lenin y el Presidente Mao Tse Tung, fue nuestra jefatura quien confirmo la invencibilidad y universalidad de la guerra popular como la teoría militar del proletariado internacional y pueblos del mundo, enarbolamos, defendemos y aplicamos el pensamiento Gonzalo como aplicación creadora del marxismo-leninismo-maoísmo a nuestra realidad concreta porque fundamentó que el maoísmo es tercera, nueva y superior etapa del marxismo y no cesaremos por la ardorosa brega de imponer al maoísmo como mando y guía de la revolución proletaria mundial. El partido una vez convoca a los partidos comunistas y organizaciones a constituirse o reconstituirse, según sea el caso, en torno y sujeto a nuestra todopoderosa ideología el marxismo-leninismo-maoísmo principalmente maoísmo para iniciar y desarrollar guerras populares contra las pretensiones imperialistas de guerras mundiales por sus infames intereses. Es correcto plantear que existen contribuciones de validez universal del presidente Gonzalo a la revolución proletaria mundial.

Han pasado 27 años 
Se mantiene incólume, férreo y con luz brillante.
Lo hecho nunca se pierde
Nos enseñó retomar, reimpulsar y reorganizar 
Que la chispa se extienda como fogatas 
El Incendio es inevitable
Tenemos nuestra fuente
Potenciemos el cauce del rio.
Ataques y negaciones habrá cada día 
Suenan hasta ridículos y pueriles
El silencio cómplice
Odios viscerales
Jamás podrá acallar el estruendo 
Es pensamiento fue hecho acción transformadora
Es presidente Gonzalo 

El Partido, al cumplirse los 27 años de la presentación pública del presidente Gonzalo, este 24 de setiembre, saluda una vez más al proletariado internacional y a los pueblos del mundo, sepan que nos guiamos por lo que el presidente Mao Tse Tung estableciera “..La rebelión se justifica. Por miles de años se ha dicho que era justo oprimir, era justo explotar y estaba mal rebelarse. Este veredicto fue revertido solamente con la aparición del marxismo. Esta es una gran contribución. Fue mediante la lucha que el proletariado aprendió esta verdad, y Marx extrajo la conclusión. Y a partir de esta verdad, sigue la resistencia, lucha y combate por el socialismo”. Dice, es justo rebelarse contra el opresor y explotador, siglos de infamias y maldades que levantan contra las naciones oprimidas y pueblos del mundo. Un 17 de mayo de 1980 nueva gran ola para enterrar al vil imperialismo, la reacción mundial y nativa y el lastre putrefacto del revisionismo de viejo y nuevo cuño. Es un nuevo periodo histórico. Una posibilidad era la restauración del capitalismo, pero como contraparte a esta restauración también se proclama la revolución, porque es inevitable. Claro y nítido es el maoísmo.

Asimismo, saludamos a cada uno de los dirigentes, cuadros y militantes del heroico combatiente, y, a los combatientes del Ejército Popular de Liberación, a las masas que muy cercanamente asumen con optimismo el justo y correcto proceso de reorganización general del partido. Al proletariado y heroico pueblo peruano, tanto del campo como de la ciudad, masas que a diario nos dan muestras heroicas de entrega férrea, valiosas vidas que la ofrecen junto a su valerosa sangre en el estruendo de la lucha de clases, es encarnizada, son hoces en el campo donde el estruendo suena como tambores de guerra, junto al proletariado y pueblo debemos de golpear como martillo, lucha en las ciudades. Nadie puede atarse las manos para justificar la capitulación, problemas habrá cuando te atreves, las masas claman, exigen del partido, no podemos ser sordos y ciegos a tamaña responsabilidad.

El presidente Gonzalo nos advirtió con claridad meridiana que, a mayor profundización de la crisis general de la sociedad peruana, principalmente del capitalismo burocrático, mayor será la reaccionarizaciòn y represión del viejo Estado en contra de las luchas justas de los proletarios agrícolas, mineros, campesinado principalmente pobre, maestros, salud, universitarios, transportistas, obreros, trabajadores, pueblos y comunidades nativas e indígenas, etc,. Es expresión inequívoca de la agudización de la lucha de clases y de la colusión y pugna de la gran burguesía en sus dos facciones, hay centralización absoluta de poder que viene desenvolviendo este gobierno fascista de Vizcarra, centralización para garantizar los afanes siniestros, genocidas y de rapiña del imperialismo principalmente yanqui en contra del pueblo peruano; criminalizan las luchas en defensa de sus libertades, derechos y conquistas,  la clase, y las masas en general asumen creciente ola de protesta como respuesta certera en contra de estos afanes reaccionarios. La defensoría hasta julio del 2019 ha reportado más de 184 luchas de las masas, 120 tienen carácter nacional, 40 regional y 17 locales, se da en torno a problemas de minería, contaminación, magisterio, reposición, derechos laborales, derechos de huelga, sueldos, condiciones de trabajo, sobreexplotación creciente, etc,. La guerra popular iniciada el 80 se agita y agitara más elevando su hoguera vigorosa para que el heroico pueblo peruano construya su república popular según los principios de la nueva democracia y solo podrá hacerlo con la dirección del partido, el Partido Comunista del Perú marxista-leninista-maoísta, pensamiento gonzalo. Generar expectativas con “adelanto de elección”, “nuevo congreso”, “nueva constitución” o “asamblea constituyente” solo sirve al reacomodo y a los negros intereses de este viejo Estado reaccionario. No sirve, ni servirá jamás al proletariado y pueblo peruano.

Es importante señalar que la guerra popular iniciado el 17 de mayo de 1980, lo antecedió dos décadas de ardorosa brega de lucha contra los revisionistas y oportunistas que se opusieron de mil formas a la reconstitución del partido, se opusieron a ser guiados por el marxismo-leninismo, pensamiento mao tse tung, y en concreto se opusieron al inicio de la lucha armada. Es la guerra popular desarrollada en nuestro país, lo que demostró lo acertado de tales ideas que guiaron el inicio, fueron decisiones y planes de desarrollo estratégicos que nos forjo en la revolución de marcha inexorable, Somos optimistas y combatimos el pesimismo. Combatimos la línea oportunista de derecha de capitulación y alistamiento, banderas negras que estructuro en las prisiones su “nueva línea”, como ellos mismos lo denominaron, “nueva línea para una nueva definición, decisión etc, etc” claro, es línea contraria a la del PCP, luego una línea oportunista de izquierda encabezada por los anti maoístas, anti partido y anti pensamiento Gonzalo de “José” y compañía, feudo que se hunde en negociaciones y traiciones de asalariados de la reacción. Aplastar estos reniegos en contra del maoísmo, nuestra jefatura, el pensamiento Gonzalo, el partido, la guerra popular, el nuevo poder y la revolución democrática ininterrumpida hasta el comunismo ha sido y es tarea poniendo siempre la política al mando, lo dice el maoísmo; porque si no ponemos la política al mando entonces ponemos otra política, otra es la que dirige, es política de la burguesía o de la pequeña burguesía o de cualquier otra pero no proletaria. Está muy claro, es preciso y contundente esta irrefutable verdad que fuera sancionado en el I congreso que otros quieren negar y borrar.

