jueves, 27 de mayo de 2021

GALIZA: 25 maio 1967: levantamento de Naxalabari. (Galiza Vermelha)


 O movimento Naxalbari tivo grande impacto no mov. comunista da Índia, mostrando o caminho da Rev. Agrária como necessário. Caminho trilhado até hoje através da guerra popular q se desenvolve e avança em feroz luita contra o revisionismo.

O Levantamento de Naxalbari foi o episódio que deu início à guerra popular na Índia, dirigida naquele momento polo Partido Comunista da Índia (Marxista-Leninista), sob a chefatura de Charu Mazumdar.

No mês de maio o Comité Central do Partido Comunista da Índia (Maoista) convocou todo o Partido, os combatentes e as massas, na Índia e no estrangeiro, a celebrar o Levantamento de Naxalbari.

Em palavras do CC do PCI (Maoista) no comunicado do 50º aniversário:

“A grande rebeliom de Naxalbari é resultado da aplicaçom criativa do Marxismo-leninismo-pensamento Mao Tsetung, do caminho da Guerra Popular Prolongada para a construçom do Exército Popular, com vistas à realizaçom da Revoluçom de Nova Democracia, e da tomada do poder por meio da luita armada em diversas zonas, libertando primeiro as áreas rurais e cercando finalmente as cidades para, dessa forma, controlar todo o país, dadas as condiçons específicas da Índia. É um golpe assestado no revisionismo que havia se arraigado profundamente na Revoluçom Indiana. É umha parte inseparável da Revoluçom Socialista Mundial. Deslindou os terrenos entre o revisionismo e o pensamento guia do Marxismo-leninismo-pensamento Mao Tsetung. Representou um começo.extraordinário para a formaçom do Partido Revolucionário maoista, assi como para o início dum processo, dumha estratégia, dum método d luita e dum método d direçom, políticos. Em certo sentido, trata-se dum giro fundamental e dum salto qualitativo na história da Rev. indiana”.

“As questons que suscitou Naxalbari tivo umha importância histórica determinante. A luita atual assenta-se sobre elas”.

“Os autênticos revolucionários extraírom valiosas liçons de Naxalbari e entregárom-se de corpo e alma ao desenvolvimento do que Mao chamou de três armas mágicas: o Partido, o Exército Popular e a Frente Única. O movimento revolucionário rebrotou de novo como umha grande onda. As forças revolucionárias se reorganizárom”
https://twitter.com/GalizaVermelha/status/1397305668672049154

BRASIL: Editorial AND: O Norte da luta popular

 

Faixa deixada antes dos camponeses do Acampamento Manoel Ribeiro realizarem a retirada silenciosa. Foto: Banco de dados AND

A perseguição implacável, o cerco, as prisões, torturas e assassinatos contra os camponeses do Acampamento Manoel Ribeiro não têm quebrado a resistência das massas em luta. Muito pelo contrário, esta resistência heroica tem não apenas vencido o cerco militar – impedindo o massacre desejado pela reação – como gerado ampla solidariedade nacional e internacional, com proporções inéditas até aqui, como fica claro no Abaixo-Assinado em curso redigido pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo) e Associação Brasileira de Advogados do Povo (Abrapo). Noutras palavras, a mobilização independente das massas populares, em defesa dos seus interesses concretos, afirma-se através deste exemplo contundente como a única via consequente para dar combate ao governo militar genocida de Bolsonaro/generais, como temos dito sempre em nossos editoriais.

O agravamento da pandemia não pode ser motivo para a desmobilização da luta popular. Ora, é justamente esta situação calamitosa que exige a atuação firme de sindicatos, associações, organizações comunitárias, movimentos populares, das universidades, intelectuais e todos aqueles que têm compromisso verdadeiro com a sorte do nosso país. O que se passa, agora mesmo, na Colômbia, serve como exemplo e, ao mesmo tempo, advertência: o rastilho de pólvora que tem atravessado a América do Sul, em particular desde 2019, não deixará de chegar ao Brasil.

Os que propõem a via da espera e das frentes institucionais servem, de fato, à reação. De um lado, são a frustração e o rancor com as promessas não cumpridas da Nova República que explicam a adesão de uma parcela ainda considerável da população a Bolsonaro. De outro lado, a covardia da oposição parlamentar ao governo, expressa na CPI, que até agora tem mais servido a mobilizar as bases do Genocida do que encorajado a população a se manifestar contra ele. O depoimento de Pazuello foi notável neste sentido. Réu confesso, o Carniceiro mentiu à vontade, e foi tratado com deferência por “Suas Excelências”, que se ajoelharam perante a exigência do Alto Comando do Exército (apenas ratificada pelo ministro do Supremo, Lewandowski) de que seu homem não fosse nem preso nem desmoralizado. Três dias depois, o mesmo discursou sem máscara para um aglomerado verde-amarelo, em ato golpista no Rio de Janeiro. Esta é a “consequência” da direita tradicional liberal, cuja natureza de classe tem sido sempre trair. Colhem, com isto, a desmoralização completa.

Enganam-se os que pensam que os clamores da extrema-direita a uma “ruptura institucional” não encontram ecos na sociedade. Vivemos um equilíbrio instável: Bolsonaro, o Genocida, não tem forças para desfechar o golpe de Estado, mas a oposição parlamentar tampouco as tem para derrubá-lo. Trata-se de situação por evidente transitória, frágil, cuja conclusão ainda não está decidida. A potencial entrada em cena do protesto popular poderá ser o fator que rompa este equilíbrio. Não está descartada a possibilidade de Bolsonaro, neste caso, usar a mobilização para precipitar uma quartelada, jogando massas contra massas. Por isso, é preciso desatar desde já, e por todos os meios, a mais ampla campanha de agitação, propaganda e atuação entre os milhões de desempregados e famintos, convocá-los com energia a lutar por terra, por teto, por comida, por vacina. Esta será a única força capaz de deter o avanço do golpe militar em marcha, ou resistir a ele caso tome a forma aberta. A história do século XX, em particular na América do Sul, atesta que os “dispositivos militares”, os “oficiais legalistas”, os “acordos de lideranças” etc., não podem barrar o fascismo. Esta foi a experiência amarga de nossos países, como no Brasil de Jango ou no Chile de Allende, expressão máxima do reformismo e da “via pacífica para o socialismo” naquele momento. Seu desfecho trágico foi o Palácio La Moneda bombardeado, após a reação estar segura de que as massas haviam sido desarmadas, bélica e ideologicamente. Repetir este caminho, hoje, seria mais do que um erro: seria um crime.

Por isso, o povo brasileiro deve acompanhar, defender e propagandear a heroica luta camponesa no estado de Rondônia, que agita a bandeira vermelha da Revolução Agrária contra a ação conjunta dos governos estadual e federal e todo o seu aparato de espionagem e morte. A defesa da Liga dos Camponeses Pobres, e do Acampamento Manoel Ribeiro em particular, é a tarefa prioritária de todos os democratas consequentes do Brasil. Ali se expressa uma decisão firme que não negocia nem se curva às chantagens e agressões. E ante ao novo plano sanguinário do governador Marcos Rocha, com o reforço de forças federais enviadas pelo genocida Bolsonaro, contra os acampados e em causa dos latifundiários, movendo sua parafernália de guerra e fechando o cerco com centenas de tropas, por unanimidade da sua Assembleia Popular, as centenas de camponeses, sob direção da LCP, operaram a retirada silenciosa na noite, passando incólume sob as barbas dos serviços de “inteligência” e comandos especiais à espera da ordem para o assalto, desaparecendo na escuridão. O assalto ao acampamento terminou na insólita e patética cena de guerra: a avalentoada soldadesca, armada até os dentes, defronte a um impávido e hasteado trapo com as inscrições “Voltaremos mais fortes e mais preparados!”

A resistência camponesa na Amazônia é, de fato, nestes dias, o Norte da luta de todo o povo brasileiro.

Faixa deixada antes dos camponeses do Acampamento Manoel Ribeiro realizarem a retirada silenciosa. Foto: Reprodução

martes, 25 de mayo de 2021

ESTADO ESPAÑOL: La hipocresía de los imperialistas.

 

La venta de armas españolas a Marruecos triplica lo destinado a ayuda humanitaria en los campamentos saharauis


#TITRE

Entre 2016 y 2020, España otorgó 28.223.216 euros a través de la vía de "cooperación al desarrollo" para la población refugiada. En ese mismo periodo se realizaron exportaciones de material armamentístico por un valor superior a los 87 millones de euros. El buque de guerra que construirá Navantia para la Marina marroquí alcanzará los 150 millones.

bilbao

Danilo Albin

Las Fuerzas Armadas de Marruecos disponen de explosivos fabricados en España. Según consta en distintos informes oficiales de la Secretaría de Estado de Comercio, desde 2016 ha habido exportaciones de granadas de mortero y munición de artillería o cordón detonante, además de piezas para aviones y tanques. Lo facturado por la industria armamentística –previa autorización del Gobierno de turno– triplica lo concedido en ese mismo periodo en concepto de ayuda humanitaria a los campamentos de refugiados saharauis.

El negocio armamentístico se encamina a sumar otros cuantos ceros. En enero de este año, la sociedad pública Navantia logró cerrar un acuerdo millonario con la Marina Real marroquí para la construcción de un buque de guerra. Según publicaron distintos medios, su coste rondará los 150 millones de euros. "Navantia ya suministró patrulleros y una corbeta a la Marina Real de Marruecos en los años ochenta y este contrato retoma esa senda", celebró entonces el astillero.

Actualmente, una plataforma integrada por grupos prosaharauis y colectivos en defensa de los derechos humanos reclaman al Gobierno que paralice la operación, alertando que "existen indicios racionales de que el material de defensa puede ser empleado en acciones que perturben la paz, la estabilidad o seguridad regional, exacerbar conflictos o tensiones latentes, ser utilizados de manera contraria al respeto debido y la dignidad inherente al ser humano, o ser utilizados con fines de represión interna, o en situaciones de violaciones de los derechos humanos y en otros supuestos".

Ninguno de esos supuestos impidió que España vendiese durante los últimos años a Marruecos distintos materiales de Defensa por un importe total de 87.169.346 euros. Así se recoge en los distintos informes anuales de la Secretaría de Estado de Comercio sobre las exportaciones de armamento, donde se detalla además que todas las ventas fueron realizadas a las Fuerzas Armadas de ese país.

En 2016, bajo el Gobierno de Mariano Rajoy, se concretaron operaciones por un valor de 30,3 millones de euros en "partes, piezas y reparables para aeronaves de transporte de fabricación española, granadas de mortero, cartuchos impulsores y botes fumígenos de colores". Al año siguiente se exportaron granadas de mortero completas e iluminantes, munición antiaérea y una línea completa y utillaje para la reparación de cadenas de tanques", lo que derivó en una facturación de 16,7 millones de euros.