La presentación pública de nuestra jefatura, no fue jamás un circo, menos preludios de capitulación, eso quizás para los enemigos de la revolución, no para el partido, para nosotros es y seguirá siendo luz todopoderosa que ilumina el justo y correcto camino de la guerra popular, ¿pesimismo? porque podríamos ser pesimista del triunfo de la revolución de nuestro país, si nuestro pueblo tiene una ley inexorablemente cierta y valedera. El 24 de setiembre siempre nos ilumino y, hoy más que ayer, decimos que es y será arma de combate para enfrentar y resolver los nuevos y complejos problemas por la que atravesó el recodo, eso es lo que seguimos haciendo en el proceso de la reorganización general del partido. No olvidemos que el presidente Gonzalo sentencio que la revolución peruana es parte de la revolución mundial y desarrollando la guerra popular servimos a la Nueva Gran Ola de la Revolución Proletaria Mundial, iniciar y desarrollar guerras populares en el mundo sirve a aplastar a la siniestra ofensiva contrarrevolucionaria general encabezada por el imperialismo yanqui en colusión pugna con potencias imperialistas. ¿Pesimismo? Por ningún motivo.

"...Hoy día la realidad es una, los mismos contendientes de la I y II Guerra Mundial, están generando, están preparando la III nueva Guerra Mundial. Eso debemos saber y nosotros como hijos de un país oprimido somos parte del botín ¡No lo podemos consentir! ¡Basta ya de explotación imperialista! ¡Debemos acabar con ellos!. Somos del tercer mundo y el tercer mundo es base de la revolución proletaria mundial, con una condición, que los Partidos Comunistas enarbolen y dirijan. ¡Es lo que hay que hacer!..."; resaltar la importancia de naciones oprimidas que serán la base de la revolución proletaria mundial y la necesidad inmediata de generar Partidos Comunistas maoístas que desarrollen Guerra Popular para así desenvolver como corresponde la nueva gran ola de la revolución mundial e imponer el maoísmo como mando y guía…” sepan imperialistas, reaccionarios y revisionistas que el maoísmo está siendo encarnado por partidos comunistas y organizaciones en el mundo, es parte de la tarea pendiente del Movimiento Comunista Internacional MCI en creciente desarrollo y hay hechos concretos de contribución y aportes de validez universal del presidente Gonzalo.

Hoy, estamos por cumplir los 30 años del hito imperecedero de victoria que representa el I Congreso marxista, congreso marxista-leninista-maoísta, pensamiento Gonzalo, hijo del partido y la guerra popular, y debe ser motivo de celebración de comunistas y revolucionarios  maoístas en el mundo porque es hito, es certera fundamentación y defensa del maoísmo, fue definido como tercera, nueva y superior etapa del marxismo, es aplicar el maoismo para la conquista del poder ¿el poder para quién? para el proletariado, para la dictadura del Proletariado, basado en una fuerza armada dirigida por el Partido Comunista. El I congreso, tuvo y tiene gran perspectiva para el desarrollo de la construcción del socialismo y la continuación ininterrumpida de la revolución bajo la dictadura del proletariado como gran revolución cultural proletaria.

DECIMOS:
EL 24 DE SETIEMBRE ES VOZ DE ORDEN Y LUZ TODOPODEROSA QUE ILUMINA  LA REORGANIZACIÓN GENERAL DEL PARTIDO.
¡VIVA EL MARXISMO – LENINISMO – MAOISMO PRINCIPALMENTE EL MAOISMO
VIVA EL PRESIDENTE GONZALO  JEFE DEL PARTIDO Y LA REVOLUCION.
¡VIVA EL PARTIDO COMUNISTA DEL PERÚ, MARXISTA-LENINISTA-MAOISTA, PENSAMIENTO GONZALO!
¡VIVA LA INVENCIBILIDAD DE LA GUERRA POPULAR, TEORÍA MILITAR DEL PROLETARIADO INTERNACIONAL!
¡REORGANIZACION GENERAL DEL PARTIDO EN Y PARA LA GUERRA POPULAR!
¡IMPULSEMOS EL MOVIMIENTO COMUNISTA INTERNACIONAL EN LA TAREA POR IMPONER EL MAOISMO COMO MANDO Y GUIA DE LA REVOLUCION PROLETARIA MUNDIAL!
¡HONOR Y GLORIA A LOS HÉROES DEL PARTIDO Y LA REVOLUCIÓN!
¡HONOR Y GLORIA AL PROLETARIADO Y PUEBLO PERUANO!

Setiembre 2019 

Partido Comunista del Perú

Declaración de la revista El Maoísta, con motivo del 27º aniversario del discurso del Presidente Gonzalo.


 
¡Proletarios de todos los países, uníos!
 
¡IMPONER EL MAOÍSMO COMO MANDO Y GUÍA DE LA REVOLUCIÓN PROLETARIA MUNDIAL!
 
"2...Hoy día la realidad es una, los mismos contendientes de la I y II Guerra Mundial, están generando, están preparando la III nueva Guerra Mundial. Eso debemos saber y nosotros como hijos de un país oprimido somos parte del botín ¡No lo podemos consentir! ¡Basta ya de explotación imperialista! ¡Debemos acabar con ellos!. Somos del tercer mundo y el tercer mundo es base de la revolución proletaria mundial, con una condición, que los Partidos Comunistas enarbolen y dirijan. ¡Es lo que hay que hacer!..."; resaltar la importancia de naciones oprimidas que serán la base de la revolución proletaria mundial y la necesidad inmediata de generar Partidos Comunistas maoístas que desarrollen Guerra Popular para así desenvolver como corresponde la nueva gran ola de la revolución mundial e imponer el maoísmo como mando y guía…”
(Discurso del Presidente Gonzalo del 24 de septiembre de 1992)
 
 
Con ocasión de esta celebración solemne del 27º Aniversario del Discurso del Presidente Gonzalo, los Partidos y Organizaciones Marxista-Leninista- Maoístas saludamos a nuestra ideología, el marxismo-leninismo-maoìsmo y al proletariado internacional y pueblos del mundo que encarnando el maoísmo vienen generando sus Partidos Comunistas para con guerra popular ponerlo como mando y guía de la nueva gran ola de la revolución mundial garantizando su marcha victoriosa, aplastando al revisionismo, para barrer al imperialismo y la reacción de la faz de la Tierra.
 
Saludamos al Presidente Gonzalo, Jefe del Partido Comunista del Perú y de la revolución peruana, quien bajo aislamiento absoluto en manos de la reacción en la Base Naval del Callao, que con voluntad firme y acerada de gran jefe comunista desafiando todas las dificultades se mantiene firme en la más alta luminosa trinchera de combate de la guerra popular . El Presidente Gonzalo es quien ha generado el pensamiento gonzalo como la aplicación creadora del marxismo-leninismo-maoísmo a la revolución peruana, pensamiento indispensable para los comunistas de la Tierra para comprender el Maoísmo.
 
En esta brillante oportunidad nos reafirmarnos en la necesidad para los comunistas de aplicar a cada revolución concreta creadoramente el maoísmo con la contribuciones de valor universal del Presidente Gonzalo.
 
Afirmamos que de todas las contribuciones del Presidente Gonzalo a la Revolución Mundial destacan dos que están inseparablemente unidas: el haber definido el maoísmo e iniciado y desarrollado la guerra popular en el Perú, probando la vigencia y validez universal del maoísmo y la guerra popular. Reconociéndolo al más alto nivel partidario en el I Congreso del Partido Comunista del Perú (PCP) e impulsando la lucha por el maoísmo, desde 1982, por su reconocimiento como la tercera, nueva y superior etapa del marxismo. Por eso la campaña por el maoísmo y la campaña por la defensa de la vida del Presidente Gonzalo son indesligables.
 
En esta solemne celebración del 27º Aniversario del Discurso del Presidente Gonzalo expresamos nuestro saludo al PCP y su brega por su reorganización general en y para la guerra popular, quienes tomando el Discurso de la Jefatura como arma de combate de comunistas, combatientes y masas vienen cumpliendo las tareas establecidas.
 