Tras la llegada de Pedro Sánchez a La Moncloa se han mantenido las operaciones de este tipo. En 2018 se registraron exportaciones por un total de 10,8 millones de euros "en granadas de mortero, munición de artillería y antiaérea, recambios y consumibles para la reparación de cadenas de tanques, cordón detonante, bloques explosivos plásticos, partes, piezas y repuestos para aviones de transporte de fabricación española, aviones no tripulados y tubos intensificadores de imagen de equipos de visión nocturna".

El comercio armamentístico con Marruecos creció en 2019: ese año se registraron ventas por un total de 23,2 millones de euros en concepto de "munición de artillería, granadas de fusil con sus municiones, recambios y consumibles para la reparación de cadenas". A falta de conocer el informe con los datos completos de 2020, el informe publicado por Comercio sobre el primer semestre indica que en ese periodo hubo exportaciones de armamento que alcanzaron los 6.199.084 euros.

28 millones en ayuda humanitaria

En ese mismo periodo (2016-2020), la Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID) destinó 28.223.216 euros a los campamentos saharauis. Así lo indicó el ministerio de Asuntos Exteriores en una documento enviado el pasado 12 de abril al diputado de EH Bildu Jon Iñarritu, quien había requerido información sobre "cuáles son las ayudas destinadas en Cooperación Internacional por el Gobierno de España al Sahara Occidental en los últimos cinco años".

En su respuesta, Exteriores indica que la AECID "no realiza ninguna actividad en el Sahara occidental, sino en los campamentos de población refugiada saharaui" en el sur de Argelia. "Dada la situación de la población refugiada en los campamentos saharauis, el grueso de la cooperación es ayuda humanitaria, canalizada a través de la Oficina de Acción Humanitaria de la AECID", señalaba el ministerio que dirige Arancha González Laya.

El documento remitido a Iñarritu recoge "sin ánimo de exhaustividad" los distintos proyectos de carácter humanitario financiados por el Gobierno español desde 2016, entre los que figuran acciones tales como la "ayuda alimentaria y gestión humanitaria para mejorar las condiciones de vida en los campamentos de refugiados saharauis" o la "contribución para la financiación de actividades de asistencia humanitaria y protección internacional de los refugiados saharauis en Tinduf".

Público

lunes, 24 de mayo de 2021

COLOMBIA: ¡El Pueblo Debe Prepararse Para Gobernar!

¡El Pueblo Debe Prepararse Para Gobernar! 1

El tratamiento militar del régimen criminal al Paro Nacional iniciado el 28 de abril, la declaración de guerra a los bloqueos, el aleve ataque armado de los mafiosos compinches del régimen y de sus escuadrones de asesinos (Policía, Esmad, Ejército, Paramilitares), causando a diario más muertos, heridos, desaparecidos y violaciones… son muestra de la profunda debilidad de un régimen moribundo que, cual fiera herida, lanza sus zarpazos contra la rebelión popular. Tales ataques han cobrado en los días del Paro, la vida de más de 50 combatientes y dejado 524 desparecidos, 1600 heridos, 1430 detenidos, 21 mujeres abusadas sexualmente…

Sin embargo, la masacre y los sufrimientos padecidos, especialmente por la juventud proletaria revolucionaria que ha dado pruebas de heroísmo sin par, lejos de apaciguar la rebelión la acrecientan: nuevos combatientes ocupan el lugar de los caídos, nuevos rostros relevan a los desaparecidos, miles y miles más se levantan para suplir a los heridos y detenidos, y millones se lanzan a las calles respaldando a sus hermanos, hijos e hijas victimados por la dictadura mafiosa que con cada nuevo ataque se debilita y ahonda las fisuras entre las clases dominantes explotadoras.

Ni el régimen ni las clases dominantes pueden o quieren resolver las exigencias del pueblo que se ha puesto de pie. El tal “diálogo social” solo es un distractor para apaciguar la rebelión. Los llamados a la serenidad y la condena a los supuestos actos de vandalismo y los bloqueos son un apoyo directo a la criminal dictadura mafiosa. Los consejos de reducir el paro a desfiles y movilizaciones pacíficas sin barricadas ni bloqueos, para que el gobierno de la mafia se fortalezca sin trampas y Duque termine su mandato como recomiendan Petro y su séquito, son consejos pacifistas y desmovilizadores, dados por los politiqueros reformistas y los jefes vende-obreros del Comité Nacional de Paro, quienes ya sin tapujos muestran su gran servicio al régimen y a los explotadores, su miserable fe en la constitucionalidad burguesa reaccionaria y su miedo al pueblo sublevado.

Por su actitud pusilánime y de complicidad con el régimen, los falsos amigos del Paro se han ganado el justo repudio de vastos sectores de las masas, dejándoles en claro que no los representan y desechando sus ilusiones en esos supuestos salvadores y representantes. Una magnífica actitud que pone de presente cómo la propia lucha ha ido elevando la conciencia política de los combatientes. Los comunistas y revolucionarios fieles a los intereses de la clase obrera y sus aliados, los campesinos e indígenas y demás sectores de la pequeña burguesía, le proponen al pueblo trabajador una salida distinta y cuyo protagonista debe ser el mismo pueblo.

El régimen de Duque está debilitado y las clases dominantes están divididas. El movimiento de masas está en ascenso. Es posible y necesario tumbar este régimen de dictadura de la mafia, con la fuerza de la movilización revolucionaria del pueblo; pero ese único camino seguro para derrotar a los enemigos, exige prepararse para nuevos y más grandes combates y también mayores sacrificios, más conciencia y mejor organización.

El momento destaca unas tareas urgentes de los verdaderos dirigentes y activistas del gran levantamiento popular:

  • Generalizar las Asambleas Obreras, Populares, Campesinas, Indígenas, Estudiantiles donde se ejerza la democracia directa del pueblo trabajador, se decidan las exigencias y las tareas para proseguir en la lucha y generalizar el Paro Indefinido. Asambleas de abajo hacia arriba cada vez más conscientes y organizadas para transformarlas en la forma del nuevo poder. Asambleas que culminen en una gran Asamblea Nacional Popular donde se decidan las tareas para resolver los problemas que el régimen, la burguesía y los politiqueros no pueden y no quieren solucionar.
  • Generalizar los Grupos de Choque o Primera Línea y construir las Guardias o Milicias Obreras y Populares para enfrentar con éxito y derrotar las fuerzas asesinas estatales y paramilitares. A su vez, preparar mejor los combates y actuar con inteligencia para no propiciar bajas innecesarias.
  • Complementar el combate directo a las hordas armadas del régimen, con un intenso trabajo de agitación y propaganda en las filas de las fuerzas militares del enemigo para desmoralizarlas, aislar a los mandos superiores y hacer que una parte de sus efectivos se pasen al lado del pueblo sometiéndose a las decisiones de las Asambleas Populares.

Independiente de los altibajos que puedan presentarse en los próximos días, la crisis económica, social, sanitaria y ambiental, así como la crisis política por arriba, el tratamiento de guerra a las exigencias del pueblo y la rebelión creciente de las masas populares… son todas condiciones que posibilitan el salto a una época de revolución, donde sea el pueblo, si se encuentra consciente y organizado, quien tome en sus propias manos la dirección de todos los asuntos. Por ello, el pueblo debe prepararse para gobernar y los comunistas revolucionarios deben acelerar la construcción del Partido proletario de vanguardia.

Comité de Dirección – Unión Obrera Comunista (mlm)
Mayo 19 2021

ECUADOR: POSESIÓN DE G. LASSO, LA ORGÍA DE LOS ASESINOS

                           


Producto de las profundas identidades que tienen; todos, serviles al imperialismo, yanqui, fundamentalmente; alineados a la burguesía compradora; corruptos, represivos, fascistoides, opresores y hambreadores, varios presidentes y otros representantes de la política imperialista han decidido converger en un evento político en Quito, cuyos objetivos son despedir de la presidencia a uno de los suyos, igual de podrido, igual de mentiroso y represor, Lenin Moreno; y, a la vez, participar de la posesión de Guillermo Lasso, otro más de los mismos.

A este oscuro evento ya se ha confirmado la presencia de Duque, presidente de Colombia. Paraco, asesino; viene al país con las manos manchadas de sangre de todos los luchadores populares que emprendieron con una de las jornadas de lucha más importante de los últimos años en Latinoamérica. Más de 70 muertos; 50 personas con mutilaciones al haber perdido uno de sus ojos por impactos de balas anti motines; cerca de 600 desaparecidos, muchos de ellos no volverán nunca más a sus hogares; miles de detenidos. Una verdadera danza de la muerte.

Pero el asesino no viene solo; compartirá escenario con Bolsonaro, presidente del Brasil. Criminal, fascista; misógino, racista. Aquel que decía "El error de la dictadura fue torturar y no matar”. Su última carta de presentación es la masacre de pobladores de las favelas en Río de Janeiro y la persecución, asesinato y encarcelamiento de campesinos que luchan por la tierra.

Sebastián Piñeira, es otro de los que viene untado de sangre. No podemos ni debemos olvidar que esta hiena también tiene su negro prontuario de violencia y represión. Igual, reprimió la rebelión de las masas de una manera brutal, causó la muerte de más de un centenar de hijos del pueblo; decenas de mutilados, otros, perseguidos y encarcelados.

Esta orgía de la gran burguesía latinoamericana también contará con la presencia del golpista Leopoldo López, del tristemente célebre, José María Aznar, delincuente, guerrerista y criminal de guerra que apoyó la brutal intervención imperialista en Irak,  y otros más de la misma calaña,  que desde ya están condenados a habitar por siempre el basurero de la historia.

La mesa está tendida, dice Moreno al dejar la presidencia. Y sí, a ella asisten los comensales más sangrientos, represivos y reaccionarios de los últimos años. De todas formas no nos llama la atención, tienen identidades políticas e ideológicas profundas; tienen denominadores comunes dentro de sus ejercicios presidenciales: propiciar el paramilitarismo, el asesinato masivo de manifestantes, la corrupción, la incapacidad de atender la emergencia sanitaria producto de la pandemia y la bancarrota de sus viejos Estados burocráticos-terratenientes.

Corresponde al elemento consciente de la clase y del pueblo no olvidar jamás a los verdugos del pueblo; organizar y desatar la revolución.

Corresponde al elemento consciente de la clase, desde ya organizar la rebelión en contra del régimen de Lasso, cuyo portafolio político viene con una hoja de ruta trazada por el imperialismo, el FMI y la línea ideológica de todos estos sátrapas que en Carondelet brindan por el desgobierno, la miseria, desgracia y opresión de nuestros pueblos.