Consideramos que es también insoslayable saludar pletóricos del entusiasmo al Presidente Gonzalo y al PCP por la próxima celebración del 30º Aniversario del I Congreso del Partido Comunista del Perú, congreso marxista, congreso marxista-leninista-maoísta, pensamiento gonzalo, que plasmando decenios de ardorosos combates del proletariado en el Perú estableció un gran hito de victoria para la revolución peruana y mundial que sólo se pudo concretar con la guerra popular. Poniendo al tope las inmarcesibles banderas de Marx, de Lenin y del Presidente Mao, tres banderas de victoria que siempre permanecerán firmemente en las manos del proletariado internacional del cual cada uno de nosotros somos parte vibrante.
 
Para nosotros es una gran ocasión para hacer balance de la lucha por el reconocimiento del maoismo, de cómo éste está encarnándose en los pueblos del mundo pasando a generar Partido Comunistas maoístas para desarrollar la guerra popular para pasar a comandar la nueva gran ola de la revolución mundial.
 
El marxismo no ha dado un paso en la vida ni logrado nada sino con lucha, el maoísmo, como tercera etapa, no es ni será excepción, es y será dura, larga, compleja y difícil, espontáneamente nunca se impondrá. Condición es aplastar el revisionismo en sus diferentes expresiones. Desde 1982 en que el PCP inició la lucha por su reconocimiento hemos avanzado un gran trecho y mucho más luego del I Congreso del PCP que es gran hito de victoria en este camino. Hasta lograr en 1993 su reconocimiento al menos formal por el MRI.
 
Si vemos la situación internacional en su conjunto, la descomposición del imperialismo se acrecienta más con cada día que pasa, confirmando que está en su hundimiento final y que solo está para ser barrido por la revolución mundial mediante la guerra popular, cuando la revolución a devenido en la tendencia histórica y política principal del mundo actual y la revolución mundial a entrado a la fase de su ofensiva estratégica.
 
El imperialismo principalmente el imperialismo yanqui, en su condición de superpotencia hegemónica única, en colusión y pugna con sus rivales imperialistas, extiende y profundiza cada vez más su guerra de agresión y rapiña por el botín que son las naciones oprimidas y por conquistar posiciones buscando asegurar su hegemonía mundial para siempre jamás.
Pero, el imperialismo, solo marcha de fracaso en fracaso ante la resistencia de los pueblos, naciones y países oprimidos por la revolución, su liberación y su soberanía.
 
Las masas de las naciones oprimidas se alzan en poderosa tempestad y dan certeros y contundente golpes al agresor imperialista y sus lacayos, así estos día, los patriotas de Yemen han prendido fuego a los campos de los lacayos yanquis de la monarquía Saudi. La reacción acicatea la revolución y se desarrolla más la nueva gran ola de la revolución mundial. ¡La rebelión se justifica!
 
Mientras el imperialismo se hunde en medio de crisis y guerras de todo tipo, el maoísmo avanza a dirigir esta nueva gran ola generando Partidos Comunistas maoístas para iniciar nuevas guerra populares, siguiendo la brecha abierta por las guerras populares que ya se desarrollan en la India, Perú, las Filipinas y Turquía. El desarrollo de estas guerras populares iluminan las luchas armadas de las naciones oprimidas, actuando como la fuerza de choque de la contraofensiva revolucionaria marxista-leninista-maoísta, que está derrotando la ofensiva contrarrevolucionaria general desatada a principios de la década del 90 del siglo anterior por el imperialismo yanqui.
Con guerra popular se está aplastando el nuevo revisionismo, con sus expresiones como la LOD en el Perú, los llamados "prachandismo" y el "avakianismo", etc. que son parte de la ofensiva contrarrevolucionaria general como una contracorriente antimaoísta en su intento de contener la Revolución Proletaria Mundial. El nuevo revisionismo ataca el marxismo, el partido, el socialismo y la dictadura del proletariado, pero el centro de su ataque se condensa en la negación de la guerra popular, en cuanto cuestión esencial e inseparable del maoísmo.
 
Hemos avanzado en el aplastamiento del nuevo revisionismo en el MCI, pero el nuevo revisionismo todavía tiene alguna influencia allí a través de las posiciones centristas y liquidacionista por lo que hay que profundizar la lucha.
 
El desarrollo de la guerra popular en la India, en el Perú, las Filipinas y Turquía van mostrando el poder transformador del maoísmo y la invencibilidad de la guerra popular sirviendo de ejemplo a las diversas luchas armadas que se desarrollan hoy en el mundo para su transformación en guerras populares dirigidas por el Partido Comunista.
 
La guerra popular dirigida por el Partido Comunista Maoísta de la India es de gran trascendencia para la revolución mundial, por la ubicación, tamaño del país y el inmenso peso de la masa. Su desarrollo victorioso a de repercutir cada día más no solo en el Sudeste-Asiático sino en todo el mundo, especialmente por su entrelazamiento histórico en la propia China socialimperialista y eso ya se está produciendo. Los maoístas en China está luchando por reconstituir su partido usurpado por el revisionismo para contrarrestaurar el socialismo con guerra popular.
 
El PCP, sujeto firmemente a la Jefatura del Presidente Gonzalo y la Base de Unidad Partidaria (BUP) aprobada en el I Congreso y a todos los documentos y eventos partidarios, viene desarrollando su reorganización general en y para la guerra popular aplastando a la LOD revisionista y capitulacionista que se estructuró en las cárceles con el apoyo de la CIA y la reacción peruana con una línea negra de traición al Presidente Gonzalo, la BUP, el Partido y la guerra popular, aplastando también luego una línea oportunista de izquierda encabezada por los anti maoístas, anti partido y anti pensamiento Gonzalo de “José” y compañía, feudo que se hunde en negociaciones y traiciones de asalariados de la reacción. El PCP aplastando estos reniegos en contra del maoísmo, la jefatura, el pensamiento Gonzalo, el partido, la guerra popular, el nuevo poder y la revolución democrática ininterrumpida hasta el comunismo vienen avanzando en la reorganización general del Partido en y para la guerra popular.
 
Los comunistas estamos avanzando en la tarea de reconstituir o constituir los Partidos Comunistas, en medio de la tormenta y el fuego de la lucha de clases y la lucha de dos líneas dentro, en muchos casos con la ventaja de cumplir la tarea pendiente en medio del enfrentamiento armado entre revolución y contrarrevolución.
 
Destacando en este proceso de los Partido Comunistas, los avances en la reconstitución del Partido en América Latina como en Brasil, Ecuador, México, Chile, Colombia, etc. Avanzamos en reconstituir el Partido Comunista en los propios Estados Unidos, en las entrañas del monstruo. En los países imperialistas de Europa como Francia, Austria, Alemania, Noruega, etc. Avances en la tarea del Partido en Turquía aplastando el liquidacionismo de derecha, importante porque es una puerta al Medio Oriente Ampliado. Nuestras acciones y campañas celebratorias han repercutido hasta la misma Asía y África, por eso es sumamente importante seguir desarrollando la campaña internacional de apoyo a la guerra popular en la India. Con los Encuentros de los Partidos y Organizaciones realizados en América Latina y en Europa hemos avanzado en unir a la izquierda y en superar la dispersión en el MCI, aprendiendo a actuar conjuntamente en diversos países y continentes, como una sola fuerza bajo una sola dirección partiendo de la unificación ideológica y política.
 
Todo esto nos da solidas bases para el MCI y marchar a una nueva internacional, como es la convocatoria a una Conferencia Internacional Maoísta Unificada para constituir una nueva organización del proletariado internacional que será con toda seguridad un certero golpe a la ofensiva contrarrevolucionaria general del imperialismo y la reacción mundial, así como contra el revisionismo y todo oportunismo.
 