¡NI PERDÓN NI CLEMENCIA PARA LOS VERDUGOS DEL PUEBLO!

HOY, MÁS QUE NUNCA: ¡LA REBELIÓN SE JUSTIFICA!

MÉXICO: SOL ROJO Oaxaca: Breves iniciando semana

 


Internacional. Organizaciones y Partidos Comunistas marxistas-leninistas-maoístas, emitieron una importante declaración en el marco del 48° aniversario de la captura y asesinato del camarada Ibrahim Kaypakkaya, dirigente histórico y guía del TKP/ML (Partido Comunista de Turquía/Marxista-Leninista), quién en un momento crucial de la lucha de clases del proletariado internacional y de los pueblos oprimidos, llamó a romper con el revisionismo y el cretinismo parlamentario, retomando el camino planteado por el presidente Mao Tse Tung, iniciando así la reconstitución del partido de vanguardia de la clase obrera y la guerra popular en Turquía, que hasta la fecha continúa mostrando cada vez más notables avances. En el documento los comunistas resaltan: “En el 48º aniversario del asesinato del camarada İbrahim KAYPAKKAYA vemos una vez más lo importante que es entender y captar la orientación de los dirigentes comunistas e inspirarse en ellos, que han logrado un avance histórico en su vida. Camaradas como İbrahim KAYPAKKAYA y otros comunistas similares reflejan no sólo los valores de un país, sino, además, valores compartidos por el proletariado internacional y forman parte de nuestra historia común. Precisamente por eso, sus enseñanzas, sus posiciones ideológicas y su audacia político-práctica se consideran parte de la memoria colectiva de los comunistas. En nuestras persistentes luchas, continúan con su papel histórico de guías”. La declaración está signada por 14 organizaciones de diversos países. Usted puede acceder a la declaración dando click aquí.

 


 

Turquía. Como parte de las acciones con motivo del 48° aniversario de la captura y asesinato del camarada Ibrahim Kaypakkaya, militantes del Ejército de Liberación de Obreros y Campesinos de Turquía (TIKKO), liderados por el TKP/ML, llevaron a cabo una serie de acciones de propaganda armada, como las ocurridas la noche del 16 de mayo en Estambul, donde unidades guerrilleras colgaron pancartas por toda la ciudad y lanzaron cocteles molotov contra oficinas del reaccionario AKP (el partido político del fascista Erdogan). En estas acciones la guerrilla maoísta comunicó: “En el 48º aniversario de su asesinato, conmemoramos a nuestro líder comunista İbrahim Kaypakkaya y rendimos homenaje a su fe inquebrantable y su compromiso con nuestro partido y la revolución. No dudaremos en llevar la camiseta de fuego del comunismo revolucionario, que el camarada İbrahim no rehuyó llevar. Nuestro partido, el TKP / ML, seguirá marchando, con la guerra popular lograremos la victoria. ¡Saludos al líder comunista İbrahim Kaypakkaya en el 48º aniversario de su asesinato! "

 


 

Palestina. El pasado 21 de mayo se anunció un alto al fuego en medio de las agresiones de la bestia fascista-sionista de Israel contra el heroico pueblo palestino. Previo a esto, las movilizaciones internacionalistas en solidaridad con Palestina se desbordaron alrededor del mundo, alcanzando nuevos y más altos niveles de participación que lograron visibilizar la actitud perversa y colonialista de Israel y el protectorado yanqui del que gozan. Hasta esa fecha, los EE.UU. encabezados por el reaccionadito Biden (por el cual llamó a votar la peste avakianista-anticomunista) había rechazado varias declaraciones y un proyecto de resolución, para el cese al fuego. Los yanquis tienen un sólido negocio en la guerra de rapiña como institución imperialista. Ahora el Consejo de Seguridad de la ONU (organismo cómplice del imperialismo y el colonialismo sobre los pueblos oprimidos) “acoge con beneplácito” este cese al fuego que, sin embargo, no es suficiente para restituir al pueblo palestino la paz, la dignidad, el territorio y la libertad que le ha sido arrebatada con la creación del sucio estado sionista.

 


Italia. Violento choque se registró entre integrantes del Sindicato COBAS y el Movimiento “7 de Noviembre” de desempleados cuando exigían audiencia con el Ministerio del Trabajo que se encontraba en el parlamento. Elementos antimotines arribaron al lugar golpeando y lanzando gases lacrimógenos contra los manifestantes; esto generó un fuerte disturbio que se extendió hasta Piazza Colonna, frente a las oficinas del Primer Ministro. El gobierno reaccionario ha asegurado que tiene identificadas a ocho personas a quienes planea procesar por delitos como ataques y lesiones contra la policía. 

 


 

Brasil. La Comisión Nacional de la Liga de Campesinos Pobres denunció la detención arbitraria de cuatro activistas de dicha organización en Rondônia en medio de un operativo el pasado 10 de mayo. Los campesinos han sido acusados de los delitos de “tentativa de homicidio, daño y depredación, privación ilegal de la libertad, asociación delictiva y portación de arma de fuego”. Los presos políticos responden a los nombres de Ezequiel, Luis Carlos, Estefane y Ricardo. En paralelo, el fascista Bolsonaro ha seguido lanzando mensajes de amenaza contra la LCP, diciéndole "¡prepárate!! durante sus más recientes declaraciones donde continúa señalándola como organización terrorista. Usted puede consultar más información dando click aquí.

 


 

Colombia. Continúa el paro general y la insurrección popular contra el gobierno fascista de Duque. A 27 días de iniciadas las protestas, el régimen reaccionario ha intentado de todo para frenar la justa lucha del pueblo, desde la más brutal y sanguinaria represión, pasando por la militarización de las calles, el llamado al “diálogo” con las cabecillas del oportunismo y el reformismo, hasta los preparativos para la Copa América de futbol que pretenden llevar a cabo en Colombia y Argentina. La respuesta del pueblo es contundente ¡La rebelión se justifica! Paralelamente desde Colombia, la Unión Obrera Comunista (mlm) ha emitido una importante declaración de solidaridad con el movimiento normalista mexicano. Usted puede leer la declaración dando click aquí. 

 


 

México. Por todo el país se extiende la solidaridad hacia el movimiento normalista que en diversas partes del país está siendo atacado por el viejo estado. En Chiapas el pasado 18 de mayo el gobierno MORENISTA de Rutilio Escandón reprimió con saña brutal a estudiantes de la Escuela Normal Rural de Mactumactzá dejando como saldo 93 estudiantes detenidos (entre ellas 73 mujeres que denuncian violaciones y abuso sexual por parte de la policía - la tarde de ayer se informó que todas las mujeres fueron puestas en libertad condicional, vinculadas a proceso, mientras sus compañeros permanecen en el penal El Amate), además de 130 desaparecidos. Paralelamente el día 20 de mayo un camión de carga embistió un bloqueo que mantenían jóvenes estudiantes de la escuela Normal Rural “Carmen Serdán” de Teteles, Puebla, en el incidente fallecieron dos jovencitas y otras tres se encuentran heridas. En Oaxaca, el día 21 de mayo, la policía estatal a bordo de tanquetas y camionetas portando armas de fuego, arremetió contra los estudiantes pertenecientes a la Coordinadora Estudiantil Normalista del Estado de Oaxaca, golpeando a las y los jóvenes y apuntándoles con armas de fuego sobre sus frentes. Estas agresiones están encontrando la respuesta unificada de amplios contingentes del movimiento popular. Se esperan movilizaciones en todo el país durante los próximos días.

 


CDMX. Esta tarde se tiene contemplada una demostración frente a las oficinas representativas de MORENA, denunciando la represión contra el movimiento normalista en Chiapas y Puebla (estados donde gobierna este partido), así como en Oaxaca (que siendo gobernado por el PRI es apapachado por el gobierno de la república). Esta movilización tiene como objetivos denunciar al gobierno federal por el contubernio y silencio cómplice que guarda ante la represión al movimiento normalista. La acción está encabezada por organizaciones como la FECSM, el Comité de Madres y Padres de los 43 estudiantes de Ayotzinapa y demás organizaciones democráticas.

 


Istmo de Tehuantepec, Oaxaca. Decenas de comunidades rurales e indígenas, acompañadas por la Unión de Comunidades Indígenas de la Zona Norte del Istmo (UCIZONI) y de la Corriente del Pueblo Sol Rojo (CP-Sol Rojo) volvieron a pronunciarse contra la imposición del Corredor Interoceánico del Istmo de Tehuantepec (CIIT), del cual mantienen bloqueados sus trabajos en diversos puntos de la región como parte de las acciones de resistencia antiimperialista. En un comunicado los activistas señalaron: “el propio presidente de la república reconoce que este megaproyecto es la continuación del proyecto porfirista en beneficio de los monopolios y el imperialismo”. UCIZONI y CP-Sol Rojo han venido denunciando la imposición, sin información ni consulta, de los trabajos del megaproyecto “ahí donde el pueblo está desorganizado”, así como el uso de aparatos militares y paramilitares para imponer el megaproyecto “ahí donde el pueblo está organizado y en resistencia”. Destacaron que volverán a las calles en una jornada de lucha unificada.

 


Oaxaca. En el marco del 1er Aniversario del Periódico Mural, prensa popular y democrática, se ha anunciado la realización de un importante evento político-cultural en la ciudad de Oaxaca en coordinación con diversas organizaciones democráticas. En una breve nota los editores nos dicen: “Como parte de los festejos por nuestro primer aniversario, tenemos el honor de invitar a quienes nos leen al Conversatorio y Evento Político-Cultural que se realizará de manera conjunta con diversas organizaciones democráticas en la Ciudad de Oaxaca el día 30 de mayo a partir de las 11:00 am (horario de la resistencia). Pronto también realizaremos eventos semejantes en otras geografías de nuestro país. ¡Espéralos!”

miércoles, 19 de mayo de 2021

Declaracion Internacional Comun: ¡Kaypakkaya es una ruptura con la línea burguesa y el nacimiento de la línea proletaria!

                      


 ¡KAYPAKKAYA ES UNA RUPTURA CON LA LÍNEA BURGUESA

Y EL NACIMIENTO DE LA LÍNEA PROLETARIA!



El camarada İbrahim KAYPAKKAYA, fundador y guía teórico de nuestro Partido, el representante del proletariado internacional en Turquía, en el 48º aniversario de su asesinato nos sigue guiando. Mantenemos vivo a nuestro camarada İbrahim KAYPAKKAYA en nuestra lucha por la Revolución de Nueva Democracia, el Socialismo, el Comunismo y la Guerra Popular.