Nueva organización internacional del proletariado que asuma la tarea principal de luchar por colocar al maoísmo como mando y guía de Revolución Proletaria Mundial, servir a la constitución / reconstitución de los partidos comunistas marxistas-leninistas-maoístas en todo el mundo y al inicio, desarrollo y coordinación de las Guerras Populares en el mundo para reconstituir la Internacional Comunista.

¡Viva el Presidente Gonzalo!

¡Unirse bajo el Maoísmo!

¡La Guerra Popular vencerá inevitablemente!
La Redacción de la revista El Maoísta
24 de septiembre de 2019

miércoles, 25 de septiembre de 2019

FRANCIA: Carta del camarada Théo El Ghozzi reitera su espíritu comunista de lucha y denuncia vulneración de sus derechos por lo que inició una nueva huelga de hambre el día 22 de septiembre (Proletari Comunisti)

  Pintada del PCm-Italia en Palermo


El Ghozzi Théo 
Chers Camarades,
Encore une fois, je vous remercie pour votre solidarité. Plusieurs fois, j’ai même pu l’entendre depuis ma cellule.
Chaque jour passé dans les geôles capitalistes renforce mon engagement politique et ma volonté de détruire ce système impérialiste au service des plus riches. Depuis l’arrêt de ma grève de la faim, j’ai repris quelques forces. Le 22/09, je recommence une grève de la faim car mes conditions de détention ne cessent de se dégrader. L’état français s’acharne … J’ai appris jeudi 12/09 que ma demande de mise en liberté ( DML) déposée fin juillet n’avait jamais été transmise au juge. L’administration pénitentiaire ( AP) me dit que je n’en ai jamais faite, pourtant le greffe de l’AP était venu me la faire signer dans ma cellule, ils l’ont faite disparaître…Pendant ma GDF, un des sbire de la direction de la prison est venu dans ma cellule, il m’a dit que je pouvais faire autant de requêtes et demandes que je voulais, je n’aurais pas de réponse. Étant « prévenu » l’encellulement individuel est la règle et je ne dois pas être mélangé avec des « condamnés ». Aucune règle n’est respectée. L’état est dans l’illégalité, et cette détention arbitraire est une vraie torture. La France viole ses propres lois et le droits de l’Homme pour faire taire ses opposants politiques, c’est une réalité, celle de la démocratie bourgeoise.


Pour ces raisons, j’ai porté plainte contre l’état français pour « acte de torture et de barbarie » Je n’attends rien de cette justice de classe. Je sais pertinemment que cette plainte ira droit dans la poubelle du procureur dans la minute où il l’aura lue. Si elle venait à être portée à être portée devant un juge, ma parole d’ouvrier ne vaudra rien face à celle de la bourgeoisie. La justice est toujours du côté de sa classe. Je ne sais pas jusqu’où l’état ira dans sa répression.

Quelle sera la prochaine étape ? Des barbouzes envoyés pour me mater ? On se souvient tous du « SAC » de Pasqua et des assassins du « GAL », ces méthodes sont celles de l’État français.
Les autres prisonniers sont loin d’être bien traités, la répression des la bourgeoisie les frappe de plein fouet. De manières différentes, mais toutes aussi cruelles. S’ils ne sont pas des prisonniers politiques ( les cas pas là pour une lutte idéologique ) leur détention est politique. Ici, principalement des gens des quartiers populaires et des immigrés, couches de la population que l’Etat français a décidé de cibler, de briser.

Mes camarades, cette rentrée promet une grande année de lutte.
L’état continue ses attaques contre les classes populaires tout en engraissant grassement les riches, tout cela en renforçant son appareil répressif pour faire face à la colère du peuple. La violence de l’état s’accentue sur le prolétariat : l’état mutile, torture et assassine impunément celles et ceux qui osent relever la tête. En première ligne de mire, les plus opprimés : les quartiers populaires, les immigrés, les femmes et les nations opprimées par la France. Tout cela en intensifiant leur guerre de pillage dans les pays du Tiers-Monde. Peu à peu, le lit du fascisme se creuse.
Le mouvement des GJ et des masses populaires ont porté la lutte à un niveau jamais atteint ces dernières décennies. Les masses ont héroïquement osé se révolter et ont ouvert la voie à suivre.
Nombreux sont celles et ceux qui ont payé cela par de lourdes amendes et de la prison. Mais si l’ennemi nous attaque, c’est une bonne chose, cela signifie que nous avons tracé une ligne de démarcation bien nette entre lui et nous.

Cette nouvelle année va être une année de combat. L’organisation dans un large front uni et une stratégie commune sont les clefs de la victoire. Nous n’avons que nos chaînes à perdre, la route est longue et périlleuse, mais la voie est lumineuse.

Osons lutter ! Osons vaincre !
Liberté pour Georges Ibrahim Abdallah, les GJ et tous les prisonnier-e-s politiques !
Vive la lutte des quartiers populaires !
Vive la lutte des femmes prolétariennes révolutionnaires !
Vive la lutte des nations opprimées par l’ogre colonial français
Vive la luttes des sans-papiers !
Vive l’internationalisme prolétarien ! Solidarité avec les peuples du tiers-monde qui combattent l’impérialisme et qui en Inde, Philippines, Pérou, Turquie, Brésil portent le flambeau des la révolution mondiale!

KAMPUCHEA: Una entrevista al editor de The Call, Dan Burstein. (Blog Gris)

Kampuchea toma la vía socialista.

El artículo original (procedente de https://libcom.org/history/rojava-whoops-kampuchea-takes-socialist-road) ha sido traducido sin modificar su contenido original salvo por cuestiones gramáticas y ortográficas.


Lo siguiente es una entrevista a Dan Burstein, editor de La llamada, después de su regreso reciente de la visita a la Kampuchea Democrática. Burstein dirigía una delegación de cuatro miembros del PCML, los primeros americanos en visitar Kampuchea desde la victoria de la revolución hace tres años.
 

La campaña de desprestigio hacia Kampuchea por parte de las dos superpotencias es conocida. Burstein y otros de la delegación han expuesto estas mentiras desde su regreso, tanto en La llamada como en apariencias públicas en la televisión nacional. En esta entrevista, Burstein da algunas respuestas en profundidad a una cantidad de cuestiones políticas de la mente de activistas revolucionarios y otros para promocionar la amistad y solidaridad entre los pueblos de Estados Unidos y de Kampuchea.

Has visitado recientemente la Kampuchea Democrática en un momento en que los imperialistas yankis han llevado una intensa campaña de desprestigio contra la revolución allí, hablando de "trabajo forzado" y "genocidio". Brevemente, ¿qué viste y cuál es la situación real?

La revolución de Kampuchea es una nueva revolución. Es muy joven, habiendo obtenido la victoria hace sólo tres años. Y aún así ha conseguido bastantes logros.

El logro mas básico es que por primera vez en 2,000 años de historia de Kampuchea el poder político ha sido puesto en las manos de las masas populares. Hace apenas unos años, Kampuchea era un país dominado por familias feudales aliadas con los intereses franceses y estadounidenses. Era una sociedad en que la pobreza y el hambre eran un denominador común de la gran mayoría de la gente.

Pero esta imagen ha cambiado drásticamente con el despliegue de la revolución socialista. Mientras la prensa burguesa habla negativamente de Kampuchea como "el país más radicalmente alterado del mundo", este hecho es verdad pero en el sentido positivo. En una sociedad en que trabajadores y campesinos no han tenido nada durante mucho tiempo, ahora tienen medios para ganarlo todo. La gran mayoría de viejos explotadores y elementos reaccionarios, mientras tanto, han sido arrancados de su poder y riqueza.

Como toda revolución socialista que el mundo ha visto hasta ahora, los cambios radicales en el orden social dan miedo en los corazones de los capitalistas en todo el mundo. No es una sorpresa que la prensa en este país lloriquee sobre el "trabajo forzado", cuando los terratenientes y capitalistas de Kampuchea han sido obligados a trabajar para sobrevivir en lugar de ser parásitos del pueblo. Pero los que protestan de este modo nunca se preocuparon del verdadero trabajo forzado de los millones de trabajadores y campesinos que eran esclavos del feudalismo y del capitalismo de la vieja sociedad. Podemos ver que todos los ataques y desprestigios de la nueva Kampuchea tienen el sello capitalista, con su infinito odio de lo verdaderamente liberador para las masas populares.

Para las amplias masas de Kampuchea, el trabajo no está siendo llevado bajo cohesión ni amenazas- todo lo contrario. Allá por donde fuimos- y cubrimos 1100 kilómetros en 6 provincias- vimos la determinación y el espíritu de autosacrificio en la construcción del país. Incluso bajo un calor abrasador y sin máquinas la gente trabaja con sus propios manos para aumentar el nivel de vida de la sociedad en la que ahora son los maestros.

Cuando viajas por Kampuchea, no puedes sino sentirte impresionado por la manera en la que todo el país está trabajando. La gente vieja y la gente nueva, hombres y mujeres, toda la población está inmersa en proyectos agriculturales y de conservación del agua. Con sus propias manos están construyendo un sistema de irrigación que está catapultando el país de la edad oscura del feudalismo a los tiempos modernos. Están reconstruyendo y remodelando un país que por todos lados muestra la destrucción causada por las más de 550,000 toneladas de bombas arrojadas durante la guerra.

La revolución en Kampuchea ha puesto comida en la mesa del pueblo por primera vez en su historia. Los campesinos que tenían que trabajar muchos meses con sólo hojas y hierbas de comida, ahora trabajan con dos o más cultivos de arroz. Presas, canales y reservas que no podían ser construidos en los viejos días, incluso con miles de millones de dolares de “ayuda” imperialista, ahora están siendo construidos por los viejos campesinos.

También se han realizado pasos importantes para mejorar el nivel de vida del pueblo. La malaria, el gran mal del país antes de la liberación, ha sido eliminada en un 90%. Una intensa campaña de alfabetización ha hecho que una población analfabeta en un 80% se alfabetice un 80%, al menos en términos básicos de alfabeto y lectura. Nuevas casas están siendo construidas para millones de personas.

El sistema cooperativo, que se inició en las zonas liberadas en 1973, ha sido firmemente establecido en todo el país. Un 90% de la población vive en cooperativas agrícolas que favorecen la mayoría de las necesidades básicas de sus miembros.

El sistema cooperativo también ha sido una gran herramienta para canalizar el entusiasmo de las masas y educarlas en el marxismo. Una democracia muy extensa existe en las cooperativas. Cada tres días hay mitines masivos de toda la cooperativa para discutir tareas prácticas, y cada diez días hay mitines para hacer planes a largo plazo, estudiar y realizar sesiones de crítica y autocrítica. A través de este sistema la gente habla libremente con el resultado de nuevas ideas e innovaciones en cada cooperativa.

Éstos son solo algunos de los logros de la revolución en los primeros tres años. Lo más remarcable es que estos logros han sido conseguidos frente a problemas gigantescos-incluyendo las invasiones e incursiones de ejércitos apoyados por las superpotencias en todas las fronteras de Kampuchea, así como numerosos intentos de golpes de estado y sabotajes por agentes de la CIA y de la KGB en todo el país.

Por supuesto estos triunfos revolucionarios no significan que no haya habido fallos, errores y problemas. Hay muchas desventajas y tanto el pueblo de Kampuchea y el Partido Comunista son conscientes de ello. Pero la imagen general es brillante. La revolución va a toda velocidad.

La acusación de genocidio es el principal desprestigio de la prensa capitalista contra Kampuchea.¿Qué opinas al respecto?

Lo primero, la acusación de “genocidio” es un producto usado por los imperialistas contra la Kampuchea Democrática. El verdadero “genocidio” fue la muerte de más de 800,000 personas-el 12% de la población- durante la agresión estadounidense allí.

Estados Unidos olvida sus crímenes en Kampuchea y los esconde de la visión del público. Un método para hacer esto es afirmar que el verdadero genocidio tiene lugar ahora en Kampuchea.

La Kampuchea de hoy tiene más o menos la misma población que durante la liberación-cerca de ocho millones. La idea de que dos millones de personas han sido asesinadas desde 1975 según afirman algunos expertos financiados por la CIA (o 1,2 millones o 1,4 millones como dicen algunos académicos que quieren sonar menos exagerados pero beben de las mismas fuentes reaccionarias, es un fraude rotundo. Ha sido cocinado como parte de los esfuerzos de Estados Unidos para oponerse al socialismo, para aislar internacionalmente a Kampuchea y crear el clima ideal para una nueva intervención estadounidense.

El hecho de que no ha habido genocidio no significa que no haya habido derramamiento de sangra desde la liberación. De hecho, en los últimos tres años hemos visto una lucha de clases muy dura en Kampuchea. No dudo que esta lucha ha sido complicada y a veces muy sangrienta.

Hay que recordar que debido a la situación estratégica de Kampuchea, los imperialistas prestan mucha atención a las fuerzas contrarrevolucionarias dentro del país durante más de dos décadas. Los Khmer Serai (Khmer Libres) que la CIA estableció a principios de los sesenta para dinamitar la política de neutralidad de Sihanouk tuvo miles de soldados así como redes operativas en casi cada pueblo y ciudad. Estos Khmer Serai vivieron un entrenamiento muy largo de la CIA, en el que se les enseñó a oponerse al comunismo y matar a todos los comunistas y posibles comunistas de inmediato.

Quitando a los que eran verdaderos agentes de la CIA, el éxito del golpe de estado apoyado por EEUU en 1970 desarrolló una gran burocracia en el ejército y gobierno de Lon Nol que colaboró con el imperialismo estadounidense.

LOS AGENTES IMPERIALISTAS INUNDAN KAMPUCHEA

Los agentes yankis no eran los únicos reaccionarios en Kampuchea. La KGB soviética también estuvo inmersa en el país, a veces trabajando con agentes vietnamitas. Y detrás de las dos superpotencias, en tiempos de guerra Phnom Penh también fue centro de actividad para agentes del régimen de Thieu, la inteligencia francesa, la inteligencia japonesa y surcoreana, los militaristas tailandeses e incluso agentes de la camarilla de Taiwán.

Una parte de estas fuerzas huyeron antes de la liberación, pero la gran parte se quedó. Equipada con todo tipo de armas y dispositivos electrónicos, buscaban derrocar la revolución.

El nuevo gobierno, luchando por su propia supervivencia contra estas actividades contrarrevolucionarias, se tuvo que enfrentar con todo tipo de sabotaje y subversión. Sin duda, esto fue un sangriento proceso que seguramente tuvo excesos y errores. Pero sin la violencia revolucionaria contra el enemigo, la revolución habría fracasado casi al instante.

A pesar de los esfuerzos de algunos de los fabricadores de mitos actuales de pintar la Kampuchea prerrevolucionaria como una “tierra gentil”, era cualquier cosa menos gentil y pacífica. Sin importar que estuviera ocupada por los colonialistas franceses, los fascistas japoneses, el gobierno de Sihanouk o el régimen yanki de Lon Nol la pobreza, el hambre, la represión y las masacres estaban a la orden del día.