Mientras el sistema imperialista-capitalista sigue desmoronándose, mantiene su colonialismo parasitario en todo el mundo con sangre, lágrimas y pus rezumando por todos sus poros. La crisis económico-política y las guerras a nivel regional agudizan los conflictos entre los imperialistas y agudizan aún más la lucha por una mayor división. La consecuencia directa de esta situación son las guerras injustas, el aumento de la pobreza, los millones de llamados refugiados, el crecimiento de las organizaciones reaccionarias y fascistas y la extensión de la violencia gubernamental. Mientras que en un lado del cuadro al que nos enfrentamos está este brutal orden de explotación y sus consecuencias, en el otro están las masas populares, los revolucionarios y los comunistas, que luchan contra toda esta reacción y barbarie y que resisten a toda forma de agresión.


Por eso la ola contrarrevolucionaria a la que nos enfrentamos no nos intimida. Sabemos que cuando las masas lleven una conciencia política revolucionaria y actúen de acuerdo con esta conciencia, se verá que los imperialistas y sus lacayos no son más que “tigres de papel”. Una y otra vez la historia de la lucha de clases ha demostrado que cuando las masas se levantan con conciencia revolucionaria, no hay fuerza que pueda resistirla. En el contexto histórico en el que nos encontramos, esta es precisamente la razón por la que la claridad ideológica y la audacia práctica son más necesarias que nunca. Las masas necesitan organizaciones políticas y orientación práctica, dotadas de esta claridad.


En el 48º aniversario del asesinato del camarada İbrahim KAYPAKKAYA vemos una vez más lo importante que es entender y captar la orientación de los dirigentes comunistas e inspirarse en ellos, que han logrado un avance histórico en su vida. Camaradas como İbrahim KAYPAKKAYA y otros comunistas similares reflejan no sólo los valores de un país, sino, además, valores compartidos por el proletariado internacional y forman parte de nuestra historia común. Precisamente por eso, sus enseñanzas, sus posiciones ideológicas y su audacia político-práctica se consideran parte de la memoria colectiva de los comunistas. En nuestras persistentes luchas, continúan con su papel histórico de guías.


La historia de la lucha de clases sólo puede hacerse con pasos políticos y prácticos audaces. Lograr una resistencia o una contradicción y una alternativa a lo obvio, a lo aceptado, contra lo imperante, lo convencional, los pensamientos enseñados y los prejuicios, los dogmas y el statu quo sólo es posible, cuando desgarramos la “vestimenta” que el sistema de explotación y saqueo nos ha “puesto” de manera que no quede ni el más mínimo jirón de tela sobre nosotros. Si llevamos encima el más mínimo trozo del sistema, es difícil y, al final, imposible realizar una ruptura radical con el sistema. Significaría que, de un modo u otro, nos uniríamos al sistema existente en el plano ideológico o práctico. El hecho de que la capitulación ante la burguesía -a pesar de los altos precios pagados, en las diversas regiones del mundo, desde el pasado hasta el presente- siga teniendo lugar, es una prueba de ello. Como antídoto a tales posiciones ideológicas, el camarada İbrahim KAYPAKKAYA existió como encarnación del rechazo total al sistema dado. Su enseñanza y su orientación no han cesado.


En todas las partes del mundo han existido muchos revolucionarios y comunistas, de los cuales cada uno ha contribuido significativamente a la lucha por la revolución y el comunismo. Algunos de los diversos revolucionarios y comunistas que dedicaron su vida a la lucha por la revolución y por el socialismo, y que pusieron los ladrillos de la revolución mundial con su trabajo, su sangre y su alma, han asumido una posición especial con sus rupturas históricas, su audacia política y su claridad ideológica. “Rompiendo el hielo y abriendo el camino”, han asumido la función de estrella polar. Estas personalidades, que surgieron en los momentos más críticos de la historia de la lucha de clases, construyeron el futuro en los momentos que les tocó vivir. Y a pesar de todos los esfuerzos contrarios de sus enemigos de clase, sus pensamientos se convirtieron y siguen siendo orientadores, también al ser enarbolados por las siguientes generaciones. El camarada İbrahim KAYPAKKAYA, en su corta vida dentro de la historia de la lucha de clases, fue portador de tal misión.

 

Como todos los demás dirigentes revolucionarios y comunistas, el camarada İbrahim KAYPAKKAYA es un producto directo de la lucha de clases. A través de la participación en todos los ámbitos en los que se agudizó la lucha de clases del país en el que vivía, hizo de la epistemología dialéctica de “práctica-teoría-práctica” la base fundamental para el surgimiento del marco ideológico-político-organizativo del TKP/ML. Al mismo tiempo, investigó a fondo las luchas de clases vividas a nivel internacional y los conflictos ideológicos y construyó su pensamiento paso a paso basándose en todas estas cuestiones. Se convirtió en el representante del marxismo-leninismo-maoísmo en Turquía.


İbrahim KAYPAKKAYA es el resurgimiento de la persistente lucha de clases en Turquía basada en los principios marxistas. Ante todo, él es la ruptura ideológica y un renacimiento. Porque se diferenció intelectual y prácticamente de todas las actitudes pequeñoburguesas, oportunistas, revisionistas y parlamentarias, que hasta entonces traficaban en nombre del proletariado y de los trabajadores oprimidos y decían actuar en su favor. En este sentido, realizó rupturas de principio. Es un renacimiento, porque no sólo se distinguió de sus predecesores y de los que existían entonces, sino que simultáneamente construyó el camino de la verdadera liberación del proletariado y de los trabajadores oprimidos. En Turquía, fue él quien esbozó la Bandera Roja, que debía ondear en las manos callosas, destructoras y constructoras de la clase más revolucionaria, el proletariado, e izarse en los bastiones de la burguesía.