Si se quiere comparar entre la vieja sociedad y la actual, se debe entender que la violencia llevada a cabo desde la liberación es mucho, mucho menor (cuantitativamente hablando) y completamente diferente en naturaleza por aquellos que antes gobernaron Kampuchea. La violencia revolucionaria en la actualidad está siendo llevada para defender el poder político del pueblo, para asegurar que pueda comer, que sus condiciones de vida mejoren y que la revolución avance. La violencia contrarrevolucionaria que gobernó la vieja sociedad era violencia llevada a hundir a las masas en la miseria y a tenerlas trabajando para enriquecer a una minoría.

Armados con este conocimiento, podemos examinar los cuentos fantásticos dichos por los reaccionarios sobre el “genocidio” y el “asesinato en masa”. Cuando los golpistas o saboteadores son ejecutados, Estados Unidos ve esto como una “violación de los derechos humanos”.

Muchas de las historias que ahora se están propagando en la prensa son calcos de lo que los imperialistas dijeron de la Revolución Rusa, la Revolución China y todas las revoluciones en las que triunfó la dictadura del proletariado frente a los explotadores.
 
 

ATAQUES BURGUESES CONTRA LA REVOLUCIÓN

De hecho, muchas de las observaciones que hizo Lenin acerca de la propaganda contra la URSS en los primeros días son muy importantes para entender lo que los imperialistas dicen de Kampuchea en la actualidad.

En 1918, Lenin escribió su “Carta a los trabajadores americanos”, en la que expuso la hipocresía de los imperialistas que acusaban a los revolucionarios rusos de sus políticas de “terror”. Dijo que cuando la burguesía británica y francesa llevó a cabo violencia revolucionaria contra los señores feudales y monarcas en las revoluciones de 1649 y 1703, todo estaba justificado. Pero cuando hoy, los proletarios y los campesinos pobres deben recurrir a la violencia contra los capitalistas, de pronto la violencia revolucionaria se convierte en algo monstruoso en los ojos de los burgueses.

Lenin hizo algunas otras observaciones importantes en la misma carta a los trabajadores americanos. Dijo, por ejemplo, que después de que los imperialistas hicieran una guerra que trajo 20 millones de muertes, intentaron justificar la bondad de una guerra que realmente había sido hecha para obtener beneficio imperialista. Al mismo tiempo, Lenin dijo que si la guerra revolucionaria del proletariado contra la burguesía resultaba en la mitad de muertos, esto sería visto como algo terrible e injustificable.

Finalmente, Lenin tuvo que tratar los problemas de una joven revolución. Dijo: “la gente no se ha convertido en santa por que haya llegado la revolución”. Mostró que la revolución rusa estaba cometiendo errores, pero por cada error había numerosos aciertos.

Pero Lenin fue incluso más allá. Dijo que incluso si hubiera sólo 100 aciertos y 10,000 errores, la revolución seguiría siendo justa por que fueron las masas las que por primera vez ejercieron un auténtico poder político.

Creo que estas ideas de Lenin son útiles en entender lo que está sucediendo ahora en Kampuchea.

La existencia del Partido Comunista de Kampuchea (o PCK) no fue anunciada hasta el año pasado, aunque se fundó en 1960. ¿El partido fue clandestino 17? ¿Cómo lideró la lucha bajo estas condiciones? ¿Cuáles fueron las circunstancias especiales de su fundación?

En 1951 el partido conocido como Partido Comunista de Indochina se disolvió, dejando a Kampuchea sin partido comunista. De hecho, el Partido Comunista de Indochina nunca había formado parte del pueblo de Kampuchea. Prestaba escasa atención al desarrollo de la revolución en Kampuchea. Estaba mayormente compuesto por cuadros vietnamitas y su trabajo se centraba en la revolución vietnamita.

En los años 50 hubo muchos esfuerzos para construir organizaciones antiimperialistas, y una gran lucha revolucionaria fue llevada por las masas. Pero la mayoría de las organizaciones fueron destruidas por la represión del gobierno y la traición desde dentro.

Aprendiendo la lección de esta violenta represión, muchos de los supervivientes comprendiendo que sólo se podía confiar en los obreros y campesinos. El gobierno de Sihanouk, a pesar de su postura progresista y mayormente neutral, no podía cambiar de forma fundamental la vida de la gente. Bajo estas condiciones, cada vez más gente comenzó a estudiar el marxismo-leninismo- pensamiento Mao Tsetung.

A finales de los 50, los marxistas-leninistas publicaron algunos periódicos que exigían la independencia, el no-alineamiento y la neutralidad. Pero en reuniones secretas comenzaron a hablar de la inutilidad del camino parlamentario y la necesidad de movilizar al pueblo para iniciar la lucha armada que lleve a la liberación genuina y al socialismo.

Cuanto más marxismo se estudiaba, más convencidos estaban los revolucionarios jemeres [nota de traductor: entiéndase aquí jemer como gentilicio de Kampuchea o Khmer en la lengua del país y no como militante de los Jemeres Rojos] de la necesidad de fundar un partido comunista. En 1958 se creó un comité de preparación para sentar las bases del congreso fundacional del partido. La clave ideológica erra derrotar a aquellos que, tomando la palabra Kruschev en el 20 congreso del PCUS, hablaban de la “transición pacífica al socialismo” en Kampuchea.

Se esperaba que el partido pudiera ser fundado en 1959, pero las condiciones de represión política se habían intensificado tanto que era imposible organizar un congreso. Finalmente, en 1960 y después de un mitin de tres días a finales de septiembre, el congreso fundacional del PCK fue llevado en secreto en una vieja estación en Phnom Penh. La línea de la “transición pacífica” fue rechazada por completo, y el PCK se inició en una base marcadamente antirevisionista. A pesar de que el Ejército Revolucionario no pudo ser organizado hasta 1968, el PCK reconoció desde su fundación la necesidad absoluta de la lucha armada.

En el periodo que siguió a la fundación del partido, el PCK tuvo que trabajar bajo condiciones muy difíciles y atravesar muchas dificultades. El primer secretario general fue asesinado por agentes enemigos en 1963, y el partido tuvo que huir de Phnom Penh. Pol Pot, el secretario actual, se convirtió en el líder en ese momento, organizando a las fuerzas del partido para que fueran al campo en el noreste para empezar a construir las bases revolucionarias.

Enfrentados a tal represión, el partido mantuvo su existencia en secreto. Las masas, sobretodo los campesinos en el campo, conocían al partido como la “Organización Revolucionaria”. Mientras el partido se mantenía en secreto, no era un secreto para las masas. Comunicaciones secretas, periódicos e incluso transmisiones de radio se iniciaron en las áreas liberadas con frecuencia.

Mucha gente que conocí me dijo que ya conocían la línea del partido muy bien, incluso en los 60 y a principios de los 70. Pero el enemigo lo tuvo muy difícil al aprender de las actividades del partido. Incluso hoy, los llamados “expertos en Camboya” de la CIA admiten que no saben bien quien es Pol Pot. Pero las masas sí lo saben.

El príncipe Norodom Sihanouk ha jugado un rol complicado en la historia de la lucha jemer. ¿Cuál es su posición hoy? ¿Y en el pasado?

Lo primero, el rol actual de Sihanouk. Está vivo, a pesar de algunos informes falsos del gobierno estadounidense que decían que lo habían ejecutado. Vive en su viejo palacio en Phnom Penh y tiene el título de “héroe del pueblo jemer”. Está retirado y recibe una pensión.

A pesar de que Sihanouk fue un príncipe feudal y parte de la burguesía jemer, apoyó completamente la guerra popular revolucionaria contra el imperialismo yanki y su camarilla representada por Lon Nol. Debido a sus contribuciones anteriores, el nuevo estado de Kampuchea ha tratado a Sihanouk de forma especial, permitiéndole vivir en su palacio y dándole una pensión cuando otros oficiales no reciben salario.

Periódicamente, Sihanouk deja Phnom Penh para visitar el campo e inspeccionar algunos de los nuevos proyectos en los que están trabajando los campesinos. Ha dicho que está muy impresionado con lo que ha visto, y que problemas que él no pudo solucionar en los viejos tiempos están siendo arreglados bajo el liderazgo del PCK.

Sihanouk apoya al partido. Hizo una declaración el año pasado cuando se reveló su existencia, alabando el rol del PCK en su liberación de Kampuchea.

ROL DUAL DE SIHANOUK

El pasado de Sihanouk se puede resumir en la dualidad de su clase-la burguesía nacional. También, cabe mencionar que se opuso a los esfuerzos del imperialismo por dominar su país. Pero a veces colaboró con el imperialismo y se opuso a las masas que se rebelaron contra su gobierno.

En los sesenta había dos tendencias entre la clase gobernante jemer. Aquellos como Lon Nol, que eran abiertamente lacayos del imperialismo, aquellos como Khieu Samphan (hoy el presidente del presidium) que pertenecían a la vieja clase gobernante.

Sihanouk estaba entre estas dos tendencias. Se oponía al comunismo pero también a Lon Nol. Cuando la guerra en Vietnam comenzó a desarrollarse, Sihanouk continuó resistiendo los esfuerzos de Estados Unidos para conseguir su apoyo. El resultado es que EEUU comenzó a apoyar a Lon Nol para darle el poder.

Tan pronto como en 1967, el PCK predijo que Lon Nol daría un golpe de estado. Esta comprensión de la situación política llevó a fundar el Ejército Revolucionario en 1968 y a iniciar la lucha armada. Aunque Sihanouk era en teoría el líder del gobierno nacional, el PCK y el Ejército Revolucionario ejecutaron los principales golpes contra Lon Nol.

Esto creó las condiciones para formar un frente unido con Lon Nol tras el golpe de EEUU liderado por la CIA que puso a Lon Nol en el poder en marzo de 1970. En los cinco años de guerra posteriores, Sihanouk mantuvo un frente unido con los comunistas jemeres, y ellos con él a pesar de las dificultades de la lucha.

Por estas razones, Sihanouk sigue siendo respetado por el pueblo jemer, incluso cuando él mismo reconoció que sus viejas ideas no tienen cabida en la actualidad.

El PCK ha declarado basarse en el marxismo-leninismo-pensamiento Mao Tse-tung. Pero, ¿qué ha hecho este partido para combatir al revisionismo?

El PCK ha estado luchando contra el revisionismo en todos sus diecisiete años de existencia. Como ya he mencionado, fue fundado contra la línea revisionista de Kruschev de la “transición pacífico al socialismo”. Los camaradas de Kampuchea estudiaron los escritos de Lenin sobre el estado y las contribuciones del presidente Mao sobre la guerra popular. Armados con esta teoría, resistieron los esfuerzos de los revisionistas de abandonar la lucha armada.

Incluso en 1972, cuando la Unión Soviética y Vietnam presionaban a los camboyanos a abandonar la guerra e ir a las conferencias de paz de París, el PCK se mantuvo firme. No temieron la amenaza de Kissinger de “volar Camboya de la faz de la Tierra en 72 horas”, ni tampoco compraron la lógica revisionista de Kruschev y Brezhnev de que luchar contra el imperialismo norteamericano solo producía “conflagración nuclear”. La adherencia del PCK a la lucha armada, su confianza en las masas, su honestidad y valentía a la hora de luchar contra la enorme máquina imperialista yanki- todo esto se refleja en la firme postura del partido contra el revisionismo.

El Partido Comunista de Kampuchea estudia las obras de Marx, Engels, Lenin, Stalin y Mao cuidadosamente, pero también ha luchado contra el dogmatismo. En mi entrevista con Ieng Sary, delegado del primer ministro, me habló de la importancia de combatir “el dogmatismo y el empirismo, siendo ambas formas de revisionismo”.

Aplicando el marxismo a sus condiciones, el PCK se ha enfrentado a muchos problemas y encontrado soluciones creativas. Por ejemplo, Ieng Sary nos dijo de la decisión de tomar Phnom Penh en medio de la guerra. Dijo que algunos elementos revisionistas se opusieron, diciendo que era imposible tomar la capital sin tomar primero las capitales provinciales. Pero Sary nos dijo: “A pesar de que nuestra revolución siguió la línea de general de tomar la ciudad desde el campo, en esta coyuntura particular las condiciones concretas nos hicieron ver que era posible capturar Phnom Penh, consiguiendo de este modo la liberación nacional.”

Respecto a las cuestiones principales de la actualidad en el movimiento comunista internacional, encontré un gran nivel de unidad entre nuestro partido y el PCK. El PCK, por ejemplo, estudia la tesis de Mao sobre los tres mundos. Apunta a las dos superpotencias imperialistas como los principales enemigos del mundo, reconociendo al tercer mundo como la principal fuerza contra el imperialismo, y distinguiendo correctamente entre las superpotencias y otras pequeñas potencias imperialistas del segundo mundo.

El PCK es consciente de la naturaleza de la URSS, un país donde el capitalismo ha sido restaurado y donde un país antaño socialista se ha transformado en socialimperialista.

El PCK también se ha posicionado apoyando al socialismo en China y a rechazado a la banda de los cuatro.

De hecho, el PCK ha sido un luchador de la unidad de todos los partidos y países marxistas-leninistas alrededor del mundo. Ha expresado su solidaridad con partidos marxistas-leninistas por todo el mundo (incluyendo el nuestro) en su lucha contra el revisionismo moderno).

Resumiendo, creo que el PCK ha contribuido en gran medida a la lucha contra el revisionismo, y hay mucho que aprender de ésto.

 
 
 
 
Kampuchea ha sido una víctima reciente de la agresión de Vietnam. ¿Qué hay tras este conflicto? ¿Qué aprendiste en tu viaje?

El conflicto entre Kampuchea y Vietnam es muy desgraciado. Estos dos antiguos aliados en la lucha contra el imperialismo estadounidense ahora están luchando entre ellos. Esto es una situación terrible, pero tenemos que entender los factores que hay detrás.

Tuvimos una gran oportunidad de aprender sobre la lucha entre Vietnam y Kampuchea, por que viajamos a la provincia fronteriza de Takeo. Visitamos el área con soldados y campesinos y discutimos la situación de Ieng Sary.

Primero de todo, déjame decir algo sobre lo que vimos en la provincia de Takeo, una de las áreas donde tuvieron lugar muchos combates el pasado invierno.

30 kilómetros dentro del territorio camboyano ya vimos las huellas de los tanques vietnamitas en los campos de arroz. Vimos edificios derribados por los disparos de la artillería vietnamita.

A través del campo de batallo vimos balas, cartuchos, escombros y latas de armas soviéticas y estadounidenses usadas por las tropas vietnamitas. Buscando el área encontramos incluso un tanque soviético.

No es coincidencia que las armas de las dos superpotencias estén tiradas por Kampuchea a miles de kilómetros de Washington y Moscú. Las dos superpotencias, cada una de su modo, están tratando de destruir la revolución camboyana.

Con respecto a Estados Unidos, su hostilidad contra Kampuchea es obvio. Negándose a resignarse tras la pérdida de su pequeño paraíso personal, EEUU ha perpetrado muchas agresiones contra Kampuchea, como el incidente de Mayaguez en mayo de 1975 y el bombardeo de Siem Reap en febrero de 1976.