İbrahim KAYPAKKAYA fue un gran estudioso de la revolución socio-política en Turquía y del marxismo-leninismo-maoísmo, la etapa más nueva, que se alcanzó en el progreso histórico del marxismo-leninismo a través del camarada Mao. Lo logró a través de la línea teórica, política y organizativa planteada por él. Dio un paso histórico al señalar la necesidad de una fuerza rectora y dirigente en Turquía. Conectó el flujo inevitable de la historia y la dialéctica de este flujo con el punto al que el camarada Mao ha llevado el marxismo y concretó el camino de la revolución como Guerra Popular. Con la orientación de la Gran Revolución Cultural Proletaria formó el Partido. El camarada KAYPAKKAYA desarrolló una lucha despiadada contra aquellas comprensiones que tomaban los productos teóricos y las acumulaciones del socialismo teórico en forma de un conjunto de formulaciones dogmáticas o absolutas. Al mismo tiempo que se mantuvo fiel a las raíces del socialismo teórico, desarrolló enormes conexiones con estas raíces, conectó el pasado con el presente y representa la señal de fuego para la conquista del futuro.


Por lo tanto, es -como lo fue ayer, también hoy- una antorcha del proletariado internacional, que marcha hacia adelante en el camino del marxismo-leninismo-maoísmo. Tenemos el honor de ser los sucesores de esta antorcha roja del comunismo y la claridad ideológica del camarada İbrahim KAYPAKKAYA, su coraje político y práctico siguen guiándonos también en el 48º aniversario de su asesinato.


– ¡El jefe comunista İbrahim KAYPAKKAYA es inmortal!

– ¡Viva el internacionalismo proletario!

– ¡Gloria a la victoria de la guerra popular!

– ¡Gloria al marxismo-leninismo-maoísmo!


 

Firmas:

 

Partido Comunista de Turquía / Marxista-Leninista

Partido Comunista del Perú

Partido Comunista de Brasil (Fracción Roja)

Comité Bandera Roja – RFA

Servir al pueblo – Liga Comunista de Noruega

Comité para la Reconstitución del Partido Comunista de los Estados Unidos

Partido Comunista del Ecuador – Sol Rojo

Comité de Construcción del Partido Comunista maoísta de Galicia

Unión Obrera Comunista (mlm) – Colombia

GALIZA: 18 de maio honra e glória ao camarada Ibrahim Kaypakkaya! (Galiza Vermelha)

 


18 de maio de 1973, o proletariado revolucionário do mundo perde a Ibrahim Kaypakkaya mas, o seu legado segue entre nós.

Depois dos cinco mestres (Marx, Engels, Lenin, Stalin e Mao), Ibrahim Kaypakkaya, Gonzalo e Mazundar; som os principais teóricos da revoluçom e os mais grandes comunistas do século XX.

Frente às mentiras do revisionismo para fazer crer a classe operária e a classe camponesa que é possível construir umha sociedade socialista mediante reformas do estado burguês, foi Kaypakkaya quem assumiu a responsabilidade de sacar-lhe a careta ao revisionismo.

O camarada Kaypakkaya, igual que o camarada Gonzalo e o camarada Mazundar (cada um numha parte do mundo), conseguem que as grandes massas tenham consciência da necessidade histórica da guerra popular.

Porque sem destruir o estado burguês e construir o novo poder, nom é possível transformar a sociedade conscientemente e poder construir o mundo comunista.

Ibrahim Kaypakkaya nom é só um referente para o comunismo turco e curdo, ele é um símbolo do proletariado revolucionário mundial. Como lhe gosta dizer ao proletariado revolucionário turco e curdo: O camarada Kaypakkaya é imortal!!

https://twitter.com/GalizaVermelha/status/1394762726342283272

MÉXICO: SOL ROJO OAXACA: Pronunciamiento en apoyo a la lucha de Mactumatzá.




Corriente del Pueblo Sol Rojo condena la brutal represión contra los estudiantes de la escuela Normal Rural Mactumatzá, en el estado de Chiapas ocurrida el día de ayer, 18 de mayo de 2021.

Nos pronunciamos enérgicamente en contra del gobierno reaccionario de Rutilio Escandón, emergido de MORENA y la autoproclamada “4T”, así como en contra del doble discurso que maneja AMLO con el cual pretende presentarse como aliado del pueblo, siendo en realidad un representante del latifundio y la gran burguesía.

Exigimos la libertad inmediata e incondicional de las y los estudiantes que permanecen en calidad de presos y de los cuales la Fiscalía del estado se niega a proporcionar sus datos.

Exigimos la presentación con vida de las y los estudiantes que hasta el momento se desconoce su paradero, cuya cifra oscila entre 160 y 250.

Exigimos castigo ejemplar a los policías que perpetraron la violencia sexual contra nuestras compañeras estudiantes.

Exigimos el respeto y cumplimento al pliego de demandas de la base estudiantil de la Normal Rural de Mactumatzá.

Exigimos, finalmente, el alto a la represión contra la Normales Rurales y contra las y los camaradas de la Federación de Estudiantes Campesinos Socialistas de México.

¡Apoyo total a Mactumatzá!

¡Alto a la guerra contra el pueblo y el terrorismo de estado!

¡Vivan las Normales Rurales!

¡Viva la FECSM!

¡No votar, organizarse y luchar!

Corriente del Pueblo Sol Rojo

Comité Central

Mayo 19 de 2021