Además, los agentes de la CIA en Tailandia han contactado con los agentes de la CIA en Kampuchea intentando numerosos golpes de estados. EEUU ha promovido a los militaristas tailandeses para llevar a cabo incursiones en la frontera tailandesa-camboyana. La ofensiva propagandística lanzada por EEUU es un intento de aislar internacionalmente a Kampuchea y preparar a la opinión para otra intervención de Estados Unidos en el sureste asiático. Como EEUU, los socialimperialistas soviéticos no tienen interés en ver una Kampuchea socialista e independiente. Se han opuesto al PCK desde que se fundó e incluso han apoyado a la camarilla de Lon Nol hasta el final. Ahora intentar extender su hegemonía por el sureste asiático y cercar China. Pero Kampuchea sigue siendo un territorio impenetrable. La fiera defensa de la independencia de Kampuchea es un golpe directo contra la expansión soviética así como ejemplo a otros países de que es posible construir el socialismo sin la URSS.

Sin poder dominar Kampuchea, la Unión Soviética continúa con sus intentos de derrocar al estado camboyano. Hombres de la KGB han estado involucrados en dos golpes de estado. Pero se ha visto de forma evidente para EEUU y la URSS que sus agentes reaccionarios en Kampuchea no pueden movilizar a las masas. La revolución ha ganado un amplio apoyo popular. Los intentos subversivos están condenados.

LA UNIÓN SOVIÉTICA APOYA EL CONFLICTO

Con todo lo anterior creo que la URSS apoya una invasión vietnamita en Camboya. Cuando la primera gran invasión se produjo en 1977, comandantes y asesores soviéticos participaron en la agresión. Incluso cuando los vietnamitas usaron helicópteros para sacar los cuerpos rusos fuera de Kampuchea, tres soldados rusos muertos fueron encontrados dentro de Kampuchea.

Desde este incidente, la Unión Soviético ha intentado mantener un bajo perfil en las invasiones. Los comandantes soviéticos ahora permanecen dentro de la frontera de Vietnam, comunicándose con las tropas vietnamitas que cruzan Kampuchea a través de radio.

El ejército vietnamita ya tiene once divisiones cerca de la frontera vietnamita-camboyana. En Laos, el ejército vietnamita ha instalado otras cuatro divisiones en la frontera laosiana-camboyana. Más de 7,000 tropas rusas y asesores en Laos y Vietnam están trabajando con estas divisiones. Creo que es bastante obvio quien está detrás de la guerra entre Vietnam y Kampuchea.

Por supuesto, la Unión Soviética no participa en esta lucha sin pretexto. Hay conflictos políticos y diferencias nacionales desde hace mucho entre Kampuchea y Vietnam. Incluso durante la guerra de liberación, estas diferencias surgían a veces. Más importante, los vietnamitas han favorecido históricamente la creación de una “Federación Indochina” en la que Kampuchea sería un estado menor. Kampuchea ve este acto como chovinista y se opone a infringir su independencia y soberanía. Además de esta cuestión, hay desacuerdos con respecto a las fronteras.

A pesar de que Vietnam y Kampuchea firmaron un acuerdo en 1967 estableciendo sus fronteras, Vietnam ha renunciado a este acuerdo.

Pero aun teniendo en cuenta las diferencias entre estos países revolucionarios del Tercer Mundo- que son muchas- no hay razón para creer que no pueden ser resueltas pacíficamente de no ser por la Unión Soviética provocando a Vietnam para resolverlas con la fuerza militar.

Con respecto a las acusaciones soviéticas y vietnamitas de que Kampuchea es el agresor, esto es un intento para colocar la verdad en su bando que está tan fuera de la realidad que no puede ser tomada en serio. Kampuchea no tiene razones para agredir a nadie. Quiere la paz y la estabilidad para avanzar en su reconstrucción nacional. Pero al mismo tiempo, Kampuchea no tolerará violaciones de sus fronteras y se ha defendido de todos los ataques hasta ahora.

La Unión Soviética está usando la situación actual para aumentar su dominio sobre Vietnam. Esto sólo puede tener efectos adversos en la revolución vietnamita. Hay muchas señales de que el pueblo vietnamita se opone a la guerra en Kampuchea y otras políticas del gobierno vietnamita donde la influencia de la URSS es palpable.

Por aquellos que fueron por el movimiento en contra de la guerra en este país y obtuvieron tanta inspiración de la lucha de los pueblos vietnamita y camboyano, es una situación trágica el ver a los dos países en guerra entre ellos. Pero debemos protegernos contra las reacciones subjetivas. En lugar de frustrarnos, hay que redoblar nuestros esfuerzos para oponernos al revisionismo y al socialimperialismo soviético que son los verdaderos culpables de la contienda.

El camarada Ieng Sary.

La solidaridad entre los pueblos estadounidense y camboyano, especialmente la lucha de la juventud estadounidense a principios de los setenta, jugó un papel importante en derrotar al imperialismo de EEUU y sus títeres allí. ¿Cuál es la tarea de nuestro movimiento para continuar con esta solidaridad en la actualidad?

Cuando llegamos a Phnom Penh, Ieng Sary realizó un banquete en honor a nuestra delegación. En el banquete, tanto él y como hicimos un discurso, y ambos hicimos referencia a los estudiantes que se dejaron la vida protestando contra la invasión de EEUU en Kampuchea.

Después, Ieng Sary me dijo: “no es coincidencia que ambos nos refiriéramos a estas luchas estudiantiles. Compartimos el mismo punto de vista revolucionario. Yo en mi país y tú en el tuyo luchamos contra el mismo imperialismo.”

Allá donde fuimos, encontramos al pueblo camboyano distinguiendo entre el gobierno yanki que llevó a cabo la guerra contra ellos y el pueblo estadounidense que se opuso a la guerra.

Pero hay mucho trabajo por hacer para construir y fortalecer la amistad entre nuestros dos pueblos. Ahora, la clase gobernante intenta hacer todo lo posible para enfrentar al pueblo estadounidense contra la revolución camboyana.

Las esperanzas reaccionarios son que la constante repetición de sus historias de “genocidio” y “barbarie” sean aceptadas por el pueblo como verdad. Esta máquina propagandística es muy peligrosa, pero no creo que triunfe. Después de todo, la misma máquina propagandística consiguió engañar a los estadounidenses sobre la guerra en Indochina por muy poco tiempo. Eventualmente, las masas vieron las mentiras y la desinformación.

A través de varios artículos en La Llamada hemos intentado revelar la verdad sobre la situación en Kampuchea al pueblo estadounidense. Espero que la gente los lea y los circule para discutirlos con más gente.

Creo que es importante leer el discurso de Pol Pot sobre la historia del Partido que la Prensa de Liberación ha publicado en inglés, así como otros materiales directos de Kampuchea. Nuestras librerías en el país están guardando estos materiales, para que la gente pueda acceder a ellos.

Cuando haya oportunidades de desafiar la campaña de desprestigio contra Kampuchea y presentar la verdad, este trabajo debería ser presentado. Ya sea en la forma de mitines públicos, debates en las universidades, o letras a los editores de periódicos que imprimen mentiras, hay muchas formas de combatir la guerra propagandística.

También creo que es importante organizar el sentimiento de amistad hacia Kampuchea. Creo que sería muy bueno para nuestros amigos en Kampuchea establecer un comité o una organización que concentre o proporcione educación sobre Kampuchea.

La lucha de liberación en Kampuchea proporciona a nuestro movimiento tremenda inspiración y entusiasmo. Para mucha gente, la agresión de Estados Unidos demostró su naturaleza imperialista. Para otros, el hecho de que un país pequeño como Kampuchea se enfrentara a una gran superpotencia imperialista mostró que la revolución es posible.

Ahora, Kampuchea ha tomado la vía socialista. Sus logros continúan enriqueciendo nuestro movimiento y la lucha mundial contra el imperialismo. Aprender más de la revolución allí y enriquecer la solidaridad en nuestros pueblos es una importante tarea que nuestro partido tiene en alta estima.